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Enquanto o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) divulgou os resultados da balança comercial brasileira que fechou 2013 com superávit de US$ 2,5 bilhões; o setor de equipamentos e produtos de saúde apresentou um déficit de US$ 4,1 bilhões. Representado pelos segmentos de materiais de consumo, equipamentos médico-hospitalares, implantes, laboratórios, odontologia e radiologia, o mercado brasileiro continua tendo dificuldades em competir com produtos importados.

O balanço acrescenta mais um ano de resultados negativos para o setor que, desde 2011, vem sofrendo com sua corrente de comércio. Nos últimos três anos registrou-se crescimento de 14% no total de importações paralelamente à queda de 10% no montante de exportações de produtos médicos e odontológicos.

Dentre os subsetores da indústria, aquele que mais se destacou com melhores resultados foi o odontológico com déficit comercial de apenas US$ 14 milhões em 2013. Em contrapartida, a área de laboratórios busca melhorias para reverter o mau desempenho e o saldo negativo que atinge a casa do bilhão de dólares.

Exportações – Balanço de 2013

Analisando os resultados nacionais do comércio exterior dos artigos e equipamentos médico-hospitalares, podemos identificar que o principal destino dos produtos brasileiros foram os Estados Unidos da América, que comprou mais de US$ 180 milhões das nossas empresas. Na sequência, temos a Argentina com US$ 76 milhões, o México com US$ 35 milhões, a Colômbia com US$ 33 milhões e a Venezuela com US$ 28 milhões. Juntos, estes cinco países do continente americano somam 48% do total de exportações brasileiras.

Eles têm sido parceiros do Brasil recebendo nossos produtos de forma constante, visto que a variação de exportações a estes mercados não ultrapassa 10% positivos ou negativos desde 2009.

De todos os seis subsetores que englobam o estudo, apenas dois conseguiram resultado positivo entre 2012 e 2013: o de implantes que aumentou em 3% suas exportações e o de radiologia que cresceu 15%. Mesmo tímido, este crescimento é bastante significativo, principalmente se comparado aos resultados das exportações de materiais de laboratórios (-49%), equipamentos médicos (-13%) e odontologia (-5%).

Considerado um dos setores vitais da economia mundial, a indústria de produtos para a saúde deve crescer nos próximos anos, gerando, assim, boas possibilidades de expansão para o mercado nacional. Porém, o que os números de 2013 refletem são a baixa competitividade da indústria brasileira que supre boa parte de sua demanda interna com importações diretas, principalmente dos itens de maior complexidade técnica.

Tendo em vista que o país conta com uma estrutura produtiva e tecnológica bastante heterogênea, o governo vem lançando iniciativas que estimulam a produção nacional. Além de mecanismos de compras públicas, regulação, incentivos fiscais ou de financiamento oferecidos pelo setor público, outras entidades criam propostas para estimular a produção e a exportação.

Fonte: Dehlicom

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Nos primeiros dois meses do ano, janeiro e fevereiro, a produção brasileira do segmento de vestuário teve crescimento de 12,34% em relação ao mesmo período de 2013, segundo dados do IBGE. Já no segmento têxtil houve um aumento de 0,67% no acumulado do ano.
Somente no mês de fevereiro, a produção brasileira do segmento de vestuário cresceu 3,4% e a do setor têxtil teve queda de 0,1% em relação ao mês anterior.

Se comparada a produção de fevereiro de 2014 com fevereiro de 2013,  a produção física da indústria do vestuário teve crescimento de 27,40% e a do segmento têxtil cresceu 3,83%.


Comércio Exterior

Nos primeiros três meses do ano, somente as importações de vestuário apresentaram aumento de 7,9%, em valor, comparativamente com o mesmo período em 2013. Essa variação foi de 1,8%, em toneladas, segundo dados do Sistema Alice/MDIC.
Já as importações de têxteis e confeccionados, entre janeiro e março deste ano, cresceram 4,2%, em valor. As exportações caíram 6,9% enquanto o crescimento do déficit na balança comercial no período foi de 6,5%, em relação ao mesmo período de 2013. Os especialistas da Abit acreditam que o déficit deve ultrapassar os U$ 6 bilhões, novo recorde.

Varejo (dados IBGE)
Em fevereiro, o volume de vendas de produtos têxteis e de vestuário teve crescimento de 7,4% e a Receita Nominal aumentou 12,7%, se comparados ao mesmo período do ano anterior.
Já no acumulado do ano (janeiro e fevereiro), o volume de vendas no setor cresceu 5,1% e a Receita Nominal aumentou 10,6%, se comparado à janeiro-fevereiro de 2013. No comparativo entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2014 o volume de vendas caiu 0,46% e a Receita Nominal apresentou recuo de 0,082%. (Dados com ajuste sazonal)

Emprego (CAGED)

O saldo entre contratações e demissões na indústria têxtil e de confecção (somente de empregados com carteira assinada), em fevereiro, foi positivo em 6.214.  No acumulado do ano (de janeiro a fevereiro), o saldo de emprego ficou em 12.691.

Fonte: Abit

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No consolidado do ano, o setor registrou resultado negativo de 6,7% na produção física e prevê nova retração para 2014

A indústria gráfica brasileira, que reúne mais de 20 mil empresas, encerrou 2013 com faturamento consolidado de R$ 44 bilhões, como informa a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), com base em levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, porém, não é motivo de comemoração: por trás dele há uma queda na produção física de 6,7%, com o agravante de que o setor havia registrado crescimento negativo (-4,3%) também no exercício anterior. Paradoxalmente, os investimentos das empresas do setor em equipamentos e tecnologias para manter o parque gráfico brasileiro atualizado continuaram altos – US$ 1,17 bilhão no ano, apenas 3% menos do que o investido em 2012 e pouco inferior à média de US$ 1,3 bilhão dos últimos seis anos.

O segmento editorial foi a principal vítima do baixo desempenho, com retração de 12,1%. Problemas como o irrisório índice de leitura do brasileiro (1,8 livro/ano, segundo a Agência Senado), a concorrência da web no mercado de jornais e revistas, o tímido crescimento da massa real de salários (a baixa renda é um dos grandes entraves ao consumo de livros, jornais e revistas) e principalmente a forte importação de produtos e serviços gráficos ajudam a explicar esse resultado.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Secex-MDIC), a balança comercial de produtos e serviços gráficos registrou, em 2013, US$ 279,1 milhões de exportações, contra US$ 548,6 milhões de importações.  No ano, o Brasil importou 2% mais do que em 2012 e exportou 6% menos.

Os itens editoriais (como impressão de livros e revistas) responderam pelo maior volume das importações brasileiras de produtos e serviços gráficos: US$ 185,9 milhões e 28 mil toneladas. China (28%), Estados Unidos e Hong Kong (15% cada) foram os principais beneficiados pelas importações nacionais. Entre os exportadores, o destaque coube ao segmento de embalagens – US$ 108,1 milhões e 66,9 mil toneladas, correspondentes a 38,7% das vendas do setor para outros países. Venezuela, Uruguai e Argentina foram os principais destinos do segmento no exterior.

No quesito empregos, houve redução de 5.684 postos de trabalho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Apesar do ajuste, o setor mantém-se na posição de grande empregador, com quase 219 mil vagas.

Para 2014, a projeção é de nova queda, mas menos acentuada. “Devemos fechar o ano com declínio de 1,7% na produção física. A reversão dessa tendência parece difícil diante da ausência de indícios de mudanças no cenário econômico. O ambiente externo continua desfavorável ao Brasil, e internamente, inseguranças jurídicas, tributárias e de infraestrutura desencorajam investimentos”, avalia Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

Fonte:

Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf

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De coxim de automóveis a balões de festa, passando por solados e eletrodomésticos, a borracha está presente em praticamente todas as atividades industriais. Fornecedora dos mais diferentes setores, a indústria de artefatos tem seu desempenho vinculado ao das demais.

Com a atividade industrial brasileira praticamente estagnada em 2013 – o nível de horas trabalhadas na produção cresceu apenas 0,1% de acordo com a Confederação Nacional da Indústria – o setor de borracha registrou aumento no faturamento e atingiu US$ 2,82 bilhões.

Por um lado, o resultado está atrelado ao desempenho da indústria automobilística, que encerrou 2013 com crescimento recorde de 9,9% (3,7 milhões de veículos) sobre o ano anterior, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Atualmente, 51% da produção de artefatos de borracha são destinados à fabricação de automóveis.

Por outro, o setor sofre com a importação de artefatos de borracha acabados que, só em 2012, subiu 12%. “Obviamente isto concorre pesadamente para a desindustrialização do setor e, no bojo desta, lá se vão fábricas e postos de trabalho”, afirma Ademar Queiroz do Valle, diretor-executivo da ABIARB – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha.

Estimativa

A se manter o panorama macroeconômico atual, o dirigente estima um crescimento nominal de 8% a 9% da indústria da borracha em 2014 que, descontada a inflação, resulta em crescimento real de 2% a 3%.

O diferencial neste ano é a realização da principal feira de negócios do setor, a Expobor – Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha que acontece de 23 a 25 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. De periodicidade bienal, o evento é o único que representa a indústria de borracha na América Latina e estimula a realização de negócios, promove a discussão de novas ideias, a apresentação de novidades em produtos, e os acordos de parcerias.

Neste ano, a feira reúne 120 expositores dos setores de artefatos de borracha, automação, centros de pesquisa, equipamentos de laboratório, moldes e ferramentaria, máquinas, sistemas de energia, tecnologia de produção e reciclagem, tratamento de resíduos e outros. São esperados mais de 10 mil visitantes profissionais vindos de todos os estados brasileiros e de dezenas de países. Entre eles, profissionais das indústrias de artefatos, automotiva, de calçados, petrolíferas, siderúrgica, pneumáticas e de muitas outras que utilizam a borracha como matéria prima ou componente.

SERVIÇO:

EXPOBOR 2014 – 11ª Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha

Data: 23 a 25 de abril

Horário: das 14h às 21h

Local: Expo Center Norte

Promoção e organização: Francal Feiras

Patrocínio: ABIARB – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha

Apoio: Sindibor – Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo; ABTB – Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha; e APABOR – Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha.

Informações pelo telefone: (11) 2226-3100

Site: www.expobor.com.br

Twitter: @ExpoborFeira

Facebook: FeiraExpobor

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A Plastecno lança no mercado o PTFE ( poli tetra flúor etileno), um plástico de engenharia com características muito especiais. Trata-se de um polímero com excepcional resistência química, resistente a grande maioria das substâncias químicas mais agressivas. Possui  elevada resistência à temperatura de trabalho, variando de -200  à 260 C°.

Este plástico é feito de um material com dureza de 54 a 60 shore D, característica esta, que auxilia na fabricação de juntas, anéis e peças de vedação, de ótima qualidade. Somando-se a isto a resistência à temperatura, o teflon pode ser utilizado em muitas aplicações nos mais diferentes segmentos industriais.

Possui boa resistência elétrica, não propaga a chama, baixo coeficiente de atrito e não absorve água e peso específico de 2,2 g/cm3.

O PTFE pode ser aditivado com fibra de vidro, grafite, bissulfeto de molibdênio, carbono, bronze, proporcionando a melhoria de algumas propriedades, conforme a aplicação a que se destina. É encontrado na forma de chapas, buchas, tarugos, tubos e películas. Os semi acabados em PTFE, são fabricados pelo processo de moldagem ou extrusão. É utilizado na indústria química, galvanoplastia, metalúrgicas, equipamentos médico hospitalares, alimentícia, elétrica,  petrolífera, etc.

Trata-se de um material facilmente usinado, cortado, furado, fresado, para a confecção de peças técnicas de alta precisão.

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Mais de 12 mil visitantes, entre compradores e congressistas, tiveram contato com 170 marcas expositores nacionais e internacionais.

Entre os dias 1 e 3 de abril, o Centro de Exposição Imigrantes, em São Paulo, tornou-se a capital mundial do Alumínio, quando mais de 12 mil visitantes/compradores participaram da Expoalumínio 2014 -5ª Exposição Internacional do Alumínio, que também sediou o 6º Congresso Internacional do Alumínio e 12ª Seminário Internacional de Reciclagem do Alumínio. Congresso e seminário somaram 600 inscritos entre profissionais, acadêmicos e estudantes, que participaram de 120 apresentações e 50 trabalhos técnicos.  A Expoalumínio 2014 foi promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e realizada pela Abal – Associação Brasileira do Alumínio.

Para a diretora da exposição, Liliane Bortoluci, a edição 2014 confirmou a posição dessa indústria brasileira na vanguarda da inovação. “Recebemos um time especial de palestrantes no congresso e seminários, além de representantes da indústria com tecnologia de ponta nos estandes da feira, de países como Canadá, Alemanha, EUA, França, Irlanda e Itália e nossas empresas não devem nada a nenhum mercado estrangeiro”.

“Aprendi muito nestes três dias, com as apresentações nacionais e internacionais – relatou o presidente executivo da Abal, Adjarma Azevedo – tivemos uma visão da indústria para o futuro próximo, informações que a Abal utilizará para se articular com o governo. Todos os setores trouxeram conhecimento novo, áreas como tecnologia ambiental, novas técnicas, entre outras. Também me surpreendi com o interesse dos estudantes, em todos os painéis, mas com destaque para apresentações sobre automóveis, inovação e embalagens. Na exposição, particularmente, observei visitantes ainda mais qualificados do que na edição passada”.

Além de atualização profissional e divulgação de conhecimento, a feira rendeu bons negócios para as mais de 170 marcas. Mário Di Caterina, diretor de vendas de Frohn explica que essa foi a primeira participação da empresa na Expoalumínio, e a experiência já rendeu frutos. “Os novos negócios que concretizamos durante a feira devem movimentar R$ 800 mil reais anuais nos próximos cinco anos. Além disso, consideramos que o evento foi uma oportunidade para reafirmar a qualidade de nosso produto”. Para a Conemag, os resultados também foram positivos. “Viemos aqui prospectar negócios e já conseguimos engatar alguns pedidos durante a feira. A meta para este ano é dobrar a venda de equipamentos para reciclagem de metais. Em 2013, comercializamos 57 equipamentos”, disse o diretor executivo Eduardo Bueno.

BRASIL ESTÁ ATENTO A TENDÊNCIAS MUNDIAIS DO MERCADO DE ALUMÍNIO

Uma das tendências mais fortes reforçadas por executivos da Abal foi a crescente utilização do metal em automóveis. Ayrton Filleti, por exemplo, coordenador do Comitê de Mercado e Transportes, apresentou o estudo Redução de Peso e Eficiência Energética. “A cada 10% de redução do peso, o consumo de combustível fica, em média, 7% menor. Existem também hoje ligas de alumínio para peças fundidas consagradas há tempos na indústria automotiva que permitem redução de peso em até 60% quando comparadas aos modelos em aço”. Essa tendência foi corroborada por Mike Kelley, vice-presidente para desenvolvimento de negócios internacionais da Metal Exchagen Corporation (MEC). Entre as principais previsões do executivo da MEC para os 10 ou 15 anos seguintes, está a próxima grande transformação do mercado de sucata, causada pela indústria automotiva, que tem buscado material reciclado e por conseguinte, elevado seu preço. “Façamos uma conta rápida, porque as montadoras agora querem montar carrocerias de alumínio. Seriam adotados por volta de 300 kg em cada carro. Imaginem cerca de 5 milhões de carros, o que não é muito, é menos de 30% da frota total da Europa. Seriam necessárias 1,5 mil toneladas de alumínio para produzi-los. De onde isso vai vir? Se o mercado [de sucata] está apertado agora, vai ficar ainda mais”.

ENCERRAMENTO TEM AMYR KLINK E HOMENAGEM A PRESIDENTE DA ABAL

“Valeu a pena ver e ouvir, e quem veio, falou de negócio”. Essa foi a impressão que o presidente executivo da Abal, Adjarma Azevedo teve no encerramento da Expoalumínio 2014 que também incluiu a entrega de prêmios para melhores trabalhos expostos no Congresso e Seminário e o prêmio João Valiante de jornalismo. O navegador Amyr Klink fez uma apresentação explicando o porquê de escolher o alumínio em seus projetos. “Era muito difícil falar em alumínio 30 anos atrás. Mas conversando com navegadores experientes no início dos anos 1980, entendi o que eles gostariam de fazer, se livrar do aço e madeira e ter uma embarcação justamente de alumínio, pois ele é um material inteligente”. Klink explicou que o custo operacional do seu barco atual, o Paratii 2, é equivalente àquele de uma embarcação 10 vezes menor.

Ao final da solenidade, o Azevedo recebeu homenagem de amigos e familiares por seus anos dedicados à indústria de alumínio.

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Painel realizado durante a ExpoAlumínio 2014 ilustra os principais desafios para que setores diferentes da economia se adequem às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos

O Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE) esteve representado pelo seu diretor executivo, André Vilhena, no painel Acordo setorial de embalagens na Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que faz parte do 12º Seminário Internacional de Reciclagem de Alumínio. A palestra tratou dos impactos já trazidos pelo acordo tanto para os empresários quanto para sociedade em geral e como os setores estão trabalhando para se adequar ao modelo proposto.

A indústria do alumínio sempre foi referência para outros setores da economia em processos de logística reversa, uma das principais exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos que começou a vigorar em 2014. Acontece que as exigências do acordo englobam setores altamente representativos para economia nacional com interesses e processos diversos, por isso a Coalizão Empresarial, apoiada pelo CEMPRE e formada por 22 associações, apresentou projeto ao Ministério do Meio Ambiente em março para que se estabeleça o acordo setorial. Pela tamanha representatividade da logística reversa no setor de alumínio, a ABAL (Associação Brasileira do Alumínio) goza de grande prestígio entre as associações que participam da coalizão.

“A grande parte das ações que propusemos já estão em prática e estamos em via de ter o primeiro relatório preliminar que mostra o impacto delas na sociedade, o que nos faz acreditar que nossa proposta será aceita pelo Ministério do Meio Ambiente em breve. O texto que apresentamos equacionou necessidades de adaptação de todos os setores envolvidos. Dessa forma a cadeia do alumínio também teve seus interesses defendidos”, afirmou Vilhena.

Outro ponto importante apontado na palestra faz relação com o trabalho das prefeituras que não será substituído de maneira nenhuma pelo projeto apresentado, “a PNRS exige que as prefeituras dos municípios também se responsabilizem pela gestão compartilhada de resíduos promovendo a coleta seletiva, sob o risco de problemas com o repasse de verbas. Nós queremos melhorar os processos de reciclagem desde a qualidade das cooperativas, até aspectos tributários, o que de maneira nenhuma interfere nas responsabilidades das prefeituras”, finaliza.

Vilhena ainda apontou o crescimento considerável de municípios que passaram a promover a coleta seletiva que passaram de 445 para 766 entre 2010 e 2012 e a expectativa é que em 2014 contabilizem mais de mil.

5ª Exposição Internacional do Alumínio. mais informações no site www.expoaluminio.com.br

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Além de conhecer as regras de segurança e testes elétricos e quem as estabelece, é imprescindível saber se o medidor é eficiente

Por René Guiraldo

Não há dúvida de que a segurança em medições elétricas é uma questão importante para eletricistas, engenheiros, funcionários, sindicatos e o governo.  Todos os dias, em média, nove mil operários sofrem lesões incapacitantes no trabalho, nos EUA. E no Brasil não é diferente. Seguir e conhecer todos as normas e padrões internacionalmente estabelecidos e utilizar equipamentos devidamente certificados são aspectos primordiais para garantir e maximizar a segurança em medições elétricas, tanto para quem as realiza, como para quem usufrui das instalações.

É preciso que tanto empregadores como empregados tenham uma boa compreensão das regras e dos padrões que regem o trabalho seguro com eletricidade.  Alguns órgãos governamentais, como a Administração de Segurança e Saúde Ocupacional dos EUA (OSHA) e o Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional (NIOSH), e organizações independentes, como Associação Nacional de Proteção Contra Incêndios (NFPA), o Instituto Nacional de Padrões dos EUA (ANSI), o Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE) e a Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC), supervisionam a segurança no ambiente de trabalho.

Além desse conhecimento técnico, com o objetivo de colaborar para que o trabalho seja realizado com segurança, existem no mercado uma série de ferramentas e equipamentos de testes. E para que estes realmente protejam de possíveis lesões, algumas vezes letais, devem funcionar corretamente. Infelizmente, apenas olhando na caixa não é possível reconhecer se uma ferramenta foi projetada para cumprir com padrões de segurança e se proporcionará o desempenho correspondente ao seu custo. A IEC (Comissão Eletrotécnica Internacional), por exemplo, desenvolve e propõe padrões, mas não é responsável pelo cumprimento dos mesmos.

Outro ponto de atenção é que expressões como “Projetado para cumprir com a especificação…” talvez não signifiquem que a ferramenta tem, de fato, um desempenho de acordo com as especificações. As intenções do projetista nunca substituem um teste verdadeiramente independente. Merece destaque ainda o fato de que a marca CE (Conformité Européenne, ou seja, Conformidade Europeia) indica que ele cumpre com os requisitos de saúde, segurança, meio ambiente e proteção ao consumidor que foram estabelecidos pela Comissão Europeia. Entretanto, os fabricantes têm permissão para certificar a eles mesmos, indicando que cumpriram com os padrões, e emitir a sua própria Declaração de Conformidade e colocar a marca “CE” no produto.

Desta forma, para ter certeza de que essas ferramentas de teste elétrico estejam proporcionando toda a proteção demandada, é preciso certificar-se se foram testadas e certificadas por pelo menos dois ou mais laboratórios de testes independentes, o que é atestado se levarem o símbolo e o número de listagem do UL, nos Estados Unidos; da CSA, no Canadá ou da TUV, na Europa.  Esses símbolos só podem ser usados quando o produto passa nos testes de acordo com o padrão da agência, que é baseado em normas nacionais/internacionais.

Outro ponto de atenção é com relação ao cumprimento do padrão 70E da Associação Nacional de Proteção Contra Incêndios (NFPA, que estabelece que as ferramentas de teste devem passar frequentemente por uma inspeção visual para detectar danos e garantir a operação adequada. É preciso verificar se a caixa está quebrada, as pontas de prova estão desgastadas ou o visor está apagado; inspecionar as pontas de prova, procurando fios desgastados ou quebrados; e certificar de que tenham conectores reforçados, proteção para os dedos, classificações de CAT iguais ou superiores às do medidor, isolamento duplo e o mínimo de metal exposto nas pontas de prova.

Inspeções complementares, como procurar a classificação de 600 volts ou 1000 volt, CAT III ou 600 volts, CAT IV na parte frontal dos medidores e testadores e o símbolo de “isolamento duplo” na parte posterior, também são importantes. Além disso, é uma boa garantia adicional sempre consultar o manual para ter certeza de que os circuitos de resistência e continuidade têm o mesmo nível de proteção que o circuito de teste de tensão e certificar-se de que a corrente e a tensão dos fusíveis do medidor estão de acordo com as especificações. A função de teste do próprio medidor também pode ser utilizada para procurar quebras internas e saber se os fusíveis estão em ordem e funcionando corretamente. As ferramentas que forem reprovadas em qualquer uma dessas inspeções devem ser trocadas por ferramentas novas de um bom fabricante.

Concluindo, é muito importante estar atento a todos esses regulamentos e especificações, mencionados acima, pois foram criados da mesma forma, ou seja, a partir da experiência e de princípios baseados no bom senso. Entretanto, merece ser ressaltado que nenhuma ferramenta, por maior qualidade e número de certificações que tenha, faz o trabalho sozinha. Cabe ao usuário, aprender os regulamentos e padrões de segurança e usá-los com eficiência no trabalho. Afinal de contas, é a segurança dele, principalmente, que está em jogo.

René Guiraldo, Gerente Nacional de Vendas da Fluke do Brasil

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Abimaq prevê crescimento de 9% a 10% em segmentos como hidráulica e pneumática

O grande número de feriados,o evento da Copa do Mundo e as eleições presidenciais no Brasil, deverão fazer então o empresariado brasileiro olhar mais adiante, e preparar seu parque industrial para 2015. Essa é a opinião de Carlos Padovan, presidente do comitê da 30ª Feira Internacional da Mecânica, maior feira de máquinas e equipamentos da América Latina, promovida pela Reed Exhibitions Alcantara Machado com o apoio da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), que acontecerá entre os dias 20 a 24 de maio de 2014.

“Na feira, os compradores e expositores vão projetar cenários para 2015. Se existe fôlego para crescimento, você precisa se preparar de um ano a seis meses antes. E a verdade é que precisamos melhorar ainda mais nosso parque industrial. Existem muitas máquinas que estão sendo desenvolvidas para lançamento na próxima Mecânica, e a NR-12 ainda será um dos maiores motivos de busca por novas máquinas”, prevê Padovan. A Norma Regulamentadora Nº 12 do Ministério do Trabalho define referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para a saúde e a integridade física dos trabalhadores.

Para o executivo, o início de 2013 apresentou bons números de venda, mas, de forma geral, o ano se encerra estável em relação a 2012. “O último trimestre apresentou uma pequena melhora, sem falar nos setores que apostaram em certos nichos e surpreenderam. Por isso, acreditamos que em 2014 segmentos como hidráulica e pneumática devem crescer de 9% a 10%”. Ele também aposta no impulso dado por montadoras como Fiat, BMW e Mercedes-Benz, que têm investido de maneira intensa no país.

As previsões vão ao encontro à pesquisa recente do IBGE, que apontou crescimento, apesar do aparente marasmo da economia brasileira. Para o instituto, 21 dos 27 setores industriais registraram aumento na produção em outubro de 2013, na comparação com setembro. No acumulado dos dez meses analisados, a atividade industrial cresceu 1,6% frente a igual período de 2012.Apenas o setor de bens de capital avançou 18,8% na comparação com o mesmo mês de 2012, registrando o 10º resultado positivo consecutivo na comparação com igual mês do ano anterior. Os resultados positivos foram registrados por bens de capital para fins industriais (20,4%), para construção (58,5%), para uso misto (7,8%), agrícola (21,0%) e para energia elétrica (6,7%).

Máquinas brasileiras – A indústria de bens de capital brasileira é uma das mais tradicionais e resilientes do país e surpreende a economia, ano após ano, conquistando novos clientes e garantindo qualidade, mesmo com os desafios que encontra. A Feira Internacional da Mecânica é um reflexo dessa força. Para Carlos Pastoriza, secretário da presidência da Abimaq, 2013 foi um ano desafiador para o setor de bens de capital. “Recuperamos um pouco da produção no segundo semestre. As razões são os suspeitos de sempre: custo Brasil, taxa de câmbio e a profusão de regimes tributários com viés importador”.

Mesmo assim, o empresário exalta as conquistas da entidade neste ano, como a prorrogação da linha PSI do BNDES e a desoneração da folha de pagamento para as indústrias. Ainda de acordo com a Abimaq, de janeiro a setembro de 2013, o consumo de produtos dessa indústria foi de R$ 90,909 bilhões, 7,1% superior ao mesmo período de 2012. Mesmo eliminando o efeito cambial, o resultado permanece positivo com alta de 1,2%. Em setembro as exportações chegaram ao valor de US$ 1 bilhão. Ao longo do ano até setembro, as exportações corresponderam a 32% do faturamento.

Fato é que a indústria brasileira não deve em qualidade para nenhuma parte do mundo. Prova disso são os principais clientes importadores de produtos nacionais. “Entre nossos principais destinos das exportações, apesar das dificuldades, estão Estados Unidos, Alemanha, Itália, ou seja, países altamente industrializados e com tradição na produção de maquinário”, diz Pastoriza. Em setembro de 2013, os Estados Unidos voltaram a ocupar a segunda posição no ranking dos principais compradores de máquinas e equipamentos do Brasil.

Em 2012, a Mecânica atingiu a marca de duas mil empresas expositoras e contemplou cerca de 25 setores da indústria, entre eles as áreas de automação e controle de processos, equipamentos para tratamento ambiental e refrigeração, solda e tratamento de superfícies, máquinas-ferramenta, entre outros. Lotados, os corredores do Anhembi, onde a feira acontece, receberam 109 mil visitantes únicos, número que bateu o recorde de 2010, de 105.851 visitantes, vindos de 60 países, entre eles Argentina, EUA, Itália, Alemanha, Espanha, França, Suíça, Canadá, Chile, Peru, Venezuela e Portugal. “Mais de 95% do espaço da feira está comercializado. Diante disso, a expectativa para a edição de 2014 só aumenta, tanto em número de expositores, países participantes, compradores e apoiadores distribuídos em 85 mil m² de área do Pavilhão de Exposições do Anhembi”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da feira.

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Segundo pesquisa da Fiesp e Ciesp, indústria de alimentos puxou índice de fevereiro por conta das contratações do setor açucareiro

A indústria de São Paulo criou 7,5 mil novos postos de trabalho em fevereiro, mostra pesquisa da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Considerados os efeitos sazonais, a variação percentual ficou próxima de zero, -0,17%. O emprego no setor manufatureiro deve encerrar 2014 com taxa de criação também perto de zero, avalia o gerente do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, Guilherme Moreira.

Segundo ele, o levantamento de fevereiro indica que “não aconteceu nada em termos de emprego, é um resultado fraco e com a mesma dinâmica que foi verificada no ano passado”.

De acordo com a avaliação de Moreira, os números do emprego industrial não apresentam nenhuma novidade em fevereiro e a criação de postos do setor deve fechar o ano perto do zero, uma vez que a indústria já fez um ajuste de quadro de funcionários para uma demanda que há certo tempo não está aquecida.

“Foi feito um grande ajuste no emprego em 2012 e 2013 e a gente espera que esse ano, dada a conjuntura atual e a expectativa de um PIB (Produto Interno Bruto) sem nenhum crescimento expressivo, nossa projeção de emprego zero seja confirmada”, diz o gerente da área de economia da Fiesp e do Ciesp. “Então o prognóstico é que não haja nenhuma grande queda no final deste ano como foi no ano passado”, reitera.

Na semana passada, as entidades revisaram para baixo as expectativas para o crescimento do PIB e da indústria.  A previsão é de um crescimento de 1,4% do PIB, contra previsão anterior de expansão de 2%.

O dado mais surpreendente ficou por conta da indústria de transformação. As entidades projetam um recuo de 0,8% do PIB do segmento em 2014, versus prognóstico anterior de 2%.

A criação de 7,5 mil postos de trabalho em fevereiro foi puxada principalmente pela indústria alimentícia, a qual contratou 3.111 no mês passado – grande parcela dessas contratações estão relacionadas à produção de açúcar. Setores que também se destacaram no radar da Fiesp e do Ciesp foram os de artefatos de couro e calçados e de confecção de artigos de vestuário.  Moreira pondera, no entanto, que “ainda é cedo para dizer se está havendo uma retomada dos setores”.

A indústria de artefatos de couro e calçados contratou 2.254 novos funcionários em fevereiro, enquanto o setor de artigos de vestuário criou 1.925 vagas no mesmo mês.

“A gente também percebe que na indústria de máquinas e equipamentos, alguns setores ligados à energia com contratação de funcionários”, afirma Moreira.

Já a indústria de veículos automotores contribuiu significativamente para a queda de fevereiro com 1.692 demissões.

Pesquisa

No acumulado do ano, a indústria paulista contratou 14 mil novos funcionários. Já no acumulado de 12 meses, fevereiro de 2014 versus fevereiro de 2013, a conta é negativa em 42.500, mas o gerente da Fiesp e do Ciesp explica que esse movimento de ajuste é normal para a época do ano.

“A indústria tem essa característica de contratar muito até setembro e outubro, e em novembro e dezembro demitir. Então, esse acumulado leva isso em conta, mas esse negativo vai diminuindo ao longo do tempo”, explica.

Das 7,5 mil vagas criadas em fevereiro, 2.637 correspondem à indústria de açúcar e álcool, enquanto 4.863 correspondem aos demais setores da indústria de transformação. De janeiro a fevereiro deste ano, o setor manufatureiro contribuiu para o saldo de 14 mil novos empregos com a criação de 13.966 vagas, e o setor sucroalcooleiro injetou 34 novas contratações no saldo do acumulado do ano.

Dos 22 setores consultados pela pesquisa da Fiesp e do Ciesp, 11 apontaram para a criação de empregos, dez apresentaram saldo negativo e um ficou estável.  Entre as diretorias regionais, 20 computaram alta, 13 baixa e três estabilidade.

O emprego na região de Araçatuba se destacou com desempenho positivo de 2,52%, motivado pela indústria de Móveis (5,11%) e Produtos Alimentícios (4,75%). Franca também fechou o mês com variação positiva de 2,12%, impulsionado por Artefatos de Couro e Calçados (3,87%) e Produtos Alimentícios (0,19%).  Em Araraquara, a indústria registrou alta de 1,87% no mercado de trabalho, com destaque positivo nos segmentos de Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (7,47%) e Produtos Têxteis (5,70%).

No campo negativo, Matão se destacou com -4,06%, influenciado por Produtos Alimentícios (-13,53%) e Produtos de Metal Exceto Máquinas e Equipamentos (-0,71%).  O emprego em Piracicaba caiu 2,08%, com baixa performance em Veículos Automotores e Autopeças (-4,01%) e Produtos de Metal Exceto Máquinas e Equipamentos (-2,83%). São João da Boa Vista anotou queda de 0,99%, com recuo no setor de Veículos Automotores e Autopeças (-5,71%) e de Produtos Alimentícios (-1,18%).

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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