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CNI lança Agenda Legislativa 2010

Icone Iniciativa | Por em 20 de abril de 2010

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O calendário eleitoral não pode paralisar o andamento de matérias legislativas que têm elevado impacto na economia e no ambiente institucional do país. O alerta foi feito no começo de abril pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, no lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2010, em Brasília. O documento lista 117 projetos em tramitação no Congresso sobre os quais a entidade irá atuar.

Entre as 117 proposições em tramitação no Congresso que serão acompanhadas pela CNI, os industriais elegeram, por meio de amplo processo consultivo, 20 propostas prioritárias para o setor em 2010. Desses, doze são remanescentes de agendas anteriores, como o Projeto de Lei 263/2004, que dispõe sobre a formação do cadastro positivo nos Sistemas de Proteção ao Crédito. A CNI é favorável à proposta, mas tem ressalvas no item que introduz a exigência de concordância prévia do cadastrado para inscrição de dados nos bancos de adimplência.

Entre as oito proposições inéditas na Agenda de 2010 está o Projeto de Lei 16/2010, do Executivo, que dispõe sobre o contrato de partilha de produção para a exploração de petróleo e gás na camada pré-sal. A CNI apóia o projeto, com algumas ressalvas. “Um ponto negativo é a determinação de que a Petrobras será a operadora única na exploração dos blocos, o que não respeita o regime de livre concorrência”, informa o documento.

A CNI também deve propor mudanças em cinco dos 20 projetos da pauta mínima da Agenda 2010. Dois deles tratam de relações do trabalho. O mais polêmico é a Proposta de Emenda à Constituição 231/1995, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem a redução correspondente dos salários, e aumenta o valor da hora extra.

O lançamento da 15ª edição da Agenda Legislativa reuniu cerca de 200 pessoas na sede da CNI, em Brasília. Participaram da cerimônia o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB/SP), o presidente do Tribunal de Contas da União, Ubiratan Aguiar, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o senador Romeu Tuma (PTB/SP), deputados, senadores, empresários e representantes de instituições empresariais.

Veja a íntegra do documento na página da CNI.

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A balança comercial das duas primeiras semanas de abril de 2010 fechou com saldo comercial positivo de US$ 790 milhões. O valor é resultado da diferença entre as exportações e importações realizadas de 1º a 11 de abril – com seis dias úteis. Nesse período, as vendas externas do Brasil foram de US$ 4,711 bilhões (média diária de US$ 785 milhões) e as compras internacionais de US$ 3,921 bilhões (média diária de US$ 653 milhões). A corrente de comércio (soma dos valores exportados e importados) alcançou US$ 8,632 bilhões, com média diária de US$ 1,438 bilhão. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

Na primeira semana de abril, de 1º a 4 (um dia útil), as exportações fecharam em US$ 766 milhões e as importações em US$ 688 milhões. Como resultado, a corrente de comércio foi de US$ 1,454 bilhão e o superávit de US$ 78 milhões.

Entre 5 e 11 de abril (cinco dias úteis), as exportações somaram US$ 3,945 bilhões (média diária de US$ 789 milhões) e as importações, US$ 3,233 bilhões (média diária de US$ 646 milhões). O saldo comercial dessa segunda semana do mês foi positivo em US$ 712 milhões (média diária de US$ 142 milhões), com uma corrente de comércio de US$ 7,178 bilhões (média diária de US$ 1,435 bilhão).

Ano

No acumulado de 2010, com 67 dias úteis, o saldo comercial ficou positivo em US$ 1,682 bilhão (média diária de US$ 25 milhões). No mesmo período do ano passado, que teve 68 dias úteis, o superávit havia sido de US$ 4,325 bilhões (média diária de US$ 63 milhões). O resultado deste ano é menor que o verificado no mesmo período de 2009: menos 61,1%, na comparação por valores totais, e menos 60,5% na comparação pela média diária.

De janeiro a segunda semana de abril deste ano, as exportações foram de US$ 43,940 bilhões (média diária de US$ 655 milhões) e as importações de US$ 42,258 bilhões (média diária de US$ 630 milhões). A corrente de comércio, no ano, alcançou US$ 86,198 bilhões (média diária de US$ 1,286 bilhão).

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Linha WHS

A Bombas Geremia/Johnson Screens participou pela primeira vez da Feira de Fornecedores Industriais da Região Nordeste, ForInd, que aconteceu de 13 a 15 de abril, em Recife, PE. Com atenção voltada ao setor

Bomba da Linha WHT

sucroalcooleiro nacional durante o evento, a empresa de São Leopoldo, RS, levou para seu estande alguns equipamentos, inclusvie modelos lançados em 2010.

O otimismo da empresa por ter participado da feira se deve ao fato do crescimento projetado para 2010 neste setor. De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Unica, para a safra 2010/11 está previsto

Dosadora da Linha WHD

aumento de 10% na moagem de cana-de-açúcar. Com esse desempenho, a nova colheita alcançará 595,89 milhões de toneladas, superando os 541,50 milhões de toneladas estimados para 2009/2010.

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Um dos destaques desta edição da Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), marcada de 26 a 28 deste mês, será a apresentação de quatro casos de sucesso de MPEs (Micro e Pequenas Empresas), selecionadas pela entidade e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). São elas Saneabas – Sociesc, Samalou (Brazilian Berrie), HI Technologies e MTA – Senai/Pr.

Segundo o Coordenador da X Conferência, Mario Barra, o Sebrae está focado em divulgar a importância da inovação por entender que esse tema é prioritário para o crescimento das MPEs e, ano passado, realizou, com o apoio do Anpei, vários workshops sobre “Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação”, com a participação de 19.022 empresários de todo o País.

Os trabalhos foram selecionados para mostrar os benefícios que a inovação pode trazer as MPEs e estão marcados para primeiro dia da X Conferência ANPEI, na sede da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba/PR. Além dos casos de sucesso, haverá ainda a apresentação de duas palestras, uma ministrada pelo presidente da Amata, Roberto Waack, cujo tema é “Inovação Sustentável feita em Cooperação com as MPEs” e uma proferida pelo SEBRAE a respeito de “Soluções Inovadoras”.

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Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo, ACSP, e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela internet, principalmente as da indústria e do atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).

Negócios pela internet:

O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente. Gráfico abaixo:

A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra. Gráfico abaixo:

As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:

· Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.

· Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.

· Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).

SELO DE SEGURANÇA:

A ideia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:

E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi . Gráfico abaixo:

Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail. Gráfico abaixo:

Presença na web:

60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores. Gráfico abaixo:

· Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.

· Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.

· Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses.

Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:

Metodologia e amostragem:

47% dos respondentes eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:

– 00 a 19 funcionários = Micro

– 20 a 99 funcionários = Pequena

-100 a 499 funcionários = Média

– 500 ou mais funcionários = Grande

Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de micro a empresa de grande porte, dos segmentos: indústria, construção, serviços, varejistas, atacadistas e instituição financeira.

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Indústria ganha nova feira: CoilTechnica

Icone Feira | Por em 13 de abril de 2010

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A CoilTechnica, nova feira integrante do portfólio de nove exibições que compõem a Hannover Messe 2010, acontecerá a cada dois anos, possibilitando que expositores de vários países tenham seus produtos e serviços representados no mais importante evento de tecnologia do mundo.

O parceiro apoiador da CoilTechnica é a Associação Alemã dos Produtores de Eletroeletrônicos (ZVEI). Segundo seu diretor, Rolf Winter, faz muito sentido agrupar todos os componentes da indústria eletrônica na Hannover Messe, pois isto significa que cadeias completas poderão ser expostas. “Os expositores da CoilTechnica poderão obter vantagens da grande diversidade de setores industriais representados nesta feira, que ostenta um conceito símbolo de oferecer sinergias como em nenhum outro lugar do mundo”, completa.

As principais categorias de exposição na CoilTechnica serão: produtos e acessórios bobinados, materiais isolados, máquinas para enrolar e equipamentos de produção, componentes eletrônicos e acessórios, bem como sistemas para testes, medições e diagnósticos. A mostra será complementada ainda por um congresso focado em tendências tecnológicas e lançamentos relacionados à enrolamentos de bobinas e tecnologias de produção de transformadores e motores elétricos.

 A próxima Hannover Messe ocorrerá entre 19 e 23 de abril de 2010, tendo como país parceiro a Itália. As seguintes feiras líderes ocorrerão sob o teto da Hannover Messe 2010: Automação Industrial • Energia • Technologia para Usinas • MobiliTec • CoilTechnica • Indústria Digital • Fornecimento Industrial • MicroNanoTec • Pesquisa e Tecnologia. Este ano o destaque estará na automação industrial, tecnologias energéticas, fornecimento industrial e serviços e tecnologias de ponta.

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As eleições para o Conselho Gestor e para Conselho Fiscal do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos, IPDMAQ, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, realizadas no dia 24 de março, elegeram João Alfredo Delgado como presidente do Conselho Gestor e Celso Vicente, vice-presidente. Além deles também são integrantes Carlos Cesar Padovan, Corrado Vallo e Evandro Luciano Orsi. Já o Conselho Fiscal Titular conta com Carlos Octávio Nogueira, Walter Luiz Lapietra e Hiroyki Sato. José Velloso Dias Cardoso, Luiz Barella e Jayme Marcos Bydlowski são os suplentes.

Apresentando as diretrizes de atuação para o biênio 2010-2012, o Plano de Ação do IPDMAQ contempla ações de mobilização em todas as sedes regionais, incluindo workshops de apresentação dos instrumentos de apoio à inovação a serem realizados a partir da aprovação de proposta de projeto pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq. Também como mobilização, está inclusa a continuidade dos eventos anuais “ABIMAQ Inova” e “Competindo com Design”, além da realização de novos eventos, entre eles “ISO/ABNT – A importância da participação da indústria nas atividades da ISO” e “Regulamento de Avaliação da Conformidade como definição de patamar tecnológico mínimo”.

O plano de ação inclui ainda ações de capacitação, realizadas em parceria com o Núcleo de Política e Gestão Tecnológica, PGT, da Universidade de São Paulo, por meio de cursos de Formação de Gestores de Inovação, com turmas em todas as sedes regionais, após aprovação de proposta de projeto apresentado ao CNPq.

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A Associação Brasileira do Alumínio – ABAL divulga o desempenho do mercado brasileiro do alumínio no ano de 2009. De acordo com a entidade, o consumo doméstico de produtos transformados de alumínio, no ano passado, foi de 1.007,9 mil toneladas, o que corresponde a uma queda de 10,6% em relação as 1.127 mil toneladas consumidas em 2008.

Mesmo com a queda, que interrompeu uma série de cinco anos contínuos de crescimento, nota-se que o consumo apresentou uma recuperação gradual a cada trimestre. No último trimestre de 2009, por exemplo, o volume consumido foi 6,3% maior que o registrado no mesmo período do ano de 2008, quando nossa economia sentiu os primeiros sinais da crise econômico-financeira.

Para 2010, a ABAL prevê um retorno do mercado interno aos níveis de 2008 e estima um consumo de 1.221,9 mil toneladas, alavancado, principalmente, pelos produtos Chapas (+19,8%), Extrudados (+24,5%) e Fundidos (+12,5%).

“Em 2009, a queda de consumo de alumínio atingiu praticamente todos os setores da economia, com exceção de Embalagens, que apresentou um crescimento de 5,4% em relação a 2008. Já em 2010, a expectativa é que todos os segmentos registrem crescimento, acompanhando o próprio desempenho da economia nacional”, acredita Mauro Moreno, coordenador da Comissão de Economia e Estatística da ABAL.

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A Confederação Nacional da Indústria, CNI, divulgou na quarta-feira, 7 de abril, que o faturamento real da indústria cresceu 11,3% em fevereiro de 2010 perante mesmo mês de 2009 e 3,3% na comparação com janeiro deste ano, descontados os efeitos sazonais. De acordo com os Indicadores Industriais, o resultado mostra que o faturamento do setor ultrapassa, em 1%, o patamar anterior à crise, de setembro de 2008. Segundo o comunicado, em dezembro, o faturamento já tinha alcançado esse patamar e voltou a recuar em janeiro.

Dos 19 setores pesquisados, 15 registraram crescimento no faturamento real em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2009. 

Além do faturamento real, as horas trabalhadas e o emprego na indústria também cresceram em fevereiro na comparação com janeiro deste ano. As horas trabalhadas aumentaram 1% no período, descontados os efeitos sazonais e a diferença de dias úteis. O emprego cresceu 0,9%. Conforme a pesquisa, as horas trabalhadas expandem-se há seis meses consecutivos, enquanto o emprego cresce há sete meses.

Mesmo com a recuperação, o indicador de horas trabalhadas permanece 4,9% abaixo do nível anterior à crise econômica. Já o emprego caminha para alcançar o patamar pré-crise. O indicador precisa crescer apenas 1%, em relação aos dados dessazonalizados de fevereiro, para alcançar o nível de outubro de 2008, o mais alto da série histórica, iniciada em janeiro de 2002. A pesquisa indica que mantendo o desempenho atual, esse nível poderá ser alcançado já em março.

De acordo com os Indicadores, o emprego em expansão elevou em 2,9% a massa salarial em fevereiro de 2010 em relação ao mesmo mês do ano passado. Comparando com janeiro deste ano, o índice teve uma redução de 1,8%. Esse resultado tem características sazonais, pois desde 2006 o mês de fevereiro sempre apresentou queda nessa comparação.

A utilização da capacidade instalada manteve-se estável nos primeiros meses do ano. Considerando os dados dessazonalizados, o indicador atingiu 80,4% em fevereiro de 2010, igual ao mês anterior. Em relação a fevereiro do ano passado, a utilização cresceu 2,2 pontos porcentuais. De acordo com a pesquisa, o resultado reflete a melhora na atividade industrial, que se recupera dos efeitos da crise internacional.

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A DMG, especialista na fabricação de máquinas-ferramenta para tecnologia de torneamento e fresamento, realiza sua primeira Open House. Hoje e amanhã, 7 e 8 de abril, das 13h às 18h, o público visitante conhecerá as novidades da empresa para 2010, além de participar de programação completa que inclui apresentação corporativa e demonstração técnica dos equipamentos em exposição.

Veja programação da Open House DMG: Novidades em Tecnologia:

13h00 Boas Vindas e credenciamento dos participantes
13h30 Welcome Coffee
14h00 Apresentação Corporativa com Décio Lima, diretor geral DMG Brasil
14h15 Apresentação das Novidades Tecnológicas para 2010 com Carlos Brancaglione, gerente de eng. de aplicação
14h50 Apresentação da linha HSC – Alta Tecnologia DMG – 5 eixos e HSC com Carlos Brancaglione, gerente de eng. de aplicação.
15h30 Demonstração das técnicas na máquina HSC 55 linear
15h45 Coffee Break
16h15 Apresentação SANDVIK: Tecnologia de ferramentas HSC/HSM aplicadas em materiais endurecidos com Carlos Ancelmo, especialista em processos
16h35 Apresentação WALTER: Tecnologia de insertos para torneamento com Sérgio Abreu, especialista em torneamento
16h55 Apresentação da linha de tornos: DMG ECOLINE e CTX alpha beta gamma com Carlos Brancaglione, gerente de eng. de aplicação.
17h15 Apresentação SIEMENS: Sinumerik 840D sl inovações e HMI Sinumerik Operate com Eng. Milton Etchebehere, consultor de vendas
17h35 Demonstração das técnicas na máquina
– CTX 310 eco
– CTX 510 eco
– CTX beta 800
18h00 Coquetel

Show Room DMG Brasil
Rua Dr. Luiz Migliano, 173
São Paulo – SP

Mais informações pelo telefone (11) 3742-5000

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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