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Laurimar Marin, da Inec, e Fernando Lopes, diretor de novos negócios da Editora Banas

Laurimar Marin, da Inec, e Fernando Lopes, diretor de novos negócios da Editora Banas

De hoje à sexta-feira, 22, penúltimo dia da Feimafe, a revista P&S está sorteando um carrinho de ferramentas por dia entre os visitantes do estande. Nesta tarde, o primeiro foi sorteado pela equipe de marketing da Editora Banas.

Laurimar Marin, diretor da Inec, de Guarulhos-SP, foi o primeiro sortudo a levar o presente. “Conheço muito bem a revista. Já fizemos muitas parcerias e seminários com a P&S”, comentou Marin.

Quer ganhar um carrinho de ferramentas? Visite o estande da P&S na rua D, no Pavilhão do Anhembi, deixe um cartão de visitas e concorra.

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 Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), relembrou as primeiras edições da Feimafe em seu discurso de abertura da feira nesta manhã. Confira o vídeo abaixo!

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A Mitutoyo não economizou em seu estande. Assim como o fez na Mecânica 2008, a empresa de máquinas de medir tridimensionais expôe em 180 m2 ocupados nesta edição da Feimafe 12 lançamentos, sendo quatro inovadores em suas categorias. “Participamos da Feimafe há mais de 20 anos e, desta vez, mesmo com os tempos difíceis, trouxemos esses lançamentos”, conta Ricardo V. B. González, gerente de marketing e treinamento da empresa.

Os quatro destaques são: Revo – sistema de medição de cinco eixos com sensor de alta tecnologia, medidro Crystal Plus M7106, U-Wave – Transmissor de dados sem fio, e micrômetro QuantuMike (confira em breve aqui no blog as especificações técnicas desses produtos).

Em 35 anos de atuação no mercado brasileiro, a Mitutoyo já vendeu mais de três mil máquinas. “Para este ano, estamos com a expectativa de vender  cem equipamentos, assim como temos feito nos anos anteriores”, almeja González.

Marco Aurélio Martines Bueno, gerente de promoção técnica, orgulha-se ao falar da máquina de medição por coordenadas Crystal Plus M7106. “Trata-se de um equipamento produzido no Brasil, mas voltado para o mercado internacional. Ele tem design inovador e maior precisão”.

Em termos de venda, a Mitutoyo espera repetir nesta edição da Feimafe o mesmo resultado que obteve na Mecânica do ano passado. Ricardo V. B. González prefere não citar números e despista: “O resultado foi bom, e queremos repetí-lo este ano. Estamos aqui para fechar bons negócios”.

Não à toa, Takashi Mizutani, diretor presidente da Mitutoyo, está presente no estande acompanhando a movimentação.

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Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), comentou nesta manhã, na coletiva de abertura da Feimafe, que está muito satisfeito com os US$ 500 mil que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizou para a indústria nacional no primeiro trimestre de 2009, por meio do cartão BNDES. “Quero parabenizar o banco por essa ajuda. Já temos R$ 250 milhões de máquinas vendidas por conta desse auxílio”, comentou ele, emendando que “financiamento é o oxigênio para o setor de máquinas-ferramenta”.

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Organizadores da Feimafe discursam durante solenidade

Organizadores da Feimafe discursam durante solenidade

“Olhar para uma feira como esta mostra a coragem do brasileiro em trabalhar e expor seus produtos num momento como o atual”. Foi com essas palavras que Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq),  iniciou seu discurso de abertura da  12ª edição da Feimafe  – Feira Industrial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, na manhã de hoje.
Segundo os organizadores do evento, este é o momento que mostrará como a indústria brasileira se comportará nos próximos meses deste ano. São esperados mais de 66 mil visitantes nos 72 mil m2 do Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo, de hoje até o próximo sábado, 23.

 

A Feimafe conta com 1.300 empresas expositoras, de 30 países, e traz mais de 70 lançamentos do setor.  “No entanto, é preciso que o governo olhe para nossa indústria. Para nosso setor de máquinas-ferramenta, esse câmbio abaixo de R$ 2 (em relação ao dólar) é tóxico. Lutamos contra o tripé perverso: câmbio, juros e tributos, como vocês estão cansados de me ouvir falar”, comentou Aubert Neto, retomando o discurso que a Abimaq defende desde, pelo menos, os últimos nove meses.

 

Roberto Schaefer, presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta da Abimaq, se mostrou bastante animado. “Estamos num momento de crise, mas temos muito que fazer este ano. Desejo muitos negócios para nossos expositores”.

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Nova realidade

Icone Análise,Opinião,Pesquisa | Por em 15 de maio de 2009

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Não há como esconder os fatos: quando a indústria diminui a produção, os investimentos secam e as empresas iniciam cortes de pessoal, essas notícias estampam as manchetes dos jornais e viram chamada na TV. Isso tem acontecido com certa frequência nos últimos oito meses, é verdade. No entanto, muitos ainda não perceberam que o mundo mudou. Os lucros exorbitantes e os números cheios de zeros estão bem mais escassos. Por que estou escrevendo isso? Simplesmente porque o noticiário está constantemente comparando qualquer número recém-divulgado a uma realidade totalmente diferente. E mais: quando esse número é positivo, mesmo que timidamente, o lado bom da história fica em segundo plano.

fiesp_150509

Exemplifico: na quinta-feira, 14, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou um estudo que mostra a criação de 19 mil postos de trabalho na indústria paulista – um crescimento de 0,80% em abril em relação a março. No site da entidade, essa é a notícia.

estadao_150509Entretanto, o mesmo fato foi noticiado de outra maneira pelo “Estadão” de hoje: “Emprego na indústria paulista tem pior abril desde 2006”. Respeito “O Estado de S. Paulo” e o tenho como referência em jornalismo sério e competente. Porém, como queremos que a indústria reaja se estamos constantemente “vendendo” este tipo de informação? Não defendo “tapar o sol com a peneira”, muito menos ignorar os fatos. No entanto, há maneiras e maneiras de se contar uma história. O próprio “Estadão” informa no texto que recheia esta manchete:

“Na variação sem ajuste sazonal, o emprego na indústria paulista subiu, pelo segundo mês consecutivo. Em abril, a alta foi de 0,80%, ante março, o que representou a contratação de 19 mil trabalhadores. Esse resultado está totalmente relacionado ao setor de açúcar e álcool, uma vez que esse saldo positivo de 19 mil contratações reflete a admissão, principalmente, de 28.207 pessoas nestes setores, enquanto houve demissões de 9.207 empregados nos demais segmentos industriais.”

Percebe?

Voltando a questão da nova realidade que mencionei acima, é preciso entender, no meu ponto de vista, que qualquer reflexo positivo da indústria é um sinal de que tempos melhores estão a caminho. Se não pensarmos assim, que parem as máquinas! Vamos todos então  sentar no gramado da fábrica e esperar o sinal para voltar para casa.

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É importante saber

Icone Análise,Economia,Pesquisa | Por em 14 de maio de 2009

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Como lidar com os efeitos da crise econômica mundial? Esta foi a pergunta que a consultoria Ernst & Young fez, em março, a 15 executivos de empresas com faturamento anual de até R$ 1,5 bilhão. As respostas, e demais considerações sobre o tema, gerou o material Empreendedorismo em Tempos de Crise, que traz indicações de como se comportar em momentos turbulentos, e também uma lista de medidas de curto, médio e longo prazos para minimizar os efeitos da crise. Acompanhe:

A pesquisa revela que, em um primeiro momento, 100% das empresas ouvidas adotaram medidas internas para evitar demissões como a revisão do nível de estoque, o congelamento de vagas, programas de treinamento e férias antecipadas. Mas para os próximos 12 meses as previsões não são tão animadoras, já que 47% das companhias consultadas planejam cortar o número de vagas.

Ao longo do mês de março, foram ouvidos 15 executivos lideres em suas empresas, de diferentes setores da economia e com faturamento anual de até R$ 1,5 bilhão. Desse total, 73% acreditam que a crise durará de um a dois anos. O levantamento traz ainda medidas apontadas pelos executivos como as mais eficazes para minimizar os impactos da crise no curto, médio e longo prazo.

Por exemplo, 53% dos entrevistados planejam reduzir seus investimentos nos próximos 12 meses, enquanto 87% dos executivos pretendem cortar custos no próximo ano. “A crise econômica global trouxe mudanças na forma de gestão das empresas em todo mundo. Procuramos entender como as empresas brasileiras esperam lidar com os efeitos da crise e quais as atitudes mais importantes para um empreendedor em momentos turbulentos, além de apontar as expectativas para o futuro”, afirma o sócio da Ernst & Young, Carlos Miranda.

Os empresários também indicaram as cinco características ou atitudes mais importantes em um empreendedor em momentos turbulentos: criatividade e inovação (67%); encorajar o diálogo na empresa, saber ouvir idéias e sugestões (60%); transmitir idéias com entusiasmo e simplicidade (53%); saber reter talentos (47%); e transparência, ética e honestidade (47%).

Medidas apontadas como as mais adequadas     

Curto Prazo

Médio Prazo

Longo Prazo

 

Redução de Juros

 

Racionalização da máquina pública

 

Combate severo à corrupção

 

Incentivo a política de crédito

 

Redução de juros

 

Investimento em educação

 

Redução de gastos do governo

 

Reforma tributária

 

Redução de carga tributária

 

Aumentos dos Investimentos

 

Disponibilidade de crédito

 

Oferta de crédito

 

Incentivo ao mercado consumidor interno

 

Taxas de câmbio realistas

 

Redução do custo Brasil

 

Realização do PAC

 

Prioridades aos investimentos públicos

 

Aumento do investimento público (infra-estrutura)

 

Redução da carga tributária

 

Reforma trabalhista: redução de custos para concorrer com mercado internacional

 

Redução do tamanho do Estado (privatizações)

 

Centralização das decisões

 

Melhorar análise dos investimentos das empresas

 

Aumento do valor agregado de bens e serviços

 

Gerenciamento de pontos críticos da operação

 

Melhorar processos (aumento da produtividade)

 

Fortalecimento das instituições e contratos

 

Engajamento de funcionários para melhorias

 

Controle sobre custos

 

Planejamento estratégico, considerando cenários de crise

Flexibilização na contratação de empregados

 

Ampliar Negócios

 

 

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A última grande notícia que se teve da Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais (Abimei) foi em fevereiro passado, quando os representantes da entidade foram procurados por todos sobre a criação – e morte súbita – da licença prévia, criada pelos Ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Três meses depois da polêmica (caso você não recorde o fato, o convido a ler mais sobre o assunto aqui), a Abimei volta à cena, mas desta vez divulgando seu trabalho e tentando colher novos associados.

Na última edição da Brasil Plast, por exemplo, coordenadores e membros da presidência da entidade foram vistos circulando pelos corredores do evento, em conversas e reuniões fechadas com empresas e médio e grande portes.

Roberto Guarnieri, da Abimei: um bom articulista

Roberto Guarnieri, da Abimei: um bom articulista

A feira ainda marcou a primeira ação da recém-criada Câmara Setorial de Plásticos, sob coordenação de Roberto Guarnieri. Ele defende com unhas e dentes a qualidade e tecnologia de ponta das injetoras asiáticas.

Em nota pós-evento, a Abimei comentou que “a feira trouxe um novo ânimo para os negócios e marcou uma nova fase para a associação que, a partir de agora, vai unir além do setor metalmecânico, os importadores de máquinas para transformação de plástico.”

A Abimei conta hoje com 80 associados e atua no País há seis anos. Em entrevista exclusiva na Brasil Plast, Roberto Guarnieri comentou comigo sobre sua dificuldade em unir empresas importadoras. “Elas ainda se olham como concorrentes. Não entendem que, juntas, podemos lutar por um bem maior”.

O bem maior a que ele se refere é o financiamento de máquinas por instituições como o BNDES. Nessa seara, a Abimei disputa espaço com outra associação,  a Abimaq. Sobre a “briga”, Guarnieri me disse: “Teremos de nos defender desse outro lado (a indústria nacional), que vem nos atacando.”

Quem conseguirá mais benefícios? Só mesmo as conversas em estandes de feiras, articulações políticas e, obviamente, o tempo responderão.

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Devida atenção

Icone Análise,Economia | Por em 12 de maio de 2009

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Dando sequência ao tema agronegócio (o qual também acompanhamos por conta da nossa P&S Agroindústria) levantado pelo Kleber em seu post de ontem, 11 de maio, hoje mais uma notícia começou a ganhar destaque na imprensa: que a queda do dólar pode reduzir os preços agrícolas.

Embora escreva já há algum tempo sobre economia e negócio, sempre me “embanano” com as altas e baixas da moeda americana, ou seja lá qual for o câmbio. Se determinada moeda está em alta, é problema. Se está em queda, idem. Então, para não me deixar “influenciar”, sempre pauto minhas entrevistas – e meu senso crítico na hora de ler definições a esse respeito – no bom senso.

Explico: procuro entender a real dificuldade (e necessidade) daquele setor ou indústria, questionando o quanto “perderá” de fato com a variação da moeda. E acreditem…muitos não conseguem responder, pois resolveram reclamar antes de fazer as contas.

No release abaixo, encaminhado pela assessoria de comunicação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, sua porta-voz fala das possíveis dificuldades com a retração do dólar, mas também que o preço da soja, que poderia ter registrado incremento de 17,6%, subiu “apenas” 12,8%. Ou seja, está em alta ainda! Não tanto quanto poderia alcançar com o câmbio em outro patamar, mas em alta. E, convenhamos, um aumento de quase 13% não é nada mal…

CNA PREVÊ REDUÇÃO DOS PREÇOS AGRÍCOLAS
SE O DÓLAR CONTINUAR EM QUEDA

No momento em que o dólar reforça tendência de queda, registrando variação de -5,90% no mês, acumulando baixa de -11,82% no ano, a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, manifesta suas preocupações com a volatilidade do câmbio, que poderá reduzir a rentabilidade das culturas de exportação. “O produtor ainda possui 40% da produção da safra 2008/2009 para serem comercializados, o que poderá ocorrer a preços mais baixos em função da queda do dólar”, afirma a senadora.
No mercado internacional, as cotações têm fechado em alta, em função da existência de estoques baixos, queda na produção argentina, demanda chinesa firme mesmo em tempo de crise e problemas climáticos nos Estados Unidos, que dificultam o plantio da safra de verão norte-americana. No mercado da soja, produto típico de exportação, os preços subiram 12,8% em oito semanas. Na Bolsa de Chicago, aumentaram 29,9%.“Se não fosse o câmbio, os preços da soja teriam subido 17,6%”, diz a presidente da CNA.
Kátia Abreu fala, ainda, sobre as elevadas taxas de juros praticadas no País, o que poderá se transformar em atrativo para o ingresso de capital especulativo no País, depreciando o dólar e os preços agrícolas. “A comercialização a preços menores neste momento reduz a disponibilidade de uso de capital próprio pelo produtor no plantio da safra 2009/2010”, justifica a senadora.
Segundo a presidente da CNA, os recursos para financiamento da nova safra já estão escassos em função da crise financeira internacional. Com menor disponibilidade de recursos do produtor e a significativa redução do crédito fornecido pelas tradings, haverá necessidade de maior aporte de recursos do crédito rural oficial. “Esse cenário nos leva a reafirmar que a safra 2009/2010 deverá ser planejada com muita cautela pelo produtor, pois além do risco próprio da atividade, o cenário macroeconômico mundial tende a reforçar a volatilidade do câmbio e dos preços agrícolas”, conclui Kátia Abreu.

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Agricultura em pauta

Icone Economia | Por em 11 de maio de 2009

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Nesta segunda-feira três notícias de destaque para a agroindústria tomaram o noticiário dos principais jornais do País. A primeira se refere à queda de 8,6% na venda de tratores em abril, na comparação com o mesmo mês de 2008. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram comercializadas 3,33 mil unidades no mês passado.

Segundo Milton Rego, vice-presidente da Anfavea, os tratores de pequeno porte destinados à agricultura familiar foram responsáveis por 65% das vendas em abril. Para a entidade, sem os programas de incentivo do Governo Federal, a queda seria de 50%. E é aí que destaco a segunda notícia do dia: Governo repassa R$ 10 bilhões para a agroindústria!

Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje que o Ministério da Fazenda repassou a quantia citada ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para acertar a situação de financiamentos concedidos a agroindústrias, indústrias de máquinas e equipamentos agrícolas e a cooperativas agropecuárias.

Para fechar esse bloco de notícias do agronegócio, em 19 de maio terá início em Brasília o Fórum Permanente de Desenvolvimento da Agricultura Irrigada. Trata-se de uma ação dos principais segmentos públicos e privados para mostrar a importância da agricultura irrigada para a produção agrícola, geração de empregos e renda e para o meio ambiente, pelo fato de diminuir a pressão pela expansão de novas áreas agrícolas.

É com ações como essas do Governo e do próprio setor que a agroindústria pode minimizar os efeitos negativos e as baixas sofridas muito antes da crise financeira mundial assolar o Brasil.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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