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inmetroRegulamento está em consulta pública para sociedade poder participar, enviando relatos e sugestões
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) disponibiliza em consulta pública até 23 de março de 2015 em seu site a proposta de regulamento para estabelecer limites de cádmio e chumbo na fabricação de bijuterias e joias comercializadas no Brasil. Sociedade em geral e todas as partes interessadas podem participar, enviando relatos e sugestões para diape.consultapublica@inmetro.gov.br ou por correio. A intenção é incentivar o mercado nacional, prejudicado com a concorrência desleal dos produtos de baixa qualidade, resguardar a saúde do consumidor e, principalmente, proteger o meio ambiente contra metais pesados.A proposta de regulamentação, que considera bijuterias e joias, de uso adulto ou infantil, contas metálicas e componentes metálicos para fabricação de peças de joalheria; artigos de joalheria e de bijuteria metálicos, como acessórios para o cabelo; pulseiras, colares e anéis; piercings; relógios de pulso e outros adornos para os pulsos; abotoaduras e brincos, é fruto de uma articulação junto à Receita Federal, ao Ministério do Meio Ambiente e representantes da indústria nacional de bijuterias e joias. Nos EUA, o limite máximo permitido para cádmio em joias e bijuterias é de 0,03% e na Europa, 0,01%, índices que serviram de base para o regulamento brasileiro que está em consulta pública.“Não há regras estabelecidas para estas substâncias no Brasil, ao contrário da Europa e dos Estados Unidos. Resultados de ensaios em laboratórios do Inmetro com amostras de bijuterias, principalmente as importadas, acusaram a presença de metais pesados em níveis elevados. Apesar de a migração dessas substâncias para o corpo humano ser baixa, a maior preocupação é com a contaminação do maio ambiente, principalmente quando do descarte em grandes quantidades desses produtos”, comentou o chefe da Divisão de Articulação Externa e Projetos Especiais, Gustavo Kuster.

Prazos de adequação e fiscalização com Receita Federal nas aduanas

Fabricantes, importadores terão 12 meses para adequação, após a publicação da portaria definitiva do regulamento, com mais seis meses para atacadistas e o varejo escoarem todo o seu estoque, sujeitos às penalidades previstas na lei. Após este prazo, o Inmetro, por meio dos órgãos delegados, os Institutos de Pesos e Medidas em cada estado, iniciará a fiscalização. “Teremos uma atuação muito forte em portos e aeroportos, em parceria com a Receita Federal. Um trabalho de inteligência para impedir que o produto irregular, não conforme, entre no país”, resumiu Gustavo.

O texto da Portaria encontra-se disponível no site do Inmetro até o dia 23 de março de 2015. Sociedade em geral e todas as partes interessadas podem participar, enviando relatos e sugestões, por meio do e-mail: diape.consultapublica@inmetro.gov.br. Ou ainda pelos Correios: Rua Estrela 67, 4º andar, Rio Comprido, RJ – A/C da Divisão de Articulação Externa e Projetos Especiais – Diape.

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feimafeEmpresas atendem ramos tão diversos como alimentício, implementos rodoviários ou outras indústrias de base que necessitam de máquinas-ferramenta de alta tecnologia.

Uma das principais características das empresas expositoras da próxima Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, que acontece de 18 a 23 de maio, é a versatilidade para atender diversos ramos da indústria nacional e internacional.

A expositora Powermig, por exemplo, trabalha com duas marcas em dois segmentos diferentes, explica Patricia Zucco, analista de Marketing da empresa. “Com a Panasonic, oferecemos máquinas de soldagem. Com a ABB, temos soluções de processos de manipulação, ou seja, robôs para diversas aplicações. Ele pode pintar, usinar, cortar, paletizar, além de também poder ser aplicado às empresas do ramo alimentício. Se dividíssemos nossos clientes por segmento, os maiores seriam: implementos rodoviários, automobilístico, equipamentos agrícolas, equipamentos para construção e moveleiro”.

Ela diferencia também os produtos para o segmento de implementos rodoviários. “Geralmente os equipamentos são personalizados. Isso se deve à alta robustez das peças, e sua complexidade de processos. Em 2013, desenvolvemos uma célula robotizada com 36 metros de comprimento e quatro estações de soldagem, com robôs na posição sobre-cabeça”.

Já a Ergomat possui o torno TNG 32, equipamento compacto desenvolvido especialmente para atender o segmento de peças, tradicionalmente fabricadas em tornos a cames (parte de uma roda ou eixo giratório). “Por ser uma máquina CNC, o torno TNG 32 permite preparação extremamente rápida: primeiro, devido ao comando CNC de fácil programação e segundo por permitir o uso de blocos porta-ferramentas pré-ajustáveis de troca rápida. Características que faltavam para atender este segmento, explica Aline Ferreira, Marketing e Comunicação da empresa.

Serviço:

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário: 2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

www.feimafe.com.br

 

 

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TelemetriaCom a alta dos valores dos combustíveis, tecnologia possibilita economia de até 15% nos custos das empresas

Você sabia que a telemetria contribui com a redução do consumo de combustível e não apenas com questões ligadas a roubo e furto de cargas/veículos?

De acordo com Luiz Munhoz, diretor da Mix Telematics, uma das empresas mais importantes do mercado de telemetria no mundo todo, a tecnologia ajuda a reduzir o consumo de combustível e minimizar os custos operacionais e de manutenção da frota. “Nossos clientes experimentam uma economia média de 10% em seus custos de combustível – em muitos casos, esta economia chega a 15%. Isso porque as soluções incluem uma série de funcionalidades que aumentam a eficiência de combustível, o que permite que os clientes gerenciem seus motoristas e veículos de uma melhor forma”, destaca Munhoz.

Entre os seus benefícios das soluções desenvolvidas pela Mix Telematics, destacam-se:

  • Até 15% de economia em custos de combustível;
  • Melhoria no comportamento do motorista;
  • Dados comparativos sobre o consumo de combustível por motorista;
  • Redução de emissões de carbono;
  • Redução do impacto ambiental;
  • Redução dos custos de operação da frota e de manutenção.

Com base na telemetria também é possível gerar relatórios de uso do veículo com identificação do motorista, jornada de trabalho, tempo de condução na faixa de rotação econômica, etc. A quantidade de informações depende do veículo (marca, ano, modelo etc.) em que será instalado o sistema. As informações podem ser enviadas juntamente com a localização via sistema de rastreamento.

O que é telemetria?

A telemetria é uma tecnologia que permite a medição e comunicação de informações do interesse do operador ou desenvolvedor de sistemas. Ela é uma grande aliada dos transportadores, pois as informações relativas à condução do veículo são transmitidas à base de monitoramento. Com isso é possível identificar e corrigir hábitos dos motoristas, identificar situações que podem expor o veículo, a carga e o próprio condutor a riscos e otimizar o desempenho de cada veículo.

As principais informações oferecidas pela telemetria são:

 

  • distância percorrida (odômetro),
  • velocidade em pista seca ou molhada,
  • tempo de acionamento da embreagem (pé na embreagem),
  • freadas bruscas, acelerações bruscas,
  • tempo de uso do veículo parado, em marcha lenta e em movimento,
  • rotações do motor,
  • combustível,
  • temperatura do motor,
  • falha na pressão de óleo ,
  • uso do freio motor para veículos de carga.

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fieeTradicional encontro da indústria eletroeletrônica, a 28ª FIEE – Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação vai reunir de 23 a 27 de março 1.400 marcas expositoras do Brasil e de fora. A dois meses do evento, empresas reconhecidas fazem preparativos e adiantam produtos que chamarão atenção dos 60 mil visitantes esperados ao Pavilhão de Exposições do Anhembi. Com a nova setorização da feira, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, a edição 2015 organiza os expositores em quatro grandes pilares. Confira algumas das novidades!

 

Equipamentos Industriais – A Grantel expõe isoladores elétricos, pilares e discos de vidro; porcelana e borracha de silicone para tensões de 69 até 800kV em corrente contínua e alternada. Felipe Bazzo, diretor de Marketing, adianta que a empresa leva à FIEE isoladores de barramento de até 5 metros de altura. “Estamos apresentando o isolador suporte de barramento monocorpo de 800kV, equipamento que vendemos a Furnas em 2014. Este isolador foi desenvolvido para suportar chuvas de 5 mm por minuto tanto horizontalmente quanto verticalmente”.

 

Eletrônica – Rosana Rossi, Marketing da PHD, enfatiza a presença de no-breaks na linha de produtos da empresa. Entre eles, chamam atenção os no-breaks interativos, ideais para casas e escritórios. O equipamento tem display em LCD, alarme e comunicação via USB, além de proteção RJ11 para linhas telefônicas. “No estande, teremos no-break modular com potência de 80 kVA, com quatro battery packs no mesmo gabinete, além do trifásico de lançamento, com 30 kVA”.

 

Automação – Os leitores biométricos SecuGen, da SmartCore, são os principais destaques na opinião de Ricardo Adulis, porta-voz da empresa. Isso porque esse equipamento foi certificado pelo FBI, e tem capacidade de armazenar até 10 miltemplates. Outro equipamento é o receptor GNSS u-blox CAM-M8Q com operação simultânea GPS e Glonass. “A SmartCore provê módulos e componentes com grande foco nos mercados de IoT, conectividade, rastreamento, telemetria, médica, logística e automação”.

 

Energia – Entre os destaques da Sicame, estão as luvas isolantes CATU, fabricadas na Espanha, para eletricistas, e os dissipadores de descargas atmosféricas (para-raios) Streamer Sai20z. “Esse produto oferece às redes de distribuição de energia proteção total contra descargas indiretas, que são responsáveis por grande parte dos desligamentos não programados, no Brasil”, explica o gerente comercial Marcelo Freitas. A Fiolux dá atenção especial para o novo Auto Transformador Premium, além de levar uma linha completa de produtos para atender os setores elétrico, informática, refrigeração e iluminação.

Além desses produtos, o visitante poderá acompanhar outros lançamentos e participar de atividades paralelas à FIEE:

Ilhas Temáticas – Dentro da feira serão apresentadas tecnologias em suas aplicações práticas em espaços montados especialmente tematizados. Cada setor da feira terá suas ilhas temáticas formadas pelos produtos apresentados pelos expositores. Os temas preliminares são Soluções de Automação, Instalações Industriais, GTDC e Eletrônica.

Hot Spots (workshops) – Espaços preparados para apresentações de produtos/serviços no ambiente da feira com sistemas de som, telão e operadores. Os visitantes podem participar gratuitamente.

 

Serviço – FIEE – 28ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Eletrônica, Energia e Automação

Data: 23 a 27 de março de 2015

Horário: 13h às 21h | Sexta das 13h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – CEP 02012-021 São Paulo – SP

Mais informações: www.fiee.com.br

 

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economiaPor Rodrigo Bertozzi (*)

A sinalização do mercado de capital é positiva. Este deve ser um ano promissor quanto à manutenção e o crescimento do interesse de investidores nacionais e estrangeiros em médias e grandes empresas brasileiras. Acredito que teremos mais fundos soberanos vindos para o Brasil em 2015 e 2016. Houve uma evolução nos negócios, principalmente nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Espírito Santo e Piauí.

Investimentos nos setores da construção, logística – o grande desafio -, varejo farmacêutico e de eletrodomésticos, refeições coletivas e portos particulares (para apoiar o escoamento da produção agrícola e industrial) são os que vêm atraindo mais olhares. O setor educacional segue em consolidação, comandado pela Kroyon Anhanguera e grupos regionais buscando sócios investidores para defender seu negócio.

Lembro que, há 20 anos, antes da estabilidade trazida pelo Plano Real, o capital era volátil; entrava e saía, sem expectativas de ficar. Hoje, apesar da crise de confiança na economia, os fundos pensam em ficar em média sete anos para ter o payback em retorno de três vezes ou mais do investimento.

Levantamento do Centro de Estudos de Private Equity (PE) e Venture Capital (VC) da Fundação Getúlio Vargas (SP) reforça essa expectativa quando mostra que os fundos injetaram cerca de US$ 7,6 bilhões no país ao ano, entre 2010 e 2013. Este valor investido é o dobro do volume aportado no Brasil nos três anos anteriores ao período analisado. Os autores da pesquisa também projetam um aumento de 15% a 20% ao ano do capital comprometido da indústria de PE/VC no Brasil.

Mas alguns percalços na economia podem mexer com o quadro de investimentos. Na Infraestrutura, a Operação Lava Jato entrou de frente nas gigantes do setor, o que abre espaço para que novas empresas surjam nessa brecha de oportunidades. Empresas terceirizadas, por exemplo, podem ter bons ativos, mas, por conta da crise, vão precisar se reinventar. O mesmo vale para a cadeia de gás e óleo.

A crise de confiança na economia também tem mexido com os ciclos de negociação dos fundos private equity que investem no Brasil, que estão com maior nível de detalhamento e análises mais demoradas. No primeiro semestre de 2014, por exemplo, fundos de PE e VC fecharam 74 operações no Brasil, enquanto no mesmo período de 2013 foram concluídas 115 transações, de acordo com a consultoria TTR.

Mas não gosto de olhar o Brasil como um todo. Precisamos atentar para os investimentos em cidades menores – também uma novidade de 15 anos para cá. O segredo está em olhar para médias empresas em microrregiões com perspectivas de crescimento acima da média, como, por exemplo, Campina Grande (PB), com um polo de tecnologia em formação; Teresina (PI), com instalações da indústria de energia eólica; a fronteira agrícola de MAPITOBA (Maranhão/Piauí/Tocantins/Bahia); e Joinville (SC), que em breve receberá uma fábrica da BMW, só para citar algumas”, analisa Bertozzi.

Olhando esse cenário verifica-se que ainda há muito a se prospectar no país. Esse crescimento no interior torna as empresas locais/regionais – com perfil quase sempre familiar – visíveis e alvo de produtos financeiros a que antes não tinham acesso.

É fato que os investimentos estão mais elásticos e os fundamentos para receber os aportes mais difíceis, mas o panorama é bom para 2015. Mesmo sendo um ano difícil para a economia brasileira, os fundamentos de longo prazo mantêm atraentes os investimentos e podem ajudar o país, inclusive, na retomada do crescimento.

Rodrigo Bertozzi é CEO da B2L Investimentos S/A.

 

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okA organizadora de feiras Messe Brasil anuncia a 10ª edição da Intermach – Feira e Congresso Internacional deTecnologia, Máquinas,Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica. O evento será realizadode 1 a 4 de setembro, na Expoville, em Joinville, SC.

A Intermach acontece nos anos ímpares e reúne toda a tecnologia de ponta em equipamentos, protótipos e serviços. Em 2013, a feirareuniu 32 mil visitantes de 11 países e 16 estados brasileiros que conferiram as novidades trazidas por550 empresas expositoras doBrasil, Colômbia, Itália, China, Turquia, Alemanha, Argentina, Estados Unidos, Peru,Espanha e Paraguai, em uma área de 21.000 m².Estima-se que a edição de 2013 tenha gerado cerca de R$ 360 milhõesem negócios durante sua realização e nos seis mesesseguintes, por conta dos contatos iniciados no evento.

Serviço

Intermach 2015 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica – www.intermach.com.br
Data: 1 a 4 setembro de 2015
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

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Artigo – Fortaleza contra ciberataques

Icone Artigo | Por em 27 de janeiro de 2015

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internetVicente Troiano (*)

 Eles estão por todas as partes na rede mundial de computadores e, mais dia, menos dia, irão infernizar a sua vida e a da sua empresa. Uma pesquisa recente revela que os ciberataques já tentaram infectar quase 30% dos usuários latino-americanos durante o primeiro semestre de 2014. Em muitos casos, deixam um rastro de danos irreparáveis, comprometendo muitas vezes importantes projetos das empresas, inclusive com danos financeiros.

 Uma boa parte desses prejuízos poderia ter sido evitada com a adoção de determinados padrões pelas companhias. O simples manuseio inadequado de arquivos é capaz de abrir as portas das empresas para um vírus inesperado. Para se ter uma ideia de como pequenos atos podem trazer grandes transtornos, um levantamento da ABGD (Associação Brasileira de Gerenciamento de Documentos) aponta que 67% dos dados perdidos estão diretamente relacionados a erros dos usuários, o que os torna 30 vezes mais ameaçados por vírus, fator que lidera a causa da perda de arquivo. As ameaças estão por toda parte e ferramentas podem ajudar a combater essas ameaças às corporações.

 O gerenciamento adequado das informações das empresas é outra forma de evitar danos. Hoje, as corporações podem contar com soluções cada vez mais adequadas ao seu perfil. As empresas prestadoras desses serviços estão cada vez mais preparadas para enfrentar os desafios impostos pelo ciberespaço. Elas vêm desenvolvendo importantes programas capazes de detectar o mais simples sinal de invasores. Por outro lado, uma empresa que não tem no seu core business a segurança informacional como prioridade corre sérios riscos com a exposição dos seus dados.

 Esse mercado traz novas possibilidades e avanços, capazes de atender as mais diversas necessidades com soluções globais. Clientes com demandas muitos específicas encontram um poderoso instrumento, contando com equipes altamente especializadas. São instrumentos que já estão no mercado e que reduzir os investimentos das empresas.

 Por isso, na hora de decidir sobre investimentos de gerenciamento de informações, é preciso avaliar se as soluções testadas e aprovadas do mercado, com alto grau de confiabilidade e segurança, são capazes de atender sua demanda.

(*) Vicente Troiano, diretor de Marketing e Vendas da Recall do Brasil

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cofinsJúlia Eugênia Cruz e Campos*

A Coordenadoria-Geral de Tributação (Cosit), da Receita Federal do Brasil, através da Solução de Consulta n° 308, publicada no final de outubro de 2014, decidiu que as empresas que importam mercadorias em operações suscetíveis à incidência da Contribuição para o PIS/-Importação e da Cofins-Importação com alíquotas não nulas e as revendem com alíquotas zero podem se valer dos créditos oriundos das contribuições recolhidas no desembaraço aduaneiro na apuração do PIS e da Cofins no regime de não cumulatividade.

Segundo a Receita, caso a situação gere saldo credor de PIS/Cofins, podem os créditos ser utilizados para compensação com outros tributos administrados pelo Fisco ou, ainda, ressarcidos, nos termos da legislação de regência.

Para seu veredicto, a Receita interpretou sistematicamente as leis nº 10.865 e nº 11.033, ambas de 2004, e pacificou o entendimento fiscal, beneficiando outros importadores que se viam no mesmo cenário, acumulando créditos de PIS e Cofins que não eram passíveis de compensação ou ressarcimento.

O artigo 17 da Lei nº 11.033, crucial para o deslinde da solução, admite a manutenção dos créditos da Contribuição para o PIS/Pasep-Impostação e da Cofins-Importação quanto aos bens trazidos a título de importação, pelo importador, mesmo que seja procedida a alienação destes produtos em transações passíveis de alíquotas zeradas.

Nessa seara, sendo observadas as determinações da legislação, é permitido que os créditos em análise sejam abatidos na apuração da contribuição para o PIS e da Cofins, no regime de não cumulatividade, pelo importador que posteriormente revenda as mercadorias e bens importados.

Assim, não existindo ou sendo inferior o valor objeto do desconto, de modo a inviabilizar que ele seja procedido integralmente, os créditos acumulados pelo sujeito passivo da relação tributária podem ser compensados com outros tributos administrados pela Receita ou ressarcidos, conforme os dispositivos legais e atos normativos que regem a matéria.

Vale ressaltar que a regra em questão, apesar de tratar especificamente de mercadorias e produtos inseridos no Programa de Inclusão Digital (art. 28 da Lei nº 11.196/2005), aplica-se a situações análogas. Ou seja, onde há pagamento das contribuições na importação e posterior revenda desonerada.

Diante do exposto, concluímos que a resolução foi de grande valia para os importadores, que foram favorecidos pela desoneração de sua atividade, uma vez que tiveram garantido o direito à manutenção dos créditos do PIS e Cofins nas operações de revenda de bens importados com alíquota zerada.

 
* Júlia Eugênia Cruz e Campos é membro do escritório Andrade Silva Advogados
 

 

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141106135148_feimafeO caminho para o fortalecimento da indústria de máquinas é mesmo a exportação. Essa é a análise de Henry Goffaux, presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura da Abimaq. O executivo faz uma previsão dos aspectos positivos do mercado de bens de capitais, que tem na 15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura seu maior e principal encontro na América Latina, de 18 a 23 de maio de 2015.

Para o executivo, a alta do câmbio em relação ao dólar pode ser um dos principais estímulos para a competitividade do Brasil no mercado internacional. “Com esse aumento o interesse em exportar voltou. Então, esse câmbio traz dois benefícios: encarece o produto importado e melhora nossa competitividade nas exportações. Não adianta chorar por conta do mercado interno. Aqui, estamos sempre à mercê de investimentos estatais, quando esses vêm”. Mas Goffaux também atenta para movimento interno aquecido pela atualização do parque industrial. “Acredito sim na substituição de máquinas mais velhas. Através de planos como nosso Modermaq, isso pode ser um impulso importante para alcançarmos novamente produtividade”.  O Modermaq é uma modalidade do Finame que permite financiamento de até 90%.

Com esse cenário em vista, Goffaux exalta a importância da Feimafe para o segmento de bens de capitais. “É a feira mais importante de máquinas-ferramenta de toda América Latina. Por isso, esperamos que os empresários se animem para investimentos. Hoje aumento de eficiência e produtividade são grandes desafios, e isso passa pelos meios produtivos mais modernos, máquinas mais precisas, conectadas, etc”.

Exportações foram importantes para indústria em 2014

Pelos dados da Abimaq, de janeiro a julho do ano passado, o faturamento bruto do setor somou R$ 40,68 bilhões. Esse montante é 14,5% menor que o de igual período de 2013. Contudo, no mesmo período, as exportações foram de US$ 7,86 bilhões, aumento de 18,2%. De janeiro a julho de 2014, as vendas para fora do país foram 44,6% do faturamento total do setor, acima da média histórica de 32%. Remessas para os Estados Unidos aumentaram impressionantes 47,8% até julho, em relação a 2013. Para Europa, a alta foi de 32,5%. Para a América Latina, houve recuo de 5,7%.

Serviço

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário:  2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Mais informações: www.feimafe.com.br

 

 

 

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feiplasticUma das grandes tendências da indústria da construção civil será confirmada na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 4 a 8 de maio de 2015: o uso de materiais plásticos (poliméricos) ganha cada vez mais espaço na arquitetura e engenharia. Com isso, poliestireno, polietileno, PVC e náilon vem conquistando espaço outrora ocupados por materiais mais pesados e de modelagem mais complexa.

A Amut-Wortex, uma das marcas expositoras da feira, destaca algumas das vantagens dos equipamentos de extrusão de membranas impermeabilizantes e chapas pastilhadas para diferentes aplicações na construção civil, para cobertura de telhados (no caso de membranas impermeáveis), por exemplo. “Diversos estudos demonstraram que os sistemas de cobertura para telhados com baixo/médio declives, feitos com membranas termoplásticas, são hoje os mais eficientes e ecologicamente amigáveis com as seguintes características importantes: ecológico; longa duração; excelente reflexo do calor graças às superfícies claras; leve (baixo peso), menor consumo de material e sistema com baixa manutenção”, explica Angelo Milani, diretor comercial da empresa.

Outra aplicação são as chapas pastilhadas em polietileno de alta densidade (HDPE), utilizada para proteger e prover drenagem para paredes subterrâneas.  São utilizadas para proteção e ventilação da manta impermeável entre as fundações de cimento e o solo.

Liliane Bortoluci, diretora da feira organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado explica que a inovação é um dos focos da Feiplastic 2015. “Trata-se de uma indústria muito ágil, que hoje em dia oferece inovações como, por exemplo, o concreto PVC. Por isso, a cada edição a Feiplastic se renova de maneira surpreendente”. Com 85% da feira vendida, a expectativa da Reed é  bater o número de marcas expostas da última edição e receber cerca de 70 mil visitantes/compradores nos 85 mil m² totalmente ocupados do Anhembi.

Serviço

Feiplastic – Feira Internacional do Plástico

Data: 4 a 8 de maio de 2015

Horário: 11h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo – SP – Brasil

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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