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oamazon2-trampO ar da Amazônia, considerado um dos mais puros do mundo, é inspiração e fonte da Ô Amazon Air Water – companhia que produz a primeira água condensada para consumo do planeta, feita a partir da umidade do ar da região. A bebida, que passa por processos de condensação e filtragem até se tornar própria para o consumo humano, é produzida na cidade de Barcelos, que fica às margens do Rio Negro, e é envasada em garrafa da Owens Illinois (O-I), líder mundial na fabricação de embalagens de vidro.

Idealizada desde 2012, a Ô Amazon Air Water será lançada em dezembro deste ano, com um lote de dez mil unidades totalmente produzidas no Brasil e, posteriormente, exportadas para a comuna de Le Havre, na França, onde será distribuída a diversos mercados ao redor do mundo por meio de e-commerce. O foco nesses países será comercializar a água em hotéis e restaurantes de alto padrão, além de free-shops.

A meta da empresa é que, após o terceiro ano do lançamento, o volume comercializado chegue a seis milhões de unidades, atingindo 12 países, 20 cidades e 200 pontos de venda na Europa. A decisão pelo continente europeu é estratégica, pois a região possui um mercado de águas premium já amadurecido, com consumidores que conhecem e têm o hábito de investir em bebidas únicas, com proposta sustentável e inovadora. Embora não vá estar imediatamente disponível no Brasil, o cliente brasileiro poderá comprar o produto por meio do e-commerce da marca. O preço sugerido é de 67 euros por garrafa.

“Surgiram muitos desafios quando começamos a empreender um projeto tão inovador no interior da Amazônia. Nossa missão é manter sempre o cuidado com as comunidades locais e o meio-ambiente, causando o menor impacto possível, o que inclui a escolha por garrafas de vidro, que são 100% recicláveis. Por isso a O-I – sendo líder no mercado mundial – é o nosso parceiro ideal”, comenta Cal Junior, um dos fundadores e presidente da Ô Amazon Air Water.

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expo1111111De 13 a 16 de outubro de 2020, São Paulo recebe a Expo América Latina Negócios, evento pioneiro que vai reunir em um só lugar compradores e clientes em potencial do mercado de Alimentos e Máquinas Industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, estimulando importações e exportações.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) justificam a realização da Expo América Latina Negócios. Afinal, América Latina e Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A internacionalização de negócios brasileiros de portes distintos é uma grande possibilidade para participantes, pois o ambiente do evento otimiza e facilita o contato entre os players dos mercados-alvo. Participam do evento oito países expositores – Brasil, México, Argentina, Chile Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai – que terão suas relações comerciais fortalecidas, além da visibilidade de produtos representativos em seus países, palestras, reuniões, eventos técnicos e outros atrativos.

Neste cenário favorável, o evento também conta com o olhar para a tecnologia e inovação. Startups estão convidadas a participar de um concurso, que vai premiar a melhor proposta para os segmentos-alvo do evento, além de promover o encontro entre as novas formas de pensar os negócios com empresários e expositores.

Mais informações: https://expoamericalatina.com.br/

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cbaA Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) acaba de conquistar as certificações internacionais ASI (Aluminium Stewardship Initiative) nos Padrões de Performance e de Cadeia de Custódia (CoC), relativas às suas diversas instalações no Brasil. As Certificações ASI abrangem as três unidades de bauxita da Companhia, no estado de Minas Gerais, uma refinaria de alumina, salas fornos, produção de anodos, tratamento de resíduos gerados na reforma de fornos, fundição e produtos transformados, bem como o escritório da CBA localizado em São Paulo.

“A conquista dessa certificação chancela o nosso compromisso com a sustentabilidade e nos remete a uma posição mais competitiva no mercado mundial do alumínio, gerando ainda mais valor a nossos clientes, empregados, fornecedores e comunidades onde estamos presentes “, diz Ricardo Carvalho, CEO da CBA. Para ele, o diferencial da empresa está no número de unidades e tipos de produtos certificados no âmbito dos Padrões de Performance e de Cadeia de Custódia, simultaneamente.

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anac dronesNo inicio deste mês,  a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) anunciou, durante o 8º Fórum Empresarial, a abertura da chamada para participação social do processo de tomada de subsídios sobre o futuro das aeronaves não tripuladas no Brasil, popularmente conhecidos como drones. As contribuições serão recebidas até 5 de fevereiro de 2020.

O fórum trouxe ao debate o uso das  geotecnologias e drones no contexto indústria 4.0 e seus desdobramentos em diversos setores econômicos no Brasil e no mundo, como o mapeamento de queimadas, agricultura, inspeções de obras e cidades inteligentes; as smart cities.

Após mais de dois anos de vigência do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial nº 94 (RBAC-E nº 94), que dispõe sobre os requisitos gerais para aeronaves não tripuladas de uso civil, e considerando o desenvolvimento da aviação não tripulada e a proliferação dessa tecnologia em diversos setores, a Agência identificou a necessidade de rediscutir o assunto para permitir a contínua evolução do mercado em condições seguras.

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WhatsApp-Image-2019-10-16-at-17.37.43por Wanderson Leite*

A maioria das grandes empresas realiza treinamentos apenas uma vez por ano, colocando seus funcionários em uma sala fechada, com as luzes apagadas e um especialista passando slides. Mas, na era da tecnologia, celular 24h na mão e constantes transformações, esse tipo de situação pode se tornar contra produtiva.

Estas situações ficam ainda mais contraproducentes se o treinamento é realizado em um local distante da empresa, deixando os custos deste desenvolvimento ainda maiores. E esses custos só vem crescendo. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), em 2017, o investimento das empresas em treinamento aumentou 21%.

Pensando em facilitar os treinamentos corporativos para as empresas de maneira menos custosa, surgem as Edtechs, startups que utilizam a tecnologia para o desenvolvimento da educação. Elas não param de crescer. Segundo um mapeamento realizado em 2018, pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups) em conjunto com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (CIEB), as Edtechs crescem 20% ao ano.

O diferencial dessas Edtechs no ambiente corporativo é que, além da empresa gastar menos, já que há o custo-benefício de uma sala, os funcionários se mantém muito mais engajados e interessados. Isto se dá pela ampla gama de recursos apresentados, como podcasts para completar o conteúdo, gameficação para desenvolvimento de forma lúdica e até meditação para despertar mais foco e equilíbrio emocional.

Os podcasts são importantes ferramentas para manter esse interesse, já que o funcionário pode estudar intrigantes conteúdos, e até mesmo se divertir, de qualquer lugar que estiver, seja no ônibus, ao dirigir, no banho, na cozinha, ao caminhar e fazer exercícios, por exemplo. E, para o engajamento, nada melhor do que a competição gerada por um game, no qual muitas vezes o adversário é ele mesmo.

Ao ver seus resultados, o colaborador se instiga a conquistar cada vez mais, além de desenvolver o autoconhecimento. Ele começa a conhecer seus pontos fortes e fracos, e descobre onde precisa melhorar. E a evolução dele não para por aí. O gestor pode ter acesso a todos esses resultados e tomar decisões estratégias, realocando os melhores funcionários para as diferentes áreas. Afinal, é comum ter aquela pessoa que se destaca mais no trabalho manual, outra no estratégico, outra no relacionamento, entre outros.

Com a chegada das novas gerações ao mercado de trabalho, é importante que as empresas desenvolvam treinamentos mais atrativos. Não há nada melhor do que reter um talento por meio da qualificação que a própria empresa oferece. A solução que as Edtechs trazem não é a de apenas um treinamento por ano, mas sim de uma qualificação contínua. Com essa aproximação, o colaborador segue motivado, já que cria uma sensação de pertencimento em relação à companhia.

Para a empresa que quer investir nestes benefícios tecnológicos, a dica é procurar uma empresa, startup ou aplicativo que complemente os conceitos que a organização quer transmitir para a sua realidade, sem perder a essência. Para produzir resultados realmente satisfatórios, os treinamentos precisam ser constantes. Só assim é possível acompanhar o desenvolvimento de um colaborador e oferecer a ele as condições necessárias para que ele atinja seus objetivos e os da empresa.

*Fundador das empresas ProAtiva, app de treinamentos corporativos digitais, ASAS VR, que leva realidade virtual para as empresas e escolas; e Prospecta Obras, plataforma de relacionamento do segmento de construção civil.

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embrapi123456Diretores da  EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) foram para Londres,  para apresentar os resultados alcançados com o acordo de cooperação tecnológica com o Fundo Britânico Newton Fund e abrir diálogos para uma nova parceria. A apresentação foi realizada durante o Brazil-UK Innovation Showcase, na embaixada brasileira em Londres, no dia 29 de outubro.

 O Reino Unido é uma das grandes potências científicas e tecnológicas do mundo e concentra 3,2% do gasto em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) mundial. A EMBRAPII e o Newton Fund já financiam, desde 2016, projetos de empresas de ambos os países, que somam investimento de R$ 2,5 milhões. Os valores incluem recursos das agências de fomento, centros de pesquisa e as contrapartidas das empresas britânicas e brasileiras. A proposta para o novo acordo pretende abranger outras competências com foco em áreas como Inteligência Artificial, IoT (Internet das Coisas) e Agrotech, além de Mobilidade e Logística, ligadas ao Programa Prioritário Rota 2030 para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor automotivo.

Para o diretor de Planejamento e Gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, a troca de experiências com países reconhecidamente inovadores contribui para o desenvolvimento da indústria nacional. “A experiência com o Newton Fund mostrou-se bem-sucedida. São três projetos em fase final de desenvolvimento que reuniram importantes pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, evidenciando que há demandas globais por soluções tecnológicas e sustentáveis e que elas podem ser trabalhadas em conjunto. As indústrias de ambos os países ganham”, destaca.

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indA Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Autoridade de Inovação de Israel (IIA, sigla em inglês) vão apoiar o desenvolvimento de quatro projetos de Inovação realizados, em cooperação, por empresas brasileiras e israelenses. Serão investidos US$ 7,5 milhões. Os recursos englobam investimentos de empresas de ambos os países, das agências de fomentos à inovação e centros de pesquisa. A EMBRAPII financia com recursos não reembolsáveis 1/3 da parte da empresa brasileira em cada projeto.

 Os projetos, que abrangem áreas diversas, são os primeiros resultados do acordo de Cooperação assinado entre a EMBRAPII e o IIA, que tinha como objetivo ampliar a colaboração mútua em ciência e tecnologia dos dois países e facilitar a identificação de oportunidades de negócios que possam gerar produtos e sistemas inovadores ao mercado. “A parceria com a IIA mostrou que esta iniciativa pode levar as indústrias do Brasil e de Israel a ficarem mais atentas para a grande gama de oportunidades a serem exploradas entre os dois países”, destaca Jorge Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII.

O presidente do IIA, Aharon Aharon, afirma que a parceria entre Brasil e Israel será importante para o setor industrial e para a área de inovação tecnológica, trazendo impacto positivo para a economia de ambos os países. “Estamos felizes em ver resultados tão notáveis, que são consequência da primeira colaboração em pesquisa e desenvolvimento entre Israel e Brasil”, afirmou.

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IndústriasA indústria paulista cresceu 2,6% em agosto, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada ontem (08/10), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa alta interrompeu o índice negativo dos últimos três meses. Além de São Paulo, outros 11 locais dos 15 pesquisados, demonstraram taxas positivas, contribuindo para o crescimento de 0,8% da indústria nacional no mês de agosto. Apenas os estados de Amazonas e Pará tiveram um avanço superior ao de São Paulo, com 7,8% e 6,8% respectivamente. Apesar de ainda manter uma retração de 0,7% no índice acumulado do ano, a alta de agosto eliminou quase inteiramente a queda acumulada nos meses de maio até julho.

 

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AlexandrePierroPor Alexandre Pierro*

É inegável que o mundo vem se transformando a uma velocidade cada vez maior. Com novos modelos de negócios e tecnologias exponenciais, gerir uma empresa com foco no amanhã tem sido uma tarefa cada vez mais desafiadora. Velhos manuais já não servem para muitas coisas.

Nesse sentido, não nos resta outra alternativa a não ser buscar novos horizontes e possibilidades. Descontruir antigos modelos mentais e partir em busca de novas oportunidades é uma tarefa cotidiana para todos os líderes e gestores. Por isso, manter-se bem informado é tão importante.

Contudo, por mais conteúdo relevante que você tenha acesso, ainda fica difícil fazer a inovação acontecer na prática. Muitas vezes, os cases de sucesso acabam funcionando mais como fonte de depressão do que de inspiração, tamanha a dificuldade de transformar ideias em resultados. Temos a sensação de que todas as outras empresas são capazes de inovar, menos a nossa.

A fim de acabar com essa sensação, foi publicada recentemente na Europa uma norma ISO de inovação, a 56.002, com o objetivo de padronizar terminologias, ferramentas, processo, métricas, métodos e interações na implementação da inovação dentro das organizações. Num primeiro momento, pode parecer contraproducente, mas o fato é que nada acontece dentro de uma empresa, independentemente de porte ou segmento, se não houver um processo.

Partindo do princípio que apenas ter um mindset inovador não é suficiente para gerar inovação, a ISO, que é uma organização sem fins lucrativos sediada na Suíça, passou 11 anos estudando as melhores práticas em inovação nos 163 países membros. O Brasil foi um dos países que contribuiu e, tenho muito orgulho de ser um dos membros do comitê da ABNT-CEE130 que ajudou na formatação dessa norma.

Diferentemente de outras normas ISO, que pregam requisitos, a 56.002 aponta diretrizes, sugerindo caminhos possíveis para cada empresa, de forma individualizada. Em inovação não há receita de bolo. O que serve para uma empresa, não necessariamente serve para outra. Há ainda a vantagem da integração com outras normais de classe mundial, como a ISO 9.001 e a ISO 14.001, o que garante melhores práticas com a gestão de qualidade e meio ambiente.

A ISO 56.002 está ancorada em oito pilares: gestão de risco, geração de valor, direcionamento estratégico, liderança visionária, cultura adaptativa, resiliência, gestão de insights e gestão por processos. O maior desafio está em criar uma cultura de inovação, fazendo com que as inovações aconteçam de forma sistematizada, e não esporádica. Precisamos primeiro desenvolver o mindset da inovação para depois criar processos que garantam a sua eficácia.

O intuito da norma não é engessar o processo, mas sim definir diretrizes para inovar através de um sistema de gestão que abarque toda a infraestrutura de uma empresa e a possibilite retirar de seu ambiente interno e externo ideias inovadoras que impulsionem seu crescimento. As vantagens envolvidas são inúmeras, dado que as empresas demandam cada vez mais inovação, diante da alta competitividade e complexidade do mercado.

As empresas que implementam esse modelo de gestão, se tornam referência dentro de seu mercado por terem um sistema de gestão voltado à inovação. A norma ajuda a controlar os processos, extraindo o melhor de cada fase e ampliando o engajamento dos colaboradores, sem deixar passar oportunidades. O resultado é uma ampliação considerável do marketshare da empresa e o aumento do valor agregado de seus produtos.

A gestão da inovação é hoje, o que a qualidade foi há alguns anos. Vivemos em um mundo onde a incerteza é a única certeza, e lidar com isso demanda uma ferramenta poderosa de gestão. Sem isso, estamos fadados ao ostracismo. A maleabilidade ordenada da inovação é a chave de uma boa gestão, alinhada com o futuro.

Engenheiro mecânico e bacharel em física nuclear aplicada pela USP*

 

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CargilA Cargill reduziu a quantidade de plástico usada em seus contêineres e garrafas de óleo vegetal em mais de 1.134 toneladas no mundo todo. Essas reduções de plástico estão removendo aproximadamente 2.900 toneladas de gases de efeito estufa (GHGs) por ano da atmosfera, o que equivale a remoção de 616 veículos das estradas.

“As embalagens de plástico preocupam cada vez mais nossos clientes e consumidores devido ao impacto ambiental de sua produção e a poluição causada por seus resíduos”, afirma Tai Ullmann, gestor de sustentabilidade global do negócio de óleos comestíveis da Cargill. “Usar menos plástico nas embalagens utilizadas para nossos óleos comestíveis ajuda os clientes a atingirem metas estabelecidas para reciclagem ou redução do uso de plástico, além de reduzir gases de efeito estufa (GHGs)”.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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