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pensecomcalmaEra o ano de 1998. O Mossad Israelense precisava de ajuda em um projeto ultrassecreto o qual não tinha conhecimento técnico para realizar. Foi solicitada a ajuda do General de Brigada da unidade especial 8200 – a máquina de inovação de Israel. O desafio: não havia tempo hábil para desenvolver uma solução, ainda mais para algo tão complexo e com impacto direto na segurança nacional.

O General de Brigada se manifestou: “Nós temos uma solução para este problema e ela tem nome: Daniel Schnaider.”

Os membros das forças especiais do exército israelense foram treinados para resolver os desafios mais complexos e mais urgentes de uma nação em constante perigo existencial. Pense com calma, aja rápido é a essência da nossa metodologia, nossa forma de pensar e agir. Não se trata de algo de outro planeta, mas de uma forma diferente de raciocinar e executar, o que fará maravilhas por você e pela organização.

O Exército de Israel, mais especificamente sua unidade de inteligência, desenvolveu ao longo dos últimos 70 anos métodos de gestão avançados para lidar com inimigos que nunca param de evoluir em termos de tecnologia, recursos e estratégias políticas.

Entre 1996 e 1999, Daniel Schnaider teve a oportunidade de se aprofundar nessas técnicas. Tempos depois, adaptou e refinou muitas dessas metodologias para o mundo corporativo ao participar do processo de transformação de dezenas de empresas, ONGs e órgãos governamentais, e os resultados têm sido surpreendentes.

O livro “Pense com calma, aja rápido” é o resultado de mais de 20 anos de trabalho, pesquisa e desenvolvimento sobre as ferramentas mais eficientes para a gestão de organizações nesta nova era da revolução industrial.

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MarintecSouthAmericaA Marintec South America 2019 já tem data marcada: será realizada de 13 a 15 de agosto, mais uma vez no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. A próxima edição é a 16ª da feira de negócios, que é reconhecida como o principal evento da América do Sul dedicado aos setores da construção naval, manutenção e operações. Na mesma data e local está confirmada a 2ªedição da Man.U.Tec, feira de Manutenção e Utilidades Industriais.

Na última semana, a Marintec 2018 e a estreante Man.U.Tec 2018, receberam mais de quatro mil profissionais que puderam conferir as novidades da indústria naval e offshore, expostas por mais de 80 marcas nacionais e internacionais, e participar gratuitamente de cerca de 90 apresentações, entre palestras, workshops e treinamentos. Durante os três de evento, puderam ainda conhecer a Escola Móvel de Robótica Subaquática do SENAI, que qualificou dezenas de profissionais com um curso gratuito de “Aplicações, Conceitos Básicos de Operação e Prática Operacional do ROV Teledyne Seabotix LBV300-5″.

O saldo das duas feiras de negócios, entre os empresários e especialistas que marcaram presença no Centro de Convenções SulAmérica, seja com expositores ou como visitantes, foi positivo. “Há uma disposição nova de começar o quanto antes a reestruturar a dinâmica dos negócios na indústria naval brasileira. E, para nós, organizadores da Marintec/Man.U.Tec, é muito gratificante saber que colaboramos para este novo momento”, comentou o diretor do portfólio de infraestrutura da UBM Brazil, Renan Joel.

Durante os três dias de eventos, foram diversos depoimentos que sinalizaram o começo de uma retomada dos investimentos e dos negócios no universo naval. Como a afirmação do gerente de Negócios da Pesa, Esdro Câmara Júnior, “acredito que em 2019 começarão a aparecer os primeiros resultados. Na Marintec, recebemos muitas visitas de armadores interessados em nosso catálogo de produtos”.O vice-presidente de vendas da Navalex, Michael Vasallo, também comentou: “foi possível perceber que há um certo otimismo no mercado por parte dos empresários e a percepção geral é que a situação é um pouco melhor. Isso ajuda muito nos negócios”.

Mais informações: www.marintecsa.com.br

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economiaO Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, calculado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, apresenta resultado 8,5% maior que em 2017 no acumulado do primeiro semestre. O índice aponta a intenção da indústria em lançar produtos a partir dos pedidos de registro de códigos de barras. Em comparação com o mês anterior, o índice apresenta queda de 18,4% no dado dessazonalizado.

Apesar do desempenho no mês de junho ter sido negativo, o resultado acumulado nos primeiros seis meses de 2018 apontam recuperação. O fechamento acumulado de janeiro a março foi de 13,2% e de abril a junho foi de 4,7% superior aos mesmos períodos do ano anterior. O resultado positivo é um indício da retomada da confiança do empresário para o lançamento de novos produtos. É possível observar no resultado acumulado de 12 meses que a recuperação tem sido gradual, mas constante.

O desempenho positivo foi impulsionado principalmente pelas regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, com avanço de 72% e 38,2% respectivamente. O desempenho elevado foi principalmente uma recuperação do resultado dos trimestres anteriores. Na regiões Sul e Sudeste, o crescimento ocorreu em quase todos os estados, com exceção para o Rio de Janeiro que recuou 24% no 2º. Trimestre.

De todas as regiões brasileiras, o Nordeste é a que apresenta maior oscilação, alternando entre meses positivos e negativos. É importante salientar que o lançamento de produtos na região é menor que nas outras regiões do país, tornando as variações mensais e trimestrais mais evidentes. O desempenho setorial para o trimestre foi ameno, com resultados positivos para Alimentos, Têxtil e Produtos Diversos. O setor de Alimentos tem se desenvolvido com pequenas alterações no indicador para comparações trimestrais. Já o setor de bebidas, após um avanço em lançamento de produtos, recuou neste trimestre, embora o início de ano tenha sido aquecido. Os setores têxtil e de produtos diversos vem caminhando de forma favorável em 2018, com resultados positivos.

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PaleteirasHysterA Hyster® iniciou em janeiro de 2018 a produção no Brasil das paleteiras elétricas P2.0 e P2.2 Power Plus, esta última somente na versão premium, com acessórios de série que privilegiam a produtividade e a segurança. Ambos os modelos são para aplicações de alta intensidade (heavy-duty) onde há limitações de espaço físico.

A paleteira P2.0, que possui relação custo-benefício, têm capacidade de carga de 2.000 quilos e chega ao mercado com preços de aquisição  competitivos no segmento “value”. Entre as principais funcionalidades deste modelo está o posicionamento central do timão, que permite uma operação mais próxima do equipamento, proporcionando visibilidade da carga e das pontas dos garfos do equipamento, o que facilita manobras de acesso ao palete.

Os modelos P2.0 e P2.2 Power Plus contam com chassi articulado e varões dos garfos reforçados, que contribuem para uma vida útil  superior a equipamentos similares disponíveis no mercado, reduzindo o balanço ou o tombamento em movimentos de subida de rampas na diagonal, ou em pisos ou docas niveladoras irregulares. Além disso, o P2.2 Power Plus dispõe da opção “creep speed”, que permite a operação com o timão na vertical, o que facilita o processo em condições de espaço limitado e a redução de velocidade nas curvas.

Os produtos apresentam alta performance, excelente estabilidade, estrutura reforçada e extrema durabilidade.

“As novas paleteiras P2.0 e P2.2 Power Plus chegam ao mercado para atender todas as necessidades dos nossos clientes. A versão premiumdas paleteiras, a P2.2  Power Plus, trará acessórios de série que irão proporcionar às operações níveis de segurança e de produtividade ainda maiores”, explica Edson Nascimento, Gerente de Engenharia e Marketing da Hyster-Yale do Brasil.

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autoEm alguns países o uso de robôs industriais já é um tanto comum, na China, por exemplo, o número de unidades vendidas por ano chega até 90 mil, enquanto no Brasil esse número bateu 1,8 mil em 2016 e cerca de 1,5 mil robôs são instalados anualmente no país. Mas o governo pretende mudar esses números. Recentemente foi anunciado o crédito de R$ 9,1 bilhões para a modernização da indústria e se espera que o setor produtivo invista outros US$ 250 milhões.

À medida que essas mudanças começam a ser iniciadas, foi anunciado também que os impostos de importação para aquisição de robôs industriais não produzidos no Brasil seria zerado. A alegação é que os robôs  agregam em diversos setores da economia, como de alimentos, bebidas e automóveis. “No mercado de robotização estamos em uma transição para a robótica colaborativa. Essa transição traz novos desafios regulatórios e de compreensão de como esses processos serão inseridos na planta. A ABDI tem trabalhado junto com o MDIC na melhora do ambiente regulatório, como a NR12 e também na criação de testbeds que permitam identificar elementos importantes para a criação de business cases nessas áreas e outras tecnologias da indústria 4.0” explica Bruno Jorge, Coordenador de Indústria 4.0 da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

A redução de custos tem sido um grande vetor para o aumento da automação no Brasil e isso deve se acelerar nos próximos anos. Até 2019 o volume de robôs tende a aumentar no Brasil consideravelmente acompanhando a retomada econômica. O IFR (International Federation of Robotics) aponta que, no mundo, o setor da indústria deve adquirir 400 mil robôs industriais e que serão 3.500 novas unidades nas fábricas, mais que o dobro de registros em 2015, que foi de 1.407 unidades.

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indA atividade siderúrgica está numa encruzilhada na qual: por um lado convive com o excesso de capacidade de produção, particularmente da China, que põe em risco a estabilidade do mercado e as operações das empresas; e por outro, com a aplicação de medidas protecionistas (Seção 232 dos EUA, salvaguardas da União Européia e da Turquia) que distorcem os fluxos comerciais, causando grandes impactos no comercio regional.

Diante desse cenário de alto risco, a Alacero faz um apelo para que os governos latino-americanos trabalhem de forma coordenada em medidas preventivas que evitem efeitos adversos sobre a geração de renda e de empregos na região e assegurem condições de competição leal e comercio justo no mercado regional.

A problemática da indústria do aço:

A estrutura da indústria está sendo modificada por uma crescente estatização, enquanto as empresas latino-americanas operam em condições de mercado e sem apoio financeiro dos Governos.
O excesso de capacidade de produção de aço, estimado em 600 milhões de toneladas pela OCDE, e liderado pela China, segue sem solução e o problema se agrava diante do anúncio de novos investimentos para capacidades adicionais.
As principais economias do mundo estão aplicando medidas para defender os seus mercados dos efeitos provocados pelo excesso de capacidade existente no mundo.
Ademais do excesso de capacidade, persistem práticas de comércio desleal de aço, como dumping e subsídios.
A aplicação dos instrumentos de defesa comercial da Organização Mundial do Comercio (OMC) não tem sido suficientemente efetivas.
Desta forma, a Alacero solicita aos governos da América Latina que:

Atuem junto ao G-20 para ratificação do compromisso político de resolver a crise da indústria do aço na próxima Reunião de Líderes 2018 que será na Argentina.
Sejam aplicados, de forma efetiva e imediata, os 6 princípios acordados na Reunião do G-20 de novembro de 2017.
A curto prazo, realizem, em tempo real, o monitoramento aduaneiro das importações e exportações para evitar desvios de comércio.
Reforcem a aplicação dos instrumentos de defesa comercial preconizado pela OMC.
Se desenvolva um sistema de acompanhamento permanente da situação da indústria nos principais países e blocos econômicos.

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Em 2017, o setor de compósitos – um tipo de plástico deblog ind alta performance– faturou R$ 2,598bilhões, alta de 1,9% em comparação ao ano anterior. Trata-se do primeiro resultado positivo desde 2014, quando teve início a crise econômica brasileira. O consumo de matérias-primas aumentou 23,2%, totalizando 196 mil toneladas, enquanto o número de postos de trabalho apresentou queda de 0,9%, perfazendo 59 mil vagas. Os dados são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos (ALMACO).

“O mercado de transporte foi fundamental para que conseguíssemos esse desempenho, com destaque para a demanda aquecida por veículos utilizados no campo, como tratores e colheitadeiras. Vale a pena ressaltar também a participação dos postes para as redes elétricas, daí considerando o setor de infraestrutura”, explica Gilmar Lima, presidente da ALMACO. As diferenças entre os indicadores de faturamento e de volume de matérias-primas devem-se basicamente às oscilações de preços registradas no período.

Para 2018, o estudo da Maxiquim projeta um faturamento de R$ 2,841 bilhões, ou seja, uma elevação de 9,4% ante o resultado de 2017, enquanto o consumo de matérias-primas deve crescer 4,8%, totalizando 205 mil toneladas.

“Transporte, agronegócio e infraestrutura continuarão a evoluir. Em paralelo, segmentos que estavam com muitas dificuldades nos últimos dois anos, como construção civil, energia eólica e gás, devem se recuperar. E novos nichos continuarão a surgir, mesmo que lentamente, apoiados pela flexibilidade e leveza típicas dos compósitos”.

Mais informações:  www.almaco.org.br

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economiaApesar da recuperação lenta da economia, a indústria começa a desatar um nó importante para a volta dos investimentos. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que 52,4% dos setores da indústria de transformação já voltaram ou estão perto de voltar ao padrão histórico de ocupação da capacidade das fábricas.
A ocupação das linhas de produção vem acontecendo de forma gradual e ainda há pesos-pesados, como as indústrias de automóveis e metalúrgica, entre os retardatários do processo. Mas, desde novembro, a indústria vem usando por volta de 78% de sua capacidade produtiva, um nível de aproveitamento que não era visto havia 20 meses.
Apesar de mostrar muita oscilação, o dado engatou trajetória de alta quando, no começo do ano passado, o consumo dos produtos no Brasil começou a sair do buraco e se encontrou com o crescimento das exportações, até então a válvula de escape das empresas diante da falta de demanda interna.
Com isso, alguns setores já voltaram a operar dentro de um nível considerado normal de utilização da capacidade produtiva. Números calculados pela CNI a pedido do Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostram que, entre novembro e fevereiro, cinco dos 21 ramos da indústria de transformação operaram em patamar parecido ou até acima da média histórica de uso da capacidade instalada – entre eles, as indústrias de papel e celulose e farmacêutica.
Outros seis setores – numa lista que inclui as fábricas de produtos têxteis, de vestuário e de móveis – estão perto de voltar à normalidade, apresentando uma ociosidade inferior a 1% em relação à média histórica. As fábricas, vale observar, costumam preservar uma folga em relação ao potencial máximo de produção para não serem surpreendidas por momentos de superaquecimento de demanda. “Alguns setores já estão conseguindo colocar o nariz para fora d’água”, disse Marcelo Azevedo, economista da CNI.
Distância
Abaixo dessa “linha d’água”, dez atividades estão mais longe de resolver a questão da ociosidade deixada pela crise. Esse grupo inclui setores de grande peso na atividade industrial, casos das indústrias automobilística, metalúrgica e de produtos químicos, assim como os fabricantes de alimentos e bebidas. Somados à indústria de máquinas e equipamentos, e a outros ramos também presentes nessa lista, representam 41% do PIB industrial.
“Ninguém quer administrar novamente uma situação de excesso de estoque nos pátios das fábricas porque isso significa grande prejuízo. Para religar máquinas e contratar mais, as empresas precisam ter certeza sobre o que vem pela frente”

 

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quimicos indOs dados preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim apurados para os dois primeiros meses do ano indicam que as vendas internas de produtos químicos de uso industrial fabricados no Brasil cresceram 6,25% no bimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os índices também são positivos na comparação mensal: em janeiro o crescimento foi de 7,85% em relação a janeiro de 2016 e em fevereiro o índice subiu 4,53% em comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, o volume de importações dos produtos analisados exibiu recuo de 26,4%, sobre igual período do ano passado.

O efeito combinado da melhora das vendas e da queda das importações está refletido no ganho de share do produtor local no atendimento da demanda interna. Nos dois primeiros meses do ano, a participação das importações sobre o consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção nacional mais a importação e menos a exportação, foi de 34,7%, no mesmo período do ano passado as importações representavam 40,9%.

O índice de produção, no entanto, apresentou resultados negativos no bimestre, acumulando recuo de 14,2% sobre o patamar de dezembro do ano passado. Na comparação com os dois primeiros meses de 2016 houve um recuo de 5,91%, que é creditado à ocorrência de paradas programadas para manutenção e pelo menor número de dias úteis de 2018, uma vez que o carnaval de 2017 ocorreu em março.

O menor volume de produção também está refletido no índice de utilização da capacidade instalada, que ficou em 68% em fevereiro de 2018 e em 72% na média do primeiro bimestre do ano, contra 77% nos dois primeiros meses do ano passado. Como resultado dos problemas recentes na produção e também do recuo da importação, ocorreu uma diminuição no crescimento do CAN, que subiu apenas 1% nos últimos 12 meses, contra 6% de janeiro a dezembro de 2017.

Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2018, o índice de produção cresceu 0,47%, enquanto o de vendas internas apresentou elevação de 0,49%, invertendo a trajetória negativa nas vendas internas. No mesmo período a parcela de vendas destinadas ao mercado externo, no entanto, exibiu recuo de 6,7%, após quase três anos consecutivos de elevação. No que se refere às importações, houve elevação de 5,8% no volume nos últimos 12 meses. Deve-se destacar que, no período, os números estão sendo impactados pelo grupo de produtos intermediários para fertilizantes, cujo peso é consideravelmente elevado, especialmente em volume de importações. Entre o final do ano passado e início deste ano, em razão de estoques esporádicos elevados, nas mãos de produtores agrícolas, houve forte recuo na parcela de importações

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreiro, infelizmente a indústria química vem perdendo espaço para o produto importado há algum tempo. Fátima alerta que o setor químico foi surpreendido pelo anúncio de “hibernação” das fábricas de fertilizantes das FAFENs em Sergipe e na Bahia. “O fechamento dessas plantas se soma aos demais que ocorreram, infelizmente, desde que a Abiquim, em 2009, conseguiu convencer o governo federal e o congresso nacional sobre a importância de se ter uma política para o uso do gás natural matéria-prima. A implantação de uma política poderia ter salvo essas unidades e as demais, mas não só isso, teria sido o exemplo positivo que o setor químico necessita para voltar a investir no País”, conclui.

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Superbid, empresa de tecnologia que oferece soluções de e-commerce para bens de capital e de consumo duráveis, está promovendo a venda de diversas máquinas e equipamentos industriais da Newton, empresa pioneira em fabricação de máquinas para indústria em geral no Brasil. Os bens estão disponíveis para arremate até o dia 10 de abril.

 Entre os lotes destaca-se um torno convencional Romi ES-40, com lance inicial de R$ 25 mil, além de uma prensa dobradeira HB-1031, com valor inicial de R$77 mil. O leilão ainda conta com lotes de mandriladoras, plainas de mesa, brunidoras, fresadoras, entre outros equipamentos industriais.

 O acesso a todas as informações do leilão, bem como os lances podem realizados pelo site https://www.superbid.net/.

                

SERVIÇO

Leilão de bens da Newton

Data e horário: 10 de abril, às 11h.

Link: https://www.superbid.net/leilao/lista/ofertas.htm?pager.offset=0&auction_id=65032

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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