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A 25ª edição da Movimat investirá cerca de R$ 1,5 milhão em ações de marketing. O Imam, promotor da feira, instalou um heliponto no estacionamento do evento e oferecerá o transporte por helicóptero para executivos de empresas do porte de Usiminas (antiga Cosipa), Coca-Cola, Pepsico, Case New Holland, Alcatel, Santos Brasil, Hewllet-Packard, General Motors, Nortel, Benteler, Bann e Johnsons&Johnsons. Esses convidados virão das regiões de Ribeirão Preto, Baixada Santista, Vale do Paraíba, Campinas e Sorocaba.

A visitação desses executivos será programada em todos os dias do evento de forma personalizada. Ou seja, após serem recebidos em área reservada, terão agendadas reuniões e visitas aos estandes de seu interesse.

Outra inovação da Movimat é o “Jornal de Ofertas Intralogística”. Segundo Reinaldo Moura, diretor do Imam, “nunca uma feira B2B apresentou um veículo de ofertas de produtos a serem comercializados durante o evento”. O jornal será distribuído durante a feira e se assemelha a um encarte de ofertas de varejo. A diferença é que apresenta as principais novidades em movimentação, armazenagem, embalagem, tecnologia e serviços voltados à intralogística.

Serviço

25ª MOVIMAT, Feira de Intralogística – Movimentação, Armazenagem, Embalagem de Materiais e Tecnologia da Informação e Serviços
Data: 03 a 06 de agosto de 2010
Local: Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo
Horário: 13h às 20h.
O programa detalhado do Seminário Logismat e do 5º Seminário Intralogística está disponível no endereço www.feiramovimat.com.br

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A CeMAT- Feira Internacional de Movimentação de Materiais e Logística chegou à América do Sul. Realizada em países como Alemanha (a principal), China, Rússia, Turquia e Índia terá sua primeira edição sul-americana no Brasil, de 4 a 7 de abril de 2011, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. E já com presença confirmada de importantes players do setor, dentre os quais Still, Jungheirich, Yale, Paletrans, Linde, Hyster, Byg Transequip e Clark.

“Com a maioria dos espaços já vendidos, e a enorme procura pelas áreas remanescentes a dez meses da data de sua realização, nossa estimativa é reunir 250 empresas em 20 mil m² de exposição”, informou Constantino Bäumle, diretor da Hannover Fairs Sulamerica, empresa organizadora da feira no País.

Referência mundial desse mercado e realizada tradicionalmente em Hannover, na Alemanha, assim como a versão alemã, a CeMAT South America reunirá todos os segmentos de movimentação de materiais, logística e intralogística destacando as últimas novidades desses setores. “Nosso objetivo é que a feira, em São Paulo, torne-se o principal canal de desenvolvimento tecnológico e de alavancagem de negócios do setor no Brasil e em toda a América do Sul”, explicou Bäumle.

A realização da CeMAT South America é parte da estratégia da Deutsche Messe AG – maior promotora de feiras do mundo, representada no Brasil pela Hannover Fairs – de realizar investimentos no País em feiras de alto padrão voltadas para mercados chave. Por isso, a feira será promovida em cooperação com a Câmara Setorial de Equipamentos para Movimentação e Armazenagem de Materiais (CSMAM) da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

“Reunimos esforços para fazer no Brasil a maior feira de movimentação e logística da América do Sul e possivelmente das Américas”, declarou Frank Bender, presidente da CSMAM, durante evento de apresentação da feira a empresários, nesta terça (27/7), em São Paulo.

“O fato de a feira ser organizada por uma empresa especializada em atrair públicos de negócios em seus eventos, além de possuir renome internacional, acentua ainda mais as nossas expectativas positivas”, comentou Augusto Zuccolotto, vice-presidente da CSMAM dizendo estar satisfeito por ter encontrado um parceiro que compreendesse as necessidades reais do setor.

No Brasil, o evento conta ainda com parceiros como a Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Equipamentos (VDMA), a Associação dos Engenheiros Alemães (VDI) e a alemã Logistics Association (BVL). Segundo o diretor da Hannover Fairs Sulamerica, o objetivo é atrair compradores não só do Brasil e países vizinhos, mas do mundo todo.  “A CeMAT South America será a primeira das edições da feira fora da Alemanha a contar com o German Pavillion, que reunirá empresas alemãs numa área de 350 m²”, disse.  Outra ação focada na internacionalização do evento é a divulgação maciça realizada em 100 países através dos representantes e filiais da Deutsche Messe AG, sendo que 17 países se destacam pelo grande potencial de participação: Alemanha, Áustria, Bulgária, China, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Índia, Itália, Japão, Coréia do Sul, Holanda, Portugal, Suécia e Taiwan.

Mais informações sobre o programa da CeMAT, acesse cemat@hanover.com.br

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O ruído em indústrias é um tema que a cada dia está ganhando espaço na pauta dos executivos. Isso porque a redução do nível de barulho em máquinas ruidosas, ou no ambiente, reflete no aumento da produtividade.

De acordo com engenheiro Vítor Litwinczik, doutor em Acústica e Vibrações e membro da Sociedade Brasileira de Acústica (Sobrac), um bom trabalho de acústica na indústria pode refletir em redução de custos com retrabalhos e aumento na qualidade dos produtos, consequência de condições inadequadas de trabalho.

“O excesso de ruído dificulta a concentração, interferindo diretamente na performance dos trabalhadores. Além disso, a redução dos níveis de ruído pode eliminar possíveis adicionais por insalubridade e levar a indústria a atuar em conformidade com órgãos fiscalizadores”, explica Vítor, que também é sócio da Anima Ensino, empresa especializada em capacitação profissional na área de acústica.

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Você sabe quais são os principais objetivos em uma rodada de negócios? Independentemente do setor a que ela está ligada, fica claro que o fomento de negócios, assim como a venda de produtos e serviços, é o principal foco dos participantes dessas reuniões. Porém, existem outras causas, não menos relevantes.

Para os ofertantes os benefícios são inúmeros. Dentre eles, a oportunidade de identificar e captar novos fornecedores, compradores e parceiros, a possibilidade de contato direto com empresas importantes de seu segmento, a troca de informações importantes, o conhecimento de novos mercados, o intercâmbio em âmbito nacional e internacional. E, além de tudo, difusão da marca da empresa pelo contato direto com outras do mesmo segmento em um curto espaço de tempo, e, consequentemente, aumento do volume de vendas.

Os âncoras, por sua vez, podem divulgar seu marketing institucional, fazer integração com a comunidade empresarial, buscar novas parcerias, identificar novos fornecedores no curto prazo e se situar com o momento pelo qual passa o mercado.

Esse tipo de evento proporciona aproximação entre grandes empresas com possíveis fornecedores, estimulando, assim, parcerias. Por outro lado, o intercâmbio comercial e tecnológico é quase tão importante quanto vendas futuras, já que dá acesso a novos mercados, gerando sempre oportunidades.

Contudo, postura e habilidade compatíveis são essenciais para que ocorram negociações consistentes. A articulação de um diálogo assertivo, mais ousado, com capacidade de persuasão, que mostre mais flexibilidade são pontos importantes para resultados posteriores. Nas reuniões, é importante que o empresário atente-se aos objetivos não só individuais, mas também os coletivos, o que exige muitas vezes quebra de paradigmas. Tal comportamento torna a empresa mais competitiva e a qualifica com um diferencial interessante. (Tatiana Gomes)

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Vem ai a Movimat

Icone Evento,Feira,Oportunidade | Por em 22 de julho de 2010

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De 3 a 6 de agosto, acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, a 25ª edição da Feira de Logística, Movimentação, Armazenagem e Embalagem de Materiais – Movimat, uma das mais importantes neste segmento na América do Sul.

Relevante para essa indústria, o setor de empilhadeiras – máquinas utilizadas na movimentação de cargas paletizadas – representa cerca de 15% da intralogística (logística interna) das empresas. O resultado reflete o forte mercado de fabricação de máquinas do Brasil. 

O consumo dos equipamentos no mercado brasileiro é dividido em duas categorias: elétricas e de combustão. Nas elétricas, a participação dos fabricantes nacionais é de 57%. Já nas de combustão o índice nacional representa 41%. 

Este e outros assuntos serão abordados durante o evento.

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Um estudo divulgado nesta semana aponta que a busca por imóveis industriais e galpões logísticos está cada vez maior, sobretudo, devido ao aquecimento do setor varejista e, consequentemente, dos planos de expansão da indústria. “É um círculo vicioso, quanto maior o aumento das vendas no comércio, maior é a procura por imóveis industriais, uma vez que essas precisam expandir sua produção e necessitam de espaço para isso”, revela Simone Santos, diretora de serviços corporativos da Herzog – Imóveis Comerciais e Industriais.

Segundo levantamento feito pela Herzog, é prevista a construção de 489 mil m² de novos empreendimentos em um raio de até 100 km da capital paulista, o que representará um aumento de 24,30% do estoque avaliado pela empresa. Atualmente, os segmentos industrial e de logística apresentam um crescimento contínuo. Isso faz com que o País receba diversas consultas de empresas que querem se instalar ou criar uma segunda planta no Brasil. A previsão provém de estudo realizado pela Herzog junto a investidores cadastrados em seu banco de dados. “Há uma previsão de crescimento de 50% de negócios realizados pela Herzog em 2010, em comparação a 2009. Esperamos ultrapassar a barreira dos R$ 100 milhões”, afirma Santos.

Um exemplo é a GR Properties – incorporadora de condomínios de galpões modulares e centros comerciais de conveniência e serviços, que tem detectado boas oportunidades de investimento. A atuação da empresa é focada na compra do terreno para implementação de um empreendimento, além de captar recursos no mercado de investidores e bancos para viabilizar os negócios. “Assim, todos terão retorno no locação dos empreendimentos para o mercado e na sua futura venda para outros investidores”, explica o diretor geral da GR Properties, Guilherme Rossi.

De acordo com Rossi, esse tipo de crescimento é fundamental e que o Brasil tanto precisa, pois, com o varejo aquecido, significa mais produtos e mercadorias circulando no mercado e, com isso, são necessárias novas construções de condomínios industriais e escritórios.

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Entenda todo o funcionamento da parceria firmada entre a Abimaq e a Apex para promover as exportações do setor de máquinas e equipamentos.

ABIMAQ E APEX: PROJETO AMBICIOSO DE PROMOÇÃO DE EXPORTAÇÕES DO SETOR

 “Em uma parceria que teve início em 1999, mas que só veio a se firmar como um projeto efetivo de promoção de exportações a partir de meados de 2007, estamos anunciando um projeto que tem nos próximos (três) dois anos uma previsão orçamentária de R$ 8 milhões e prevê a participação do setor em (45) 24 feiras no exterior, beneficiando diretamente mais de 200 empresas”, com essas palavras, o diretor estratégico de Comércio Exterior da ABIMAQ, Nelson Delduque, anunciou no último dia 18 o projeto

ABIMAQ/APEX 2010-2012.

Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ, em seu pronunciamento na ocasião da assinatura do novo projeto de incremento às exportações do setor, lembrou que há três anos houve um efetivo comprometimento no sentido de fazer o projeto acontecer. “E – argumenta – o projeto que finalizamos esse mês, reflete as mudanças previstas, e é o primeiro que chega ao final tendo alocado o total dos recursos previstos na ordem de R$ 15 milhões, dos quais a APEX participou com R$ (7,9) 8 milhões”. Para Delduque, foi a boa gestão das finanças do projeto que permitiu a expansão das atividades previstas, que evoluíram de 42 para 54 ações, sendo que  o projeto teve início com 76 empresas e, ao final, verificou-se que as suas ações beneficiaram um total de 175 empresas. “Nesse período – explicou – foram 31 feiras realizadas, 8 projetos comprador, 5 projetos vendedor e 8 projetos Imagem”. Lamentavelmente, na opinião do diretor de mercado externo, embora o projeto tenha produzido resultados mais do que satisfatórios do ponto de vista da promoção de exportações e de sua gestão administrativa, as exportações das empresas apoiadas refletiram os problemas que afetaram todo o setor de bens de capital durante a crise que se instalou entre 2008 e 2009 e que até hoje faz sentir seus resultados.

 TRANSIÇÃO

Delduque chama a atenção para o fato de que a APEX esteve sempre atenta às necessidades das empresas exportadoras que foram atingidas pela crise econômica e disponibilizou aos seus parceiros produtos inovadores para reforçar as ações promocionais das empresas brasileiras:”a ABIMAQ se empenhou na incorporação dessas inovações ao novo projeto, em um processo de transição entre o que está sendo concluído e o que terá início a partir da assinatura para o novo período”. Dentro dessa linha, os setores de inteligência comercial da APEX e da ABIMAQ desenvolveram um importante trabalho de identificação de mercados prioritários com as (26) 27 Câmaras Setoriais, com base em dados quantitativos e qualitativos que avaliaram percepção de mercado, ambiente de negócios, adequação de produto e barreiras não tarifárias, e que permitirá, na execução do novo projeto, focar as ações e concentrar os recursos nos nichos de mercado que garantirão os melhores retornos.

Klaus Curt Muller, diretor executivo de comércio exterior da ABIMAQ, elencou países como África do Sul, (Alemanha), Angola, Argentina, Chile, (China), Colômbia, Peru, Venezuela, México, Estados Unidos, India e Russia (Itália) como mercados(-alvo) prioritários para o novo projeto e informou que com a finalidade de dotar o novo projeto de um instrumento de comunicação eficaz, a ABIMAQ desenvolveu, com o apoio técnico e recursos da APEX um novo site para abrigar, com exclusividade, o elenco de informações relativas ao projeto e aos mercados (-alvo) selecionados, em espanhol e inglês (http://www.brazilmachinery.com). Para dar mais visibilidade ao projeto, investiu-se também na construção de uma (logo) marca para o setor de máquinas e equipamentos “Com esse trabalho, espera-se posicionar o setor brasileiro no mercado internacional como um parceiro competente, criativo e profissional, diferenciado pela qualidade dos produtos que oferece. Tentou-se desvincular a imagem dos produtos brasileiros dos estereótipos criados em torno de certas características do País, desfavoráveis à promoção de produtos de alta tecnologia”, considerou Delduque.

Brazil Machinery Solutions Delduque concluiu dizendo que estão desenvolvendo um trabalho junto à ABNT para que ela incorpore essa marca como selo de qualidade Brasil, principalmente porque o grande desafio consiste em promover no mundo a ideia de um Brasil tecnológico. A Top Brands foi a criadora da imagem que passa a identificar o setor brasileiro de bens de capital. A partir de entrevistas com 30 exportadoras e de várias sessões de trabalho conjunto, a empresa chegou a algumas conclusões.

Embora o Brasil seja um mercado exportador e estável, com amplo e diversificado tecido industrial (o segundo maior das Américas), disponibilidade de matéria-prima de primeira linha e grande capacidade de customizar soluções, existem fragilidades importantes que arranham a imagem do País: o “custo Brasil”levantado pela ABIMAQ e a falta de investimentos mais consistentes em pesquisa e desenvolvimento representam entraves aos fabricantes de bens de capital.

 Outro aspecto identificado

O setor brasileiro de bens de capital é altamente pulverizado, com empresas de perfis muito diversos. O mercado carece também de empresas com postura exportadora. “A intensa demanda interna absorve a atenção dos fabricantes. A exportação acontece na exceção, sem estratégia de médio prazo, o que gera uma imagem negativa no exterior quanto à prestação de serviços pós-venda”, diz a sócia consultora da Top Brands, Valerie Engelsberg. Para ela, há oportunidades inquestionáveis para o desenvolvimento do setor brasileiro no cenário mundial. “Políticas de desenvolvimento na América do Sul e na África vêm transformando os mercados, abrindo possibilidades de investimentos estrangeiros. A baixa e pouco diversificada produção de bens de capital nessas regiões também incentiva a intervenção do Brasil como país exportador”, diz Valerie. “O setor de bens de capital do Brasil é desconhecido para o mundo. A imagem do País que predomina no exterior é a da festividade, da riqueza de flora e fauna, além de outras características. Por isso devemos promover este outro Brasil: industrial, técnico, inovador, eficiente e confiável”, analisa Valerie.

 AÇÕES

As ações sugeridas na estratégia desenvolvida pela Top Brands prevê gerar, em três nos (prazo de duração do PSI), um diferencial de crescimento de 5% nas exportações das empresas participantes em relação às que não são apoiadas pelo projeto. Espera-se ainda registrar igualmente au mento de 5% sobre o atual market share de bens de capital nos países prioritários da América do Sul e elevar em também 5% o montante de  exportadoras consideradas intermediárias (iniciantes) e a inclusão de novas empresas no PSI. Estabeleceu-se a meta de subir, em cinco anos, cinco posições no ranking mundial de países exportadores de bens de capital.

 METAS

O presidente da ABIMAQ, Luiz Aubert Neto, falando sobre os objetivos e metas lembrou que programas como o PSI ajudam especialmente a pequena e a média empresa, que correspondem a cerca de 80% das associadas da ABIMAQ. “Não existe país desenvolvido que não tenha um setor de bens de capital consolidado. Temos um grande potencial de inclusão desse universo de empresas na atividade exportadora”.

Aubert afirmou que a associação tem como meta reverter a queda de 40% registrada nos volumes exportados. “Na década de 1980 éramos o quinto maior fabricante de bens de capital do mundo. Hoje somos o 14º, mas acredito que, com a as novas circunstâncias externas, podemos voltar a ter condições de competir. O mais importante é que as empresas não percam o interesse no mercado lá fora, o que seria muito prejudicial ao País”. Aubert foi contundente ao afirmar que o setor não deve “perder o viés  exportador”. Ele continua: “Do nosso faturamento, 30% são gerados pela exportação. No ano de 2008 exportamos quase US$ 13 bilhões. Desses embarques, metade seguiu para países do primeiro mundo, mostrando que temos qualidade”. Segundo ele, neste primeiro quadrimestre, o volume de exportações do setor caiu 38% e o das importações aumentou 8%. “Perdemos mercado lá fora e aqui dentro; temos que agir para reverter essa situação”.

Nesse momento, ele lembrou o projeto chamado ABIMAQ 2022, que tem por objetivo conseguir a desoneração total sobre o investimento. “O Brasil é o único país que tributa quem compra uma máquina. Queremos ter linhas de financiamento de longo prazo e fomentar, além da exportação, a inovação tecnológica”. O presidente da APEX-BRASIL, Alessandro Teixeira, acrescentou que, “na atual conjuntura internacional, com esse projeto pretende- se fazer a manutenção de mercados já conquistados pela indústria de máquinas e ampliá-los. Se não contássemos com iniciativas como a da ABIMAQ, que insistentemente participa de eventos internacionais, em dois ou três anos estaríamos deslocados dos nossos mercados de atuação.

Vários países que não produziam máquinas e equipamentos ou que tinham um market share pequeno vêm fazendo um esforço para entrar em mercados nos quais éramos players importantes.

Precisamos fortalecer o setor e nos posicionar de forma definitiva no cenário internacional. Pela primeira vez estamos com uma marca, com uma imagem unificadora e com uma estratégia comum”.

Durante entrevista coletiva à imprensa, o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, assinalou que o grande desafio será encorajar as exportações das empresas de pequeno e médio porte, que correspondem a 80% dos associados da entidade. “Nós pedimos para que essas empresas participem dessas feiras”, disse. De acordo com ele, a iniciativa é um passo direcionado a mitigar a baixa nas exportações do setor, que sente uma perda de competitividade no exterior devido à valorização do real e à carga tributária elevada. “Não podemos deixar que as empresas [de fora] percam o interesse no Brasil”, disse o presidente da entidade.

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O saldo de empregos formais – admissões menos demissões – registrado em Guarulhos (Grande São Paulo) no primeiro semestre deste ano é o melhor da história para o período. No total, a cidade gerou 12.286 novos postos de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.
O setor da economia que mais criou vagas no semestre foi o de prestação de serviços, com 4.237 novos postos (34% do total). Em seguida aparece a indústria, que gerou 4.001 novas vagas (33%).

No balanço de junho, o setor de serviços também foi destaque, com 947 novos postos de trabalho. O setor registrou, ainda, um aumento de 3,35% no número de admissões e queda de 7,95% nas demissões em comparação com o mês anterior.

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A FGV-EAESP (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas) em parceria com escolas da ABBS realiza nesta quinta (22) e sexta-feira (23) a “Conferência internacional de empreendedorismo nos países BRICS”, em São Paulo. (confira o serviço abaixo)

Com o patrocínio do Sebrae, durante esses dois dias, pesquisadores dos países Brasil, China, Índia, Rússia e África do Sul apresentarão artigos sobre empreendedorismo. No primeiro dia de apresentações também haverá uma palestra sobre as instituições de apoio ao empreendedorismo nos países BRICS. Já o segundo dia, acontecerá à visita a Natura, empresa 100% brasileira.

Entre os participantes Charles Tang, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil; Rakesh Vaidyanathan, The Jai Group; Jacob Moatshe, Consul Econômico do Consulado da África do Sul e Ivan Clark da PriceWaterHouseCoopers.

Confira a programação:

   
Program Place
Thursday 22    
08:30 – 09:00 Register, Welcome coffee and networking Espaço Prime
09:00 – 09:45 Welcome Addresses: Salão Nobre – 4th floor
Conference Chair – Prof. Tales Andreassi  
FGV-Eaesp Dean – Prof. Maria Tereza Fleury  
   
– Sebrae – Fostering Entrepreneurship in Brazil  
09:45 – 10:00 Coffee Espaço Prime
10:00 – 12:00 Plenary Session Salão Nobre – 4th floor
Entrepreneurship in BRICS  
Juliano Seabra – Educational  Coordinator,  Endeavor-  Brasil  
  Marcelo Martins Ferreira – Legal Director Russian  Chamber of Commerce  
  Rakesh Vaidyanathan – The Jai Group/ director Indian  Chamber of Commerce  
  Charles Tang – president Chinese Chamber of Commerce  
  Jacob Moatshe – South Africa Consul  
12:00 – 13:30 Lunch Hall Citibank – ground floor
13:30 – 15:30 Papers Presentation  (papers 1 to 6) Salão Nobre
15:30 – 15:55 Coffee and Networking – 4th floor
16:00 – 17:40 Papers Presentation (papers 7 to 11)  
20:00 Civic Dinner  
Friday 23    
08:30 – 09:00 Welcome Coffee and Networking Espaço Prime
     
09:00 – 10:00 Doing Business in Brazil -Ivan Clark – PriceWaterHouseCoopers Salão Nobre – 4th floor
     
10:20 – 12:00 Parallel Sessions (12 to 16) room 804
     
12:00 – 13:00 Lunch Hall Citibank
13 horas Visit to Natura – Bus leaves from rua Itapeva, 474  
   

 

 

Serviço
Evento: Conferência internacional de empreendedorismo nos países do BRIC.
Data: 22 e 23 de julho
Local: FGV–EAESP – Rua Itapeva, 432 – São Paulo
Informações: cenn@fgv.br
Inscrições: http://ww2.fgvsp.br/mktg/2010/cenn/brics2/brics.html

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Os pré-conceitos da lubrificação

Icone Artigo | Por em 15 de julho de 2010

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Dados estatísticos divulgados por fabricantes de rolamentos confirmam que a lubrificação tem peso significativo na disponibilidade de máquina e suas atividades, chegando a 50% dos motivos de quebra dentro da manutenção. No entanto, existem “verdades” do segmento que precisam ser desmistificadas. Veja no artigo de autoria de Celso Antônio de Castro quais “verdades” são essas.

Por Celso Antônio de Castro *

Dados estatísticos divulgados por fabricantes de rolamentos confirmam que a lubrificação tem um peso significativo na disponibilidade de máquina e suas atividades, chegando a 50% dos motivos de quebra dentro da manutenção. No entanto, existem “verdades” do segmento que precisam ser desmistificadas.
Várias empresas ainda acreditam que, para reduzir as quebras ou falhas na manutenção industrial, por motivos voltados à lubrificação, decisões isoladas podem ser suficientes. Ter um plano de lubrificação adequado, contar com mão de obra qualificada, ou utilizar um software específico para aplicação, são iniciativas que, se utilizadas separadamente, não alcançam o resultado desejado. Por outro lado, ainda temos o processo de aplicação de lubrificantes que sempre vai interferir diretamente nesses pontos.

Os gerentes da manutenção industrial não podem mais acreditar no “ou um ou outro”. Ou que “isso já é o suficiente”.  Se, no passado, não havia a necessidade de mão de obra qualificada, diversidade de lubrificantes e indicadores para comprovar a importância da lubrificação, hoje o setor conta com especialistas bem preparados, inúmeros tipos de lubrificantes diferentes, e análises que confirmam a relevância da lubrificação, ainda que, nem sempre, as organizações encontrem as ferramentas corretas para a gestão integrada de serviços neste seguimento. 

Assim, para o futuro, serão necessários trabalhos para redução de custos e aumento de produtividade. Bem como ferramentas que possibilitem a gestão integrada com as técnicas preditivas, utilizando coletores de dados com código de barras, que identificarão os pontos a serem lubrificados e permitirão a eliminação de papel no processo, passando a trabalhar com informações online.

Para se ter uma idéia do salto qualitativo e econômico que pode ser dado, uma ordem de serviço, quando encaminhada ao chão de fábrica para ser executada, leva de cinco a dez dias até seu encerramento. Mas se a velha forma de atuação for substituída pelo novo conceito, o tempo entre a solicitação do serviço e o cumprimento da tarefa pode diminuir para menos de 24 horas, com a redução de até 2,8 toneladas de papel ao ano, além de otimização da mão de obra, que então atuará de forma preventiva pela disponibilidade de dados em tempo real.

O mercado está se tornando cada vez mais acirrado, a tecnologia avança e a informação circula mais rapidamente. Para que as empresas não deixem o bonde passar, basta seus comandantes perderem certos pré-conceitos que, muitas vezes, prejudicam a realização dos serviços na lubrificação.

* Celso Antônio de Castro é Gerente de Engenharia, Confiabilidade e Performance da Hilub Preditiva

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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