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hyperrrrrA Hypertherm muda, a partir de hoje, o nome corporativo para Hypertherm Associates, que representa a evolução da empresa, fabricante de produtos de corte a plasma, para um fornecedor multitecnológico de soluções de corte industrial, com os funcionários (“Associates”) no centro de tudo o que faz para apoiar e resolver os desafios dos clientes.

A Hypertherm Associates continuará a oferecer a linha líder do setor de soluções de corte industrial, incluindo plasma, jato de água, software e muito mais, organizadas em quatro negócios distintos. A Hypertherm® continuará como a marca de soluções de corte a plasma, enquanto a OMAX® permanecerá como o nome dos sistemas de corte a jato de água líderes de mercado. Dois grupos recém-definidos, o Hypertherm Associates Software Group e o Hypertherm Associates Aftermarket Group, abrangerão marcas de produtos como ProNest®, Robotmaster®, laser Centricut® e peças de jato de água AccuStream®.

“Queríamos que nosso novo nome corporativo refletisse nossa cultura com foco nas pessoas como uma empresa 100% de propriedade dos funcionários. Nossos fundadores estabeleceram uma paixão pela inovação tecnológica com foco no cliente, colocaram o desenvolvimento e o bem-estar de nosso pessoal — nossos Associates — no centro da equação e, em seguida, deram a propriedade da empresa a esses funcionários para levar essa visão adiante”, explicou Evan Smith, presidente e CEO da Hypertherm Associates. “Isso reforça nosso enfoque nas pessoas, desde nossos clientes, parceiros e comunidades próximas até nossos funcionários, que são donos da empresa. Isso consolida nosso compromisso de longo prazo e foco na inovação tecnológica e parceria com foco no cliente e em nossas comunidades, em vez de acionistas ou investidores externos.”, completa Smith.

Junto com o novo nome, a Hypertherm Associates está apresentando um novo logotipo corporativo e logotipos atualizados para suas marcas de tecnologia. O logotipo da Hypertherm Associates, concebido para lembrar um agrupamento de peças, serve para vincular visualmente a marca corporativa às respeitadas marcas de produtos e tecnologia da empresa. Ao mesmo tempo, demonstra a liderança industrial e tecnológica da empresa — e seu compromisso com a manufatura enxuta, práticas sustentáveis e engenharia inovadora — bem como a força das ofertas de tecnologia cruzada que resolvem os desafios dos clientes.

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ftpA FPT Industrial abre caminho para a independência energética dos agricultores na Feira Mundial de Biogás 2022, a principal feira mundial dedicada ao setor de produção de biogás, realizada no National Exhibition Centre (NEC ) em Birmingham, Reino Unido, nos dias 15 e 16 de junho.

A marca exibiu sua solução para a geração de energia elétrica alimentada por recursos renováveis: o Smart Hybrid Hub da FPT Industrial, o primeiro conceito de grupo gerador a gás natural de baixa pressão e velocidade variável, híbrido e multimodal do mundo concebido 100% pela FPT Industrial. Os visitantes podem ver “por dentro” o conceito do grupo gerador através das paredes de LED, acompanhar o ciclo completo desde a produção agrícola, passando pela geração de eletricidade até seu uso na fazenda ou externamente.

O conceito se baseia no primeiro motor F28 a biometano de velocidade variável e baixa pressão para geração de energia com todo o combustível derivado da digestão anaeróbica de resíduos agrícolas e do chorume do gado. O motor é acoplado a um sistema de Gerenciamento de Controle Híbrido da FPT Industrial, caracterizado por uma configuração aberta com baterias e inversor equivalente, dependendo do perfil da missão.

“Nosso objetivo é criar um ciclo virtuoso, sustentável, de carbono zero, para proporcionar a independência energética’ dos agricultores” diz Andrea Ercolino, gerente de Portfólio de Produtos e de Marketing de Geração de Energia da FPT Industrial “bem como gerar oportunidades adicionais de receita derivadas das vendas do biometano excedente. Mais um passo à frente para a FPT Industrial no caminho da transição energética”. Além de alimentar o grupo gerador, o biometano produzido no local pode ser de fato usado para abastecer tratores a gás natural e veículos comerciais como caminhões e veículos de carga, enquanto o excedente tanto de eletricidade quanto de biogás pode ser fornecido à rede nacional. A parceira da FPT Industrial neste projeto é a Bennamann Ltd., uma empresa britânica de tecnologia agrícola, em rápido crescimento no campo da energia limpa, especializada no fornecimento e na produção de biometano “melhor do que zero carbono” forneceu emissões fugitivas de resíduos orgânicos em decomposição, incluindo chorume de estrume agrícola.

Falando na Feira, o cofundador, presidente e CTO da Bennamann, Chris Mann, disse: “Estamos orgulhosos por fazer parceria com a FPT Industrial para oferecer nossa visão compartilhada de uma agricultura independente de energia. O Smart Hybrid Hub completa a cadeia tecnológica da Bennamann viabilizando nossa solução ponta a ponta desde a captura do metano fugitivo, passando pelo processamento de biometano para veículos e o
fornecimento de combustível, eletricidade e calor para o agricultor”. Ao receber o prêmio Soluções Circulares AD com “menção honrosa” na feira, Chris acrescentou ficamos extremamente felizes por receber esse reconhecimento, respaldado por nossas sólidas parcerias, o que torna possível e tão empolgante a expansão da agricultura independente de energia, observe esse espaço!”

Um dos vários destaques do conceito de grupo gerador híbrido multimodo é a capacidade de atender a diferentes necessidades dos clientes com três modos de operação principais. O modo Boosting é dedicado ao corte de pico com alta resposta de carga, com o motor funcionando no máximo e as baterias entrando para fornecer o buffer extra necessário. O modo Touring se encarrega da durabilidade total, com o motor e a bateria funcionando alternadamente, a fim de otimizar a eficiência e prolongar toda a vida útil do sistema. O modo Eco completamente elétrico foi projetado com a economia de combustível em mente e sua autonomia de baixa carga pode ser ampliada graças às baterias modulares.

Em comparação com grupos geradores padrão, o conceito de grupos geradores FPT Industrial Smart Hybrid Hub oferece uma faixa de potência maior com uma classificação padrão de 30-40-60-80 kVA com um único gerador, consumo de combustível até 20% menor, motor com -22% de cilindrada e intervalos de troca de óleo 2,5 vezes maiores em relação aos grupos geradores a diesel de velocidade constante. Atualmente, o primeiro protótipo do grupo gerador Smart Hybrid Hub está passando por uma série de testes e sessões de treinamento na Fazenda Chynoweth (Truro, Cornualha, Reino Unido), sede do centro de testes e pesquisas da Bennamann. Todos os seus modos e funcionalidades de trabalho – híbrido, elétrico completo e carregamento de baterias – foram testados repetidamente com o motor F28 NG movido a biometano produzido na fazenda.

A versatilidade do motor F28 a gás natural vai muito além da geração de energia. Na verdade, é o motor que propulsiona um protótipo do trator de esteira New Holland TK Methane Power, atualmente em funcionamento na premiada vinícola Fontanafredda para alcançar a primeira safra de vinho Barolo com emissão zero até 2025. O compromisso da FPT Industrial com o Gás Natural e a agricultura sustentável é ainda demonstrado pelo motor de seis cilindros FPT N67 NG, com 180 hp e 740 Nm de torque, capaz de proporcionar o mesmo desempenho e durabilidade que seu equivalente a diesel. Esse motor propulsiona o New Holland T6.180 Methane Power o único trator a biometano de produção em massa do mercado, denominado “Trator do Ano” de 2022 na categoria Sustentabilidade que esteve em exposição no estande da marca New Holland Agriculture durante a Feira Mundial de Biogás.

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veracel.jpbEntre os dias 06 e 10 de junho, a Veracel, indústria de celulose localizada no Sul da Bahia, promoveu a terceira edição da sua Semana da Diversidade e Inclusão, com palestras de especialistas convidados. O objetivo do evento foi disseminar e ampliar a cultura da empresa no tema diversidade e inclusão, fortalecendo a importância de cada colaborador neste processo.

A Semana da Diversidade da Veracel é uma das ações lideradas pelo Comitê “Empresa + Inclusiva”, grupo que tem como missão promover ações em prol da valorização da diversidade, da inclusão na companhia, engajar as pessoas no tema e incentivar um ambiente de trabalho onde todos se sintam incluídos e tenham equidade de oportunidades.

Nesta edição do evento, a empresa buscou avançar ainda mais nas pautas já tratadas nos anos anteriores, trazendo uma nova gama de palestrantes para promover apresentações e rodas de conversas sobre assuntos como equidade de gênero, democracia racial, como e porquê ser um aliado(a) da comunidade LGBTQIA+, empregabilidade de pessoas com deficiência, dentre outras pautas.

“Além dos palestrantes, pessoas da Veracel também contribuíram com depoimentos, experiências e percepções. Como de costume, os colaboradores também puderam interagir tirando dúvidas e colaborando com comentários. Para nós, isso é um sinal de que nossos colaboradores se sentem confortáveis e seguros para serem quem são e nos ajudar neste processo de transformação constante que é o trabalho em prol da diversidade e inclusão”, destaca Carlos Gomes, coordenador Jurídico da Veracel e líder do comitê Empresa + Inclusiva.

Entre os convidados que participaram da Semana, estão: Maitê Schneider, cofundadora da Transempregos e ativista por Direitos Humanos; Livia Vaz, promotora de Justiça da Bahia e coordenadora do Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Racismo e Respeito à diversidade Étnica e Cultural; Arielle Sagrillo Scarpatti, doutora em psicologia; Sidinei Oliveira, escritor e conselheiro consultivo e Andrea Schwarz, escritora, influenciadora e cofundadora da consultoria iigual, especializada em inclusão e diversidade no mercado de trabalho.

Comitê Empresa + Inclusiva

O Comitê Empresa + Inclusiva Veracel iniciou em 2020, com a formação de uma iniciativa composta por de voluntários de diferentes áreas e cargos da companhia. O comitê conta com grupos de trabalho com foco em equidade de gênero, raça e etnia, pessoas com deficiência, pessoas LGBTQIA+ e gerações.

A primeira etapa do projeto foi a estruturação das ações, dos objetivos e das metas para os próximos anos, além da contratação de uma consultoria especializada em Diversidade e Inclusão e da realização de um censo de diversidade e de uma pesquisa de percepção das pessoas da Veracel a respeito do tema. Com essas ferramentas, a empresa produziu um diagnóstico real para o mapeamento das ações necessárias.

O Comitê tem envolvimento da alta liderança e cada um dos Diretores está envolvido nos grupos de trabalho. Inclusive o CEO da empresa ocupa uma cadeira e atua ativamente no grupo para o desenvolvimento de diversidade e inclusão.

Em 2022, o comitê Empresa + Inclusiva vem passando por um processo de transformação cujo objetivo é que o grupo se torne cada vez mais. Outro marco foi a criação, dentro do time de Desenvolvimento Humano Organizacional da Veracel, de uma área específica de Diversidade e Inclusão. Com esta mudança, a companhia projeta que todo o mapeamento realizado pelo Comitê possa ser traduzido em ações ainda mais efetivas dentro da corporação.

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miltonregoA indústria brasileira de cloro-álcalis tem potencial de ser a principal fonte de hidrogênio verde, considerada a energia do futuro no mundo. Durante o processo de produção de cloro, chamado de eletrólise (passagem de uma corrente elétrica através de uma solução de salmoura), além da soda cáustica, é gerado também hidrogênio. O hidrogênio gerado nas plantas de cloro-álcalis no Brasil é produzido a partir da quebra da molécula de água proveniente de fontes limpas, ou seja, é um “hidrogênio verde”. No Brasil, vale lembrar, 83% da matriz elétrica é renovável.

Para cada tonelada de cloro, são produzidos 28 kg de hidrogênio durante a eletrólise. Hoje na indústria esse hidrogênio é utilizado como matéria prima ou fonte térmica, substituindo o gás natural e reduzindo a emissão de gás carbônico.

Como a indústria prevê um aumento da capacidade de produção de cloro em 700 mil toneladas considerando a meta de universalização do saneamento até 2033, haveria uma disponibilidade nas plantas brasileiras de cloro-álcalis de gerar 18 mil toneladas de hidrogênio verde por ano (a estimativa considera um rendimento de 90% do processo). Essas 18 mil toneladas de hidrogênio verde/ano que serão produzidas poderiam, por exemplo, substituir 60 mil toneladas de gás natural, o que representaria uma redução na emissão de gás carbônico para a atmosfera de 160 mil toneladas.

Segundo dados de mercado, cerca de 4% do hidrogênio consumido no mundo já é originado em plantas de eletrólise, especialmente de cloro-álcalis.

“A mudança para uma matriz energética mais sustentável no mundo coloca alguns desafios como o armazenamento de energia de fontes intermitentes e a eletrificação de processos. O hidrogênio será um dos principais fatores para essa mudança, tanto para o armazenamento como para células de combustível. A indústria de cloro-álcalis está pronta para produzir ou vender hidrogênio, e hidrogênio verde”, afirma o presidente-executivo da Abiclor, Milton Rego.

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peppersTodos os que quiserem travar as alterações climáticas não poderão evitar o hidrogênio. O primeiro elemento da tabela periódica é um fator-chave na descarbonização do transporte e da indústria – desde que o gás seja extraído sem emissões de CO2. A cadeia de valor desde a turbina eólica até à estação de abastecimento de hidrogênio é longa e está repleta de desafios técnicos.

A descarbonização trará inúmeras alterações, particularmente na forma como geramos, armazenamos, distribuímos e consumimos energia. O hidrogênio “verde” desempenhará um papel fundamental na produção de energia e na descarbonização da indústria e dos veículos pesados no futuro. Para garantir que os processos automatizados são seguros, são necessários componentes e sensores protegidos contra explosão com uma variedade de diferentes funções.

A Pepperl+Fuchs tem muitos anos de experiência na área da tecnologia de sensores industriais e proteção contra explosão, tornando-a no parceiro certo e num elemento unificador na cadeia do hidrogênio – desde a produção de energias renováveis, compressão de alta pressão após eletrólise, transporte e armazenamento até à utilização industrial em grande escala e estações de abastecimento de hidrogênio.

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avbUm dos fóruns mais importantes do setor siderúrgico será realizado pela primeira vez no Brasil na próxima semana. A 4ª edição da EMECR, International Conference on Energy and Material Efficiency and CO2 Reduction in the Steel Industryterá como um de seus principais temas a implantação de soluções tecnológicas que contribuam para reduzir as emissões de carbono e o consumo de energia. Primeira siderúrgica carbono neutro do mundo, a Aço Verde do Brasil, AVB, estará presente no congresso para apresentar seu processo de produção de aço verde bem como suas estratégias de sustentabilidade ESG. Ricardo Carvalho, conselheiro da AVB, foi convidado para falar sobre as tecnologias e inovações utilizadas na empresa.

A AVB, possui o melhor indicador brasileiro para emissões de CO2 por tonelada de aço bruto produzido nos anos de 2018, 2019, 2020 e 2021. No último ano a empresa atingiu seu Inventário anual de gases efeito estufa (GEE) o valor de 0,02 tCO2 e/t aço.

Para conseguir chegar ao atual nível, a AVB adotou diversas medidas que reduzem os impactos ao meio ambiente. Como exemplo, a escolha pela rota de produção integrada à base de carvão vegetal reflorestado no lugar no coque (carvão mineral), principal matéria-prima empregada nos altos-fornos e que possui emissão zero de carbono. Além disso, outras tecnologias foram utilizadas, como reuso dos gases de processo, para eliminar a utilização de combustíveis fósseis, e a reutilização dos resíduos do processo.

“Enquanto diversas empresas do ramo siderúrgico estão em começo do planejamento de descarbonização, com previsões de neutralidade para até 2060, a AVB já atingiu esse patamar no ano de 2020. Essa conquista foi fruto de muito trabalho e planejamento durante toda a fase de engenharia da usina de aços longos, quando se vislumbrou, há mais de dez anos, a importância do tema da sustentabilidade para os nossos produtos” reforça Ricardo.

Serviço: Palestra Aço Verde do Brasil, primeira indústria de aço carbono neutro do mundo, 7 de junho, às 11h. Inscrições

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carterA Caterpillar Inc. divulgou seu Relatório de Sustentabilidade de 2021. O relatório descreve o progresso da empresa ajudando os clientes a construir um mundo melhor e mais sustentável.

“Nosso compromisso de longo prazo com a sustentabilidade nos inspira a continuar reduzindo as emissões de gases de efeito estufa de nossas operações, ao mesmo tempo em que desenvolvemos produtos, tecnologias e serviços inovadores para ajudar nossos clientes a alcançar seus objetivos relacionados ao clima”, disse Jim Umpleby, ceo da Caterpillar. “Temos a satisfação de demonstrar nosso progresso à medida que contribuímos para um futuro com redução de carbono”, completa.

O Relatório de Sustentabilidade de 2021, publicado em inglês, descreve a abordagem da Caterpillar para questões ambientais, sociais e de governança (ESG). O relatório também relata o foco da empresa na sustentabilidade como parte de sua estratégia de crescimento lucrativo de longo prazo.

Os destaques do relatório incluem:

. O anúncio de que a Caterpillar divulgará as emissões estimadas de gases de efeito estufa (GEE) de Escopo 3 a partir de 2023.
. O compromisso de utilizar a estrutura do time de Força-Tarefa para Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD) para aprimorar ainda mais os relatórios de sustentabilidade da empresa a partir de 2023.
. O progresso nas metas de sustentabilidade da Caterpillar para 2030, bem como gestão de produtos em apoio aos objetivos relacionados ao clima de seus clientes.

O Relatório de Sustentabilidade de 2021 também estabelece uma supervisão aprimorada do Conselho de Administração sobre a sustentabilidade e a ESG, incluindo a criação do novo Comitê de Sustentabilidade e Outras Políticas Públicas, detalhado na página 22 da declaração de procuração da empresa disponível aqui.

O Relatório Financeiro Anual da Caterpillar referente a 2021 também está disponível para consulta aqui.

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lizasummer

foto: Liza Summer

A recomendação desse modelo de segurança foi feita pelo Gartner em 2019, após o início do distanciamento social — decorrente da Covid-19 — no momento em que as empresas adotaram o modelo home office. Com esta nova arquitetura, a combinação do uso de Cloud com home office, as redes ficaram vulneráveis a ataques hackers. Por isso o Gatner criou um conceito de segurança abrangendo as novas topologias do novo normal.

Atualmente, as redes tradicionais envolvendo LAN, WAN, WLAN, Firewalls etc. não atende as topologias pós-pandemia pois não foram desenvolvidas para aplicação de redes multiclouds e usuários remotos. Além disto, o usuário que busca atender os “buracos” na segurança dessas novas redes, começam a construir uma rede com várias tecnologias, fabricantes, Dashboards, SLA´s e profissionais especializados em diversas tecnologias.

Sem contar que os decisores de tecnologia nas empresas, enfrentam outros problemas como a necessidade de aumentar o headcount, para ter profissionais especializados em várias tecnologias ou aumentar os ganhos destes profissionais se houver algum profissional que se especializou durante a pandemia e ainda criar políticas de retenção num mercado extremamente contratante.

Ou seja, a vida do CISO ou do CTO no pós-pandemia, se tornou ainda mais desafiador. Para atender a transformação da empresa que começa a operar com multiclouds e colaboradores remotos, das diversas tecnologias aplicadas para proteger esta transformação com segurança, escassez de profissionais experientes nestas novas topologias, estamos diante da maior crise de abastecimento de microchip na história da tecnologia. Os fabricantes atualmente, não informam os prazos de entrega dos hardwares devido ao desabastecimento de microchip, interrompendo o fornecimento de hardwares para o mercado mundial.

Resumidamente, os executivos de tecnologia enfrentam hoje as suas empresas se movendo para um novo cenário, necessidade de segurança deste cenário, aumento significativo de ataques nestes ambientes, uma mescla de tecnologias e fabricantes para proteger o ambiente, falta de profissionais preparados para este novo cenário e agora desabastecimento de hardware.

O conceito SASE, desenvolvido pelo Gartner, resolve todos os desafios dos executivos comentado anteriormente. Sendo este, baseado em nuvem, contendo todas as funções de segurança para topologias que utilizam multicloud, usuários remotos em qualquer lugar do Mundo (Work From Anywhere), configuração de segurança com várias funções feitas pelos fabricantes, plug&play e independente do uso de hardwares. Em resumo, SASE foi desenvolvida para solucionar problemas da cibersegurança, sendo uma estrutura que acompanha as evoluções de tecnologias de segurança e conectividade de rede em uma única plataforma entregue na nuvem para uma conectividade segura, rápida e escalável. Um conceito que traz para empresas menos complexidade e uma considerável redução de custos, incluindo dashboards completos e unificados.

“A pandemia impôs às empresas, a necessidade de serem rápidas e escaláveis e a tecnologia Cloud conseguiu atender estas demandas e ainda com colaboradores
remotos. Estes dois pontos, cloud e uso remoto em larga escala, dificilmente foi contemplado nestas estratégias. Isto nos leva a crer que as empresas em sua maioria, estão com brechas de segurança em suas redes, prova disto é o aumento expressivo de ataques com sucesso ocorrido nos últimos meses. Somos parceiros de uma das maiores empresas especializada em SASE, a Versa Networks, portanto estamos prontos para apoiar o mercado nesta transformação da segurança das empresas.” Diz Paulo Cezar (PC) sócio diretor Secmon Tecnologia.

Em 2021 grandes empresas começaram a sofrer ataques hackers, como por exemplo a Renner, Americanas, Porto Seguro, EMS, CVC, Sebrae, e outras empresas não anunciaram as invasões em suas redes. A tendência de crescimento segundo o Gartner é que até 2025, pelo menos 60% das empresas no Mundo tenham estratégias, cronogramas ou já estão de acordo com o SASE.

A Secmon já está preparada para este novo cenário e em conjunto com a Versa Networks, que conta com 90 pontos de presença inclusive no Brasil, uma Cloud atendendo o conceito SASE já está configurada contemplando Secure Web Gateway, Security Access, Zero Touch Networking Access e Firewall as a Services. Sem hardware, sem equipes maiores, sem falha na configuração, único SLA, segurança para devices em todo o Mundo, escalável e econômico.

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nordDesde o início da década de 1980, a NORD Electronic DRIVESYSTEMS produz componentes eletrônicos na cidade de Aurich, distrito de East Friesian, especialmente inversores de frequência. “A demanda por dispositivos configurados personalizados aumentou enormemente nos últimos anos”, explicou o gerente do site Gerhard Harms. Portanto, a empresa decidiu expandir significativamente a fábrica em Aurich.

Dois estágios de expansão

O espaço para montagem dos projetos dos clientes será ampliado para 3.000 metros quadrados, distribuídos em dois pavimentos. A capacidade de produção está prevista para aumentar de 140.000 para mais de 400.000 unidades na fase final de expansão. O primeiro aumento de capacidade de 50% será colocado em ação no segundo trimestre de 2022.

Compromisso com a localidade

Toda a expansão em Aurich exige um esforço financeiro da ordem de 3,2 milhões de euros. “Este investimento não se deve apenas à crescente importância dos componentes eletrônicos para a NORD”, enfatizou Gerhard Harms. “É também um claro compromisso da empresa com a cidade de Aurich”.

 

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petsNão é novidade para ninguém que a pandemia de Covid-19 provocou inúmeras mudanças no cotidiano das pessoas. No entanto, ao observar toda a movimentação ocasionada no mundo por conta da crise sanitária, a Adventures, aceleradora de marcas e uma das mais promissoras startups brasileiras, decidiu reunir as principais informações sobre o mercado e analisar as possibilidades para as marcas explorarem seus segmentos nos próximos meses. Para isso, a empresa anuncia o lançamento do report “Mudanças de Hábitos”, com foco no comportamento dos consumidores e seus impactos.

“Com esse estudo, queremos trazer um novo olhar para as empresas que estão buscando por melhores caminhos para o cenário pós-pandêmico. Pudemos observar diversos fatores que impactaram diretamente no consumo das pessoas, como o uso de delivery, o consumo de alimentos naturais e o crescimento do setor de cosméticos, por exemplo”, explica Bruno Novaes, sócio e diretor executivo de estratégia da Adventures. “Acreditamos que teremos muitas opções para serem exploradas daqui para frente, basta analisarmos o que os dados nos mostram para trilharmos o caminho certo”, complementa.

 

Segundo o levantamento, durante a pandemia os consumidores passaram a valorizar ainda mais as experiências de compra, deixando de consumir sem propósito efetivo. Por isso, a expectativa é que o público continue optando por marcas que prezam pela excelente experiência do cliente e, para isso, o uso de novas tecnologias será o suporte ideal. Enquanto antes a experiência de consumo era levada em conta por uma menor parcela da população, no novo cenário ela passa, muitas vezes, a ser o fator mais importante numa decisão de compra.

“Não por acaso, a área de CX nas empresas teve um crescimento exponencial. Não existe mais compra sem conexão com a marca e, não levar isso em conta pode significar que a empresa não sobreviverá nesse mercado”, explica Novaes. “E para conseguir atender essa nova demanda dos consumidores, o uso da tecnologia tornou-se indispensável, quanto menos burocrático e mais rápido for o processo, maiores são as chances de conversão”, completa.

O papel do digital, a importância da omnicanalidade e os setores de destaque

A pesquisa realizada pela Adventures também destaca que as redes sociais e o comércio eletrônico tiveram um papel fundamental durante a pandemia e ajudaram as marcas a criarem conexões ainda mais próximas com os seus clientes. O faturamento do e-commerce, que já vinha crescendo no Brasil nos últimos anos, teve um aumento de 41%, chegando a R$ 87,4Bi em 2020. Já no 1º trimestre de 2021, o número foi 72% maior do que o mesmo período no ano anterior, mostrando uma clara tendência de crescimento para os próximos anos.

 

Ao olhar para os setores que mais tiveram mudanças, positivas e negativas, no e-commerce durante a pandemia, o estudo destaca os seguintes números: entre os que mais tiveram crescimento estão o de petshop (+108%), lojas de departamento (+55%), casa e decoração (+53%), e perfumaria (+44%). Por outro lado, o ramo automotivo e de bebidas enfrentaram queda em seus faturamentos, com -37% e -21% respectivamente.

Ainda segundo o report, a omnicanalidade deverá ser uma das grandes apostas das empresas para os próximos anos, isso porque os consumidores buscam cada vez mais por companhias que ofereçam a possibilidade de integração entre os diferentes canais de comunicação. “As pessoas não aceitam mais serem tratadas como um índice de vendas, elas buscam por marcas que reconheçam o seu valor e estejam presentes em todos os meios de comunicação possíveis. Investir em omnicanalidade é um grande passo para quem deseja atrair ainda mais a atenção dos consumidores”, explica Novaes.

De olho na saúde e bem-estar

 

As mudanças durante a pandemia também contribuíram para o aumento dos gastos com bem-estar, chegando a US$ 4.4 trilhões em 2021. De acordo com o levantamento, os cuidados com emagrecimento, exercícios físicos e beleza são os mais relevantes a nível global, com um número em constante crescimento.

 

Além disso, o bem-estar corporativo também é um dos pilares que cresce ano após ano, isso porque as empresas estão compreendendo a importância de investir na saúde mental de seus colaboradores. Segundo a pesquisa, em 2021 o crescimento de aplicativos ligados à saúde, bem-estar e fitness multiplicaram a receita ao adotar o modelo de assinatura.

Mudanças na alimentação e no setor de beleza e cosméticos

A pandemia também foi responsável por provocar mudanças nas tarefas básicas do dia a dia, como a alimentação dos brasileiros. Segundo o estudo, 57% das pessoas mudaram ou pretendem mudar o estilo de alimentação para ingerir menos carne animal, enquanto 44% têm o hábito de consumir alimentos plant-based com alguma frequência.

 

Esse movimento no ramo alimentício fez com que muitas empresas investissem em novos formatos de lojas e canais de distribuição para impulsionarem suas vendas. Com isso, as expectativas são de que o delivery se mantenha em alta, já que 80% das pessoas têm a intenção de manter o uso no dia a dia. Para 51% das classes A e B, isso ajuda a variar a alimentação, enquanto para 30% das classes C, D e E torna-se opção pela falta de tempo.

Outro dado que chama atenção é sobre a movimentação no setor de beleza e cosméticos, que mesmo com o PIB do Brasil caindo -4,1%, manteve sua tendência de alta em 2020, com +4,7%, mostrando que o mercado cresceu na pandemia, chegando ao faturamento de R$ 122 bilhões. Além disso, o Brasil manteve a quarta posição no ranking mundial e, junto com a China, foram os únicos países que mantiveram os resultados positivos em vendas no setor entre os cinco maiores mercados globais, naquele ano.

Para as marcas que pretendem investir no segmento, será importante efetuar mudanças éticas, inclusivas e sustentáveis, pois os consumidores estão valorizando cada vez mais a transparência das empresas. Dados do estudo mostram, por exemplo, que é importante agregar valor ao serviço para além do produto. É preciso criar conexão entre o hábito de consumo dos clientes, por um olhar cada vez mais holístico, o que a empresa vende.

Foto: Vladimir Konoplev

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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