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Sede da empresa em São João Clímaco

Sede da empresa em São João Clímaco (Foto: Divulgação)

Em seus 26 anos de existência, completados em 15 de agosto, a Digimec, empresa especializada em projeto, produção e comercialização de aparelhos e sistemas para automatização industrial, traz em seu bojo, primordialmente, vivência e experiência, substantivos que, na prática, fizeram a diferença.

Os então companheiros de trabalho Wilson A. Lico, Sidney Guidin e Freddy Depouhon resolveram fundar uma empresa para melhor atender os clientes nos aspectos técnicos e comerciais, de uma forma mais personalizada e eficaz. Brecha percebida, ideia aplicada. Resultado: de colegas a sócios, de empregados a empresários. Um universo de possibilidades pela frente, mas também todas as implicações de se tocar um negócio próprio.

Dentre os acertos e enganos comuns a toda e qualquer empresa que busca se estabelecer no mercado, a balança da Digimec pendeu para o lado positivo. E nada melhor do que números para comprovar tal desempenho. Dos 25 funcionários da sede inicial na Vila Gumercindo, bairro da Capital paulista, a empresa mais que triplicou seu quadro, que hoje conta com 90 colaboradores. A sede também não é mais a mesma. Hoje contam com mais espaço na unidade localizada em São João Clímaco, outro bairro paulistano…

Leia abaixo entrevista completa:

Revista P&S – Quando a Digimec foi fundada e por quem?

Sócios da Digimec – A Digimec foi fundada em 15 de agosto de 1983 por três sócios, Wilson A. Lico, Sidney Guidin e Freddy Depouhon, profissionais com grande vivência e experiência no projeto, aplicação e comercialização de aparelhos eletroeletrônicos para automatização de máquinas e processos industriais.

P&S – Como a empresa iniciou suas atividades?

SD – Os sócios, que já trabalhavam juntos, resolveram fundar uma empresa para melhor atender os clientes nos aspectos técnicos e comerciais de uma forma mais personalizada e eficaz.

P&S – Conte como a Digimec se desenvolveu.

SD – No início, sua linha de fabricação era constituída por aparelhos eletrônicos analógicos, digitais e eletromecânicos. Paralelamente à linha de produtos seriados, a Digimec sempre projetou e fabricou aparelhos personalizados para atender clientes em aplicações específicas. Um fato marcante foi a primeira participação em uma exposição de abrangência nacional e latino-americana no Anhembi, em São Paulo, que mesmo sem uma linha de produtos definida, foi um sucesso. Isso gerou grande expectativa no mercado, baseada na larga experiência de seus fundadores, pois ficou visível que havia surgido uma nova opção de atendimento e de qualidade.

P&S – Como os fundadores se conheceram e decidiram montar uma empresa?

SD – Wilson, Freddy e Sidney, que já se conheciam profissionalmente, iniciaram as atividades da empresa desenvolvendo e solucionando problemas específicos de clientes. Dessa forma, criaram aparelhos personalizados e dedicados para determinadas aplicações.

P&S – A empresa sempre esteve em São João Clímaco?

SD – A Digimec sempre se localizou na Capital de São Paulo, inicialmente no bairro de Vila Gumercindo, com 25 funcionários, onde ficou por cerca de 6 anos, mudando-se posteriormente para o bairro de São João Clímaco, onde permanece até hoje e conta com cerca de 90 colaboradores.

P&S – A partir da empresa surgiram outros negócios?

SD – Com o crescimento da empresa foram descentralizadas certas atividades e, com isso, pequenas empresas foram criadas para melhorar a administração e a logística da própria Digimec.

P&S – Qual a posição da Digimec no mercado hoje?

SD – Atualmente, a Digimec conta com posição de destaque nos mercados nacional e latino-americano, mas buscando sempre aumentar sua participação por meio de modernização tecnológica em sua produção e na fabricação e desenvolvimento de aparelhos mais sofisticados, com recursos amplos e custos mais baixos.

P&S – Quais os planos futuros?

SD – A construção de um prédio, fora do município de São Paulo, planejado para abrigar de forma mais adequada e produtiva todas as atividades da empresa, melhorando a condição de trabalho dos colaboradores e propiciando um atendimento melhor aos clientes e fornecedores.

P&S – Quais exemplos de gestão e empreendedorismo você daria para quem deseja abrir uma empresa? E para quem já a tem e precisa torná-la produtiva?

SD – Tanto num caso quanto no outro, o empreendedor deve se obrigar a estar atualizado tecnicamente, conhecer cada mercado e suas particularidades e delegar as várias funções a pessoas capazes e comprometidas com o sucesso do empreendimento.

Equipe da Digimec (Foto: Divulgação)

Equipe da Digimec (Foto: Divulgação)

P&S – Qual é o modelo de gestão seguido pela Digimec no que diz respeito à produção, funcionários etc?

 

SD – O modelo administrativo da Digimec faz com que os responsáveis dos diversos setores participem das decisões finais implantadas pela direção, sempre buscando como objetivo final a qualidade do produto, o ótimo atendimento ao cliente e a competitividade no mercado. Ou seja, é, sem dúvida, uma gestão participativa.

P&S – O que a Digimec faz para se manter competitiva?

SD – Com o crescimento da empresa e sua inserção definitiva no mercado, o caminho para seu desenvolvimento foi a definição de uma linha de produtos fabricados em série e que atendiam a muitos clientes e a muitos segmentos da industria brasileira e, em seguida, da indústria latino-americana. Atualmente, com a grande concorrência, buscamos na alta tecnologia o caminho para uma produção mais eficaz e com qualidade assegurada, bem como desenvolver produtos de ponta para atender a qualquer aplicação de exigência do mercado.

P&S – Fale de curiosidades que possam ilustrar a história de sucesso da Digimec.

SD – Um fato interessante que demonstra a confiança que a Digimec inspira nos clientes é a procura que temos por todos os segmentos do mercado, a ponto de termos ao longo da história nos tornado especialistas em automatização de equipamentos para panificação, refrigeração, hospitais e produtos para cozinha e hotelaria.

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Na próxima segunda-feira, 3, o Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp) reúne-se para discutir um tema aparentemente descolado da preocupação real das indústrias: a sustentabilidade.

Convidado pela entidade, Antonio Divino Moura, diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), falará sobre aquecimento global. Mas não se trata apenas de teoria. Durante o debate, serão levantadas as responsabilidades que indústria, governo e sociedade civil têm em relação às constantes mudanças climáticas que o mundo vem sofrendo. Assim, a discussão que se coloca é o que cada um destes setores da sociedade pode fazer para amenizar, inicialmente, e cessar, a longo prazo, fenômenos como o aumento do nível dos oceanos; a expansão e o surgimento de desertos; a intensificação de furacões, tufões e ciclones e as crescentes ondas de calor.

Em nota, a Fiesp informa que “além disso, o tema está inserido em importantes pautas da geopolítica internacional.”

Mas será o momento ideal para esse tipo de discussão, com tantos outros temas urgentes em pauta? Acredito que sim. Coincidentemente, nesta semana tivemos uma reunião aqui na Editora Banas sobre como a sustentabilidade é uma realidade de mercado e como podemos promover ações que façam a diferença para o mundo e para nossos negócios. As respostas ainda não vieram, mas devem pipocar em breve.

Uma coisa é certa: estamos fomentando a responsabilidade social e ambiental em nosso planejamento e, mais, ajudando nossos parceiros e pensar dessa mesma forma. Debates, como o que acontecerá na Fiesp na próxima semana, só provam que discutir o futuro do meio ambiente não é somente uma questão de marketing institucional, mas também uma obrigação. A Fiesp deve anunciar o resultado deste evento na seqüência. Então, cabe a nós aproveitar a informação da melhor forma.

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Prêmio CNI 2009

Icone Divulgue esta notícia!,Prêmio | Por em 30 de julho de 2009

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Promovido pela Confederação Nacional da Indústria, CNI, e aberto a indústrias de todo o País, o Prêmio CNI prega na edição 2009 o desenvolvimento sustentável como um dos pré-requisitos que garantem a competitividade das indústrias, além da sobrevivência das gerações futuras. Por isso, quer identificar e reconhecer as melhores práticas dentre as empresas.

O consumidor moderno tem consciência da necessidade de comprar produtos que respeitem o meio ambiente e sejam sustentáveis ao longo do tempo e, por isso, está mais exigente. A indústria percebeu essa mudança de comportamento e tem aumentado, nos últimos anos, seus investimentos em sustentabilidade.

Para o gerente executivo de Competitividade Industrial da CNI, Augusto Jucá, outro fator determinante para a opção pelo desenvolvimento sustentável é a crescente carência de recursos naturais. “A escassez de matérias primas criou a necessidade de investimento em técnicas sustentáveis de uso e reuso de recursos naturais, de reaproveitamento de resíduos e de redução de gastos com as fontes energéticas”, explica Jucá. 

Além de Desenvolvimento Sustentável, o Prêmio CNI 2009 recebe inscrições de micro, pequenas, médias e grandes indústrias nas categorias Design, Inovação e Produtividade. Os interessados podem se inscrever até o dia 14 de setembro pelo site da CNI.

Os três finalistas de cada categoria serão convidados a participar da solenidade de premiação que será realizada no dia 17 de novembro, em Brasília, DF. O evento encerra as atividades do primeiro dia da edição 2009 do Encontro Nacional da Indústria (ENAI).

Mais informações e o formulário de inscrição estão disponíveis no endereço eletrônico www.cni.org.br/premiocni

Fonte: RP1 Comunicação Brasília

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Um cenário melhor no 2S

Icone Economia | Por em 29 de julho de 2009

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O segundo semestre promete. Essa foi uma das informações divulgadas na manhã de hoje pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Estudo feito pela entidade mostra que os próximos meses devem mostrar recuperação da produção da indústria.

Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, previu queda entre 7% e 8% na produção industrial deste ano. Como o recuo do acumulado do ano sobre o mesmo período do ano passado foi de 14,1%, o segundo semestre deverá ser positivo para compensar o enfraquecimento do início do ano.

“O crescimento não vai voltar com o ímpeto que apresentava anteriormente, porque as condições para isso, como aumento da renda e do emprego, não estarão presentes”, pontuou Francini.

O estudo da Fiesp apontou que a indústria brasileira perdeu cerca de 500 mil vagas de emprego desde outubro de 2008, quando os efeitos da crise econômica global se aprofundaram no País. A entidade prevê uma queda de 0,5% para o PIB de 2009.

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Fique de olho!

Icone Divulgue esta notícia!,Economia | Por em 28 de julho de 2009

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Desde ontem, 27 de julho, os agentes financeiros credenciados estarão operando o programa BNDES de Sustentação do Investimento, BNDES PSI, criado com o objetivo de financiar, assim como o Finame, a produção e a aquisição de máquinas e equipamentos novos (exclusivamente do setor industrial).

A novidade desse programa é a taxa de juros fixa de 4,5% ao ano, contra os 11% anteriores. Também o prazo para pagamento dobrou, para 120 meses. As empresas interessadas deverão protocolar seus pedidos de financiamento em um agente até 30 de novembro de 2009.

Clique aqui para consultar todas as informações sobre o programa.

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O Sensor Econômico referente a junho comprovou a crescente confiança do setor produtivo na economia brasileira. A conclusão da consulta a 115 entidades empresariais de comércio, serviços, indústria, agricultura e trabalhadores é de que o cenário continua apreensivo, mas com possibilidades de atingir a zona de confiança em alguns meses. No mês passado, o Sensor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) atingiu 9,82 pontos, o melhor resultado desde o início da série.

O indicador pode variar de -100 a +100. Entre -20 e +20, significa apreensão no setor produtivo. Dos quatro itens que formam o Sensor, o único a apresentar leve piora em relação a maio foi o Aspecto Social (-15,63, contra -14,38 no mês anterior). Os itens Contas Nacionais, Parâmetros Econômicos e Desempenho das Empresas tiveram progressos, com destaque para o primeiro, cujo índice saltou de 5,91 para 10,22.

Nos Parâmetros Econômicos, o avanço foi mais tímido, passando de 47,44 em maio para 50,19 em junho – mantendo-se na zona de confiança do Sensor. Já a avaliação do Desempenho das Empresas melhorou pelo quarto mês seguido. Em março, era de -15,38, e em junho passou para -5,49. Entre os setores da economia, nota-se na consulta de junho uma certa convergência de opiniões sobre as perspectivas para o futuro do país.

O Sensor traz, ainda uma comparação entre as expectativas registradas nas regiões brasileiras. Enquanto no Sudeste observa-se maior esperança em todos os aspectos, a região Norte piorou suas avaliações em junho. No Sul é que se concentram as perspectivas mais pessimistas: na região, o cenário é visto como adverso para crescimento da massa salarial, pobreza e desigualdade, componentes do item Aspectos Sociais.

Fonte: Ipea

Veja a pesquisa completa, clicando no link abaixo:

www.ipea.gov.br/sites/000/2/pdf/Sensor-julho09.pdf

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No início da noite desta quarta-feira, 22 de junho, como já aguardava o mercado, o Banco Central do Brasil comunicou a nova taxa básica de juros, Selic, 0,5 ponto porcentual menor. Desceu de 9,25% ao ano para 8,75%. Acompanhe a matéria publicada pelo site UOL, com informações de InfoMoney, Reuters e Valor Online:

“BC reduz taxa básica de juros em 0,5 ponto, para 8,75% ao ano, no quinto corte seguido

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu na noite desta quarta-feira, por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, passando de 9,25% ao ano para 8,75%.

É a menor taxa desde que a Selic passou a ser usada como meta da política monetária, em 5 de março de 1999. Foi a quinta redução consecutiva.

Em comunicado por escrito, o BC disse que tomou a decisão “tendo em vista as perspectivas para a inflação em relação à trajetória de metas”.

“Levando em conta que a flexibilização da política monetária implementada desde janeiro tem efeitos defasados e cumulativos sobre a economia, o Comitê avalia, neste momento, que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não inflacionária da atividade econômica”, diz o restante da nota.

A ampla maioria dos agentes do mercado já previa um corte de 0,5 ponto percentual. O Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef) classificou a decisão como “previsível”.

Isso, contudo, não impediu algumas apostas de última hora em uma queda maior, de 0,75 ponto, conforme notou o operador de juros de uma corretora em São Paulo.

Analistas estimam também que este seja o último corte do ano na taxa básica de juros, segundo o relatório Focus, pesquisa que o Banco Central realiza semanalmente com cerca de cem instituições financeiras que atuam no país. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1º e 2 de setembro.

Os juros são usados como política monetária pelo governo para conter a inflação. Com juros altos, as prestações ficam mais caras e as pessoas gastam menos, o que restringe o aumento dos preços.

Um aspecto positivo dos juros altos é que eles remuneram melhor as aplicações. Isso é bom para os investidores brasileiros e também para os estrangeiros, que procuram o país.

Por outro lado, os juros altos prejudicam as empresas, que ficam mais cuidadosas para tomar empréstimos e fazer expansões. Por causa disso, o emprego também não cresce tanto. É em razão desse efeito que os empresários reclamam contra os juros altos.

Quem decide os juros

O Copom foi instituído em junho de 1996 para estabelecer as diretrizes da política monetária e definir a taxa de juros.

O colegiado é composto pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e os diretores de Política Monetária, Política Econômica, Estudos Especiais, Assuntos Internacionais, Normas e Organização do Sistema Financeiro, Fiscalização, Liquidações e Desestatização, e Administração.”

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Mais confiantes

Icone Divulgue esta notícia!,Economia | Por em 21 de julho de 2009

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graficoA Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou na segunda-feira, 20, que o empresário brasileiro está mais confiante. A afirmação é baseada no Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), que passou de 49,4 para 58,2 pontos entre abril e julho. Esta é a primeira vez em 2009 que o indicador apresenta crescimento acima dos 50 pontos.

O site da P&S traz um panorama de como esse indicador mexe com empresas de todos os portes. 

Já leu a reportagem? Faça seu comentário abaixo.

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Certificação ISO 9001 foi concedida em 2004 pelo IQA (Foto: Divulgação)

Certificação ISO 9001 foi concedida em 2004 pelo IQA (Foto: Divulgação)

Longe de mim “vender” a ideia de que um certificado pode trazer mais faturamento. Essa avaliação cabe aos especialistas. No entanto, acho mais do que válido divulgar cases que comprovam que alguns procedimentos podem, sim, fazer a diferença.

A Metalcoop (Cooperativa de Produção Industrial de Trabalhadores em Conformação de Metais) atua no segmento de forjaria e adotou há cinco anos sistema de gestão da qualidade e investiu na Certificação ISO 9001:2000, por meio do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva). Desde então, a empresa sediada em Salto, SP, viu suas vendas crescer. Só em 2004, quando obteve a certificação, a empresa viu o faturamento aumentar 300%.

Criada em 2002 por ex-funcionários da Picchi S/A Indústria Metalúrgica, a Metalcoop contou inicialmente com a força de vontade de 88 colaboradores. “Enquanto uma equipe conduzia as negociações, outra buscava relações comerciais, capazes de manter vivo e forte o desejo de ingressar no mercado em novo formato de administração, permeada na gestão participativa do negócio por todos os sócios”, conta Cláudio Domingos da Silva, diretor-presidente do Conselho de Administração da Metalcoop.

No começo, a cooperativa atendeu fabricantes de correntes transportadoras, utilizadas em usinas processadoras da cana-de-açúcar. “Com a forjaria bem estruturada e experiência em metais, a empresa almejava o mercado de autopeças, mas este exigia a certificação ISO 9001”, lembra Silva. Para isso, a Metalcoop investiu no Programa de Apoio a Fornecedores do Sindipeças, desenvolvido junto com o IQA e voltado a pequenos fornecedores.

Para adequar seus processos, a cooperativa contratou uma consultoria e implantou um sistema de gestão da qualidade, que abrangia a manutenção periódica de máquinas e equipamentos, formação de auditores internos e analistas da qualidade, além do trabalho de conscientização dos funcionários sobre qualidade. “Conquistamos a certificação do IQA e em menos de seis meses ingressamos como fabricante de autopeças, com tecnologia de extrusão a frio de metais”, diz.

Assim, a empresa passou a fabricar eixos e semi-eixos para caixas de câmbio e luveiras para cardans, além de outros componentes. A produção mensal de 150 toneladas saltou para 350 toneladas no final de 2004. Silva conta que os gestores passaram a olhar diferente para a organização, entendendo que o atendimento dos requisitos da qualidade ao cliente é tarefa de todos.

A certificação permitiu, ainda, a empresa se tornar fornecedora de produtos com qualidade assegurada, ampliar o portifólio de clientes e elevar o faturamento em 300%. Para isso, a empresa adquiriu mais de 50 máquinas e equipamentos, principalmente da Picchi S/A. Além disso, o consumo de matéria-prima cresceu quatro vezes. O executivo afirma que o crescimento se manteve e em outubro de 2008 a empresa industrializou 690 toneladas de aço e fechou 2008 com faturamento de R$ 19,5 milhões.

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Nesta terça-feira, 14, começa em São Paulo a Intertooling 2009 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia de Ferramentais. Lá, um dos destaques é a segunda edição do Enafer – Encontro Nacional de Ferramentarias, a ser realizado na sexta-feira, 17.

O que vale destacar da programação do congresso é a apresentação, discussão e validação do planejamento estratégico do setor ferramenteiro nacional para os próximos 15 anos. A ideia dos organizadores é colocar o Brasil em posição de destaque mundial na comercialização de moldes e ferramentais. “Muitas ações têm sido desenvolvidas nestes dois anos decorridos. Entra-se agora na fase de apresentação e validação da proposta de planejamento estratégico, que engloba diversas metas, sendo a mais audaciosa a que propõe: estar entre os três melhores países do mundo no fornecimento de moldes e ferramentais até 2020”, argumenta Christian Dihlmann, presidente da Comissão Organizadora do II Enafer.

O primeiro Enafer aconteceu em Joinville/SC, em 2007, e reuniu mais de 130 profissionais do setor ferramenteiro nacional que discutiram o alinhamento estratégico a ser adotado pelo setor brasileiro, visando à modernização e perpetuação das empresas fabricantes de moldes e ferramentais.

Quer saber mais sobre a Intertooling 2009? Leia a reportagem no site da P&S.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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