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Vamos direto aos fatos: a cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, registrou recordes de geração de empregos por dois meses consecutivos. Na indústria, o saldo positivo de setembro foi de 990 vagas. Demissões diminuíram 21,85%. Uma boa notícia para o começo da semana, não?

A retomada de crescimento da atividade industrial em Guarulhos no mês de setembro aumentou as expectativas de que o setor termine o ano com saldo positivo de empregos. No acumulado do ano, a indústria perdeu 4.299 vagas, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Mas nos últimos três meses, o setor começou a dar sinais claros de recuperação. Em setembro, foram gerados 990 postos de trabalho no setor industrial, do total de 2.170 criados na cidade. Também houve queda significativa no número de demissões: -21,85% em relação ao mês anterior.

Essa recuperação já leva algumas empresas a investir na contratação de funcionários para trabalhar no terceiro turno. “Muitas fábricas estão retomando os níveis de produção com a volta à rotina pré-crise. Nossa expectativa é terminar o ano com saldo positivo de vagas ou então muito próximo disso”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Antonio Carlos Almeida.

Segundo ele, Guarulhos sofreu impacto menor devido à diversificação de seu parque industrial, que conta com concentrações empresariais nos segmentos têxtil, metal-mecânico, químico-farmacêutico, além dos serviços de logística.

A cidade tem atualmente a 2ª economia mais importante do Estado de São Paulo, atrás apenas da Capital, além de ser a 7ª economia industrial mais importante do país.

O primeiro sinal de retomada do emprego na indústria surgiu em julho, com saldo positivo, ainda que de 12 postos. No mês seguinte, o saldo positivo foi de 309 vagas. Em setembro, o Caged aponta 3.021 admissões na indústria contra 2.031 demissões, saldo de 990. Destaque para a indústria química que abriu 259 novos postos de trabalho no mês passado. Desde janeiro de 2008, o setor não apresentava um desempenho tão positivo.

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vitamina“Não é mais para dar antibiótico, é para dar vitamina.” Acredito que esta frase muito provavelmente não constava no discurso que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, proferiu durante a reunião extraordinária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, CDES, na terça-feira, 15. Mas isso não é novidade. Entretanto, ela expressa muito bem – e até pelo tipo de linguagem – o desejo do chefe de estado: que os investimentos aconteçam.

Para ele, a crise financeira mundial está superada e, agora, depois da febre, o País precisa de vitamina para se fortalecer e continuar a ampliar o mercado interno e o montante de investimentos. “Esta é hora de investir. Quem parou por conta da crise recomece, pois quem estiver mais preparado sairá na frente”, alertou, cobrando ainda empenho dos empresários principalmente na discussão de uma cadeia produtiva para exploração do petróleo encontrado na camada pré-sal.

De acordo com Lula, o Brasil vive um momento impar para se fazer investimentos, com obras do Programa de Aceleração do Crescimento, PAC, e exploração da camada pré-sal, e por isso é preciso discutir e pensar como estruturar a cadeia produtiva. “Eis uma questão muito importante: não existe possibilidade de o governo sobreviver sozinho, de o empresário viver sozinho, de o trabalhador viver se as empresas estiverem enfraquecidas ou se houver um exército infinito de miseráveis.”

E o que fazer, então? Segundo ele, cuidar para que grande parte dos produtos relacionados à exploração do pré-sal seja fabricada no Brasil. “Isso alavancará a classe média, aumentará a formação profissional e qualificará o brasileiro para ser mais competitivo.”

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 Nesta semana, a Trumpf iniciou de forma efetiva a caça por um representante na região de Manaus. Os esforços se devem ao plano da fabricante de máquinas-ferramenta destinadas ao processamento de peças em chapas metálicas em ganhar mercado no norte do País.

Para os interessados, a companhia anuncia que terão preferência os experientes no mercado de chapas metálicas. Currículo ou portfólio da empresa devem ser encaminhados para Walter Mello, gerente de vendas, no telefone (11) 4133-3563 ou pelo e-mail walter.mello@trumpf.com.br.

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Mesmo diante de números tímidos, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – Abimaq – incentiva seus associados a investir. A sugestão veio do presidente da entidade, Luiz Aubert Neto, durante encontro com jornalistas, nesta tarde, para apresentar o desempenho dos diversos segmentos da nossa indústria em julho.

Aubert Neto argumentou que a capacidade produtiva está voltando aos poucos e que “2010 será um ano bem melhor, com demanda crescente”. Para o presidente, “é necessário que as empresas – mesmo as em recessão – se preparem agora para sair na frente da concorrência quando o mercado retomar os pedidos.”

De volta aos números mencionados no começo, a Abimaq apresentou o desempenho da indústria nos primeiros sete meses de 2009. Em julho, o faturamento do setor registrou queda de 9,8% quando comparado ao mês anterior. Na comparação com julho de 2008, a retração foi de – 26,3%.

No período de janeiro e julho de 2009, o faturamento real acumulado foi de R$ 34,3 bilhões, 24,3% menor que o valor acumulado no mesmo período de 2008. “Este resultado é reflexo do comportamento negativo da maioria dos setores fabricantes de máquinas e equipamentos”, disse Luiz Aubert Neto.

Então vamos aos números por setor do acumulado do ano (janeiro a julho de 2009) em comparação ao mesmo período de 2008:

Máquinas para Madeira: -71%
Máquinas-ferramenta: – 52,9%
Máquinas têxteis: – 42,2%
Máquinas agrícolas: – 41,4%
Máquinas gráficas: – 36,9%
Hidráulica e pneumática: – 35,1%
Máquinas para plástico: – 28%
Outras máquinas: – 24,6%
Válvulas: – 7,7%

A média Abimaq foi de retração de 24,3%. De acordo com a entidade, dois setores apresentaram crescimento no período: bombas e motobombas com 11,6% e bens sob encomenda com 10,1%. “Os setores positivos estão ganhado força por conta da Petrobrás”, justificou o presidente.

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Certificação ISO 9001 foi concedida em 2004 pelo IQA (Foto: Divulgação)

Certificação ISO 9001 foi concedida em 2004 pelo IQA (Foto: Divulgação)

Longe de mim “vender” a ideia de que um certificado pode trazer mais faturamento. Essa avaliação cabe aos especialistas. No entanto, acho mais do que válido divulgar cases que comprovam que alguns procedimentos podem, sim, fazer a diferença.

A Metalcoop (Cooperativa de Produção Industrial de Trabalhadores em Conformação de Metais) atua no segmento de forjaria e adotou há cinco anos sistema de gestão da qualidade e investiu na Certificação ISO 9001:2000, por meio do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva). Desde então, a empresa sediada em Salto, SP, viu suas vendas crescer. Só em 2004, quando obteve a certificação, a empresa viu o faturamento aumentar 300%.

Criada em 2002 por ex-funcionários da Picchi S/A Indústria Metalúrgica, a Metalcoop contou inicialmente com a força de vontade de 88 colaboradores. “Enquanto uma equipe conduzia as negociações, outra buscava relações comerciais, capazes de manter vivo e forte o desejo de ingressar no mercado em novo formato de administração, permeada na gestão participativa do negócio por todos os sócios”, conta Cláudio Domingos da Silva, diretor-presidente do Conselho de Administração da Metalcoop.

No começo, a cooperativa atendeu fabricantes de correntes transportadoras, utilizadas em usinas processadoras da cana-de-açúcar. “Com a forjaria bem estruturada e experiência em metais, a empresa almejava o mercado de autopeças, mas este exigia a certificação ISO 9001”, lembra Silva. Para isso, a Metalcoop investiu no Programa de Apoio a Fornecedores do Sindipeças, desenvolvido junto com o IQA e voltado a pequenos fornecedores.

Para adequar seus processos, a cooperativa contratou uma consultoria e implantou um sistema de gestão da qualidade, que abrangia a manutenção periódica de máquinas e equipamentos, formação de auditores internos e analistas da qualidade, além do trabalho de conscientização dos funcionários sobre qualidade. “Conquistamos a certificação do IQA e em menos de seis meses ingressamos como fabricante de autopeças, com tecnologia de extrusão a frio de metais”, diz.

Assim, a empresa passou a fabricar eixos e semi-eixos para caixas de câmbio e luveiras para cardans, além de outros componentes. A produção mensal de 150 toneladas saltou para 350 toneladas no final de 2004. Silva conta que os gestores passaram a olhar diferente para a organização, entendendo que o atendimento dos requisitos da qualidade ao cliente é tarefa de todos.

A certificação permitiu, ainda, a empresa se tornar fornecedora de produtos com qualidade assegurada, ampliar o portifólio de clientes e elevar o faturamento em 300%. Para isso, a empresa adquiriu mais de 50 máquinas e equipamentos, principalmente da Picchi S/A. Além disso, o consumo de matéria-prima cresceu quatro vezes. O executivo afirma que o crescimento se manteve e em outubro de 2008 a empresa industrializou 690 toneladas de aço e fechou 2008 com faturamento de R$ 19,5 milhões.

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Josef Holz, vice-presidente do Lapp Group

Josef Holz, vice-presidente do Lapp Group

Foi o grande potencial brasileiro que trouxe para o Brasil a Lapp Group em meados de 2007. Um ano depois, Kristen Almström, diretor geral para o Brasil, reuniu jornalistas nesta quarta-feira, 24, para recepcionar Josef Holz, vice-presidente do grupo alemão, que agora conta com um braço no País.

Nesta tarde, os dois executivos falaram sobre a grandiosidade do mercado brasileiro e os motivos que levarão a Lapp Group a investir 10 milhões de euros no País. Inicialmente. “Há 40 anos pensamos no Brasil, mas somos uma empresa familiar e fazemos um investimento por vez”, justificou Josef Holz. A Lapp Group está presente da China, Índia, Rússia, Estados Unidos e boa parte da Europa.

A demora do investimento aconteceu por conta da filosofia da empresa: “atacar” uma região do mundo de cada vez. Nos últimos anos, a Lapp concentrou esforços no Leste Europeu e na Ásia. “Não gostamos de fazer empréstimos bancários. Nossos investimentos são feitos com recursos próprios”, argumentou Holz.

Kristen Almström foi escolhido a dedo para comandar as operações no Brasil. Segundo os executivos, o País será a base para a venda de cabos especiais, chicotes, conectores e um portfólio extenso para a América Latina. “Oferecemos soluções, não apenas chicotes e conectores”, disse Almström, que, sem revelar o nome, comentou que já trabalha em um projeto para uma grande empresa brasileira.

Cabo Eoflex: o carro-chefe da empresa

Cabo Eoflex: o carro-chefe da empresa

Em apenas um ano de atividade, a Lapp Group já cresceu 30% no Brasil e espera manter esse número para 2009. “O crescimento no Brasil deve ser rápido porque viemos de experiências muito boas na Rússia e na Ucrânia, países que oferecem ótimas oportunidades como o Brasil”, pontuou Holz.

Ele contou ainda que 5% do faturamento da empresa é investido em inovação.

Hoje a Lapp Group no Brasil atua em cinco estados (São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul) e conta com 18 colaboradores diretos e 10 indiretos. O País abrigará em breve uma unidade de produção de chicotes com localidade a ser definida. Nos próximos cinco anos a companhia estima que o Brasil será responsável por 20% do faturamento global. Como? “É só olhar os investimentos em biomassa, energia eólica e petróleo do País”, afirmou Kristen Almström. “Temos muito mercado por aqui”.

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logo_anpei_blog_industrialA Celulose Irani foi um dos cases de destaque da IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica, em Porto Alegre (RS) nesta terça-feira, 9. Representantes da fabricante de papel kraft e papelão ondulado anunciaram que a empresa tem 63 projetos de inovação tecnológica em andamento e que criou um núcleo para administrar as iniciativas de seus colaboradores.

Uma das ações que a Irani divulgou com fervor foi redução significativa de emissão de CO2 na atmosfera. Em 2008, por exemplo, a empresa emitiu 18.084 toneladas de CO2, contra 78.551 toneladas em 2006. O feito aconteceu depois de um estudo interno que mapeou as fontes de emissão de gás carbônico, desde o transporte dos colaboradores para o trabalho até a fabricação de celulose e sua logística. “Com isso, desenvolvemos a economia local e reduzimos o consumo de energia, sem contar os benefícios para o meio ambiente”, contou Leandro Alexis Faria, gerente de gestão de qualidade ambiental da Irani.

Representante da Irani, Leandro Faria e Carlos Calmanovici (Foto: Dudu Leal)

Representante da Irani, Leandro Faria e Carlos Calmanovici (Foto: Dudu Leal)

Faria comentou ainda que desde que a Celulose Irani apostou em sustentabilidade, a confiança de investidores na empresa aumentou, assim como as certificações e os planos de gestão ambiental.

A IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica, está sendo realizada em Porto Alegre (RS) até a quarta-feira, 10.

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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logo_anpei_blog_industrialA Dedini apresentou sua proposta para as usinas sucroalcooleiras serem sustentáveis e inovadoras. A empresa com capital 100% nacional, seis fábricas espalhadas pelo Brasil e faturamento anual de R$ 1,8 bilhão, acredita que pequenas ações podem evitar maiores estragos ao meio ambiente e ainda gerar economia.

Fernando César Boscariol, gerente engenheiro de desenvolvimento de novas pesquisas da Dedini, explicou durante sua palestra na Conferência que para o setor sucroalcooleiro ser sustentável é preciso:

1) redução de custos;
2) otimização energética;
3) otimização hídrica;
4) e maior eficiência no projeto de planta.

Fernando César Boscariol, da Dedini (Foto: Dudu Leal)

Fernando César Boscariol, da Dedini (Foto: Dudu Leal)

“O que se usa da cana-de-açúcar para gerar energia é muito pouco. É preciso repensar o setor e como utilizar a biomassa de maneira eficiente”, pontuou ele, que apresentou a Usina Sustentável Dedini (USD).

A USD preza pela redução do consumo de energia e emissão de CO2, redução de desperdício, separação do palhiço da cana para geração de energia, além de tratamento e reuso da água utilizada na usina. Essas ações foram classificadas pela empresa de “seis bios” (bioaçúcar, bioetanol, bioeletricidade, biodiesel, biofertilizantes e bioágua).

A IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica será realizada até esta quarta-feira, 10, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre (RS).

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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logo_anpei_blog_industrialA atual Secretaria de Tecnologia Industrial deixará de existir, foi anunciado nesta terça-feira, 9, pelo assessor Marcos Vinícius de Souza. Em substituição a esta, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior criou a Secretaria de Inovação Tecnológica, que começa a operar em 30 dias. O anúncio foi a grande notícia de hoje na IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica, em Porto Alegre (RS).

Segundo o assessor, a nova secretaria com foco em inovação é resultado de estudos em que a sustentabilidade é apontada como fator primordial para a sobrevivência da indústria nacional.

Marcos Vinícius de Souza (Foto: Dudu Leal)

Marcos Vinícius de Souza (Foto: Dudu Leal)

A Secretaria de Inovação Tecnológica já nasce com um subproduto: o cartão BNDES para Inovação. Trata-se de uma linha de crédito similar ao cartão BNDES já existente. Para as empresas que solicitarem essa nova linha, será concedido crédito com juros de 1% ao mês, a serem pagos em até 48 vezes pré-fixadas. A condição? Investir em inovação tecnológica. O tamanho dessa linha deve ser anunicado em duas semanas por Luciano Coutinho, presidente do BNDES.

Marcos Vinícius de Souza contou ainda que os funcionários desta nova secretaria trazem no currículo experiência e formação em países como Canadá, Reino Unido e Austrália, onde órgãos semelhantes incentivam a inovação na indústria.

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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logo_anpei_blog_industrial“Inovação sustentando sua empresa e seu planeta”. Essa é a ideia divulgada na IX Conferência ANPEI de Inovação Tecnológica, realizada aqui em Porto Alegre (RS) desde a segunda-feira, 8. Neste ano, o evento trouxe uma série de cases de inovação tecnológica que primam pelos cuidados com o meio ambiente.

De acordo com a organização da conferência, mais de 90 cases foram apresentados quando a Anpei começou a receber projetos para a conferência. Destes, 48 foram selecionados e serão apresentados desta tarde até a manhã de quarta-feira, 10. São empresas dos setores automotivo, metal mecânico, químico e energético apresentando soluções sustentáveis e possíveis. Empresas como Fiat, Braskem, Vale e Pirelli estão na lista. Quatro cases foram destacados: Rhodia, Dedini, Fiat e Celulose Irani.

Somente no primeiro dia foram 662 conferencistas, mas a organização espera chegar a marca de 700 participantes.

O jornalista viajou a convite da ANPEI.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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