Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) divulga o termômetro mensal, referente ao desempenho de vendas em curto prazo no mercado interno.

O termômetro revela que a indústria de materiais de construção considera como regulares as vendas no mês de junho. Os índices apontam vendas regulares para 52% das empresas, enquanto que para 15%, as vendas foram boas.

O último termômetro do primeiro semestre mantém na média números similares, em comparação a maio, que apresentou vendas regulares para 35% das empresas, boas para 32% e muito boas para 2%.

A expectativa para julho mostra que para 55% das empresas, as vendas continuarão regulares. Porém, para 20%, o mês pode ser de bons negócios. A margem de pessimismo mantém vendas ruins para 20%, enquanto 5% esperam vendas muito ruins.

Walter Cover, presidente da ABRAMAT explica que os números refletem um cenário de exagerado pessimismo, uma vez que as variáveis: inflação, renda e emprego continuam positivas, embora com alguma desaceleração. O setor espera uma melhoria na confiança no segundo semestre

Pretensão de investimento e confiança nas ações do Governo

A pesquisa informa que em junho, 60% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. Em comparação a junho de 2013, houve queda de 12p.p.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

No primeiro trimestre deste ano, foram realizadas sete operações de fusões e aquisições no setor de instituições financeiras, mesmo número de transações realizadas em período igual do ano passado. Mas o que chama a atenção em 2014 é que dentre as negociações, seis, ou 86% do total, contaram com empresas estrangeiras na ponta compradora. Este segmento ficou atrás apenas de tecnologia da informação e empresas de internet/ e-commerce dentre os segmentos com maior número de operações de estrangeiros comprando, mas, proporcionalmente, teve um desempenho melhor.

Ao analisarmos os dados de 2013, os números se tornam mais significativos, já que em apenas três meses no ano corrente tivemos metade de todas as operações com estrangeiros na ponta compradora concretizadas no ano passado (seis transações em 2014 contra 13 em 2013).

“A indústria financeira brasileira continua muito atraente para os investidores, apresentando ainda crescimento e rentabilidade acima de dois dígitos”, afirma o sócio de serviços financeiros da KPMG no Brasil, Lucio Anacleto.  “Além disso, o Brasil se destaca pelo seu mercado consumidor e potencial crescimento econômico. Isso chama a atenção do investidor estrangeiro e as perspectivas são que os negócios com instituições financeiras se intensifiquem ao longo de 2014”, finaliza o executivo.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

2

Por Levi Ceregato*

Foi importante o fato de a Câmara dos Deputados ter aprovado o texto básico do Plano Nacional da Educação (PNE). Item relevante do projeto é o que prevê investimento gradativo de 10% do PIB na rede pública nos próximos dez anos. No âmbito das entidades de classe, essa proposta de aporte mínimo de recursos foi pioneiramente feita no Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica, em outubro de 2011, na cidade de Foz do Iguaçu, Paraná, em documento da Abigraf Nacional, associação representativa do setor.

A melhoria da qualidade do ensino, além da questão intrínseca à justiça social e democratização das oportunidades, é decisiva para a economia brasileira. Precisamos formar novas gerações muito capacitadas para atender às exigências crescentes da evolução tecnológica e às transformações do mercado de trabalho.

Infelizmente, contudo, estamos retrocedendo, conforme demonstra recente relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A instituição pondera que o Brasil está perdendo a corrida da produtividade no universo dos emergentes. A China, por exemplo, da qual tanto reclamamos quanto à concorrência desleal, já está preparando melhor os seus recursos humanos. Segundo o estudo, as taxas de crescimento econômico não poderão ser mantidas apenas pela presença dos dois grandes fatores de produção, o trabalho e o capital. Mais do que isso, o desafio é utilizá-los de maneira mais eficaz e em segmentos de maior valor agregado, e o grande alicerce de tudo isso é a educação.

Para entendermos melhor o significado do ensino público de excelência nesse contexto, basta analisar os números do último Censo Escolar: na soma dos dados, 42,22 milhões de crianças e adolescentes matriculados na Educação Básica em nosso país dependem exclusivamente do Estado para estudar. Portanto, não podemos pré-estabelecer-lhes, bem como à Nação, um destino, inerente à precariedade do conhecimento, de mais dificuldades competitivas e de progresso.

Vejamos os números em mais detalhes: a Educação Básica tem 50,54 milhões de alunos. São 42,22 milhões (83,5%) matriculados em escolas públicas e 8,32 milhões (16,5%) em instituições privadas. As redes municipais acolhem quase metade das matrículas (45,9%), o equivalente a 23,22 milhões, seguidas pelas estaduais (37% do total, com 18,72 milhões). As escolas federais mantêm 276,43 mil matrículas, o que significa participação de apenas 0,5% do total.

Portanto, ampliar o volume de recursos para atender à prioridade do ensino é algo muito pertinente à meta do desenvolvimento brasileiro, na qual o Estado não pode omitir-se. Daí, a relevância do projeto que destina 10% do PIB à educação, partindo-se, assim que tenha a sanção presidencial, de um patamar mínimo de 7%.

A indústria gráfica sugeriu a medida em 2011 e a apoia por razões que transcendem ao seu legítimo anseio capitalista pelo maior mercado de livros, cadernos, jornais, revistas e outros impressos: como integrante da cadeia produtiva da comunicação, o setor entende que tem parcela de responsabilidade na difusão de conceitos politicamente corretos, no debate dos grandes temas nacionais e na solução dos problemas brasileiros. Por isso, seguimos atentos ao trâmite do Plano Nacional da Educação. Esperamos que seja rapidamente aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pela presidente Dilma Rousseff.

*Levi Ceregato, empresário, bacharel em Direito e Administração, é o presidente da da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Nacional).

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

A região Centro-Oeste é a segunda maior produtora de cana-de-açúcar do Brasil, respondendo por cerca de 18,5% da produção total do país, considerando a safra estimada para 2013/2014, segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Importantes empresas do estado de Goiás, que possui 36 usinas, já confirmaram participação na 22a Fenasucro, maior evento do setor sucroenergético do mundo. A Feira, que será realizada de 26 a 29 de agosto, em Sertãozinho (SP), já comercializou 90% dos espaços disponíveis para os expositores, se consolidando como um importante provedor de soluções neste momento para o setor.

Ainda segundo a Conab, a área de cana-de-açúcar destinada à produção na safra 2014/15 apresentou um crescimento de 3,6% ou 318,67 mil hectares em relação à safra passada. Essa alta está concentrada nos Estados em que teve o maior aumento de novas unidades e corresponde à consolidação das áreas destas novas indústrias. São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Paraná responderam por esse crescimento. De olho nesta alta, e com o intuito de se aproximar ainda mais de seu público, as empresas com sede em Goiás Alusolda (equipamentos para solta e corte), Grupo DRC (hidráulica, elétrica e montagens) e Maktractor (venda de produtos e prestação de serviços para o setor) estão entre os mais de 500 expositores da Fenasucro.

“Estamos em um momento que é importante não deixar de investir em produtividade, em alternativas e atualização. Para as empresas, estar na Feira neste momento delicado para o setor é essencial e para os compradores, ela será uma grande vitrine de oportunidades, alternativas e soluções”, explica Gabriel Godoy, diretor da Fenasucro.

A Feira recebe visitantes e compradores de todo o mundo e espera receber neste ano mais de 33 mil pessoas em quatro dias de evento. “Temos a confirmação de visitantes/compradores da América do Sul, Caribe e até África. Além disso, cerca de 60% dos pré-credenciados apontam intenção de compra nesta edição do evento”, afirma Gabriel Godoy, diretor da Fenasucro, tendo como base pesquisa aplicada durante a solicitação de credenciamento dos visitantes. Ele destaca ainda que, neste ano, o BNDES estará presente na feira oferecendo linhas diferenciadas de crédito para a aquisição de equipamentos.

A Fenasucro é organizada pela Reed ExhibitionsAlcantara Machado, em conjunto com o CEISE Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis).

Setores

Atenta às novas possibilidades e demandas na cadeia produtiva da cana, a feira também traz neste ano um novo setor (Transporte e Logística) e sub-setores inéditos (Armazenagem, Equipamentos de Proteção Individual e Segurança Eletrônica). No geral, a Fenasucro é setorizada em Agrocana (setor agrícola voltado para a lavoura), Forind (Fornecedores Industriais), Indústria e, o novo Transporte e Logística. “A cadeia produtiva da cana é bastante extensa e novos setores estão despontando e temos que trazer isso para o nosso visitante/comprador”, diz o diretor do evento.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

Considerado o maior evento do setor sucroenergético do mundo, a Fenasucro chega em 2014 à sua 22ª edição e com uma expectativa positiva com relação à geração de negócios durante a Feira e à intenção de investimentos dos visitantes. Os organizadores anunciaram que, faltando pouco mais de três meses para a realização da Fenasucro – 26 a 29 de agosto – 90% dos espaços disponíveis para a Feira já foram comercializados. A expectativa é que 550 expositores integrem os pavilhões do evento que somam mais de 75 mil metros quadrados.

“Esta grande adesão à Fenasucro mesmo em um cenário considerado difícil para o setor, mostra que há o interesse em investir em produtividade, aumento de eficiência e alternativas no mercado. E é exatamente este o objetivo do evento: apresentar soluções para os diferentes setores que compõem a cadeia produtiva da cana, com alternativas reais que podem colaborar muito para superarmos este momento”, explica Gabriel Godoy, Diretor da Fenasucro. A feira deve estar completamente vendida em meados de julho.

Godoy destaca ainda que a adesão de novas empresas e a presença de gigantes do setor mostram que existe uma expectativa geral de que o evento seja realmente um vetor de soluções neste momento. Outro ponto positivo apontado pelo diretor é a perspectiva de público internacional e a intenção de compra dos visitantes em geral. “Temos a confirmação de visitantes/compradores da América do Sul, Caribe e até África. Além disso, cerca de 60% dos pré-credenciados apontam intenção de compra nesta edição do evento”, afirma Godoy, tendo como base pesquisa aplicada durante a solicitação de credenciamento dos visitantes.

Setores

Atenta às novas possibilidades e demandas na cadeia produtiva da cana, a feira também traz neste ano um novo setor (Transporte e Logística) e sub-setores inéditos (Armazenagem, Equipamentos de Proteção Individual e Segurança Eletrônica). No geral, a Fenasucro é setorizada em Agrocana (setor agrícola voltado para a lavoura), Forind (Fornecedores Industriais), Indústria e, o novo Transporte e Logística. “A cadeia produtiva da cana é bastante extensa e novos setores estão despontando e temos que trazer isso para o nosso visitante/comprador”, diz o diretor do evento.

Espaço Conhecimento e Gestão Profissional: palestras e conteúdo inédito exclusivo para o setor

Para receber um público estimado em aproximadamente 33 mil visitantes/compradores, a Fenasucro estreia o Espaço Conhecimento  e Gestão Profissional, que irá centralizar todas as palestras, debates, conferências, entre outros eventos de conteúdo da feira. Neste espaço, que fica em anexo ao pavilhão dos expositores, ocorrerá o debate de soluções do setor com eventos como o Congresso Datagro, reunião Gerhai, Seminário Agroindustrial STAB Fenasucro, Seminário GEGIS, 2º Congresso de Automação e Inovação Tecnológica Sucroenergética, Encontro de Produtores Canaoeste/Orplana, Rodada de Negócios Internacional Apla/Apex e Rodada de Negócios organizada pelo FIESP e SEBRAE.  Além disso, serão realizados no Centro Cultural a abertura e o fechamento do evento.

A Fenasucro também terá um espaço totalmente dedicado às pequenas e médias empresas através de uma parceria com o Sebrae. “Serão cerca de 30 empresas que terão a oportunidade de estar na Fenasucro, próximas de grandes fornecedores e compradores”, explica Gabriel Godoy.

Outra novidade, integrando o setor de Transporte e Logística, é a possibilidade de realizar em plena feira Test Drive de caminhões. A ação é uma parceria da Fenasucro com a TT Editora.

A Fenasucro é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, em conjunto com o CEISE Br (Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis).

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Até 30 de maio, empresas privadas e estatais poderão inscrever seus trabalhos relacionados ao bom uso da água no Prêmio ANA 2014. Em sua 5ª edição, a premiação bienal da Agência Nacional de Águas busca reconhecer boas práticas relacionadas a água na categoria Empresas e em outras seis: Ensino; Governo; Imprensa; Organismos de Bacia; Organizações não Governamentais (ONG); e Pesquisa e Inovação Tecnológica. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do hotsite do Prêmio ANA: www.ana.gov.br/premio.

Os trabalhos devem contribuir para a gestão e o uso sustentável dos recursos hídricos do País, estimulando o combate à poluição e ao desperdício. As ações também devem apontar caminhos para assegurar água de boa qualidade e em quantidade suficiente para o desenvolvimento das atuais e futuras gerações.

Neste ano, os sete vencedores da premiação receberão o Troféu Prêmio ANA e uma viagem ao Fórum Mundial da Água de 2015, que acontecerá em Daegu e Gyeongbuk, Coreia do Sul, de 12 a 17 de abril do próximo ano. No evento, os trabalhos serão apresentados para pessoas do mundo todo no estande do Brasil. A solenidade de entrega do Prêmio ANA 2014 está marcada para 3 de dezembro.

Desde 2008, a categoria Empresas faz parte do Prêmio ANA. O primeiro trabalho a vencê-la foi o projeto Gestão de Recursos Hídricos na Jalles Machado, da indústria Jalles Machado, de Goianésia (GO). No Prêmio ANA 2010, a iniciativa Cultivando Água Boa: um Movimento pela Sustentabilidade, da Itaipu Binacional, venceu a categoria. Na última edição, em 2012, a empresa Aquapolo Ambiental ganhou com o trabalho Produção de Água Industrial – Projeto Aquapolo.

Inscrições

Nesta edição do Prêmio ANA, as inscrições devem ser realizadas pelo hotsite da premiação. Caso os participantes precisem enviar materiais físicos complementares, o envio deverá ser realizado por remessa postal registrada aos cuidados da Comissão Organizadora do Prêmio ANA 2014 no seguinte endereço: SPO, Área 5, Quadra 3, Bloco “M”, Sala 118, Brasília (DF), CEP: 70610-200. A data de postagem será considerada como a de entrega e o localizador da remessa deverá ser informado no ato da inscrição, que só será confirmada pela Comissão Organizadora após o recebimento dos materiais complementares enviados fisicamente.

Cada participante pode inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação.

Etapas da premiação

O Prêmio ANA 2014 terá uma Comissão Julgadora composta por membros externos à ANA e com notório saber na área de recursos hídricos ou meio ambiente. Um representante da Agência presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade; impactos social e ambiental; potencial de difusão; adesão social; originalidade; e sustentabilidade financeira (se aplicável). A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das sete categorias. Os vencedores serão conhecidos em solenidade de premiação marcada para 3 de dezembro de 2014 em local a ser definido.

Cronograma

  • Inscrições: até 30 de maio de 2014;
  • Avaliação: 4 de agosto a 12 de setembro (1ª fase), 6 a 10 de outubro (2ª fase);
  • Comunicação aos finalistas: 27 a 31 de outubro de 2014;
  • Premiação: 3 de dezembro de 2014.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) apontam queda nas vendas de 2% de janeiro a abril comparado ao mesmo período 2013. Na comparação com o mesmo mês do ano passado houve queda de 9,1% e com relação a março de 2014 de 4,4%. O resultado de abril levou a ABRAMAT a rever a previsão o para o fechamento de 2014 de 4,5% para 3,0%.

“O ano começou bem, com crescimento em janeiro e fevereiro, mas as vendas da maioria dos materiais de construção, em março e abril, caíram fortemente. Os segmentos de varejo, imobiliário e infraestrutura apresentaram resultados abaixo do esperado. Os produtos de acabamento sofreram menos. Ainda há tempo para uma recuperação, mas torna-se mais difícil atingirmos o crescimento previsto para 2014, de 4,5%.” afirma o presidente da ABRAMAT, Walter Cover.

O executivo também acrescentou que, embora os índices de emprego e renda continuem positivos, o crédito às famílias e as expectativas sobre o futuro da economia continuam preocupando tanto os consumidores como os empresários e com isso as compras e investimentos são postergados.

Os números do estudo da ABRAMAT apontam ainda que os empregos na indústria tiveram um crescimento de 6,7% em relação a abril de 2013. Já em relação ao mês anterior o crescimento foi de 1,0%.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

O “Manual da Filtração Industrial”, que demonstra a importância da filtragem em diferentes processos industriais.

Neste livro são detalhados os fundamentos e conceitos da filtração, além de normas nacionais e internacionais e uma vasta bibliografia sobre o assunto.Dividido em quatro capítulos: Sistemas hidráulicos e de lubrificação; Ventilação industrial e ar condicionado; Sistemas de controle da poluição e Sistemas pneumáticos.

O Manual da Filtração Industrial ainda reúne um amplo material didático, com detalhes, gráficos, tabelas, desenhos ilustrativos, fotos e os testes de desempenho exigidos, com as respectivas referências normativas.

Caso haja espaço na Leite & Derivados para este tipo de divulgação, em anexo há uma foto em alta resolução da capa do livro e um arquivo PDF, com a respectiva resenha. Para informações adicionais, não hesite em me contatar.

Dados técnicos:

Titulo: Manual da Filtração Industrial

Autor:  Marcos Gomes de Oliveira

ISBN: 9788588098756

Edição: 1ª   Publicação: 2013

Páginas: 279

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

Enquanto o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) divulgou os resultados da balança comercial brasileira que fechou 2013 com superávit de US$ 2,5 bilhões; o setor de equipamentos e produtos de saúde apresentou um déficit de US$ 4,1 bilhões. Representado pelos segmentos de materiais de consumo, equipamentos médico-hospitalares, implantes, laboratórios, odontologia e radiologia, o mercado brasileiro continua tendo dificuldades em competir com produtos importados.

O balanço acrescenta mais um ano de resultados negativos para o setor que, desde 2011, vem sofrendo com sua corrente de comércio. Nos últimos três anos registrou-se crescimento de 14% no total de importações paralelamente à queda de 10% no montante de exportações de produtos médicos e odontológicos.

Dentre os subsetores da indústria, aquele que mais se destacou com melhores resultados foi o odontológico com déficit comercial de apenas US$ 14 milhões em 2013. Em contrapartida, a área de laboratórios busca melhorias para reverter o mau desempenho e o saldo negativo que atinge a casa do bilhão de dólares.

Exportações – Balanço de 2013

Analisando os resultados nacionais do comércio exterior dos artigos e equipamentos médico-hospitalares, podemos identificar que o principal destino dos produtos brasileiros foram os Estados Unidos da América, que comprou mais de US$ 180 milhões das nossas empresas. Na sequência, temos a Argentina com US$ 76 milhões, o México com US$ 35 milhões, a Colômbia com US$ 33 milhões e a Venezuela com US$ 28 milhões. Juntos, estes cinco países do continente americano somam 48% do total de exportações brasileiras.

Eles têm sido parceiros do Brasil recebendo nossos produtos de forma constante, visto que a variação de exportações a estes mercados não ultrapassa 10% positivos ou negativos desde 2009.

De todos os seis subsetores que englobam o estudo, apenas dois conseguiram resultado positivo entre 2012 e 2013: o de implantes que aumentou em 3% suas exportações e o de radiologia que cresceu 15%. Mesmo tímido, este crescimento é bastante significativo, principalmente se comparado aos resultados das exportações de materiais de laboratórios (-49%), equipamentos médicos (-13%) e odontologia (-5%).

Considerado um dos setores vitais da economia mundial, a indústria de produtos para a saúde deve crescer nos próximos anos, gerando, assim, boas possibilidades de expansão para o mercado nacional. Porém, o que os números de 2013 refletem são a baixa competitividade da indústria brasileira que supre boa parte de sua demanda interna com importações diretas, principalmente dos itens de maior complexidade técnica.

Tendo em vista que o país conta com uma estrutura produtiva e tecnológica bastante heterogênea, o governo vem lançando iniciativas que estimulam a produção nacional. Além de mecanismos de compras públicas, regulação, incentivos fiscais ou de financiamento oferecidos pelo setor público, outras entidades criam propostas para estimular a produção e a exportação.

Fonte: Dehlicom

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Nos primeiros dois meses do ano, janeiro e fevereiro, a produção brasileira do segmento de vestuário teve crescimento de 12,34% em relação ao mesmo período de 2013, segundo dados do IBGE. Já no segmento têxtil houve um aumento de 0,67% no acumulado do ano.
Somente no mês de fevereiro, a produção brasileira do segmento de vestuário cresceu 3,4% e a do setor têxtil teve queda de 0,1% em relação ao mês anterior.

Se comparada a produção de fevereiro de 2014 com fevereiro de 2013,  a produção física da indústria do vestuário teve crescimento de 27,40% e a do segmento têxtil cresceu 3,83%.


Comércio Exterior

Nos primeiros três meses do ano, somente as importações de vestuário apresentaram aumento de 7,9%, em valor, comparativamente com o mesmo período em 2013. Essa variação foi de 1,8%, em toneladas, segundo dados do Sistema Alice/MDIC.
Já as importações de têxteis e confeccionados, entre janeiro e março deste ano, cresceram 4,2%, em valor. As exportações caíram 6,9% enquanto o crescimento do déficit na balança comercial no período foi de 6,5%, em relação ao mesmo período de 2013. Os especialistas da Abit acreditam que o déficit deve ultrapassar os U$ 6 bilhões, novo recorde.

Varejo (dados IBGE)
Em fevereiro, o volume de vendas de produtos têxteis e de vestuário teve crescimento de 7,4% e a Receita Nominal aumentou 12,7%, se comparados ao mesmo período do ano anterior.
Já no acumulado do ano (janeiro e fevereiro), o volume de vendas no setor cresceu 5,1% e a Receita Nominal aumentou 10,6%, se comparado à janeiro-fevereiro de 2013. No comparativo entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2014 o volume de vendas caiu 0,46% e a Receita Nominal apresentou recuo de 0,082%. (Dados com ajuste sazonal)

Emprego (CAGED)

O saldo entre contratações e demissões na indústria têxtil e de confecção (somente de empregados com carteira assinada), em fevereiro, foi positivo em 6.214.  No acumulado do ano (de janeiro a fevereiro), o saldo de emprego ficou em 12.691.

Fonte: Abit

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial máquinas e equipamentos Lançamento mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial