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okA organizadora de feiras Messe Brasil anuncia a 10ª edição da Intermach – Feira e Congresso Internacional deTecnologia, Máquinas,Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica. O evento será realizadode 1 a 4 de setembro, na Expoville, em Joinville, SC.

A Intermach acontece nos anos ímpares e reúne toda a tecnologia de ponta em equipamentos, protótipos e serviços. Em 2013, a feirareuniu 32 mil visitantes de 11 países e 16 estados brasileiros que conferiram as novidades trazidas por550 empresas expositoras doBrasil, Colômbia, Itália, China, Turquia, Alemanha, Argentina, Estados Unidos, Peru,Espanha e Paraguai, em uma área de 21.000 m².Estima-se que a edição de 2013 tenha gerado cerca de R$ 360 milhõesem negócios durante sua realização e nos seis mesesseguintes, por conta dos contatos iniciados no evento.

Serviço

Intermach 2015 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica – www.intermach.com.br
Data: 1 a 4 setembro de 2015
Horário: 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC – Brasil
Organização: Messe Brasil

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Artigo – Fortaleza contra ciberataques

Icone Artigo | Por em 27 de janeiro de 2015

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internetVicente Troiano (*)

 Eles estão por todas as partes na rede mundial de computadores e, mais dia, menos dia, irão infernizar a sua vida e a da sua empresa. Uma pesquisa recente revela que os ciberataques já tentaram infectar quase 30% dos usuários latino-americanos durante o primeiro semestre de 2014. Em muitos casos, deixam um rastro de danos irreparáveis, comprometendo muitas vezes importantes projetos das empresas, inclusive com danos financeiros.

 Uma boa parte desses prejuízos poderia ter sido evitada com a adoção de determinados padrões pelas companhias. O simples manuseio inadequado de arquivos é capaz de abrir as portas das empresas para um vírus inesperado. Para se ter uma ideia de como pequenos atos podem trazer grandes transtornos, um levantamento da ABGD (Associação Brasileira de Gerenciamento de Documentos) aponta que 67% dos dados perdidos estão diretamente relacionados a erros dos usuários, o que os torna 30 vezes mais ameaçados por vírus, fator que lidera a causa da perda de arquivo. As ameaças estão por toda parte e ferramentas podem ajudar a combater essas ameaças às corporações.

 O gerenciamento adequado das informações das empresas é outra forma de evitar danos. Hoje, as corporações podem contar com soluções cada vez mais adequadas ao seu perfil. As empresas prestadoras desses serviços estão cada vez mais preparadas para enfrentar os desafios impostos pelo ciberespaço. Elas vêm desenvolvendo importantes programas capazes de detectar o mais simples sinal de invasores. Por outro lado, uma empresa que não tem no seu core business a segurança informacional como prioridade corre sérios riscos com a exposição dos seus dados.

 Esse mercado traz novas possibilidades e avanços, capazes de atender as mais diversas necessidades com soluções globais. Clientes com demandas muitos específicas encontram um poderoso instrumento, contando com equipes altamente especializadas. São instrumentos que já estão no mercado e que reduzir os investimentos das empresas.

 Por isso, na hora de decidir sobre investimentos de gerenciamento de informações, é preciso avaliar se as soluções testadas e aprovadas do mercado, com alto grau de confiabilidade e segurança, são capazes de atender sua demanda.

(*) Vicente Troiano, diretor de Marketing e Vendas da Recall do Brasil

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cofinsJúlia Eugênia Cruz e Campos*

A Coordenadoria-Geral de Tributação (Cosit), da Receita Federal do Brasil, através da Solução de Consulta n° 308, publicada no final de outubro de 2014, decidiu que as empresas que importam mercadorias em operações suscetíveis à incidência da Contribuição para o PIS/-Importação e da Cofins-Importação com alíquotas não nulas e as revendem com alíquotas zero podem se valer dos créditos oriundos das contribuições recolhidas no desembaraço aduaneiro na apuração do PIS e da Cofins no regime de não cumulatividade.

Segundo a Receita, caso a situação gere saldo credor de PIS/Cofins, podem os créditos ser utilizados para compensação com outros tributos administrados pelo Fisco ou, ainda, ressarcidos, nos termos da legislação de regência.

Para seu veredicto, a Receita interpretou sistematicamente as leis nº 10.865 e nº 11.033, ambas de 2004, e pacificou o entendimento fiscal, beneficiando outros importadores que se viam no mesmo cenário, acumulando créditos de PIS e Cofins que não eram passíveis de compensação ou ressarcimento.

O artigo 17 da Lei nº 11.033, crucial para o deslinde da solução, admite a manutenção dos créditos da Contribuição para o PIS/Pasep-Impostação e da Cofins-Importação quanto aos bens trazidos a título de importação, pelo importador, mesmo que seja procedida a alienação destes produtos em transações passíveis de alíquotas zeradas.

Nessa seara, sendo observadas as determinações da legislação, é permitido que os créditos em análise sejam abatidos na apuração da contribuição para o PIS e da Cofins, no regime de não cumulatividade, pelo importador que posteriormente revenda as mercadorias e bens importados.

Assim, não existindo ou sendo inferior o valor objeto do desconto, de modo a inviabilizar que ele seja procedido integralmente, os créditos acumulados pelo sujeito passivo da relação tributária podem ser compensados com outros tributos administrados pela Receita ou ressarcidos, conforme os dispositivos legais e atos normativos que regem a matéria.

Vale ressaltar que a regra em questão, apesar de tratar especificamente de mercadorias e produtos inseridos no Programa de Inclusão Digital (art. 28 da Lei nº 11.196/2005), aplica-se a situações análogas. Ou seja, onde há pagamento das contribuições na importação e posterior revenda desonerada.

Diante do exposto, concluímos que a resolução foi de grande valia para os importadores, que foram favorecidos pela desoneração de sua atividade, uma vez que tiveram garantido o direito à manutenção dos créditos do PIS e Cofins nas operações de revenda de bens importados com alíquota zerada.

 
* Júlia Eugênia Cruz e Campos é membro do escritório Andrade Silva Advogados
 

 

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141106135148_feimafeO caminho para o fortalecimento da indústria de máquinas é mesmo a exportação. Essa é a análise de Henry Goffaux, presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura da Abimaq. O executivo faz uma previsão dos aspectos positivos do mercado de bens de capitais, que tem na 15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura seu maior e principal encontro na América Latina, de 18 a 23 de maio de 2015.

Para o executivo, a alta do câmbio em relação ao dólar pode ser um dos principais estímulos para a competitividade do Brasil no mercado internacional. “Com esse aumento o interesse em exportar voltou. Então, esse câmbio traz dois benefícios: encarece o produto importado e melhora nossa competitividade nas exportações. Não adianta chorar por conta do mercado interno. Aqui, estamos sempre à mercê de investimentos estatais, quando esses vêm”. Mas Goffaux também atenta para movimento interno aquecido pela atualização do parque industrial. “Acredito sim na substituição de máquinas mais velhas. Através de planos como nosso Modermaq, isso pode ser um impulso importante para alcançarmos novamente produtividade”.  O Modermaq é uma modalidade do Finame que permite financiamento de até 90%.

Com esse cenário em vista, Goffaux exalta a importância da Feimafe para o segmento de bens de capitais. “É a feira mais importante de máquinas-ferramenta de toda América Latina. Por isso, esperamos que os empresários se animem para investimentos. Hoje aumento de eficiência e produtividade são grandes desafios, e isso passa pelos meios produtivos mais modernos, máquinas mais precisas, conectadas, etc”.

Exportações foram importantes para indústria em 2014

Pelos dados da Abimaq, de janeiro a julho do ano passado, o faturamento bruto do setor somou R$ 40,68 bilhões. Esse montante é 14,5% menor que o de igual período de 2013. Contudo, no mesmo período, as exportações foram de US$ 7,86 bilhões, aumento de 18,2%. De janeiro a julho de 2014, as vendas para fora do país foram 44,6% do faturamento total do setor, acima da média histórica de 32%. Remessas para os Estados Unidos aumentaram impressionantes 47,8% até julho, em relação a 2013. Para Europa, a alta foi de 32,5%. Para a América Latina, houve recuo de 5,7%.

Serviço

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário:  2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Mais informações: www.feimafe.com.br

 

 

 

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feiplasticUma das grandes tendências da indústria da construção civil será confirmada na Feiplastic – Feira Internacional do Plástico, que acontece de 4 a 8 de maio de 2015: o uso de materiais plásticos (poliméricos) ganha cada vez mais espaço na arquitetura e engenharia. Com isso, poliestireno, polietileno, PVC e náilon vem conquistando espaço outrora ocupados por materiais mais pesados e de modelagem mais complexa.

A Amut-Wortex, uma das marcas expositoras da feira, destaca algumas das vantagens dos equipamentos de extrusão de membranas impermeabilizantes e chapas pastilhadas para diferentes aplicações na construção civil, para cobertura de telhados (no caso de membranas impermeáveis), por exemplo. “Diversos estudos demonstraram que os sistemas de cobertura para telhados com baixo/médio declives, feitos com membranas termoplásticas, são hoje os mais eficientes e ecologicamente amigáveis com as seguintes características importantes: ecológico; longa duração; excelente reflexo do calor graças às superfícies claras; leve (baixo peso), menor consumo de material e sistema com baixa manutenção”, explica Angelo Milani, diretor comercial da empresa.

Outra aplicação são as chapas pastilhadas em polietileno de alta densidade (HDPE), utilizada para proteger e prover drenagem para paredes subterrâneas.  São utilizadas para proteção e ventilação da manta impermeável entre as fundações de cimento e o solo.

Liliane Bortoluci, diretora da feira organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado explica que a inovação é um dos focos da Feiplastic 2015. “Trata-se de uma indústria muito ágil, que hoje em dia oferece inovações como, por exemplo, o concreto PVC. Por isso, a cada edição a Feiplastic se renova de maneira surpreendente”. Com 85% da feira vendida, a expectativa da Reed é  bater o número de marcas expostas da última edição e receber cerca de 70 mil visitantes/compradores nos 85 mil m² totalmente ocupados do Anhembi.

Serviço

Feiplastic – Feira Internacional do Plástico

Data: 4 a 8 de maio de 2015

Horário: 11h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo – SP – Brasil

 

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neuPor René Guiraldo

Equipes de carros de corrida dependem de ferramentas robustas, versáteis e precisas de temperatura, que se adaptem às suas necessidades mais exigentes. Para dirigir em curvas fechadas há mais de 50 mph, ou queimar o asfalto em velocidades acima de 200 mph, um piloto da NASCAR depende que seu carro de corrida esteja em condições ideais, o que inclui os pneus. Um pneu severamente gasto, enfraquecido pelo excesso de calor que expõe os seus fios (tiras), ou ainda um pneu frio não suficientemente aderente, podem desacelerar o carro ou mesmo causar algum acidente. Os pneus de um carro de corrida são itens críticos, porque são eles que mantém o carro na pista e transmitem ao motorista o senso de direção. São também responsáveis pela precisão do freio e entradas do acelerador em movimento. Durante uma corrida, o piloto testa continuamente os limites de aderência dos pneus. Além disso, os pneus determinam o quão rápido o motorista pode acelerar, virar ou frear.Carros de corrida são totalmente diferentes de carros de passeio. Existem três grandes diferenças: 1. Pneus de carros de corrida são muito maiores – até 12 polegadas de largura na frente e 16 polegadas de largura na parte traseira, ao passo que um pneu comum de carro de passeio tem de sete a nove centímetros de largura.

  1. Pneus de corrida podem ser completamente suaves para maximizar a quantidade de borracha que toca a superfície da pista.

3. A borracha sobre a face dos pneus de carros de corrida é extremamente macia, muito diferente da borracha dura encontrada nos pneus de carros de passeio.Como resultado do tamanho da área de contato de um pneu de corrida e a maciez de sua borracha, estes apresentam uma aderência incrível. Pneus de carros de passeio são fabricados para durar de 40 mil a 60 mil milhas, enquanto pneus de um carro de corrida duram somente de 100 a 200 milhas. As severas condições de direção durante uma competição podem deteriorar muito rapidamente os pneus em comparação com aqueles utilizados nos automóveis de passeio. E a temperatura de pneus?Os pneus de corrida ficam muito quentes por trilharem pistas díspares, pelo atrito gerado por conta da velocidade de rotação e pela frenagem. Quanto maior a carga e a velocidade, mais quente ficará o pneu. Mas o calor não será distribuído uniformemente. Um pneu pode estar mais quente do que os outros ou uma área da superfície de contato pode ser mais quente do que outra. Medindo a temperatura dos pneus com precisão e observando como essas leituras são distribuídas ao longo do pneu, é possível otimizar a pressão dos pneus e a suspensão para conseguir um melhor desempenho.

Quando se trata de determinar a temperatura dos pneus de um carro de corrida, é vital que o motorista utilize os termômetros mais robustos e confiáveis ​​do mercado.

]Termômetros Infravermelhos

Existem duas ferramentas disponíveis para medir temperaturas em pneus de carros de corrida. Uma delas é o termômetro infravermelho, que pode rodar em energia térmica, ou de infravermelho, que é a luz com um comprimento de onda que o torna invisível ao olho humano. É a parte do espectro eletromagnético que é percebido como calor. Ao contrário de luz visível, no mundo infravermelho, tudo com uma temperatura acima do zero absoluto emite calor, até mesmo objetos muito frios como gelo. Quanto mais elevada for a temperatura do objeto, maior é a radiação IR emitida. O infravermelho nos permite ver o que os nossos olhos não conseguem.Ao medir a temperatura dos pneus de corrida, é importante manter os pneus o mais próximo da temperatura de operação possível. Portanto, é preciso correr de duas a três voltas rápidas para esquentar os pneus e então ir para os boxes rapidamente. As leituras de temperatura são realizadas o mais breve possível, uma vez que a superfície do piso está esfriando rapidamente.Devido à sua versatilidade, termômetros infravermelhos são também utilizados para detectar fontes de calor que afetem o piloto, localizar cilindros do motor ou ler a temperatura dos rolamentos, freios ou pista.

Termômetros de Contato

Um segundo método de mensuração é por meio dos Termômetros de Contato. Estes equipamentos com uma sonda termopar estilo perfuração são muito mais confiáveis do que IR, por serem mais precisos. Avaliam a temperatura interna dos pneus e não a da superfície. Como a temperatura interna não cai tão rapidamente quanto a temperatura da superfície, uma medição de temperatura a 1/8 de uma polegada de profundidade possibilita mais tempo para se fazer uma medição acurada do pneu quente.

Três leituras podem ser feitas em cada pneu: piso interior, piso central e piso exterior.

A temperatura de pneus também é útil para a geometria da suspensão de carros de tunning. A temperatura irá dizer que parte do pneu está em contato com o trajeto e como isso está funcionando.

Sobre a Pressão

A resposta sobre qual é a pressão ideal pode ser diferente dependendo do tipo de suspensão, de pneus, de trajeto, e de uma combinação de fatores de temperatura. A pressão dos pneus deve ser tomada quando os pneus estão quentes utilizando uma precisa ferramenta de medição e um multímetro digital. Comece com uma pressão de pneu frio. A pressão vai subir à medida que se aumenta a temperatura do pneu.

Os ajustes necessários para um melhor desempenho durante uma competição automobilística configuram uma tarefa sem fim. É fundamental realizar e avaliar as leituras das temperaturas frequentemente com diferentes faixas, alterações e temperaturas da pista, desgaste do pneu, e nível do combustível, fatores todos que afetam as configurações ideais.

René Guiraldo é Gerente Nacional de Vendas da Fluke do Brasil, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais. Formado em Engenharia Elétrica em 2002 pela FEI (Fac. Engenharia Industrial – São Bernardo do Campo / SP) com especialização em Telecomunicações pela Unicamp (Campinas / SP) em 2004. Experiência de treze anos no mercado de Teste e Medição.

 

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feiasticPerfil do visitante/comprador, interesse em participação da próxima edição e números estáveis da indústria de transformados indicam boas chances de negócios para ano que vem.

Após reposicionamento de marca, a maior feira da indústria plástica na América Latina, a Feiplastic – Feira Internacional do Plástico volta a ocupar o Pavilhão de Exposições do Anhembi, em 2015. Na última edição, visitantes qualificados percorreram o Anhembi em busca de inovação, lançamentos e alta tecnologia aliados à sustentabilidade de 673 empresas e 1402 marcas nacionais e internacionais. Além disso, 144 novas empresas participaram devido ao interesse em ampliar presença no mercado brasileiro e concretizar novos negócios e expositores chegaram a vender até 60 máquinas. O evento é promovido e organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico e Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, entre outras entidades setoriais.

“Neste ano, nosso esforço é para que o evento seja ainda maior e que possa melhorar como plataforma de negócios para a indústria de transformação. Nossas expectativas de fechamento de negócios e visitação são grandes, pois na edição 2013 97% dos visitantes demonstraram interesse de estar na próxima edição e 72% dessas pessoas tinham poder de recomendar compras ou decisão final na hora de investir”, explica Liliane Bortoluci, diretora do evento. A Feiplastic 2015, que já está com 85% da feira vendida, deve bater o número de marcas expostas da última edição e receber cerca de 70 mil visitantes/compradores nos 85 mil m² totalmente ocupados do Anhembi.

Plataforma para recuperação de crescimento da indústria

Se 2014 apresentou baixos índices de crescimento macroeconômico no Brasil, dados da Abiplast apontam que, até agosto de 2014, o setor empregava 360,4 mil pessoas, número estável em relação ao verificado um ano antes. Entretanto, a produção física precisa de uma alavanca de negócios para superar a produção física de 3,08 milhões de toneladas de transformados plásticos, número que já foi maior, e valorizar o produto nacional frente ao crescimento das exportações. “Por isso mesmo, é vital a existência da Feiplastic e sua nova edição, como plataforma de encontros e investimentos para aumentar a competitividade do setor”, conclui Bortoluci.

Neste ano, a feira deve receber visitantes e compradores de países tão diversos como Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia do Sul, Dinamarca, Emirados árabes, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Índia, Inglaterra, Irlanda, Israel, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Peru, Portugal, Reino Unido, República tcheca, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan, Turquia e Uruguai.

Serviço

Feiplastic – Feira Internacional da Indústria do Plástico

Data: 4 a 8 de maio de 2015

Horário: 11h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Mais informações: www.feiplastic.com.br

 

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feimafeEm ano de dificuldades macroeconômicas, indústria de bens de capital registra alta em exportações para Europa (32,5%) e Estados Unidos (47,8%). Resultado pode sinalizar otimismo no parque industrial para próximos anos.

Como ponto de partida de toda a indústria, as máquinas-ferramenta e ferramentas industriais necessitam de constantes renovações e investimentos para quesitos como produtividade e eficiência energética. Trata-se de um dos principais suportes para que a economia do Brasil possa se reestruturar e alcançar a almejada competitividade. Diante desse cenário, a Reed Exhibitions Alcantara Machado organiza e promove em maio de 2015 a 15ª edição Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, de 18 a 23 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Liliane Bortoluci, diretora do evento, explica que a feira “é a principal plataforma de negócios na América Latina com foco em máquinas-ferramenta e controle de qualidade. Aqui, reunimos as principais empresas do setor em um ambiente adequado para o relacionamento comercial. Na Feimafe os profissionais desse segmentos terão oportunidade de realizar pesquisas de produtos, serviços e ver tudo isso de perto, funcionando. Além de estar frente a frente com as principais empresas, marcas e lançamentos do setor”. Por isso, a Feimafe é o local mais adequado para criar oportunidade, buscar e disseminar tecnologia. Mais de 90% da feira já está vendida.

 Exportações brasileiras de máquinas registram alta

Dados da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – entidade apoiadora do evento, indicam que de janeiro a julho desse ano o faturamento bruto do setor somou R$ 40,68 bilhões. Esse montante é 14,5% menor que o de igual período do ano passado. Contudo, no mesmo período, as exportações foram de US$ 7,86 bilhões, aumento de 18,2%. De janeiro a julho, as vendas para fora do país foram 44,6% do faturamento total do setor, acima da média histórica de 32%.

Remessas para os Estados Unidos tiveram um aumento surpreendente de 47,8% até julho, em relação a 2013. Para Europa, a alta foi de 32,5%. Para a América Latina, houve recuo de 5,7%.

 Dados da última edição

A Feimafe 2013 recebeu 68.170 mil  compradores e profissionais do setor, que tiveram contato com lançamentos e inovações da indústria de bens de capital de 1.466 marcas expositoras que ocuparam os 85 mil m² do Anhembi.

 De acordo com Liliane Bortoluci, diretora da feira, um dos destaques daquela edição foi a presença internacional. “Recebemos 776 marcas nacionais e 690 internacionais, oriundas de países como Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, entre outros. Isso demonstra a solidez da economia brasileira, e como o mercado internacional está interessado em fortalecer os negócios e as parcerias com o Brasil.”

Em 2013, 79% dos expositores confirmam interesse em renovar a participação para a próxima edição da Feimafe. Ainda, por volta de 69% consideram que a feira proporciona um retorno sobre investimento no longo prazo, devido a quantidade de visitantes e leads realizados durante o evento.

De acordo com pesquisa de visitação da promotora da feira, praticamente metade dos visitantes de poder de recomendar compras ou tomam decisões de aquisição para suas empresas. A Feimafe 2013 contou com visitantes de 78 países e a próxima edição não deve ser diferente em abrangência e interesse gerado em todo o mundo.

 

 

Serviço:

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário:  2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Mais informações: www.feimafe.com.br

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alstomA Alstom, como líder do Consórcio Frota POA, entrega o último dos 15 trens do contrato  com a Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), assinado em 2012. Após sua entrada em operação, este colaborará para as melhorias na mobilidade urbana da cidade de Porto Alegre.

Fabricado na unidade da Alstom Transporte, na Lapa, em São Paulo, assim como os demais do projeto, o trem possui capacidade de transportar cerca de mil passageiros. Possui um design moderno, sistema de ar-condicionado de alto desempenho, controle automático de temperatura e um sistema de tração em corrente alternada que permite recuperar energia durante frenagens. Além disso, é equipado com sistema de informação e comunicação, que inclui CCTV (circuito fechado de TV) com caixa preta, oferecendo maior segurança à população.

Os veículos deste contrato fazem parte da categoria Alstom Metropolis. Em aço inoxidável, eles contam com quatro grandes portas automáticas por carro e corredores largos  que asseguram maior fluidez e acessibilidade aos passageiros, especialmente àqueles com mobilidade reduzida.

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bioCom o objetivo de promover a importância da reciclagem, a Tetra Pak desenvolve ações culturais que beneficiaram milhões de pessoas em todas as regiões do País nos últimos 10 anos. Em 2014, os projetos itinerantes (Re)ciclo de Cinema, Cena Ambiental e Palco da Reciclagem passaram por 65 cidades. Mais de 96 mil crianças participaram das atividades e, no total, quase 120 mil pessoas assistiram às apresentações.

Desde o início do primeiro projeto, em 2007, mais de 1.800 escolas foram visitadas. Somando com a realização dos eventos em praças, teatros, shoppings e ginásios, as ações já atingiram aproximadamente 710 mil pessoas.

De acordo com Fernando von Zuben, Diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, além de promover o entretenimento, os projetos têm como objetivo divulgar os benefícios da coleta seletiva e proteção da biodiversidade brasileira. “A Tetra Pak acredita que a combinação da cultura com a informação é uma maneira eficaz de comunicar a importância da preservação ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável”, afirma.

Em 2014, a Tetra Pak também promoveu 123 Oficinas Pedagógicas para treinar mais de 3.700 educadores, em 14 estados brasileiros. A ação, que faz parte do Projeto Cultura Ambiental nas Escolas, tem o objetivo de apresentar amplas informações sobre reciclagem, meio ambiente, coleta seletiva e cidadania. “Acreditamos que este conhecimento foi compartilhado com mais de 30.000 alunos”, completa Fernando.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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