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fieeEntre as novidades que ajudam a reduzir o consumo de energia, estão o no-break solar e equipamentos portáteis para diversos tipos de medição

Quem circula pela FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação se deparam com vários produtos, equipamentos e sistemas que ajudam a reduzir o consumo de energia, e aumentar a segurança na indústria, comércio e residências. Até sexta-feira (27), os visitantes poderão conferir de perto alguns produtos em funcionamento na feira:

No-break solar:  a fabricante VLP lança na FIEE o nobreak VSS que utiliza a energia solar como fonte alternativa.  O equipamento possui tecnologia online em dupla versão em alta frequência, tendo sua principal fonte de energia em painéis solares, que são diretamente conectados ao nobreak sem uso de interfaces. O nobreak também usa como fontes secundárias a rede elétrica e baterias.

Cobertura para redes elétricas – Indicada para proteção contra curtos-circuitos acidentais causados por contatos com galhos de árvores ou animais em redes aéreas. O material, feito com polímero modificado, tem como principal característica ser um isolante. De acordo com a  fabricante TE Connectivity, a calha protetora suporta até 35 mil volts.

Medidores portáteis – a Minipa expõe sua linha completa de medidores portáveis, como a trena que utiliza lazer e termo sensor de calor para verificar rachadura, infiltração e qualquer tipo de problema na instalação elétrica. Além da facilidade no manuseio e transporte, o profissional pode realizar seu trabalho de forma muito mais rápida e confiável.

Serviço:

FIEE – 28ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação

Data: 23 a 27 de março de 2015

Horário: 13h às 21h | Sexta das 13h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – CEP 02012-021 São Paulo – SP

Mais informações: www.fiee.com.br

 

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Valvula Macho Tipo R  da AZ Armaturen do BrasilUnidade da multinacional alemã em Itatiba (SP) fabrica válvulas especiais para clientes dos segmentos químico, petroquímico, siderúrgico, de papel e celulose, petróleo e gás, e mineração.

 A fabricante de válvulas especiais AZ Armaturen tem se consolidado nos últimos anos como fornecedora de soluções de alta performance no mercado industrial para as mais críticas aplicações, sempre ofertando válvulas que visam durabilidade, ausência de manutenção, confiabilidade e eficiência do processo. Para tanto, a companhia possui no Brasil sua engenharia de projetos para dimensionamento e especificação de válvulas macho de controle modular de vazão e On-Off, alinhadas às mais sofisticadas ferramentas de CAD e simulação CFD dos clientes.

Para as aplicações modulares, as válvulas macho da AZ Armaturen apresentam excelente rangeabilidade para obtenção das curvas de vazões do tipo linear e igual porcentagem. Por sua característica de escoamento laminar e um bom fator de recuperação de pressão (FL), apresentam menores riscos de cavitação e flashing em seus internos, permitindo o controle de gases e líquidos com diversas particularidades.

A válvula macho se apresenta de forma customizada, com a caracterização de sua área de passagem de acordo com a aplicação, permitindo assim o controle fino de acordo com a necessidade do processo. Por construção o obturador tende a se manter estável durante todo o curso da válvula, não sofrendo deslocamentos por conta da pressão de escoamento do fluído, evitando assim correções constantes do posicionador da válvula. A sua sede de vedação com Teflon reforçado é capaz de suportar abrasão do fluído, permitindo que a válvula se mantenha estanque em condições de fechamento, além de manter o mesmo torque ao longo de sua operação. Para as aplicações com fluídos corrosivos é possível a utilização das válvulas de controle com revestimento interno em Teflon.

 

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ind* por Paulo Roberto dos Santos

Uma revolução está ocorrendo no mundo da produção. O mundo real e realidade virtual continuam a fundir-se; modernas tecnologias da informação e da comunicação estão sendo combinadas com processos industriais tradicionais, alterando assim as várias áreas de produção. Os peritos estão atualmente a discutir estes desenvolvimentos sob o título de “Indústria 4.0”.

A indústria 4.0 é um projeto no âmbito da estratégia de alta tecnologia do governo alemão que promove a informatização da Manufatura. O objetivo é chegar à fábrica inteligente (SmartManufacturing) que se caracteriza pela capacidade de adaptação, a eficiência dos recursos e ergonomia, bem como a integração de clientes e parceiros de negócios em processos de negócios e de valor. Sua base tecnológica é composta por sistemas físico-cibernéticos e da Internet das Coisas. Especialistas acreditam que a Indústria 4.0 ou a quarta revolução industrial poderia ser realizada dentro de uma década.

Hoje observamos que esta revolução está polarizada entre Alemanha, com o projeto da Indústria 4.0 e nos Estados Unidos, uma iniciativa conhecida como a Smart Manufacturing LeadershipCoalition – SMLC, ou Coalisão da Liderança para Manufatura Inteligente, também está trabalhando sobre o futuro da indústria transformadora.

SMLC é uma organização sem fins lucrativos de profissionais de produção, fornecedores e empresas de tecnologia; consórcios de fabricação; universidades; órgãos governamentais e laboratórios. O objetivo desta coligação é permitir que as partes interessadas da indústria de transformação possam atuar de maneira colaborativa no desenvolvimento das abordagens, normas, plataformas e infraestrutura compartilhada que facilitam a ampla adoção da inteligência de fabricação.

Mas o que podemos esperar destes desenvolvimentos?Este conceito de produção irá aumentar substancialmente a complexidade tecnológica dos processos de agregação de valor, ainda mais em comparação com a situação que existe hoje. Dominar esse grau de complexidade exige ferramentas de software adequadas para projetar e construir as instalações e sistemas relevantes, e, naturalmente, também para operá-los. É urgentemente necessário que essas ferramentas sejam desenvolvidas e lançadas ao longo dos próximos anos. Em todo o mundo, os governos, federações de indústrias e empresas têm reconhecido a importância de criar seu próprio valor acrescentado através da produção.

Na manufatura inteligente tudo está ligado com a ajuda de sensores e chips RFID. Por exemplo, produtos, opções de transporte e ferramentas irão se comunicar uns com os outros e serão organizados com o objetivo de melhorar a produção global, mesmo além dos limites de empresas individuais. Neste ambiente de produção, o produto em si é uma parte ativa do processo de produção. Esta integração perfeita dos mundos físico e virtual só é possível porque cada elemento existe, simultaneamente, tanto como um físico e um modelo virtual.

A base para qualquer implantação significativa de sistemas físico-cibernéticos é uma conexão de dados transparente entre todas as fases do processo de agregação de valor. Para cada produto, ao lado de sua descrição física real, uma representação virtual continua a passar por um maior desenvolvimento. Consequentemente, uma integração dos mundos real e virtual é o foco daqueles na vanguarda do desenvolvimento e implementação da manufatura inteligente.

Um fator chave da manufatura inteligente é descentralizar o controle: neste tipo de processo de produção, a comunicação ocorre em cada etapa para determinar que peças adicionar ou etapas de montagem para implementar. O controle descentralizado torna mais fácil para adicionar ou alterar os equipamentos conforme a necessidade, tornando mais flexível o processo para atender à crescente demanda por personalização em massa.

Como esta última revolução industrial avança, há implicações significativas para a força de trabalho industrial. O Software está impulsionando os avanços na fabricação de hoje, e isso significa que o mouse está substituindo a chave de fenda em muitos lugares no chão de fábrica hoje.

Ter as pessoas certas no lugar certo é fundamental para alavancar ganho tecnológico, e para a realização dos objetivos de manufatura inteligente. Isso levou a muita discussão sobre a escassez de trabalhadores qualificados na força de trabalho, muitas vezes referido como o “déficit de competências”. De acordo com o Departamento de Educação dos Estados Unidos, “60% dos novos empregos que vão surgir no século 21 exigirão habilidades possuídas por apenas 20% da força de trabalho atual”.

A tendência está se movendo cada vez mais para produtos individualizados. As pequenas quantidades de lote e o grande número de variantes associadas a esta tendência exigem tecnologias que se adaptam continuamente às novas condições. No futuro, os componentes em sistemas industriais, por conseguinte, tem que ser capazes de se ajustar uns aos outros.

Dessa forma, além de desenvolver novas tecnologias, também será necessário esclarecer onde as pessoas vão estar situadas dentro do processo de produção no futuro, e como a interação entre pessoas e máquinas ocorrerá. Dentro deste contexto, a Festo está intensamente envolvida com a questão da formação profissional para equipar a próxima geração da indústria.

* Paulo Roberto dos Santos é Gerente Regional de Produtos para as Américas na Festo Brasil

 

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adecolA troca ainda beneficia o meio ambiente ao evitar o descarte de dezenas de toneladas de lixo plástico

A eterna busca da indústria nacional por redução de custos, aumento de produtividade e menor impacto ambiental ganhou um importante aliado. A Adecol, fabricante 100% nacional de adesivos industriais, desenvolveu soluções que geram ganhos expressivos nestas frentes com a substituição de fitas adesivas e filme plástico por cola no fechamento de caixas e paletização (montagem de conjuntos de caixas ou sacos sobre bases de madeira ou plástico, os paletes, facilitando seu transporte). No segundo caso, a cola é utilizada no lugar do filme stretch, custando 83% menos.

Atualmente, o uso de fitas adesivas de material plástico (normalmente de polietileno) é uma das práticas mais adotadas por diversos setores para lacrar embalagens de papelão. Além de caras, as fitas se tornam um resíduo de difícil reciclagem, agredindo o meio ambiente.  Elas podem ser trocadas por adesivos Hotmelt ou PVA (também conhecido como cola branca) da Adecol, com facilidade na aplicação e limpeza de equipamentos, eliminação de lixo plástico e importante economia de recursos.

Em um levantamento realizado pela empresa com valores médios de mercado, o Hotmelt da Adecol necessário para fechamento de 50 mil caixas médias (575 X 365 X 455) sai por R$ 1.000,00 contra R$ 4.000,00 para aquisição de fita adesiva, ganho de 75%. Já com o PVA fornecido pela empresa o custo é ainda menor, R$ 500,00 para as mesmas 50 mil caixas, numa redução de 88% sobre o custo da fita.

“Mesmo considerando o investimento inicial de adaptação da linha, com a instalação de sistema aplicador, o benefício financeiro do uso do adesivo se reflete ainda no primeiro ano após a mudança”, afirma o diretor comercial da Adecol, Alexandre Segundo. “Isto sem considerar o expressivo ganho ambiental, que isoladamente já poderia justificar a adoção desta tecnologia, e as facilidades de manuseio, manutenção e aplicação”.

PALETIZAÇÃO – A aplicação de cola no lugar do filme plástico stretch em sistemas de paletes apresenta benefícios adicionais. Por suas características únicas (alta resistência lateral e baixa resistência vertical), o adesivo permite que as caixas reunidas sobre a base sejam destacadas. Além disso, no caso do uso do adesivo, é possível retirar apenas parte das unidades, mantendo as demais seguramente afixadas, flexibilizando a logística. O benefício ambiental é ainda maior, uma vez que a cola se integra ao produto na hora da aplicação, praticamente zerando a geração de lixo.

Como no caso do fechamento de caixas, a Adecol oferece soluções para paletização com adesivos Hotmelt e PVA. Com o primeiro, o custo médio para fechar 50 mil paletes com 40 sacarias de 25kg cada é de R$ 41.250,00, contra a média de R$ 172.500,00 necessários para a aquisição de filme plástico, economia de 76%. Na simulação utilizando o PVA para 50 mil paletes com 44 caixas cada, o custo da cola é de R$ 8.844,00, enquanto o stretch sai por cerca de R$ 618.000, uma queda de 83% no custo.

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fesA empresa marca presença na feira e apresenta a tecnologia mais versátil e ecológica de impressão, que usa tintas à base d’água

A HP está presente na 2ª edição da FESPA Brasil, feira de serigrafia, comunicação visual, grandes formatos e impressão digital, e mostra aos visitantes o que há de mais moderno em equipamentos e soluções para o mercado visual brasileiro. A feira será realizada de 18 a 21 de Março, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo.

No estande de 90 m² da marca, a HP apresenta um portfólio completo de produtos pioneiros da tecnologia de tintas látex: HP Látex 310, HP Látex 330 e HP Látex 360. A série HP Látex 300 ajuda os bureaus de impressão, gráficas rápidas, além de pequenos e médios fornecedores de serviço de impressão (PSPs), a expandir facilmente suas capacidades de impressão em grandes formatos, oferecer novas áreas de aplicação e criar um ambiente de trabalho mais saudável, já que usam tintas à base d’água.

“A HP Látex é a tecnologia de impressão mais versátil e com a maior quantidade de certificações ecológicas do mercado de comunicação visual e decoração, desenvolvida com preocupação ambiental, tintas à base d’água sem cheiro e sem poluentes de ar nocivos à saúde, entre outros benefícios. É a melhor tecnologia para impressão em vinil adesivo com secagem instantânea e resistência à arranhões”, comenta Luis Otavio Palacios, diretor de marketing e vendas da área de impressão de grandes formatos da HP do Brasil.

Além dos equipamentos, os visitantes poderão conhecer todas as aplicações e a diversidade de mídias e acabamento que fazem parte do diferencial da tecnologia látex. A HP Látex é fácil de usar, “amiga do meio ambiente” e a opção mais versátil do mercado, pois permite impressão de qualidade em vários tipos de mídias: lona, vinil adesivo, tecido, papel fotográfico, papel sem tratamento, papel sintético, revestimento de parede, filme backlit, couro sintético e muitos outros.

As impressões realizadas com tintas HP Látex são completamente curadas dentro da impressora para formar uma imagem durável, pronta para laminação, acabamento ou instalação. As novas tintas HP Látex possuem ainda um componente de resistência a arranhões, conferindo maior durabilidade dos impressos em vinil e lona e eliminando a necessidade de laminação em impressos de baixo tempo de exposição.

Em paralelo à feira será realizado o Congresso Internacional de Comunicação Visual e Impressão Digital, reunindo empresários, líderes e especialistas de diversas partes do mundo para apresentar e discutir o que existe de mais atual no mercado de impressão digital, suas técnicas e tendências. No dia 18 de março, das 17h às 18h, Luis Otávio Palácios apresenta no evento a palestra Diversificação – O novo paradigma do mercado de impressão digital de grande formato.

Em sua apresentação, Palácios aborda como a impressão digital de grandes formatos, aliada às novas tecnologias de tintas, substratos e acabamento, abre inúmeras oportunidades de negócios. “O mercado de comunicação visual e impressão digital tem grande potencial de crescimento para segmentos além das aplicações tradicionais que estamos acostumados – banners e sinalização. Áreas como decoração comercial, residencial e fotografia, representam um enorme filão a ser explorado”, acredita o executivo.

 

 

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xeroxA empresa conquistou a principal posição no Quadrante Mágico e IDC MarketScape de 2014

Magic Quadrant for Managed Print and Content Services_Gartner 2014.pngBrasil – A Xerox é líder no Quadrante Mágico de 2014 para serviços globais de impressão gerenciada e serviços de conteúdo. O Gartner analisou o papel crescente dos serviços de gestão de conteúdo e de impressão (MPS – Managed Print Services) dos principais players do mercado.

A Xerox alcançou a posição mais elevada pela abrangência de visão e capacidade de execução, segundo o instituto. Avaliação também de liderança, pelo segundo ano consecutivo, no International Data Corporation (IDC), na pesquisa IDC MarketScape, que avaliou também o segmento de MPS. De acordo com o estudo feito pelo Gartner, o MPS da Xerox foi o primeiro programa de grande escala desenvolvido no mundo, sendo modelo, até certo ponto, para a maioria dos programas de MPS dos concorrentes. O instituto ainda destaca que o Next Generation MPS da Xerox é o programa mais abrangente, além de citar que o Fuji Xerox é o provedor de MPS dominante na região da Ásia, Pacífico e uma das maiores do mundo, oferecendo aos clientes um conjunto consistente de serviços cross-regional e global. Sendo um dos principais fornecedores a oferecer um pacote completo de “serviços de conteúdo gerenciado”.

O Gartner também menciona que a Xerox está com preços competitivos, alcançando uma ampla gama de empresas de diferentes portes, de várias regiões e indústrias, se destacando no atendimento a contas regionais e globais. “A forma como o conteúdo é usado, compartilhado e armazenados no ambiente de trabalho atual – móvel e sempre conectado – é uma das forças motrizes para o sucesso do uso de MPS”, disse Mike Feldman, presidente da Xerox para Operações de Grandes Empresas. “Acreditamos que nossa posição como líder no Quadrante Mágico do Gartner para MPS confirma que a estratégia da Xerox está ajudando nossos clientes e empresários a simplificarem e aperfeiçoarem seus processos de negócios baseados em papel”, afirma Feldman.

O relatório ainda menciona que os serviços de avaliação e análise automatizada e sistemática dos hábitos de impressão feitos pela Xerox ajudam clientes a “enxergarem” as oportunidades para racionalizar e melhorar os processos de negócios, resultando em um desempenho mais eficiente, reduzindo a dependência de papel. As empresas podem começar com serviços básicos de gerenciamento de impressão e avançar nas três camadas sucessivas do Next Generation MPS. Essas camadas revelam detalhes específicos, com análise quantitativa, referências para comparações e estudo qualitativo. Segundo o Gartner, esses serviços oferecidos pela Xerox são a vanguarda do que pode ser feito para minimizar a dependência de papel.

Os três estágios principais são avaliar e otimizar; proteger e integrar; automatizar e simplificar, todos projetados para conectar e proporcionar a transição dos mundos do papel para o digital, imprimindo a um custo reduzido com praticidade e segurança. Liderança também, em 2014, na pesquisa IDC MarketScape, o índice aponta que a Xerox está construindo uma das infraestruturas e metodologias mais robustas entre todos os fornecedores avaliados. O IDC é um centro americano de pesquisas de mercado, especializado em TI, telecomunicações e consumo de tecnologia. O IDC destacou especialmente a estratégia da Xerox para a migração de seus clientes para níveis mais elevados de impressão e maturidade de gestão de documentos, incluindo a conversão de fluxos de trabalho baseados em papel para o digital e reengenharia de processos para maior eficiência e economia. Além de pontuar que o conjunto de ferramentas demonstrado pela Xerox para a avaliação do fluxo de documentos foi um dos mais completos entre os fornecedores participantes. Além disso, a Xerox foi homenageada como líder do mercado global em MPS, pelo quinto ano consecutivo, pela Quocirca Ltd.

 

 

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studioClicheria, referência em alta tecnologia para trabalhos de pré-impressão e pré-mídia na área de embalagens, ganha produtividade e qualidade através do novo investimento

Fundada há 25 anos na cidade de Marília, a Studiolaser iniciou suas atividades como uma empresa de pré-impressão para o segmento offset, na época, trabalhando com fotolitos. Contudo, aproveitando as oportunidades do mercado, rapidamente começou a prestar serviços de clicheria para o ramo de embalagens utilizando a tecnologia de gravação de fotopolímeros. Os primeiros trabalhos de pré-impressão para embalagens flexíveis começaram em 2000, e, de lá para cá, esse segmento se tornou o core business da empresa. “Era uma outra realidade”, recorda Djalma Santana, proprietário da Studiolaser. “O mercado não dispunha do padrão de tecnologia que temos hoje, mas, ainda assim, sempre primamos por realizar um trabalho bem feito e sem erros.

Foi com base no critério de qualidade que conquistamos espaço e crescemos”, afirma. Atualmente, quem visita a produção da Studiolaser certamente fica espantando com o alto padrão de qualidade tecnológica. Desde os equipamentos para os trabalhos de pré-impressão, até os sistemas de gravação e finalização de chapas e sleeves, tudo faz parte de um portfólio de tecnologia de ponta. “Acho que poucas empresas do nosso setor investiram tanto em tecnologia, em tão pouco tempo, como a Studiolaser”, diz Djalma. “Em quatro anos, praticamente adquirimos diferentes sistemas de gravação de chapas flexo, seguindo as tendências do mercado. Isto porque temos grandes clientes no setor de embalagens que demandam alta tecnologia. Não podemos errar e queremos oferecer o melhor.” O pioneirismo e arrojo fez com que a cartela de clientes da Studiolaser se expandisse, não somente para o interior de São Paulo, mas também para a capital. “Atendemos clientes em todo o raio de 400 quilômetros de Marília, região que possui grandes gráficas de embalagem”, destaca Djalma.

E foi justamente a necessidade de manter o pioneirismo tecnológico que fez com que a Studiolaser adquirisse, em outubro deste ano, o novo sistema Kodak Flexcel NX Wide, composto pela gravadora de chapas, chapas Kodak Flexcel NX e Laminadora (Kodak Flexcel NX Laminator). “É o que existe de melhor no mercado para aplicações flexo hoje”, explica José Arnaldo Pontes Junior, coproprietário da Studiolaser. “Sempre nos pautamos por oferecer em flexografia a mesma qualidade que se tem em rotogravura. Afinal, essa é a referência de qualidade do mercado. Por isso, procuramos investir em uma tecnologia que nos permitisse atingir esse padrão. É algo que o mercado exige.” O equipamento, que chegou à Studiolaser em outubro, foi instalado e entrou em operação em apenas dez dias, em um esforço conjunto entre as equipes técnicas da Zanatto Soluções Gráficas, responsável pela condução de todo o negócio, Kodak e da Studiolaser. Para celebrar o novo investimento, a empresa também recebeu a visita da equipe de vendas da Zanatto, que esteve acompanhada por Adair Zanatto, presidente da Zanatto Soluções Gráficas, e por Gilberto Farias, diretor geral da Kodak Brasil e vice-presidente da Kodak para a região América Latina. “Do momento em que o negócio foi fechado, trabalhamos para que o equipamento estivesse produzindo com qualidade em tempo mínimo.

E deu certo. Graças ao suporte e acompanhamento que tivemos por parte da Zanatto”, frisa Junior, assegurado que, mesmo em pouco tempo, o feedback do cliente tem sido altamente positivo. “Como expliquei, a referência desse mercado é a rotogravura. Com o Kodak Flexcel NX, e com nosso trabalho de pré-impressão, estamos oferecendo ao nosso cliente a mesma qualidade, com mais agilidade, economia e eficiência”, reforça. Segundo Robson Esperança, responsável pelo segmento de soluções para Flexografia na Zanatto, o trabalho da Studiolaser é referência não somente para as empresas brasileiras. “Visitei clicherias de vários países e poucas vezes vi um padrão de trabalho e de qualidade como o da Studiolaser. Agora, com o sistema Kodak Flexcel NX, certamente a empresa atingirá patamares ainda superiores, e ganhará o merecido lugar de pioneirismo no mercado brasileiro”, disse.

Atualmente, mais de 400 empresas em todo o mundo já se tornaram usuárias dos sistemas Kodak Flexcel NX em apenas seis anos. Destas, 24 estão no Brasil, onde a Zanatto é a principal distribuidora da tecnologia e pioneira nas instalações. “Observar o sucesso da Studiolaser é algo que nos enche de alegria”, destaca Adair Zanatto. “A Zanatto esteve e está à disposição da Studiolaser para dar total suporte ao uso da tecnologia Kodak Flexcel NX e temos a certeza de que, com o padrão de qualidade da empresa, rapidamente a Studiolaser confirmará sua marca entre as líderes do segmento de pré-impressão e pré-mídia no Brasil.”

 

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lincolNa contramão do difícil ano que afetou muitas das fabricantes de equipamentos gráficos do Brasil e do mundo, a KBA Brasil teve, em 2014, seu ano de consolidação no país. Isso vale não somente para sua base instalada de equipamentos para impressão offset para segmentos promocional/comercial, como também para o setor de embalagens e de impressão offset em large format, padrão no qual a empresa é pioneira. “Estava claro, tanto para nós, como para nossa matriz, que o Brasil precisava de um outro fornecedor de tecnologia de impressão com amplo portfólio de produtos.

Em 2013, aceleramos nossa atuação no Brasil já como KBA Brasil e, em 2014, consolidamos nossa marca como líder, colhendo resultados extremamente positivos”, disse Lincoln Lopes/foto/, gerente de vendas da KBA Brasil. O reconhecimento pelo desempenho da filial brasileira não vem somente do feedback do mercado; a matriz alemã reconheceu, no último mês de novembro, o crescimento da KBA Brasil, colocando-a como referência entre as filiais em que a Koenig & Bauer.

Nas Américas, a KBA Brasil ficou apenas atrás da KBA USA em desempenho de vendas, sendo que a América Latina representa 15% dos negócios mundiais da empresa. “Fomos parabenizados pelo excelente trabalho que realizamos, ampliando nossa base instalada e nossa participação efetiva no Brasil. Também consolidamos a confiança que os clientes têm na marca KBA”, explica Lincoln. “Desde a época de Deltagraf, até a criação oficial da KBA Brasil, a marca Koenig & Bauer prosseguiu em uma curva crescente no mercado nacional”, afirma Luiz Cesar Dutra, diretor-geral da KBA Brasil. “Tínhamos uma grande base instalada e, através da KBA Brasil, pudemos ampliar essa base e, também, abrir uma nova fase de relação de confiança entre nossa marca e o mercado.” Para Lincoln Lopes, uma das bases para o sucesso da KBA Brasil em 2014 foi não somente propagar a qualidade dos equipamentos, mas agir. “Priorizamos um discurso igual à ação”, diz. “Nos comprometemos a criar uma estrutura de pós-venda que desse segurança a nossos clientes, e isso prossegue em ritmo de aprimoramento constante. Também priorizamos a venda de tecnologias modernas, estáveis, e totalmente dominada pela KBA, ou seja, temos o melhor da relação tecnologia e manutenção do valor do investimento.”

 

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Feimafe 2015

Icone Evento,Feira | Por em 10 de março de 2015

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feimafe

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iscCom a meta de conquistar a liderança como provedor de segurança IP, o Grupo Policom® participa da ISC Brasil pelo quinto ano consecutivo

 A ISC Brasil – definida por Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, como “importante plataforma de lançamentos e de relacionamento com potenciais novos clientes, canais e gestores de segurança” – é o evento escolhido pela empresa para lançamentos.

 Nesta 10ª edição, o principal lançamento do Grupo Policom será a solução PoliConnect, direcionada a controle de perdas no varejo. Esse sistema, desenvolvido com exclusividade pelo Grupo Policom para o mercado brasileiro, é uma solução que integra perfeitamente o gerenciamento de vídeo em Alta Definição Avigilon com transações de Ponto de Venda (POS – Point of Sales), que permitem aos auditores encontrarem as informações de que necessitam.

 O PoliConnect auxilia no combate a fraudes e furtos, pois atua como ação preventiva no ambiente do varejista. Desenvolvido originalmente como uma solução de prevenção de perdas e indexação de produtos as imagens de CFTV, o sistema mostrou-se uma ferramenta de múltiplas possibilidades, incluindo o monitoramento em tempo real das transações das lojas diretamente na emissão do cupom fiscal.  O gestor administrativo e/ou o responsável pela segurança do varejista poderá visualizar numa mesma tela, via software Avigilon Control Center, as imagens captadas pelas câmeras e o conteúdo do cupom fiscal, em tempo real. Esta demonstração ao vivo poderá ser conferida em nosso estande na ISC 2015.

Serviço

ISC Brasil

Data: 10 a 12 de março de 2015

Local: Expo Center Norte, SP/São Paulo

Informações: www.iscbrasil.com.br

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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