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Com 70 indústrias que representam  aproximadamente 30 segmentos , Itupeva criará um ambiente de negócios para promover o potencial da indústria local, atrair parcerias e novas oportunidades de negócios para os empresários da região.

A cidade de Itupeva  – 75 quilômetros da capital paulista – vem se firmando como um dos mais importantes centros industriais do estado de São Paulo. A cidade está classificada em 83º lugar entre os 645 municípios paulistas dos que mais geram ICMS ao governo do Estado. “Para promover todo potencial de negócios da região e estruturar uma sólida rede de negócios em nível nacional, tivemos a idéia de promover, em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Itupeva – ACE, a primeira edição da Exposição Industrial de Itupeva – ExpoInd”, afirma o Prefeito da cidade Ocimar Polli.

O evento acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de maio deste ano, e já conta com a participação de 70 grandes empresas de Itupeva- representando cerca de 30 segmentos -, entre elas, fabricantes de  autopeças, de máquinas pesadas, alimentos, equipamentos médicos, entre outras.

O polo industrial de Itupeva movimentou em 2008 um valor adicionado de cerca de R$ 1 bilhão. Este foi o último dado divulgado pela Prefeitura. “O principal objetivo do evento é promover o intercâmbio entre as empresas e também mostrar ao Brasil, através da visibilidade da feira, o potencial da cidade e seus polos industriais”, conclui Ocimar.

“Nosso objetivo é criar novas oportunidades para que as empresas tenham maior oportunidade de negociação e conhecimento entre ofertantes e demandantes de produtos”, explica o presidente da ACE, Luiz Carlos Pires de Campos.

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A mortalidade de empresas no Brasil é altíssima. Das cerca de 500 empresas abertas no País anualmente, 27% fecham as portas no primeiro ano de existência.

Segundo Eduardo Cipullo,  sócio-diretor da consultoria BDO no Brasil, a alta taxa de insucesso pode ser creditada a inúmeros fatores: inexperiência do gestor, dificuldade de acesso ao crédito, diagnóstico errôneo das oportunidades e dos potenciais desafios, falta de capital para acompanhar as tendências do mercado e as novas tecnologias e despreparo para lidar com uma eventual ‘surpresa’, como uma crise econômica ou mesmo a falência de um grande cliente.

“Se abrir um novo negócio é uma iniciativa que envolve tantos riscos e tem tamanho potencial para acarretar frustrações, por que vemos tantas pessoas empenhadas em se lançar no ‘caminho do negócio próprio’?”,questiona o diretor.

Para ele, em primeiro lugar, há indivíduos extremamente criativos e dotados de um talento empreendedor natural. Para esses empresários natos, o sucesso e a satisfação profissional guardam intrínseca relação com a possibilidade de realizar um sonho, de preferência na forma de um empreendimento profissional autônomo.

Outro ponto importante a ser lembrado é que muitos pequenos negócios brasileiros nascem financiados pelo dinheiro do fundo de garantia de gente que acabou de perder o emprego. A ideia de não ter um patrão ou qualquer outra pessoa de nível superior ao seu ditando regras tende a ser perigosamente sedutora para alguém que acaba de passar pelo estresse de uma demissão.

O problema é que nem todo mundo tem aquela verve para empreender – e, definitivamente, impulsividade raras vezes anda de mãos dadas com o êxito nos negócios.

Quer empreender?

Quem pretende se lançar em um empreendimento deve fazer uma cuidadosa preparação. Identificar os riscos é o primeiro passo. Tudo deve começar com um minucioso mapeamento da atividade que será desenvolvida.

Os riscos inerentes a cada etapa devem ser considerados da seguinte forma: riscos do próprio negócio, o que inclui potencial de ocorrência de acidentes de trabalho e de perda de mercadorias; riscos acarretados pelo desempenho de terceiros (como fornecedores e prestadores de serviços); risco de inadimplência; e a atuação da concorrência.

Feito o mapeamento de riscos, o empreendedor deve proceder à prevenção. Esta deve incluir o treinamento do pessoal que irá atuar nas mais diversas frentes, a contratação de seguros e a elaboração de estratégias de marketing e negócios que neutralizem eventuais “ataques” da concorrência.

Também faz parte dos cuidados de primeira hora a contratação de serviços de excelência nas áreas jurídica e contábil. Em um país como o nosso, onde a complexidade dos sistemas legal e tributário constitui imenso desafio até para os empresários mais experimentados, não é raro ver um novo negócio ser engolido por causa de erros que redundam em multas e punições severas.

Resguardar-se desse tipo de perigo é tão importante quanto conhecer bem o tipo de produto ou serviço que se pretende oferecer. A terceirização dessas tarefas para empresas conceituadas é uma providência inteligente, e que a médio prazo se comprovará mais ‘barata’ do que quaisquer soluções improvisadas – sobretudo porque todo empreendedor ambiciona crescer, e qualquer expansão se torna mais fácil e menos suscetível a ‘desastres’ quando a casa está em ordem.

Outra área que pode requerer soluções terceirizadas é a de tecnologia da informação. Fazer negócios com a agilidade exigida pelo mundo atual, onde a globalização é uma indiscutível realidade, requer atualização constante – e não é todo tipo de negócio que pode ter uma área interna de TI prontinha para dar conta dos desafios que surgem a cada dia.

Delegar a quem sabe pode ser mais produtivo do que tentar resolver tudo por conta própria e acabar cometendo erros irreversíveis.

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Maércio Rezende é diretor geral da Syngenta Proteção de Cultivos na America Latina e Brasil e, como gestor, tem muito a dividir com empreendedores de empresas de qualquer porte. A vivência de Rezende está relatada no livro “Juntando as peças – liderança na prática”. Nele, o diretor conta os desafios de ser um líder e discute fatores fundamentais para uma liderança efetiva dos executivos, como a abordagem integrada, as capacidades de escolha e a administração dos modelos de gestão visando o pleno desenvolvimento do potencial das pessoas e das organizações.
Nesta segunda-feira (26), Maércio Rezende lança a obra na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, em São Paulo.

“Baseando-se em conhecimentos adquiridos ao longo de uma carreira notável na América Latina e Europa, Rezende capta a essência de como ser um líder de negócios de sucesso e a transmite de maneira atraente e de fácil entendimento. O livro é uma contribuição necessária à literatura de liderança e gerenciamento escrita recentemente na América Latina. É uma referência extremamente valiosa tanto aos aspirantes a líderes empresariais, quanto aos gestores mais experientes que desejam aperfeiçoar suas habilidades”, comentou John Atkin COO global da Syngenta CP.

A idéia do livro é discutir liderança no contexto de CEOs e gerentes gerais. “Minha intenção, ao escrever o livro, foi de contribuir, preservar e descrever o que aprendi e vivi em minha experiência como executivo de empresas no Brasil e no exterior, tanto no exercício do dia a dia quanto nos momentos ou períodos de decisões estratégicas e grandes transformações, atuando como ator ou espectador e exercendo papel de liderança ou papel de liderado”, explica o autor Maércio Rezende.

A obra foi estruturada em 11 capítulos e dividida em três partes. A primeira relata a importância da abordagem integrada e o impacto do líder.  Já a segunda é destinada à descrição do desenvolvimento de uma plataforma para uma liderança efetiva (perfil e práticas do líder; pessoas; cultura e estrutura organizacional). Por fim, a parte três explica como liderar para resultados, contando com gestão da estratégia; operações; clientes; inovação e transformações. Em todos os capítulos Maércio Rezende combina a descrição de conceitos com exemplo vividos por ele na prática.

O autor visita as principais disciplinas da área de administração de empresas sob a ótica dos CEOS. Ao definir a agenda do CEO em seu papel de liderança como sendo específica e intransferível, o livro fornece uma visão ampla a respeito do que se espera de um CEO.

“Muitas empresas morreram ou deixaram de existir porque seus líderes foram complacentes ou excessivamente otimistas. Outros criaram ou salvaram empresas porque acreditaram no poder da inovação e da mudança. Os verdadeiros líderes são os que sentem sobre os seus ombros a responsabilidade do futuro das organizações que dirigem e fazem disso uma de suas prioridades. E uma boa gestão da inovação já é um bom começo”, exemplifica.

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Conforme já divulgado neste Blog Industrial, este ano será realizado, pela primeira vez juntamente com a Feira Internacional da Mecânica, que acontece de 11 a 15 de maio, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, SP, o Simpósio Internacional Mecânica 2010, que trará, segundo seus organizadores, as principais tendências e diretrizes da indústria. Veja a seguir alguns dos nomes já confirmados:

– Ana Lúcia Vitale Torkomian, Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Ministério da Ciência e Tecnologia

– Guilherme Paulus,Presidente do Conselho Administrativo da CVC Turismo

– Robert “Buzz” Kross (EUA), Vice-Presidente Sênior da Autodesk, Divisão de Soluções para Manufatura

– David Sagarma Diaz (Alemanha), Area Sales Manager – WittGasetechnik GmbH & Co. KG

– Adalberto Febeliano, Diretor de Relações Institucionais, Azul Linhas Aéreas

– Yuri Nogueira Feres, Gerente de Sustentabilidade, Walmart Brasil

– Newton Chakib Camis, Assessor de Engenharia de Vendas – Máquinas- ferramenta Pesadas, Indústrias Romi

– Juliano Battella Gotlib , Sócio da Azevedo Sette Advogados

– Levi Girardi, Diretor de Design da Questto Design

– Adriano Roberto de Lima, Fundador e Consultor de Inovação, A.R. Lima Consulting

Informações e Inscrições

Acompanhe a programação no site e reserve seu lugar agora mesmo. Para informações e inscrições, entre em contato com a área atendimento a clientes pelo telefone (11) 3717 0737 ou via e-mail para mecanica.inscricao@reedalcantara.com.br.

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As exportações de 23 unidades da Federação tiveram crescimento no mês de março de 2010 com relação ao mesmo período do ano passado. Os dados estarão foram disponibilizados no site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), www.mdic.gov.br.
Dentre os estados que apresentaram crescimento em suas vendas, o destaque foi o Maranhão, que exportou US$ 484,912 milhões no mês passado, contra US$ 122,638 milhões no mesmo período de 2008, apresentando um aumento de 295%. O Rio de Janeiro também registrou elevação, com crescimento de 175%. O estado embarcou US$ 1,807 bilhão, sendo que em março de 2009 os embarques foram de US$ 656,963 milhões.
A Região Sudeste vendeu ao mercado externo US$ 8,856 bilhões, com um participação de 56% na pauta exportadora. Os três estados que compõem a Região Sul tiveram embarques de US$ 2,803 bilhões (17%). As próximas regiões do ranking são Centro-Oeste – US$ 1,601 bilhão (10%); Nordeste – US$ 1,572 bilhão (10%) e, por fim, a Região Norte, com US$ 666,223 milhões (4%).
Municípios
Dos mais de 2 mil municípios que participam do comércio brasileiro, Angra dos Reis (RJ) foi o maior exportador em março de 2010, com embarques de US$ 1,760 bilhão. No ranking dos municípios que mais exportaram, em segundo e terceiro lugares apareceram, respectivamente, São Paulo (SP), com US$ 1,248 bilhão; e Macaé (RJ), com US$ 1,106 bilhão. O município de São José dos Campos (SP) ficou em quarto, com US$ 1,062 bilhão e em quinta colocação foi para Paraupebas (PA), com US$ 1,014 bilhão.


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CNI lança Agenda Legislativa 2010

Icone Iniciativa | Por em 20 de abril de 2010

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O calendário eleitoral não pode paralisar o andamento de matérias legislativas que têm elevado impacto na economia e no ambiente institucional do país. O alerta foi feito no começo de abril pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, no lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2010, em Brasília. O documento lista 117 projetos em tramitação no Congresso sobre os quais a entidade irá atuar.

Entre as 117 proposições em tramitação no Congresso que serão acompanhadas pela CNI, os industriais elegeram, por meio de amplo processo consultivo, 20 propostas prioritárias para o setor em 2010. Desses, doze são remanescentes de agendas anteriores, como o Projeto de Lei 263/2004, que dispõe sobre a formação do cadastro positivo nos Sistemas de Proteção ao Crédito. A CNI é favorável à proposta, mas tem ressalvas no item que introduz a exigência de concordância prévia do cadastrado para inscrição de dados nos bancos de adimplência.

Entre as oito proposições inéditas na Agenda de 2010 está o Projeto de Lei 16/2010, do Executivo, que dispõe sobre o contrato de partilha de produção para a exploração de petróleo e gás na camada pré-sal. A CNI apóia o projeto, com algumas ressalvas. “Um ponto negativo é a determinação de que a Petrobras será a operadora única na exploração dos blocos, o que não respeita o regime de livre concorrência”, informa o documento.

A CNI também deve propor mudanças em cinco dos 20 projetos da pauta mínima da Agenda 2010. Dois deles tratam de relações do trabalho. O mais polêmico é a Proposta de Emenda à Constituição 231/1995, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem a redução correspondente dos salários, e aumenta o valor da hora extra.

O lançamento da 15ª edição da Agenda Legislativa reuniu cerca de 200 pessoas na sede da CNI, em Brasília. Participaram da cerimônia o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB/SP), o presidente do Tribunal de Contas da União, Ubiratan Aguiar, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o senador Romeu Tuma (PTB/SP), deputados, senadores, empresários e representantes de instituições empresariais.

Veja a íntegra do documento na página da CNI.

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A balança comercial das duas primeiras semanas de abril de 2010 fechou com saldo comercial positivo de US$ 790 milhões. O valor é resultado da diferença entre as exportações e importações realizadas de 1º a 11 de abril – com seis dias úteis. Nesse período, as vendas externas do Brasil foram de US$ 4,711 bilhões (média diária de US$ 785 milhões) e as compras internacionais de US$ 3,921 bilhões (média diária de US$ 653 milhões). A corrente de comércio (soma dos valores exportados e importados) alcançou US$ 8,632 bilhões, com média diária de US$ 1,438 bilhão. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

Na primeira semana de abril, de 1º a 4 (um dia útil), as exportações fecharam em US$ 766 milhões e as importações em US$ 688 milhões. Como resultado, a corrente de comércio foi de US$ 1,454 bilhão e o superávit de US$ 78 milhões.

Entre 5 e 11 de abril (cinco dias úteis), as exportações somaram US$ 3,945 bilhões (média diária de US$ 789 milhões) e as importações, US$ 3,233 bilhões (média diária de US$ 646 milhões). O saldo comercial dessa segunda semana do mês foi positivo em US$ 712 milhões (média diária de US$ 142 milhões), com uma corrente de comércio de US$ 7,178 bilhões (média diária de US$ 1,435 bilhão).

Ano

No acumulado de 2010, com 67 dias úteis, o saldo comercial ficou positivo em US$ 1,682 bilhão (média diária de US$ 25 milhões). No mesmo período do ano passado, que teve 68 dias úteis, o superávit havia sido de US$ 4,325 bilhões (média diária de US$ 63 milhões). O resultado deste ano é menor que o verificado no mesmo período de 2009: menos 61,1%, na comparação por valores totais, e menos 60,5% na comparação pela média diária.

De janeiro a segunda semana de abril deste ano, as exportações foram de US$ 43,940 bilhões (média diária de US$ 655 milhões) e as importações de US$ 42,258 bilhões (média diária de US$ 630 milhões). A corrente de comércio, no ano, alcançou US$ 86,198 bilhões (média diária de US$ 1,286 bilhão).

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Linha WHS

A Bombas Geremia/Johnson Screens participou pela primeira vez da Feira de Fornecedores Industriais da Região Nordeste, ForInd, que aconteceu de 13 a 15 de abril, em Recife, PE. Com atenção voltada ao setor

Bomba da Linha WHT

sucroalcooleiro nacional durante o evento, a empresa de São Leopoldo, RS, levou para seu estande alguns equipamentos, inclusvie modelos lançados em 2010.

O otimismo da empresa por ter participado da feira se deve ao fato do crescimento projetado para 2010 neste setor. De acordo com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar, Unica, para a safra 2010/11 está previsto

Dosadora da Linha WHD

aumento de 10% na moagem de cana-de-açúcar. Com esse desempenho, a nova colheita alcançará 595,89 milhões de toneladas, superando os 541,50 milhões de toneladas estimados para 2009/2010.

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Um dos destaques desta edição da Conferência da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), marcada de 26 a 28 deste mês, será a apresentação de quatro casos de sucesso de MPEs (Micro e Pequenas Empresas), selecionadas pela entidade e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). São elas Saneabas – Sociesc, Samalou (Brazilian Berrie), HI Technologies e MTA – Senai/Pr.

Segundo o Coordenador da X Conferência, Mario Barra, o Sebrae está focado em divulgar a importância da inovação por entender que esse tema é prioritário para o crescimento das MPEs e, ano passado, realizou, com o apoio do Anpei, vários workshops sobre “Como a pequena empresa pode lucrar com a inovação”, com a participação de 19.022 empresários de todo o País.

Os trabalhos foram selecionados para mostrar os benefícios que a inovação pode trazer as MPEs e estão marcados para primeiro dia da X Conferência ANPEI, na sede da FIEP – Federação das Indústrias do Estado do Paraná, em Curitiba/PR. Além dos casos de sucesso, haverá ainda a apresentação de duas palestras, uma ministrada pelo presidente da Amata, Roberto Waack, cujo tema é “Inovação Sustentável feita em Cooperação com as MPEs” e uma proferida pelo SEBRAE a respeito de “Soluções Inovadoras”.

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Pesquisa inédita de mapeamento da Internet, realizada para a Associação Comercial de São Paulo, ACSP, e concluída em janeiro de 2010, mediante 500 entrevistas com gestores de empresas de todos os segmentos, em São Paulo, mostra que quase 30% das empresas já compram ou vendem pela internet, principalmente as da indústria e do atacado. A pesquisa teve como foco as micro e pequenas empresas (veja descrição da amostra ao final).

Negócios pela internet:

O maior percentual de empresas que fazem negócios pela rede apareceu na Indústria, que também lidera no item de vendas on-line (13%). Os segmentos de Serviços e Comércio Atacadista se destacam nas compras pela internet, com percentuais de 16% e 15%, respectivamente. Gráfico abaixo:

A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, destaca que entre as empresas que ainda não realizam negócios pela Internet, quase a metade (47%) declara que não o faz por “falta de necessidade de usar esse canal”, mas 19% dizem que falta estrutura ou conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. “Na minha avaliação, dentre as empresas que dizem não ter necessidade existe ainda grande desconhecimento sobre as possibilidades que a web oferece. Há muitas vantagens em investir no comércio on-line, uma prova disso é a conversão de grandes redes varejistas para o mundo digital. Porém, há cuidados básicos que devem ser tomados na implantação do negócio, como a seleção de fornecedores sérios é fundamental”, opina Sandra. Gráfico abaixo:

As pequenas empresas citam maior interesse, mas também são maiores as dificuldades por falta de estrutura interna e de conhecimento das ferramentas, conforme manifestado por 24% delas. Gráfico abaixo:

· Das empresas que fazem negócios (30% do total) na Internet, 60% têm loja virtual e 64% das compras são de pessoa jurídica, ou seja, mercado BtoB.

· Do total das empresas pesquisadas, aproximadamente 11% fazem e-commerce, ou seja, vendas BtoC.

· Das empresas que fazem e-commerce, a solução logística mais utilizada, além da própria empresa (15%), são os Correios (15%).

SELO DE SEGURANÇA:

A ideia de um selo que ateste a credibilidade de uma loja virtual é bem aceita entre as empresas que já possuem uma loja deste tipo. Uma fatia de 78% se diz interessada ou muito interessada por ter um selo. “A ACSP está trabalhando nessa questão que impactará em maior credibilidade nas transações on-line através da análise de diversos critérios pré-estabelecidos”, explica Sandra. Gráfico abaixo:

E o interesse pelo selo de segurança nas transações cresce para 83% entre as microempresas. “Isso é compreensível, pois é algo que poderá auxiliá-las no momento da escolha por parte dos clientes, visto que suas marcas são normalmente menos conhecidas do que as grandes redes”, cita Sandra Turchi . Gráfico abaixo:

Em 50% dos casos, as compras são realizadas ou pelo site do fornecedor ou por e-mail. Gráfico abaixo:

Presença na web:

60% da empresas afirmam ter website próprio, variando entre os portes e setores. Gráfico abaixo:

· Entre as que não possuem (40%) site, 20% estão desenvolvendo e 11% citaram o alto custo como principal entrave.

· Entre as que possuem site, 67% já os têm há pelo menos 3 anos, sendo que a indústria demonstra ter há mais tempo.

· Em todos os portes 46% tem site há menos de 6 meses.

Em 70% das empresas foi verificada a preocupação em construir um site que seja localizado pelas ferramentas de buscas na web. Gráfico abaixo:

Metodologia e amostragem:

47% dos respondentes eram donos/proprietários das empresas, 45%, gerentes e 8%, diretores e superintendentes. Considerou-se por categorias e portes:

– 00 a 19 funcionários = Micro

– 20 a 99 funcionários = Pequena

-100 a 499 funcionários = Média

– 500 ou mais funcionários = Grande

Foram entrevistadas 500 empresas, representativas do universo total da cidade de São Paulo, de micro a empresa de grande porte, dos segmentos: indústria, construção, serviços, varejistas, atacadistas e instituição financeira.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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