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Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social, BNDES, divulgou neste início de março alterações nos critérios de classificação quanto ao porte das empresas beneficiárias a serem observados nos financiamentos no âmbito dos programas do banco. Entre as mudanças estão: modificação nas faixas das categorias de porte de beneficiárias a serem observadas para seu enquadramento nas condições de financiamentos, inclusão da categoria médias-grandes empresas e classificação quanto ao porte das pessoas físicas conforme sua renda anual para efeito de enquadramento nas condições de financiamento.

Segundo o BNDES, o porte das empresas é determinado pela receita operacional bruta anual ou anualizada:

– Microempresas – Até R$ 2,4 milhões
– Pequenas Empresas – Entre R$ 2,4 milhões e R$ 16,0 milhões
– Médias Empresas – Entre R$ 16,0 milhões e R$ 90,0 milhões
– Médias-Grandes Empresas – Entre R$ 90,0 milhões e R$ 300,0 milhões
– Grandes Empresas – Acima de R$ 300,0 milhões

Credenciamento para Finame e BNDES Automático

Para credenciar sua empresa, é necessário apresentar as informações discriminadas no Programa de Credenciamento, disponível no site do BNDES

As informações de cadastro podem ser enviadas via e-mail para cfi_credenciamento@bndes.gov.br(*), ou apresentadas em CD. A documentação requerida em papel deve ser enviada pelo Correio para o seguinte endereço:

BNDES
Área de Operações Indiretas
Departamento de Credenciamento e Financiamento a Máquinas e Equipamentos
Av. República do Chile, 100, 17º andar
20031-917 – Rio de Janeiro – RJ
(*) O endereço eletrônico cfi_credenciamento@bndes.gov.br é exclusivo para solicitações de credenciamento.

Demais questões devem ser enviadas para credenciamento@bndes.gov.br.

Consulta a Fabricantes e Produtos enquadrados para Finame e BNDES Automático estão disponíveis no site do BNDES.

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A 2ª edição da Techmei – Feira Internacional em Tecnologia de Máquinas e Equipamentos Industriais – fechou suas portas na quinta-feira (18), no Pavilhão Vermelho da Expo Center Norte, em São Paulo, sendo considerada por seus expositores como um palco para apresentação das últimas novidades do setor de máquinas-ferramenta.

Para Caito de Alcantara Machado, diretor da AM3 Feiras e Promoções, empresa promotora da Techmei 2010, o que mais chamou a atenção foi a qualidade do público presente durante os quatro dias. “Os visitantes, altamente qualificados, estavam realmente focados em conhecer os lançamentos, as novas tecnologias e interessados em fechar negócio. Nossa estimativa é de um crescimento em torno de 10% na geração de negócios quando comparado à edição anterior”, projeta.

Quem compartilha da mesma opinião de Caito é a diretora do Grupo Alltech, Melissa Casali Cardoso, que recebeu no estande da empresa, clientes com poder de decisão. “Vendemos as principais máquinas que exibimos, entre elas um Centro de Usinagem, um Torno CNC, uma Dobradeira CNC e uma Injetora Plástica, “comemora a executiva.

O diretor geral da Tecnopress, Paulo Castelo Branco, e o diretor da Fagor Automation, Daniel Dias de Carvalho, afirmam que a feira foi um momento para reforçar a imagem institucional das empresas, ficar próximo do cliente, além de projetar negócios para um futuro breve.

O diretor da GSK/Versatronic, Nilton Coutinho, comenta que a segunda edição da Techmei recebeu um público seletivo que pode vir a gerar bons negócios. Percepção idêntica a do gerente técnico da Scanner, Paulo Dias, que concluiu a venda de um Centro de Usinagem na feira.

Além das empresas, algumas Câmaras de Comércio também marcaram presença na Techmei 2010. Essas instituições, entre elas a Câmara Italo-Brasileira e a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, apresentaram as ações e serviços disponíveis às empresas brasileiras que queiram iniciar ou intensificar intercâmbio com outros países.

A Techmei 2010 contou com 80 expositores, representando mais de 300 empresas e consolidando-a como o mais significativo evento para troca de informações e tecnologia para impulsionar a modernização da indústria brasileira. A 3ª edição da Techmei irá acontecer em 2012, no Expo Center Norte.

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Na quinta-feira, 18 de março, começou a funcionar oficialmente duas novas linhas de produção na Tuper, de São Bento do Sul, SC: a de galvanização e a de formação de tubos, encerrando ciclo de investimentos de R$ 72 milhões – 80% em recursos próprios e 20% vindos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES. Apenas nas duas novas operações foram aplicados R$ 35 milhões, respectivamente, R$ 20 milhões e R$ 15 milhões.

Especializada na fabricação de produtos em aço, a Tuper, com essa investida, pretende chegar ao fim de 2010 ao seu primeiro bilhão de reais, em 38 anos de existência. O feito representará expansão de 32% sobre a receita do ano passado, de R$ 674 milhões. Mais: a capacidade de produção anual de 192 mil sobe para 240 mil toneladas, volume que deve ser comercializado este ano.

Também com a ampliação, 65 novos profissionais foram incorporados ao quadro de funcionários, que soma, agora, 1 778 colaboradores. Outros cem serão contratados. Levantamento realizado o ano passado indica que a Tuper é a segunda maior processadora de aço do país, excluídas as siderúrgicas. Participa com 11% do mercado nacional, índice que deve crescer quatro pontos nos próximos anos.

Para o próximo triênio, mais novidades, conforme conta o presidente da empresa, Frank Bollmann: “De 2010 a 2012 investiremos mais R$ 150 milhões em nossas operações”.

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O workshop sobre sustentabilidade promovido pela Metalwork Pneumatic volta a São Paulo nesta sexta-feira (19) e colocará em pauta a redução de consumo de energia na indústria.

Na oportunidade, a empresa do Sul do País ainda apresentará sua vasta gama de produtos. Confira!

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Conheça a última tecnologia de corte de metais que permitirá melhorar a qualidade de corte e furação, aumentar a produtovidade e minimizar os custos operacionais.

Por 40 anos a Hypertherm tem focado na tecnologia de cortar metais a plasma. Desde o começo, teve um contínuo fluxo de inovações que permitiram melhorar a qualidade de corte, aumentar a produtividade e baixar os custos operacionais aos clientes. Com mais de 70 patentes industriais, a Hypertherm fixou padrões no mercado de corte térmico mundial.

Por esta razão, hoje a Hypertherm concentra seus esforços para promover a tecnologia de corte a plasma mecanizado através da realização de simpósios de caráter estritamente tecnológico que permite aos industriais obter a informação adequada para tomar melhores decisões quanto a adoção de novas tecnologias de corte.

Serviço


I Simpósio Internacional de Tecnologia de Corte a Plasma

Data: 27 de abril de 2010

Local: Caesar Park Hotel – Aeroporto Internacional de Guarulhos – Guarulhos – São Paulo

Central de atendimento: (11) 2229-1776 ou simposio@hypertherm.com.br

Visitação: Convite sem custo, com vagas limitadas!

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciou nesta segunda-feira (15), que na segunda semana de março as exportações somaram US$ 3,423 bilhões e importações US$ 3,341 bilhões.

No período, a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre exportações e importações) de US$ 82 milhões, com uma média diária de US$ 16,4 milhões. Nesses cinco dias úteis – de 8 a 14 de março -, as exportações somaram US$ 3,423 bilhões (média diária de US$ 684,6 milhões) e as importações US$ 3,341 bilhões (média diária de US$ 668,2 milhões). A corrente de comércio (soma dos valores exportados e importados) do período foi de US$ 6,764 bilhões, o que significou negociações médias de US$ 1,352 bilhão por dia útil.

Mês

As exportações, nas duas primeiras semanas de março, somaram US$ 6,802 bilhões, com média diária de US$ 680,2 milhões. Esse desempenho foi 26,7% maior que a média diária registrada em março do ano passado (US$ 536,8 milhões). Já em relação a fevereiro de 2010, quando a média diária das exportações brasileiras ficou em US$ 677,6 milhões, o crescimento foi de US$ 0,4%.

Nos dez primeiros dias úteis de março, as importações totalizaram US$ 6,220 bilhões, com uma média diária de US$ 622 milhões. Esse valor ficou 36,1% acima do registrado como média diária das importações no mesmo mês do ano passado (US$ 457 milhões). Na comparação com o desempenho médio diário das importações em fevereiro deste ano (US$ 655,7 milhões) houve um decréscimo de 5,1%.

Ano

De janeiro à segunda semana de março (48 dias úteis), as exportações chegaram a US$ 30,304 bilhões (média diária de US$ 631,3 milhões), desempenho 25,9% maior do que a média diária das exportações no mesmo período de ano passado (US$ 501,3 milhões).

Na mesma comparação, as importações cresceram 31,4%, ao saírem de uma média diária de US$ 467,6 milhões, até a segunda semana de março de 2009, para US$ 614,5 milhões no mesmo período deste ano. De janeiro à segunda semana de março as importações atingiram US$ 29,495 bilhões.

O superávit comercial acumulado no ano foi de US$ 809 milhões (média diária de US$ 16,9 milhões), valor 50,1% menor que o saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 33,8 milhões).

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Pequenas e médias empresas brasileiras sabem que inovar é indispensável para seu funcionamento e permanência no mercado. Isso é o que mostra o resultado da pesquisa do Comitê Inovação nas Pequenas e Médias Empresas (PME) da Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), realizado em Outubro de 2009.

De acordo com a pesquisa, é o mercado dinâmico e competitivo que impulsiona as empresas a investirem principalmente em inovação.

Uma inovação bem sucedida representa melhor posicionamento no mercado e, até mesmo a sobrevivência de uma empresa. As PME inovam, principalmente,  para aumentar a eficiência e produtividade por conta das oportunidades de mercado e como reação  à concorrência. A procura por maior lucratividade e a exigência dos clientes também estão entre os fatores que motivam a inovação.

A informática tem se mostrado uma poderosa ferramenta na melhoria, controle e medição dos processos. Ferramentas antes utilizadas somente pelas grandes empresas hoje, são objetos de procura das médias e até pequenas instituições que querem se organizar para o futuro.

Nos últimos anos, essa busca pela inovação vem contribuindo para a crescente aquisição pelas empresas de sistemas de Gestão Empresarial, também conhecido como ERP (Enterprise Resource Planning).

Os sistemas baseados em ERP possuem a capacidade de propiciar a troca rápida de informações entre os setores da empresa, também integram as informações decorrentes das operações que agregam valor na cadeia produtiva, facilitando sua análise para efeito de tomada de decisões empresariais. É uma ferramenta destinada a modelar e automatizar os processos básicos de negócios, integrando as informações resultantes das operações realizadas e tornando-as disponíveis, em tempo real, para os tomadores de decisões da empresa, com isto, asseguram uma vantagem competitiva às empresas.

Uma pesquisa divulgada em dezembro de 2009 pelo SEBRAE – SP mostra que os pequenos e médios empresários paulistas pretendem aumentar os investimentos nos negócios em 2010. O estudo constatou que 72% dos donos de empresa acreditam que o faturamento irá crescer e 71% planejam gastar, principalmente, em inovação tecnológica, compra de máquinas, equipamentos e reforma das instalações.

Acompanhando esse crescimento nos investimentos, pesquisas do IDC (International Data Corporation) estimam que o mercado de ERP fechou 2009 com receita de R$ 2,5 bilhões, com aumento de 17% comparado aos negócios gerados no ano anterior. Em vista ao cenário otimista as previsões são de que as vendas de ERP registrarão crescimento anual de 8,39% até 2013.

Para tanto, uma das grandes saídas para diminuir a fragilidade desse segmento PME, é a adoção de ações inovadoras, dentre elas àquelas referentes aos sistemas ERP focados em Pequenas e Médias Empresas . Essas soluções permitem aumentar a lucratividade, consolidar a competitividade e com isso, promover a sobrevivência sustentável da própria empresa.

Cristiano Mesquita dos Santos é economista e atua como consultor de negócios da ABC71 Soluções em Informática Ltda.

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A Festo, especializada em automação industrial, entregou as instalações e vários dos dispositivos que equipam o novo laboratório de automação e controle de processos para as áreas de mecânica e mecatrônica da Faculdade de Tecnologia de São Paulo, Fatec. De acordo com comunicado da empresa, o objetivo da ação é aprimorar a qualificação dos futuros profissionais da indústria.  

A doação, realizada por meio do braço educacional da Festo, a Didactic, consiste em:

– reforma da sala em que passa a funcionar o laboratório, de acordo com o os padrões utilizados na sede da empresa;
– em uma bancada completa de controle de processos, que pode ser utilizada por 20 alunos simultaneamente;
– em um Robotino, dispositivo desenvolvido na matriz da empresa, na Alemanha, para estudos avançados de robótica móvel.

Posteriormente a Fatec adquiriu, para tornar o espaço ainda mais completo, mais quatro bancadas de controle de processos e um sistema de robótica aplicada à manufatura integrada.

De acordo com a professora Maria da Graça Marcatto, chefe do departamento de mecânica da faculdade, o laboratório será utilizado por cerca de dois mil estudantes dos cursos de mecânica e mecânica de precisão: “Os alunos terão condições de simular várias situações reais que encontrarão no dia a dia das empresas. A expectativa dos alunos para atuar nos equipamentos é grande, e a dos professores também”.

Para garantir a perfeita utilização dos equipamentos, dozeprofessores da Faculdade de Tecnologia foram orientados pelos instrutores da Didactic. Além disso, um deles estará presente na aula inaugural para esclarecer dúvidas dos alunos.

As chaves do laboratório foram entregues à diretora superintendente do Centro Paula Souza, Laura Laganá, pelo diretor da Didactic no Brasil, Mario Borin.

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Nesta semana, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou os números da balança comercial brasileira na primeira semana de março. Entre os dias 1º e 7 deste mês, a balança comercial brasileira apresentou um superávit de US$ 500 milhões, com média diária, por dia útil, de US$ 100 milhões.

Na primeira semana do mês, as exportações somaram US$ 3,379 bilhões (média diária de US$ 675,8 milhões), e as importações US$ 2,879 (média diária de US$ 575,8 milhões).

A corrente de comércio (soma das exportações com as importações) chegou a US$ 6,258 bilhões (média diária de US$ 1,251 bilhão).

2010

De primeiro de janeiro à primeira semana de março, as exportações somaram US$ 26,881 bilhões, com média diária de US$ 625,1 milhões. Esse valor médio é 24,7% maior que o verificado no mesmo período de 2009 (média de US$ 501,1 milhões).

No mesmo período, as importações totalizaram US$ 26,154 bilhões, com média diária de US$ 608,2 milhões, valor 30,3% maior que o registrado de janeiro até a primeira semana de março de 2009 (média US$ 466,7 milhões).

No ano, o saldo comercial está superavitário em US$ 727 milhões (média por dia útil de R$ 16,9 milhões), resultado 50,9% menor que o do mesmo período do ano passado, quando foi registrado um superávit de US$ 1,516 bilhão (média diária de R$ 34,5 milhões).

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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