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neuPor René Guiraldo

Equipes de carros de corrida dependem de ferramentas robustas, versáteis e precisas de temperatura, que se adaptem às suas necessidades mais exigentes. Para dirigir em curvas fechadas há mais de 50 mph, ou queimar o asfalto em velocidades acima de 200 mph, um piloto da NASCAR depende que seu carro de corrida esteja em condições ideais, o que inclui os pneus. Um pneu severamente gasto, enfraquecido pelo excesso de calor que expõe os seus fios (tiras), ou ainda um pneu frio não suficientemente aderente, podem desacelerar o carro ou mesmo causar algum acidente. Os pneus de um carro de corrida são itens críticos, porque são eles que mantém o carro na pista e transmitem ao motorista o senso de direção. São também responsáveis pela precisão do freio e entradas do acelerador em movimento. Durante uma corrida, o piloto testa continuamente os limites de aderência dos pneus. Além disso, os pneus determinam o quão rápido o motorista pode acelerar, virar ou frear.Carros de corrida são totalmente diferentes de carros de passeio. Existem três grandes diferenças: 1. Pneus de carros de corrida são muito maiores – até 12 polegadas de largura na frente e 16 polegadas de largura na parte traseira, ao passo que um pneu comum de carro de passeio tem de sete a nove centímetros de largura.

  1. Pneus de corrida podem ser completamente suaves para maximizar a quantidade de borracha que toca a superfície da pista.

3. A borracha sobre a face dos pneus de carros de corrida é extremamente macia, muito diferente da borracha dura encontrada nos pneus de carros de passeio.Como resultado do tamanho da área de contato de um pneu de corrida e a maciez de sua borracha, estes apresentam uma aderência incrível. Pneus de carros de passeio são fabricados para durar de 40 mil a 60 mil milhas, enquanto pneus de um carro de corrida duram somente de 100 a 200 milhas. As severas condições de direção durante uma competição podem deteriorar muito rapidamente os pneus em comparação com aqueles utilizados nos automóveis de passeio. E a temperatura de pneus?Os pneus de corrida ficam muito quentes por trilharem pistas díspares, pelo atrito gerado por conta da velocidade de rotação e pela frenagem. Quanto maior a carga e a velocidade, mais quente ficará o pneu. Mas o calor não será distribuído uniformemente. Um pneu pode estar mais quente do que os outros ou uma área da superfície de contato pode ser mais quente do que outra. Medindo a temperatura dos pneus com precisão e observando como essas leituras são distribuídas ao longo do pneu, é possível otimizar a pressão dos pneus e a suspensão para conseguir um melhor desempenho.

Quando se trata de determinar a temperatura dos pneus de um carro de corrida, é vital que o motorista utilize os termômetros mais robustos e confiáveis ​​do mercado.

]Termômetros Infravermelhos

Existem duas ferramentas disponíveis para medir temperaturas em pneus de carros de corrida. Uma delas é o termômetro infravermelho, que pode rodar em energia térmica, ou de infravermelho, que é a luz com um comprimento de onda que o torna invisível ao olho humano. É a parte do espectro eletromagnético que é percebido como calor. Ao contrário de luz visível, no mundo infravermelho, tudo com uma temperatura acima do zero absoluto emite calor, até mesmo objetos muito frios como gelo. Quanto mais elevada for a temperatura do objeto, maior é a radiação IR emitida. O infravermelho nos permite ver o que os nossos olhos não conseguem.Ao medir a temperatura dos pneus de corrida, é importante manter os pneus o mais próximo da temperatura de operação possível. Portanto, é preciso correr de duas a três voltas rápidas para esquentar os pneus e então ir para os boxes rapidamente. As leituras de temperatura são realizadas o mais breve possível, uma vez que a superfície do piso está esfriando rapidamente.Devido à sua versatilidade, termômetros infravermelhos são também utilizados para detectar fontes de calor que afetem o piloto, localizar cilindros do motor ou ler a temperatura dos rolamentos, freios ou pista.

Termômetros de Contato

Um segundo método de mensuração é por meio dos Termômetros de Contato. Estes equipamentos com uma sonda termopar estilo perfuração são muito mais confiáveis do que IR, por serem mais precisos. Avaliam a temperatura interna dos pneus e não a da superfície. Como a temperatura interna não cai tão rapidamente quanto a temperatura da superfície, uma medição de temperatura a 1/8 de uma polegada de profundidade possibilita mais tempo para se fazer uma medição acurada do pneu quente.

Três leituras podem ser feitas em cada pneu: piso interior, piso central e piso exterior.

A temperatura de pneus também é útil para a geometria da suspensão de carros de tunning. A temperatura irá dizer que parte do pneu está em contato com o trajeto e como isso está funcionando.

Sobre a Pressão

A resposta sobre qual é a pressão ideal pode ser diferente dependendo do tipo de suspensão, de pneus, de trajeto, e de uma combinação de fatores de temperatura. A pressão dos pneus deve ser tomada quando os pneus estão quentes utilizando uma precisa ferramenta de medição e um multímetro digital. Comece com uma pressão de pneu frio. A pressão vai subir à medida que se aumenta a temperatura do pneu.

Os ajustes necessários para um melhor desempenho durante uma competição automobilística configuram uma tarefa sem fim. É fundamental realizar e avaliar as leituras das temperaturas frequentemente com diferentes faixas, alterações e temperaturas da pista, desgaste do pneu, e nível do combustível, fatores todos que afetam as configurações ideais.

René Guiraldo é Gerente Nacional de Vendas da Fluke do Brasil, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais. Formado em Engenharia Elétrica em 2002 pela FEI (Fac. Engenharia Industrial – São Bernardo do Campo / SP) com especialização em Telecomunicações pela Unicamp (Campinas / SP) em 2004. Experiência de treze anos no mercado de Teste e Medição.

 

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feiasticPerfil do visitante/comprador, interesse em participação da próxima edição e números estáveis da indústria de transformados indicam boas chances de negócios para ano que vem.

Após reposicionamento de marca, a maior feira da indústria plástica na América Latina, a Feiplastic – Feira Internacional do Plástico volta a ocupar o Pavilhão de Exposições do Anhembi, em 2015. Na última edição, visitantes qualificados percorreram o Anhembi em busca de inovação, lançamentos e alta tecnologia aliados à sustentabilidade de 673 empresas e 1402 marcas nacionais e internacionais. Além disso, 144 novas empresas participaram devido ao interesse em ampliar presença no mercado brasileiro e concretizar novos negócios e expositores chegaram a vender até 60 máquinas. O evento é promovido e organizado pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico e Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, entre outras entidades setoriais.

“Neste ano, nosso esforço é para que o evento seja ainda maior e que possa melhorar como plataforma de negócios para a indústria de transformação. Nossas expectativas de fechamento de negócios e visitação são grandes, pois na edição 2013 97% dos visitantes demonstraram interesse de estar na próxima edição e 72% dessas pessoas tinham poder de recomendar compras ou decisão final na hora de investir”, explica Liliane Bortoluci, diretora do evento. A Feiplastic 2015, que já está com 85% da feira vendida, deve bater o número de marcas expostas da última edição e receber cerca de 70 mil visitantes/compradores nos 85 mil m² totalmente ocupados do Anhembi.

Plataforma para recuperação de crescimento da indústria

Se 2014 apresentou baixos índices de crescimento macroeconômico no Brasil, dados da Abiplast apontam que, até agosto de 2014, o setor empregava 360,4 mil pessoas, número estável em relação ao verificado um ano antes. Entretanto, a produção física precisa de uma alavanca de negócios para superar a produção física de 3,08 milhões de toneladas de transformados plásticos, número que já foi maior, e valorizar o produto nacional frente ao crescimento das exportações. “Por isso mesmo, é vital a existência da Feiplastic e sua nova edição, como plataforma de encontros e investimentos para aumentar a competitividade do setor”, conclui Bortoluci.

Neste ano, a feira deve receber visitantes e compradores de países tão diversos como Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia do Sul, Dinamarca, Emirados árabes, Espanha, Estados Unidos da América, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Índia, Inglaterra, Irlanda, Israel, Itália, Japão, México, Nova Zelândia, Peru, Portugal, Reino Unido, República tcheca, Rússia, Suécia, Suíça, Taiwan, Turquia e Uruguai.

Serviço

Feiplastic – Feira Internacional da Indústria do Plástico

Data: 4 a 8 de maio de 2015

Horário: 11h às 20h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Mais informações: www.feiplastic.com.br

 

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feimafeEm ano de dificuldades macroeconômicas, indústria de bens de capital registra alta em exportações para Europa (32,5%) e Estados Unidos (47,8%). Resultado pode sinalizar otimismo no parque industrial para próximos anos.

Como ponto de partida de toda a indústria, as máquinas-ferramenta e ferramentas industriais necessitam de constantes renovações e investimentos para quesitos como produtividade e eficiência energética. Trata-se de um dos principais suportes para que a economia do Brasil possa se reestruturar e alcançar a almejada competitividade. Diante desse cenário, a Reed Exhibitions Alcantara Machado organiza e promove em maio de 2015 a 15ª edição Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, de 18 a 23 de maio no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Liliane Bortoluci, diretora do evento, explica que a feira “é a principal plataforma de negócios na América Latina com foco em máquinas-ferramenta e controle de qualidade. Aqui, reunimos as principais empresas do setor em um ambiente adequado para o relacionamento comercial. Na Feimafe os profissionais desse segmentos terão oportunidade de realizar pesquisas de produtos, serviços e ver tudo isso de perto, funcionando. Além de estar frente a frente com as principais empresas, marcas e lançamentos do setor”. Por isso, a Feimafe é o local mais adequado para criar oportunidade, buscar e disseminar tecnologia. Mais de 90% da feira já está vendida.

 Exportações brasileiras de máquinas registram alta

Dados da Abimaq – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – entidade apoiadora do evento, indicam que de janeiro a julho desse ano o faturamento bruto do setor somou R$ 40,68 bilhões. Esse montante é 14,5% menor que o de igual período do ano passado. Contudo, no mesmo período, as exportações foram de US$ 7,86 bilhões, aumento de 18,2%. De janeiro a julho, as vendas para fora do país foram 44,6% do faturamento total do setor, acima da média histórica de 32%.

Remessas para os Estados Unidos tiveram um aumento surpreendente de 47,8% até julho, em relação a 2013. Para Europa, a alta foi de 32,5%. Para a América Latina, houve recuo de 5,7%.

 Dados da última edição

A Feimafe 2013 recebeu 68.170 mil  compradores e profissionais do setor, que tiveram contato com lançamentos e inovações da indústria de bens de capital de 1.466 marcas expositoras que ocuparam os 85 mil m² do Anhembi.

 De acordo com Liliane Bortoluci, diretora da feira, um dos destaques daquela edição foi a presença internacional. “Recebemos 776 marcas nacionais e 690 internacionais, oriundas de países como Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, entre outros. Isso demonstra a solidez da economia brasileira, e como o mercado internacional está interessado em fortalecer os negócios e as parcerias com o Brasil.”

Em 2013, 79% dos expositores confirmam interesse em renovar a participação para a próxima edição da Feimafe. Ainda, por volta de 69% consideram que a feira proporciona um retorno sobre investimento no longo prazo, devido a quantidade de visitantes e leads realizados durante o evento.

De acordo com pesquisa de visitação da promotora da feira, praticamente metade dos visitantes de poder de recomendar compras ou tomam decisões de aquisição para suas empresas. A Feimafe 2013 contou com visitantes de 78 países e a próxima edição não deve ser diferente em abrangência e interesse gerado em todo o mundo.

 

 

Serviço:

15ª Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura

Data: 18 a 23 de maio de 2015

Horário:  2ª a 6ª feira das 10h às 19h – sábado das 9h às 17h

Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi

Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP

Mais informações: www.feimafe.com.br

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alstomA Alstom, como líder do Consórcio Frota POA, entrega o último dos 15 trens do contrato  com a Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb), assinado em 2012. Após sua entrada em operação, este colaborará para as melhorias na mobilidade urbana da cidade de Porto Alegre.

Fabricado na unidade da Alstom Transporte, na Lapa, em São Paulo, assim como os demais do projeto, o trem possui capacidade de transportar cerca de mil passageiros. Possui um design moderno, sistema de ar-condicionado de alto desempenho, controle automático de temperatura e um sistema de tração em corrente alternada que permite recuperar energia durante frenagens. Além disso, é equipado com sistema de informação e comunicação, que inclui CCTV (circuito fechado de TV) com caixa preta, oferecendo maior segurança à população.

Os veículos deste contrato fazem parte da categoria Alstom Metropolis. Em aço inoxidável, eles contam com quatro grandes portas automáticas por carro e corredores largos  que asseguram maior fluidez e acessibilidade aos passageiros, especialmente àqueles com mobilidade reduzida.

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bioCom o objetivo de promover a importância da reciclagem, a Tetra Pak desenvolve ações culturais que beneficiaram milhões de pessoas em todas as regiões do País nos últimos 10 anos. Em 2014, os projetos itinerantes (Re)ciclo de Cinema, Cena Ambiental e Palco da Reciclagem passaram por 65 cidades. Mais de 96 mil crianças participaram das atividades e, no total, quase 120 mil pessoas assistiram às apresentações.

Desde o início do primeiro projeto, em 2007, mais de 1.800 escolas foram visitadas. Somando com a realização dos eventos em praças, teatros, shoppings e ginásios, as ações já atingiram aproximadamente 710 mil pessoas.

De acordo com Fernando von Zuben, Diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak, além de promover o entretenimento, os projetos têm como objetivo divulgar os benefícios da coleta seletiva e proteção da biodiversidade brasileira. “A Tetra Pak acredita que a combinação da cultura com a informação é uma maneira eficaz de comunicar a importância da preservação ambiental, contribuindo para o desenvolvimento sustentável”, afirma.

Em 2014, a Tetra Pak também promoveu 123 Oficinas Pedagógicas para treinar mais de 3.700 educadores, em 14 estados brasileiros. A ação, que faz parte do Projeto Cultura Ambiental nas Escolas, tem o objetivo de apresentar amplas informações sobre reciclagem, meio ambiente, coleta seletiva e cidadania. “Acreditamos que este conhecimento foi compartilhado com mais de 30.000 alunos”, completa Fernando.

 

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aguaA falta de clareza na destinação e distribuição dos recursos na área do saneamento foi um dos principais problemas apontados pelo presidente da Abes. O tema foi tratado na Reunião Almoço promovida pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Rio Grande do Sul (Abes-RS), na Federasul, em Porto Alegre.

– Não está clara qual a fonte de recursos e como você vai dar melhor condição básica para os operadores efetuarem seus serviços. É uma grande preocupação. É preciso aprofundar estudos climatológicos e mudar a forma de fazer planejamento. O problema em São Paulo foi um aprendizado de que esse tema não é brincadeira. Não sabemos o quanto o desmatamento e alterações no meio ambiente estão influenciando isso, mas é preciso planejar de forma diferente – afirmou o presidente da Abes, Dante Ragazzi Pauli.

O presidente da Abes-RS, Darci Campani, abriu o encontro fazendo um resumo das ações que a entidade realizou ao longo do ano de 2014. Além da atuação das Câmaras Temáticas, a entidade promoveu diversos encontros de capacitação e o Simpósio Internacional de Qualidade Ambiental, realizado em maio que trouxe importantes autoridades nacionais e internacionais da área.

O presidente da Abes, Dante Ragazzi Pauli, fez elogios ao trabalho desenvolvido na seccional Rio Grande do Sul pela intensa atuação no setor e ressaltou o cenário preocupante que existe no Brasil, tanto na área de abastecimento como na destinação de resíduos sólidos.

– Hoje, somente 8% dos municípios arrecadam mais do que gastam. O que mostra a dificuldade estrutural das cidades. A maioria não possui planos de saneamento e não contam com recursos humanos suficientes na área. Eu considero isto a base de tudo. A primeira ação é investir em pessoas para melhorar o saneamento do Brasil – afirmou

A necessidade de investimentos na redução das perdas de água também foi lembrada pelo palestrante. Atualmente a média no Brasil do índice de perdas de água é de aproximadamente 40%.

– Temos que ter esse como um grande indicador de eficiência. Existem bons exemplos que estão fazendo as perdas caírem e é preciso que isso se propague pelo país – completou Dante.

O encontro foi realizado na quarta-feira (17/12) na sede da Federasul, em Porto Alegre.

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 manutenaoDe acordo com Hércules Tchechel, presidente da Armo do Brasil, empresa de suprimentos e que presta serviços para o setor industrial há 15 anos, nesta época, cresce a demanda por serviços de manutenção é a hora de executar o que foi planejado. “Uma avaliação criteriosa dos equipamentos pode fazer com que, muitos sejam reciclados por meio de novas tecnologias e voltem a ficar disponíveis dentro do processo, funcionando com segurança e até com a mesma curva produtiva”, esclarece. Bombas centrífugas ou a vácuo, válvulas rotativas, roscas transportadoras de bagaço, rotores de exaustores, cabeçotes ou filtros prensa são alguns dos equipamentos que podem retornar à produção depois de recuperados.

Como uma solução prática e de menor custo, Tchechel acredita que recuperar é a palavra de ordem ao invés de trocar os equipamentos por novos. “Hoje existem técnicas inovadoras que permitem a recuperação de um equipamento desgastado bem próximo dos dimensionais originais como a soldagem a frio, que pode devolver o mesmo potencial de um novo a um custo até 75% menor”, assegura. Ele diz que Armo tem recuperado muitos equipamentos por meio dessa tecnologia.

Outra indicação para reduzir o impacto dos custos de manutenção neste período é lançar mão da tecnologia dos revestimentos químicos. Segundo Tchechel, hoje existem tintas especiais de alto desempenho que revestem os equipamentos com a função de protegê-los da corrosão e dos efeitos nocivos das altas temperaturas. O processo protege e prolonga a utilidade dos equipamentos e, por vezes, dispensa a troca por um novo. “Uma tinta à base de aço inox 316L reveste todo o equipamento, inclusive a área por onde passa os líquidos corrosivos, fazendo com que a resistência química do inox seja transferida para a superfície de carbono, prolongando a durabilidade da máquina”, explica. Segundo Tchechel, é um investimento baixo perto da economia que se faz.  Tchechel recomenda, antes de tudo, contar sempre com o apoio de um especialista para auxiliar nesta tarefa. Para ele, é fundamental estabelecer parcerias com empresas confiáveis e que disponibilizam profissionais técnicos para orientar qual a melhor solução dentro de cada contexto. “Por último, é imprescindível que a manutenção faça parte de todo o ciclo de vida de um equipamento em um trabalho conjunto da Engenharia, Produção e Manutenção. Entendo que, dessa forma, é possível atuar no processo com racionalização de recursos e redução de atrasos da produtividade”, argumentou.

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agriculturaDuas importantes iniciativas globais para a agricultura sustentável reconheceram a necessidade de um serviço global de identificação e certificação de propriedades rurais produtoras de alimentos. A GS1 foi a entidade selecionada pelo United Nations Global Compact Food and Agriculture Business Practices (UNGC FAB) e pela Declaration of Abu Dhabi para prover um serviço de registro padronizado.

Para o UNGC FAB, a importância da participação da GS1 no processo de identificação está na melhoria da rastreabilidade da cadeia de abastecimento alimentar. Ou seja, o trabalho da GS1 voltado à segurança do alimento, que apoia a cadeia de valor do campo à mesa, está sendo reconhecido mundialmente. O principal objetivo do UNGC FAB e da Declaration of Abu Dhabi é incentivar os pequenos agricultores a práticas mais sustentáveis de produção. “A preocupação se baseia em projeções da ONU, que estima aumento de 70% no abastecimento de alimentos até 2050, embora os recursos da agricultura e da aquicultura sejam finitos”, explica João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

A GS1 participa de grupos de trabalho em vários países que atuam em projetos destinados a superação da fome e da desnutrição da população mundial, em função do seu aumento. Processos de padronização de identificação e de rastreabilidade eficientes desenvolvidos pela GS1 podem contribuir para redução significativa da perda de produção de alimentos, gerar mais produtividade, preservar a biodiversidade e os ecossistemas, melhorar o trabalho no campo, reduzir o impacto ambiental, melhorar a renda de todos os trabalhadores envolvidos e diminuir o êxodo rural.

“Felizmente, percebemos hoje um bom nível de conscientização dos envolvidos na cadeia de abastecimento em apoiar iniciativas como as do UNGC FAB e da Declaration of Abu Dhabi”, afirma João Carlos de Oliveira. “Os consumidores terão mais estabilidade dos preços e maior segurança dos alimentos se a cadeia de abastecimento se preparar desde já para amenizar a crise alimentar e tornar a agricultura mais sustentável.”

Identificação – De acordo com o planejado, a GS1 fornecerá o que está sendo chamado de Global Farm ID Registry Service. Um serviço padronizado para que os agricultores de todo o mundo se registrassem para receber a identificação única – uma forma de registrar as propriedades rurais que estiverem em conformidade com os princípios de melhores práticas da UNGC FAB. Ao se registrar, a propriedade terá a condição de receber “apoio à capacitação” do UNGC e outras agências da ONU.

A implantação do projeto está prevista por meio de um programa piloto com início em junho de 2015. As organizações envolvidas esperam que cerca de vinte países e 500 mil fazendas sejam envolvidas. Espera-se construção dos três pilares operacionais dessa iniciativa:

  • Um conjunto comum de boas práticas agrícolas;
  • Um sistema único de identificação de cada propriedade rural;
  • Um mecanismo para garantir o empenho das cadeias de abastecimento.

O documento que resultará em um conjunto de orientação das melhores práticas agrícolas nessa iniciativa será acessível a todos, como um recurso de código aberto para uso facultativo, flexível. O sistema único de identificação e o mecanismo comum de comunicação serão ferramentas adicionais para o alinhamento de esforços para a máxima eficiência, transparência e impacto. “A GS1 continua trabalhando para estabelecer uma linguagem comum global para a agricultura sustentável”, declara João Carlos de Oliveira.

 

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Por René Guiraldo

flukeAo adquirir um alicate amperímetro eficiente para o seu dia a dia é necessário que o equipamento ofereça resultados precisos e consistentes.

Imagine que você passou o dia inteiro solucionando um problema com um motor apenas para descobrir que o problema não é realmente o motor, mas o alicate que você estava usando para medi-lo. Se você aposta toda sua reputação na sua habilidade para terminar o trabalho, tenha certeza de que seu alicate está trabalhando para você e não contra você.

Em primeiro lugar, verifique se o seu alicate relata a leitura True-RMS. Caso contrário, o ruído de tudo, incluindo uma unidade de frequência variável para lâmpadas fluorescentes compactas, pode resultar em uma leitura menos precisa.

Além disso, é necessário certificar-se que o alicate trabalhe onde e como você quer. Fazendo resultados precisos e consistentes em um laboratório é um bom começo. Mas nem sempre você trabalha em um ambiente limpo e controlado. Antes de fazer uma compra, confira se o alicate é específico para trabalhar no ambiente em que você está.

Tenha certeza de que não comprou um alicate específico para uso interno com um alcance operacional mínimo mais quente do que -10°C, se você acha que pode precisar fazer medições externas. Se o alicate não é desenvolvido para trabalhar externamente, as medições obtidas podem não ser precisas.

Finalmente, tenha certeza de que o alicate é resistente o suficiente para continuar a dar resultados confiáveis após anos de medição, após cair de escadas e balançar em torno da parte traseira de seu caminhão.

Suas ferramentas de teste e medição são uma barreira crítica entre você e o perigo. Elas são literalmente uma extensão do seu corpo em um ambiente muito perigoso que podem comprometer sua segurança. Antes de tudo, é necessário certificar-se da escolha de um alicate amperímetro com uma classificação de categoria apropriada para o trabalho que está sendo realizado.

Em segundo lugar, escolha uma marca com reputação no fornecimento de equipamentos de testes seguros e confiáveis. Qualquer um pode comprar um alicate amperímetro e colocar sua marca nele. Apenas alguns fabricantes projetam, constroem e testam seus próprios equipamentos para exceder os padrões nacionais de segurança.

Seu alicate amperímetro é parte de um sistema de segurança que inclui equipamento de proteção pessoal (PPE). Além de ter o PPE correto, certifique-se de que você pode operar facilmente seu equipamento de teste e medição com seu equipamento de proteção pessoal.

Em relação às características de seu equipamento, a melhor escolha é qualidade ao invés de quantidade, senão você pode estar desperdiçando dinheiro e funcionalidade. Hoje em dia é possível obter quase tudo compilado em um alicate amperímetro. Porém quanto mais recursos, mais difícil se torna o uso e pior se torna a execução. Em vez de tentar obter o máximo de recursos possíveis, escolha um medidor que tenha as funções de medição que você precisa para ter seu trabalho finalizado, sem nenhum recurso irrelevante que não faça sentido. Além disso, você acaba não pagando por funções irrelevantes para o trabalho em questão.

René Guiraldo é Gerente Nacional de Vendas da Fluke do Brasil

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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