Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

Indústria ganha nova feira: CoilTechnica

Icone Feira | Por em 13 de abril de 2010

0

A CoilTechnica, nova feira integrante do portfólio de nove exibições que compõem a Hannover Messe 2010, acontecerá a cada dois anos, possibilitando que expositores de vários países tenham seus produtos e serviços representados no mais importante evento de tecnologia do mundo.

O parceiro apoiador da CoilTechnica é a Associação Alemã dos Produtores de Eletroeletrônicos (ZVEI). Segundo seu diretor, Rolf Winter, faz muito sentido agrupar todos os componentes da indústria eletrônica na Hannover Messe, pois isto significa que cadeias completas poderão ser expostas. “Os expositores da CoilTechnica poderão obter vantagens da grande diversidade de setores industriais representados nesta feira, que ostenta um conceito símbolo de oferecer sinergias como em nenhum outro lugar do mundo”, completa.

As principais categorias de exposição na CoilTechnica serão: produtos e acessórios bobinados, materiais isolados, máquinas para enrolar e equipamentos de produção, componentes eletrônicos e acessórios, bem como sistemas para testes, medições e diagnósticos. A mostra será complementada ainda por um congresso focado em tendências tecnológicas e lançamentos relacionados à enrolamentos de bobinas e tecnologias de produção de transformadores e motores elétricos.

 A próxima Hannover Messe ocorrerá entre 19 e 23 de abril de 2010, tendo como país parceiro a Itália. As seguintes feiras líderes ocorrerão sob o teto da Hannover Messe 2010: Automação Industrial • Energia • Technologia para Usinas • MobiliTec • CoilTechnica • Indústria Digital • Fornecimento Industrial • MicroNanoTec • Pesquisa e Tecnologia. Este ano o destaque estará na automação industrial, tecnologias energéticas, fornecimento industrial e serviços e tecnologias de ponta.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

As eleições para o Conselho Gestor e para Conselho Fiscal do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos, IPDMAQ, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, realizadas no dia 24 de março, elegeram João Alfredo Delgado como presidente do Conselho Gestor e Celso Vicente, vice-presidente. Além deles também são integrantes Carlos Cesar Padovan, Corrado Vallo e Evandro Luciano Orsi. Já o Conselho Fiscal Titular conta com Carlos Octávio Nogueira, Walter Luiz Lapietra e Hiroyki Sato. José Velloso Dias Cardoso, Luiz Barella e Jayme Marcos Bydlowski são os suplentes.

Apresentando as diretrizes de atuação para o biênio 2010-2012, o Plano de Ação do IPDMAQ contempla ações de mobilização em todas as sedes regionais, incluindo workshops de apresentação dos instrumentos de apoio à inovação a serem realizados a partir da aprovação de proposta de projeto pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. Também como mobilização, está inclusa a continuidade dos eventos anuais “ABIMAQ Inova” e “Competindo com Design”, além da realização de novos eventos, entre eles “ISO/ABNT – A importância da participação da indústria nas atividades da ISO” e “Regulamento de Avaliação da Conformidade como definição de patamar tecnológico mínimo”.

O plano de ação inclui ainda ações de capacitação, realizadas em parceria com o Núcleo de Política e Gestão Tecnológica, PGT, da Universidade de São Paulo, por meio de cursos de Formação de Gestores de Inovação, com turmas em todas as sedes regionais, após aprovação de proposta de projeto apresentado ao CNPq.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

A Associação Brasileira do Alumínio – ABAL divulga o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2009. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio, no ano passado, foi de 1.007,9 mil toneladas, o que corresponde a uma queda de 10,6% em relação as 1.127 mil toneladas consumidas em 2008.

Mesmo com a queda, que interrompeu uma série de cinco anos contínuos de crescimento, nota-se que o consumo apresentou uma recuperação gradual a cada trimestre. No último trimestre de 2009, por exemplo, o volume consumido foi 6,3% maior que o registrado no mesmo período do ano de 2008, quando nossa economia sentiu os primeiros sinais da crise econômico-financeira.

Para 2010, a ABAL prevê um retorno do mercado interno aos níveis de 2008 e estima um consumo de 1.221,9 mil toneladas, alavancado, principalmente, pelos produtos Chapas (+19,8%), Extrudados (+24,5%) e Fundidos (+12,5%).

“Em 2009, a queda de consumo de alumínio atingiu praticamente todos os setores da economia, com exceção de Embalagens, que apresentou um crescimento de 5,4% em relação a 2008. Já em 2010, a expectativa é que todos os segmentos registrem crescimento, acompanhando o próprio desempenho da economia nacional”, acredita Mauro Moreno, coordenador da Comissão de Economia e Estatística da ABAL.

TAGS:

Deixe seu comentário

0

A Confederação Nacional da Indústria, CNI, divulgou na quarta-feira, 7 de abril, que o faturamento real da indústria cresceu 11,3% em fevereiro de 2010 perante mesmo mês de 2009 e 3,3% na comparação com janeiro deste ano, descontados os efeitos sazonais. De acordo com os Indicadores Industriais, o resultado mostra que o faturamento do setor ultrapassa, em 1%, o patamar anterior à crise, de setembro de 2008. Segundo o comunicado, em dezembro, o faturamento já tinha alcançado esse patamar e voltou a recuar em janeiro.

Dos 19 setores pesquisados, 15 registraram crescimento no faturamento real em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2009. 

Além do faturamento real, as horas trabalhadas e o emprego na indústria também cresceram em fevereiro na comparação com janeiro deste ano. As horas trabalhadas aumentaram 1% no período, descontados os efeitos sazonais e a diferença de dias úteis. O emprego cresceu 0,9%. Conforme a pesquisa, as horas trabalhadas expandem-se há seis meses consecutivos, enquanto o emprego cresce há sete meses.

Mesmo com a recuperação, o indicador de horas trabalhadas permanece 4,9% abaixo do nível anterior à crise econômica. Já o emprego caminha para alcançar o patamar pré-crise. O indicador precisa crescer apenas 1%, em relação aos dados dessazonalizados de fevereiro, para alcançar o nível de outubro de 2008, o mais alto da série histórica, iniciada em janeiro de 2002. A pesquisa indica que mantendo o desempenho atual, esse nível poderá ser alcançado já em março.

De acordo com os Indicadores, o emprego em expansão elevou em 2,9% a massa salarial em fevereiro de 2010 em relação ao mesmo mês do ano passado. Comparando com janeiro deste ano, o índice teve uma redução de 1,8%. Esse resultado tem características sazonais, pois desde 2006 o mês de fevereiro sempre apresentou queda nessa comparação.

A utilização da capacidade instalada manteve-se estável nos primeiros meses do ano. Considerando os dados dessazonalizados, o indicador atingiu 80,4% em fevereiro de 2010, igual ao mês anterior. Em relação a fevereiro do ano passado, a utilização cresceu 2,2 pontos porcentuais. De acordo com a pesquisa, o resultado reflete a melhora na atividade industrial, que se recupera dos efeitos da crise internacional.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

A DMG, especialista na fabricação de máquinas-ferramenta para tecnologia de torneamento e fresamento, realiza sua primeira Open House. Hoje e amanhã, 7 e 8 de abril, das 13h às 18h, o público visitante conhecerá as novidades da empresa para 2010, além de participar de programação completa que inclui apresentação corporativa e demonstração técnica dos equipamentos em exposição.

Veja programação da Open House DMG: Novidades em Tecnologia:

13h00 Boas Vindas e credenciamento dos participantes
13h30 Welcome Coffee
14h00 Apresentação Corporativa com Décio Lima, diretor geral DMG Brasil
14h15 Apresentação das Novidades Tecnológicas para 2010 com Carlos Brancaglione, gerente de eng. de aplicação
14h50 Apresentação da linha HSC – Alta Tecnologia DMG – 5 eixos e HSC com Carlos Brancaglione, gerente de eng. de aplicação.
15h30 Demonstração das técnicas na máquina HSC 55 linear
15h45 Coffee Break
16h15 Apresentação SANDVIK: Tecnologia de ferramentas HSC/HSM aplicadas em materiais endurecidos com Carlos Ancelmo, especialista em processos
16h35 Apresentação WALTER: Tecnologia de insertos para torneamento com Sérgio Abreu, especialista em torneamento
16h55 Apresentação da linha de tornos: DMG ECOLINE e CTX alpha beta gamma com Carlos Brancaglione, gerente de eng. de aplicação.
17h15 Apresentação SIEMENS: Sinumerik 840D sl inovações e HMI Sinumerik Operate com Eng. Milton Etchebehere, consultor de vendas
17h35 Demonstração das técnicas na máquina
– CTX 310 eco
– CTX 510 eco
– CTX beta 800
18h00 Coquetel

Show Room DMG Brasil
Rua Dr. Luiz Migliano, 173
São Paulo – SP

Mais informações pelo telefone (11) 3742-5000

TAGS: , , , , ,

Deixe seu comentário

0

A Alcoa está testando uma avançada tecnologia solar em conjunto com o Laboratório Nacional de Energia Renovável-NREL, do Departamento de Energia do governo norte-americano, para tornar a tecnologia de Concentração de Energia Solar-CES mais competitiva nos Estados Unidos, reduzindo seu custo para gerar energia.

O NREL e a Alcoa instalaram recentemente uma nova parabólica de Concentração de Energia Solar, projetada pela Companhia, nos locais de teste do Laboratório em Golden, no Estado do Colorado, nos Estados Unidos. Os testes permitirão medir a eficiência do coletor de cerca de 6X14 metros para gerar energia e avaliar seu desempenho estrutural. Esta fase de aprovação no Laboratório é iniciada após testes bem-sucedidos no Centro Técnico Alcoa nos arredores de Pittsburgh, Estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

“O NREL está ansioso para realizar testes externos de eficiência no coletor solar parabólico desenvolvido pela Alcoa”, disse Chuck Kutscher, gerente do Grupo de Sistemas Térmicos do NREL. “Estamos felizes por ver uma das principais empresas dos Estados Unidos entrar no mercado de concentração de energia solar com apoio financeiro do Departamento de Energia do governo dos Estados Unidos”.

Atualmente, os sistemas comerciais de Concentração de Energia Solar usam espelhos de vidro para refletir e concentrar a luz do sol em receptores que capturam a energia solar e a convertem em calor. Essa energia térmica pode então ser usada para produzir eletricidade em larga escala por meio de uma turbina a vapor.

Ao invés de utilizar espelhos de vidro, a nova solução da Alcoa usa espelhos de alumínio altamente refletivos, que são mais duráveis e menos danosos ao meio ambiente, se comparados aos frágeis espelhos de vidro. A solução projetada pela Alcoa permite que técnicas de fabricação de grandes volumes reduzam os custos de instalação e a sua estrutura monolítica permite que o coletor seja simplesmente colocado no lugar para fácil instalação. O projeto da Alcoa inclui placas, extrusões e fixadores.

O novo projeto de Concentração de Energia Solar da Alcoa alavanca as abordagens de fabricação e montagem de grandes volumes, utilizadas nos mercados aeroespacial e automotivo, assim como a liderança em materiais e tecnologia da Empresa, para reduzir o custo de sistemas de Concentração de Energia Solar.

“Entendemos a necessidade dos consumidores de reduzirem seus gastos em sistemas para diminuir o custo de energia”, disse Eric F. M. Winter, diretor dos Laboratórios de Desenvolvimento da Alcoa. “Após ouvir uma série de especialistas da indústria, nossa equipe combinou seu conhecimento de materiais com habilidades de projeto, manufatura e acabamentos de engenharia, para. desenvolver uma solução que permita aos fabricantes aumentar sua escala de produção para atender à crescente demanda por esse tipo de tecnologia solar”.

Um dos benefícios da tecnologia de Concentração de Energia Solar é a energia térmica que pode ser armazenada e utilizada em períodos nebulosos e à noite. Portanto, a tecnologia oferece melhor estabilidade de rede e mais fatores de capacidade se comparado às aplicações fotovoltaicas.

O projeto está sendo parcialmente financiado por uma verba de US$ 2,1 milhões do Departamento de Energia. Os resultados deste teste são esperados para o segundo trimestre deste ano, quando o sistema passará para a próxima fase de testes em grande escala.

“Estamos orgulhosos por nos associarmos ao Departamento de Energia para desenvolver uma fonte de eletricidade nova, limpa, confiável e acessível”, disse Scott Kerns, vice-presidente e gerente geral da Divisão de Produtos de Transporte da Alcoa. “A Alcoa tem uma longa história de desenvolvimento de soluções sustentáveis para seus clientes. E o alumínio, que pode ser reciclado infinitamente, é uma opção natural para essa solução de energia verde”.

TAGS:

Deixe seu comentário

0

A balança comercial da indústria brasileira de fios e cabos e produtos semimanufaturados inicia 2010 negativa. O setor do cobre importou US$ 124 milhões e exportou US$ 67 milhões para mercados externos. O que resulta em um déficit de US$ 56 milhões. O levantamento foi realizado pela Associação Brasileira do Cobre (ABC) e pelo Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel).

No mês de fevereiro, dentre os subsetores, o de fios e cabos importou US$ 88 milhões contra US$ 52 milhões de exportações. Já o segmento de produtos semimanufaturados importou US$ 35,6 milhões contra US$ 15,4 milhões exportados. “Políticas de incentivo são fundamentais para estimular os diversos segmentos da economia, principalmente quando o reaquecimento dos parceiros comerciais no exterior é lento”, afirma Sérgio Aredes, presidente das entidades.

“É necessário um conjunto de ações para ajudar as empresas a retomarem aos poucos os níveis de crescimento estimado para 2010”, sinaliza Aredes. “A indústria do cobre aposta no desenvolvimento dos setores de infraestrutura e na fabricação de produtos diversificados para o segmento de Tecnologia da Informação”, conclui.

TAGS:

Deixe seu comentário

0

Chega à sexta edição o livro “Tecnologia da Usinagem dos Materiais”. Esta é uma das poucas obras brasileiras a tratar dos problemas da usinagem dos materiais, metálicos ou não, de uma forma tal que não seja nem excessivamente prática (como se fosse um manual), nem excessivamente teórica, na forma de um compêndio científico. A usinagem é uma operação comum à maioria das indústrias. E, da sua perfeita compreensão e aplicação, pode resultar uma redução de custos significativa para as empresas, inclusive de energia. Usinagem mal feita significa retrabalho, desperdício de material, má qualidade do produto final, etc.

O livro promete ajudar a reduzir custos e aumentar a produtividade da área de usinagem de sua empresa.

Em seus primeiros dois capítulos, “Tecnologia da Usinagem dos Materiais” apresenta resumos das normas brasileiras de Movimentos e Grandezas de Usinagem (capítulo 1) e Geometria da Ferramenta (capítulo 2), para que desde o início se estabeleça o vocabulário técnico que vai ser utilizado no transcorrer do livro.

No terceiro capítulo, é apresentada a fenomenologia de formação do cavaco e de geração de calor na usinagem. Nos capítulos 4, 6 e 7 se discorre sobre todas as influências e fenômenos relativos aos esforços de usinagem, desgaste e vida da ferramenta e rugosidade da peça. Antes de se começar a falar sobre desgaste e vida da ferramenta (capítulos 6 e 7), aborda-se o tema “Materiais para Ferramentas” (Capítulo 5), pois o conhecimento das propriedades do material da ferramenta é fundamental para que se entenda os mecanismos de desgaste.

No capítulo 8, discorre-se sobre toda a metodologia para definição das condições econômicas de usinagem. No capítulo 9, dá-se atenção especial ao material da peça em usinagem, e comenta-se sobre a relação das características do material e parâmetros como força de usinagem, desgaste da ferramenta e rugosidade da peça. No capítulo 10, é a vez de se abordar os fluidos de corte.

Como na maioria dos exemplos utilizados nos capítulos anteriores, a operação de torneamento foi a mais utilizada, nos capítulos 11, 12 e 13 aplica-se todo o conhecimento adquirido até aqui nas operações de furação (capítulo 11), fresamento (capítulo 12) e retificação (capítulo 13).

Prof. Dr. Anselmo Eduardo Diniz, autor da obra, é engenheiro mecânico graduado pela Unicamp em 1982, onde também fez mestrado e doutorado. Desde 1983 é professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp. Francisco Carlos Marcondes é engenheiro mecânico, pós-graduado em marketing, professor na Unimarco e mestrando em engenharia de manufatura na Unicamp. Trabalha como gerente de marketing e treinamento técnico da empresa Sandvik do Brasil S.A. Prof. Dr. Nivaldo Lemos Coppini, Engenheiro Mecânico graduado em 1970 pela Escola de Engenharia de São Carlos, da USP, fez mestrado (1974) e doutorado (1978) na Unicamp. Em 1981 iniciou sua carreira como professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp e é atualmente professor titular da Faculdade de Engenharia Mecânica e de Produção da Unimep – Universidade Metodista de Piracicaba

Tecnologia da Usinagem dos Materiais
Autores: Anselmo Diniz, Francisco Marcondes e Nivaldo Coppini
ISBN: 85-87296-01-9
Formato: 17×24
Páginas: 262
Preço: R$ 64,00

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira (1º), que a produção da indústria brasileira cresceu 1,5% na passagem de janeiro para fevereiro, na segunda alta mensal consecutiva. E mais: na comparação com fevereiro de 2009, a alta foi bem mais expressiva, de 18,4%, refletindo recuperação sobre o momento de crise no ano passado.

Entre janeiro e fevereiro deste ano, a indústria acumulou crescimento de 17,2% frente ao mesmo período de 2009, com o setor de veículos automotores liderando a pressão positiva, registrando alta de 38,9%.

Vale registrar que máquinas e equipamentos também contribuíram nos números, com 37,8%, assim como outros produtos químicos (29,9%) e metalurgia básica (34,7%).

Com o avanço de 1,5% entre janeiro e fevereiro, após aumento de 1,2% no mês anterior, o patamar de produção industrial voltou a um nível próximo ao de maio de 2008. Nessa comparação, os destaques de alta vieram de indústria farmacêutica (15,9%), seguida por edição e impressão (7,0%) e máquinas para escritório e equipamentos de informática (15,0%).

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Foi prorrogado até dezembro de 2010 o prazo da linha Finame-PSI (Programa de Sustentação do Investimento) para o setor de máquinas e equipamentos, divulgou a Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq. Tão comentado durante o anúncio dos resultados do primeiro bimestre do segmento, o programa, de acordo com o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto, se não fosse prorrogado traria grandes complicações para o desempenho do setor este ano.

Informações do departamento de financiamentos da Abimaq dão conta de que os recursos disponibilizados para os 6 meses adicionais do programa (de jul./10 até dez./10) são da ordem de R$ 80 bilhões. A partir de julho/10 os juros passarão de 4,5% para 5,5% (fixos ao ano), o que ainda é extremamente competitivo, pois se descontada a inflação representa taxa de juros praticamente negativa.

A renovação do Finame-PSI atende um importante pleito da Abimaq, que vinha alertando o governo sobre a importância da renovação, como fator fundamental para manter a retomada do nível de atividades da indústria de máquinas e equipamentos. 

“Sabemos que ainda há muito a ser feito e continuaremos lutando e implementando outras ações no sentido de resgatar a competitividade da indústria nacional de máquinas e temos a certeza de que a renovação do PSI é uma importante conquista neste sentido, pois a expectativa é de que 2010 seja um ano de investimentos e a manutenção do Finame-PSI será fundamental para a recuperação da indústria neste ano”, afirma Aubert.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial máquinas e equipamentos Lançamento mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial