Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

açoOs resultados da indústria brasileira do aço no 1º semestre do ano reforçam o que já vem sendo alertado pelo Instituto Aço Brasil: não haverá retomada do mercado interno em 2017. O consumo aparente de aço no 1º semestre deste ano apresentou crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando que as vendas internas tiveram nesse mesmo período uma queda de 2%, a alta verificada no consumo aparente foi suprida pelo aumento das importações, que foi de 64,1%. De janeiro a junho desse ano, a produção apresentou um crescimento de 12,4%, canalizado basicamente para as exportações, que subiram 9,2%.

O significativo crescimento das exportações deve-se à entrada em operação, no 2º semestre de 2016, da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), focada nas exportações, e ao enorme esforço das demais usinas brasileiras que, por operarem, atualmente, com 40% de ociosidade, aumentaram suas exportações para evitar novos fechamentos de equipamentos e demissões de colaboradores. Apesar desse esforço e do aumento do faturamento, os resultados das exportações não remuneraram minimamente as empresas, devido à não competitividade provocada pelos resíduos tributários, custos financeiros e aumento dos custos de matérias primas para produção de aço.

O Instituto Aço Brasil prevê que a produção brasileira de aço bruto encerre o ano com um crescimento de 3,8% em relação a 2016, totalizando 32,5 milhões de toneladas. Já as vendas internas de produtos siderúrgicos devem ter queda de 1,3%, chegando a 16,3 milhões de toneladas, patamar similar ao de 2005. O consumo aparente de aço no País deve ser de 18,4 milhões de toneladas, o que representa acréscimo de 1,1% em comparação com o ano passado. Caso as previsões sejam confirmadas, serão mantidos os resultados de uma década atrás.

O fraco desempenho do mercado interno leva à conclusão de que o aumento das exportações é a única saída no curto prazo para evitar o agravamento da situação da indústria de aço no país. No entanto, para alavancar o nível das exportações é preciso equalizar minimamente a competitividade das empresas brasileiras com seus concorrentes de outros países. Para tal, o governo precisa restituir os tributos não recuperáveis embutidos nos produtos destinados à exportação através do mecanismo do REINTEGRA, elevando a alíquota dos atuais 2% para 5%.

Outra questão importante é a atuação do setor em conjunto com o governo brasileiro visando evitar restrições ao aço brasileiro diante da ofensiva dos Estados Unidos em impor tarifas à entrada do aço naquele país sob alegação de segurança nacional, com base na Seção 232 do Código de Comércio Americano.

Cabe destacar ainda que o aumento das exportações é a solução não só para a indústria brasileira do aço, mas também para a indústria de transformação de forma geral. As exportações podem contribuir de forma decisiva para a retomada rápida e sustentada do crescimento econômico do País.

Os dados consolidados do primeiro semestre de 2017 do setor do aço no Brasil estão publicados emwww.acobrasil.org.br/site2015/estatisticas.asp.

 

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

chocoA “5ª edição da Semana Tecnológica Cereal Chocotec” será realizada em Campinas entre os dias 18 e 22 de setembro. O evento é promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo por meio do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate (Cereal Chocotec) do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital).

Durante toda a Semana Tecnológica serão oferecidos cursos e workshop nas áreas de chocolates, balas e confeitos. No dia 18, será realizado a celebração dos “20 anos do Cereal Chocotec”. O objetivo do evento é oferecer treinamentos teóricos e práticos com enfoque na fabricação industrial de chocolates, chocolates gourmet, barrinhas de cereais, balas duras e mastigáveis, produtos glaceados à base de açúcar e panificação.

Inscrições devem ser realizadas clicando aqui. Mais informações pelo (19) 3743-1964 ou pelo e-maileventoscch@ital.sp.gov.br.

Programação completa clicando aqui.

5ª edição da Semana Tecnológica Cereal Chocotec: Avanços, Inovações e Desafios

18 a 22 de setembro

Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital): Avenida Brasil, 2880, Campinas

 

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

bemisA Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, participa da Fispal Tecnologia, feira internacional voltada para a indústria de alimentos e bebidas. A feira acontece até o dia 30 de junho, das 13h às 20h, no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes (Km 1,5).

Durante o evento será possível encontrar embalagens flexíveis e rígidas da Bemis nos estandes da Multivac, Ulma, Selovac e Ishida. No dia 29/6 (5ª feira), às 17h20, a Bemis participa de um debate do Circuito ABRE de Palestras, da Associação Brasileira de Embalagens.

Com o tema “Inovações para embalar um mundo melhor”, os executivos da empresa Jonathas Santos, Karla Barrios e Manuella Castro vão mostrar de que forma soluções tecnológicas como os filmes “paper like” (efeito tátil), “skin com base impressa” e “tampa para bandeja pré-formada”, desenvolvidos pela Bemis, podem ser atrativos e práticos para o consumidor.

É possível fazer o pré-credenciamento do evento pelo site: https://www.fispaltecnologia.com.br/pt/credenciamento.html.

Participação da Bemis na Fispal
27 a 30 de junho de 2017 – das 13h às 20h
Estande da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem): Rua J, 107
São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
São Paulo – SP

 

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Multinacional alemã de sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal realiza o trhemrsaleinamento gratuito sobre Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR 12) nos dias 18 e 20 de julho, das 8h às 18h, na Feira de Santana (BA) e em Aracaju (SE), respectivamente.

Promovido pela Academia Schmersal – que capacita profissionais ligados à segurança industrial para atender as especificações técnicas exigidas pela NR 12 – o treinamento é destinado a engenheiros eletricistas, engenheiros de segurança do trabalho e de manutenção, técnicos de segurança do trabalho, técnicos com formação em eletrotécnica entre outros profissionais que atuam na área de segurança industrial.

Com duração de oito horas, o treinamento fornece todo o material para participação, como apostilas, catálogos, caneta e certificado. Inscrições e mais informações sobre este e outros treinamentos podem ser obtidas pelo sitehttp://tecnicum.schmersal.com.br.

Serviço

Treinamento Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR 12)

Dia 18 de julho, das 8h às 18h

Hotel Atmosfera

Rua São Domingos, 588, Santa Mônica, Feira de Santana, Bahia

Dia 20 de julho, das 8h às 18h

Aquarios Praia Hotel

Avenida Santos Dumont, 1378, Praia de Atalaia, Aracaju, Sergipe

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

quimicaO Brasil importou US$ 3,2 bilhões em produtos químicos no mês de maio, aumento de 29,8% em relação ao mês anterior e de 11,2% em relação ao total de US$ 2,8 bilhões em compras externas de maio de 2016. De janeiro a maio foram importados US$ 13,9 bilhões, valor 6,7% maior que no mesmo período do ano passado. A quantidade importada nos primeiros cinco meses de 2017 foi de 16,8 milhões de toneladas, aumento de 21,9%, na comparação com o acumulado entre janeiro e maio de 2016, devido, em grande parte, ao forte ritmo de importações de intermediários para fertilizantes, cujas compras externas superam 10,1 milhões de toneladas no acumulado do ano.

As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, somaram US$ 1,2 bilhão em maio, elevação de 12,1% em relação a abril e de 13,8% em relação às vendas externas de maio de 2016. No acumulado do ano, até maio, as exportações somam US$ 5,5 bilhões, valor 13,5% superior ao registrado em igual período do ano passado. Em termos de volumes, as exportações de produtos químicos movimentaram 6,9 milhões de toneladas de janeiro a maio de 2017, crescimento de 1,6% em relação ao acumulado em igual período do ano passado.

O déficit acumulado da balança comercial de produtos químicos atingiu US$ 8,4 bilhões entre janeiro e maio deste ano. Nos últimos 12 meses, de junho de 2016 a maio de 2017, o déficit em produtos químicos foi US$ 22,2 bilhões, registrando-se um leve aumento em relação ao déficit registrado em 2016, de US$ 22,0 bilhões.

“Apesar da recente elevação do volume importado e do bom desempenho em vendas externas no acumulado do ano, ainda permanecem razoavelmente incertos os rumos da balança comercial em produtos químicos para os próximos meses, uma vez que ainda é bastante conturbado o momento econômico nacional, bem como é um desafio colocar o produto brasileiro no mercado internacional com as perspectivas de fortalecimento do ritmo da produção e dos investimentos em mercados maduros como Estados Unidos e países europeus”, explica a diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo.

 

 

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

A Virada Tecnológica é um evento que acontece em 1° e 2 de julho, na Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP, e que atrai apaixonados por​ ​​engenharia, ​matemática, física, robótica, jogos e computação. São CEOs, CTOs de empresas, especialistas, acadêmicos, estudantes e interessados em compartilhar e disseminar conhecimentos, em um formato de “imersão temática”.

virada tecnologicaDesde 2002, sediando o evento, a Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP é a principal apoiadora da iniciativa que une academia com estudantes, curiosos pelos temas ciências e tecnologia a executivos e empreendedores. Com o sucesso do evento – recepção média de 500 pessoas passando pelas palestras e oficinas – a Virada Tecnológica viajará pelo Brasil e vai intercalar entre São Paulo e outros estados que solicitarem o formato do evento. O próximo em São Paulo acontecerá somente em 2019.

Neste ano, participam com apoio e patrocínio algumas das principais empresas de inovação e tecnologia do Brasil e do mundo. Temos presenças confirmadas de especialistas da IBM, National Instruments, Back4app, Faculdade Impacta, FS Security, BandTec, PUCSP, Insper, Confederação Brasileira de Esportes Eletrônicos, E-Sports/Fisu Web Games, iBLISS, Solutions IT, Standout, Engenharia Clínica, Tecnologia Para Crianças, Fábrica de Nerdes, Team DASH, Digital Rights, Garoa Hacker Clube, Econobit, Semantics, FHO – Uniararas, MPlay, Caelum, Grupo HDI, Área31, Palestras Moretzsohn, Pothix, DeepNetworks.io, NetCoders e Pagar.me.

Empresas, startups, estudantes e acadêmicos podem colaborar com as próximas edições da Virada Tecnológica. Para saber mais, envie e-mail ao info@viradatecnologica.com.br.

Oficinas e Palestras acontecem das 9h de sábado até às 17h de domingo, com programação até durante a madrugada. Os ingressos vão de gratuito a R$ 30. Para pessoas com crianças a entrada é livre para grupos, bolsistas e pessoas com necessidades especiais há descontos, como incentivo à geração de conhecimento de ciências.

Destino da Arrecadação: Por ser um evento acadêmico, os valores arrecadados com os ingressos serão utilizados pela organização da Virada Tecnológica para cobrir os custos do próprio evento.

Para mais informaçõe e programação completa, acesse: www.viradatecnologica.com.br

 

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

carreira*Marcia Vazquez

Muito se tem falado e muito se falará, ainda, da reforma da previdência proposta pelo governo federal. Todos os estudiosos, analistas e nós profissionais estamos interessados nela, mesmo que por óticas diferentes.

Analisando especificamente um dos componentes desta reforma, que é a idade mínima para aposentadoria, quero refletir sobre como este dado nos impulsiona a analisar nossa gestão de carreira.

No ciclo virtuoso da carreira é fundamental compreender as diferentes fases pelas quais passa um profissional e entender o contexto de valor de cada uma delas.

De acordo com Citrin e Smith (2005), na fase denominada de ‘Promessa’, que vai dos 20 aos 30 anos de idade, descobrem-se as aptidões e o valor intrínseco é o do potencial do capital humano.

Na fase seguinte, denominada de ‘Impulso’, que vai dos 30 aos 45 anos de idade, ocorre a consolidação da carreira e a busca do equilíbrio entre conhecimento, competência e poder, e o valor intrínseco é o da experiência adquirida.

Na fase final, denominada de ‘Colheita’, que vai dos 45 aos 60 anos, o profissional consolida a preparação dos sucessores, criando uma estratégia para se inovar, e o valor intrínseco é a revitalização da carreira.

Esta trajetória, percorrida pela maioria dos profissionais, e que deságua na aposentadoria, mostra o quanto é natural que a fase da ‘Colheita’ seja alcançada, diante dos avanços científicos – aumentando a longevidade, preservando a saúde mental, física e espiritual, e proporcionando mais qualidade de vida.

E hoje nos deparamos com a ocorrência da reforma da previdência que, fatalmente, deverá nos levar a uma reflexão – e ação –, de como vamos construir / gerir / manter nossa carreira para uma atuação profissional mais longa no tempo e, talvez, uma permanência maior na fase da ‘Colheita’.

Para uma eficiente gestão da carreira, com o intuito de torná-la sólida o bastante para manter nossa empregabilidade por mais tempo do que até agora, teremos de estar atentos primeiramente aos investimentos que fizemos, fazemos e faremos nesta carreira. Aqui cabem os nossos próprios investimentos, tanto quanto aqueles que nossos empregadores fizeram ou farão em nós. Isto tudo refletirá em nosso capital intelectual.

Em segundo lugar, igualmente importante, será nossa capacidade de identificar, criar e aproveitar as oportunidades da carreira. Aqui se esta evidenciando nossa competência de visualização do futuro, nossa habilidade de estabelecer desafios constantes, nossa manutenção do foco e nossa criação de mapas de percurso para a carreira.

Deveremos gerenciar os resultados alcançados, evidenciando não só os resultados quantitativos e financeiros, mas também os resultados qualitativos que se refletem nas novas maneiras de fazer algo. Penso que se estivermos sempre atentos à gestão da carreira desde a fase da ‘Promessa’ até a da ‘Colheita’, mesmo atingidos por uma reforma da previdência que nos faça permanecer mais tempo no mercado de trabalho, teremos a possibilidade de criar uma nova estratégia para guiar nossos passos profissionais.

No fim das contas, os 50, 60 ou 70 anos em nossas vidas serão um poderoso marco de nossa reinvenção!

*Marcia Vazquez é Coach certificada pela ICC – International Coach Community, graduada em Psicologia, MBA em Gestão de Pessoas, Pós-Graduada em Gestão de RH com especialização em Análise Transacional e Gestora do Capital Humano / Educação Corporativa da Thomas Case & Associados, consultoria com 40 anos de atividades, especializada na recolocação de profissionais no mercado e gestão de carreiras aliando tradição com constante inovação.

 

 

 

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

dentes okO cenário de instabilidade política econômica que vem assolando o Brasil nos últimos anos reflete diretamente no desempenho dos principais responsáveis pela engrenagem da economia brasileira. E o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPPC) – historicamente mais resiliente – sente, pelo segundo ano consecutivo, o impacto deste cenário negativo somado às medidas indiscriminadas de aumento de alíquotas tributárias no país.

O setor fechou 2016 com faturamento “Ex-factory”, líquido de imposto sobre vendas, de R$45 bilhões e queda real de 6% com relação ao ano anterior. “A indústria de HPPC segue empenhando esforços para superar o momento que estamos vivendo no Brasil e, apesar da queda, já conseguimos entregar um resultado melhor do que em 2015”, comentou João Carlos Basilio, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).

O aumento das alíquotas tributárias teve impacto direto em importantes categorias de cuidados pessoais e o consumidor brasileiro – que já vem mantendo o orçamento apertado – sentiu a alta nos preços. Categorias ligadas diretamente à saúde, como produtos de higiene oral, por exemplo, perderam posição no ranking mundial de consumo, de 3ª para 4ª posição. “Somente o creme dental, essencial para o cuidado da saúde bucal, teve queda de volume de 4,6%. Do ponto de vista da saúde do brasileiro, significa dizer que estamos dando um passo para trás”, alerta Basilio.

O efeito cambial para conversão do real para dólar também influenciou o resultado negativo e, como consequência, o setoracabou perdendo liderança no mercado mundial em outras categorias de reconhecimento internacional e essenciais no dia a dia, como a de cuidados para os cabelos (passando de 3° para 4° consumidor mundial).

Cenário político econômico e perspectivas

A ABIHPEC acredita que o setor volte a crescer e feche 2017 com pequena melhora em relação a 2016. “Se tudo correr da forma como estamos planejando, prevendo e trabalhando, somado ao encaminhamento das reformas vitais para a sustentação da economia nacional, acreditamos em uma breve recuperação ao longo do ano” analisa Basilio. O Brasil segue como um dos mais importantes mercados mundiais e o consumidor reconhece a essencialidade que os artigos de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos representam para a manutenção da saúde e bem-estar. “Vamos continuar trabalhando fortemente para antecipar necessidades e entregar os melhores produtos para o brasileiro”, finalizou o presidente executivo da entidade.

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

0

otimismoCrises e oportunidades podem andar juntas se tiverem o devido respaldo de uma visão estratégica e cuidadosamente forjada nas mais prementes necessidades do mercado, leia-se inovação, eficiência e qualidade com redução de custo.

Sabemos que isso ainda é pouco para quem planeja prosperar no mercado brasileiro tal como ele é, no melhor estilo montanha russa – cheio de curvas e ladeiras íngremes nas quais não se pode enxergar mais de um palmo adiante.

Evidentemente, no mundo empresarial a diferença entre naufragar com as estatísticas de economias decadentes e surfar nas ondas que tentam nos derrubar também depende de coisas como olhar para dentro. Avaliar nossas próprias proficiências e identificar rigorosamente cada uma de nossas fragilidades para então tratar de saná-las é indispensável para qualquer empresa em qualquer circunstância.

Dito isto ainda resta acreditar – otimismo é mesmo muito importante – e investir. Foi exatamente assim que conseguimos alçar em nossa empresa, 100% brasileira, o crescimento de 52% em serviços a projetos de engenharia em 2016, puxados principalmente por testes na área automotiva. Não foi uma tarefa fácil, como devem imaginar.

Dentro desse escopo projetamos para 2017 crescer mais 25%, respaldados por investimentos na expansão da estrutura de testes, no aumento e na capacitação do capital humano especializado – de que o mercado não dispõe – e em novos segmentos de negócios.

Cremos que fazer engenharia no Brasil seja uma chave importante para melhorar a eficiência e diminuir os obstáculos ao desenvolvimento mais rápido do setor produtivo brasileiro. Como players, temos apostado, com sucesso, na estratégia de trazer para o mercado serviços de suporte a processos de engenharia que não se encontravam por aqui.

No mundo corporativo não há quem ignore que a incrível lacuna existente no Brasil quanto ao suporte local a processos de engenharia, notadamente em segmentos industriais de alta complexidade como o automotivo, ainda gera muitos contratempos e dores de cabeça.

Não bastasse a eterna pressão para preços mais competitivos ante o custo Brasil, as empresas ainda sofrem as consequências de terem de mandar suas amostras ao Exterior para validação e testes, enfrentando trâmites alfandegários, despacho aéreo e marítimo e filas para a execução de testes, que podem levar meses se houver problemas na execução.

Não precisa ser assim. O desenvolvimento da economia brasileira acontecerá, e ainda temos imenso potencial a ser explorado com perspectivas positivas. Basta apostar no Brasil.
*Ricardo Nogueira é presidente da SMARTTECH, empresa 100% brasileira especializada em tecnologia e serviços de apoio a projetos de engenharia.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Museu Garoto_2Espaço localizado na fábrica da empresa reúne importantes momentos da trajetória de 88 anos da marca no país

 A Chocolates Garoto, uma das principais fabricantes de chocolates brasileira e que possui uma das 10 maiores fábricas de chocolates no mundo, reabre o Museu da Garoto, situado nas dependências da empresa em Vila Velha, no Espírito Santo, com espaços renovados e área ampliada. Esta é mais uma iniciativa da companhia que comprova a sua forte ligação e grande compromisso em investir no estado, promovendo importantes ativos sociais, que são o fomento ao turismo e o desenvolvimento da economia local.

O público vai poder vivenciar momentos marcantes de toda a história da Garoto ao longo dos 88 anos e conhecer sua relação de confiança e orgulho com o Espírito Santo. Isso porque o amplo espaço do Museu da Garoto foi dividido em três ambientes, que apresentam a história da empresa passando pelo plantio de cacau, depois introduzindo as primeiras máquinas utilizadas na produção e trazendo outros fatos, que fizeram parte do crescimento da Garoto desde a venda de balas pelas ruas de Vila Velha até os tempos atuais.

O Museu passa a enriquecer ainda mais a experiência promovida por meio do programa denominado Chocotour, o qual recebe, anualmente, cerca de 350 mil turistas em sua fábrica e na loja, que disponibiliza artigos exclusivos da marca. Tamanha relevância deste número de visitantes confere à fábrica da Chocolates Garoto o título de segundo ponto turístico mais visitado no estado, ficando atrás apenas do Convento da Penha.

O Chocotour é referência não apenas para os turistas, mas também para a população local, uma vez que 60% das visitas são destinadas a escolas e instituições, sendo que os colégios públicos podem contar com a gratuidade para a entrada dos alunos. Os participantes são guiados por equipes de atendimento compostas em 70% por universitários dos cursos de Turismo, História e Comunicação.

Para conhecer apenas o Museu da Garoto, não há necessidade de agendamento. O ingresso tem o valor de R$ 2,00 e a visita pode ser feita de segunda à sexta-feira, das 9h às 16h30, e aos sábados, das 9h às 14h.

Museu Garoto_1Caso o interesse seja visitar a Fábrica além do Museu, deve-se fazer o agendamento pelo site www.garoto.com.br. O roteiro completo de visita pelo Chocotour custa R$ 20,00 e é preciso verificar a disponibilidade de vagas ao fazer o agendamento pelo site.

 

SERVIÇO

Museu da Garoto

Endereço: Praça Meyerfreund, 1 – Glória, Vila Velha

Horário de visitas: de segunda à sexta-feira, das 9h às 16h30, e aos sábados, das 9h às 14h

Classificação: todas as idades

Entrada: R$ 2,00

 

Chocotour: Visita à Fábrica e Museu da Garoto

Endereço: Praça Meyerfreund, 1 – Glória, Vila Velha

Horário de visitas: agendamento deve ser feito pelo site www.garoto.com.br

Classificação: todas as idades

Entrada: R$ 20,00

TAGS: , , , , , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

seminário Rodada 10 Perspectivas faturamento máquinas negócios infraestrutura exportação IBGE CNI importação PIB Revista P&S Pesquisa Evento inovação Feira Internacional da Mecânica Artigo meio ambiente Investimento sustentabilidade FIESP Lançamento Economia tecnologia mercado máquinas e equipamentos Feimafe Feira indústria