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açoOs resultados da indústria brasileira do aço no 1º semestre do ano reforçam o que já vem sendo alertado pelo Instituto Aço Brasil: não haverá retomada do mercado interno em 2017. O consumo aparente de aço no 1º semestre deste ano apresentou crescimento de 2,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Considerando que as vendas internas tiveram nesse mesmo período uma queda de 2%, a alta verificada no consumo aparente foi suprida pelo aumento das importações, que foi de 64,1%. De janeiro a junho desse ano, a produção apresentou um crescimento de 12,4%, canalizado basicamente para as exportações, que subiram 9,2%.

O significativo crescimento das exportações deve-se à entrada em operação, no 2º semestre de 2016, da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), focada nas exportações, e ao enorme esforço das demais usinas brasileiras que, por operarem, atualmente, com 40% de ociosidade, aumentaram suas exportações para evitar novos fechamentos de equipamentos e demissões de colaboradores. Apesar desse esforço e do aumento do faturamento, os resultados das exportações não remuneraram minimamente as empresas, devido à não competitividade provocada pelos resíduos tributários, custos financeiros e aumento dos custos de matérias primas para produção de aço.

O Instituto Aço Brasil prevê que a produção brasileira de aço bruto encerre o ano com um crescimento de 3,8% em relação a 2016, totalizando 32,5 milhões de toneladas. Já as vendas internas de produtos siderúrgicos devem ter queda de 1,3%, chegando a 16,3 milhões de toneladas, patamar similar ao de 2005. O consumo aparente de aço no País deve ser de 18,4 milhões de toneladas, o que representa acréscimo de 1,1% em comparação com o ano passado. Caso as previsões sejam confirmadas, serão mantidos os resultados de uma década atrás.

O fraco desempenho do mercado interno leva à conclusão de que o aumento das exportações é a única saída no curto prazo para evitar o agravamento da situação da indústria de aço no país. No entanto, para alavancar o nível das exportações é preciso equalizar minimamente a competitividade das empresas brasileiras com seus concorrentes de outros países. Para tal, o governo precisa restituir os tributos não recuperáveis embutidos nos produtos destinados à exportação através do mecanismo do REINTEGRA, elevando a alíquota dos atuais 2% para 5%.

Outra questão importante é a atuação do setor em conjunto com o governo brasileiro visando evitar restrições ao aço brasileiro diante da ofensiva dos Estados Unidos em impor tarifas à entrada do aço naquele país sob alegação de segurança nacional, com base na Seção 232 do Código de Comércio Americano.

Cabe destacar ainda que o aumento das exportações é a solução não só para a indústria brasileira do aço, mas também para a indústria de transformação de forma geral. As exportações podem contribuir de forma decisiva para a retomada rápida e sustentada do crescimento econômico do País.

Os dados consolidados do primeiro semestre de 2017 do setor do aço no Brasil estão publicados emwww.acobrasil.org.br/site2015/estatisticas.asp.

 

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zfA ZF define o futuro da mobilidade e trabalha para que a próxima geração de veículos tenha a capacidade de Ver, Pensar e Agir. Por meio de novas parcerias e com amplos conhecimentos técnicos próprios, a empresa desenvolve avançadas funções automatizadas e busca fornecer níveis mais altos de condução autônoma no futuro. “Considerando apenas o ano passado, a ZF assumiu uma participação de 40% na Ibeo, desenvolvedora de tecnologia LIDAR, e anunciou sua colaboração com a Nvidia para lançar no mercado o ProAI, a primeira unidade de controle eletrônico do mundo com inteligência artificial. Além disso, adquiriu uma cota de 45% na Astyx, fabricante de radares de ultra alta frequência, e, mais recentemente, firmou parceria com a Faurecia, especializada em interiores de veículos, para produzir o cockpit do futuro com ênfase na segurança”, afirma o Dr. Stefan Sommer, CEO da ZF.

Além disso, as equipes de pré-engenharia da ZF estão projetando radares de alta resolução e buscando formas de combiná-los com a tecnologia de laser para obter uma representação tridimensional do entorno do veículo. Isso melhorará as capacidades que já estão em desenvolvimento para imagens panorâmicas de 360° ao redor do automóvel, como a combinação da câmera de três lentes Tri-Cam com o radar AC2000 para visão frontal e lateral.

Um dos atuais focos está no desenvolvimento de funções automatizadas do nível 2 e 3. Como exemplo, a ZF continua a aperfeiçoar e a ampliar seu sistema de direção assistida em rodovias (Highway Driving Assist) incluindo novas funcionalidades, como a ajuda automatizada para deixar a pista. Com esse recurso, os motoristas escolhem a faixa pela qual pretendem sair da rodovia, e a função faz automaticamente a mudança de faixa de rodagem em direção à saída.

Esse programa pode ser utilizado juntamente com dispositivos de mapeamento de GPS. O usuário pode pressionar um botão presente na tela sensível ao toque para indicar a faixa de sua preferência para deixar a pista – o sistema é capaz de avaliar a manobra e realizá-la.

“A automatização precisa estar diretamente atrelada à segurança, pois as pessoas só vão optar pelos meios de transporte nos quais confiam e se sentem totalmente seguras. Por isso, estamos trilhando um caminho que oferece um equilíbrio entre o avanço de novas tecnologias e sistemas comprovados na prática em rodovias. Vamos trabalhar para melhorar, testar e validar inovações que beneficiarão os envolvidos no trânsito e os usuários de várias formas de mobilidade e aplicações industriais”, conclui Dr. Sommer.

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Multinacional alemã de sistemas de segurança para máquinas industriais, a Schmersal realiza o trhemrsaleinamento gratuito sobre Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR 12) nos dias 18 e 20 de julho, das 8h às 18h, na Feira de Santana (BA) e em Aracaju (SE), respectivamente.

Promovido pela Academia Schmersal – que capacita profissionais ligados à segurança industrial para atender as especificações técnicas exigidas pela NR 12 – o treinamento é destinado a engenheiros eletricistas, engenheiros de segurança do trabalho e de manutenção, técnicos de segurança do trabalho, técnicos com formação em eletrotécnica entre outros profissionais que atuam na área de segurança industrial.

Com duração de oito horas, o treinamento fornece todo o material para participação, como apostilas, catálogos, caneta e certificado. Inscrições e mais informações sobre este e outros treinamentos podem ser obtidas pelo sitehttp://tecnicum.schmersal.com.br.

Serviço

Treinamento Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR 12)

Dia 18 de julho, das 8h às 18h

Hotel Atmosfera

Rua São Domingos, 588, Santa Mônica, Feira de Santana, Bahia

Dia 20 de julho, das 8h às 18h

Aquarios Praia Hotel

Avenida Santos Dumont, 1378, Praia de Atalaia, Aracaju, Sergipe

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azkonobelDez startups de diversos países verão suas ideias de química mais sustentável um passo mais perto de se tornarem realidade após terem sido anunciadas vencedoras do “Imagine Chemistry – AkzoNobel Chemicals Startup Challenge”. A iniciativa da multinacional holandesa, lançada no início deste ano, visa ajudar a resolver desafios relacionados à química em categorias que vão desde a revolução da reciclagem de plásticos até o desenvolvimento de plantas químicas que não desperdiçam água.

Mais de 200 empresas e profissionais apresentaram ideias para o concurso e os vencedores foram selecionados a partir de um grupo de 20 finalistas em um evento que durou três dias e foi realizado no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel em Deventer, no início de junho. Durante o evento, mais de 90 especialistas da AkzoNobel e de organizações parceiras, incluindo a KPMG e a Lux Research, trabalharam com as startups para desenvolverem as ideias delas e definirem rotas para chegarem ao mercado.

Três vencedores gerais (lista abaixo) assinaram acordos de desenvolvimento em parceria com o negócio de Specialty Chemicals da AkzoNobel, que ajudará a levar essas ideias para o mercado.

Jeremy Minty e Andrew Hertig, da startup Ecovia Renewables, com sede nos Estados Unidos, foram premiados pelo projeto de tecnologia de fermentação para produzir ácido poliglutâmico, que pode ser usado para deixar produtos de higiene pessoal mais espessos, entre outros usos.

Outra startup norte-americana, a Industrial Microbes – representada por Noah Helman –  desenvolveu uma solução para usar microrganismos geneticamente modificados e assim transformar CO2 e gás natural em blocos de construção químicos-chave, como o óxido de etileno.

Charles Sanderson e Jeremy Austin, da Renmatix, também com sede nos Estados Unidos, foram reconhecidos pela tecnologia que usa água pressurizada para quebrar a biomassa de plantas e transformá-las em produtos celulósicos que podem ser aplicados em uma ampla variedade de aplicações.

“Com tantos projetos fantásticos e promissores, foi muito difícil escolher os vencedores”, disse Peter Nieuwenhuizen, diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel Specialty Chemicals (foto ao lado). “Contudo, acreditamos que essas inovações têm um grande potencial para atender às demandas dos nossos clientes e também contribuir para um mundo mais seguro e sustentável. Estamos ansiosos para começarmos os trabalhos com as startups vencedoras e transformar essas ideias em realidade comercial com um verdadeiro impacto global”.

Além das três vencedoras gerais, mais sete startups (lista abaixo) também receberam prêmios.  Esses prêmios incluem uma consultoria especializada e vários meses de suporte no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel, em Deventer, na Holanda. A empresa disponibilizará as instalações de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação) para as startups e lhes dará acesso a recursos de pesquisa e testes normalmente utilizados em larga escala industrial.

Acordo de pesquisa em conjunto com a AkzoNobel:

Ufraction8 (Reino Unido) – Brian Miller e Monika Tomecka: remoção de água de reator pós-biológico escalável e de baixo custo.

Voucher de aluguel de infraestrutura do Centro de Inovação Aberta de Deventer

InOpSys (Bélgica) – Steven de Laet e Gertjan de Jong: tratamento de água residual o próprio site

Serviços de consultoria da Icos Capital e KPMG

Filligrade (Holada) – Wim Nijhof e Johan Kerver: marca d’água interativa para plásticos.

Serviços de consultoria da LuxResearch

Logos Technologies – Dan Derr (EUA): biossurfactantes naturais provenientes de fermentação.

Suporte da AkzoNobel para pesquisas químicas

Cadel Deinking (Espanha) – Adriana Pineda: tecnologia à base de água para reciclagem de plásticos

MISQ (Holanda) – Gertjan de Jong: uso da grama Miscanthus como fonte sustentável de celulose

Universidade da Califórnia (EUA) – Mark Mascal: alternativa verde à polpa de madeira

Ao comentar sobre os vencedores, Thierry Vanlancker, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel e responsável por Specialty Chemicals, disse: “Parcerias com startups e com empresas que têm a mesma mentalidade que a nossa são parte fundamental da nossa abordagem e estratégia de inovação para acelerarmos o crescimento. Essas ideias provam que há um enorme universo de inovações que ainda podem revolucionar uma indústria que muitos consideram madura. Juntos, podemos tornar a indústria mais sustentável e realizar as soluções do futuro”.

Organizado em parceria com a KPMG, o projeto Imagine Chemistry faz parte de uma série de atividades da AkzoNobel que visa focar ainda mais em inovação aberta e formar vínculos com startups, para assim identificar novas oportunidades de crescimento. Após o sucesso da primeira edição, o Imagine Chemistry será lançado novamente em 2018. Nessa oportunidade, serão usadas as instalações de pesquisa da empresa localizada em Gotemburgo, na Suécia.

 

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eskoA Esko uma das líderes globais no fornecimento de soluções integradas para a indústria de embalagens, anunciou uma estratégia abrangente para auxiliar as empresas a adequarem suas embalagens às novas regulamentações sobre rotulagem nutricional. “Vemos alterações significativas nas legislações sendo introduzidas por diversos governos em todo o mundo a fim de educar o consumidor sobre o produto via embalagem”, explica Philippe Adam, Vice Presidente de Marketing Global da Esko. “Para as indústrias de alimentos e bebidas, bem como para as farmacêuticas e nutracêuticas, isto significa manter-se atento às várias regulamentações e adaptar sua embalagem e processos adequadamente. Com soluções customizadas e softwares inteligentes, podemos ajudar.”

O anúncio da Esko vai de encontro à declaração da Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, sobre a introdução de um rótulo modernizado para a “Tabela Nutricional” para alimentos embalados, que entrará em vigor em julho de 2018. O Departamento de Agricultura dos EUA propôs a atualização das informações nutricionais para carnes e aves. Os governantes de outros países já estão avaliando regras similares para comunicar a tabela nutricional na embalagem; estas mudanças já foram anunciadas no Canadá e na França e, em breve, outros países seguirão.

Soluções para acabar com o problema

Dependendo das necessidades de cada empresa e do canal de comercialização do produto, a Esko pode indicar três soluções. A Solução 1 começa com o brand owner, a Solução 2 com a agência de criação da arte e a Solução 3 passa pela completa integração do sistema. Cada organização pode escolher a solução mais adequada à sua situação e confiar que o processo de produção do rótulo com a tabela nutricional será otimizado, unificando as informações. Informações detalhadas sobre cada solução podem ser encontradas em Esko’s white paper on regulatory compliance process and technology.

A Esko também está lançando um dispositivo único que extrai as informações nutricionais dos arquivos de embalagem existentes (AI ou arquivos PDF) e as converte em um canal de informação a ser usado em qualquer arte, automatizando a criação. Espera-se que esta solução reduza o tempo dos trabalhos em até 70% para os clientes que têm que adaptar os rótulos com tabelas nutricionais às novas regulamentações da FDA.

“É importante que as empresas se antecipem a todas as novas regulamentações e estejam confiantes que cada SKU produzido terá uma embalagem adequada”, explica Adam. “A Esko continuará a dar suporte aos clientes com novostemplates nos quais as informações nutricionais e relativas aos ingredientes possam ser colocadas automaticamente. Com estas soluções, as novas regulamentações podem tornar-se um padrão diário do negócio e não algo excepcional que ameace o bom andamento da empresa.”

 

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ICIO setor industrial brasileiro apresentou, em março, o seu maior ICI (Índice de Confiança da Indústria) desde maio de de 2014, depois da terceira alta consecutiva, chegando a 90,7 pontos. “A alta de março consolida a tendência de recuperação e parece retratar um setor em fase de transição no ciclo econômico. Temos boas notícias como o expressivo espalhamento setorial da alta e a melhora das expectativas”, afirmou o superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE, Aloisio Campelo Júnior.

O aumento do ICI atingiu 17 de 19 segmentos industriais, entre eles o de alimentos, vestuário, celulose, química, farmacêutica, metalurgia, máquinas e equipamentos e veículos automotores. “Com mais confiança e sinais consistentes de melhora da economia, investir em tecnologia para processos industriais pode trazer vantagem competitiva às empresas que apostam no aumento da eficiência produtiva para ganhar posições no mercado e se recuperar após o período de crise”, disse o diretor de operações Latino-americanas da OMEGA Engineering, Antonio José Vergara Gomes.

A medição e o controle de processos traz benefícios em diferentes aspectos fabris como economia de energia e de matérias-primas, redução de custos de operação, alcance de níveis de segurança elevados, concordância com padrões de qualidade, além de proporcionarem monitoramento e coleta de dados que são fundamentais para a tomada de decisões.

“A OMEGA™ vem apostando em soluções sem fio (wireless) para medição e transmissão de dados, dentro do conceito de IIoT (Internet Industrial das Coisas) visando o aumento na eficiência”, comenta Antonio. A empresa disponibiliza um portfólio muito abrangente e que engloba diversos produtos com tecnologia de ponta, entre eles estão sensores e sondas, transdutores e transmissores até receptores e registradores de dados.

Situação atual e expectativa

A cenário mais confiante do setor produtivo também está revelado em outros índices da FGV. A melhoria da confiança dos industriais espalhou-se por todos os indicadores como, por exemplo, o IE (Índice de Expectativa) e o ISA (Índice de Situação Atual). O principal fator a alta do IE foi a perspectiva de evolução da produção. Atingindo 93,3 pontos em março, o indicador aponta uma proporção maior de empresas prevendo aumentar a produção nos três meses seguintes.

A melhoria ocorreu na percepção dos gestores com a situação atual. O ISA mostrou aumento da parcela de empresas que avaliam o nível de estoques atual como insuficiente e, portanto, dispostas a elevar a produção.

 

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sunnyvaleA Sunnyvale anuncia a chegada do executivo Alessandro Paixão para comandar as áreas de vendas das divisões de equipamentos para embalagens e inspeção. Estas áreas são consideradas estratégicas no planejamento da companhia de se consolidar como fornecedora de soluções completas para final de linha para as indústrias, já que também atua com soluções de codificação industrial e paletização. A companhia representa as principais marcas internacionais em equipamentos e tecnologia de ponta para indústrias, tais como Sesotec, Anritsu, Digi, Fuji, Domino, Foxjet, entre outras.

Alessandro Paixão passou boa parte de sua carreira profissional atuando na área comercial de empresas nacionais e multinacionais com foco em automação industrial. A última experiência foi em grande empresa nacional do segmento de Papel e Celulose, onde respondia pela área de embalagens terciárias de papelão. O executivo tem formação em Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior e MBA em Gestão Empresarial pela FGV.

 

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_MG_0250A considerar as declarações das autoridades presentes na solenidade de abertura da FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, nesta segunda-feira, 3 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo, o momento para o setor é de retomada do crescimento depois de um período de resultados ruins na economia. “O pior já passou”, resumiu o presidente da ABIPLAST(Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho. A solenidade de abertura

Segundo o presidente da entidade, a melhor maneira de se enfrentar as dificuldades é aumentar a produtividade e passar a ser mais competitivo, condições que a indústria do plástico possui dada às características inerentes de sua cadeia, como inovação e presença em inúmeros setores da economia. “Nossa indústria está presente desde a seringa do posto de saúde até o avião”, lembrou Roriz. Na mesma linha, o vice-presidente do SIRESP (Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas), Edison Terra Filho, afirmou que é justamente por conta das várias inovações proporcionadas pelo plástico que o setor “segue trabalhando e cuidando da produtividade”.

Um bom sinal de que a FEIPLASTIC pode ser o termômetro dessa recuperação evidenciou-se na informação do presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Fernando Fischer, ao destacar que o pré-credenciamento de visitantes está 30% maior no número de visitantes no primeiro dia do evento, em comparação ao mesmo período da última edição.

Outro sinal de que o setor tem boas condições de recuperação está nos investimentos oficiais realizados. A diretora da área de Indústria e Serviços e de Indústrias de Base do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Claudia Prates, que representou o governo federal na abertura da FEIPLASTIC, disse que o banco investiu nos últimos anos cerca de R$ 11 bilhões no setor. As pequenas e médias empresas, de acordo com ela, têm sido o foco do BNDES no que se refere às facilidades de crédito. Claudia destacou o aporte de R$ 300 milhões feito pelo banco nesta área, do aumento do limite para R$ 2 milhões no Cartão BNDES (para financiar a compra de materiais e serviços) e outros benefícios presentes para capital de giro, além do Fundo Garantidor de Investimento, para concessão de garantia em operações indiretas a empresas de menor porte.

O representante do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o secretário de Energia e Mineração, João Carlos de Souza Meirelles, afirmou que o país vem passando por intensas transformações e salientou as mudanças importantes que acontecem nos setores químico, petroquímico e plástico. Meirelles ressaltou o trabalho da Braskem no desenvolvimento de materiais plásticos originados da cana-de-açúcar, cuja produção já está em 200 mil toneladas. Ele também convidou o setor a aderir ao programa do governo do estado para uma usina de transformação de lixo, no âmbito dos processos de reciclagem já realizadas por várias empresas. Segundo o secretário, um dos principais produtos dessa transformação será o aquecimento de fornos para a indústria de cimento.

Ciente de que o período crítico da indústria ficou para trás, a ADIRPLAST(Associação Brasileira de Resinas Plásticas e Afins) está empenhada em implementar três pontos fundamentais para o desenvolvimento do setor, de acordo com o seu presidente Laércio Gonçalves. O primeiro deles é em relação à tributação, a fim de equalizar as grandes diferenças do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) entre os estados. Outro ponto, segundo Gonçalves, diz respeito à inadimplência, buscando uma nova cultura de gestão financeira para o setor, e, finalmente, a sustentabilidade, que é enaltecer a importância dos produtos plásticos na vida moderna.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, o diálogo e a interação entre os atores do setor do plástico é o caminho mais seguro para a retomada do crescimento. “E a FEIPLASTIC é o local indicado para isso”, disse. Mendes afirmou que a recuperação “saudável” do setor terá de ser feita com o incentivo à indústria de bens de consumo, sem cometer os erros do passado, que privilegiou o “consumo desenfreado” e desconsiderou os investimentos na produção.

 

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cniA indústria operou, em média, com 77,3% da capacidade instalada em fevereiro, na série livre de influências sazonais. Com o recuo de 0,4 ponto percentual na comparação com janeiro, o indicador interrompe a trajetória de três meses sem queda, depois de ter atingido o menor patamar da série histórica, de 76,1% em outubro do ano passado. As informações são da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira, 3 de abril.

Já o faturamento e o emprego tiveram alta de 0,4% em fevereiro frente a janeiro, de acordo com dados dessazonalizados. Apesar de o faturamento acumular crescimento de 1% no primeiro bimestre de 2017, o indicador cai 8,4% em relação ao primeiro bimestre de 2016. Já o emprego recua 4,3% na comparação.

Segundo o levantamento, nos últimos meses, os dados da indústria se mostraram ambíguos, em que crescimento de indicadores são sucedidos por acomodações ou quedas. No entanto, a pesquisa sinaliza que a longa e difícil trajetória de queda em todos os indicadores da indústria parece ter se encerrado. “Contudo, ainda não há uma recuperação forte e sustentada em curso”, destaca a CNI.

Tanto a massa salarial quanto o rendimento médio do trabalhador da indústria caíram 0,7% em fevereiro frente a janeiro, na série livre de influências sazonais. Foi a quinta queda consecutiva desses indicadores. Na comparação entre os primeiros bimestres de 2017 e 2016, a massa salarial diminuiu 6,2% e o rendimento médio recuo 2%.

 

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iatlTreinamento solicitado às empresas exportadoras de alimentos de baixa acidez e acidificados para o mercado dos Estados Unidos, o curso “Alimentos enlatados: princípios de controle do processo térmico, acidificação e avaliação do fechamento de recipientes” será promovido em Campinas, entre os dias 8 e 12 de maio. A realização é do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a única instituição na América do Sul autorizada oferecer a formação.

O objetivo é abordar os pontos críticos do processamento térmico de alimentos de baixa acidez e acidificados, que compreendem a base do sistema HACCP para a produção de alimentos seguros quanto à saúde pública. A programação (saiba mais aqui) conta com aulas obrigatórias e específicas. Após a apresentação de cada aula será efetuada uma prova (sem consulta e na forma de teste de múltipla escolha) para a avaliação do conhecimento adquirido.

O Ital pode ministrar as aulas deste curso porque faz parte de uma rede de instituições internacionais, conhecida como BPCS (Better Process Control Schools). As aulas são reconhecidas pelos mais importantes órgãos dos Estados Unidos na área: United States Department of Agriculture (USDA) e Food and Drug Administration (FDA).

A coordenação é de Michele Nehemy Berteli e Maria Isabel Berto. Até o dia 24 de abril, o investimento é de R$ 4.900 para o curso completo (8 a 12/5) ou R$ 3.900 para o curso parcial (8 a 11/5). Mais informações pelo telefone (19) 3743 1700 ou pelo e-mail eventos@ital.sp.gov.br. O Instituto fica na Avenida Brasil, 2880 – Campinas.

Para emissão do certificado, é exigido um coeficiente de acerto mínimo para aprovação (70%) nas aulas obrigatórias. As aulas específicas cursadas serão listadas no certificado se o aproveitamento mínimo de 70% for alcançado.

Programação:

08 a 11/maio:

• Introdução (Fundamentos sobre Alimentos Enlatados e Regulamentações Americanas – FDA/USDA)

•        Microbiologia de alimentos processados termicamente*

•        Princípios de alimentos acidificados*

•        Princípios de processo térmico*

•        Princípios de sanificação na indústria de alimentos*

•        Manuseio de recipientes de alimentos*

•        Registros e manutenção de registros*

•        Equipamento, instrumentação e operação em sistema de processo térmico*

•        Autoclaves fixa com sob pressão de vapor

•        Autoclaves fixa com sobre-pressão (spray, cascata, ar/vapor/inundada)

•        Processamento Asséptico;

•        Avaliação do fechamento de embalagens: recravadas metálicas e plásticas

•        Avaliação do fechamento de embalagens de vidro

•        Avaliação do fechamento de embalagens flexíveis e semirrígidas.

*Aulas Obrigatórias

12/maio:

•        Autoclave agitada descontínua

•        Autoclave agitada descontínua

•        Autoclave hidrostática.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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