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Fotos produzidas por terceirosOs empresários de pequenos negócios terão uma linha de crédito especial de valor correspondente a até 30% de sua receita bruta obtida no ano de 2019. O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei 1.282/2020, que já havia sido analisado na quarta-feira (22) pela Câmara dos Deputados, como forma de substitutivo da deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), e retornou à análise dos senadores por causa das mudanças feitas no texto original. O texto agora segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O senador Jorginho Mello (PL-SC) foi o responsável pela apresentação projeto, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), tendo como relatora a senadora Kátia Abreu (PP-TO), que acatou as mudanças feitas pela Câmara. Os deputados propuseram que o programa especial desse um crédito no valor total de R$ 10,9 bilhões para fortalecer as micro e pequenas empresas em meio à crise econômica e à pandemia de Covid-19. Em seu relatório, a deputada Joyce Hasselmann (PSL-SP) ampliou o aporte de crédito da União para R$ 15,9 bilhões, em acordo feito com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Na votação desta sexta-feira (24), o projeto foi aprovado por unanimidade, com 74 votos dos senadores. Na ocasião, a senadora Kátia Abreu elogiou a deputada Joyce Hassselmann, que fez algumas mudanças na proposta em conjunto com a relatora. “Ela não fez nada sem nos consultar, mostrando desprendimento”, observou Kátia Abreu. “Todas nossas sugestões de modificações foram incluídas pela deputada, que também acrescentou coisas maravilhosas”, explicou a senadora.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a aprovação do projeto pelo Senado foi mais uma vitória dos pequenos negócios, depois de a proposta ter passado pela Câmara. “O Sebrae, em diversas parcerias, fez uma grande mobilização para montar uma estratégica rede de proteção emergencial a todo segmento”, explicou Melles, ressaltando ainda que os Microempreendedores Individuais (MEI) foram beneficiados com um socorro emergencial de R$ 600 que atende parcialmente o setor. “Para os pequenos negócios estamos trabalhando em várias frentes para ofertar crédito em condições mais favoráveis”, ressalta o presidente do Sebrae.

Entre as mudanças relevantes na política em prol dos pequenos negócios está tornar o Pronampe uma política permanente de apoio do segmento e, não mais um programa emergencial. Outra alteração importante foi a substituição do BNDES pelo Banco do Brasil como instituição financeira gestora do fundo garantidor dos empréstimos. Entre outros benefícios está a diminuição da taxa de juros. De acordo com a proposta, ela será de 1,25% ao ano, mais a taxa Selic que, tende a decrescer e ficar entre 1,75% e 2,5%, até o final do ano. A carência também foi ampliada, de 6 para 8 meses.

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IndicesO Radar Empresarial de dezembro, calculado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, demonstra que cresceu o número de empresas que encerraram os portfólios de produtos no fim do ano passado. Os resultados apresentados para dezembro de 2019 apontam que o encerramento cresceu 12,3% na comparação mês a mês do indicador Brasil. Para MPE o acréscimo foi de 12,9%. Ou seja, comparado ao mês anterior, mais empresas encerraram seu portfólio de produtos em dezembro. No comparativo com o mesmo mês do ano anterior, houve 3,6% mais empresas descontinuando produtos para o número Brasil e 0,4% para MPE.

No acumulado dos últimos 12 meses, entretanto, houve uma recuperação de 1,8% em relação aos 12 meses anteriores. A indústria manteve comportamento constante em encerrar o portfólio. Radar Empresarial mensura o encerramento de portfólio de produtos pelas empresas, nos mostrando uma tendência se mais ou menos empresas decidem pelo término de suas linhas de produtos. Ele pode ser utilizado como um termômetro da conjuntura econômica nos meses subsequentes à sua publicação, sendo um antecedente do índice de falências do Serasa.

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quimicaO Brasil importou US$ 3,5 bilhões em produtos químicos no mês de novembro. O valor representa uma redução de 17,6% em relação a outubro deste ano e de 14,1% na comparação com novembro de 2018. No acumulado do ano, por sua vez, as compras externas de produtos químicos somam US$ 41,1 bilhões, aumento de 3% frente ao mesmo período do ano passado.

Em termos de quantidades, as movimentações que superaram 43,8 milhões de toneladas, até novembro, significaram um aumento de 7% na comparação com o mesmo período de 2018. Os elevados níveis de aquisições farão de 2019, com projeção de mais de 47,5 milhões de toneladas, o terceiro ano em que se terá batido consecutivamente o recorde em volumes de compras externas de produtos químicos (anteriores eram de 45,2 milhões de toneladas em 2018 e de 43,1 milhões de toneladas em 2017), sobretudo em intermediários para fertilizantes, produtos que possuem plenas condições técnicas e econômicas de serem fabricados no País.

As exportações, de US$ 931,8 milhões, em novembro, foram 9% inferiores na comparação com outubro e 20,8% em relação ao mesmo mês de 2018. Entre janeiro e novembro deste ano, as vendas para o exterior totalizaram US$ 11,6 bilhões, recuo de 6,8% frente ao registrado em igual período do ano passado. As resinas termoplásticas, com vendas de US$ 1,7 bilhão, foram os produtos químicos mais exportados pelo País, apesar de uma queda de 11,2% de janeiro a novembro de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado.

O déficit na balança comercial de produtos químicos, no acumulado do ano, chegou a US$ 29,5 bilhões, 7,4% acima daquele registrado em igual período de 2018. Nos últimos 12 meses (dezembro de 2018 a novembro deste ano), o déficit de US$ 31,8 bilhões somente é inferior àquele do ano de 2013, então de US$ 32 bilhões.

“Pelo terceiro ano seguido, o volume das importações será recorde. As aquisições de mercadorias estrangerias deverão superar 47,5 milhões de toneladas em 2019, com uma participação, também recorde, de 42% de todo o consumo nacional de produtos químicos. Em um cenário como esse, se faz ainda mais crucial uma agenda de competitividade com entregas rápidas para a melhoria sistêmica do ambiente de negócios. Tanto o presente quanto o futuro de toda a indústria brasileira, especialmente a química, estão em pauta e é exatamente por isso que o setor químico defende um processo de inserção internacional amparado em negociações com parceiros estratégicos, avaliação de impacto econômico e regulatório, dialogado, transparente e condicionado à redução progressiva do Custo Brasil”, destaca Denise Naranjo, diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim.

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embrapi123456Diretores da  EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) foram para Londres,  para apresentar os resultados alcançados com o acordo de cooperação tecnológica com o Fundo Britânico Newton Fund e abrir diálogos para uma nova parceria. A apresentação foi realizada durante o Brazil-UK Innovation Showcase, na embaixada brasileira em Londres, no dia 29 de outubro.

 O Reino Unido é uma das grandes potências científicas e tecnológicas do mundo e concentra 3,2% do gasto em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) mundial. A EMBRAPII e o Newton Fund já financiam, desde 2016, projetos de empresas de ambos os países, que somam investimento de R$ 2,5 milhões. Os valores incluem recursos das agências de fomento, centros de pesquisa e as contrapartidas das empresas britânicas e brasileiras. A proposta para o novo acordo pretende abranger outras competências com foco em áreas como Inteligência Artificial, IoT (Internet das Coisas) e Agrotech, além de Mobilidade e Logística, ligadas ao Programa Prioritário Rota 2030 para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor automotivo.

Para o diretor de Planejamento e Gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, a troca de experiências com países reconhecidamente inovadores contribui para o desenvolvimento da indústria nacional. “A experiência com o Newton Fund mostrou-se bem-sucedida. São três projetos em fase final de desenvolvimento que reuniram importantes pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, evidenciando que há demandas globais por soluções tecnológicas e sustentáveis e que elas podem ser trabalhadas em conjunto. As indústrias de ambos os países ganham”, destaca.

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japanhouseA Mitsubishi Electric realizará nos dias 3, 4 e 5 de outubro a terceira edição do Total Solution Exhibition na Japan House  São Paulo. O evento visa trazer um panorama completo das soluções da companhia no território nacional por meio de ativações tecnológicas, como robôs.

Além da exibição das soluções, este ano a companhia também irá oferecer uma série de palestras gratuitas durante os três dias de evento. Alguns dos temas apresentados são: “A indústria 4.0 e suas novas tecnologias”, “Uso de robôs na indústria” e “Formando os profissionais do futuro”. Especialistas da empresa e professores convidados conduzirão as apresentações com meia hora de duração.

“Queremos fortalecer a relação com nossos parceiros e criar um ambiente em que as pessoas possam conhecer mais sobre a Mitsubishi Electric de forma rápida e dinâmica. Com o avanço da indústria 4.0 no Brasil, vamos usar essa oportunidade para desmistificar o tema e endossar ainda mais a presença da marca no país”, afirma Fabiano Lourenço, vice-presidente da empresa.

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abiquim101As indústrias do Polo Petroquímico do ABC avançam em soluções para controle ambiental com foco no desenvolvimento sustentável do complexo industrial. Cases foram apresentados no Seminário Práticas Sustentáveis no Polo do Grande ABC, realizado pelo Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC (COFIP ABC), com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), em uma das unidades da Braskem, em Santo André.

Na terceira edição, o encontro reuniu profissionais de indústrias, entidades de classe e órgãos públicos em programação de palestras e cases, cuja proposta foi mostrar os indicadores de desempenho em meio ambiente da indústria no Brasil e na região, bem como compartilhar as melhores práticas de gestão do Polo Petroquímico.
Os indicadores da indústria química nacional foram apresentados por Paula Tanaka, assessora de Economia e Estatística da Abiquim. Com a participação de 81 empresas, que respondem por 225 plantas em todo o País, o estudo mostrou que em 2018 a indústria conseguiu reduzir a captação de água em 34%, a geração de resíduos em 21% e o consumo de energia elétrica em 11%, em relação ao início da série histórica, em 2006. No diálogo com a comunidade, 100% dos contatos realizados foram solucionados.
Andrea Carla Barreto Cunha, diretora de Assuntos Técnicos da Abiquim, apresentou o Programa Atuação Responsável®, iniciativa voluntária da indústria química mundial, coordenada no Brasil pela Associação, e que promove a melhoria contínua da indústria química em saúde, segurança e meio ambiente. Andrea ainda destacou que o compromisso do setor com a gestão segura não se limita à unidade industrial. Neste contexto, destacou o trabalho realizado pela Abiquim na produção da Agenda Estratégica de Logística, que propõe a diversificação da matriz de transporte, hoje dependente do modal rodoviário: “a exemplo de outros países precisamos utilizar a cabotagem e o modal ferroviário para que nossa matriz seja mais competitiva e sustentável”.

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indO IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou agora em setembro,  os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. O levantamento aponta  que a indústria nacional recuou em sete Estados brasileiros, mas em contrapartida avançou em oito regiões no mês de julho, na comparação com o mesmo período de 2018. Dentre as regiões que apresentaram crescimento estão: Rio de Janeiro (4,8%), Paraná (4,8%), Pará (3,4%), Goiás (2,1%), Rio Grande do Sul (1,8%), Santa Catarina (1,4%), Ceará (1,9%) e Amazonas (0,3%).  Já os Estados que apresentaram queda foram: Espírito Santo (-14,2%), Pernambuco (-10,2%), Minas Gerais (-6,5%), Bahia (-5,6%), Mato Grosso (-3,2) e São Paulo (-2,7%).

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indO resultado do Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial para o mês de agosto apresentou crescimento de 18,3% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 3,5%. Na comparação com agosto do ano anterior, o índice apresentou queda de 22,2%. A mesma tendência foi identificada no acumulado de janeiro a agosto 2019, onde o índice recuou 3,7% na comparação com o mesmo período de 2018.

“O desempenho positivo do Índice em agosto foi relevante e conseguiu reverter a queda do mês anterior. No entanto, precisamos estar atentos pois o resultado acumulado no ano nos mostra que a cautela do empresariado para o lançamento de produtos ainda é predominante”, analisa Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

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setorquimicoO nível de utilização da capacidade instalada das empresas do setor químico de uso industrial em julho foi de 65%, pior índice registrado desde que a Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim iniciou o levantamento deste indicador em 1989. De janeiro a julho deste ano, o nível de utilização da capacidade instalada foi de 70%, seis pontos abaixo do índice registrado em igual período do ano anterior, resultando em um nível de ociosidade de 30%, pior desempenho dos últimos dez anos.

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o baixo nível de utilização da capacidade instalada se deve à falta de competitividade gerada pelo preço das matérias-primas e energia, as deficiências logísticas e a alta carga tributária. “Para o setor químico, que opera em regime de processo contínuo, não sendo possível desligar equipamentos ou diminuir a produção abaixo de um determinado nível, esse cenário significa piores desempenhos operacionais e custos unitários de produção ainda mais elevados”, afirma Fátima.

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fispal13Começa amanhã (25) e irá até o dia 28 de junho, no São Paulo Expo, a 35ª Fispal Tecnologia, evento para a indústria de Alimentos e Bebidas da América Latina. Em sua edição comemorativa, a feira traz para o público visitante novidades, tendências e soluções em equipamentos e tecnologias de mais de 400 empresas expositoras.

Além de mais uma vez ser a principal vitrine de produtos para as indústrias de alimentos e bebidas, o evento apresenta oportunidades de negócios e uma programação intensa de conteúdo que atrai cada vez mais a presença de um público mais qualificado.

Para se ter uma ideia do potencial deste evento B2B, haverá novamente a Rodada de Negócios que neste ano deverá ter um volume de negócios 15% maior aos R$10 milhões movimentados no ano passado. Serão 35 empresas compradoras nacionais e internacionais.

Mais do que um cenário ideal para conhecer novas tecnologias e fechar negócios, a Fispal Tecnologia se consagra nesta edição comemorativa como a mais importante fonte de conteúdo para este setor.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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