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gustavokleinPor Gustavo Klein*

Proporcionar uma boa experiência para o cliente. O que isso significa na prática? Significa ter o cliente no centro da operação da sua empresa. Significa ter uma visão do todo que envolve seu segmento e conhecer bem seus clientes. É o tal olhar de fora para dentro: você observa, conversa e ouve seus clientes para então colocar em prática seu plano de ação. Afinal, ele é o protagonista da sua empresa, hoje e sempre, e não somente no Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro.
Mas experiência onde, em qual momento? Em todos os canais e momentos. A experiência do cliente começa no primeiro contato com a sua marca, antes mesmo dele efetivar a primeira compra, seja nas redes sociais, seja em seu site, seja no cafezinho que você oferece na sua loja física – ele não pode estar frio. Tudo deve ser pensando: o que eu quero transmitir e entregar ao meu público?
A relação com o cliente é construída dia a dia. São as suas ações que ficarão marcadas na memória dele e o fará indicar ou denegrir e desistir da sua marca. Segundo um estudo da Deloitte Digital, os clientes costumam comentar suas boas experiências com 9 pessoas. Mas, ao ter uma experiência ruim, este número aumenta para 16. O pior disso tudo é que, além de ir embora, ele pode fazer propaganda ruim sobre sua empresa.
Por isso é tão importante investir em relacionamento e, também, ter enraizado na sua equipe a importância do bom atendimento. Todos, sem exceção, são responsáveis pela experiência do cliente. Não é só o vendedor ou atendente do Suporte.
Facilitar a vida do cliente também faz parte de proporcionar uma boa experiência. A pandemia nos mostrou que a tecnologia é uma grande aliada das empresas e de seus clientes. No seu dia a dia, por exemplo, adotar a assinatura digital pode abrir portas para você contratar fornecedores com muito mais facilidade e rapidez. Você faz tudo on-line.
Já a assinatura eletrônica pode ser usada para protocolar o recebimento de mercadorias. Em vez do seu entregador pedir que o cliente assine um papel, ao receber o produto, ele pode simplesmente assinar na tela de um celular ou tirar uma selfie. Muito mais simples e rápido, não é? E ainda facilita o controle da sua empresa, porque tudo passar a ser digital.
Por fim, vamos recapitular: você e o seu time devem: (1) olhar para fora, para o cliente. (2) Trazer as necessidades dele para dentro – lembre-se de que ele é o protagonista. (3) Resolver as questões e sempre trabalhar em melhorias… E, claro, medir a eficácia das ações. Uma das ferramentas que pode te ajudar nesta empreitada é pesquisa NPS (Net Promoter Score). Você, inclusive, já deve ter sido questionado por alguma empresa: “De 0 a 10, qual a probabilidade de indicar nossa empresa ou produto?
A metodologia do NPS dá a direção para resolver problemas e proporcionar uma melhor experiência. Ela vai te indicar quem são seus clientes promotores, neutros e detratores. E aí cabe a você e ao seu time ouvir todos os respondentes, realizar as tratativas e fazer o seu negócio decolar.

*Gerente de Comunicação e Experiência do Cliente da CertiSign

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2simpleO mercado de startups não para de crescer no Brasil. De acordo um um levantamento da Associação Brasileira de Startups, o país tem hoje aproximadamente 13 mil empresas do tipo, o que representa um aumento de 207% desde 2015. Além disso, dados da plataforma Distrito mostram que de janeiro a julho de 2021 os investimentos já movimentaram US$622 milhões com 22 aportes. O cenário de adversidade causado pela pandemia proporcionou oportunidades de trabalho e deficiências de mercado a serem exploradas.

De acordo com Fernando Patara, cofundador da 2Simple, os países emergentes apresentam diversas problemáticas que abrem portas para soluções tecnológicas. “Uma ideia bem estruturada pode se transformar em um negócio de sucesso, em especial quando resolve um problema real, ou traz uma disrupção”, explica.

No último ano, a 2Simple auxiliou na captação de mais 10 milhões em investimentos em startups, o que mostra que esse tipo de empresa está em crescimento e chamando a atenção de investidores. Parte disso, vem da nova geração, que já vem mostrando um espírito realizador e como consequência essa cultura vem se fortalecendo no país. Diversos são os fatores que permitem esse cenário, como a facilidade de conectividade e os avanços da tecnologia.

“Hoje, o mercado brasileiro se tornou a cara das startups, e a tendência é que essas empresas cresçam cada vez mais, gerando mais investimentos no país, e mexendo com todo o ecossistema, já que também ajudam a gerar empregos. E vale dizer que essas oportunidades não são apenas na área de tecnologia, apesar de representar a maioria das vagas. As startups atuam em diversos segmentos e ajudam a movimentar muitos mercados”, pontua o executivo.

Renato reforça ainda a importância de uma rede de apoio especializada para que essas empresas consigam sobreviver de forma sustentável. Um levantamento do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da Fundação Dom Cabral (FDC) apontou que cerca de 25% das startups fecham em menos de um ano. “Para que um negócio consiga se desenvolver, é preciso muito mais do que apenas uma boa ideia. Pensar em todo o ciclo e estratégia requer um conhecimento que, muitas vezes, um parceiro de confiança pode trazer com mais expertise”, finaliza.

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gasolinaCom o preço dos combustíveis nas alturas, com o litro da gasolina beirando os R$ 7, efeitos da valorização do petróleo no mercado mundial agravado pelas sucessivas quedas do real frente ao dólar, mais do que nunca as empresas precisam buscar soluções para manter seus negócios, enfrentar a concorrência do mercado, evitar desperdícios e otimizar gastos com insumos.

Para empresas frotistas, o custo com combustível vem se tornando cada vez mais relevante e a gestão eficiente de combustível surge cada vez mais como estratégica ao negócio, aumentando o desafio ao gestor de frota.

No custo de operação de frota em geral os mais relevantes são custo de manutenção e combustível, e no mundo da iniciativa privada a busca é sempre para reduzir ou pelo menos evitar aumento de custos e dar lucro para que a empresa sobreviva. Não existe outra opção a não ser a busca incansável pelo controle, diminuição de custos e aumento da eficiência em seus gastos, avaliar a viabilidade de ter posto interno da empresa ou posto delivery é uma maneira de utilizar-se de combustíveis de procedência e testados regularmente; ter preços negociados aproveitando do grande volume negociado pela operadora e definir metas e KPIs factíveis.

Assim, para as companhias que estocam combustível para atender a frota interna de veículos, a ValeCard, especializada em soluções de gestão de frotas e meios de pagamento, tornou-se a primeira empresa do mercado nacional a oferecer um sistema unificado de controle das bombas internas, desde a cotação até o controle da utilização, permitindo aos clientes a gestão completa de todo o processo.

Com o sistema oferecido pela ValeCard, todas as etapas – desde a compra, transporte até o controle de estoque – são realizadas por uma equipe própria da empresa e controladas pelo cliente, reduzindo custos e aumentando a segurança do sistema.

Por meio da plataforma da ValeCard, a empresa compra o volume de combustível desejado para carregar seus tanques e conta com ferramentas, incluindo cartões magnéticos individuais para cada usuário, para gerenciar os abastecimentos.

Somente de janeiro a novembro do ano passado, 44,1 milhões de litros de combustíveis foram comercializados, distribuídos, armazenados e abastecidos em veículos de frotas corporativas por meio da plataforma de bombas internas da ValeCard.

Por meio do novo produto, a ValeCard dá um passo à frente em relação aos competidores em um segmento que somente em 2018, último dado disponível do setor, faturou aproximadamente R$ 29 bilhões. O mercado potencial envolve todos os perfis de clientes que possuem tanques estacionários, principalmente aqueles que consomem diesel, como empresas de transporte público, transportadoras, grandes produtores rurais (abastecimento de colheitadeiras, tratores etc.), hospitais e shoppings (geradores), obras (guindastes), entre outros.

Vantagens da plataforma ValeCard 

A ValeCard oferece o serviço de bomba interna há quatro anos. Em 2020, o serviço foi incrementado com a criação de uma mesa interna de negociações, espécie de plataforma de comparação de preços para o abastecimento dos tanques, na qual os clientes têm a oportunidade de encontrar, entre as diversas ofertas disponíveis, a que melhor atende suas necessidades. Responsável por toda a intermediação, o sistema da ValeCard garante que as entregas e os prazos sejam cumpridos, com melhores condições de pagamento para os clientes.

O objetivo da ValeCard com o lançamento da plataforma é aumentar o poder de compras de pequenos clientes e oferecer oportunidades para os menores distribuidores, fortalecendo os empreendimentos de menor porte e incentivando o ingresso de novos players no segmento de distribuição.

Outras vantagens do sistema são a garantia de segurança das informações do cliente, centradas em um único sistema, bem como maior retaguarda financeira e melhores prazos para compra, uma vez que os negócios são intermmediados de forma centralizada pela ValeCard. Com todos os dados em uma única base, o cliente consegue ter uma visão 360° de todo volume gasto em abastecimento. Já para as distribuidoras, os ganhos incluem ampliação dos volumes vendidos, maior capilaridade das transações e obtenção de melhores valores nas negociações, além da redução de risco de crédito.

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AlessandroBuonopanePor Alessandro Buonopane*

Muito tem se abordado sobre saúde mental, e a chegada inesperada da pandemia da COVID-19 deixou clara a urgência do tema na vida da população. Mas ter o assunto nos principais fóruns de discussão não é o bastante para se ter uma mudança efetiva no comportamento da sociedade. E questiono: Estamos de fato cuidando da saúde mental de nós mesmos e daqueles que estão em nosso entorno? Entre o falar e o agir, há um abismo, que não deve mais ser ignorado. Ao destacar esse tema é praticamente impossível não pensar na medalhista olímpica, Simone Biles. A decisão dela de desistir de todas as provas das olimpíadas de Tóquio, por problemas psicológicos, mostra a urgência de se ter ações efetivas para cuidar da saúde mental de cada um que nos rodeia. Afinal de contas, ainda estamos no meio da pandemia, e não podemos e nem devemos ignorar esse contexto. Fomos forçados a nos adaptar num cenário inesperado, que mudou a vida de muitas pessoas e levou a de tantas outras.

Como líder e gestor de pessoas, não consigo desvincular o tema do ambiente profissional. Ainda mais dentro do contexto pandêmico, em que muitas pessoas mergulharam no trabalho e questões que antes apenas geravam incômodo, ganharam novas proporções. Isso mostra a importância de se pensar programas de bem-estar estratégicos e bem desenhados. Não adianta adotar alternativas fragmentadas, elas apenas irão se revelar como medidas paliativas, que não vão de fato ajudar quem precisa.

A pesquisa Wellbeing Diagnostic mais recente revelou que apenas 18% das empresas brasileiras possuem hoje uma estratégia clara de bem-estar com objetivos e metas mensuráveis. Esse número já foi menor, em 2015 apenas 5% traziam algo efetivo. Por mais que o número tenha crescido, ele está longe de ser o ideal. É aí que está o abismo entre o falar e o fazer.

Na GFT Brasil, entendemos que, diante da realidade imposta pela pandemia, precisaríamos oferecer um espaço de acolhimento aos nossos colaboradores. Era importante que eles soubessem que os canais de comunicação estavam disponíveis e que nesses momentos precisávamos, mais do que nunca, estar juntos para que isso desse certo. De forma ágil não apenas adaptamos o trabalho de nossos colaboradores como também pensamos no bem-estar mental de nossos funcionários e trouxemos acompanhamento psicológico para este novo momento. Sabíamos que o momento exigia muito do emocional de cada um, pois a pandemia afetou não só a vida profissional deles, como também a pessoal. Precisávamos nos antecipar e oferecer desde o começo um suporte psicológico.

Vejo que precisamos ter uma gestão cada vez mais humanizada, e se aprimorar cada vez mais. E isso é reflexo do contexto da pandemia que destacou a importância de se olhar para o outro e para o coletivo. Não podemos ignorá-lo, inclusive no ambiente corporativo. Isto porque o trabalho, mais do nunca, passou a interferir em outros fatores da vida. Está tudo conectado. Quem não está bem precisa de coragem para se mostrar vulnerável, e as empresas precisam estar ali para oferecer um suporte real e necessário.

*Country Manager da GFT Brasil

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luizribeiroPor Luiz Ribeiro*

O Brasil tem passado por uma intensa crise hídrica e subsequente crise energética nos últimos meses. A situação acomete desde grandes indústrias até pequenas e médias empresas e seus consumidores finais. De acordo com levantamento realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae , a conta de energia representava em 2019, 15% dos custos operacionais das micro e pequenas empresas, mas desde 2020, este gasto já passou a ser a principal despesa para 28% dos pequenos empreendedores. É preciso lembrar ainda de um agravante: a maior parte dos negócios estão faturando menos do que antes em decorrência do isolamento social.

Uma pesquisa realizada em junho pelo Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo – Simpi , apurou que 62% das micro e pequenas indústrias paulistas arcaram com aumentos sucessivos em suas contas de energia elétrica ao longo de 2021, sendo que em maio, a proporção de empresas que relataram esse problema era de 51%. A partir de julho, a bandeira tarifária foi reajustada para o patamar 2, o que deve piorar ainda mais os resultados, agravando a crise atual.

O fato é que a crise energética chega exatamente no momento em que as indústrias deveriam estar se recuperando economicamente da crise ocasionada pelo Covid-19 em 2020 e retomando suas atividades no mercado. Pela primeira vez desde o início de 2021, mais da metade das empresas industriais paulistas (52%) voltaram plenamente com suas atividades, segundo o estudo do Simpi. Das empresas que estão em funcionamento, 69% afirmaram que seus gastos com produção, como matérias-primas, água e energia elétrica aumentaram.

As diversas fontes de energia disponíveis no país

Dentro deste cenário, o Brasil, que ainda é um país muito dependente da energia hidrelétrica, a qual é responsável por mais de 60% de sua capacidade elétrica, precisa se reinventar para que as pequenas e médias empresas não sejam obrigadas a parar suas operações por falta de energia. O país passa por uma escassez de chuva, principalmente em áreas de mananciais, impulsionando a crise hídrica, além de falta de investimentos em outras matrizes energéticas, como a eólica, que só ocorrem em tempos de instabilidade, sendo suspensos na sequência. No caso da energia solar, o governo estuda tributar sua geração, inclusive doméstica, e nesse caso, o investimento fica menos atrativo.

A pesquisa do Simpi apontou que, como consequência da crise hídrica, 59% das pequenas e médias indústrias brasileiras parariam totalmente sua produção por falta de energia elétrica. Em caso de racionamento de energia, oito em cada dez PMEs teriam prejuízos, sendo que em 48% delas o dispêndio seria considerado alto. Apenas 20% não seriam prejudicadas, exatamente por utilizarem outra fonte de energia na linha de produção, não dependendo da energia hidrelétrica.

É possível estabelecer que uma maior tranquilidade em relação ao abastecimento de energia apenas acontecerá quando a representatividade hídrica no Brasil for inferior a 40%. A energia solar não é mais uma novidade e, com o avanço da tecnologia, tornou-se mais acessível, inclusive para uso doméstico. Existem, por exemplo, grandes empresas investindo em fazendas de geração de energia solar ou eólica. A biomassa foi outra diversificação importante que avançou consideravelmente na última década. Outrora a geração de energia pelo bagaço de cana era um sub-produto do etanol e utilizado apenas para manter usinas trabalhando, atualmente já existe muita oferta de venda dessa energia gerada em usinas.

Como lidar com a crise energética?

A economia de energia é o preceito básico neste momento de crise energética, a fim de manter a produtividade e os custos sob controle, evitando desta maneira um apagão . Na mesma direção, é essencial a economia de água por parte da população e das empresas, a fim de que o período de recomposição dos reservatórios seja menor. Além disso, um investimento e incentivo público maior destinado à área de energias renováveis, como biomassa, energia solar e eólica, torna-se imprescindível para mitigar a dependência da matriz hidrelétrica.

Esta não é a primeira e não será a última crise energética no país. Ainda falta planejamento de longo prazo, uma vez que só é pensado nessa questão quando uma nova crise aparece. As empresas sempre buscam produtividade e redução de custos de modo geral. Agora, com a tarifa extra de energia, o investimento em eficiência energética torna-se mais necessário, uma vez que os custos deste recurso serão inflacionados, impactando os orçamentos atuais.

O estudo do Sebrae indica que os setores que usam máquinas e equipamentos na produção, especialmente na pequena e média indústria, tendem a ser os mais afetados. Portanto, com o crescimento inevitável nos custos de energia, a saída é avançar em eficiência energética. Para isso, é fundamental diagnosticar os pontos de desperdício para identificar onde realizar as manutenções, ampliar o uso de luz natural, utilizar geração própria de energia, dividir o sistema de iluminação em circuitos, entre outros.

Atualmente já existe tecnologia capaz de medir a qualidade de energia, totalmente acessível para as pequenas e médias indústrias. As empresas brasileiras estão atentas aos novos desafios do mercado e, por isso, têm desenvolvido equipamentos cada vez mais sofisticados para realizar medições complexas de forma rápida, precisa e segura. Além de equipamentos, a cada dia são disponibilizados novos conjuntos de acessórios e softwares para auxiliar no trabalho com as próprias ferramentas, facilitando assim o uso desses instrumentos em qualquer situação de medição de qualidade de energia .

Somente entendendo e atuando na origem do desperdício de energia é possível tomar decisões inteligentes sobre formas eficientes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos. No final das contas, a melhor maneira de lidar com a crise energética e utilizar a energia de forma eficiente, por meio da conscientização, do investimento em conhecimento na divulgação dos benefícios da aplicação das energias renováveis e inovação tecnológica. Com isso, será possível projetar um crescimento de mercado sustentável no país.
General Manager Latin America da Fluke do Brasil*

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Antonio-BritoPor Antonio Carlos Brito*

A pandemia impactou a economia de forma heterogênea. Enquanto vários setores sofreram perdas, o e-commerce brilhou. Uma pesquisa realizada pela Neotrust, mostra que o segmento continua em um ritmo de crescimento no Brasil. O levantamento indica que foram realizadas 78,5 milhões de compras online no primeiro trimestre de 2021, representando um aumento de 57,4% em comparação ao mesmo período de 2020. Em termos de receitas, o comércio eletrônico registrou um faturamento de R$ 35,2 bilhões entre janeiro e março de 2021, aumento de 72,2% na comparação com o ano passado.

A necessidade do isolamento social como medida para evitar o contágio do novo coronavírus promoveu uma procura ainda maior pelas compras virtuais. Mas essa não é a única explicação para o crescimento dessa modalidade de compra.

Os consumidores têm buscado atendimento personalizado, instantâneo, previsível, livre de obstáculos e claro, que tudo seja “bom, bonito e barato”. Eles querem entregas no mesmo dia e em poucas horas. É natural que seja assim para quem está habituado a ler e receber filmes com apenas um clique. Aliás, esse comportamento foi identificado pelos bastiões do comércio eletrônico brasileiro. Não à toa, temos visto uma corrida no mercado para ver quem é o melhor na estratégia “entrego no mesmo dia e sem custo”.

Essa mudança de hábito dos clientes vem obrigando as empresas a se reinventarem, a fim de garantir um nível maior de eficiência do e-commerce, assegurando assim, a satisfação do usuário. Mais do que colocar o produto na vitrine (mesmo que no ambiente virtual), as companhias precisam criar meios para que o produto chegue até a alma do consumidor. Para atingir esse objetivo, as organizações podem seguir os princípios presentes na Logística 4.0, fazendo da tecnologia o centro das suas estratégias de negócios para otimizar os processos logísticos: rede, capacidade analítica e inteligência artificial, integração, IoT, gêmeos digitais, entre outras.

Maior agilidade e eficiência operacional

Dentre os principais objetivos de implementar os conceitos de Logística 4.0, posso destacar o uso de big data para análise e predição de demanda e IoT para rastreamento de cargas dentro e fora dos armazéns, do momento que a mercadoria deixa o fornecedor até o instante em que o produto chega na mão do consumidor.

A gestão dos armazéns é um ponto crítico do processo logístico e graças à tecnologia, os gestores agora podem ser mais ágeis na execução das suas tarefas. Por exemplo, eles podem usar leitores de RFID para identificar, contar ou separar produtos. Podem também fazer uso de Digital Twin (conceito que consiste na representação virtual de um objeto, produto ou processo) para realizar simulações de armazenamento nas dependências da empresa, no embarque e despacho, além de cenários de entregas para as transportadoras.

De olho da logística reversa

Quem, nessa pandemia, não recebeu um produto errado ou com defeito em casa? Com recomendação para que a população não saia de casa, trocar um produto que não agradou se tornou um desafio extra para clientes e empresas. Neste contexto, a cadeia logística adaptou-se para receber itens de volta.

Enquanto a logística possibilita que produtos e mercadorias sejam enviados aos consumidores em qualquer parte do mundo,  a logística reversa faz o caminho inverso: leva da casa do consumidor ao centro de distribuição aquele produto que não corresponda com a aquisição, ou que tivesse sofrido avaria no transporte, ou ainda, que o consumidor não queira mais. Os centros de distribuição, por sua vez, também precisam de reformulação e o primeiro passo é ceder espaço para centros menores e mais próximos aos consumidores, promovendo entregas mais ágeis, feitas por entregadores a pé, em bicicleta, motocicleta ou por veículos menores (VUCs) e integrados com a estratégia de logística reversa para coletar produtos e objetos.

Por fim, não é uma jornada simples. Há obstáculos nesse caminho, mas a evolução está sendo construída. O digital e o físico convergem no novo Varejo. A tríade processo-organização-sistemas é o ponto de partida. A tecnologia embarcada na Logística 4.0 habilitará um novo e mais elevado nível de eficiência, produtividade e serviço para atender as mutantes demandas dos clientes inseridos neste novo Varejo.

Sr. Principal, Digital & Value Engineering Latam na Infor*

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IMG-20200622-WA0010Por Sivaldo Nascimento*

Medida judicial assegura Redução do Débito Tributário já acumulado e Menor Carga Tributária sobre o faturamento.Julgamento recente do STF – RE 574.706 – trouxe importante ferramenta que permite expressivos benefícios aos contribuintes.-Para os devedores, permite importante ferramenta para redução do débito.

-Àqueles que não têm débito junto à Receita Federal é possível cobrar valores pagos à maior em razão do reconhecimento de erro no cálculo dos Tributos.

-Para TODOS no Lucro Presumido e Lucro Real, assegura a redução da Carga Tributária

Referido julgamento permite:Com o Julgamento do RE 574.706, o STF reconheceu erro da Fazenda Nacional em alargar a base de incidência de tributos cobrando, indevidamente, imposto sobre imposto e, com isso, viabilizou a revisão de débitos em aberto ou a restituição de pagamento à maior.

Para o faturamento Local:

-Exclusão do ICMS das bases de Cálculo do Pis e da Cofins

 -Exclusão do PIS e da Cofins das próprias bases de cálculo

-Exclusão do ICMS das bases de cálculo do IRPJ e da CSLL (lucro presumido)

-Exclusão do ISS das bases de cálculo do PIS e da Cofins

Para Importadores:

-Exclusão do ICMS-importação das bases de Cálculo do Pis e da Cofins-importação

 -Exclusão do PIS e da Cofins-importação das próprias bases de cálculo

É possível restituir valores pagos à maior desde 02/2017, sendo importante ferramenta para reforço de caixa.

Tais medidas permitem ainda a redução da Carga Tributária sobre o faturamento melhorando assim a margem de contribuição da Empresa.

Importante mencionar que, para os devedores, já está pacificada no STJ matéria que determina a exclusão dos juros de mora de 1% a.m. sobre a atualização do débito, mantendo exclusivamente a Taxa Selic para juros e correção monetária e ainda a limitação de multa de mora ao percentual de 20%, permitindo expressiva redução do débito.

Mais informações: www.advnascimento.com.br

CEO da Gonçalves & Nascimento*

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image006Por Erick Rodrigues*

Se antes os fatores por trás do fracasso de uma empresa estavam muito associados a questões econômicas, agora, com a mudança de comportamento da sociedade, os aspectos sociais ou ambientais de uma organização tornaram-se extremamente importantes para o sucesso e a solidez de qualquer companhia. Empresas que não contam com propósitos visíveis, tornam-se referências negativas ao seu público-alvo. De acordo com uma pesquisa realizada pela Union e Webster, 87% da população brasileira prefere adquirir produtos e serviços de empresas sustentáveis. Mas, como promover a sustentabilidade nas empresas?

De modo geral, toda empresa precisa priorizar objetivos sociais, ambientais e econômicos. Quando falamos sobre questões ambientais nas empresas, por exemplo, precisamos ter em mente as boas práticas internas de redução e reutilização de insumos, a reciclagem no descarte e a redução do consumo de energia e de água.  Desta forma, é muito comum que as companhias correlacionem os seus objetivos com a agenda 2030 das Nações Unidas, documento criado em 2015, centrado em 17 objetivos para formar uma sociedade globalmente sustentável. Esses objetivos reúnem temas como fome, pobreza, educação, igualdade, clima, consumo, entre outros.

A relevância dessas metas traçadas pelas empresas está muito conectada a sua sobrevivência no mercado. Se os aspectos sociais ou ambientais de uma organização não são claros para todos os clientes, fornecedores, entidades governamentais, colaboradores e outros stakeholders, a sua empresa pode se tornar uma referência negativa no mercado.

Primeiros passos para a sustentabilidade nas empresas

Para que uma empresa se posicione como socialmente responsável, é preciso conhecimento, realização de autoanálise social (quem são os funcionários, entorno, clientes), ambiental (aspectos e impactos significativos), recursos e boa intenção. Além disso, o conhecimento é a chave para otimizar as ações sociais e ambientais.

A FUCHS, por exemplo, conta com um programa, o FUCHS 2025, que apresenta seis iniciativas, sendo uma delas específica para a sustentabilidade. Essa iniciativa está desdobrada em 10 projetos conduzidos por especialistas de diversas unidades. Os projetos têm objetivos claros e ajudam a conhecer a empresa em nível global, mapear a esfera de influência e oportunidades sociais, ambientais e econômicas. Existe ainda um projeto chamado sistemática do cálculo de emissões de CO2 e sua gestão, que não somente padroniza as métricas de cálculo, mas também a sua gestão, possibilitando compartilhar boas práticas e ações de melhoria na empresa.

Desta forma, é importante que as ações sociais, depois de traçadas pelas companhias, sejam organizadas para facilitar sua replicação em outras unidades. Aos poucos, é possível promover o autoconhecimento para potencializar ações internas e externas dentro das empresas. Lembrando que, essas diretrizes funcionam em caráter de orientação e dependem de engajamento de toda a cadeia a fim de promover o impacto desejado.

Como mensurar os impactos de sustentabilidade nas empresas?

Empresas que traçaram ações de sustentabilidade, a longo prazo, conseguem colher resultados muito positivos. Existem impactos menos mensuráveis como os sociais, mas, alguns como o de sustentabilidade ambiental, por exemplo, podem ser medidos com mais facilidade. Ao entrar no detalhe de cada ação, a diferença está no planejamento. Quando a decisão de agir é tomada, é necessário definir se trata de uma ação pontual ou contínua, se a iniciativa busca o engajamento máximo e está direcionada a quem mais precisa de fato. Isso não somente ajuda na motivação de participar, como permite, no final de um período, medir de fato o que foi alcançado.

No entanto, não é simples avaliar o cenário brasileiro nesse aspecto. Além de ser um país de dimensões continentais, cada setor no Brasil conta com a sua particularidade. Mas, o que muitas empresas têm em comum, é a demanda pela especialização no tema. Atualmente, podemos contar com setores que demonstram e enfatizam a sustentabilidade como o de cosméticos e automotivo, uma vez que o mercado passa a identificar esses aspectos como relevantes para enxergar valor nos produtos comercializados.

O tamanho do Brasil conta com a vantagem de atrair empresas multinacionais, o que possibilita um nivelamento do tema por meio do “intercâmbio de especialização”. De fato, está cada vez mais comum as organizações criarem uma estrutura interna para focar em sustentabilidade. Quando uma empresa se dispõe a mapear os aspectos e impactos, os colaboradores e a sociedade como um todo são afetados por meio do consumo racional de recursos, que, automaticamente, criam uma gama de efeitos que estão interrelacionados. O papel dessa estrutura é estudar esse inter-relacionamento direto ou indireto. A questão da sustentabilidade nas empresas comprova que, além de potencializar ganhos econômicos, também auxilia na reputação, conhecimento e evolução como empresa.

Coordenador da Qualidade e Meio Ambiente da FUCHS*

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siderurgiaO presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, entende que é inaceitável a aprovação da última versão do substitutivo ao PL 2337/2021, que trata da reforma do Imposto de Renda. O novo texto aumenta a tributação do IRPJ/CSLL/IR-Retido na Fonte (IRRF) sobre investimentos produtivos dos atuais 34% para, no mínimo, 39,2%. No entanto, caso a condição para a redução da CSLL não seja atingida, a tributação pode chegar 40,4%, a partir de 2023.

Diante disso, o presidente da CNI afirma que a indústria conta com as alterações no projeto do IR pela Câmara para o bem do investimento no Brasil, do emprego e da renda. “O projeto original levava a forte elevação da tributação sobre investimentos produtivo para compensar as desonerações de aplicações financeiras e à correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física”, explica Robson Andrade. “E ao longo dos dias, novas concessões foram feitas a determinados segmentos, e compensadas na alíquota de IRPJ/CSLL sobre o lucro não distribuído. O resultado é o aumento da carga tributária sobre o investimento produtivo que pode chegar 40,4%”, acrescenta.

A alíquota de IRPJ/CSLL sobre o lucro não distribuído chegou a ser estipulada em 21,5%, no primeiro relatório do deputado Celso Sabino (PSDB-PA). Esse percentual somado a alíquota de 20% do IR-Retido na Fonte (IRRF) na distribuição de lucros e dividendos, elevava a tributação total sobre os investimentos produtivos dos atuais 34% para 37,2%.

Mas, o novo texto divulgado em 12 de agosto, piorou ainda mais o problema. A alíquota de IRPJ/CSLL cairia, no máximo, para 24%. Considerando a alíquota de 20% do IRRF na distribuição, a tributação total sobre os investimentos produtivos alcançaria 39,2%. Nessa proposta, a alíquota total pode chegar a 40,4% em 2023.

CNI defende manutenção do pagamento de juros sobre capital próprio

O projeto-substitutivo ainda revoga o instituto dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), introduzindo medidas que levam ao alargamento da base de cálculo do Imposto de Renda no Lucro Real, e prevê, a partir de 2022, a incidência do IRRF mesmo na distribuição de lucros apurados até 2021, que já foram ou serão tributados pelo IRPJ/CSLL a 34%. Além disso, apresenta dispositivos que impõem rigor excessivo nas normas para evitar a elisão fiscal, o que pode aumentar o custo tributário de transações econômicas que não tenham qualquer motivação tributária.

A CNI defende, há alguns anos, que é preciso reduzir significativamente a alíquota do IRPJ/CSLL para dar maior atratividade à realização de investimentos no Brasil, tendo como contrapartida a incidência de IRRF na distribuição de lucros e dividendos. “Mas a forma como essa mudança está sendo feita no PL 2337/2021 é inaceitável por aumentar a carga tributária para quem investe na empresa. Essa nova redação desestimula o investimento e atravanca o desenvolvimento do país”, reforça o presidente da CNI, Robson Andrade.

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Fernando Sandri_baixaFernando Wagner Sandri*

 A preferência pelo papel pode ser relacionada ao contato ancestral do ser humano com a árvore, que sempre foi a base para seu aquecimento, proteção, manutenção da biodiversidade e ajuda na sua própria sobrevivência. Todo esse ciclo e o aprendizado histórico continuam em nossa mente. Sabemos, intuitivamente, que tudo que vem da árvore é bom – incluindo as embalagens de papel.

Para nosso setor, como em tantos outros, é em momentos de crise – como nesta pandemia – que surgem as melhores soluções para atender novas necessidades, e de forma urgente. As formulações típicas dos materiais começam a sofrer pressões na busca por alternativas: onde havia fibra de pinus, passa a entrar fibra de eucalipto. Onde havia fibra química, entra a mecânica. No lugar da fibra virgem, entra a fibra reciclada e a fibra originada no pós-consumo. Felizmente, o papel tem a capacidade de atender uma gama múltipla de utilizações em embalagens, por meio de um conjunto de formulações de fibras e aditivos que podem reforçar determinadas características necessárias a cada projeto.

Com suas propriedades físicas, químicas e visuais, ele permite aplicações tão amplas que o conjunto de soluções se torna impressionante. As fibras de eucalipto estão cada vez mais presentes em papéis para embalagens e praticamente todas as embalagens de papel coletadas são recicladas prontamente no Brasil. Com isso, a reciclabilidade de embalagens tem favorecido projetos de economia circular e logística reversa, e, atendendo à crescente demanda, surgem novos produtos em papel com material reciclado e de alta performance nos processos de impressão e envase.

Entenda o ciclo do papel

Para ampliar a capacidade de reutilização do papel em um novo ciclo produtivo, as unidades industriais têm se preparado cada vez mais para receber e processar materiais pós-consumo com eficiência na recuperação de fibras. Embalagens de papel podem ser recuperadas em sua grande maioria.  Embalagens tipo longa vida, copos de papel, sacolas de papel, caixas papel de presentes, diversos artefatos de papel como tubetes, entre outros, podem ser reciclados. A separação de fibras celulósicas de embalagens de múltiplas camadas que contenham plásticos hoje é uma realidade.

A inovação em novos sistemas de captura de embalagens de papel para um viável caminho de logística reversa é um imenso desafio. O Brasil é um país continental com 5.568 municípios com características regionais distintas, e por isso há a necessidade de um diálogo contínuo com os diversos atores da cadeia de embalagens para dar continuidade ao processo de retorno do papel à indústria.

Inovar no design de embalagens de papel é desafio

Por fim, destaco o desafio de prover soluções que permitam inovar no design das embalagens. Hoje, a indústria gráfica trabalha com sistemas de impressão offset, corte e vinco, dobradeiras e coladeiras integradas, oferecendo um portfólio de embalagens ao mercado nacional, em sua maioria, em formato de hexaedro, com raríssimas variações em outros tipos de poliedros. Sair do “quadrado” exige um esforço maior.

Ao pensarmos em fazer algo redondo, por exemplo, percebe-se que os processos industriais não estão preparados para fazê-los em grande escala. Somente com projetos integrados, com participação de múltiplas empresas participantes da cadeia de valor da embalagem, será possível superar essa barreira da geometria e propor inovações.

Creio que a nossa tarefa é melhorar a eficiência do papelcartão em novas faixas de gramatura, com ganho de rigidez, uso de material reciclável quando aplicável, propondo novas barreiras, novas estruturas, inovando e aperfeiçoando o ciclo de vida das embalagens em prol de um mercado futuro sustentável em que todo potencial de utilização da árvore demonstre seu valor.

*Engenheiro químico, conselheiro da ABTCP, diretor Técnico do Sinpacel/PR, conselheiro da ABRE e diretor de Tecnologia da Ibema.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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