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A Alcoa está testando uma avançada tecnologia solar em conjunto com o Laboratório Nacional de Energia Renovável-NREL, do Departamento de Energia do governo norte-americano, para tornar a tecnologia de Concentração de Energia Solar-CES mais competitiva nos Estados Unidos, reduzindo seu custo para gerar energia.

O NREL e a Alcoa instalaram recentemente uma nova parabólica de Concentração de Energia Solar, projetada pela Companhia, nos locais de teste do Laboratório em Golden, no Estado do Colorado, nos Estados Unidos. Os testes permitirão medir a eficiência do coletor de cerca de 6X14 metros para gerar energia e avaliar seu desempenho estrutural. Esta fase de aprovação no Laboratório é iniciada após testes bem-sucedidos no Centro Técnico Alcoa nos arredores de Pittsburgh, Estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

“O NREL está ansioso para realizar testes externos de eficiência no coletor solar parabólico desenvolvido pela Alcoa”, disse Chuck Kutscher, gerente do Grupo de Sistemas Térmicos do NREL. “Estamos felizes por ver uma das principais empresas dos Estados Unidos entrar no mercado de concentração de energia solar com apoio financeiro do Departamento de Energia do governo dos Estados Unidos”.

Atualmente, os sistemas comerciais de Concentração de Energia Solar usam espelhos de vidro para refletir e concentrar a luz do sol em receptores que capturam a energia solar e a convertem em calor. Essa energia térmica pode então ser usada para produzir eletricidade em larga escala por meio de uma turbina a vapor.

Ao invés de utilizar espelhos de vidro, a nova solução da Alcoa usa espelhos de alumínio altamente refletivos, que são mais duráveis e menos danosos ao meio ambiente, se comparados aos frágeis espelhos de vidro. A solução projetada pela Alcoa permite que técnicas de fabricação de grandes volumes reduzam os custos de instalação e a sua estrutura monolítica permite que o coletor seja simplesmente colocado no lugar para fácil instalação. O projeto da Alcoa inclui placas, extrusões e fixadores.

O novo projeto de Concentração de Energia Solar da Alcoa alavanca as abordagens de fabricação e montagem de grandes volumes, utilizadas nos mercados aeroespacial e automotivo, assim como a liderança em materiais e tecnologia da Empresa, para reduzir o custo de sistemas de Concentração de Energia Solar.

“Entendemos a necessidade dos consumidores de reduzirem seus gastos em sistemas para diminuir o custo de energia”, disse Eric F. M. Winter, diretor dos Laboratórios de Desenvolvimento da Alcoa. “Após ouvir uma série de especialistas da indústria, nossa equipe combinou seu conhecimento de materiais com habilidades de projeto, manufatura e acabamentos de engenharia, para. desenvolver uma solução que permita aos fabricantes aumentar sua escala de produção para atender à crescente demanda por esse tipo de tecnologia solar”.

Um dos benefícios da tecnologia de Concentração de Energia Solar é a energia térmica que pode ser armazenada e utilizada em períodos nebulosos e à noite. Portanto, a tecnologia oferece melhor estabilidade de rede e mais fatores de capacidade se comparado às aplicações fotovoltaicas.

O projeto está sendo parcialmente financiado por uma verba de US$ 2,1 milhões do Departamento de Energia. Os resultados deste teste são esperados para o segundo trimestre deste ano, quando o sistema passará para a próxima fase de testes em grande escala.

“Estamos orgulhosos por nos associarmos ao Departamento de Energia para desenvolver uma fonte de eletricidade nova, limpa, confiável e acessível”, disse Scott Kerns, vice-presidente e gerente geral da Divisão de Produtos de Transporte da Alcoa. “A Alcoa tem uma longa história de desenvolvimento de soluções sustentáveis para seus clientes. E o alumínio, que pode ser reciclado infinitamente, é uma opção natural para essa solução de energia verde”.

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A balança comercial da indústria brasileira de fios e cabos e produtos semimanufaturados inicia 2010 negativa. O setor do cobre importou US$ 124 milhões e exportou US$ 67 milhões para mercados externos. O que resulta em um déficit de US$ 56 milhões. O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira do Cobre (ABC) e pelo Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel).

No mês de fevereiro, dentre os subsetores, o de fios e cabos importou US$ 88 milhões contra US$ 52 milhões de exportações. Já o segmento de produtos semimanufaturados importou US$ 35,6 milhões contra US$ 15,4 milhões exportados. “Políticas de incentivo são fundamentais para estimular os diversos segmentos da economia, principalmente quando o reaquecimento dos parceiros comerciais no exterior é lento”, afirma Sérgio Aredes, presidente das entidades.

“É necessário um conjunto de ações para ajudar as empresas a retomarem aos poucos os níveis de crescimento estimado para 2010”, sinaliza Aredes. “A indústria do cobre aposta no desenvolvimento dos setores de infraestrutura e na fabricação de produtos diversificados para o segmento de Tecnologia da Informação”, conclui.

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Chega à sexta edição o livro “Tecnologia da Usinagem dos Materiais”. Esta é uma das poucas obras brasileiras a tratar dos problemas da usinagem dos materiais, metálicos ou não, de uma forma tal que não seja nem excessivamente prática (como se fosse um manual), nem excessivamente teórica, na forma de um compêndio científico. A usinagem é uma operação comum à maioria das indústrias. E, da sua perfeita compreensão e aplicação, pode resultar uma redução de custos significativa para as empresas, inclusive de energia. Usinagem mal feita significa retrabalho, desperdício de material, má qualidade do produto final, etc.

O livro promete ajudar a reduzir custos e aumentar a produtividade da área de usinagem de sua empresa.

Em seus primeiros dois capítulos, “Tecnologia da Usinagem dos Materiais” apresenta resumos das normas brasileiras de Movimentos e Grandezas de Usinagem (capítulo 1) e Geometria da Ferramenta (capítulo 2), para que desde o início se estabeleça o vocabulário técnico que vai ser utilizado no transcorrer do livro.

No terceiro capítulo, é apresentada a fenomenologia de formação do cavaco e de geração de calor na usinagem. Nos capítulos 4, 6 e 7 se discorre sobre todas as influências e fenômenos relativos aos esforços de usinagem, desgaste e vida da ferramenta e rugosidade da peça. Antes de se começar a falar sobre desgaste e vida da ferramenta (capítulos 6 e 7), aborda-se o tema “Materiais para Ferramentas” (Capítulo 5), pois o conhecimento das propriedades do material da ferramenta é fundamental para que se entenda os mecanismos de desgaste.

No capítulo 8, discorre-se sobre toda a metodologia para definição das condições econômicas de usinagem. No capítulo 9, dá-se atenção especial ao material da peça em usinagem, e comenta-se sobre a relação das características do material e parâmetros como força de usinagem, desgaste da ferramenta e rugosidade da peça. No capítulo 10, é a vez de se abordar os fluidos de corte.

Como na maioria dos exemplos utilizados nos capítulos anteriores, a operação de torneamento foi a mais utilizada, nos capítulos 11, 12 e 13 aplica-se todo o conhecimento adquirido até aqui nas operações de furação (capítulo 11), fresamento (capítulo 12) e retificação (capítulo 13).

Prof. Dr. Anselmo Eduardo Diniz, autor da obra, é engenheiro mecânico graduado pela Unicamp em 1982, onde também fez mestrado e doutorado. Desde 1983 é professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp. Francisco Carlos Marcondes é engenheiro mecânico, pós-graduado em marketing, professor na Unimarco e mestrando em engenharia de manufatura na Unicamp. Trabalha como gerente de marketing e treinamento técnico da empresa Sandvik do Brasil S.A. Prof. Dr. Nivaldo Lemos Coppini, Engenheiro Mecânico graduado em 1970 pela Escola de Engenharia de São Carlos, da USP, fez mestrado (1974) e doutorado (1978) na Unicamp. Em 1981 iniciou sua carreira como professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp e é atualmente professor titular da Faculdade de Engenharia Mecânica e de Produção da Unimep – Universidade Metodista de Piracicaba

Tecnologia da Usinagem dos Materiais
Autores: Anselmo Diniz, Francisco Marcondes e Nivaldo Coppini
ISBN: 85-87296-01-9
Formato: 17×24
Páginas: 262
Preço: R$ 64,00

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (1º), que a produção da indústria brasileira cresceu 1,5% na passagem de janeiro para fevereiro, na segunda alta mensal consecutiva. E mais: na comparação com fevereiro de 2009, a alta foi bem mais expressiva, de 18,4%, refletindo recuperação sobre o momento de crise no ano passado.

Entre janeiro e fevereiro deste ano, a indústria acumulou crescimento de 17,2% frente ao mesmo período de 2009, com o setor de veículos automotores liderando a pressão positiva, registrando alta de 38,9%.

Vale registrar que máquinas e equipamentos também contribuíram nos números, com 37,8%, assim como outros produtos químicos (29,9%) e metalurgia básica (34,7%).

Com o avanço de 1,5% entre janeiro e fevereiro, após aumento de 1,2% no mês anterior, o patamar de produção industrial voltou a um nível próximo ao de maio de 2008. Nessa comparação, os destaques de alta vieram de indústria farmacêutica (15,9%), seguida por edição e impressão (7,0%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (15,0%).

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Foi prorrogado até dezembro de 2010 o prazo da linha Finame-PSI (Programa de Sustentação do Investimento) para o setor de máquinas e equipamentos, divulgou a Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq. Tão comentado durante o anúncio dos resultados do primeiro bimestre do segmento, o programa, de acordo com o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto, se não fosse prorrogado traria grandes complicações para o desempenho do setor este ano.

Informações do departamento de financiamentos da Abimaq dão conta de que os recursos disponibilizados para os 6 meses adicionais do programa (de jul./10 até dez./10) são da ordem de R$ 80 bilhões. A partir de julho/10 os juros passarão de 4,5% para 5,5% (fixos ao ano), o que ainda é extremamente competitivo, pois se descontada a inflação representa taxa de juros praticamente negativa.

A renovação do Finame-PSI atende um importante pleito da Abimaq, que vinha alertando o governo sobre a importância da renovação, como fator fundamental para manter a retomada do nível de atividades da indústria de máquinas e equipamentos. 

“Sabemos que ainda há muito a ser feito e continuaremos lutando e implementando outras ações no sentido de resgatar a competitividade da indústria nacional de máquinas e temos a certeza de que a renovação do PSI é uma importante conquista neste sentido, pois a expectativa é de que 2010 seja um ano de investimentos e a manutenção do Finame-PSI será fundamental para a recuperação da indústria neste ano”, afirma Aubert.

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A portaria 1.510 do Ministério do Trabalho e Emprego foi emitida em 21 de agosto de 2009 e impacta fortemente o mercado como um todo, implicando em ações a serem tomadas por usuários de sistema de ponto eletrônico, empresas fabricantes de equipamentos de controle de ponto e desenvolvedores de softwares que atuam neste segmento.

Segundo a portaria, todas as empresas que possuem relógios de ponto eletrônicos deverão atualizar seus sistemas de ponto até o dia 21 de agosto de 2010. Isso porque a regulamentação torna obrigatória a impressão do registro do ponto todas as vezes que o funcionário fizer alguma marcação no equipamento, e nenhum dos produtos, até então existentes no mercado, possibilitava tal ação. Além disso, a nova regulamentação determina que o aparelho tenha uma saída USB que facilite a fiscalização, dentre outras.

Fique ligado no prazo se o seu equipamento não está de acordo com a nova portaria.

Saiba mais sobre a Portaria 1.510 na íntegra pelo portal no MTE.

* Imagem: Madis Rodbel

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A Nasajon Sistemas, empresa especializada em soluções informatizadas de gestão empresarial, informa que a partir de agora é fornecedora credenciada do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES. Com isso, micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) terão acesso, por meio do Cartão BNDES, a financiamentos especiais, com juros menores, para realizar investimentos em softwares de gestão da Nasajon.

As empresas que possuem o Cartão BNDES com a bandeira Visa ou MasterCard e que desejam investir em softwares de gestão por meio de financiamento podem entrar em contato com o departamento de vendas da Nasajon pelo número 0800 021 7070 (ligação gratuita) e usufruir desse benefício. Aquelas que ainda não têm o cartão devem buscar informações no Portal de Operações do banco, no www.cartaobndes.gov.br.

Portadores do cartão podem efetuar compras exclusivamente no portal, procurando os produtos da Nasajon de seu interesse expostos no Catálogo de Produtos, seguindo os passos indicados para a compra. O cartão BNDES está disponível para micro, pequenas e médias empresas – com faturamento bruto anual de até R$ 60 milhões – que estejam em dia com o INSS, FGTS, RAIS e tributos federais.

As vantagens oferecidas pelo BNDES para quem adquirir o cartão são:

– limite de crédito de até R$ 500 mil por cartão, por banco emissor;

– prazo de parcelamento de 3 a 48 meses, e

– taxa de juros pré-fixada (informada na página inicial do Portal).

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Neste espaço estamos sempre divulgando números e ações dos mais diversos setores industriais. Pois bem. Hoje quero divulgar uma ação bem bacana do Serviço Social da Indústria (Sesi) de São Paulo. Em abril e maio, a instituição promoverá uma campanha de vacinação no estado. Segundo nota do Sesi, a meta é imunizar 100.000 trabalhadores contra a gripe pandêmica (tipo A/H1N1) e a sazonal.

Durante esses dois meses, a Divisão de Saúde (DS) do Sesi-SP realizará a vacinação contra a gripe pandêmica (tipo A/H1N1) e a sazonal para industriários das empresas beneficiárias do estado de São Paulo. A vacina utilizada será trivalente, contendo três tipos de cepas combinadas do vírus Influenza, de acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). A meta é imunizar 100.000 trabalhadores.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: vacinacao@sesisp.org.br ou pelos telefones (11) 3146-7169 / 7176 / 7190.

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O balanço do primeiro bimestre do ano divulgado ontem, 24 de março, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, embora positivo, não agradou muito o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto. No período, o faturamento bruto cresceu 21,6%, para R$ 10 bilhões, sobre o realizado em janeiro-fevereiro de 2009. “Não podemos falar que foi um desempenho ruim, mas a base de comparação é fraca por conta da crise economica no ano passado. Diante de 2008, que foi um ano bom para nossa indútria, teve queda de 13,9%.”

Analisando fevereiro isoladamente, a receita de R$ 5,29 bilhões representou expansão de 24% na comparação com o mesmo mês de 2009, e de 11,5% perante janeiro. O consumo aparente de máquinas e equipamentos – soma da produção e das importações menos as exportações – também cresceu no primeiro bimestre deste ano contra o anterior 10,4%, para R$ 13,8 bilhões.

A balança comercial também preocupa Aubert, que teme pelo avanço da China, que já aparece na terceira colocação na tabela dos países que exportam máquinas e equipamentos para o Brasil. Quem também amedronta é a Índia ná décima posição. “Não se assustem se a China daqui três, quatro meses passar a tradicional Alemanha. Nem a India que dentro de, no máximo, três anos figurará como um dos principais forcedores para o país.”

As exportações do setor em fevereiro somaram US$ 567 milhões, avanço de 21,9% com relação a janeiro e retração de 5% sobre fevereiro de 2009. Nos mesmo comparativo as importações atingiram US$ 1,548 bilhão, queda de 3,5% e alta de 11,3%, respectivamente.

No bimestre, o déficit da balança comercial do setor de máquinas e equipamentos atingiu US$ 2,1 bilhões, resultado de importações de US$ 3,152 bilhões e exportações de US$ 1,032 bilhão. Em relação ao primeiro bimestre de 2009, o déficit foi 15% maior. As exportações caíram 19% e as importações subiram 1,1%.

PSI – A renovação do Programa de Sustentação do Investimento, PSI, de acordo com Luiz Aubert Neto, é condição para que o setor reaja e consiga retomar o caminho do crescimento, verificado em 2008. Com data de vencimento marcada para junho próximo, o programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, financia bens de capital com juros de 4,5% ao ano. “Só conseguiremos crescer de 15% a 20% este ano se o PSI for prorrogado. Por isso, todos os dias ligo para cobrar o governo!.”

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Desde a semana passada, a Bombas Geremia/Johnson Screens, do Rio Grande do Sul,  disponibiliza seu novo endereço na internet, o www.bombasgeremia.com.br. A empresa investiu no desenvolvimento de um website e promete focar na web parte de seus esforços para conquistar novos clientes a partir deste ano.

O projeto faz parte das ações de marketing previstas para 2010 e foi desenvolvido pela Pcom – Marketing Estratégico. De acordo com o Diretor Global de Negócios da Johnson Screens, Jim Pipes, o objetivo é valorizar ainda mais a marca Geremia. “Queremos dar continuidade ao processo de crescimento, aumentando a penetração nos segmentos industriais para confirmar a imagem de fortes competidores”, afirma.

Na página é possível encontrar informações sobre os produtos Geremia, solicitar orçamentos, acompanhar notícias da empresa e dos seus segmentos de atuação, contatar o suporte, além de conhecer os representantes de diferentes regiões do Brasil. Acesse www.bombasgeremia.com.br e confira a novidade.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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