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xeroxA empresa conquistou a principal posição no Quadrante Mágico e IDC MarketScape de 2014

Magic Quadrant for Managed Print and Content Services_Gartner 2014.pngBrasil – A Xerox é líder no Quadrante Mágico de 2014 para serviços globais de impressão gerenciada e serviços de conteúdo. O Gartner analisou o papel crescente dos serviços de gestão de conteúdo e de impressão (MPS – Managed Print Services) dos principais players do mercado.

A Xerox alcançou a posição mais elevada pela abrangência de visão e capacidade de execução, segundo o instituto. Avaliação também de liderança, pelo segundo ano consecutivo, no International Data Corporation (IDC), na pesquisa IDC MarketScape, que avaliou também o segmento de MPS. De acordo com o estudo feito pelo Gartner, o MPS da Xerox foi o primeiro programa de grande escala desenvolvido no mundo, sendo modelo, até certo ponto, para a maioria dos programas de MPS dos concorrentes. O instituto ainda destaca que o Next Generation MPS da Xerox é o programa mais abrangente, além de citar que o Fuji Xerox é o provedor de MPS dominante na região da Ásia, Pacífico e uma das maiores do mundo, oferecendo aos clientes um conjunto consistente de serviços cross-regional e global. Sendo um dos principais fornecedores a oferecer um pacote completo de “serviços de conteúdo gerenciado”.

O Gartner também menciona que a Xerox está com preços competitivos, alcançando uma ampla gama de empresas de diferentes portes, de várias regiões e indústrias, se destacando no atendimento a contas regionais e globais. “A forma como o conteúdo é usado, compartilhado e armazenados no ambiente de trabalho atual – móvel e sempre conectado – é uma das forças motrizes para o sucesso do uso de MPS”, disse Mike Feldman, presidente da Xerox para Operações de Grandes Empresas. “Acreditamos que nossa posição como líder no Quadrante Mágico do Gartner para MPS confirma que a estratégia da Xerox está ajudando nossos clientes e empresários a simplificarem e aperfeiçoarem seus processos de negócios baseados em papel”, afirma Feldman.

O relatório ainda menciona que os serviços de avaliação e análise automatizada e sistemática dos hábitos de impressão feitos pela Xerox ajudam clientes a “enxergarem” as oportunidades para racionalizar e melhorar os processos de negócios, resultando em um desempenho mais eficiente, reduzindo a dependência de papel. As empresas podem começar com serviços básicos de gerenciamento de impressão e avançar nas três camadas sucessivas do Next Generation MPS. Essas camadas revelam detalhes específicos, com análise quantitativa, referências para comparações e estudo qualitativo. Segundo o Gartner, esses serviços oferecidos pela Xerox são a vanguarda do que pode ser feito para minimizar a dependência de papel.

Os três estágios principais são avaliar e otimizar; proteger e integrar; automatizar e simplificar, todos projetados para conectar e proporcionar a transição dos mundos do papel para o digital, imprimindo a um custo reduzido com praticidade e segurança. Liderança também, em 2014, na pesquisa IDC MarketScape, o índice aponta que a Xerox está construindo uma das infraestruturas e metodologias mais robustas entre todos os fornecedores avaliados. O IDC é um centro americano de pesquisas de mercado, especializado em TI, telecomunicações e consumo de tecnologia. O IDC destacou especialmente a estratégia da Xerox para a migração de seus clientes para níveis mais elevados de impressão e maturidade de gestão de documentos, incluindo a conversão de fluxos de trabalho baseados em papel para o digital e reengenharia de processos para maior eficiência e economia. Além de pontuar que o conjunto de ferramentas demonstrado pela Xerox para a avaliação do fluxo de documentos foi um dos mais completos entre os fornecedores participantes. Além disso, a Xerox foi homenageada como líder do mercado global em MPS, pelo quinto ano consecutivo, pela Quocirca Ltd.

 

 

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studioClicheria, referência em alta tecnologia para trabalhos de pré-impressão e pré-mídia na área de embalagens, ganha produtividade e qualidade através do novo investimento

Fundada há 25 anos na cidade de Marília, a Studiolaser iniciou suas atividades como uma empresa de pré-impressão para o segmento offset, na época, trabalhando com fotolitos. Contudo, aproveitando as oportunidades do mercado, rapidamente começou a prestar serviços de clicheria para o ramo de embalagens utilizando a tecnologia de gravação de fotopolímeros. Os primeiros trabalhos de pré-impressão para embalagens flexíveis começaram em 2000, e, de lá para cá, esse segmento se tornou o core business da empresa. “Era uma outra realidade”, recorda Djalma Santana, proprietário da Studiolaser. “O mercado não dispunha do padrão de tecnologia que temos hoje, mas, ainda assim, sempre primamos por realizar um trabalho bem feito e sem erros.

Foi com base no critério de qualidade que conquistamos espaço e crescemos”, afirma. Atualmente, quem visita a produção da Studiolaser certamente fica espantando com o alto padrão de qualidade tecnológica. Desde os equipamentos para os trabalhos de pré-impressão, até os sistemas de gravação e finalização de chapas e sleeves, tudo faz parte de um portfólio de tecnologia de ponta. “Acho que poucas empresas do nosso setor investiram tanto em tecnologia, em tão pouco tempo, como a Studiolaser”, diz Djalma. “Em quatro anos, praticamente adquirimos diferentes sistemas de gravação de chapas flexo, seguindo as tendências do mercado. Isto porque temos grandes clientes no setor de embalagens que demandam alta tecnologia. Não podemos errar e queremos oferecer o melhor.” O pioneirismo e arrojo fez com que a cartela de clientes da Studiolaser se expandisse, não somente para o interior de São Paulo, mas também para a capital. “Atendemos clientes em todo o raio de 400 quilômetros de Marília, região que possui grandes gráficas de embalagem”, destaca Djalma.

E foi justamente a necessidade de manter o pioneirismo tecnológico que fez com que a Studiolaser adquirisse, em outubro deste ano, o novo sistema Kodak Flexcel NX Wide, composto pela gravadora de chapas, chapas Kodak Flexcel NX e Laminadora (Kodak Flexcel NX Laminator). “É o que existe de melhor no mercado para aplicações flexo hoje”, explica José Arnaldo Pontes Junior, coproprietário da Studiolaser. “Sempre nos pautamos por oferecer em flexografia a mesma qualidade que se tem em rotogravura. Afinal, essa é a referência de qualidade do mercado. Por isso, procuramos investir em uma tecnologia que nos permitisse atingir esse padrão. É algo que o mercado exige.” O equipamento, que chegou à Studiolaser em outubro, foi instalado e entrou em operação em apenas dez dias, em um esforço conjunto entre as equipes técnicas da Zanatto Soluções Gráficas, responsável pela condução de todo o negócio, Kodak e da Studiolaser. Para celebrar o novo investimento, a empresa também recebeu a visita da equipe de vendas da Zanatto, que esteve acompanhada por Adair Zanatto, presidente da Zanatto Soluções Gráficas, e por Gilberto Farias, diretor geral da Kodak Brasil e vice-presidente da Kodak para a região América Latina. “Do momento em que o negócio foi fechado, trabalhamos para que o equipamento estivesse produzindo com qualidade em tempo mínimo.

E deu certo. Graças ao suporte e acompanhamento que tivemos por parte da Zanatto”, frisa Junior, assegurado que, mesmo em pouco tempo, o feedback do cliente tem sido altamente positivo. “Como expliquei, a referência desse mercado é a rotogravura. Com o Kodak Flexcel NX, e com nosso trabalho de pré-impressão, estamos oferecendo ao nosso cliente a mesma qualidade, com mais agilidade, economia e eficiência”, reforça. Segundo Robson Esperança, responsável pelo segmento de soluções para Flexografia na Zanatto, o trabalho da Studiolaser é referência não somente para as empresas brasileiras. “Visitei clicherias de vários países e poucas vezes vi um padrão de trabalho e de qualidade como o da Studiolaser. Agora, com o sistema Kodak Flexcel NX, certamente a empresa atingirá patamares ainda superiores, e ganhará o merecido lugar de pioneirismo no mercado brasileiro”, disse.

Atualmente, mais de 400 empresas em todo o mundo já se tornaram usuárias dos sistemas Kodak Flexcel NX em apenas seis anos. Destas, 24 estão no Brasil, onde a Zanatto é a principal distribuidora da tecnologia e pioneira nas instalações. “Observar o sucesso da Studiolaser é algo que nos enche de alegria”, destaca Adair Zanatto. “A Zanatto esteve e está à disposição da Studiolaser para dar total suporte ao uso da tecnologia Kodak Flexcel NX e temos a certeza de que, com o padrão de qualidade da empresa, rapidamente a Studiolaser confirmará sua marca entre as líderes do segmento de pré-impressão e pré-mídia no Brasil.”

 

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lincolNa contramão do difícil ano que afetou muitas das fabricantes de equipamentos gráficos do Brasil e do mundo, a KBA Brasil teve, em 2014, seu ano de consolidação no país. Isso vale não somente para sua base instalada de equipamentos para impressão offset para segmentos promocional/comercial, como também para o setor de embalagens e de impressão offset em large format, padrão no qual a empresa é pioneira. “Estava claro, tanto para nós, como para nossa matriz, que o Brasil precisava de um outro fornecedor de tecnologia de impressão com amplo portfólio de produtos.

Em 2013, aceleramos nossa atuação no Brasil já como KBA Brasil e, em 2014, consolidamos nossa marca como líder, colhendo resultados extremamente positivos”, disse Lincoln Lopes/foto/, gerente de vendas da KBA Brasil. O reconhecimento pelo desempenho da filial brasileira não vem somente do feedback do mercado; a matriz alemã reconheceu, no último mês de novembro, o crescimento da KBA Brasil, colocando-a como referência entre as filiais em que a Koenig & Bauer.

Nas Américas, a KBA Brasil ficou apenas atrás da KBA USA em desempenho de vendas, sendo que a América Latina representa 15% dos negócios mundiais da empresa. “Fomos parabenizados pelo excelente trabalho que realizamos, ampliando nossa base instalada e nossa participação efetiva no Brasil. Também consolidamos a confiança que os clientes têm na marca KBA”, explica Lincoln. “Desde a época de Deltagraf, até a criação oficial da KBA Brasil, a marca Koenig & Bauer prosseguiu em uma curva crescente no mercado nacional”, afirma Luiz Cesar Dutra, diretor-geral da KBA Brasil. “Tínhamos uma grande base instalada e, através da KBA Brasil, pudemos ampliar essa base e, também, abrir uma nova fase de relação de confiança entre nossa marca e o mercado.” Para Lincoln Lopes, uma das bases para o sucesso da KBA Brasil em 2014 foi não somente propagar a qualidade dos equipamentos, mas agir. “Priorizamos um discurso igual à ação”, diz. “Nos comprometemos a criar uma estrutura de pós-venda que desse segurança a nossos clientes, e isso prossegue em ritmo de aprimoramento constante. Também priorizamos a venda de tecnologias modernas, estáveis, e totalmente dominada pela KBA, ou seja, temos o melhor da relação tecnologia e manutenção do valor do investimento.”

 

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Feimafe 2015

Icone Evento,Feira | Por em 10 de março de 2015

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feimafe

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iscCom a meta de conquistar a liderança como provedor de segurança IP, o Grupo Policom® participa da ISC Brasil pelo quinto ano consecutivo

 A ISC Brasil – definida por Anderson Carvalho, gerente de Marketing do Grupo Policom, como “importante plataforma de lançamentos e de relacionamento com potenciais novos clientes, canais e gestores de segurança” – é o evento escolhido pela empresa para lançamentos.

 Nesta 10ª edição, o principal lançamento do Grupo Policom será a solução PoliConnect, direcionada a controle de perdas no varejo. Esse sistema, desenvolvido com exclusividade pelo Grupo Policom para o mercado brasileiro, é uma solução que integra perfeitamente o gerenciamento de vídeo em Alta Definição Avigilon com transações de Ponto de Venda (POS – Point of Sales), que permitem aos auditores encontrarem as informações de que necessitam.

 O PoliConnect auxilia no combate a fraudes e furtos, pois atua como ação preventiva no ambiente do varejista. Desenvolvido originalmente como uma solução de prevenção de perdas e indexação de produtos as imagens de CFTV, o sistema mostrou-se uma ferramenta de múltiplas possibilidades, incluindo o monitoramento em tempo real das transações das lojas diretamente na emissão do cupom fiscal.  O gestor administrativo e/ou o responsável pela segurança do varejista poderá visualizar numa mesma tela, via software Avigilon Control Center, as imagens captadas pelas câmeras e o conteúdo do cupom fiscal, em tempo real. Esta demonstração ao vivo poderá ser conferida em nosso estande na ISC 2015.

Serviço

ISC Brasil

Data: 10 a 12 de março de 2015

Local: Expo Center Norte, SP/São Paulo

Informações: www.iscbrasil.com.br

 

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inmetroRegulamento está em consulta pública para sociedade poder participar, enviando relatos e sugestões
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) disponibiliza em consulta pública até 23 de março de 2015 em seu site a proposta de regulamento para estabelecer limites de cádmio e chumbo na fabricação de bijuterias e joias comercializadas no Brasil. Sociedade em geral e todas as partes interessadas podem participar, enviando relatos e sugestões para diape.consultapublica@inmetro.gov.br ou por correio. A intenção é incentivar o mercado nacional, prejudicado com a concorrência desleal dos produtos de baixa qualidade, resguardar a saúde do consumidor e, principalmente, proteger o meio ambiente contra metais pesados.A proposta de regulamentação, que considera bijuterias e joias, de uso adulto ou infantil, contas metálicas e componentes metálicos para fabricação de peças de joalheria; artigos de joalheria e de bijuteria metálicos, como acessórios para o cabelo; pulseiras, colares e anéis; piercings; relógios de pulso e outros adornos para os pulsos; abotoaduras e brincos, é fruto de uma articulação junto à Receita Federal, ao Ministério do Meio Ambiente e representantes da indústria nacional de bijuterias e joias. Nos EUA, o limite máximo permitido para cádmio em joias e bijuterias é de 0,03% e na Europa, 0,01%, índices que serviram de base para o regulamento brasileiro que está em consulta pública.“Não há regras estabelecidas para estas substâncias no Brasil, ao contrário da Europa e dos Estados Unidos. Resultados de ensaios em laboratórios do Inmetro com amostras de bijuterias, principalmente as importadas, acusaram a presença de metais pesados em níveis elevados. Apesar de a migração dessas substâncias para o corpo humano ser baixa, a maior preocupação é com a contaminação do maio ambiente, principalmente quando do descarte em grandes quantidades desses produtos”, comentou o chefe da Divisão de Articulação Externa e Projetos Especiais, Gustavo Kuster.

Prazos de adequação e fiscalização com Receita Federal nas aduanas

Fabricantes, importadores terão 12 meses para adequação, após a publicação da portaria definitiva do regulamento, com mais seis meses para atacadistas e o varejo escoarem todo o seu estoque, sujeitos às penalidades previstas na lei. Após este prazo, o Inmetro, por meio dos órgãos delegados, os Institutos de Pesos e Medidas em cada estado, iniciará a fiscalização. “Teremos uma atuação muito forte em portos e aeroportos, em parceria com a Receita Federal. Um trabalho de inteligência para impedir que o produto irregular, não conforme, entre no país”, resumiu Gustavo.

O texto da Portaria encontra-se disponível no site do Inmetro até o dia 23 de março de 2015. Sociedade em geral e todas as partes interessadas podem participar, enviando relatos e sugestões, por meio do e-mail: diape.consultapublica@inmetro.gov.br. Ou ainda pelos Correios: Rua Estrela 67, 4º andar, Rio Comprido, RJ – A/C da Divisão de Articulação Externa e Projetos Especiais – Diape.

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feimafeEmpresas atendem ramos tão diversos como alimentício, implementos rodoviários ou outras indústrias de base que necessitam de máquinas-ferramenta de alta tecnologia.

Uma das principais características das empresas expositoras da próxima Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, que acontece de 18 a 23 de maio, é a versatilidade para atender diversos ramos da indústria nacional e internacional.

A expositora Powermig, por exemplo, trabalha com duas marcas em dois segmentos diferentes, explica Patricia Zucco, analista de Marketing da empresa. “Com a Panasonic, oferecemos máquinas de soldagem. Com a ABB, temos soluções de processos de manipulação, ou seja, robôs para diversas aplicações. Ele pode pintar, usinar, cortar, paletizar, além de também poder ser aplicado às empresas do ramo alimentício. Se dividíssemos nossos clientes por segmento, os maiores seriam: implementos rodoviários, automobilístico, equipamentos agrícolas, equipamentos para construção e moveleiro”.

Ela diferencia também os produtos para o segmento de implementos rodoviários. “Geralmente os equipamentos são personalizados. Isso se deve à alta robustez das peças, e sua complexidade de processos. Em 2013, desenvolvemos uma célula robotizada com 36 metros de comprimento e quatro estações de soldagem, com robôs na posição sobre-cabeça”.

Já a Ergomat possui o torno TNG 32, equipamento compacto desenvolvido especialmente para atender o segmento de peças, tradicionalmente fabricadas em tornos a cames (parte de uma roda ou eixo giratório). “Por ser uma máquina CNC, o torno TNG 32 permite preparação extremamente rápida: primeiro, devido ao comando CNC de fácil programação e segundo por permitir o uso de blocos porta-ferramentas pré-ajustáveis de troca rápida. Características que faltavam para atender este segmento, explica Aline Ferreira, Marketing e Comunicação da empresa.

Serviço:

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário: 2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

www.feimafe.com.br

 

 

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TelemetriaCom a alta dos valores dos combustíveis, tecnologia possibilita economia de até 15% nos custos das empresas

Você sabia que a telemetria contribui com a redução do consumo de combustível e não apenas com questões ligadas a roubo e furto de cargas/veículos?

De acordo com Luiz Munhoz, diretor da Mix Telematics, uma das empresas mais importantes do mercado de telemetria no mundo todo, a tecnologia ajuda a reduzir o consumo de combustível e minimizar os custos operacionais e de manutenção da frota. “Nossos clientes experimentam uma economia média de 10% em seus custos de combustível – em muitos casos, esta economia chega a 15%. Isso porque as soluções incluem uma série de funcionalidades que aumentam a eficiência de combustível, o que permite que os clientes gerenciem seus motoristas e veículos de uma melhor forma”, destaca Munhoz.

Entre os seus benefícios das soluções desenvolvidas pela Mix Telematics, destacam-se:

  • Até 15% de economia em custos de combustível;
  • Melhoria no comportamento do motorista;
  • Dados comparativos sobre o consumo de combustível por motorista;
  • Redução de emissões de carbono;
  • Redução do impacto ambiental;
  • Redução dos custos de operação da frota e de manutenção.

Com base na telemetria também é possível gerar relatórios de uso do veículo com identificação do motorista, jornada de trabalho, tempo de condução na faixa de rotação econômica, etc. A quantidade de informações depende do veículo (marca, ano, modelo etc.) em que será instalado o sistema. As informações podem ser enviadas juntamente com a localização via sistema de rastreamento.

O que é telemetria?

A telemetria é uma tecnologia que permite a medição e comunicação de informações do interesse do operador ou desenvolvedor de sistemas. Ela é uma grande aliada dos transportadores, pois as informações relativas à condução do veículo são transmitidas à base de monitoramento. Com isso é possível identificar e corrigir hábitos dos motoristas, identificar situações que podem expor o veículo, a carga e o próprio condutor a riscos e otimizar o desempenho de cada veículo.

As principais informações oferecidas pela telemetria são:

 

  • distância percorrida (odômetro),
  • velocidade em pista seca ou molhada,
  • tempo de acionamento da embreagem (pé na embreagem),
  • freadas bruscas, acelerações bruscas,
  • tempo de uso do veículo parado, em marcha lenta e em movimento,
  • rotações do motor,
  • combustível,
  • temperatura do motor,
  • falha na pressão de óleo ,
  • uso do freio motor para veículos de carga.

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fieeTradicional encontro da indústria eletroeletrônica, a 28ª FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação vai reunir de 23 a 27 de março 1.400 marcas expositoras do Brasil e de fora. A dois meses do evento, empresas reconhecidas fazem preparativos e adiantam produtos que chamarão atenção dos 60 mil visitantes esperados ao Pavilhão de Exposições do Anhembi. Com a nova setorização da feira, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a edição 2015 organiza os expositores em quatro grandes pilares. Confira algumas das novidades!

 

Equipamentos Industriais – A Grantel expõe isoladores elétricos, pilares e discos de vidro; porcelana e borracha de silicone para tensões de 69 até 800kV em corrente contínua e alternada. Felipe Bazzo, diretor de Marketing, adianta que a empresa leva à FIEE isoladores de barramento de até 5 metros de altura. “Estamos apresentando o isolador suporte de barramento monocorpo de 800kV, equipamento que vendemos a Furnas em 2014. Este isolador foi desenvolvido para suportar chuvas de 5 mm por minuto tanto horizontalmente quanto verticalmente”.

 

Eletrônica – Rosana Rossi, Marketing da PHD, enfatiza a presença de no-breaks na linha de produtos da empresa. Entre eles, chamam atenção os no-breaks interativos, ideais para casas e escritórios. O equipamento tem display em LCD, alarme e comunicação via USB, além de proteção RJ11 para linhas telefônicas. “No estande, teremos no-break modular com potência de 80 kVA, com quatro battery packs no mesmo gabinete, além do trifásico de lançamento, com 30 kVA”.

 

Automação – Os leitores biométricos SecuGen, da SmartCore, são os principais destaques na opinião de Ricardo Adulis, porta-voz da empresa. Isso porque esse equipamento foi certificado pelo FBI, e tem capacidade de armazenar até 10 miltemplates. Outro equipamento é o receptor GNSS u-blox CAM-M8Q com operação simultânea GPS e Glonass. “A SmartCore provê módulos e componentes com grande foco nos mercados de IoT, conectividade, rastreamento, telemetria, médica, logística e automação”.

 

Energia – Entre os destaques da Sicame, estão as luvas isolantes CATU, fabricadas na Espanha, para eletricistas, e os dissipadores de descargas atmosféricas (para-raios) Streamer Sai20z. “Esse produto oferece às redes de distribuição de energia proteção total contra descargas indiretas, que são responsáveis por grande parte dos desligamentos não programados, no Brasil”, explica o gerente comercial Marcelo Freitas. A Fiolux dá atenção especial para o novo Auto Transformador Premium, além de levar uma linha completa de produtos para atender os setores elétrico, informática, refrigeração e iluminação.

Além desses produtos, o visitante poderá acompanhar outros lançamentos e participar de atividades paralelas à FIEE:

Ilhas Temáticas – Dentro da feira serão apresentadas tecnologias em suas aplicações práticas em espaços montados especialmente tematizados. Cada setor da feira terá suas ilhas temáticas formadas pelos produtos apresentados pelos expositores. Os temas preliminares são Soluções de Automação, Instalações Industriais, GTDC e Eletrônica.

Hot Spots (workshops) – Espaços preparados para apresentações de produtos/serviços no ambiente da feira com sistemas de som, telão e operadores. Os visitantes podem participar gratuitamente.

 

Serviço – FIEE – 28ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação

Data: 23 a 27 de março de 2015

Horário: 13h às 21h | Sexta das 13h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – CEP 02012-021 São Paulo – SP

Mais informações: www.fiee.com.br

 

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economiaPor Rodrigo Bertozzi (*)

A sinalização do mercado de capital é positiva. Este deve ser um ano promissor quanto à manutenção e o crescimento do interesse de investidores nacionais e estrangeiros em médias e grandes empresas brasileiras. Acredito que teremos mais fundos soberanos vindos para o Brasil em 2015 e 2016. Houve uma evolução nos negócios, principalmente nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Espírito Santo e Piauí.

Investimentos nos setores da construção, logística – o grande desafio -, varejo farmacêutico e de eletrodomésticos, refeições coletivas e portos particulares (para apoiar o escoamento da produção agrícola e industrial) são os que vêm atraindo mais olhares. O setor educacional segue em consolidação, comandado pela Kroyon Anhanguera e grupos regionais buscando sócios investidores para defender seu negócio.

Lembro que, há 20 anos, antes da estabilidade trazida pelo Plano Real, o capital era volátil; entrava e saía, sem expectativas de ficar. Hoje, apesar da crise de confiança na economia, os fundos pensam em ficar em média sete anos para ter o payback em retorno de três vezes ou mais do investimento.

Levantamento do Centro de Estudos de Private Equity (PE) e Venture Capital (VC) da Fundação Getúlio Vargas (SP) reforça essa expectativa quando mostra que os fundos injetaram cerca de US$ 7,6 bilhões no país ao ano, entre 2010 e 2013. Este valor investido é o dobro do volume aportado no Brasil nos três anos anteriores ao período analisado. Os autores da pesquisa também projetam um aumento de 15% a 20% ao ano do capital comprometido da indústria de PE/VC no Brasil.

Mas alguns percalços na economia podem mexer com o quadro de investimentos. Na Infraestrutura, a Operação Lava Jato entrou de frente nas gigantes do setor, o que abre espaço para que novas empresas surjam nessa brecha de oportunidades. Empresas terceirizadas, por exemplo, podem ter bons ativos, mas, por conta da crise, vão precisar se reinventar. O mesmo vale para a cadeia de gás e óleo.

A crise de confiança na economia também tem mexido com os ciclos de negociação dos fundos private equity que investem no Brasil, que estão com maior nível de detalhamento e análises mais demoradas. No primeiro semestre de 2014, por exemplo, fundos de PE e VC fecharam 74 operações no Brasil, enquanto no mesmo período de 2013 foram concluídas 115 transações, de acordo com a consultoria TTR.

Mas não gosto de olhar o Brasil como um todo. Precisamos atentar para os investimentos em cidades menores – também uma novidade de 15 anos para cá. O segredo está em olhar para médias empresas em microrregiões com perspectivas de crescimento acima da média, como, por exemplo, Campina Grande (PB), com um polo de tecnologia em formação; Teresina (PI), com instalações da indústria de energia eólica; a fronteira agrícola de MAPITOBA (Maranhão/Piauí/Tocantins/Bahia); e Joinville (SC), que em breve receberá uma fábrica da BMW, só para citar algumas”, analisa Bertozzi.

Olhando esse cenário verifica-se que ainda há muito a se prospectar no país. Esse crescimento no interior torna as empresas locais/regionais – com perfil quase sempre familiar – visíveis e alvo de produtos financeiros a que antes não tinham acesso.

É fato que os investimentos estão mais elásticos e os fundamentos para receber os aportes mais difíceis, mas o panorama é bom para 2015. Mesmo sendo um ano difícil para a economia brasileira, os fundamentos de longo prazo mantêm atraentes os investimentos e podem ajudar o país, inclusive, na retomada do crescimento.

Rodrigo Bertozzi é CEO da B2L Investimentos S/A.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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