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O Sensor Econômico referente a junho comprovou a crescente confiança do setor produtivo na economia brasileira. A conclusão da consulta a 115 entidades empresariais de comércio, serviços, indústria, agricultura e trabalhadores é de que o cenário continua apreensivo, mas com possibilidades de atingir a zona de confiança em alguns meses. No mês passado, o Sensor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) atingiu 9,82 pontos, o melhor resultado desde o início da série.

O indicador pode variar de -100 a +100. Entre -20 e +20, significa apreensão no setor produtivo. Dos quatro itens que formam o Sensor, o único a apresentar leve piora em relação a maio foi o Aspecto Social (-15,63, contra -14,38 no mês anterior). Os itens Contas Nacionais, Parâmetros Econômicos e Desempenho das Empresas tiveram progressos, com destaque para o primeiro, cujo índice saltou de 5,91 para 10,22.

Nos Parâmetros Econômicos, o avanço foi mais tímido, passando de 47,44 em maio para 50,19 em junho – mantendo-se na zona de confiança do Sensor. Já a avaliação do Desempenho das Empresas melhorou pelo quarto mês seguido. Em março, era de -15,38, e em junho passou para -5,49. Entre os setores da economia, nota-se na consulta de junho uma certa convergência de opiniões sobre as perspectivas para o futuro do país.

O Sensor traz, ainda uma comparação entre as expectativas registradas nas regiões brasileiras. Enquanto no Sudeste observa-se maior esperança em todos os aspectos, a região Norte piorou suas avaliações em junho. No Sul é que se concentram as perspectivas mais pessimistas: na região, o cenário é visto como adverso para crescimento da massa salarial, pobreza e desigualdade, componentes do item Aspectos Sociais.

Fonte: Ipea

Veja a pesquisa completa, clicando no link abaixo:

www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/Sensor-julho09.pdf

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No início da noite desta quarta-feira, 22 de junho, como já aguardava o mercado, o Banco Central do Brasil comunicou a nova taxa básica de juros, Selic, 0,5 ponto porcentual menor. Desceu de 9,25% ao ano para 8,75%. Acompanhe a matéria publicada pelo site UOL, com informações de InfoMoney, Reuters e Valor Online:

“BC reduz taxa básica de juros em 0,5 ponto, para 8,75% ao ano, no quinto corte seguido

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite desta quarta-feira, por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, passando de 9,25% ao ano para 8,75%.

É a menor taxa desde que a Selic passou a ser usada como meta da política monetária, em 5 de março de 1999. Foi a quinta redução consecutiva.

Em comunicado por escrito, o BC disse que tomou a decisão “tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas”.

“Levando em conta que a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro tem efeitos defasados e cumulativos sobre a economia, o Comitê avalia, neste momento, que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não inflacionária da atividade econômica”, diz o restante da nota.

A ampla maioria dos agentes do mercado já previa um corte de 0,5 ponto percentual. O Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef) classificou a decisão como “previsível”.

Isso, contudo, não impediu algumas apostas de última hora em uma queda maior, de 0,75 ponto, conforme notou o operador de juros de uma corretora em São Paulo.

Analistas estimam também que este seja o último corte do ano na taxa básica de juros, segundo o relatório Focus, pesquisa que o Banco Central realiza semanalmente com cerca de cem instituições financeiras que atuam no país. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1º e 2 de setembro.

Os juros são usados como política monetária pelo governo para conter a inflação. Com juros altos, as prestações ficam mais caras e as pessoas gastam menos, o que restringe o aumento dos preços.

Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros, que procuram o país.

Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais cuidadosas para tomar empréstimos e fazer expansões. Por causa disso, o emprego também não cresce tanto. É em razão desse efeito que os empresários reclamam contra os juros altos.

Quem decide os juros

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.”

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Mais confiantes

Icone Divulgue esta notícia!,Economia | Por em 21 de julho de 2009

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graficoA Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou na segunda-feira, 20, que o empresário brasileiro está mais confiante. A afirmação é baseada no Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), que passou de 49,4 para 58,2 pontos entre abril e julho. Esta é a primeira vez em 2009 que o indicador apresenta crescimento acima dos 50 pontos.

O site da P&S traz um panorama de como esse indicador mexe com empresas de todos os portes. 

Já leu a reportagem? Faça seu comentário abaixo.

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Certificação ISO 9001 foi concedida em 2004 pelo IQA (Foto: Divulgação)

Certificação ISO 9001 foi concedida em 2004 pelo IQA (Foto: Divulgação)

Longe de mim “vender” a ideia de que um certificado pode trazer mais faturamento. Essa avaliação cabe aos especialistas. No entanto, acho mais do que válido divulgar cases que comprovam que alguns procedimentos podem, sim, fazer a diferença.

A Metalcoop (Cooperativa de Produção Industrial de Trabalhadores em Conformação de Metais) atua no segmento de forjaria e adotou há cinco anos sistema de gestão da qualidade e investiu na Certificação ISO 9001:2000, por meio do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva). Desde então, a empresa sediada em Salto, SP, viu suas vendas crescer. Só em 2004, quando obteve a certificação, a empresa viu o faturamento aumentar 300%.

Criada em 2002 por ex-funcionários da Picchi S/A Indústria Metalúrgica, a Metalcoop contou inicialmente com a força de vontade de 88 colaboradores. “Enquanto uma equipe conduzia as negociações, outra buscava relações comerciais, capazes de manter vivo e forte o desejo de ingressar no mercado em novo formato de administração, permeada na gestão participativa do negócio por todos os sócios”, conta Cláudio Domingos da Silva, diretor-presidente do Conselho de Administração da Metalcoop.

No começo, a cooperativa atendeu fabricantes de correntes transportadoras, utilizadas em usinas processadoras da cana-de-açúcar. “Com a forjaria bem estruturada e experiência em metais, a empresa almejava o mercado de autopeças, mas este exigia a certificação ISO 9001”, lembra Silva. Para isso, a Metalcoop investiu no Programa de Apoio a Fornecedores do Sindipeças, desenvolvido junto com o IQA e voltado a pequenos fornecedores.

Para adequar seus processos, a cooperativa contratou uma consultoria e implantou um sistema de gestão da qualidade, que abrangia a manutenção periódica de máquinas e equipamentos, formação de auditores internos e analistas da qualidade, além do trabalho de conscientização dos funcionários sobre qualidade. “Conquistamos a certificação do IQA e em menos de seis meses ingressamos como fabricante de autopeças, com tecnologia de extrusão a frio de metais”, diz.

Assim, a empresa passou a fabricar eixos e semi-eixos para caixas de câmbio e luveiras para cardans, além de outros componentes. A produção mensal de 150 toneladas saltou para 350 toneladas no final de 2004. Silva conta que os gestores passaram a olhar diferente para a organização, entendendo que o atendimento dos requisitos da qualidade ao cliente é tarefa de todos.

A certificação permitiu, ainda, a empresa se tornar fornecedora de produtos com qualidade assegurada, ampliar o portifólio de clientes e elevar o faturamento em 300%. Para isso, a empresa adquiriu mais de 50 máquinas e equipamentos, principalmente da Picchi S/A. Além disso, o consumo de matéria-prima cresceu quatro vezes. O executivo afirma que o crescimento se manteve e em outubro de 2008 a empresa industrializou 690 toneladas de aço e fechou 2008 com faturamento de R$ 19,5 milhões.

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Nesta terça-feira, 14, começa em São Paulo a Intertooling 2009 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia de Ferramentais. Lá, um dos destaques é a segunda edição do Enafer – Encontro Nacional de Ferramentarias, a ser realizado na sexta-feira, 17.

O que vale destacar da programação do congresso é a apresentação, discussão e validação do planejamento estratégico do setor ferramenteiro nacional para os próximos 15 anos. A ideia dos organizadores é colocar o Brasil em posição de destaque mundial na comercialização de moldes e ferramentais. “Muitas ações têm sido desenvolvidas nestes dois anos decorridos. Entra-se agora na fase de apresentação e validação da proposta de planejamento estratégico, que engloba diversas metas, sendo a mais audaciosa a que propõe: estar entre os três melhores países do mundo no fornecimento de moldes e ferramentais até 2020”, argumenta Christian Dihlmann, presidente da Comissão Organizadora do II Enafer.

O primeiro Enafer aconteceu em Joinville/SC, em 2007, e reuniu mais de 130 profissionais do setor ferramenteiro nacional que discutiram o alinhamento estratégico a ser adotado pelo setor brasileiro, visando à modernização e perpetuação das empresas fabricantes de moldes e ferramentais.

Quer saber mais sobre a Intertooling 2009? Leia a reportagem no site da P&S.

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Está no DNA

Icone Gestão&Empreendedorismo | Por em 8 de julho de 2009

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Equipe da Zurich (Foto: Divulgação)

Equipe da Zürich posa para o Blog Industrial (Foto: Divulgação)

Desenvolver tecnologias diferenciadas que causem impacto no mercado. Essa é a máxima que tem norteado as ações da Zürich em seus 25 anos de atuação, completados em setembro de 2008. Antonio e Ronaldo Romão é que o digam. Juntos desde o inicio, pai e filho fizeram questão de criar uma empresa em cujo DNA o ato de inovar falasse mais alto. E assim foi.

Tanto que no princípio o fato de atuar apenas como revenda de manômetros e termômetros para o mercado brasileiro causava certa inquietação. Muita, na verdade. Mas não demorou nada para que a história tomasse outros rumos. Em 1985, apenas dois anos após sua fundação, a Zürich já estava nacionalizando instrumentos exclusivos para atender as indústrias alimentícias, dando início à fabricação dos manômetros sanitários.

Desenvolvido com técnicas de solda em aço inox, o produto oferecia alto grau de sanitariedade, condição que permitiu à empresa expandir seus negócios para as indústrias farmacêutica e química. E esse era só o começo. Manômetros em produção, mais alguns anos e, em 1989, chegou a vez dos termômetros de própria autoria.

E como por lá nada se copia, simplesmente, a Zürich ano após ano continua firme no seu propósito de inovar. Lançar produtos pioneiros, novos conceitos é cultural, como o primeiro manômetro digital a bateria desenvolvido no Brasil, em 1995.

Primeiro manômetro da Zürich (Foto: Divulgação)

Primeiro manômetro da Zürich (Foto: Divulgação)

Três anos depois, em 1998, a empresa começava pesquisas para desenvolvimento de um sensor de pressão capacitivo 100% nacional. Apenas mais três anos foram necessários para que o primeiro transmissor equipado com o dispositivo saísse da linha de montagem para ganhar o consumidor.

Em 2007 foi a vez de colocar no mercado um novo conceito para instrumentos com objetivo de medir e controlar pressão ou temperatura em um único instrumento: nasciam as linhas P-3 e V-3. Um ano mais tarde, iniciou uma nova divisão de automação e controle, com sistemas de acesso remoto via GSM, destinada, principalmente, aos fabricantes de equipamentos.

Tanta inovação exigiu da Zürich mudanças físicas no mesmo ritmo. Das duas salas no bairro paulistano da Vila Prudente onde começou distribuindo os produtos de outros fabricantes – naquela época a empresa contava com apenas quatro funcionários, incluindo os donos –, passou para galpão próprio de 200 m2, e dez colaboradores, quando se tornou produtora. Em 1994, mais um galpão foi comprado para ampliação da fábrica e do escritório e a empresa já contava com 500 m2 e trinta empregados. Atualmente, cinquenta funcionários, dos quais vinte da produção, trabalham nos 800 m2 de área construída.

Com crescimento anual da ordem de 10% ao ano nos últimos quatro anos, a Zürich tem como meta dobrar o faturamento e o número de atendimentos nos próximos quatro com a nova divisão de automação e controle, além, é claro, de continuar inovando!

N.R.: Entrevista concedida por Luis Fernando Saraiva Biffi, engenheiro de aplicação da Zürich.

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Icone Artigo | Por em 7 de julho de 2009

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Veja abaixo a integra do artigo de autoria do leitor Paulo Oliveira da Silva, estudante de Administração, de Porto Alegre, RS, o qual publicamos parte na edição 415 da Revista P&S, na seção Fale com a Redação.

“Fé é a firme convicção de que algo seja verdade, sem nenhuma prova de que este algo seja. Pela absoluta confiança que depositamos neste algo ou alguém. Como leitor de revistas de produtos e serviços industriais, quando termino de ler as edições que recebo, sempre crio uma expectativa em relação às próximas que receberei. As questões que ficam são: No que as próximas vão me ajudar? Quais serão as novidades? O que vai diferenciar uma da outra?

Vejo esses meios de comunicação, sempre inovando, ou tentando inovar. Poucas conseguem. Algumas mudam o tamanho, outras a forma, outras dão ainda um colorido especial na capa, também mudam a qualidade do papel, que vem com uma qualidade melhor. Mas tão logo termino de ler, percebo que as mudanças foram apenas materiais e superficiais.

Então entendo que essa é a resposta do porquê preferir esta e não aquela revista. Aí entra a tal da fé, a confiança. Mesmo que eu perceba uma capa parecida com a da edição anterior, tenho plena convicção de que o conteúdo não é igual. Algo novo está ali, ao alcance de minhas mãos, talvez uma solução para o problema atual, uma novidade de mercado, uma reportagem de motivação para não desistirmos neste momento assolado pela crise, um rosto com um grande sorriso, mesmo que a reportagem mostre que o crescimento do País não será tão bom nos próximos meses.

Este mesmo meio de comunicação, por mim escolhido, também mostra sua fé, sua confiança. Fé no País, nas empresas, nos administradores, nas pessoas, na política. Buscar soluções por meio de parcerias com instituições financeiras, criar artifícios que beneficiem a sociedade, de um modo geral, tudo vai além de manter os leitores informados e atualizados, é um bem social, é a preocupação com ser humano, com o país, é ter fé que, com trabalho sério, com a busca incansável por soluções, e apresentando alternativas concretas, pode-se, sim, fazer a diferença.

Essas atitudes deixam, não só a mim, mas qualquer leitor que tenha o mínimo de sensibilidade, com muita confiança. Essas atitudes geram uma corrente positiva e animadora e, assim, percebemos os setores que realmente estão preparados, para dar uma resposta à altura a qualquer problema que apareça em nossa frente. E são exatamente essas atitudes que fazem com que os leitores, consumidores e empresários acreditem que quando tudo parece difícil e sem solução, ainda assim não podemos perder a fé.”

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Festo e a filosofia corporate design

Icone Análise | Por em 6 de julho de 2009

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No último dia 30 de junho foi realizada primeira edição do evento Competindo com Design, promovida pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Ipdmaq). Executivos da Festo, multinacional alemã e líder no mercado de automação industrial presente no Brasil desde 1968, participaram da reunião.

Weeney Bolfaine, gerente de marketing da empresa, iniciou a palestra “Design como Diferencial Competitivo” falando sobre a importância da identidade visual da Festo e como a empresa traduz isso em qualidade, tecnologia e inovação para seus clientes.

“A filosofia do Corporate Design, como é conhecida, está presente desde a arquitetura da sede e das filiais até o extenso portfólio de produtos e soluções, reconhecidos mundialmente por suas linhas limpas e pelo inconfundível ‘azul e cinza'”, explicam os executivos.

Já Paulo Roberto dos Santos, diretor de engenharia, explorou o diferencial do design dos produtos desenvolvidos pela alemã não só na aparência, mas também no desempenho e na modularidade, agregando ainda mais valor às soluções para seus clientes.

O evento Competindo com Design aconteceu na sede da Abimaq em São Paulo e reuniu mais de 200 pessoas no local e outras 250 mundialmente por meio de videoconferência, pelo site da associação.

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“São cada vez mais claros os sinais de que a recessão mundial está sendo superada, mas o ritmo de recuperação das economias maduras será provavelmente mais lento do que nos episódios precedentes de recessão. É provável que os emergentes tenham uma recuperação mais dinâmica: a crise não chegou a desarranjar suas contas fiscais e externas (com poucas exceções, concentradas no leste europeu); e a China vem reagindo às medidas de estímulo. (…) Num comparativo internacional, Brasil foi uma das economias que menos sofreu no início de 2009”.

As informações acima fazem parte do estudo apresentado por Fernando Sampaio, economista da LCA Consultores, durante a reunião da diretoria plenária da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, Abinee, realizada no dia 2 de julho em São Paulo, SP. Intitulado Cenário Macroeconômico e Político Brasileiro 2009/2010, o estudo, composto por 51 eslaides, considerou indicadores como o de nível de confiança dos empresários – que historicamente caminham a par e passo com o desempenho do PIB – e a redução do IPI sobre materiais de construção, vários bens da linha branca e automóveis – que estimularam o consumo no período. Até porque os números do PIB no segundo trimestre ainda não foram divulgados.

Par o economista, após a indústria passar por um ajuste de estoques no primeiro trimestre deste ano, a sinalização é de que a economia deve entrar em rota ascendente a partir do segundo trimestre, apresentando crescimento forte nos próximos meses.

Veja a apresentação completa no site da Abinee.

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A notícia do dia não poderia ser outra: a produção industrial cresceu 1,3% em maio na comparação com abril. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, divulgou nesta quinta-feira, esta é a quinta alta consecutiva.

Certamente o número serve de incentivo para nossa indústria, porém, é preciso noticiar que a produção da indústria brasileira acumula queda de 5,1% nos últimos 12 meses encerrados em maio. E este é o pior resultado desde o início da série histórica, em 1991. De qualquer maneira, a recuperação está a caminho.

O que mais me surpreende é a maneira como as notícias chegam aos ouvidos de quem trabalha para levar nossa indústria adiante. Compare a mesma notícia veiculada por diferentes portais da internet nesta manhã:

UOL:  Produção industrial tem pior resultado anual desde 1991

G1: Produção industrial sobe pelo quinto mês seguido, diz IBGE

Estadão: Indústria cresce 1,3% em maio, a 5ª alta seguida

Terra: Produção industrial sobe em maio, mas cai 11,3% ante 2008

IG: Produção Industrial cresce pelo quinto mês

Todos trazem informações verídicas e bem apuradas. No entanto, é preciso apelar para o negativismo? Eu acredito que não. E você?

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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