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eskoEm seu estande na Labelexpo Europe 2017, a Esko anunciou o lançamento oficial de duas soluções simplificadas, o Automation Engine QuickStart e o WebCenter QuickStart, ambos para rótulos. As soluções ajudarão os convertedores de rótulos a melhorar sua produtividade e lucratividade. Estas soluções pré-configuradas e fáceis de usar vão de encontro a vários desafios enfrentados por este setor e que atrapalham o fluxo de trabalho e causam ineficiências na produção dos rótulos.

“Frente aos desafios enfrentados pelos impressores de rótulos, a ideia de simplificar o processo de produção ganhou total atenção da Esko. De fato, trabalhamos com foco total na simplificação da cadeia de embalagem (dentro do conceito Packaging Simplified)”, afirma Udo Panenka, Presidente da Esko. “Recentemente a Esko anunciou que oferecerá cada vez mais soluções-chave, mais rápidas e fáceis de serem aplicadas e ajustadas. Acreditamos que temos excelentes produtos, com investimentos atrativos, para oferecer para os convertedores de etiquetas iniciarem rapidamente o processo de automação de trabalho e de gerenciamento de projetos. Estamos falando de sistemas totalmente amigáveis e completos, que podem ser expandidos de acordo com a necessidade do fluxo de trabalho, sem qualquer dificuldade, sempre que necessário.”

Hoje os brand owners precisam que seus produtos sejam rapidamente identificados pelos consumidores, inclusive em experiências do tipo “me-experience” (experiência própria) a partir de produtos exclusivos. Isto tem levado à diversificação dos produtos, com a customização em massa e os designs mudando constantemente; há casos de personalizações de item a item para um determinado consumidor. Isto resulta em mais trabalhos, de menores quantidades, com ciclos de tempo menores. É preciso lembrar ainda que o volume de rótulos produzidos tem se mantido estável mesmo entre as marcas globais. Além disso, a qualidade, especialmente em relação à reprodução das cores, é um item não negociável. As marcas também buscam a redução de custos.

Para participar deste novo cenário, os convertedores lidam com a produção de mais itens, em pequenas quantidades, e em tempo mais reduzido. Isto justifica a adoção da tecnologia de impressão digital. Estima-se que cerca de 12% de todos os rótulos premium já sejam impressos digitalmente. Neste contexto, a Esko lançou o fluxo de trabalho QuickStart, uma série de ferramentas poderosas, pré-configuradas, para atender às necessidades de aplicações específicas. A grande vantagem é a fácil implementação e utilização; as ferramentas baseiam-se nas boas práticas adotadas por diversos convertedores de rótulos em todo o mundo nos últimos anos.

Durante a Labelexpo Europe, no final de setembro em Bruxelas (Bélgica), a Esko apresentou duas destas ferramentas pré configuradas para a conversão de rótulos:

·         O WebCenter QuickStart para rótulos, uma ferramenta para gerenciamento de projetos que reúne todos os elos da cadeia produtiva de rótulos.

·         O Automation Engine QuickStart para rótulos, uma ferramenta para gerenciamento de tarefas associadas aos fluxos de trabalho de pré-impressão.

WebCenter QuickStart para rótulos

A automação do processo de produção de etiquetas e rótulos economiza tempo e descarta o risco de erros. O WebCenter QuickStart para rótulos é uma solução “fora da caixa”, baseada em um software que fica na nuvem (SaaS) ou em fluxos de processos pré-configurados de acordo com premissas pré estabelecidas. São criadas ferramentas de revisão e aprovação de trabalho, em 2D e em 3D. O software gerencia um database de rercursos digitais centralizados que permite a busca e reordenação dos rótulos existentes. O sistema traz ainda um dashboard e relatório operacional. Uma vez instalado, o WebCenter QuickStart para rótulos leva a um processo sem papeis, que facilita tanto os convertedores como seus clientes a saberem exatamente em que estágio está o trabalho dentro do processo.

Automation Engine QuickSTart para rótulos

O sistema oferece as tarefas mais essenciais de pré-impressão de rótulos, incluindo preflight , adição e verificação de códigos de barras e de conteúdo, trapping, step and repeat e inserção de marcações e faixas de controle. Ele pode ser usado com qualquer tecnologia de impressão (digital, flexo, offset ou rotogravura) e também é escaneável. O sistema pode ser atualizado para mais funcionalidades, como controle de qualidade automatizado, gerenciamento de cor e controle do dispositivo de saída, que garante maior saída e que pode ser conectado ao sistema de negócio existente do cliente, se necessário. O software pode ser instalado e ativado com o treinamento total do operador em menos de três dias. O sistema foi especialmente desenvolvido para incluir impressoras de rótulo digitais, particularmente as HP Indigo, graças a um acordo de cooperação entre a Indigo e a Esko.

 

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Por José Amauri Martins*

O período econômico em que o Brasil atravessa restringiu vários setores da economia. Com a construção civil não é diferente. Um dos setores mais importantes da economia, que gera grande número de empregos e ativa vários setores da cadeia produtiva passa por um momento de estagnação. Sabemos que é apenas um momento e o setor começa a apresentar os primeiros sintomas da saída da inércia, com pontuais lançamentos dos empreendedores mais arrojados, boas expectativas para o segundo semestre e a consolidação de vôos mais tranquilos em 2018. Este é o momento de arrumar a casa e estar atento às novas demandas do mercado e às exigências normativas.

Quanto aos elevadores utilizados em canteiros de obras – ferramenta indispensável na movimentação de pessoas e cargas nas construções verticais – é a hora de buscar informações e soluções para adequá-los, cabendo ao fabricante construir o elevador em conformidade com as exigências legais e normativas, evitando interdições nas horas indesejáveis, paralisando a obra e causando prejuízos incalculáveis.

Os elevadores utilizados em canteiros de obras são na maioria aqueles que têm como princípio de movimentação o sistema tipo cremalheira. As exigências técnicas legais são tratadas na Norma Regulamentadora 18 (NR 18) do Ministério do Trabalho e Emprego. No item 18.14 são tratadas de maneira explícita as exigências técnicas, sendo que alguns itens devem ser complementados com a norma técnica ABNT NBR 16200. Embora a utilização do elevador se concentre na indústria da construção civil, o equipamento não deixa de ser uma máquina. Deste modo, os aspectos de segurança em máquinas são tratados na Norma Regulamentadora 12, a NR 12.

Para melhor compreender as necessidades exigidas nos sistemas de segurança do elevador tipo cremalheira, deve-se orientar no capítulo da NR 12 que trata dos sistemas de segurança. As principais áreas de perigos do elevador tipo cremalheira são o controle do monitoramento dos movimentos, o controle das portas da cabine e as portas das cancelas instaladas nos pavimentos. O elevador é fixado na parte externa da edificação e sua altura vai aumentando conforme a obra vai se desenvolvendo. Em cada pavimento é necessário ter um sistema que impeça livremente o acesso ao elevador; chamado de cancela este sistema deve ser dotado de porta com intertravamento e chave de segurança com ruptura positiva monitorada por interface de segurança (rele de segurança).

A porta da cancela só é possível ser aberta quando o elevador estiver parado no pavimento. Quando o elevador chegar ao pavimento desejado, um sistema de chaves de fim de curso com ruptura positiva instalado na cabine do elevador indicará ao comando do equipamento o nivelamento da cabine em relação ao pavimento. Nesse momento o cabineiro tem permissão para abrir a porta da cabine do elevador para acessar o pavimento. Já o intertravamento com chave de segurança com ruptura positiva e com controle de inércia impede a abertura da porta do elevador enquanto o estiver se movimentando ou se não atingiu o nível do pavimento.

Com o elevador alinhado ao pavimento é possível abrir a porta da cabine. Com a abertura da porta, o sistema de segurança impede a movimentação do elevador e será possível abrir a porta da cancela. Nessa condição é possível fazer a retirada ou a entrada de materiais ou a saída de pessoas. Para que o elevador volte a se movimentar será necessário, primeiro, fechar a porta da cancela do pavimento, depois com a porta da cabine fechada os movimentos podem ser reestabelecidschemersalos.

São medidas de segurança necessárias para garantir a segurança na movimentação do elevador e manter todas as portas das cancelas dos pavimentos travadas. Trata-se de um conjunto de soluções que devem ter uma dinâmica e sequência de funcionamento lógico, porém simples. Contudo, exige conhecimento do profissional que vai projetar e implementar o sistema de segurança no conjunto elevador e cancelas de pavimentos. Esse profissional deve ter conhecimento em sistemas de comandos de segurança e ser habilitado para a execução do trabalho, se responsabilizando tecnicamente pela documentação, projetos e implementação, com a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

* José Amauri Martins é coordenador de treinamento de segurança da Schmersal

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braskemA engenheira de automação Lívia Tizzo, integrante da Unidade de Insumos Básicos (UNIB 3) da Braskem, é a primeira mulher a fazer parte da diretoria do conselho mundial de usuários da Aspentech, importante parceiro tecnológico da petroquímica. “Este é um grande reconhecimento para a minha carreira, e estou muito feliz em representar a companhia, colaborando para a evolução continua do software que utilizamos”, afirma Lívia.

Anualmente são eleitos quatro novos membros para a diretoria, composta por oito pessoas de diferentes países. Lívia chegou à diretoria do grupo após a indicação de sua liderança na Braskem e votação aberta entre todos os usuários Aspetench.

“A Aspentech disponibiliza valiosas tecnologias que contribuem para a melhoria de nosso rendimento e é uma grande satisfação ter a Lívia nos representando no conselho mundial de usuários. Para a Braskem, é fundamental contribuir para o desenvolvimento de cada integrante e o reconhecimento de nossos pares é a comprovação de que estamos no caminho certo”, explica o líder da integrante, Daniel Santos Monasterios Morales, responsável por Automação nas unidades Sudeste da Braskem.

 

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xeroxA liderança da Xerox no mercado A3 em cores para escritórios foi o fator fundamental para a parceria com a Gomaq, distribuidora que ofertará os equipamentos da empresa para o mercado nacional. De acordo com dados do IDC, a Xerox ocupa a liderança já há alguns anos no segmento de impressão a laser em cores de 45 a 70 páginas por minutos.

A partir deste ano, a Gomaq trabalhará com todo o portfólio de equipamentos A3 da Xerox para qualquer tipo de demanda e outsourcing de impressão.

“A Gomaq tem uma capilaridade interessante para a Xerox, que traz uma oferta de equipamentos capazes de dar mais eficiência a empresas de diferentes setores do mercado, seja o corporativo ou o governamental”, avalia Marcos Maciel, gerente do portfólio de multifuncionais A3 da Xerox Brasil.

“A parceria com a Xerox é estratégica para a Gomaq por se tratar de uma empresa líder no mercado global de A3 colorido. Agora todas as soluções de ponta da Xerox para esse segmento poderão ser ofertadas pela Gomaq em todo brasil”, comenta Danilo Munhos, gerente de marketing da Gomaq.

Como parte da renovação do portfólio A3 da Xerox, a linha de impressoras multifuncionais AltaLink C8000 traz a mais alta tecnologia para diferentes tipos de negócios e locais de trabalho e já vem embarcada com a nova tecnologia ConnectKey 2017.

 

 

 

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exportaçãoTer uma empresa com a marca reconhecida internacionalmente significa ter um atestado de competência e qualidade conferido pelos mais exigentes mercados do planeta. Esse é o caso da Schioppa, que exporta suas rodas e rodízios para diversos países, dentre eles Estados Unidos, Argentina, Colômbia, Equador, Espanha, México, Reino Unido, Índia, Uruguai e diversos outros.

O superávit da balança comercial em maio atingiu um novo recorde histórico mensal, de US$ 7,6 bilhões, e levou a um saldo acumulado no ano de US$ 29 bilhões. Os dados são do Indicador do Comércio Exterior – Icomex, divulgado 20 de junho, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De acordo com a FGV, o bom desempenho das exportações na comparação entre os acumulados do ano até maio de 2017 e 2016 foi liderado pelo aumento nos preços (+13%), seguido de uma variação positiva ( 9%) no volume exportado. Este resultado denota uma reação positiva do mercado e mantém a tendência de um ano superavitário.

Vera Bites, Gerente de Vendas Internacionais da Schioppa, explica como funciona o processo de exportação. “As negociações tomam como base a identidade de cada mercado com relação à compatibilidade e competitividade em termos de oferta de produtos e preços. A elaboração de uma política comercial consistente e a oferta e uma gama variada de soluções, atraem a atenção dos compradores. Porém, o processo de uma venda internacional é geralmente muito mais longo, pois exige a maturação da credibilidade entre os parceiros.”

Exportar significa uma mudança de imagem:

“Para ser uma empresa exportadora é preciso estar comprometida com uma nova visão, estar alinhada com padrões de gestão atuais, manter constante processo de melhoria em produtos e qualificação de sua força de trabalho, estar atenta às oportunidades do mercado mundial em suas tendências e anseios. Isto significa que a empresa tem que absorver e se adequar aos mais exigentes padrões internacionais, produzindo produtos cada vez melhores e altamente competitivos”.

Além da gerente, o Departamento de Marketing da Schioppa revelou que após três anos de quedas nas exportações, devido às instabilidades nos grandes mercados, o cenário começa a mudar e mostrar sinais de recuperação. A expectativa é que 2017 seja um ano de retomada e crescimento para a marca.

 

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congrafA Congraf Embalagens realizou um novo investimento para aprimorar ainda mais a qualidade de seus produtos e serviços. A empresa acaba de adicionar ao seu parque gráfico um novo equipamento para aplicação de hot-stamping.

 Trata-se de uma Brausse 1050 FCI, fabricada pela Shangai Eternal Machinery, empresa pertencente ao grupo Bobst. “A Congraf segue investindo na qualidade de seus produtos, mesmo em um momento de incertezas políticas e econômicas”, destaca Sidney A. Victor Júnior, diretor industrial da Congraf.

 De acordo com a empresa, o investimento visa aprimorar a produção de embalagens com maior valor agregado. “Com este novo equipamento, teremos possibilidade de atender com mais agilidade nossos clientes e também teremos mais opções de aplicação de hot-stamping no desenvolvimento dos nossos produtos, especialmente no segmento de embalagens Premium”, explica o diretor industrial da Congraf.

 A fabricante de embalagens informou ainda que a Brausse 1050 FCI é moderna e dotada de tecnologias de acerto rápido. Além disso, sua capacidade de produção pode alcançar até 10 mil folhas por hora. “O novo equipamento nos dá a possibilidade de ajustar a montagem para aplicar a fita do hot-stamping com maior número de rolos e melhorar o custo de produção”, explica. “Certamente, ganharemos velocidade e um tempo precioso em nossa linha de produção”, explica.

 O investimento no novo equipamento de hot-stamping reflete a preocupação da Congraf em proporcionar inovação e produção diferenciada aos seus clientes. “Ampliamos nossa capacidade de produção e agora poderemos oferecer um preço mais competitivo na produção de embalagens Premium, para que nossos clientes possam contar com embalagens que se destaquem no ponto de venda”, conclui Sidney A. Victor Júnior.

 Por fim, a Congraf informou que o novo equipamento já está integrado ao seu fluxo de produção e em operação.

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azkonobelDez startups de diversos países verão suas ideias de química mais sustentável um passo mais perto de se tornarem realidade após terem sido anunciadas vencedoras do “Imagine Chemistry – AkzoNobel Chemicals Startup Challenge”. A iniciativa da multinacional holandesa, lançada no início deste ano, visa ajudar a resolver desafios relacionados à química em categorias que vão desde a revolução da reciclagem de plásticos até o desenvolvimento de plantas químicas que não desperdiçam água.

Mais de 200 empresas e profissionais apresentaram ideias para o concurso e os vencedores foram selecionados a partir de um grupo de 20 finalistas em um evento que durou três dias e foi realizado no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel em Deventer, no início de junho. Durante o evento, mais de 90 especialistas da AkzoNobel e de organizações parceiras, incluindo a KPMG e a Lux Research, trabalharam com as startups para desenvolverem as ideias delas e definirem rotas para chegarem ao mercado.

Três vencedores gerais (lista abaixo) assinaram acordos de desenvolvimento em parceria com o negócio de Specialty Chemicals da AkzoNobel, que ajudará a levar essas ideias para o mercado.

Jeremy Minty e Andrew Hertig, da startup Ecovia Renewables, com sede nos Estados Unidos, foram premiados pelo projeto de tecnologia de fermentação para produzir ácido poliglutâmico, que pode ser usado para deixar produtos de higiene pessoal mais espessos, entre outros usos.

Outra startup norte-americana, a Industrial Microbes – representada por Noah Helman –  desenvolveu uma solução para usar microrganismos geneticamente modificados e assim transformar CO2 e gás natural em blocos de construção químicos-chave, como o óxido de etileno.

Charles Sanderson e Jeremy Austin, da Renmatix, também com sede nos Estados Unidos, foram reconhecidos pela tecnologia que usa água pressurizada para quebrar a biomassa de plantas e transformá-las em produtos celulósicos que podem ser aplicados em uma ampla variedade de aplicações.

“Com tantos projetos fantásticos e promissores, foi muito difícil escolher os vencedores”, disse Peter Nieuwenhuizen, diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel Specialty Chemicals (foto ao lado). “Contudo, acreditamos que essas inovações têm um grande potencial para atender às demandas dos nossos clientes e também contribuir para um mundo mais seguro e sustentável. Estamos ansiosos para começarmos os trabalhos com as startups vencedoras e transformar essas ideias em realidade comercial com um verdadeiro impacto global”.

Além das três vencedoras gerais, mais sete startups (lista abaixo) também receberam prêmios.  Esses prêmios incluem uma consultoria especializada e vários meses de suporte no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel, em Deventer, na Holanda. A empresa disponibilizará as instalações de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação) para as startups e lhes dará acesso a recursos de pesquisa e testes normalmente utilizados em larga escala industrial.

Acordo de pesquisa em conjunto com a AkzoNobel:

Ufraction8 (Reino Unido) – Brian Miller e Monika Tomecka: remoção de água de reator pós-biológico escalável e de baixo custo.

Voucher de aluguel de infraestrutura do Centro de Inovação Aberta de Deventer

InOpSys (Bélgica) – Steven de Laet e Gertjan de Jong: tratamento de água residual o próprio site

Serviços de consultoria da Icos Capital e KPMG

Filligrade (Holada) – Wim Nijhof e Johan Kerver: marca d’água interativa para plásticos.

Serviços de consultoria da LuxResearch

Logos Technologies – Dan Derr (EUA): biossurfactantes naturais provenientes de fermentação.

Suporte da AkzoNobel para pesquisas químicas

Cadel Deinking (Espanha) – Adriana Pineda: tecnologia à base de água para reciclagem de plásticos

MISQ (Holanda) – Gertjan de Jong: uso da grama Miscanthus como fonte sustentável de celulose

Universidade da Califórnia (EUA) – Mark Mascal: alternativa verde à polpa de madeira

Ao comentar sobre os vencedores, Thierry Vanlancker, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel e responsável por Specialty Chemicals, disse: “Parcerias com startups e com empresas que têm a mesma mentalidade que a nossa são parte fundamental da nossa abordagem e estratégia de inovação para acelerarmos o crescimento. Essas ideias provam que há um enorme universo de inovações que ainda podem revolucionar uma indústria que muitos consideram madura. Juntos, podemos tornar a indústria mais sustentável e realizar as soluções do futuro”.

Organizado em parceria com a KPMG, o projeto Imagine Chemistry faz parte de uma série de atividades da AkzoNobel que visa focar ainda mais em inovação aberta e formar vínculos com startups, para assim identificar novas oportunidades de crescimento. Após o sucesso da primeira edição, o Imagine Chemistry será lançado novamente em 2018. Nessa oportunidade, serão usadas as instalações de pesquisa da empresa localizada em Gotemburgo, na Suécia.

 

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braskemA Braskem e o Comitê Paralímpico Brasileiro renovam o patrocínio à Equipe Brasileira de Paratletismo por mais quatro anos, até 2021, com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento e à preparação técnica dos paratletas, em uma parceria iniciada em 2015. Com isso, a empresa apoiará o paratletismo brasileiro em diversas competições nacionais e internacionais, assim como nos Jogos Paralímpicos do Japão em 2020.

“A Braskem mantém o seu apoio ao esporte paralímpico porque acredita ser uma oportunidade transformadora para paratletas e um exemplo inspirador para a sociedade. Acreditamos na superação do ser humano e estes atletas são um exemplo disto. Além disso, a parceria reforça nossa crença de que a química e o plástico melhoram a vida das pessoas”, afirma Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas, Comunicação, Marketing e Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

No paratletismo brasileiro, o plástico tem uma aplicação prática, já que está presente na composição das próteses, tornando-as mais leves e confortáveis às pernas dos atletas. O patrocínio vai beneficiar 44 atletas e 17 guias que integram a seleção brasileira, divididos entre equipes principal e juvenil, nas provas de pista e de campo.

Em julho, 25 competidores do país disputarão o Campeonato Mundial, no Estádio Olímpico de Londres, o mesmo no qual os brasileiros conquistaram, nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, 18 medalhas, sendo sete de ouro. A equipe nacional irá embalada pela incrível performance alcançada nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, quando subiram ao pódio 33 vezes, oito das quais no degrau mais alto.

“A parceria com a Braskem já nos trouxe grandes resultados nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 e vai ser fundamental nesta campanha rumo a Tóquio 2020. Mostra que Braskem e CPB trabalham com planejamento, antecipando as ações para atingir os objetivos, que no ciclo atual se inicia neste Campeonato Mundial de Londres, em julho”, afirma Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

A convocação dos melhores foi feita na manhã desta quinta-feira, 8, na pista indoor do Centro de Treinamento Paralímpico, na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

Um dos convocados é o paulista Thiago Paulino. Amputado de perna após um acidente de moto, ele é hoje recordista mundial no lançamento de disso, prova em que deve representar o Brasil em Londres, em julho. “Os Jogos do Rio 2016 mostraram a força do esporte paralímpico no Brasil e a manutenção da Braskem é um grande exemplo. A parceria passa tranquilidade para os atletas trilharem o caminho da vitória”, comenta Paulino.

Em agosto deste ano, novos talentos do paratletismo disputarão a primeira edição do Campeonato Mundial juvenil, na cidade suíça de Notwill, próximo a Lucerna. Pode representar o começo de uma trajetória rumo ao pódio paralímpico em Tóquio 2020.

A seleção de paratletismo brasileiro ainda disputará os Jogos Para-sulamericanos, em Buenos Aires, Argentina, em 2018, os Jogos Parapan-Americanos, em Lima, e o Mundial da modalidade, ambos em 2019, e, por fim, os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

 

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bemisNão é de hoje que o consumidor é influenciado pelo que vê nas gôndolas dos supermercados e nas prateleiras de farmácias e perfumarias. Estudos de comportamento mostram que elementos visuais como as cores, o layout e o formato da embalagem e a maneira que são expostos são fatores que motivam a compra de um produto.

O levantamento “A Hora Certa de Ativar o Shopper”, divulgado pela Nielsen, mostra que, em média, 70% das decisões de compra são tomadas em frente à gôndola, e que o shopper (comprador) gasta 15 segundos nos corredores dos supermercados e dá atenção de apenas 1,6 segundo para cada estímulo visual. A pesquisa também aponta que, entre os gatilhos de quem planeja uma compra, estão a marca (54%), a quantidade (18%) e a variedade de um produto (16%). O tamanho da embalagem e quanto pretendia gastar têm a mesma importância para o consumidor (13%), seguidos pelo tipo de embalagem (11%).

Para produtos que demandam baixo planejamento de compra como chocolates em barra, iogurtes, queijos, biscoitos e molhos de tomate, as embalagens podem incentivar a compra por impulso.

Já na categoria de produtos com alto planejamento, como papéis higiênicos, cremes dentais, desodorantes, sabonetes, fraldas, sabão para roupas, café, carnes e margarinas, o shopper é mais sensível a alterações de preço, porém menos propenso à troca brusca de marcas, mantendo-se no seu leque de marcas já conhecidas.

Desta forma, as embalagens evoluem para acompanhar o perfil do consumidor, como as garrafinhas de iogurte substituídas por copos para o público jovem, copos de plástico e não de vidro para requeijão que são empilháveis e evitam a quebra, e stand-up pouch (bolsa plástica que para em pé) para atomatados no lugar de latas, para consumidores que procuram praticidade e embalagens mais leves.

A busca por hábitos de vida mais saudáveis também influencia a gama de produtos e os lançamentos, a fim de contribuir com a manutenção da saúde e o bem-estar do consumidor. As embalagens desse produtos, por sua vez, seguem a linha da diferenciação, com design mais moderno e colorido. Entre os exemplos estão margarina, iogurte, requeijão e sorvete nas versões “light” e “zero gordura”, produtos sem lactose, sem glúten e vegan para quem tem restrições alimentares ou não consome alimentos e produtos de origem animal.

Outra tendência é a “premiunização” de produtos, que cria experiências mais marcantes e interativas, com a combinação de sabores e aromas diferentes dos tradicionais e coordenados com embalagens sofisticadas.

Um movimento crescente nos últimos anos tem sido a redução do tamanho das embalagens e o aumento das porções individuais, por conta do número de pessoas solteiras ou que moram sozinhas e querem evitar o desperdício.

Porém, especialmente no Brasil, mesmo com várias opções de produtos em quantidade menor, muitos consumidores ainda preferem as embalagens consideradas “econômicas”, com 1Kg, 2,5L e 5L, por conta da relação custo x benefício.

O uso de novas tecnologias em embalagens traz praticidade e conveniência ao consumidor, e ainda aumenta o prazo de validade de produtos, como é o caso da tecnologia resselável (“abre e fecha”) de frios, de materiais “micro-ondáveis” que podem ser aquecidos no micro-ondas e do filme que pode ser levado ao forno porque possibilita o cozimento de uma carne na própria embalagem.

Independentemente dos rumos que os hábitos de vida sigam, o consumidor continuará sendo o grande alvo a ser alcançado, tanto com novidades de produtos como de embalagens, de forma que tenha mais conveniência e vantagens para, então, ter suas necessidades supridas e prosseguir comprando.

*Priscila Troian, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Bemis para a América Latina

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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