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unnamedPor Mauricio Prado, presidente da Salesforce Brasil

A tecnologia na nuvem cada vez mais se consolida como um importante e indispensável catalisador da capacidade de inovação e transformação digital. Projeções indicam que, conforme os anos avancem, a cloud computing vai impactar ainda mais a economia, gerando empregos e aumentando os ganhos de empresas de todos os setores.

O estudo Salesforce Economy realizado pela IDC e patrocinado pela Salesforce reforça essa percepção. Prevê-se que entre 2016 e 2022 a Salesforce e seu ecossistema de clientes e parceiros estimularão a criação de 3,3 milhões de novos empregos e injetarão mais de US$ 859 bilhões em novas receitas de negócios em todo o mundo.

O cliente no centro de tudo e a nuvem ao seu redor
O cenário positivo projetado pela pesquisa é resultado do aumento da capacidade de inovação em TI proporcionado pela nuvem, tecnologia que embasa todos os nossos serviços. É a partir dela que as empresas conseguem inovar mais e desenvolver projetos de maneira mais acelerada e com menores custos operacionais.

Para chegar a esse resultado, é preciso conhecer muito bem o consumidor utilizando como base o uso de ferramentas como o Big Data e a Inteligência Artificial – fundamentais para traçar os perfis do seu público. Com a combinação dessas duas tecnologias, é possível ler traços em comum entre as pessoas, identificar temas de interesse e até perceber o lapso de tempo da interação de cada uma. A partir dessas informações também é possível antecipar-se aos desejos do público, prever tendências e direcionar as estratégias das empresas de uma maneira muito mais assertiva.

Cenário positivo para o Brasil
A pesquisa também analisou o impacto dos serviços da Salesforce em alguns países isoladamente e, pela primeira vez, o Brasil entrou nessa lista. A projeção prevê que a Salesforce e seu ecossistema contribuam com a geração de US$ 27 bilhões em receitas apoiadas inclusive pela criação de 195 mil empregos diretos em apenas seis anos. Só em 2018, serão mais de 37 mil novos empregos diretos no País.

Tem sido um deleite comprovar como ajudamos organizações a alcançar padrões de relacionamento diferenciados com seus clientes e a desenvolver novos caminhos de carreira e negócios para aumentar o crescimento, apesar dos desafios macroeconômicos. Acredito que parte dessa grande motivação vem de compartilharmos uma plataforma de aprendizado online e gratuita para que qualquer internauta possa desenvolver soft skills assim como aprender a utilizar nossas soluções e responder às demandas de negócios, algo que faz parte da rotina de desenvolvedores, administradores da plataforma e dos próprios usuários. A superação dos desafios da Era do Cliente é recompensada pelas enormes oportunidades de ampliar os negócios para empresas e instituições de todos os portes e setores.

 

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O Senado Federal aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (13), o parcelamento das dívidas de micro e pequenas empresas. Relatado pelo deputado federal Otavio Leite (PSDB/RJ) com auxílio do Conselho Regional de Contabilidade do Rio de Janeiro, o projeto institui o Programa Especial de Regularização das microempresas e empresas de pequeno porte optantes do Simples Nacional.

“É um passo extremamente importante e ficamos muito felizes por ter participado ativamente do processo. É a prova da consolidação do nosso Conselho de Contabilidade enquanto órgão que possui relacionamento estreito com a classe contábil, que entende e batalha por suas demandas”, declara a presidente do CRCRJ, Vitória Maria da Silva.

Para aderir ao parcelamento, as empresas integrantes do Simples Nacional pagarão uma entrada de, no mínimo, 5% sobre o valor da dívida, parcelada em até cinco vezes. O restante poderá ser pago de três formas diferentes: em uma única parcela com descontos de 90% nos juros e 70% nas multas; ou parcelado em 145 vezes, com abatimento de 80% dos juros de mora e 50% das multas; ou em 175 meses, com 50% de desconto nos juros e 25% nas multas.

“Esse parcelamento objetiva trazer isonomia de tratamento entre as grandes empresas e as micro e pequenas empresas, que ainda não tinham o benefício. É importante ressaltar que foi apenas uma pauta entre um conjunto grande que o Conselho de Contabilidade do Rio quer tratar em benefício da categoria empresarial, que são uma grande parte dos clientes dos profissionais da contabilidade”, afirma o vice-presidente Operacional do CRCRJ, Samir Nehme.

Segundo o relator do projeto, Otavio Leite, trata-se de uma medida justa e necessária. Afinal, cerca de 600 mil empresas terão o direito de parcelar suas dívidas e prosseguirem no Simples Nacional – a Receita Federal já havia notificado exclusões. “As PMEs representam emprego e são vitais para economia brasileira. É bom lembrar que o país está, há três anos seguidos, em aguda crise econômica. Logo, esse oxigênio permitirá aos empreendedores recuperarem a esperança de um futuro melhor”, conclui.

Agora, o texto segue para sanção presidencial.

 

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Vocêface investiu na feira, no site, em mídias sociais e até no GOOGLE!
Mas como os 100.000 visitantes qualificados que visitarão as feiras irão guardar sua marca e seus lançamentos? Em uma recente pesquisa, identificamos que 80% dos visitantes e expositores solicitam a revista mídia impressa.
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rereformApesar das declarações da equipe econômica de que a reforma permanece uma prioridade para o governo Temer, os comentários feitos pelo presidente mostram que as perspectivas de sua aprovação permanecem incertas. Embora a coalizão governista no Congresso tenha um número significativo de partidos, falta coesão entre as siglas para assegurar uma maioria qualificada para sua aprovação.

Mesmo com a economia mostrando crescentes sinais de melhora, a recuperação econômica não deve se traduzir em maior capital político para o governo Temer, que deve permanecer com baixo índice de aprovação e dificuldade de consolidar a base do legislativo.

por Control Risks Trends , Diretor Associado da Control Risks para Brasil e Cone Sul, Thomaz Favaro

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mecanicaUm dos espaços especialmente pensados para a visitação e experimentos na MECÂNICA – 32ª Feira Internacional de Mecânica e Sistemas integrados de manufatura– será a Arena da Robótica. Robôs industriais, e de outras aplicações, estarão à disposição dos visitantes para que estes conheçam suas variadas funcionalidades. O Instituto Avançado de Robótica (IAR), responsável pela Arena, dividiu as aplicações em cinco segmentos: educacional, móvel, industrial, colaborativa e aeronáutica. “Nesta edição estamos apresentando a pesquisa aplicada em aeronáutica, sendo que algumas das tecnologias podem ser usadas na indústria”, adianta Rogério Vitalli, diretor executivo do IAR. A MECÂNICA será realizada de 24 a 27 de abril de 2018, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A MECÂNICA 2018 oferecerá exposições e experiências que tragam atualizações tecnológicas nos processos de produção por meio de atividades interativas. A expectativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da Feira, para a edição de 2018 da MECÂNICA é reunir mais de 400 marcas expositoras nacionais e internacionais. Além disso, associações de todo o país ligadas a visitantes/compradores também já manifestaram apoio ao evento, o que indica um grande interesse pelo seu novo formato, focado nas necessidades da indústria como um todo.

O uso de robôs inteligentes é uma das principais tecnologias aplicadas à Indústria 4.0, conceito que estará presente em vários setores da MECÂNICA. Diferentemente de países da Europa e EUA, no Brasil a implementação de tecnologias ligadas à Industria 4.0 ainda é incipiente, como revela pesquisa encomendada pela Reed Exhibitions com profissionais em cargos de liderança na indústria brasileira, em que 78% dos entrevistados nunca ouviram falar ou tem pouco conhecimento sobre o assunto.

De acordo com Vitalli, porém, um grupo de empresas está se organizando para começar a desenvolver condições de aplicação das ferramentas da Indústria 4.0 no país. E um dos primeiros passos será a criação de um protocolo de conectividade que permita a comunicação de dados entre máquinas diferentes nas plantas industriais. A integração de sistemas inteligentes que identificam falhas nos processos industriais para melhorar a qualidade da produção é fundamental para o bom funcionamento de uma planta no ambiente 4.0, ressalta Vitalli.

“A MECÂNICA se prepara para oferecer ao mercado soluções que levem nossas indústrias a um novo patamar. Como referência em inovação e conhecimento, a feira mantém-se e se renova para atender às necessidades mais importantes da indústria, com soluções voltadas à maior eficiência com menores custos, ou seja, o que o mercado precisa para enfrentar os desafios da globalização”, diz Augusto Andrade, gerente da MECÂNICA.
Serviço:
MECÂNICA –32ª Feira Internacional de Mecânica
Data: de 24 a 27 de abril de 2018
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
www.mecanica.com.br

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civilEm 26 de outubro é celebrado o Dia do Profissional da Construção e com o objetivo de homenagear as pessoas que trabalham todos os dias para construir o país, a IRWIN, uma das principais fabricantes de ferramentas manuais e acessórios do mundo, promove uma série de ações ao longo do mês. Neste ano, com o objetivo de mostrar a preocupação da marca com aqueles que utilizam os equipamentos no dia a dia, a empresa realizará ações em conjunto com as construtoras EZTEC; Plano&Plano e Riformao, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto da Construção (IC), o que vai beneficiar mais de 10 mil pessoas.

Há seis anos a IRWIN comemora mundialmente a data e, até o momento, já foram homenageados mais de 100 mil pedreiros, eletricistas, encanadores, carpinteiros, instaladores de piso, encanadores, marceneiros e tantos outros trabalhadores do setor. “Valorizar e incentivar a todos está no DNA da nossa marca. É importante lembrar que esses homens e mulheres são responsáveis pela transformação das nossas casas, escolas, pontes, entre outras tantas construções e reparações do dia a dia. Essa é a maneira que encontramos de contribuir com o crescimento humano dessas pessoas”, afirma Joana Kfuri, gerente sênior de ativação da IRWIN.

A empresa destaca também que a iniciativa é uma forma de estimular o trabalho dos profissionais do setor, pois após realizar um estudo, concluiu que nem sempre quem trabalha na área é admirado. “Infelizmente, quem realmente ‘põe a mão na massa’ nem sempre é valorizado como deveria. Queremos ajudar a mudar esse cenário”, ressalta Joana.

Dia do Profissional da Construção 2017

Para 2017, entre as iniciativas programadas no Senai e no IC, a IRWIN promove o encerramento da quarta edição do programa “Entre Profissionais”, que, ao longo do ano, realizou treinamentos em diversas unidades das instituições em todo o Brasil. Durante a iniciativa, os alunos participaram de cursos de capacitação sobre a aplicação das ferramentas no dia a dia das obras, com foco na forma correta de manuseio, conservação e armazenamento. “Agora, ao término do projeto, vamos prestar a nossa homenagem e entregar um kit especial para todos”, afirma Joana.

Já nas construtoras, a equipe de profissionais da IRWIN vai visitar três obras – uma da EZTEC, uma da Plano&Plano e outra da Riformato  –, todas em São Paulo. “Assim como fizemos nas escolas, vamos apresentar as técnicas que tornam o uso das ferramentas mais eficiente. Dessa forma, mostraremos que, ao aplicar essas estratégias no dia a dia, certamente, eles ganharão mais produtividade nas suas tarefas. Além disso, vamos presenteá-los com os kits”, declara Joana.

Joana ainda acrescenta “é uma honra para a IRWIN incentivar e valorizar esses profissionais tão importantes para o país. Afinal, eles são os responsáveis pela construção dos sonhos de muitas pessoas”.

 

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eskoEm seu estande na Labelexpo Europe 2017, a Esko anunciou o lançamento oficial de duas soluções simplificadas, o Automation Engine QuickStart e o WebCenter QuickStart, ambos para rótulos. As soluções ajudarão os convertedores de rótulos a melhorar sua produtividade e lucratividade. Estas soluções pré-configuradas e fáceis de usar vão de encontro a vários desafios enfrentados por este setor e que atrapalham o fluxo de trabalho e causam ineficiências na produção dos rótulos.

“Frente aos desafios enfrentados pelos impressores de rótulos, a ideia de simplificar o processo de produção ganhou total atenção da Esko. De fato, trabalhamos com foco total na simplificação da cadeia de embalagem (dentro do conceito Packaging Simplified)”, afirma Udo Panenka, Presidente da Esko. “Recentemente a Esko anunciou que oferecerá cada vez mais soluções-chave, mais rápidas e fáceis de serem aplicadas e ajustadas. Acreditamos que temos excelentes produtos, com investimentos atrativos, para oferecer para os convertedores de etiquetas iniciarem rapidamente o processo de automação de trabalho e de gerenciamento de projetos. Estamos falando de sistemas totalmente amigáveis e completos, que podem ser expandidos de acordo com a necessidade do fluxo de trabalho, sem qualquer dificuldade, sempre que necessário.”

Hoje os brand owners precisam que seus produtos sejam rapidamente identificados pelos consumidores, inclusive em experiências do tipo “me-experience” (experiência própria) a partir de produtos exclusivos. Isto tem levado à diversificação dos produtos, com a customização em massa e os designs mudando constantemente; há casos de personalizações de item a item para um determinado consumidor. Isto resulta em mais trabalhos, de menores quantidades, com ciclos de tempo menores. É preciso lembrar ainda que o volume de rótulos produzidos tem se mantido estável mesmo entre as marcas globais. Além disso, a qualidade, especialmente em relação à reprodução das cores, é um item não negociável. As marcas também buscam a redução de custos.

Para participar deste novo cenário, os convertedores lidam com a produção de mais itens, em pequenas quantidades, e em tempo mais reduzido. Isto justifica a adoção da tecnologia de impressão digital. Estima-se que cerca de 12% de todos os rótulos premium já sejam impressos digitalmente. Neste contexto, a Esko lançou o fluxo de trabalho QuickStart, uma série de ferramentas poderosas, pré-configuradas, para atender às necessidades de aplicações específicas. A grande vantagem é a fácil implementação e utilização; as ferramentas baseiam-se nas boas práticas adotadas por diversos convertedores de rótulos em todo o mundo nos últimos anos.

Durante a Labelexpo Europe, no final de setembro em Bruxelas (Bélgica), a Esko apresentou duas destas ferramentas pré configuradas para a conversão de rótulos:

·         O WebCenter QuickStart para rótulos, uma ferramenta para gerenciamento de projetos que reúne todos os elos da cadeia produtiva de rótulos.

·         O Automation Engine QuickStart para rótulos, uma ferramenta para gerenciamento de tarefas associadas aos fluxos de trabalho de pré-impressão.

WebCenter QuickStart para rótulos

A automação do processo de produção de etiquetas e rótulos economiza tempo e descarta o risco de erros. O WebCenter QuickStart para rótulos é uma solução “fora da caixa”, baseada em um software que fica na nuvem (SaaS) ou em fluxos de processos pré-configurados de acordo com premissas pré estabelecidas. São criadas ferramentas de revisão e aprovação de trabalho, em 2D e em 3D. O software gerencia um database de rercursos digitais centralizados que permite a busca e reordenação dos rótulos existentes. O sistema traz ainda um dashboard e relatório operacional. Uma vez instalado, o WebCenter QuickStart para rótulos leva a um processo sem papeis, que facilita tanto os convertedores como seus clientes a saberem exatamente em que estágio está o trabalho dentro do processo.

Automation Engine QuickSTart para rótulos

O sistema oferece as tarefas mais essenciais de pré-impressão de rótulos, incluindo preflight , adição e verificação de códigos de barras e de conteúdo, trapping, step and repeat e inserção de marcações e faixas de controle. Ele pode ser usado com qualquer tecnologia de impressão (digital, flexo, offset ou rotogravura) e também é escaneável. O sistema pode ser atualizado para mais funcionalidades, como controle de qualidade automatizado, gerenciamento de cor e controle do dispositivo de saída, que garante maior saída e que pode ser conectado ao sistema de negócio existente do cliente, se necessário. O software pode ser instalado e ativado com o treinamento total do operador em menos de três dias. O sistema foi especialmente desenvolvido para incluir impressoras de rótulo digitais, particularmente as HP Indigo, graças a um acordo de cooperação entre a Indigo e a Esko.

 

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quimicaO período menos instável na economia brasileira já surte efeitos negativos nos números da balança comercial dos produtos químicos. O déficit, que há poucos meses registrava recuo, voltou a crescer. As importações de produtos químicos por exemplo somaram US$ 3,2 bilhões em julho, aumento de 11,7% em relação ao mesmo mês de 2016, e movimentaram praticamente 4 milhões de toneladas, uma elevação de expressivos 38,1% na mesma comparação. Em relação ao mês imediatamente anterior, junho de 2017, foram registradas pequenas reduções de 3,3% em valor e de 1,6% em volume. Já as exportações, por sua vez, somaram US$ 1,1 bilhão e mais de 1,4 milhão de toneladas, aumentos de, respectivamente, 2,8% e de 7,3% em relação ao mês de junho.

No acumulado deste ano, entre janeiro e julho, as compras externas alcançaram US$ 20,4 bilhões, o que representa elevação de 7,2% em relação ao mesmo período de 2016. Na série de verificação entre 2010 e 2017, o ano de 2016 foi o único em que o valor importado não superou a marca de US$ 20,0 bilhões, no período de janeiro a julho. O volume de importações, de 24,8 milhões de toneladas, representa marca histórica para o período, com expressivo aumento de 23,6% na mesma comparação com janeiro a julho de 2016. As exportações, por sua vez, somaram US$ 7,6 bilhões, incremento de 11,3% em relação ao mesmo período de 2016, apesar do pouco significativo aumento de 1,4% nos volumes exportados, que foram de praticamente 9,7 milhões de toneladas.

Com esses resultados, o déficit na balança comercial de produtos químicos chegou, até julho, à marca de US$ 12,7 bilhões, uma retomada de 4,9% em relação ao mesmo período de 2016. Nos últimos 12 meses, de agosto de 2016 a julho deste ano, o déficit comercial atingiu a marca de US$ 22,6 bilhões e a perspectiva é de que, para o final de 2017, esse indicador seja de cerca de US$ 23 bi.

O presidente-executivo da Abiquim, Fernando Figueiredo, faz um alerta: os dados da balança comercial do setor químico podem piorar com a recuperação econômica do Brasil. “Com a retomada da economia, que é obviamente algo para o qual todos nós torcemos, o consumo voltará a crescer, e consequentemente, as importações crescerão exponencialmente. O governo precisa trabalhar urgentemente em uma política industrial que estimule investimentos no Brasil, para que deixemos de vez de ser exportadores de matéria-prima e importadores de produtos acabados. Da forma como está hoje, estamos levando riqueza e emprego a outros países ao invés de aproveitar nossos recursos naturais e transformá-los em valor agregado aqui mesmo, dentro de casa”, ressalta.

A diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo, destaca alguns pontos positivos do comércio exterior do Brasil: As recentes atualizações normativas e a modernização em tecnologia de informação são medidas que estão começando a gerar efeitos competitivos positivos, mas, na avaliação de Denise, ainda é preciso que o governo acelere entregas nessas frentes de ação integrada de comércio exterior. “São indiscutíveis os ganhos para o setor privado com a desburocratização operacional, particularmente com o Portal Único de Comércio Exterior, que traz maior agilidade em trocas de informações sobre operações em ambiente seguro, e com a modernização do marco normativo aduaneiro e de controles administrativos. A indústria química entende que o baixo custo associado ao desenvolvimento e à implementação desse tipo de mudança poderia alavancar ainda mais a velocidade das entregas futuras dessas ferramentas que, associadas aos efeitos das negociações de comércio que permitam o acesso preferencial aos produtos brasileiros no mercado internacional, trarão um novo patamar de competitividade ao Brasil no mercado global”, destaca Denise.

 

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açoOs resultados da indústria brasileira do aço no 1º semestre do ano reforçam o que já vem sendo alertado pelo Instituto Aço Brasil: não haverá retomada do mercado interno em 2017. O consumo aparente de aço no 1º semestre deste ano apresentou crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando que as vendas internas tiveram nesse mesmo período uma queda de 2%, a alta verificada no consumo aparente foi suprida pelo aumento das importações, que foi de 64,1%. De janeiro a junho desse ano, a produção apresentou um crescimento de 12,4%, canalizado basicamente para as exportações, que subiram 9,2%.

O significativo crescimento das exportações deve-se à entrada em operação, no 2º semestre de 2016, da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), focada nas exportações, e ao enorme esforço das demais usinas brasileiras que, por operarem, atualmente, com 40% de ociosidade, aumentaram suas exportações para evitar novos fechamentos de equipamentos e demissões de colaboradores. Apesar desse esforço e do aumento do faturamento, os resultados das exportações não remuneraram minimamente as empresas, devido à não competitividade provocada pelos resíduos tributários, custos financeiros e aumento dos custos de matérias primas para produção de aço.

O Instituto Aço Brasil prevê que a produção brasileira de aço bruto encerre o ano com um crescimento de 3,8% em relação a 2016, totalizando 32,5 milhões de toneladas. Já as vendas internas de produtos siderúrgicos devem ter queda de 1,3%, chegando a 16,3 milhões de toneladas, patamar similar ao de 2005. O consumo aparente de aço no País deve ser de 18,4 milhões de toneladas, o que representa acréscimo de 1,1% em comparação com o ano passado. Caso as previsões sejam confirmadas, serão mantidos os resultados de uma década atrás.

O fraco desempenho do mercado interno leva à conclusão de que o aumento das exportações é a única saída no curto prazo para evitar o agravamento da situação da indústria de aço no país. No entanto, para alavancar o nível das exportações é preciso equalizar minimamente a competitividade das empresas brasileiras com seus concorrentes de outros países. Para tal, o governo precisa restituir os tributos não recuperáveis embutidos nos produtos destinados à exportação através do mecanismo do REINTEGRA, elevando a alíquota dos atuais 2% para 5%.

Outra questão importante é a atuação do setor em conjunto com o governo brasileiro visando evitar restrições ao aço brasileiro diante da ofensiva dos Estados Unidos em impor tarifas à entrada do aço naquele país sob alegação de segurança nacional, com base na Seção 232 do Código de Comércio Americano.

Cabe destacar ainda que o aumento das exportações é a solução não só para a indústria brasileira do aço, mas também para a indústria de transformação de forma geral. As exportações podem contribuir de forma decisiva para a retomada rápida e sustentada do crescimento econômico do País.

Os dados consolidados do primeiro semestre de 2017 do setor do aço no Brasil estão publicados emwww.acobrasil.org.br/site2015/estatisticas.asp.

 

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chocoA “5ª edição da Semana Tecnológica Cereal Chocotec” será realizada em Campinas entre os dias 18 e 22 de setembro. O evento é promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo por meio do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate (Cereal Chocotec) do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital).

Durante toda a Semana Tecnológica serão oferecidos cursos e workshop nas áreas de chocolates, balas e confeitos. No dia 18, será realizado a celebração dos “20 anos do Cereal Chocotec”. O objetivo do evento é oferecer treinamentos teóricos e práticos com enfoque na fabricação industrial de chocolates, chocolates gourmet, barrinhas de cereais, balas duras e mastigáveis, produtos glaceados à base de açúcar e panificação.

Inscrições devem ser realizadas clicando aqui. Mais informações pelo (19) 3743-1964 ou pelo e-maileventoscch@ital.sp.gov.br.

Programação completa clicando aqui.

5ª edição da Semana Tecnológica Cereal Chocotec: Avanços, Inovações e Desafios

18 a 22 de setembro

Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital): Avenida Brasil, 2880, Campinas

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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