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gustavokleinPor Gustavo Klein*

Proporcionar uma boa experiência para o cliente. O que isso significa na prática? Significa ter o cliente no centro da operação da sua empresa. Significa ter uma visão do todo que envolve seu segmento e conhecer bem seus clientes. É o tal olhar de fora para dentro: você observa, conversa e ouve seus clientes para então colocar em prática seu plano de ação. Afinal, ele é o protagonista da sua empresa, hoje e sempre, e não somente no Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro.
Mas experiência onde, em qual momento? Em todos os canais e momentos. A experiência do cliente começa no primeiro contato com a sua marca, antes mesmo dele efetivar a primeira compra, seja nas redes sociais, seja em seu site, seja no cafezinho que você oferece na sua loja física – ele não pode estar frio. Tudo deve ser pensando: o que eu quero transmitir e entregar ao meu público?
A relação com o cliente é construída dia a dia. São as suas ações que ficarão marcadas na memória dele e o fará indicar ou denegrir e desistir da sua marca. Segundo um estudo da Deloitte Digital, os clientes costumam comentar suas boas experiências com 9 pessoas. Mas, ao ter uma experiência ruim, este número aumenta para 16. O pior disso tudo é que, além de ir embora, ele pode fazer propaganda ruim sobre sua empresa.
Por isso é tão importante investir em relacionamento e, também, ter enraizado na sua equipe a importância do bom atendimento. Todos, sem exceção, são responsáveis pela experiência do cliente. Não é só o vendedor ou atendente do Suporte.
Facilitar a vida do cliente também faz parte de proporcionar uma boa experiência. A pandemia nos mostrou que a tecnologia é uma grande aliada das empresas e de seus clientes. No seu dia a dia, por exemplo, adotar a assinatura digital pode abrir portas para você contratar fornecedores com muito mais facilidade e rapidez. Você faz tudo on-line.
Já a assinatura eletrônica pode ser usada para protocolar o recebimento de mercadorias. Em vez do seu entregador pedir que o cliente assine um papel, ao receber o produto, ele pode simplesmente assinar na tela de um celular ou tirar uma selfie. Muito mais simples e rápido, não é? E ainda facilita o controle da sua empresa, porque tudo passar a ser digital.
Por fim, vamos recapitular: você e o seu time devem: (1) olhar para fora, para o cliente. (2) Trazer as necessidades dele para dentro – lembre-se de que ele é o protagonista. (3) Resolver as questões e sempre trabalhar em melhorias… E, claro, medir a eficácia das ações. Uma das ferramentas que pode te ajudar nesta empreitada é pesquisa NPS (Net Promoter Score). Você, inclusive, já deve ter sido questionado por alguma empresa: “De 0 a 10, qual a probabilidade de indicar nossa empresa ou produto?
A metodologia do NPS dá a direção para resolver problemas e proporcionar uma melhor experiência. Ela vai te indicar quem são seus clientes promotores, neutros e detratores. E aí cabe a você e ao seu time ouvir todos os respondentes, realizar as tratativas e fazer o seu negócio decolar.

*Gerente de Comunicação e Experiência do Cliente da CertiSign

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2simpleO mercado de startups não para de crescer no Brasil. De acordo um um levantamento da Associação Brasileira de Startups, o país tem hoje aproximadamente 13 mil empresas do tipo, o que representa um aumento de 207% desde 2015. Além disso, dados da plataforma Distrito mostram que de janeiro a julho de 2021 os investimentos já movimentaram US$622 milhões com 22 aportes. O cenário de adversidade causado pela pandemia proporcionou oportunidades de trabalho e deficiências de mercado a serem exploradas.

De acordo com Fernando Patara, cofundador da 2Simple, os países emergentes apresentam diversas problemáticas que abrem portas para soluções tecnológicas. “Uma ideia bem estruturada pode se transformar em um negócio de sucesso, em especial quando resolve um problema real, ou traz uma disrupção”, explica.

No último ano, a 2Simple auxiliou na captação de mais 10 milhões em investimentos em startups, o que mostra que esse tipo de empresa está em crescimento e chamando a atenção de investidores. Parte disso, vem da nova geração, que já vem mostrando um espírito realizador e como consequência essa cultura vem se fortalecendo no país. Diversos são os fatores que permitem esse cenário, como a facilidade de conectividade e os avanços da tecnologia.

“Hoje, o mercado brasileiro se tornou a cara das startups, e a tendência é que essas empresas cresçam cada vez mais, gerando mais investimentos no país, e mexendo com todo o ecossistema, já que também ajudam a gerar empregos. E vale dizer que essas oportunidades não são apenas na área de tecnologia, apesar de representar a maioria das vagas. As startups atuam em diversos segmentos e ajudam a movimentar muitos mercados”, pontua o executivo.

Renato reforça ainda a importância de uma rede de apoio especializada para que essas empresas consigam sobreviver de forma sustentável. Um levantamento do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral (FDC) apontou que cerca de 25% das startups fecham em menos de um ano. “Para que um negócio consiga se desenvolver, é preciso muito mais do que apenas uma boa ideia. Pensar em todo o ciclo e estratégia requer um conhecimento que, muitas vezes, um parceiro de confiança pode trazer com mais expertise”, finaliza.

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gasolinaCom o preço dos combustíveis nas alturas, com o litro da gasolina beirando os R$ 7, efeitos da valorização do petróleo no mercado mundial agravado pelas sucessivas quedas do real frente ao dólar, mais do que nunca as empresas precisam buscar soluções para manter seus negócios, enfrentar a concorrência do mercado, evitar desperdícios e otimizar gastos com insumos.

Para empresas frotistas, o custo com combustível vem se tornando cada vez mais relevante e a gestão eficiente de combustível surge cada vez mais como estratégica ao negócio, aumentando o desafio ao gestor de frota.

No custo de operação de frota em geral os mais relevantes são custo de manutenção e combustível, e no mundo da iniciativa privada a busca é sempre para reduzir ou pelo menos evitar aumento de custos e dar lucro para que a empresa sobreviva. Não existe outra opção a não ser a busca incansável pelo controle, diminuição de custos e aumento da eficiência em seus gastos, avaliar a viabilidade de ter posto interno da empresa ou posto delivery é uma maneira de utilizar-se de combustíveis de procedência e testados regularmente; ter preços negociados aproveitando do grande volume negociado pela operadora e definir metas e KPIs factíveis.

Assim, para as companhias que estocam combustível para atender a frota interna de veículos, a ValeCard, especializada em soluções de gestão de frotas e meios de pagamento, tornou-se a primeira empresa do mercado nacional a oferecer um sistema unificado de controle das bombas internas, desde a cotação até o controle da utilização, permitindo aos clientes a gestão completa de todo o processo.

Com o sistema oferecido pela ValeCard, todas as etapas – desde a compra, transporte até o controle de estoque – são realizadas por uma equipe própria da empresa e controladas pelo cliente, reduzindo custos e aumentando a segurança do sistema.

Por meio da plataforma da ValeCard, a empresa compra o volume de combustível desejado para carregar seus tanques e conta com ferramentas, incluindo cartões magnéticos individuais para cada usuário, para gerenciar os abastecimentos.

Somente de janeiro a novembro do ano passado, 44,1 milhões de litros de combustíveis foram comercializados, distribuídos, armazenados e abastecidos em veículos de frotas corporativas por meio da plataforma de bombas internas da ValeCard.

Por meio do novo produto, a ValeCard dá um passo à frente em relação aos competidores em um segmento que somente em 2018, último dado disponível do setor, faturou aproximadamente R$ 29 bilhões. O mercado potencial envolve todos os perfis de clientes que possuem tanques estacionários, principalmente aqueles que consomem diesel, como empresas de transporte público, transportadoras, grandes produtores rurais (abastecimento de colheitadeiras, tratores etc.), hospitais e shoppings (geradores), obras (guindastes), entre outros.

Vantagens da plataforma ValeCard 

A ValeCard oferece o serviço de bomba interna há quatro anos. Em 2020, o serviço foi incrementado com a criação de uma mesa interna de negociações, espécie de plataforma de comparação de preços para o abastecimento dos tanques, na qual os clientes têm a oportunidade de encontrar, entre as diversas ofertas disponíveis, a que melhor atende suas necessidades. Responsável por toda a intermediação, o sistema da ValeCard garante que as entregas e os prazos sejam cumpridos, com melhores condições de pagamento para os clientes.

O objetivo da ValeCard com o lançamento da plataforma é aumentar o poder de compras de pequenos clientes e oferecer oportunidades para os menores distribuidores, fortalecendo os empreendimentos de menor porte e incentivando o ingresso de novos players no segmento de distribuição.

Outras vantagens do sistema são a garantia de segurança das informações do cliente, centradas em um único sistema, bem como maior retaguarda financeira e melhores prazos para compra, uma vez que os negócios são intermmediados de forma centralizada pela ValeCard. Com todos os dados em uma única base, o cliente consegue ter uma visão 360° de todo volume gasto em abastecimento. Já para as distribuidoras, os ganhos incluem ampliação dos volumes vendidos, maior capilaridade das transações e obtenção de melhores valores nas negociações, além da redução de risco de crédito.

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image004Por Paulo Henrique Pichini*

A pandemia do COVID-19 mudou para sempre o modo de ser dos escritórios. Em 2018, segundo pesquisa da Harvard University, somente 3% dos profissionais norte-americanos trabalhavam em home office. No Brasil, em maio deste ano, estima-se que 43,4% da população estivesse em casa (dado da consultoria InLoco). Ainda é cedo para sabermos qual será o impacto da crise atual sobre os escritórios corporativos. O que é certo é que cada país está respondendo de uma maneira ao pós-crise. Pesquisa da Morgan Stanley mostra que, na Alemanha, 74% da força de trabalho voltou a frequentar os escritórios. Mas, desse total, somente 50% desloca-se até o escritório nos cinco dias da semana. O mesmo levantamento indica que, na França, 84% dos funcionários voltaram a suas mesas de trabalho. No caso dos britânicos, somente 40% realizaram esse retorno ao modelo anterior de trabalho. Nos EUA, onde a luta contra o COVID-19 continua feroz, as expectativas são de uma profunda transformação nos modelos de trabalho. Pesquisa da Global Workplace Analytics indica que, até o final de 2021, 30% dos profissionais norte-americanos atuarão a partir das casas dos funcionários.

 Índices como estes explicam o fato de que um andar de um edifício que, até fevereiro deste ano, seria ocupado por 500 funcionários de uma empresa, hoje acolha 1000 funcionários dessa mesma empresa. Essa realidade está impactando o mercado imobiliário global – somente nos EUA, segundo a consultoria JLL, os investimentos em imóveis comerciais caíram 37% em comparação com o primeiro semestre de 2019.

Antes da pandemia já contávamos com corporações inovadoras que investiam em Intelligent Workspaces, espaços projetados para potencializar a criatividade e a produtividade de seus colaboradores. O objetivo é oferecer aos usuários uma UX disruptiva e atraente, baseada na digitalização plena do espaço físico onde o trabalho é feito.

 No pós-pandemia, o Intelligent Workspace será, também, um espaço de proteção da saúde dos funcionários. É um mundo novo que já está sendo projetado e implementado. O uso intensivo de biometria/reconhecimento facial substitui o contato de um crachá ou de um dedo com um leitor digital. Até mesmo a abertura e o fechamento de portas passam a ser comandados por sensores que liberam o funcionário de qualquer contato com superfícies. Sensores bluetooth implementados nos smartphones dos profissionais serão capazes de emitir alertas quando uma pessoa estiver próxima demais de outra. E sofisticadas aplicações de video analytics irão analisar se, em algum ambiente, há pessoas sem máscara. Essa constatação gerará automaticamente bloqueios de acesso à Internet, infraestrutura de colaboração e apresentação etc., até que a proteção com a saúde de todos seja respeitada.

 Em paralelo à essa transformação, está acontecendo, também, a reconfiguração do ambiente de trabalho remoto. A meta é entregar aos usuários remotos a melhor UX, com a máxima colaboração e tudo o que é necessário para aumentar a produtividade dos times.

 As empresas que já avançaram para esse modelo aderiram ao Extended Intelligent Workspace.

 O Extended Intelligent Workspace depende de projetos customizados, desenhados de acordo com a lógica de negócios de cada empresa e com as demandas específicas de cada setor da empresa e cada funcionário. Se o Intelligent Workspace é um espaço corporativo sensorizado, o Extended Intelligent Workspace leva essa sensorização para a casa do funcionário.

 Os mais inovadores projetos de Extended Intelligent Workspace incluem recursos de AR (Augmented Reality) e VR (Virtual Reality) capazes de mergulhar o usuário remoto numa experiência 3D com plena sensação de presença. Um relatório da PwC realizado em 2019 mostra que, até 2030, 23,5 milhões de profissionais em todo o mundo usarão Apps de AR e VR para participar de treinamentos, reuniões de negócios ou atender seus clientes. Fazem parte desse contexto, ainda, tecnologias de colaboração como Microsoft Teams, Zoom Cloud Meetings, Google Meet e Cisco Webex. Essas plataformas tinham, em junho, em todo o mundo, mais de 300 milhões de usuários (dados da Statista). Segundo pesquisa da Trustradius, houve um crescimento de 400% no uso dessas plataformas desde o início deste ano.

 Por trás dos Apps utilizados pelo trabalhador remoto há outro elemento essencial do Extended Intelligent Workspace: a infraestrutura digital implementada no ponto remoto. Isso inclui a oferta de redes redundantes com fartura de banda, dispositivos de rede e de uso pessoal (PCs e notebooks), e soluções de segurança para garantir que o acesso remoto seja tão protegido como o acesso que acontecia, antes do COVID-19, dentro do perímetro corporativo. Todo esse aparato tem de ser gerenciado remotamente, de modo a oferecer suporte 24×7 aos funcionários que trabalham em casa.

 Nada disso, porém, produzirá os resultados esperados se não houver ações de integração e treinamento sendo continuamente oferecidas ao profissional em home office. As empresas que não realizarem essas ações correm o risco de inserir o trabalhador remoto num silo onde todo tipo de troca e interação poderá ser prejudicado.

 Em alguns casos, é recomendável que a empresa usuária crie um novo cargo – o digital workspace manager.

 Mais do que um técnico, esse profissional tem de ter empatia pela realidade enfrentada pelo trabalhador remoto. Seu papel é antecipar frustrações e dificuldades e ajudar esse profissional a navegar o mundo do autosserviço com mais tranquilidade. Segundo pesquisa da S&P Global Ratings (Standard & Poor) realizada em junho deste ano, organizações que contam com profissionais satisfeitos e engajados são 21% mais lucrativas do que seus concorrentes. No mundo pós-pandemia, esse resultado passa por entregar, na casa do usuário, serviços digitais que, antes, só eram encontrados nas sedes das grandes corporações.

 Está surgindo um novo mundo em que o Intelligent Workspace e o Extended Intelligence Workspace se completam de forma harmoniosa, oferecendo ao profissional exatamente a mesma experiência quer ele esteja na sede da sua empresa, quer trabalhe na sala da sua casa. Essa realidade está apenas começando a produzir frutos. Nos próximos anos, haverá uma clara diferenciação entre as empresas que suportam os processos de seus colaboradores em todos os lugares e todos os momentos, e as empresas que seguem apegadas a modelos rígidos e sem fluidez.

CEO & President da Go2neXt Digital Innovation*

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eskoO caráter inovador e o desejo de estar sempre à frente em tecnologia, levaram a alemã Stichnothe Druckformen GmbH a investir na solução combinada da Esko de gravação e exposição de chapas flexográficas CDI Crystal 5080 XPS. Como uma das líderes em impressão flexo na Alemanha, a Stichnothe espera expandir sua capacidade produtiva ao integrar a gravação de chapas com a exposição, em um único processo. Os dois dispositivos – a gravadora de chapas CDI Crystal 5080 e a expositora UV XPS Crystal 5080 – foram instalados no início de 2018.

 “Devemos parte de nosso sucesso ao compromisso de investir no estado da arte em tecnologia,” explica Dennis Melching, diretor da Stichnothe Druckformen. “Isto ajuda a manter baixos níveis de tolerância em todo o processo de produção. Com a Esko, que é lider em gravação e exposição de chapas flexo, a escolha da CDI Crystal 5080 XPS foi fácil. Mas um fator decisivo foi a solução Esko ser um sistema aberto, ou seja, que permite trabalhar com uma grande variedade de chapas diferentes.”

A Stichnothe está familiarizada com os dispositivos e softwares da Esko há alguns anos. Além da solução CDI Spark, a empresa também utiliza duas mesas de corte Kongsberg: uma totalmente automática e outra manual. “Aplicamos o gerenciamento profissional de cores, sistemas de prova líderes de mercado, e os mais recentes softwares para aplicações direct-to-plate e impressão flexo especial. Isto garante que quando chegamos ao estágio de revisão, antes do início da produção das chapas, tudo está pronto para iniciar a impressão perfeita,” completa Melching. Com a nova solução combinada da Esko, a Stichnothe espera fortalecer sua presença no segmento de flexografia de alta qualidade, especialmente para embalagens flexíveis. Bons resultados na etapa de produção da chapa garantem uma boa superfície para microcélulas e pontos planos.

Qualidade e eficiência melhoradas na flexo

A solução combinada CDI Crystal 5080 XPS requer 50% menos operações manuais quando comparada a outras tecnologias. Além disso, ela reduz muito o tempo necessário para produzir a chapa. Um dos fatores chave, e que garante a estabilidade da chapa, é a rápida exposição UV, que transfere as linhas mais finas e pequenas para a chapa. A combinação da XPS e da CDI automatiza o processo, reduzindo de cinco operações manuais para apenas uma. Em 2017, a inovadora tecnologia Crystal da Esko foi vencedora do Prêmio de Inovação para Pré-Impressão da Flexographic Technical Association (FTA) e do Prêmio de Tecnologia InterTech™, da Printing Industries of America (PIA). A tecnologia também ganhou o Prêmio Red Dot para Design de Produto 2017, concedido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen.

 

 

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bemisA Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, participa da Fispal Tecnologia, feira internacional voltada para a indústria de alimentos e bebidas. A feira acontece até o dia 30 de junho, das 13h às 20h, no São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes (Km 1,5).

Durante o evento será possível encontrar embalagens flexíveis e rígidas da Bemis nos estandes da Multivac, Ulma, Selovac e Ishida. No dia 29/6 (5ª feira), às 17h20, a Bemis participa de um debate do Circuito ABRE de Palestras, da Associação Brasileira de Embalagens.

Com o tema “Inovações para embalar um mundo melhor”, os executivos da empresa Jonathas Santos, Karla Barrios e Manuella Castro vão mostrar de que forma soluções tecnológicas como os filmes “paper like” (efeito tátil), “skin com base impressa” e “tampa para bandeja pré-formada”, desenvolvidos pela Bemis, podem ser atrativos e práticos para o consumidor.

É possível fazer o pré-credenciamento do evento pelo site: https://www.fispaltecnologia.com.br/pt/credenciamento.html.

Participação da Bemis na Fispal
27 a 30 de junho de 2017 – das 13h às 20h
Estande da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem): Rua J, 107
São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
São Paulo – SP

 

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congrafA Congraf Embalagens realizou um novo investimento para aprimorar ainda mais a qualidade de seus produtos e serviços. A empresa acaba de adicionar ao seu parque gráfico um novo equipamento para aplicação de hot-stamping.

 Trata-se de uma Brausse 1050 FCI, fabricada pela Shangai Eternal Machinery, empresa pertencente ao grupo Bobst. “A Congraf segue investindo na qualidade de seus produtos, mesmo em um momento de incertezas políticas e econômicas”, destaca Sidney A. Victor Júnior, diretor industrial da Congraf.

 De acordo com a empresa, o investimento visa aprimorar a produção de embalagens com maior valor agregado. “Com este novo equipamento, teremos possibilidade de atender com mais agilidade nossos clientes e também teremos mais opções de aplicação de hot-stamping no desenvolvimento dos nossos produtos, especialmente no segmento de embalagens Premium”, explica o diretor industrial da Congraf.

 A fabricante de embalagens informou ainda que a Brausse 1050 FCI é moderna e dotada de tecnologias de acerto rápido. Além disso, sua capacidade de produção pode alcançar até 10 mil folhas por hora. “O novo equipamento nos dá a possibilidade de ajustar a montagem para aplicar a fita do hot-stamping com maior número de rolos e melhorar o custo de produção”, explica. “Certamente, ganharemos velocidade e um tempo precioso em nossa linha de produção”, explica.

 O investimento no novo equipamento de hot-stamping reflete a preocupação da Congraf em proporcionar inovação e produção diferenciada aos seus clientes. “Ampliamos nossa capacidade de produção e agora poderemos oferecer um preço mais competitivo na produção de embalagens Premium, para que nossos clientes possam contar com embalagens que se destaquem no ponto de venda”, conclui Sidney A. Victor Júnior.

 Por fim, a Congraf informou que o novo equipamento já está integrado ao seu fluxo de produção e em operação.

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bebidas blog

Segundo o último estudo da GfK sobre a declaração de consumo do consumidor em supermercados nos últimos 5 anos, enquanto o consumo de todas as bebidas não alcoólicas subiu, apenas a categoria dos refrigerantes caiu, sinalizando uma tendência na direção da busca por uma alimentação mais saudável. Em sentido oposto, reforçando ainda mais essa tendência, quem mais se beneficiou deste crescimento foram as categorias das bebidas energéticas, dos chás gelados e dos yogurts/smoothies.

* % de consumidores com mais de 15 anos que bebem bebidas sem álcool semanalmente ou com mais frequência

 

 

 

 

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transformação digitalDe acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 2015, entre as 20 melhores cidades para morar no Brasil, nove estão no Interior de São Paulo. E, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego do ano passado, das 30 cidades geradoras de trabalho, 29 eram cidades do interior do Estado.

Outra região próspera é a de Minas Gerais. Atualmente o mercado mineiro de TI tem cerca de 5 mil empresas, com faturamento anual de R$ 2,3 bilhões, gerando cerca de 33 mil empregos diretos. Destas, 70% estão em Belo Horizonte e região metropolitana.

Entre os motivadores dessa expansão, está a Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais que, em 2015, lançou o programa MGTI 2022 com o objetivo de colocar Minas Gerais em destaque nacional e internacional na área de TI. A forte demanda por tecnologia nessa região atraiu grandes empresas, como, por exemplo, o Google (que montou um centro de Pesquisa e Desenvolvimento em BH e é o único da América Latina), a SAP, a Microsoft, entre outros.

“Após um detalhado levantamento, identificamos que as regiões que mais demandam soluções de transformação digital são o Interior de São Paulo e a área metropolitana de Belo Horizonte, em MG”, explica Alexandre Amaral, Diretor Regional de Vendas da 2S Inovações Tecnológicas.

O executivo é o responsável pelas três novas filiais da 2S, localizadas em Campinas, Vale do Paraíba e Belo Horizonte. “A meta é que essas operações representem 35% do faturamento da empresa até dezembro deste ano”, revela Amaral.

Entre os diferenciais da 2S para as empresas dessas três regiões o destaque é seu leque de serviços altamente qualificados Cisco no modelo As a Service, onde o cliente não precisa desembolsar nada em infraestrutura para colocar, em pouco tempo, um novo projeto em produção.

A 2S oferece todos os seus serviços como As a Service: monitoramento por meio do Network Operations Center 24×7 com interoperabilidade, gerenciamento remoto níveis 2 e 3 com acionamentos ilimitados, gestão on site com cobertura nacional e SLAs agressivos, infraestrutura que pode ser 100% As a Service (caso o cliente não queira imobilizar os equipamentos por exemplo), aliados ao baixo custo operacional e gerenciamento escalável, com atendimento e manutenção proativos.

“Em transformação digital vamos levar para as áreas de negócios soluções de TI que atendem às necessidades da indústria 4.0, colaboração, modernização de fábricas, logística e mineração, entre outras”, afirma o Diretor.

Ainda neste semestre a 2S anunciará mais uma filial para atender outra região do país que carece de parceiros com a sua expertise.

 

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bemisCom o objetivo de otimizar a produtividade de embalagens flexíveis, a Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, adquiriu uma impressora flexográfica europeia no valor de R$ 12 milhões, para a unidade de Londrina, no Paraná.

O equipamento está em operação desde o início de 2017 e já aumentou a capacidade produtividade da companhia na área de impressões em flexografia. Além de oferecer alta qualidade, quase comparada com impressões em rotogravura, também possibilita maior flexibilidade para os clientes da carteira e novos, devido a capacidade de imprimir em até 10 cores.

A nova impressora também realiza set ups muito mais rápidos, gerando ganhos em produtividade. “Este investimento ampliou nossa capacidade na produção de embalagens flexíveis para os mercados de proteínas e pet food, com incremento substancial em qualidade, flexibilidade e rapidez. Hoje entregamos nossos pedidos na metade do tempo que realizávamos antes desta impressora entrar em operação”, afirma Marcus Correa, gerente de Marketing para Produtos de Consumo.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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