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A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) considera insuficiente a autorização da Camex para a importação de 250 mil toneladas de algodão. De acordo com a entidade, a alta histórica do algodão tem um impacto de 30 a 50% sobre os preços dos jeans e brins.

“Este é o aumento dos últimos 140 anos. Somente em 2010, majoração foi de 60 a 70%. O impacto ainda é pior se ocorrer no início da cadeia, ou seja, na produção de fios de algodão”, explica Aguinaldo Diniz Filho, presidente da ABIT. Ainda segundo ele, esta situação não deve se resolver no curto prazo, porque o consumo está em alta e os estoques estão baixos.

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A Trane, empresa do grupo Ingersoll Rand, está anunciando a intenção de lançar, já em 2011, seu primeiro sistema para edificações com redução de emissões no Brasil.

“Descobrir novos meios de equipar os espaços com ar condicionado e, simultaneamente, reduzir o impacto sobre o meio ambiente também é fundamental para o desenvolvimento do Brasil e de toda a América Latina no longo prazo”, afirmou Sekkel. “O consumo de energia é uma questão importante no Brasil, tendo crescido quase 10% no primeiro semestre [i]. A utilização de energia em edifícios é o que mais contribui para o aquecimento global. O Brasil, à medida que se expande, precisa considerar seu impacto sobre o meio ambiente.”

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A Fiberaq, fabricante nacional em máquinas para a moldagem de compósitos e poliuretano, apresenta na Feiplar, feira que acontece entre 10 e 12/11, em São Paulo, o seu principal desenvolvimento de 2010: uma máquina para a bobinagem filamentar de peças cônicas ou cilíndricas. A novidade dá forma a tubos, tanques e, sobretudo, postes, tidos como a bola da vez do setor brasileiro de compósitos.
Controlado por CLP, o equipamento tem índice de automação elevado, acima da média das máquinas destinadas à transformação de compósitos. No entanto, é fácil de operar, pois permite que o usuário realize qualquer tipo de programação sem a necessidade de efetuar cálculos complicados. Interface colorida (IHM) e tela sensível ao toque tornam ainda mais fácil a operação da máquina.

Serviço:

Feiplar
Quando: 10 a 12/11
Onde: Expo Center Norte (São Paulo, SP)
Fibermaq: Estande I3

Informações: www.fibermaq.com.br

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A Intercon 2011 – Feira e Congresso da Construção Civil, organizada pela Messe Brasil, de 5 a 8 de outubro, em Joinville/SC, deve crescer cerca de 10% em relação à edição de 2009, seguindo a tendência dos resultados do setor de construção no mercado nacional.

Focada na apresentação de serviços e lançamentos de produtos para todo o segmento da contrução civil, a Intercon é uma grande oportunidade para expositores de olho em ampliar a sua fatia de participação no mercado.

Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), em agosto de 2010, o faturamento total das vendas de materiais de construção no mercado interno cresceu 2,58% em relação a julho desse ano. O resultado de crescimento acumulado de janeiro a agosto de 2010 chega a 16,93%, comparado ao mesmo período de 2009. Em relação a agosto de 2009, o crescimento foi de 9,86%. O acumulado dos últimos 12 meses é 8,08% superior aos anteriores.

Segundo a avaliação da Abramat os resultados de agosto demonstram que o faturamento das vendas de materiais de construção no mercado interno continuam crescendo em relação a 2009, mas em ritmo menor que o observado no primeiro semestre, em função da base de comparação do segundo semestre de 2009 ter sido mais elevada em relação a do primeiro semestre.

Serviço

Intercon 2011 – Feira e Congresso da Construção Civil

Data: de 5 a 8 de outubro de 2011

Local: Expoville – Joinville/SC

Organização: Messe Brasil

Fonte: Messe Brasil

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A SOBRATEMA – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção, organizadora da M&T Peças e Serviços 2011, promove no dia 11 de novembro, em São Paulo, o terceiro e último café-da-manhã para pequenas e médias empresas fornecedoras de peças, serviços e rental para os setores de construção e mineração. O evento tem como foco mostrar como os expositores de uma feira podem potencializar sua participação, aumentando o número de negócios realizados em imediato, curto, médio e longo prazos. Os dois primeiros encontros reuniram mais de 70 participantes.

Na programação do evento haverá a palestra de Fernando Lummertz, diretor do Instituto de Feiras e Negócios (IBRAEXPO), que garante que as feiras são sinônimos de bons negócios para as empresas, além de oferecem outros benefícios como o fortalecimento da marca, a divulgação espontânea de veículos de comunicação, o desenvolvimento de novas parcerias e o relacionamento com prospects e clientes.

O evento deverá contar com cerca de 350 expositores e atrair 18 mil visitantes do Brasil e de países latino-americanos. A inscrição é gratuita e as vagas são limitadas.

Informações pelo 11 5573-0807 ou pelo e-mail sobratema@novasoma.com.br.

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O Grupo Trumpf prevê crescimento em vendas de mais de 20% até junho de 2011. “A TRUMPF deixou a crise para trás”, disse a presidente da companhia, Nicola Leibinger-Kammüller, ao divulgar os resultados do ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2010.

A razão para esse otimismo é resultado do aumento de pedidos de máquinas recebidos  desde maio. “Comparado aos mesmos meses correspondentes ao ano passado, vemos o duplo dígito aumentar – e acreditamos que esse quadro permaneça assim nos próximos meses”, disse Nicola Leibinger-Kammüller.

No ano fiscal anterior (encerrado em 30 de junho de 2010), ainda assolado pela crise econômica mundial, as vendas da TRUMPF caíram em aproximadamente 19% para um lucro de € 1,34 bilhão, o que significa que a empresa sofreu uma perda, antes dos impostos, de € 59 milhões. Mas, desde a primavera européia, a carteira de encomendas da empresa, em Ditzingen, lotou novamente. Segundo Nicola Leibinger-Kammüller, em alguns mercados a TRUMPF ainda tenta recuperar o volume de vendas pré-crise.

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O Brasil caminha para uma grande mudança na distribuição de energia elétrica. A transformação da atual estrutura numa rede inteligente, ou Smart Grid, é progressiva e beneficiará simultaneamente tanto as distribuidoras quanto o consumidor. Esse é um dos principais temas do 19º SENDI (Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica), de 22 a 25 de novembro no Transamérica Expo Center, em São Paulo. A plenária terá a presença de consultores da IBM, da Kema e da McKinsey. “A grande vantagem de trazer esses especialistas é ouvir deles as soluções para problemas encontrados na Europa e na América do Norte”, explica Ricardo Van Erven, diretor de Tecnologia e Serviços da AES Eletropaulo, mediador da sessão.

Embora o Brasil não tenha sido pioneiro nessa transformação, diz Van Erven, leva a vantagem de contar com o conhecimento e aprendizagem obtidos nos outros países. A implantação do conceito de “smart grid” no sistema de distribuição vai trazer melhorias em três dimensões: na eficiência da operação, na redução de custos em toda a cadeia de valor da distribuição de energia elétrica, e, consequentemente, na satisfação do cliente. “Será possível reduzir o tempo para o restabelecimento de energia quando houver interrupções, por exemplo. Isso beneficiará diretamente o consumidor”, diz o diretor da AES Eletropaulo.

Ações para a evolução da rede estão sendo tomadas em vários setores, incluindo o governamental: dia 28 de setembro, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) anunciou a abertura de audiência pública para discutir o modelo de medidor inteligente para residências, indústria e comércio. A expectativa dos técnicos do setor é de que os medidores comecem a ser instalados no último trimestre de 2012. Entre outras funções, eles permitirão a leitura à distância e registrarão a carga consumida nos diferentes horários. “Com isso, o consumidor poderá optar, por exemplo, por consumir energia elétrica em horários de energia mais barata”, finaliza Van Erven.

Fonte: Grupo TV1 – Assessoria de Imprensa da XIX SENDI

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A competitividade da indústria brasileira teve queda justificada pelo avanço no preço da energia elétrica e do gás natural.Algumas empresas desistiram de ampliar suas fábricas, outras perderam mercado para os importados e há ainda aquelas que já estudam alternativas nos países vizinhos.

Com números extremamente altos, em seis anos, o preço do gás nacional subiu 266% (segundo a Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres – Abrace) e o da energia elétrica, 51%, enquanto a inflação ficou em 40%.

Em 2007, em crise no abastecimento, a Petrobrás renegociou os contratos com as distribuidoras e os preços subiram cerca de 30%, conforme afirmação do presidente da consultoria Gas Energy, Marco Tavares para o jornal Estado de São Paulo. Embora o balanço entre oferta e demanda tenha se equilibrado, os preços continuaram elevados. A tarifa de energia não fica atrás. É a terceira maior do mundo, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Em busca de competitividade as companhias estão buscando novas alternativas nos países vizinhos, como é o caso da Rio Tinto Alcan que desenvolve estudo para uma unidade produtora de 500 mil toneladas de alumínio no Paraguai – a empresa quer usar a energia mais barata de Itaipu. Porém, segundo especialistas, a expectativa é de novos aumentos nos preços da energia.

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Pela primeira vez em três anos, os empresários da indústria estão satisfeitos com a margem de lucro operacional e a situação financeira de suas empresas, revela a pesquisa Sondagem Industrial no terceiro trimestre, divulgada nesta quarta-feira, 27 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o estudo, a satisfação dos empresários é resultado do crescimento da produção.

O índice de satisfação com a margem de lucro operacional atingiu 50,7 pontos no terceiro trimestre, alcançando a linha divisória dos 50 pontos desde que a pergunta sobre satisfação com o lucro passou a ser feita, em 2007. A avaliação sobre a situação financeira atingiu 54,8 pontos, o maior valor da série histórica, que começou em 2007. Os dados da pesquisa variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam evolução ou expectativa positiva.

Conforme a Sondagem Industrial, houve crescimento da atividade industrial no terceiro trimestre comparativamente ao trimestre anterior, com 55,2 pontos, o que explica a satisfação dos industriais com o lucro e a situação financeira.  “É usual o aumento da atividade industrial entre o segundo e terceiro trimestres, quando a indústria começa a atender as encomendas para o fim de ano”, assinala a pesquisa da CNI.

O percentual médio de utilização da capacidade instalada cresceu igualmente, à razão de um ponto percentual sobre o segundo trimestre, chegando a 76%. Comparativamente ao mesmo trimestre de 2008 – antes da crise econômica, portanto – o nível de utilização da capacidade instalada ainda está dois pontos percentuais inferior.

Unicom – Unidade de Comunicação Social

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Após o mês de novembro iniciam as transferências para o parque industrial da Freios Controil Ltda, em São Leopoldo, as máquinas especiais de usinagem que fizeram parte da negociação com a catarinense Hipper Freios, cuja operação de cilindros hidráulicos foi adquirida recentemente pela empresa gaúcha. Com a transação, a Controil aumenta sua capacidade de fabricação na ordem de 40%, passando de uma produção anual de 2,5 milhões de peças para 3,5 milhões/ano. Com isso, a empresa ganha ainda maior fôlego para fazer frente à demanda crescente da cadeia de autopeças.

Os equipamentos estão em Sangão, Santa Catarina, e com a transferência, os cilindros hidráulicos da marca Hipper Freios deixam de ser fabricados e comercializados, enquanto a Controil obtém um reforço na sua estrutura fabril localizada na Região Metropolitana de Porto Alegre. Para o CEO da Controil, Gilso Gotardo, “o segmento de partes e peças automotivas é altamente concorrencial, o que exige postura de alerta permanente para as oportunidades de mercado como esta, que consolida nossa posição de liderança em reposição de freios hidráulicos”. Ele observa que apesar de atuar num mercado altamente competitivo, a marca Controil está presente em mais de 85% dos veículos produzidos no país.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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