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Na quinta-feira, 18 de março, começou a funcionar oficialmente duas novas linhas de produção na Tuper, de São Bento do Sul, SC: a de galvanização e a de formação de tubos, encerrando ciclo de investimentos de R$ 72 milhões – 80% em recursos próprios e 20% vindos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES. Apenas nas duas novas operações foram aplicados R$ 35 milhões, respectivamente, R$ 20 milhões e R$ 15 milhões.

Especializada na fabricação de produtos em aço, a Tuper, com essa investida, pretende chegar ao fim de 2010 ao seu primeiro bilhão de reais, em 38 anos de existência. O feito representará expansão de 32% sobre a receita do ano passado, de R$ 674 milhões. Mais: a capacidade de produção anual de 192 mil sobe para 240 mil toneladas, volume que deve ser comercializado este ano.

Também com a ampliação, 65 novos profissionais foram incorporados ao quadro de funcionários, que soma, agora, 1 778 colaboradores. Outros cem serão contratados. Levantamento realizado o ano passado indica que a Tuper é a segunda maior processadora de aço do país, excluídas as siderúrgicas. Participa com 11% do mercado nacional, índice que deve crescer quatro pontos nos próximos anos.

Para o próximo triênio, mais novidades, conforme conta o presidente da empresa, Frank Bollmann: “De 2010 a 2012 investiremos mais R$ 150 milhões em nossas operações”.

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A Festo, especializada em automação industrial, entregou as instalações e vários dos dispositivos que equipam o novo laboratório de automação e controle de processos para as áreas de mecânica e mecatrônica da Faculdade de Tecnologia de São Paulo, Fatec. De acordo com comunicado da empresa, o objetivo da ação é aprimorar a qualificação dos futuros profissionais da indústria.  

A doação, realizada por meio do braço educacional da Festo, a Didactic, consiste em:

– reforma da sala em que passa a funcionar o laboratório, de acordo com o os padrões utilizados na sede da empresa;
– em uma bancada completa de controle de processos, que pode ser utilizada por 20 alunos simultaneamente;
– em um Robotino, dispositivo desenvolvido na matriz da empresa, na Alemanha, para estudos avançados de robótica móvel.

Posteriormente a Fatec adquiriu, para tornar o espaço ainda mais completo, mais quatro bancadas de controle de processos e um sistema de robótica aplicada à manufatura integrada.

De acordo com a professora Maria da Graça Marcatto, chefe do departamento de mecânica da faculdade, o laboratório será utilizado por cerca de dois mil estudantes dos cursos de mecânica e mecânica de precisão: “Os alunos terão condições de simular várias situações reais que encontrarão no dia a dia das empresas. A expectativa dos alunos para atuar nos equipamentos é grande, e a dos professores também”.

Para garantir a perfeita utilização dos equipamentos, dozeprofessores da Faculdade de Tecnologia foram orientados pelos instrutores da Didactic. Além disso, um deles estará presente na aula inaugural para esclarecer dúvidas dos alunos.

As chaves do laboratório foram entregues à diretora superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, pelo diretor da Didactic no Brasil, Mario Borin.

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A Alcoa prorrogou até o dia 31 de março as inscrições para o processo seletivo de profissionais que tenham interesse em trabalhar na Mina de Juruti, localizada no coração da Amazônia, no Pará.

A companhia oferece 56 vagas para as funções de analista de Custo Produção Consultor; engenheiro Consultor de Planejamento de Mina; engenheiro Elétrico Sênior; engenheiro Mecânico Sênior, engenheiro de Controle Ambiental; engenheiro de Processo Sr; Médico do Trabalho; superintendente de Infraestrutura e Manut. Civil; superintendente Técnico; supervisor de Geologia; supervisor de Manutenção Mecânica; supervisor de Mina; supervisor de Produção; supervisor Engenharia e Manutenção; supervisor de Segurança e Higiene; técnico de Manutenção Sênior; técnico de Mineração Sênior; técnico Elétrico Sênior; técnico em Geologia Sênior; técnico em Manutenção Especializado; técnico em Manutenção Mecânica Sênior e técnico de Manutenção e Pleno; técnico Produção Sr. e instrutor de Treinamento Operacional.

A Mina de bauxita de Juruti foi inaugurada em setembro de 2009 com investimentos de R$ 3,5 bilhões e é um dos maiores empreendimentos de mineração da Alcoa. Está estruturado e preparado para produzir até 12 milhões de toneladas anuais do minério. As reservas minerais na região de Juruti permitem a previsão de uma vida útil do empreendimento, no atual nível de conhecimento geológico, de no mínimo 70 anos.

Requisitos
Para participar do processo seletivo, é necessário que o candidato possua curso técnico, superior ou de extensão completo; desejável experiência anterior e disponibilidade para morar em Juruti. Mais detalhes sobre as vagas – como quantidade de postos de trabalho e cursos exigidos para participar do processo – podem ser encontrados em www.alcoa.com.br.

Benefícios
A empresa oferece previdência privada, assistência médica, plano odontológico, auxílio-farmácia, seguro de vida em grupo, benefício alimentação e transporte, auxílio-moradia, entre outros.

Serviço
Os interessados devem efetuar o cadastro até 31de Março por meio do endereço eletrônico: www.alcoa.com.br

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De 9 a 12 de março, o estado de Rondônia realiza na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, a 1ª Semana de Rondônia em São Paulo, evento cujo objetivo é apresentar as oportunidades de investimentos locais.

Segundo comunicado sobre a iniciativa, Rondônia, além de manter os maiores investimentos do PAC, Programa de Aceleração do Crescimento, recebeu mais de 5 mil novas empresas e gerou mais empregos em 2009.  

“Queremos continuar atraindo empresas para estimular ainda mais o desenvolvimento do Estado”, afirma o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia, Fiero, Denis Baú, que lidera a comitiva. O evento terá a presença do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, do governador Ivo Cassol, da presidência do Branco da Amazônia e dos secretários estaduais de finanças, desenvolvimento socioeconômico e do planejamento.

Sob o slogan “abrindo fronteiras, fechando negócios”, a Semana de Rondônia em São Paulo é um evento para divulgar as vantagens competitivas que o Estado pode oferecer.

De acordo com a Fiero, o Estado possui hoje a maior taxa de ocupação da população economicamente ativa da região Norte (94,6%, devendo chegar a 96% em três anos) e a segunda menor taxa de desemprego do Brasil.

Serviço

Semana de Rondônia em São Paulo

Data: de 9 a 12 de março de 2010

Local: Fiesp – Salão Nobre – 15º andar

Endereço: Av. Paulista 1.313 – São Paulo, SP

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O crescimento de 15,9%, para R$ 4,63 bilhões, da receita do setor de máquinas e equipamentos em janeiro com relação ao mesmo mês do ano passado, acabou nem sendo o destaque da coletiva de imprensa promovida pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na quarta-feira, 24 de fevereiro, para divulgação dos números do segmento.

A boa notícia ficou mesmo por conta da expectativa de que os investimentos do setor em 2010 deverão atingir R$ 8,9 bilhões, 20% mais do que os R$ 7,43 bilhões de 2009. Do total de recursos aplicados no ano passado, a maior parte, 36,8%, priorizou modernização tecnológica. Em seguida vieram troca de máquinas defasadas, 28,1%, e ampliação de capacidade, 26,4%.

Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela entidade com os fabricantes de bens de capital mecânicos.

Mais números — Mesmo o faturamento tendo retraído 26,1% em janeiro sobre dezembro, as contratações no primeiro mês do ano apresentaram alta de 0,8% no comparativo com dezembro, para 1 987 vagas líquidas. Atualmente, 235 925 pessoas compõem o quadro dos fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos.

Já a balança comercial do setor encontra-se deficitária. Em janeiro, as importações superaram as exportações em US$ 1,14 bilhão, patamar superior em 8,6% ao saldo negativo registrado em janeiro de 2009, que foi de US$ 1,05 bilhão.

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Os resultados positivos obtidos pela especialista em instrumentação industrial Nuova Fima do Brasil em 2009 garantiram à empresa mudança de instalações a partir de 17 de fevereiro. “Graças ao crescimento, estamos migrando nossas operações para um novo escritório, mais amplo, moderno e proporcional às nossas metas para os próximos anos”, comemora a direção da empresa.

Com a mudança, o telefone estará fora de atividade nos dias 15,16 e 17 de fevereiro. Assim sendo, os contatos deverão ser feitos nos seguintes números temporários: (11) 9969-3526 e (11) 9913-3590, ou por e-mail (infobr@nuovafima.com.br), que permanece o mesmo. Mas a direção salienta que estes só serão respondidos a partir do dia 17 de fevereiro, quando as comunicações entrarão na normalidade.

Serviço

Novo endereço:

Rua Major Otaviano, nº 210, Belenzinho CEP: 03054-050 – São Paulo – SP

Telefones (que continuam os mesmos):

Fone – (11) 2916-5234

Fax – (11) 2916-4655

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Na última sexta-feira (29/01), postei aqui no blog um artigo de um especialista sobre como o marketing industrial pode colaborar para os negócios das pequenas às grandes empresas. Segundo Nuno Rebelo dos Santos, o especialista em questão, “profissionais motivados e integrados têm melhores ideias, são mais produtivos e mais eficientes no cumprimento de objetivos e metas, por consequência mais felizes.”

Nesta semana, listo alguns cursos sobre o tema que estão sendo oferecidos ao longo de 2010. Se a sua intenção é melhorar os negócios, saiba que um pouco de capacitação pode alavancar – e muito – as vendas.

A Escola de Marketing Industrial (EMI), centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento de competências no relacionamento entre empresas sob a ótica da Inovação e do Valor, instiga os executivos a repensarem suas formas de enxergar o mundo empresarial.
Este objetivo é alcançado por meio de programas focados em diversas áreas essenciais à boa aplicação do marketing como gestão, estratégia, fundamentos e programas instrumentais, essenciais aos bons resultados.
Bons estudos!

Foco do Cliente

Este programa decodifica o universo do cliente por meio do Marketing Industrial, mostrando uma forma reveladora de pensar e agir, que só será possível por intermédio da leitura e da percepção de reais necessidades – nem sempre verbalizadas. A partir desse entendimento, conceitos e práticas são discutidos para propiciar a criação, por antecipação, de soluções de valor inovadoras.

Os participantes têm a oportunidade de discutir temas relevantes como Tarefa Empresarial das Empresas Válidas; Cliente Industrial e suas Identidades; Mundo das Contrariedades; Mundo das Necessidades; Diferenças entre Foco no Cliente e Foco do Cliente; Subsistemas Empresariais; Leituras de Ambientes, Valor Percebido e Plano de Marketing.

Este programa é realizado em três dias, durante período integral, em uma única fase. Os resultados esperados são o fortalecimento e enriquecimento das relações da empresa com os seus clientes, utilizando-se da visão inovadora do foco do cliente; identificar desafios e oportunidades e promover a troca de experiências entre os executivos que atuam na área de marketing corporativo.

Público alvo: Profissionais que buscam conhecer, ordenar e sistematizar os esforços de Marketing Industrial no Foco do Cliente
Agenda: 8 a 10 de março, 17 a 19 de maio, 20 a 22 de setembro e 6 a 8 de dezembro.
Investimento: R$ 4.860,00

Executivo em Marketing Industrial

Trata-se de um programa que visa aprofundar saberes e práticas de gestores de diferentes áreas da empresa na compreensão e aplicação, de maneira estruturada, de conceitos e estratégias inovadoras de Marketing Industrial. O objetivo é criar e sustentar diferenciais competitivos únicos nos processos de relacionamentos duradouros com seus clientes,

O conteúdo inclui temas como Tarefa empresarial das empresas válidas; Questões fundamentais para o marketing industrial; Ambiente de negócios e sua evolução; Estratégias diferenciadoras de marketing industrial; Construção de Alianças no Marketing Industrial; Gestão e Mobilização de Talentos para a construção de Valor. Outros assuntos abordados são Tecnologia Comercial no Marketing industrial; Comunicação em Marketing Industrial; Gestão da Marca em Marketing Industrial; Gestão de Projetos; Finanças em Marketing Industrial; Sistemas de Gestão em Marketing Industrial; Gestão do Capital de Valor e Desenvolvimento de Produtos no Foco do Cliente.

O programa é desenvolvido em 12 dias, em período integral, sendo dividido em duas fases. Os participantes terão a oportunidade de aprimorar a habilidade de gerir ações estratégicas voltadas à construção de relações com clientes, e as empresas o benefício de ter profissionais mais preparados para a geração de resultados superiores decorrentes do reconhecimento e da admiração conquistados junto aos clientes.

Público alvo: Profissionais em função executiva que, independentemente de suas áreas de atuação, têm envolvimento direto nos processos de construção de relações com os clientes.
Agenda – No primeiro semestre, a primeira fase será no período de 12 a 16 de abril; a segunda ocorrerá de 17 a 21 de maio.
Investimento: R$ 18.200,00

Innovation Marketing Management

Este programa amplia o conhecimento e o domínio mercadológico dos executivos que investem na geração dos resultados superiores e autossustentados por meio de alianças com suas empresas-clientes, contemplando questões estratégicas de longo prazo e a gestão da cultura empresarial comprometida com a construção de relações significativas.

Entre os temas desenvolvidos estão: Macroambiente; Gestão Financeira e Mercadológica; Alianças Mercadológicas; Processos Continuados de Desenvolvimento Mercadológico; Ação Mercadológica em Ambientes Culturais Diversificados; Processos de Comunicação na Relação Mercadológica.

Este programa ocorre em duas fases de cinco dias durante período integral e permite aos participantes a construir e dominar conhecimentos inovadores, criando vantagens competitivas com base na preferência  de clientes selecionados.

Público alvo: presidentes, vice-presidentes e diretores responsáveis pela definição estratégica de negócios e organizações.
Agenda: Primeira fase no período de 10 a 14 de maio e a segunda de 7 a 11 de junho.
Investimento: R$ 27.400,00

Vendas Consultivas

Este programa trata do conhecimento de um conjunto de técnicas de vendas. A arte de vender está relacionada à capacidade e ao propósito, por parte do fornecedor, de compreender desafios empresariais  dos clientes. Nesse contexto, a ação de vendas deve estar orientada para ampliação da contribuição da empresa para o sucesso de seus clientes.

O conteúdo inclui temas como Tarefa empresarial das empresas válidas; Conceitos Fundamentais de Marketing Industrial; Foco do Cliente; Vendas para consumo; Vendas para Empresas; Conceito de valor; Vendas Empresariais; Diferentes Momentos da venda; O Papel do Vendedor; Leitura de Ambientes; Etiqueta nos Negócios; Seleção de Clientes Empresariais; Percepção e Realidade; Ofertas de Valor.

O programa é desenvolvido em uma única fase de quatro dias, em período integral. Ao participar, os profissionais terão a oportunidade de entender melhor seu papel na construção de relações duradouras com os clientes, na criação de ofertas a partir de percepção do que é valor para o cliente e na promoção de troca de experiências de profissionais que atuam no campo do marketing industrial.

Público alvo: Profissionais atuando na linha de frente, bem como na administração de ações de vendas para clientes empresariais.
Agenda – No primeiro semestre será realizado no período de 6 a 9 de abril e no segundo ocorrerá duas vezes: de 10 a 13 de agosto e de 8 a 11 de novembro.
Investimento: R$ 6.500,00

Gestão de Projetos em Marketing Industrial

Este programa estabelece os fundamentos da condução eficaz de projetos voltados à implementação de ações de marketing industrial, de forma estruturada e orquestrada, compromissados com a adoção de práticas inovadoras que, incorporadas à operação permanente da empresa, contribuem de forma decisiva para a consolidação de relacionamentos baseados na criação de valor no foco dos clientes.

Entre os temas abordados estão Leitura e Análise de Ambientes Mercadológicos; Escolha e Priorização de Ações de Alto Impacto; Soluções Diferenciadas via Criatividade e Inovação; Condução de Projetos – Organização e Estrutura; Aporte de Competências por meio de Equipes Multidisciplinares de Projetos; Agenda Técnica e Comportamental; Execução e Gerenciamento de Projetos de Marketing Industrial.

O programa é desenvolvido em uma única fase de três dias em período integral. O objetivo é que os participantes  dominem a metodologia específica, voltada para condução e implementação de projetos estruturados de marketing; as variáveis que influenciam a identificação de ações consideradas prioritárias e a forma mais adequada para o seu tratamento. Além disso, se capacitem para a gestão de equipes multidisciplinares, mobilizadas para a concepção de alternativas de ações de marketing e sua efetiva instalação; e literalmente começam a “fazer acontecer”.

Público alvo: Gestores diretamente envolvidos na condução de equipes de implementação de projetos estruturados de marketing voltados para a construção de relações prósperas com clientes.
Agenda – De 16 a 18 de agosto
Investimento: R$ 6.850,00

Técnicas e Ferramentas de Marketing Industrial

É um programa que apresenta uma abordagem prática e enriquecedora, na qual se aprimoram a seleção e utilização inteligente do rol de técnicas e ferramentas mercadológicas mais atuais, visando o melhor desempenho das ações de marketing e a obtenção de melhores resultados empresariais.

Os participantes têm a oportunidade de discutir temas como Tarefa Empresarial das Empresas Válidas; Conceitos Fundamentais de Marketing Industrial; Relacionamento com Clientes; Pesquisas e seus Diferentes Enfoques; Resgate da Tecnologia Comercial; Gestão da Base de Clientes; Desenvolvimento de Produtos; Processos de Comunicação Interna e Externa; Avaliação da Satisfação de Clientes; Avaliação do Esforço Global de Marketing.

Este programa é realizado em duas fases de cinco dias, em período integral, e possibilita que os participantes tenham uma visão abrangente das ferramentas de marketing industrial disponíveis para suas atividades; conhecimento e capacidade de utilização das ferramentas mercadológicas para gerar real valor ao negócio.

Público alvo: Profissionais de diferentes áreas com experiência e atuação em marketing industrial.
Agenda – A primeira fase ocorre no período de 20 a 24 de setembro e a segunda de 18 a 22 de outubro.
Investimento: R$ 12.500,00
Os interessados podem obter mais informações no site: www.emkti.com.br, pelo tel.: (11) 4613-8653 ou e-mail: bernadete@emkti.com.br.

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Carlos Maurício de Paula Barros*

A palavra que definirá os novos investimentos do ano de 2010 será, provavelmente, infraestrutura. Cifras bilionárias são indispensáveis para preparar o Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, e tais investimentos vão beneficiar empresas de engenharia e deflagrar uma onda de contratações de profissionais especializados.
As obras prioritárias para a realização dos jogos no Brasil incluem melhorias nas áreas de mobilidade urbana, rede aeroportuária, hotelaria, saúde, saneamento e telecomunicações, entre outras. Haverá ainda a necessidade de reformar ou construir estádios para a realização das competições, bem como a adaptação do entorno dessas edificações. Os recursos que viabilizarão as obras estão previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) criado para a Copa pelo governo federal, e deverão bater a casa dos R$ 21,8 bilhões.

Com o país transformado em um grande canteiro de obras, o setor poderá enfrentar o percalço da falta de mão de obra, principalmente a especializada. Os engenheiros serão necessários em todo o processo produtivo, do projeto à manutenção, mas a profissão já está desfalcada antes mesmo desse aumento da demanda.

A Federação Nacional de Engenheiros (FNE) calcula que quase 30% dos alunos de engenharia abandonam o curso antes da formatura. Os motivos são variados: desde a defasagem de alguns currículos universitários em relação à demanda do mercado até a dedicação exigida ao estudante. Nas últimas décadas, a forte razão para tantos jovens desencorajados foi o desaparecimento das perspectivas profissionais, pela falta de investimentos.

No início dos anos 80, as grandes obras que até então pipocavam em todo o Brasil foram canceladas em função da falência do Estado e da crise internacional de crédito. Um retrato da época foi a lanchonete “O Engenheiro que Virou Suco”, aberta na capital paulista por um engenheiro que decidiu aposentar o diploma, após muitas tentativas frustradas de encontrar emprego na profissão. Ser engenheiro não era mais sinônimo de sucesso profissional e a área deixou de despertar o interesse dos jovens.

Apenas recentemente, a partir do crescimento dos investimentos na indústria do petróleo, e agora, com as descobertas de grandes fontes de petróleo no Brasil, como a camada pré-sal, a engenharia voltou a atrair os estudantes. Com os investimentos da Petrobras e a necessidade de deixar o país pronto para receber os dois maiores eventos esportivo do mundo, é possível que tenhamos uma nova era de ouro da engenharia.

Foi a engenharia nacional que permitiu as grandes descobertas de petróleo no mar, levando o país à auto-suficiência. O controle de todas as fases do processo produtivo, passando pelo projeto básico e detalhado – fabricação de materiais e equipamentos, construção civil, montagem e manutenção – deu autonomia ao setor.

Sempre que houve investimentos conduzidos com seriedade, as empresas de engenharia nacional deram as respostas adequadas. Com formação de pessoal especializado sintonizada com as exigências do mercado acreditamos que os profissionais e, consequentemente, as empresas que os empregam, terão condições de desempenhar o seu papel, contribuindo para o crescimento econômico nacional.

* Carlos Maurício Lima de Paula Barros é engenheiro e presidente da ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial

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Na terça-feira, 12 de janeiro, o Estadão publicou matéria sobre PRODUTIVIDADE INDUSTRIAL (de autoria de Marcelo Rehder), com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. O levantamento do números, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, aponta resultado bastante interessante, e importante de ser acompanhado. Veja:

Indústria quer maior produtividade

Depois de ver a produtividade de suas fábricas ir para o ralo com a crise financeira mundial, a indústria brasileira se prepara para dar a volta por cima em 2010. Em um ano de crise, entre setembro de 2008 e setembro de 2009, a produtividade do trabalho industrial caiu 4,1%, puxada pelo recuo da produção, que despencou 8%. A redução do pessoal ocupado foi menor, de 4,1%. Agora, com a previsão de crescimento da economia superior a 5%, as empresas pretendem ampliar a produção em ritmo superior ao das contratações, recuperar o terreno perdido e ainda ganhar eficiência.

Os números são de levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feito com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A produtividade é medida pela capacidade que a empresa ou o setor da economia tem de produzir mais com a mesma quantidade de um determinado insumo, que no caso do estudo da Fiesp é representado pela mão de obra.

Considerada a base da competitividade do produto brasileiro, a produtividade fortalece as empresas e permite que concedam aumentos reais de salários e preços mais acessíveis ao consumidor, o que amplia o mercado interno.

Para o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, que coordenou o estudo, o emprego industrial deverá superar os níveis alcançados no período anterior à crise somente no segundo semestre ou no ano que vem, mesmo com a economia crescendo entre 5% e 6%.

Nesse quadro, as empresas geralmente tomam como primeira medida a utilização de horas extras, observa Roriz Coelho. Depois, fazem contratações temporárias, além de colocar novamente em operação os equipamentos desativados na crise. Antes de investir e contratar gente nova, ainda podem terceirizar parte da produção.

Sondagem divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) confirma a tendência de recuperação do emprego em porcentual inferior ao do crescimento da produção e do investimento. Das 762 empresas entrevistadas, 69% projetam aumento de vendas para este ano, enquanto só 8% falam em retração. No entanto, é menor o porcentual de empresas que querem contratar: 40%. Além disso, outras 12% pretendem fechar postos de trabalho.

REPARTIR OS GANHOS

Atentos, os sindicalistas prometem cobrar a parte dos trabalhadores nos ganhos de eficiência das empresas. “Como a produtividade vai crescer muito este ano, nossa expectativa é não só garantir grandes aumentos reais de salários, como obter conquistas inéditas, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais”, diz o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva.

O estudo da Fiesp mostra que, nos meses de crise, a produtividade do trabalho chegou a cair até 16% nos setores de fumo e produtos elétricos. De um total de 26 setores analisados, apenas 8 aumentaram a produtividade no período. No entanto, os fabricantes de máquinas de escritório e equipamentos de informática, celulose e papel e equipamentos de transportes aumentaram a produtividade por meio da queda de pessoal ocupado.

Em contrapartida, produtos químicos, bebidas e perfumaria foram os únicos setores que aumentaram a produtividade sem diminuir o emprego. A produtividade na fabricação de produtos de perfumaria cresceu 10,8%, acompanhada de aumento de 11,4% na produção e de 0,5% no emprego.

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Uma recente pesquisa realizada pela Organização Mundial do Comércio, OMC, aponta que o Brasil ocupa o quarto lugar na preferência dos investidores internacionais, depois dos Estados Unidos, China e Índia, colocando-se à frente de potências como Japão, Alemanha e Reino Unido.

No mercado interno brasileiro, a Itália é considerada um dos maiores parceiros econômicos do País, no 13º lugar, como um dos principais investidores estrangeiros no Brasil.  Prova disso são grandes nomes como Fiat, Pirelli e TIM Brasil

Segundo Giovanni Sacchi, diretor no Brasil do Instituto Italiano para o Comércio Exterior (ICE),  acordos comerciais entre os dois países sempre estiveram na pauta de prioridades, havendo promissoras relações comerciais a serem exploradas. “Convidamos as empresas italianas a olhar o Brasil como um parceiro estratégico”.
Hoje, aproximadamente 300 empresas italianas têm presença direta no Brasil, número duplicado ao longo dos últimos dez anos.

Outro lado

As compras de produtos italianos pelo Brasil, em 2008, cresceram 30%, sobretudo em bens de capital, que representam mais de 60% das compras brasileiras provenientes da Itália. Entre os principais produtos exportados para a Itália estão frutas, flores, ferro, couro, papel, produtos siderúrgicos, carne, metais e peças para automóveis. Já o Brasil importa da Itália principalmente máquinas e componentes mecânicos, produtos químicos e farmacêuticos.

Acordos entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil e o Ministério Italiano do Desenvolvimento Econômico, consolidados na última visita do presidente Lula à Itália, em novembro de 2008, vieram fortalecer as relações comerciais entre os dois países, com destaque para as áreas de defesa, infra-estrutura, tecnologias espaciais, ciências médicas e saúde.

Outros setores de interesse são: têxtil, alimentício, couro e calçados, madeira e produção de móveis, beneficiamento de mármores e granitos, componentes eletrônicos e eletro-técnicos, agropecuário, álcool, papel-papelão, energia e mineração.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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