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congrafA Congraf Embalagens realizou um novo investimento para aprimorar ainda mais a qualidade de seus produtos e serviços. A empresa acaba de adicionar ao seu parque gráfico um novo equipamento para aplicação de hot-stamping.

 Trata-se de uma Brausse 1050 FCI, fabricada pela Shangai Eternal Machinery, empresa pertencente ao grupo Bobst. “A Congraf segue investindo na qualidade de seus produtos, mesmo em um momento de incertezas políticas e econômicas”, destaca Sidney A. Victor Júnior, diretor industrial da Congraf.

 De acordo com a empresa, o investimento visa aprimorar a produção de embalagens com maior valor agregado. “Com este novo equipamento, teremos possibilidade de atender com mais agilidade nossos clientes e também teremos mais opções de aplicação de hot-stamping no desenvolvimento dos nossos produtos, especialmente no segmento de embalagens Premium”, explica o diretor industrial da Congraf.

 A fabricante de embalagens informou ainda que a Brausse 1050 FCI é moderna e dotada de tecnologias de acerto rápido. Além disso, sua capacidade de produção pode alcançar até 10 mil folhas por hora. “O novo equipamento nos dá a possibilidade de ajustar a montagem para aplicar a fita do hot-stamping com maior número de rolos e melhorar o custo de produção”, explica. “Certamente, ganharemos velocidade e um tempo precioso em nossa linha de produção”, explica.

 O investimento no novo equipamento de hot-stamping reflete a preocupação da Congraf em proporcionar inovação e produção diferenciada aos seus clientes. “Ampliamos nossa capacidade de produção e agora poderemos oferecer um preço mais competitivo na produção de embalagens Premium, para que nossos clientes possam contar com embalagens que se destaquem no ponto de venda”, conclui Sidney A. Victor Júnior.

 Por fim, a Congraf informou que o novo equipamento já está integrado ao seu fluxo de produção e em operação.

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azkonobelDez startups de diversos países verão suas ideias de química mais sustentável um passo mais perto de se tornarem realidade após terem sido anunciadas vencedoras do “Imagine Chemistry – AkzoNobel Chemicals Startup Challenge”. A iniciativa da multinacional holandesa, lançada no início deste ano, visa ajudar a resolver desafios relacionados à química em categorias que vão desde a revolução da reciclagem de plásticos até o desenvolvimento de plantas químicas que não desperdiçam água.

Mais de 200 empresas e profissionais apresentaram ideias para o concurso e os vencedores foram selecionados a partir de um grupo de 20 finalistas em um evento que durou três dias e foi realizado no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel em Deventer, no início de junho. Durante o evento, mais de 90 especialistas da AkzoNobel e de organizações parceiras, incluindo a KPMG e a Lux Research, trabalharam com as startups para desenvolverem as ideias delas e definirem rotas para chegarem ao mercado.

Três vencedores gerais (lista abaixo) assinaram acordos de desenvolvimento em parceria com o negócio de Specialty Chemicals da AkzoNobel, que ajudará a levar essas ideias para o mercado.

Jeremy Minty e Andrew Hertig, da startup Ecovia Renewables, com sede nos Estados Unidos, foram premiados pelo projeto de tecnologia de fermentação para produzir ácido poliglutâmico, que pode ser usado para deixar produtos de higiene pessoal mais espessos, entre outros usos.

Outra startup norte-americana, a Industrial Microbes – representada por Noah Helman –  desenvolveu uma solução para usar microrganismos geneticamente modificados e assim transformar CO2 e gás natural em blocos de construção químicos-chave, como o óxido de etileno.

Charles Sanderson e Jeremy Austin, da Renmatix, também com sede nos Estados Unidos, foram reconhecidos pela tecnologia que usa água pressurizada para quebrar a biomassa de plantas e transformá-las em produtos celulósicos que podem ser aplicados em uma ampla variedade de aplicações.

“Com tantos projetos fantásticos e promissores, foi muito difícil escolher os vencedores”, disse Peter Nieuwenhuizen, diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel Specialty Chemicals (foto ao lado). “Contudo, acreditamos que essas inovações têm um grande potencial para atender às demandas dos nossos clientes e também contribuir para um mundo mais seguro e sustentável. Estamos ansiosos para começarmos os trabalhos com as startups vencedoras e transformar essas ideias em realidade comercial com um verdadeiro impacto global”.

Além das três vencedoras gerais, mais sete startups (lista abaixo) também receberam prêmios.  Esses prêmios incluem uma consultoria especializada e vários meses de suporte no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel, em Deventer, na Holanda. A empresa disponibilizará as instalações de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação) para as startups e lhes dará acesso a recursos de pesquisa e testes normalmente utilizados em larga escala industrial.

Acordo de pesquisa em conjunto com a AkzoNobel:

Ufraction8 (Reino Unido) – Brian Miller e Monika Tomecka: remoção de água de reator pós-biológico escalável e de baixo custo.

Voucher de aluguel de infraestrutura do Centro de Inovação Aberta de Deventer

InOpSys (Bélgica) – Steven de Laet e Gertjan de Jong: tratamento de água residual o próprio site

Serviços de consultoria da Icos Capital e KPMG

Filligrade (Holada) – Wim Nijhof e Johan Kerver: marca d’água interativa para plásticos.

Serviços de consultoria da LuxResearch

Logos Technologies – Dan Derr (EUA): biossurfactantes naturais provenientes de fermentação.

Suporte da AkzoNobel para pesquisas químicas

Cadel Deinking (Espanha) – Adriana Pineda: tecnologia à base de água para reciclagem de plásticos

MISQ (Holanda) – Gertjan de Jong: uso da grama Miscanthus como fonte sustentável de celulose

Universidade da Califórnia (EUA) – Mark Mascal: alternativa verde à polpa de madeira

Ao comentar sobre os vencedores, Thierry Vanlancker, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel e responsável por Specialty Chemicals, disse: “Parcerias com startups e com empresas que têm a mesma mentalidade que a nossa são parte fundamental da nossa abordagem e estratégia de inovação para acelerarmos o crescimento. Essas ideias provam que há um enorme universo de inovações que ainda podem revolucionar uma indústria que muitos consideram madura. Juntos, podemos tornar a indústria mais sustentável e realizar as soluções do futuro”.

Organizado em parceria com a KPMG, o projeto Imagine Chemistry faz parte de uma série de atividades da AkzoNobel que visa focar ainda mais em inovação aberta e formar vínculos com startups, para assim identificar novas oportunidades de crescimento. Após o sucesso da primeira edição, o Imagine Chemistry será lançado novamente em 2018. Nessa oportunidade, serão usadas as instalações de pesquisa da empresa localizada em Gotemburgo, na Suécia.

 

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braskemA Braskem e o Comitê Paralímpico Brasileiro renovam o patrocínio à Equipe Brasileira de Paratletismo por mais quatro anos, até 2021, com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento e à preparação técnica dos paratletas, em uma parceria iniciada em 2015. Com isso, a empresa apoiará o paratletismo brasileiro em diversas competições nacionais e internacionais, assim como nos Jogos Paralímpicos do Japão em 2020.

“A Braskem mantém o seu apoio ao esporte paralímpico porque acredita ser uma oportunidade transformadora para paratletas e um exemplo inspirador para a sociedade. Acreditamos na superação do ser humano e estes atletas são um exemplo disto. Além disso, a parceria reforça nossa crença de que a química e o plástico melhoram a vida das pessoas”, afirma Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas, Comunicação, Marketing e Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

No paratletismo brasileiro, o plástico tem uma aplicação prática, já que está presente na composição das próteses, tornando-as mais leves e confortáveis às pernas dos atletas. O patrocínio vai beneficiar 44 atletas e 17 guias que integram a seleção brasileira, divididos entre equipes principal e juvenil, nas provas de pista e de campo.

Em julho, 25 competidores do país disputarão o Campeonato Mundial, no Estádio Olímpico de Londres, o mesmo no qual os brasileiros conquistaram, nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, 18 medalhas, sendo sete de ouro. A equipe nacional irá embalada pela incrível performance alcançada nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, quando subiram ao pódio 33 vezes, oito das quais no degrau mais alto.

“A parceria com a Braskem já nos trouxe grandes resultados nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 e vai ser fundamental nesta campanha rumo a Tóquio 2020. Mostra que Braskem e CPB trabalham com planejamento, antecipando as ações para atingir os objetivos, que no ciclo atual se inicia neste Campeonato Mundial de Londres, em julho”, afirma Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

A convocação dos melhores foi feita na manhã desta quinta-feira, 8, na pista indoor do Centro de Treinamento Paralímpico, na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

Um dos convocados é o paulista Thiago Paulino. Amputado de perna após um acidente de moto, ele é hoje recordista mundial no lançamento de disso, prova em que deve representar o Brasil em Londres, em julho. “Os Jogos do Rio 2016 mostraram a força do esporte paralímpico no Brasil e a manutenção da Braskem é um grande exemplo. A parceria passa tranquilidade para os atletas trilharem o caminho da vitória”, comenta Paulino.

Em agosto deste ano, novos talentos do paratletismo disputarão a primeira edição do Campeonato Mundial juvenil, na cidade suíça de Notwill, próximo a Lucerna. Pode representar o começo de uma trajetória rumo ao pódio paralímpico em Tóquio 2020.

A seleção de paratletismo brasileiro ainda disputará os Jogos Para-sulamericanos, em Buenos Aires, Argentina, em 2018, os Jogos Parapan-Americanos, em Lima, e o Mundial da modalidade, ambos em 2019, e, por fim, os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

 

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bemisNão é de hoje que o consumidor é influenciado pelo que vê nas gôndolas dos supermercados e nas prateleiras de farmácias e perfumarias. Estudos de comportamento mostram que elementos visuais como as cores, o layout e o formato da embalagem e a maneira que são expostos são fatores que motivam a compra de um produto.

O levantamento “A Hora Certa de Ativar o Shopper”, divulgado pela Nielsen, mostra que, em média, 70% das decisões de compra são tomadas em frente à gôndola, e que o shopper (comprador) gasta 15 segundos nos corredores dos supermercados e dá atenção de apenas 1,6 segundo para cada estímulo visual. A pesquisa também aponta que, entre os gatilhos de quem planeja uma compra, estão a marca (54%), a quantidade (18%) e a variedade de um produto (16%). O tamanho da embalagem e quanto pretendia gastar têm a mesma importância para o consumidor (13%), seguidos pelo tipo de embalagem (11%).

Para produtos que demandam baixo planejamento de compra como chocolates em barra, iogurtes, queijos, biscoitos e molhos de tomate, as embalagens podem incentivar a compra por impulso.

Já na categoria de produtos com alto planejamento, como papéis higiênicos, cremes dentais, desodorantes, sabonetes, fraldas, sabão para roupas, café, carnes e margarinas, o shopper é mais sensível a alterações de preço, porém menos propenso à troca brusca de marcas, mantendo-se no seu leque de marcas já conhecidas.

Desta forma, as embalagens evoluem para acompanhar o perfil do consumidor, como as garrafinhas de iogurte substituídas por copos para o público jovem, copos de plástico e não de vidro para requeijão que são empilháveis e evitam a quebra, e stand-up pouch (bolsa plástica que para em pé) para atomatados no lugar de latas, para consumidores que procuram praticidade e embalagens mais leves.

A busca por hábitos de vida mais saudáveis também influencia a gama de produtos e os lançamentos, a fim de contribuir com a manutenção da saúde e o bem-estar do consumidor. As embalagens desse produtos, por sua vez, seguem a linha da diferenciação, com design mais moderno e colorido. Entre os exemplos estão margarina, iogurte, requeijão e sorvete nas versões “light” e “zero gordura”, produtos sem lactose, sem glúten e vegan para quem tem restrições alimentares ou não consome alimentos e produtos de origem animal.

Outra tendência é a “premiunização” de produtos, que cria experiências mais marcantes e interativas, com a combinação de sabores e aromas diferentes dos tradicionais e coordenados com embalagens sofisticadas.

Um movimento crescente nos últimos anos tem sido a redução do tamanho das embalagens e o aumento das porções individuais, por conta do número de pessoas solteiras ou que moram sozinhas e querem evitar o desperdício.

Porém, especialmente no Brasil, mesmo com várias opções de produtos em quantidade menor, muitos consumidores ainda preferem as embalagens consideradas “econômicas”, com 1Kg, 2,5L e 5L, por conta da relação custo x benefício.

O uso de novas tecnologias em embalagens traz praticidade e conveniência ao consumidor, e ainda aumenta o prazo de validade de produtos, como é o caso da tecnologia resselável (“abre e fecha”) de frios, de materiais “micro-ondáveis” que podem ser aquecidos no micro-ondas e do filme que pode ser levado ao forno porque possibilita o cozimento de uma carne na própria embalagem.

Independentemente dos rumos que os hábitos de vida sigam, o consumidor continuará sendo o grande alvo a ser alcançado, tanto com novidades de produtos como de embalagens, de forma que tenha mais conveniência e vantagens para, então, ter suas necessidades supridas e prosseguir comprando.

*Priscila Troian, diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Bemis para a América Latina

 

 

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eskoA Esko uma das líderes globais no fornecimento de soluções integradas para a indústria de embalagens, anunciou uma estratégia abrangente para auxiliar as empresas a adequarem suas embalagens às novas regulamentações sobre rotulagem nutricional. “Vemos alterações significativas nas legislações sendo introduzidas por diversos governos em todo o mundo a fim de educar o consumidor sobre o produto via embalagem”, explica Philippe Adam, Vice Presidente de Marketing Global da Esko. “Para as indústrias de alimentos e bebidas, bem como para as farmacêuticas e nutracêuticas, isto significa manter-se atento às várias regulamentações e adaptar sua embalagem e processos adequadamente. Com soluções customizadas e softwares inteligentes, podemos ajudar.”

O anúncio da Esko vai de encontro à declaração da Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, sobre a introdução de um rótulo modernizado para a “Tabela Nutricional” para alimentos embalados, que entrará em vigor em julho de 2018. O Departamento de Agricultura dos EUA propôs a atualização das informações nutricionais para carnes e aves. Os governantes de outros países já estão avaliando regras similares para comunicar a tabela nutricional na embalagem; estas mudanças já foram anunciadas no Canadá e na França e, em breve, outros países seguirão.

Soluções para acabar com o problema

Dependendo das necessidades de cada empresa e do canal de comercialização do produto, a Esko pode indicar três soluções. A Solução 1 começa com o brand owner, a Solução 2 com a agência de criação da arte e a Solução 3 passa pela completa integração do sistema. Cada organização pode escolher a solução mais adequada à sua situação e confiar que o processo de produção do rótulo com a tabela nutricional será otimizado, unificando as informações. Informações detalhadas sobre cada solução podem ser encontradas em Esko’s white paper on regulatory compliance process and technology.

A Esko também está lançando um dispositivo único que extrai as informações nutricionais dos arquivos de embalagem existentes (AI ou arquivos PDF) e as converte em um canal de informação a ser usado em qualquer arte, automatizando a criação. Espera-se que esta solução reduza o tempo dos trabalhos em até 70% para os clientes que têm que adaptar os rótulos com tabelas nutricionais às novas regulamentações da FDA.

“É importante que as empresas se antecipem a todas as novas regulamentações e estejam confiantes que cada SKU produzido terá uma embalagem adequada”, explica Adam. “A Esko continuará a dar suporte aos clientes com novostemplates nos quais as informações nutricionais e relativas aos ingredientes possam ser colocadas automaticamente. Com estas soluções, as novas regulamentações podem tornar-se um padrão diário do negócio e não algo excepcional que ameace o bom andamento da empresa.”

 

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ICIO setor industrial brasileiro apresentou, em março, o seu maior ICI (Índice de Confiança da Indústria) desde maio de de 2014, depois da terceira alta consecutiva, chegando a 90,7 pontos. “A alta de março consolida a tendência de recuperação e parece retratar um setor em fase de transição no ciclo econômico. Temos boas notícias como o expressivo espalhamento setorial da alta e a melhora das expectativas”, afirmou o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Júnior.

O aumento do ICI atingiu 17 de 19 segmentos industriais, entre eles o de alimentos, vestuário, celulose, química, farmacêutica, metalurgia, máquinas e equipamentos e veículos automotores. “Com mais confiança e sinais consistentes de melhora da economia, investir em tecnologia para processos industriais pode trazer vantagem competitiva às empresas que apostam no aumento da eficiência produtiva para ganhar posições no mercado e se recuperar após o período de crise”, disse o diretor de operações Latino-americanas da OMEGA Engineering, Antonio José Vergara Gomes.

A medição e o controle de processos traz benefícios em diferentes aspectos fabris como economia de energia e de matérias-primas, redução de custos de operação, alcance de níveis de segurança elevados, concordância com padrões de qualidade, além de proporcionarem monitoramento e coleta de dados que são fundamentais para a tomada de decisões.

“A OMEGA™ vem apostando em soluções sem fio (wireless) para medição e transmissão de dados, dentro do conceito de IIoT (Internet Industrial das Coisas) visando o aumento na eficiência”, comenta Antonio. A empresa disponibiliza um portfólio muito abrangente e que engloba diversos produtos com tecnologia de ponta, entre eles estão sensores e sondas, transdutores e transmissores até receptores e registradores de dados.

Situação atual e expectativa

A cenário mais confiante do setor produtivo também está revelado em outros índices da FGV. A melhoria da confiança dos industriais espalhou-se por todos os indicadores como, por exemplo, o IE (Índice de Expectativa) e o ISA (Índice de Situação Atual). O principal fator a alta do IE foi a perspectiva de evolução da produção. Atingindo 93,3 pontos em março, o indicador aponta uma proporção maior de empresas prevendo aumentar a produção nos três meses seguintes.

A melhoria ocorreu na percepção dos gestores com a situação atual. O ISA mostrou aumento da parcela de empresas que avaliam o nível de estoques atual como insuficiente e, portanto, dispostas a elevar a produção.

 

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iatlTreinamento solicitado às empresas exportadoras de alimentos de baixa acidez e acidificados para o mercado dos Estados Unidos, o curso “Alimentos enlatados: princípios de controle do processo térmico, acidificação e avaliação do fechamento de recipientes” será promovido em Campinas, entre os dias 8 e 12 de maio. A realização é do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a única instituição na América do Sul autorizada oferecer a formação.

O objetivo é abordar os pontos críticos do processamento térmico de alimentos de baixa acidez e acidificados, que compreendem a base do sistema HACCP para a produção de alimentos seguros quanto à saúde pública. A programação (saiba mais aqui) conta com aulas obrigatórias e específicas. Após a apresentação de cada aula será efetuada uma prova (sem consulta e na forma de teste de múltipla escolha) para a avaliação do conhecimento adquirido.

O Ital pode ministrar as aulas deste curso porque faz parte de uma rede de instituições internacionais, conhecida como BPCS (Better Process Control Schools). As aulas são reconhecidas pelos mais importantes órgãos dos Estados Unidos na área: United States Department of Agriculture (USDA) e Food and Drug Administration (FDA).

A coordenação é de Michele Nehemy Berteli e Maria Isabel Berto. Até o dia 24 de abril, o investimento é de R$ 4.900 para o curso completo (8 a 12/5) ou R$ 3.900 para o curso parcial (8 a 11/5). Mais informações pelo telefone (19) 3743 1700 ou pelo e-mail eventos@ital.sp.gov.br. O Instituto fica na Avenida Brasil, 2880 – Campinas.

Para emissão do certificado, é exigido um coeficiente de acerto mínimo para aprovação (70%) nas aulas obrigatórias. As aulas específicas cursadas serão listadas no certificado se o aproveitamento mínimo de 70% for alcançado.

Programação:

08 a 11/maio:

• Introdução (Fundamentos sobre Alimentos Enlatados e Regulamentações Americanas – FDA/USDA)

•        Microbiologia de alimentos processados termicamente*

•        Princípios de alimentos acidificados*

•        Princípios de processo térmico*

•        Princípios de sanificação na indústria de alimentos*

•        Manuseio de recipientes de alimentos*

•        Registros e manutenção de registros*

•        Equipamento, instrumentação e operação em sistema de processo térmico*

•        Autoclaves fixa com sob pressão de vapor

•        Autoclaves fixa com sobre-pressão (spray, cascata, ar/vapor/inundada)

•        Processamento Asséptico;

•        Avaliação do fechamento de embalagens: recravadas metálicas e plásticas

•        Avaliação do fechamento de embalagens de vidro

•        Avaliação do fechamento de embalagens flexíveis e semirrígidas.

*Aulas Obrigatórias

12/maio:

•        Autoclave agitada descontínua

•        Autoclave agitada descontínua

•        Autoclave hidrostática.

 

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reusoA Raízen, uma das maiores empresas de energia do Brasil, que atua na produção de etanol, açúcar e na distribuição de combustíveis, por meio da marca Shell, foi a vencedora da 12ª edição do prêmio Conservação e Reuso de Água da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A companhia concorreu com outras 191 organizações. O prêmio foi divulgado em um evento, nesta terça-feira (21), na sede da entidade, em São Paulo.

A Raízen levou a premiação pelo projeto ReduSa (REDução do USo da Água), implantado na safra 2015/2016. Ele é pioneiro no setor sucroenergético e visa a redução do consumo de água e redução de geração de efluentes. O projeto é um reflexo da preocupação da Raízen em adotar práticas sustentáveis para promover a conscientização do uso de recursos hídricos nas atividades indústrias.

“Esse prêmio é uma honra para a Raízen. Ele é mais uma demonstração de que atuamos de forma pioneira, sustentável, ética e na busca constante por inovação”, afirmou Ricardo Berni, diretor de Planejamento Integrado, Qualidade e Administrativo. “Esse é mais um exemplo de práticas inovadoras e de excelência operacional da Raízen, medidas essas que são nossos pilares e norteiam a companhia”, completou Berni.

A classificação geral se deu por uma somatória de pontos feita pela Comissão Julgadora, que avaliou ponderadamente diversos quesitos, como a otimização do uso de água, importância na conservação dos projetos e os programas para conscientização dos funcionários. O prêmio foi recebido por José Orlando Ferreira, gerente da Qualidade Integrada da companhia. “É um orgulho enorme receber de uma entidade como a FIESP o reconhecimento de que a Raízen está no caminho certo e contribuindo com a sociedade para a gestão hídrica”, destacou durante o evento.

O executivo apontou que a premiação é decorrência das políticas adotadas pela empresa. “O prêmio é bastante significativo para a Raízen, pois reconhece a nossa preocupação com os recursos hídricos, bem como os programas sustentáveis adotados pela companhia em sua operação industrial. É a concretização de um trabalho fantástico realizado por meio do ReduSa, uma iniciativa de gestão praticada no nosso dia a dia. Estendemos os parabéns a quem implementa de fato a sustentabilidade na Raízen: os nossos cerca de 30 mil funcionários”, concluiu Ferreira.

 

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esgotosPor Yves Besse*

O conceito de cidades sustentáveis tem trazido novas visões na abordagem dos problemas de esgotamento sanitário urbano. Não se pensa mais unicamente em disposição final dos esgotos tratados em rios, lagos e mar, muito menos dos lodos em aterros sanitários. Até porque as legislações ambientais estão cada vez mais rígidas e essas soluções básicas estão se tornando cada vez mais inviáveis. Nascem, então, novos conceitos e tecnologias para atender as demandas ambientais.

O reúso do esgoto tratado em águas industriais, águas de lavagem de ruas, de molhagem de jardins ou até de recarga de lençol freático para aumento de disponibilidade de água bruta para produção de água potável tem se desenvolvido muito em decorrência de novas tecnologias cada vez mais eficientes e econômicas. Da mesma forma, a transformação do lodo do tratamento dos esgotos urbanos em energia – como calor, vapor ou eletricidade e até mesmo em adubos agrícolas – tem avançado muito.

Agora o mais interessante é integrar as estações de tratamento de esgoto à paisagem urbana. As opções incluem parques para lazer, áreas verdes, piscinões verdes para contenção de águas pluviais e prevenção de inundação e até mesmo áreas verdes para a limpeza dos rios urbanos, o que geraria valorização imobiliária – seja a partir de ETE em sistemas de jardins filtrantes ou compactas totalmente integradas a paisagem urbana.

Infelizmente o problema do esgoto no Brasil se resume apenas a sua coleta e ao seu tratamento – que ainda inexiste para mais de 70% da população urbana brasileira, ou seja, cerca de 130 milhões de pessoas. Ainda definimos a qualidade do esgoto tratado e, portanto, a tecnologia que devemos utilizar para o seu tratamento em função do seu corpo receptor (rio, lago etc.).  Quanto mais poluído o corpo receptor, menos exigente é a qualidade do esgoto tratado e menos tecnologia é utilizada para o seu tratamento. Criamos, então, um círculo vicioso no qual nunca despoluiremos o que já está poluído.

Para sairmos desse impasse, devemos modificar nossas normas técnicas para que possamos avançar mais e mais rapidamente. Isso somente ocorrerá se todas as partes relacionadas do saneamento trabalharem nesse sentido. Infelizmente as empresas públicas responsáveis por mais de 90% dos serviços de esgotamento sanitário à população urbana não estão preocupadas com isso e são, na sua grande maioria, utilizadas para fins políticos em detrimento do seu uso para fins de saneamento. Isso associado ao corporativismo de certas empresas públicas e de certos idealismos ultrapassados impedem que o setor enxergue e desenvolva soluções sustentáveis.

Dever-se-ia promover a conscientização política e da sociedade civil organizada e eliminar as ideologias populistas puras sobre a água – como as que dizem que a água é um direito humano universal – e substituí-las por ideologias realistas. A água é um direito humano sim, porém, é também um direito social, ambiental e econômico, totalmente diferente de um direito cívico, por exemplo, que não envolve as outras características, principalmente a econômica.

Se conseguíssemos num primeiro momento que as diretrizes da lei do saneamento de 2007 fossem cumpridas, já estaríamos numa situação muito melhor. Infelizmente elas têm sido postergadas sistematicamente ano a ano, o que faz que não se planeje, não se fiscalize, não se regule e não se regularize a prestação dos serviços públicos de água e esgoto urbanos.

Somente com maior rigor na aplicação da lei e a melhor utilização das diversas ferramentas disponíveis – como as PPPs, as concessões entre outras – é que poderemos acessar e utilizar as mais modernas ferramentas tecnológicas e de gestão existentes para atingirmos um índice de desenvolvimento urbano e passar de um país em desenvolvimento para a categoria de país desenvolvido.

*Yves Besse é diretor geral de Projetos para América Latina da Veolia Water Technologies

 

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bemisCom o objetivo de otimizar a produtividade de embalagens flexíveis, a Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, adquiriu uma impressora flexográfica europeia no valor de R$ 12 milhões, para a unidade de Londrina, no Paraná.

O equipamento está em operação desde o início de 2017 e já aumentou a capacidade produtividade da companhia na área de impressões em flexografia. Além de oferecer alta qualidade, quase comparada com impressões em rotogravura, também possibilita maior flexibilidade para os clientes da carteira e novos, devido a capacidade de imprimir em até 10 cores.

A nova impressora também realiza set ups muito mais rápidos, gerando ganhos em produtividade. “Este investimento ampliou nossa capacidade na produção de embalagens flexíveis para os mercados de proteínas e pet food, com incremento substancial em qualidade, flexibilidade e rapidez. Hoje entregamos nossos pedidos na metade do tempo que realizávamos antes desta impressora entrar em operação”, afirma Marcus Correa, gerente de Marketing para Produtos de Consumo.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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