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embrapi123456Diretores da  EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) foram para Londres,  para apresentar os resultados alcançados com o acordo de cooperação tecnológica com o Fundo Britânico Newton Fund e abrir diálogos para uma nova parceria. A apresentação foi realizada durante o Brazil-UK Innovation Showcase, na embaixada brasileira em Londres, no dia 29 de outubro.

 O Reino Unido é uma das grandes potências científicas e tecnológicas do mundo e concentra 3,2% do gasto em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) mundial. A EMBRAPII e o Newton Fund já financiam, desde 2016, projetos de empresas de ambos os países, que somam investimento de R$ 2,5 milhões. Os valores incluem recursos das agências de fomento, centros de pesquisa e as contrapartidas das empresas britânicas e brasileiras. A proposta para o novo acordo pretende abranger outras competências com foco em áreas como Inteligência Artificial, IoT (Internet das Coisas) e Agrotech, além de Mobilidade e Logística, ligadas ao Programa Prioritário Rota 2030 para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor automotivo.

Para o diretor de Planejamento e Gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, a troca de experiências com países reconhecidamente inovadores contribui para o desenvolvimento da indústria nacional. “A experiência com o Newton Fund mostrou-se bem-sucedida. São três projetos em fase final de desenvolvimento que reuniram importantes pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, evidenciando que há demandas globais por soluções tecnológicas e sustentáveis e que elas podem ser trabalhadas em conjunto. As indústrias de ambos os países ganham”, destaca.

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japanhouseA Mitsubishi Electric realizará nos dias 3, 4 e 5 de outubro a terceira edição do Total Solution Exhibition na Japan House  São Paulo. O evento visa trazer um panorama completo das soluções da companhia no território nacional por meio de ativações tecnológicas, como robôs.

Além da exibição das soluções, este ano a companhia também irá oferecer uma série de palestras gratuitas durante os três dias de evento. Alguns dos temas apresentados são: “A indústria 4.0 e suas novas tecnologias”, “Uso de robôs na indústria” e “Formando os profissionais do futuro”. Especialistas da empresa e professores convidados conduzirão as apresentações com meia hora de duração.

“Queremos fortalecer a relação com nossos parceiros e criar um ambiente em que as pessoas possam conhecer mais sobre a Mitsubishi Electric de forma rápida e dinâmica. Com o avanço da indústria 4.0 no Brasil, vamos usar essa oportunidade para desmistificar o tema e endossar ainda mais a presença da marca no país”, afirma Fabiano Lourenço, vice-presidente da empresa.

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abiquim101As indústrias do Polo Petroquímico do ABC avançam em soluções para controle ambiental com foco no desenvolvimento sustentável do complexo industrial. Cases foram apresentados no Seminário Práticas Sustentáveis no Polo do Grande ABC, realizado pelo Comitê de Fomento Industrial do Polo do Grande ABC (COFIP ABC), com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), em uma das unidades da Braskem, em Santo André.

Na terceira edição, o encontro reuniu profissionais de indústrias, entidades de classe e órgãos públicos em programação de palestras e cases, cuja proposta foi mostrar os indicadores de desempenho em meio ambiente da indústria no Brasil e na região, bem como compartilhar as melhores práticas de gestão do Polo Petroquímico.
Os indicadores da indústria química nacional foram apresentados por Paula Tanaka, assessora de Economia e Estatística da Abiquim. Com a participação de 81 empresas, que respondem por 225 plantas em todo o País, o estudo mostrou que em 2018 a indústria conseguiu reduzir a captação de água em 34%, a geração de resíduos em 21% e o consumo de energia elétrica em 11%, em relação ao início da série histórica, em 2006. No diálogo com a comunidade, 100% dos contatos realizados foram solucionados.
Andrea Carla Barreto Cunha, diretora de Assuntos Técnicos da Abiquim, apresentou o Programa Atuação Responsável®, iniciativa voluntária da indústria química mundial, coordenada no Brasil pela Associação, e que promove a melhoria contínua da indústria química em saúde, segurança e meio ambiente. Andrea ainda destacou que o compromisso do setor com a gestão segura não se limita à unidade industrial. Neste contexto, destacou o trabalho realizado pela Abiquim na produção da Agenda Estratégica de Logística, que propõe a diversificação da matriz de transporte, hoje dependente do modal rodoviário: “a exemplo de outros países precisamos utilizar a cabotagem e o modal ferroviário para que nossa matriz seja mais competitiva e sustentável”.

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indO IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou agora em setembro,  os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional. O levantamento aponta  que a indústria nacional recuou em sete Estados brasileiros, mas em contrapartida avançou em oito regiões no mês de julho, na comparação com o mesmo período de 2018. Dentre as regiões que apresentaram crescimento estão: Rio de Janeiro (4,8%), Paraná (4,8%), Pará (3,4%), Goiás (2,1%), Rio Grande do Sul (1,8%), Santa Catarina (1,4%), Ceará (1,9%) e Amazonas (0,3%).  Já os Estados que apresentaram queda foram: Espírito Santo (-14,2%), Pernambuco (-10,2%), Minas Gerais (-6,5%), Bahia (-5,6%), Mato Grosso (-3,2) e São Paulo (-2,7%).

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indO resultado do Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial para o mês de agosto apresentou crescimento de 18,3% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 3,5%. Na comparação com agosto do ano anterior, o índice apresentou queda de 22,2%. A mesma tendência foi identificada no acumulado de janeiro a agosto 2019, onde o índice recuou 3,7% na comparação com o mesmo período de 2018.

“O desempenho positivo do Índice em agosto foi relevante e conseguiu reverter a queda do mês anterior. No entanto, precisamos estar atentos pois o resultado acumulado no ano nos mostra que a cautela do empresariado para o lançamento de produtos ainda é predominante”, analisa Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

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setorquimicoO nível de utilização da capacidade instalada das empresas do setor químico de uso industrial em julho foi de 65%, pior índice registrado desde que a Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim iniciou o levantamento deste indicador em 1989. De janeiro a julho deste ano, o nível de utilização da capacidade instalada foi de 70%, seis pontos abaixo do índice registrado em igual período do ano anterior, resultando em um nível de ociosidade de 30%, pior desempenho dos últimos dez anos.

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreira, o baixo nível de utilização da capacidade instalada se deve à falta de competitividade gerada pelo preço das matérias-primas e energia, as deficiências logísticas e a alta carga tributária. “Para o setor químico, que opera em regime de processo contínuo, não sendo possível desligar equipamentos ou diminuir a produção abaixo de um determinado nível, esse cenário significa piores desempenhos operacionais e custos unitários de produção ainda mais elevados”, afirma Fátima.

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fispal13Começa amanhã (25) e irá até o dia 28 de junho, no São Paulo Expo, a 35ª Fispal Tecnologia, evento para a indústria de Alimentos e Bebidas da América Latina. Em sua edição comemorativa, a feira traz para o público visitante novidades, tendências e soluções em equipamentos e tecnologias de mais de 400 empresas expositoras.

Além de mais uma vez ser a principal vitrine de produtos para as indústrias de alimentos e bebidas, o evento apresenta oportunidades de negócios e uma programação intensa de conteúdo que atrai cada vez mais a presença de um público mais qualificado.

Para se ter uma ideia do potencial deste evento B2B, haverá novamente a Rodada de Negócios que neste ano deverá ter um volume de negócios 15% maior aos R$10 milhões movimentados no ano passado. Serão 35 empresas compradoras nacionais e internacionais.

Mais do que um cenário ideal para conhecer novas tecnologias e fechar negócios, a Fispal Tecnologia se consagra nesta edição comemorativa como a mais importante fonte de conteúdo para este setor.

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unnamed (2)Confirmando a premiação dada pela Revista Exame e Deloitte como a empresa de porte médio que mais cresce no Brasil, a Renovigi Energia Solar, finalizou o ano de 2018 atendendo a 35,9% das empresas que revendem equipamentos fotovoltaicos no país. Os dados foram apresentados no último levantamento feito pela Greener, empresa de pesquisa e consultoria especializada no setor, e publicado no mês de janeiro deste ano.

“O segmento como um todo está crescendo, porém observamos que no último ano a nossa consolidação deve-se também ao fato de termos conquistado novos espaços de mercado. Entregamos uma solução completa aos nossos credenciados, e estamos sempre muito próximos aos clientes, oferecendo toda a assistência de pós-venda necessária. Até final de  2017 tínhamos cerca de 60 mil painéis solares instaladas em todo o território nacional, hoje já ultrapassamos 220 mil. Se considerarmos o consumo médio no Brasil, isso significa energia para mais de 50 mil residências”, comemora Alcione Belache.

Segundo dados divulgados nesta mesma pesquisa da Greener, o setor movimentou R$ 7,4 bilhões no ano passado, sendo que deste montante R$ 4 bilhões no segmento de geração distribuída, e R$ 3,4 bilhões na área de parques solares de grande porte. Já as empresas que projetam, vendem e instalam módulos fotovoltaicos, cresceram  mais de 120%, de 2,7 mil para mais de 6 mil de janeiro de 2018 até o início deste ano.

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tadros.ASNReunidos em Brasília durante três dias, os dirigentes estaduais do Sistema Sebrae foram conclamados a uma maior articulação com o governo para fortalecer o papel dos pequenos negócios na agenda de desenvolvimento do país. No encerramento do evento, que começou na terça-feira (5) e terminou nesta quinta (7), o presidente do Sebrae Nacional, João Henrique de Almeida Sousa, reforçou a importância da instituição para a economia brasileira.

“O que nós fazemos é de alta relevância para o país. Quase 99% das empresas brasileiras estão na categoria de abrangência desta instituição, ou seja, são de micro e pequeno porte, responsáveis por mais de 54% dos empregos formais gerados no país”, afirmou João Henrique, diante dos representantes do Sebrae em todas as unidades da Federação. “Nós vamos continuar provando nosso valor”.

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae, José Roberto Tadros, defendeu o fortalecimento da articulação entre o trabalho desempenhado pela instituição e as diferentes esferas de governo. “Neste novo governo, que o Sebrae continue a exercer um trabalho excepcional e que, assim, nós possamos dar contribuições relevantes para que haja um estímulo à iniciativa privada e aos investimentos”, destacou.

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gs1-farmárcia-1440x564_cA Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil divulga a nova edição do Índice de Automação do Mercado Brasileiro, que tem como objetivo medir o nível de automação no país para identificar o quanto tecnologias são adotas por empresas e consumidores. Dividido em duas frentes de apuração – Empresas e Consumidores –, sendo empresas com visualizações por indústria e comércio e serviços, o índice mensura a automação em todo o país e conta com o apoio metodológico de uma das maiores empresas de pesquisas, a GfK Brasil.

Embora vários setores da economia tenham recuado no último ano, o investimento em processos e recursos de automação nas empresas cresceu na proporção de 8% entre 2017 e 2018. O método de estudo avalia vários setores e o índice possui um intervalo de avaliação de 0 a 1. Em novembro de 2017, o Índice de Automação do Mercado Brasileiro apontava para 0,223 e hoje está em 0,241.

Na variação 2017/2018, as empresas brasileiras aumentaram seu nível de automação para ganhar mercado frente à concorrência. As empresas foram analisadas nas seguintes divisões – Indústria e Comércio e Serviços.

A vertical Indústria teve uma alta de 8,3% do índice, saltando de 0,261 para 0,282. Já no setor de Comércio e Serviços, o índice saltou de 0,186 para 0,199.

O foco de maior investimento da indústria em 2018 foi em atendimento e relacionamento com o cliente. “O uso mais estratégico dos dados gerados diariamente pelas ações dos clientes dá mais subsídios para a geração de ofertas direcionadas ao desejo dos consumidores”, analisa Marina Pereira, gerente de Pesquisa & Desenvolvimento da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

No segmento de logística, de acordo com Marina, “percebemos que a identificação única de produtos e o código de barras estão entre os recursos mais adotados pelas empresas, o que as auxilia a ter um maior controle da localização dos itens na cadeia de abastecimento”. A conclusão é que os processos de rastreabilidade recebem mais atenção hoje, principalmente quando a identificação é automatizada por meio de padrões GS1 de códigos de barras, bidimensionais e radiofrequência. Já no varejo, a integração entre o back office e o checkout tem aumentado, o que aponta para maior preocupação com a gestão dos negócios e das informações dentro dos negócios.

A Região Sul do país foi a que mais se destacou em crescimento de automação de empresas no período de um ano, com aumento de 13,1%. As outras regiões que perceberam maior adoção em automação foram a Sudeste – 6,6% – e a Centro-Oeste, com variação de 6,3%.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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