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abeacoMaterial mais reciclado do mundo, o aço está presente em nosso dia a dia em forma de carros, geladeiras e embalagens, por exemplo. Mais de 385 milhões de toneladas são recicladas no planeta por ano, só no Brasil cerca de 200 mil toneladas de latas de aço pós consumo retornam para o processo de reciclagem.

No Brasil, assim como no restante do mundo, o mercado de sucata de aço é bastante sólido, pois as indústrias siderúrgicas utilizam o material para fazer um novo aço, ou seja, cada usina siderúrgica é uma planta recicladora. O aço para reciclagem não precisa ser totalmente livre de contaminantes, já que as siderúrgicas desenvolveram processos capazes de eliminá-los.

Em países da Europa, como Alemanha e Bélgica, o índice de reciclagem das latas de aço pós consumo é acima dos 95%. No Brasil, 47% do total das latas de aço consumidas são recicladas, incluindo embalagens de alimentos, como ervilha, milho e sardinha, bebidas, bem como latas de tintas, de massa corrida e de produtos químicos. Este índice vem aumentando graças à ampliação de programas de coleta seletiva e educação ambiental. Mas como as latas de aço são recicladas?

Como é o processo de reciclagem das latas de aço?

Para reciclar as latas de aço de alimentos, basta lavá-las e separá-las do lixo orgânico. O indicado é aproveitar o produto ao máximo até que a lata esteja completamente vazia, para evitar o desperdício de alimento. Quanto as latas de tintas, não é necessário lavá-las. O filme de tinta que sobra na superfície interna costuma secar em cerca de 24 horas e não atrapalha a reciclagem.

Todas as latas de aço podem ser entregues na coleta seletiva municipal ou encaminhadas para a Prolata (associação sem fins lucrativos de incentivo para reciclagem de latas de aço pós-consumo), para cooperativas de catadores ou para pontos de entrega voluntária (PEVs). Segundo Juliana da Silva, vice-presidente da cooperativa Vitória do Belém, de São Paulo (SP), a maior parte das latas de aço recebidas vem de condomínios e casas. Em 2020, a Vitória do Belém já recebeu cerca de sete toneladas de embalagens de aço. As latas de aço são separadas por processo manual ou utilizando separadores eletromagnéticos e, depois, passam por peneiras para a retirada de contaminantes.

Em seguida, as embalagens de aço são prensadas em fardos para facilitar o transporte nos caminhões até as indústrias recicladoras, isto é, as siderúrgicas. Ao chegar na usina siderúrgica, a sucata é processada antes de ir para fornos elétricos ou a oxigênio, aquecidos, em média, a 1550 °C. Após atingir o ponto de fusão e chegar ao estado líquido, o material é moldado em tarugos e placas metálicas. A sucata leva somente um dia para ser reprocessada e transformada novamente em lâminas de aço usadas por vários setores industriais – das montadoras de automóveis às fábricas de latinhas. O material pode ser reciclado infinitas vezes, sem causar perdas mecânicas (como dureza e resistência) ou prejudicar a qualidade.

“Na Gerdau, milhares de toneladas de sucata ferrosa são transformadas em novos produtos todos os dias”, comenta Carlos Vieira da Silva, diretor de Matérias-Primas e Florestal da Gerdau. A utilização de matérias-primas recicláveis se faz cada dia mais importante. Em 2019, a Gerdau reciclou mais de 11 milhões de toneladas de sucata em suas usinas no Brasil e nas Américas. Ou seja, 73% do aço produzido por ela tem a sucata ferrosa como principal matéria-prima. “O aço pode ser reciclado diversas vezes sem perder a qualidade, contribuindo com a preservação dos recursos naturais”, afirma o executivo. O aço da Gerdau é consumido por diversos setores, com destaque para os segmentos da construção, infraestrutura, indústria, agronegócio e energia.

“A lata de aço é 100% reciclável, ou seja, a embalagem de aço que você descarta seletivamente pode voltar infinitas vezes à sua casa, em forma de tesoura, maçaneta, arame, automóvel, geladeira ou até mesmo uma nova lata”, conclui Thais Fagury, presidente da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço).

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Tom Clancy

Tom Clancy

A UiPath  divulgou os resultados de um estudo por ela solicitado e realizado pela Forrester Consulting: O Futuro do Trabalho: Um Enfoque na Pandemia. O estudo mostrou que as empresas estão cada vez mais usando o RPA e outras tecnologias inteligentes de automação para lidar com as novas pressões de negócios e de mercado decorrentes da pandemia, mas ainda acreditam que uma abordagem centrada nas pessoas é a chave para o sucesso do futuro do trabalho.

Durante o mês de maio de 2020 (no auge da crise), a Forrester conduziu uma pesquisa on-line com 160 tomadores de decisão na área de automação robótica de processos advindos de operações, serviços compartilhados, finanças e outras linhas de negócios em organizações que abrangem França, Alemanha, Japão, Reino Unido e os EUA. Os resultados da pesquisa mostraram que a pandemia:

.Acelerou as transformações digitais e criou um aumento no investimento em automação. 

O mundo testemunhou mais transformações digitais nos últimos meses do que nos cinco anos anteriores. As tecnologias inteligentes de automação, incluindo o RPA, estão apoiando e acelerando tal aumento.

Com 48% dos entrevistados planejando aumentar os investimentos com RPA no próximo ano, as empresas estão usando o RPA para:

-Aumentar a agilidade, a diversidade e a flexibilidade nas operações da cadeia de suprimentos (83%);

-Lidar com pressões extraordinárias de custos, automatizando tarefas administrativas (back-office) e operacionais (80%); e,

-Apoiar a mão-de-obra remota (75%).

.Aumentou a necessidade de uma mão-de-obra centrada nas pessoas. 

A automação é necessária para enfrentar os desafios econômicos pós-pandemia, mas requer uma abordagem focada nos funcionários. Cinquenta e sete por cento dos entrevistados dizem que seus funcionários estão moderadamente ansiosos ou muito ansiosos em relação à capacidade de ter sucesso em seus empregos com a automação e com o estresse causado pela pandemia.

Como resultado, é fundamental que as empresas ofereçam oportunidades de aprimoramento e treinamento sobre automação, para que os funcionários tenham as habilidades necessárias para prosperar no trabalho futuro e maximizar o potencial de investimentos em automação. Sessenta por cento dos tomadores de decisão concordaram que os treinamentos no local de trabalho, para melhorar as habilidades digitais e de máquina, ajudam seus funcionários a lidar com os efeitos potenciais da automação e os prepara para o trabalho do futuro. As organizações devem desenvolver uma experiência pós-pandemia aos funcionários, oferecendo oportunidades de educação e monitorando sua saúde.

 “A pandemia virou o mundo de cabeça para baixo, e o choque acelerou muito o ritmo das empresas em direção ao futuro do trabalho. A automação emergiu como um ativo inestimável para as organizações adotarem esse novo modo de trabalho. A hora de automatizar é agora”, disse Tom Clancy, vice-presidente da UiPath Learning. “Agora, mais do que nunca, as habilidades digitais são necessárias. Para aumentar a retenção e ter maior produtividade, é de responsabilidade dos empregadores oferecer capacitação digital – especificamente treinamento em automação – como parte de iniciativas de desenvolvimento de carreira.”

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franciscoO aumento da demanda, a escassez de produtos, o tempo mínimo de inventário e a necessidade adicional de distanciamento social realmente pressionaram o mercado de varejo em todo o mundo. Com consumidores preocupados com a higiene, os varejistas são forçados a pensar de forma inovadora e oferecer novas maneiras de interagir com os produtos. Por isso, empresas passam a adotar a tecnologia em favor do “novo normal”: itens etiquetados com RFID (identificação por radiofrequência), vitrines tecnológicas, pagamentos feitos diretamente dos smartphones e soluções móveis de check and go para facilitar compras sem contato, potencialmente encerrando filas de pagamento.

Há uma mudança nas expectativas do consumidor em relação às lojas autônomas (sem atendentes), entregas de produtos sem contato e pagamento automático sem dinheiro, impulsionando um novo conceito de venda.

“Imagine uma compra em que você sempre pode encontrar o que procura, onde e quando quiser, e ter a oportunidade de interagir digitalmente para receber conteúdo personalizado, pagar pelo celular e até experimentar roupas virtualmente. Em vez de utilizar um testador de batom, você pudesse apenas olhar em um espelho de realidade aumentada e ver a cor aplicada digitalmente aos seus lábios em tempo real. As soluções baseadas em RFID criam a base que pode permitir isso e muito mais”, reflete Francisco Melo, vice-presidente e gerente geral global de Etiquetas Inteligentes da Avery Dennison.

Nova realidade no varejo

Sendo uma das maiores e certamente mais inovadoras varejistas da Itália, a Esselunga fez amplo uso da tecnologia RFID em sua nova loja de Milão. Originalmente criada para proporcionar um novo tipo de experiência no varejo, a “La Esse” foi concebida como uma vitrine tecnológica, onde todos os produtos são etiquetados com RFID e os clientes podem pagar diretamente de seus smartphones. Inaugurada em dezembro de 2019, a marca continua a atender o público desde o início do surto da Covid-19, com comentários muito positivos.

Outra solução notável vem da Mishipay, uma empresa de tecnologia com sede em Londres – e uma parceira da Avery Dennison -, que criou uma tecnologia móvel de check and go para facilitar compras sem contato, potencialmente encerrando filas de pagamento. “O ‘Scan and Go’ oferece uma alternativa, fornecendo aos clientes seus próprios meios para digitalizar e pagar com facilidade por seus itens, aproveitando o poder do smartphone. Além disso, graças à identificação exclusiva do produto e ao ‘gêmeo digital’ de uma etiqueta RFID, o varejista também colhe os benefícios da visibilidade total no nível do item e dos sistemas antifurto eletrônicos (EAS), minimizando as perdas”, ressalta Melo.

Como em qualquer crise, a Covid-19 é um catalisador de mudanças. Embora tenhamos visto lojas tradicionais fechando suas portas, o comércio eletrônico está prosperando, tanto em empresas de varejo quanto para seus concorrentes online.

“A pandemia não está apenas ajudando a acelerar a presença dessa modalidade entre os canais de varejo, mas também contribuirá para uma mudança fundamental no comportamento do consumidor. Se todos os produtos incluíssem um ‘gatilho digital’, como um código QR ou NFC, haveria a oportunidade de cada item se tornar uma conexão 1:1 entre a marca e o consumidor, e os smartphones seriam o portal digital para experiências únicas. Poderíamos ter acesso a informações sobre a origem dos produtos, sugestões e recompensas adicionais. Tudo isso sem sair de casa!”, finaliza o vice-presidente.

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Dane-Avanzi--2-Por Dane Avanzi*

Desvendar os desejos do cliente é o sonho de todo empresário. Em função disso, nos últimos anos, foram desenvolvidas diversas técnicas e ferramentas para estudar o comportamento dos usuários, seus gostos e preferências, opiniões políticas, hábitos de consumo e quanto estão mais dispostos a realizar uma compra. Tudo isso aperfeiçoou os anúncios dentro e fora da internet, em uma estratégia chamada de ominichannel, e fez com que muitas empresas se sentissem seguras para criar jornadas para seus consumidores.

Essas certezas comportamentais caíram por terra com a pandemia. Enquanto muitos perderam a renda, outros simplesmente cortaram os gastos por não saberem o dia de amanhã. Se formos analisar as mais diversas áreas, poderemos observar que as certezas, em parte, sempre foram uma ilusão, principalmente nos mercados mais sensíveis ao comportamento dos clientes. As empresas que já vinham se capacitando para atender as demandas deste novo cenário colherão frutos mais rapidamente.

Podemos citar o setor varejista como exemplo. Hoje, se fala muito sobre a trajetória da Magazine Luiza e como ela se destacou no mercado nacional. Ao sair da frente de seus concorrentes, em um setor nada fácil de se destacar, o marketplace pôde encarar a disputa pelo consumidor com Amazon e outros gigantes. Novos tempos representam novas tendências e, também, novos players.

Durante um bom período será difícil prever comportamentos. Estamos em um avião sem destino certo e a viagem é de difícil visibilidade – muitas vezes, até sem equipes capacitadas. Por isso, prevalecerá a experiência e feeling dos líderes. Não me refiro a aqueles do passado, apegados às formas tradicionais de tocar um negócio, mas às novas lideranças mais aptas a ler as tendências do futuro. Eles farão a diferença nas organizações.

O principal desafio agora é desenvolver equipes ágeis e sólidas a fim de transmitir a confiança de que o amanhã será melhor. É nesse contexto que a tecnologia exerce seu papel mais importante. A pandemia não mudou o processo de transformação digital, mas acelerou tendências. Empresas nativas do ambiente digital, como o Uber, a maior frota de transporte do mundo que não possui sequer um carro, não sentiram grandes impactos além das questões de saúde e segurança para motoristas e passageiros. Já as empresas da economia formal precisarão assimilar muitos novos conceitos necessários para sua sobrevivência.

Humanizar os processos e capacitar as pessoas para formar equipes são ações fundamentais em momentos de crise. Líderes focados somente em resultados perecerão. O que leva a empresa para frente é o time. Time coeso, motivado, que estuda e aprende todos os dias. Criar ambientes colaborativos nos quais as pessoas possam se expressar com liberdade é essencial, além de cultivar valores como a diversidade cultural, liberdade de expressão e propósito das empresas. Tudo isso, aliado a novas ferramentas tecnológicas, como Business Intelligence, Inteligência Artificial, RPA (Robotics Process Automation), dentre outras, é o que levará as empresas para frente, permitindo cortar custos, manter o quadro de colaboradores e desenvolver novas estratégias de vendas mais inteligentes e assertivas.

Diretor do Grupo Avanzi*

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tetrapackOs catadores de materiais recicláveis, importante elo da sociedade e responsáveis por 90% do resíduo reciclado no Brasil (dado Ipea), têm passado por dificuldades. Para cumprirem com o distanciamento social como medida de proteção à disseminação da Covid-19, não conseguem garantir a renda mensal para o sustento próprio e de suas famílias. Como inciativa de apoio a esses trabalhadores, a Tetra Pak realizou, durante o último mês, campanha junto à startup Ribon para direcionar auxílio a catadores autônomos de materiais recicláveis assistidos pela ONG Pimp My Carroça, que organiza o apoio para catadores cadastrados no aplicativo Cataki.

Pensando que a colaboração é o caminho para minimizar esse impacto e ampliar as iniciativas, a Tetra Pak e a Klabin iniciaram uma Corrente do Bem. Neste cenário, a Klabin tornará viável a manutenção da causa dentro do aplicativo e o apoio para 250 catadores por mais um mês.

O engajamento dos usuários no aplicativo (http://home.ribon.io/) é muito intuitivo. Basta ler as diferentes histórias positivas para receber as moedas virtuais – também chamadas de ribons – e direcioná-las para doações a causas como a que está focada no apoio aos catadores. O objetivo é conectar as pessoas a causas de impacto social.

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pic2No final de maio, a SIH (Saic-Iveco Hongyan Commercial Vehicle), um empreendimento conjunto entre a SAIC, IVECO e CQME, entregou 120 caminhões-trator de porto SIH Geylon M500 4×2 equipados com motores Cursor 9 de 350 CV fabricados pela SFH, joint-venture da FPT Industrial em Chongqing, China, para a SIPG (Shanghai International Port Group), a maior operadora mundial de logística de portos de contêineres, bem como a maior sociedade anônima operadora de portos da China, servindo 281 rotas de expedição mundiais e acomodando mais de 2.700 chamadas por mês.

Essa entrega representa a maior encomenda de lote único da SIPG em 2020 e constitui um sinal positivo para a economia global. Demonstra uma confiança renovada nas operações futuras de um grupo líder e também marca o reinício das operações empresariais na China.

Pintada no vermelho da sorte característico da SIPG e personalizada para operações de logística de portos com cabines com teto plano e sistema elétrico feito à medida, a nova frota de 120 caminhões-trator de porto SIH Geylon M500 4×2 foi equipada com motores Cursor 9 da FPT Industrial especialmente desenvolvidos, garantindo operações confiáveis, eficientes e sustentáveis para tarefas rigorosas e de turnos prolongados como gerenciamento e transporte de contêineres.

Esses motores Euro V de 8,7 litros e 350 CV a 2.100 rpm com 6 cilindros em linha possuem um sistema common rail de alta pressão com controle eletrônico e turbocompressor com válvula wastegate, debitando 1500 Nm a 1.200-1.500 rpm de torque máximo e apresentam um baixo consumo de combustível de apenas 190 g/kWh de diesel. Com essa entrega, a FPT Industrial demonstra seu desejo de reforçar a consolidação de sua presença no mercado chinês enquanto especialista líder em e fornecedora de soluções avançadas e confiáveis de geração de energia.

 

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lgpdEm um mundo onde a informação tem muito valor, cuidar e proteger dados tornou-se essencial. Deixar para última hora a adequação da empresa à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é uma prática que pode acarretar perda de contratos e negócios. Com vigência prevista para agosto de 2020 e aplicação das sanções para agosto de 2021, após votação no Senado alterando o Projeto de Lei 1.179/2020, agilizar os preparativos é fundamental. “Em razão desse contexto, e mesmo que a vigência e/ou sanções da lei sejam postergadas, é importante que as empresas se planejem para implementarem uma política de proteção de dados, de forma a estarem de acordo com a LGPD”, destaca George Leandro Luna Bonfim, advogado especialista em direito digital, inovação e proteção de dados, do escritório Natal & Manssur.

Entre as medidas essenciais está o mapeamento do fluxo de dados da empresa para saber quais deles precisam de consentimento do titular e quais estão amparados por outros pontos da LGPD, como execução de contrato e proteção ao crédito. Outro item de atenção é analisar de que forma pode-se permitir que os donos dos dados possam realizar, dentro do possível, a edição da privacidade dessas informações pessoais de acordo com a privacidade por design (privacy by design). “A LGPD traz uma série de sanções bastante severas para quem não observar os seus dispositivos. Um conceito importante é a responsabilidade solidária tanto do controlador dos dados pessoais, no caso, a empresa que define como os dados serão utilizados, armazenados e geridos, quanto do seu operador, ou seja, a entidade contratada para fazer a gestão, armazenamento e proteção dos dados”, destaca Bonfim, salientando que esse procedimento jurídico é parecido com a responsabilidade solidária já existente nas relações de consumo.

As piores consequências para o descumprimento da LGPD – além de multas ou penalidades que determinam a publicização da infração cometida, o bloqueio e até mesmo a eliminação dos dados -, está a perda de negócios. “A consequência mercadológica de não seguir a lei é tirar a empresa do jogo dos negócios. Pois ela passa a não poder mais interagir com seus fornecedores ou seus compradores que estejam adequados a ela”, destaca Victor Fernandes Cerri de Souza, especialista em Direito Contratual, sócio do escritório Correa Porto Advogados e vice-presidente da Comissão de Direito Contratual, Compliance e Propriedade Intelectual da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção São Paulo (OAB-SP).

“O Brasil já vem, infelizmente, atrasado e na contramão do mundo, sobretudo em relação à Europa, no quesito proteção de dados. Nesse sentido, o país fica impedido de fazer negócios com empresas que estão dentro do escopo mundial, principalmente com as de grande porte e investidores externos que exigem essa segurança dos dados”, ressalta Victor Cerri. De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da Organização das Nações Unidas, apenas metade dos países têm estratégias de segurança cibernética devidamente implantada ou em vias de desenvolver algo dessa natureza.

Fazer adequações de estruturas, treinar as equipes e atualizar sistemas para atendimento à LGPD precisa ser encarado como um investimento. “Estar adequado à lei é um diferencial competitivo relevante, já que diversos clientes passarão a observar qual a importância que seus fornecedores dão ao referido assunto, principalmente por conta da responsabilidade solidária trazida pela lei”, explica George Bonfim.

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ps mecanicaMecânica, Indústria e Tecnologia

Nesta edição alguns destaques são: Sensor de temperatura de Rolamentos MBT 33310 – Danfoss; Lavadoras sanitizadoras – Jacto Clean; Powercommand Cloud Cummins; Porta-paletes Bertolini e Pirelli e Desengraxantes Quimatic Tapmatic.

Acesse: http://www.ps.com.br/revista-digital

 

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msaMSA Safety Incorporated (NYSE: MSA) anunciou a doação de 20.000 máscaras de proteção PFF1 e PFF2 que apoiarão a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo no combate à pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

“A MSA reconhece a importância dos equipamentos de proteção individual à medida que trabalhamos em conjunto com os prestadores de serviços de saúde em seus esforços para mitigar a disseminação do COVID-19″, disse Steve Blanco, presidente da MSA Safety nas Américas. “Nesse espírito, estamos muito satisfeitos em doar essas máscaras para a comunidade médica local em São Paulo”.

Enquanto os prestadores de serviços de saúde estão combatendo a pandemia de COVID-19 globalmente, as máscaras tornaram-se recursos críticos que permanecem escassos devido a desafios e interrupções na cadeia de suprimentos dos fabricantes destes equipamentos, causados pela pandemia.

Blanco observou que as máscaras doadas são provenientes de um fornecedor terceirizado. “Embora a MSA não fabrique máscaras descartáveis, tomamos medidas para aumentar a produção de nossos respiradores semifaciais Advantage e máscaras faciais inteiras”, disse ele. “Enquanto as unidades de saúde e os socorristas lidam com a escassez de máscaras descartáveis, muitos estão recorrendo a respiradores com ajuste como alternativa para reutilização, quando acompanhados de um programa adequado de descontaminação e desinfecção. Nossas equipes na MSA estão fazendo o possível para ajudar a atender esta necessidade”.

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braskemA Braskem se juntou a parceiros da cadeia da química e do plástico para doar materiais essenciais para o combate ao novo coronavírus nos hospitais da rede pública. A resina termoplástica doada pode produzir mais de 60 milhões de máscaras ou mais de 1 milhão de aventais. Doará também material para fabricação de embalagens para 750 mil litros de álcool líquido e em gel, para mais de 500 mil almotolias (um tipo de frasco plástico para álcool em gel utilizado em hospitais), além de 10 mil caixas de hipoclorito para diluição ou uso como água sanitária e mais de 150 mil sacos plásticos para lixo hospitalar. No mercado internacional, a Braskem está buscando respiradores para fornecer à rede pública. Os itens beneficiarão hospitais de Alagoas, Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O trabalho conjunto, que envolve clientes e entidades de classe, já conta com 32 iniciativas.

A doação de matéria-prima para produção de equipamentos de proteção e embalagens já ultrapassa 370 toneladas. Essas terão seu valor alavancado pelos parceiros da petroquímica. Na semana passada, a Braskem já havia anunciado uma linha adicional de crédito de R$ 1 bilhão para ajudar principalmente as pequenas e médias empresas da cadeia a atravessar os próximos meses de crise gerada pelo coronavírus.

“A covid-19 impõe uma situação desafiadora para nossa sociedade e acreditamos que a união é parte fundamental para a superação deste momento. Nossa empresa tem um propósito claro de melhorar a vida das pessoas e não poderia ser diferente agora. Por meio de parcerias com nossa cadeia de valor, integrantes de um setor importante para a economia brasileira e para o desenvolvimento do país, somamos forças para viabilizar a entrega de itens essenciais para o sistema público de saúde e para as comunidades”, diz Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Nos engajamos também com organizações empresariais, ONGs, universidades e centros de pesquisa. O momento é de união para trabalharmos juntos na luta contra o coronavírus”, acrescenta.

Uma das iniciativas mais representativas é a doação de polipropileno, matéria-prima para produção do TNT (não tecido). O produto será fabricado pela parceira Fitesa e doado em conjunto com a empresa para ser usado em máscaras cirúrgicas e aventais de proteção, por exemplo.

A participação da Braskem envolve também a doação de equipamentos, cestas básicas, kits de limpeza para as demais ações.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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