Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) apontam queda nas vendas de 2% de janeiro a abril comparado ao mesmo período 2013. Na comparação com o mesmo mês do ano passado houve queda de 9,1% e com relação a março de 2014 de 4,4%. O resultado de abril levou a ABRAMAT a rever a previsão o para o fechamento de 2014 de 4,5% para 3,0%.

“O ano começou bem, com crescimento em janeiro e fevereiro, mas as vendas da maioria dos materiais de construção, em março e abril, caíram fortemente. Os segmentos de varejo, imobiliário e infraestrutura apresentaram resultados abaixo do esperado. Os produtos de acabamento sofreram menos. Ainda há tempo para uma recuperação, mas torna-se mais difícil atingirmos o crescimento previsto para 2014, de 4,5%.” afirma o presidente da ABRAMAT, Walter Cover.

O executivo também acrescentou que, embora os índices de emprego e renda continuem positivos, o crédito às famílias e as expectativas sobre o futuro da economia continuam preocupando tanto os consumidores como os empresários e com isso as compras e investimentos são postergados.

Os números do estudo da ABRAMAT apontam ainda que os empregos na indústria tiveram um crescimento de 6,7% em relação a abril de 2013. Já em relação ao mês anterior o crescimento foi de 1,0%.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Criatividade e bom relacionamento nas redes sociais são fatores de diferenciação em muitas profissões contemporâneas, mas também são fundamentais para o desenvolvimento profissional de atletas de ponta. Por isso mesmo, a Nissan vai reunir alguns dos mais promissores atletas brasileiros de modalidades olímpicas e paralímpicas, integrantes do Time Nissan, em um workshop sobre criatividade, como estimular o processo criativo e o relacionamento em redes sociais.

O evento acontecerá nos dias 15 e 16 de maio em um local que já naturalmente estimula os atletas: o estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Este será a última ação no estádio antes dele ser repassado para ser usado na Copa do Mundo.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

1

Duas organizações norte-americanas incluíram o metal e suas ligas na lista de tecnologia para controle de infecções

Duas organizações norte-americanas incluíram o cobre antimicrobiano em suas listas das Dez Maiores Tecnologias de 2014 por seu papel na prevenção e controle de infecções. As novas tecnologias são identificadas por meio de monitoramento de horizonte tecnológico.

O Instituto ECRI – líder mundial em pesquisas sobre melhores abordagens para o cuidado de pacientes – incluiu o cobre antimicrobiano em sua ‘Lista das Dez Maiores Questões em Tecnologia Hospitalar para Líderes’, tendo como alvo os tomadores de decisão de alto nível no âmbito dos sistemas de saúde, fornecendo-lhes resumos de tecnologias emergentes que podem ajudar a melhorar os esforços de planejamento de capital ao longo do ano.

Da mesma forma, a Rede Canadense para Monitoramento Ambiental em Saúde (CNESH-sigla em inglês) – líder em monitoramento de horizonte tecnológico em saúde – destaca o cobre em sua ‘Lista das 10 Maiores Tecnologias Novas e Emergentes de 2014’.

Experimentos clínicos mostram que a substituição de superfícies de contato frequente no ambiente hospitalar por cobre antimicrobiano – isto é, cobre ou ligas de cobre que possuem propriedades antimicrobianas inerentes ao metal – ajuda a reduzir a contaminação microbiana e pode reduzir a incidência de infecções hospitalares.

O relatório do ECRI ressalta: “Superfícies de contato de cobre antimicrobiano podem ser incorporadas a uma grande variedade de componentes… As propriedades do cobre antimicrobiano permanecem ativas por todo o tempo de vida do produto e não depende de revestimentos ou superfícies impregnadas que podem se desgastar ou ser removidos com a lavagem”.

Mais de 5 mil organizações de saúde em todo o mundo confiam na experiência do Instituto ECRI para a melhoria da segurança dos pacientes, e a Organização Mundial da Saúde concedeu ao Instituto ECRI o título de Centro Colaborador para Avaliação de Tecnologias em reconhecimento à sua contribuição e competência.

A lista dos Dez Mais da CNESH afirma: ‘Superfícies de contato feitas de cobre antimicrobiano e ligas de cobre (latão e bronze) parecem ser uma alternativa promissora que pode aprimorar a prevenção e o controle de infecções e, portanto, proporcionar ambientes hospitalares mais seguros aos pacientes.

“Quando incorporada a áreas de superfície como barras de cama, corrimões, maçanetas, superfícies de trabalho, suportes para soro e instalações de banheiro, as propriedades antimicrobianas naturais do cobre reduziriam a contaminação bacteriana, a transmissão e os índices de infecções”.

Coincidindo com o reconhecimento da contribuição do cobre antimicrobiano para a prevenção de infecções, o ‘epic3: Diretrizes Nacionais Baseadas em Evidências para a Prevenção de Infecções Hospitalares em Hospitais do Sistema Nacional de Saúde na Inglaterra’, do Reino Unido, também incluiu o cobre, seguindo recente resenha de pesquisa publicada, encomendada pelo Departamento de Saúde. Estudos relatando reduções significativas de 80% a 90% da carga microbiana em superfícies de contato frequente feitas de ligas de cobre são descritas em ‘Tecnologias Emergentes’.

A cadeia produtiva está contribuindo para a crescente demanda por produtos de cobre microbiano com uma gama cada vez maior de produtos duráveis, de baixo custo e eficazes.

Brasil

No Brasil, o uso do cobre como agente antimicrobiano já pode ser visto no estacionamento do aeroporto de Congonhas e também em consultório odontológico de São Paulo. As ações no País são desenvolvidas por meio do Instituto Brasileito do Cobre – Procobre – ligado à International Copper Association (ICA). “Estamos desenvolvendo projetos não só na área hospitalar para o Brasil. O objetivo é mostrar que o cobre e suas ligas, como o latão por exemplo, associam design ao benefício de controlar infecções e a disseminação de doenças que podem ser transmitidas pelas mãos”, explica Antonio Maschietto, diretor executivo do Procobre. Segundo o executivo, novos projetos deverão ser anunciados no Brasil neste ano.

Foto:O uso do cobre em espaços brasileiros como o estacionamento do Aeroporto de Congonhas e consultório odontológico

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

O “Manual da Filtração Industrial”, que demonstra a importância da filtragem em diferentes processos industriais.

Neste livro são detalhados os fundamentos e conceitos da filtração, além de normas nacionais e internacionais e uma vasta bibliografia sobre o assunto.Dividido em quatro capítulos: Sistemas hidráulicos e de lubrificação; Ventilação industrial e ar condicionado; Sistemas de controle da poluição e Sistemas pneumáticos.

O Manual da Filtração Industrial ainda reúne um amplo material didático, com detalhes, gráficos, tabelas, desenhos ilustrativos, fotos e os testes de desempenho exigidos, com as respectivas referências normativas.

Caso haja espaço na Leite & Derivados para este tipo de divulgação, em anexo há uma foto em alta resolução da capa do livro e um arquivo PDF, com a respectiva resenha. Para informações adicionais, não hesite em me contatar.

Dados técnicos:

Titulo: Manual da Filtração Industrial

Autor:  Marcos Gomes de Oliveira

ISBN: 9788588098756

Edição: 1ª   Publicação: 2013

Páginas: 279

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

Os termos-interruptores Iguaçu, empresa consolidada no mercado de componentes para indústria automotiva, são fabricados de acordo com a necessidade operacional do equipamento que será aplicado. São indicados para equipamentos que requerem calibragem precisa em sua atuação.

Podem variar a rosca de m10 a m18 (1/4 ou 1/8) com passos de 1,0 mm a 1,5 mm (19 fpp ou 27 fpp). Atendem temperaturas que variam de 50 a 120ºC, podendo ser fornecidos com 1 polo – com ou sem chicote ou 2 polos – com ou sem chicote, com circuito normal aberto ou normal fechado.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Enquanto o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) divulgou os resultados da balança comercial brasileira que fechou 2013 com superávit de US$ 2,5 bilhões; o setor de equipamentos e produtos de saúde apresentou um déficit de US$ 4,1 bilhões. Representado pelos segmentos de materiais de consumo, equipamentos médico-hospitalares, implantes, laboratórios, odontologia e radiologia, o mercado brasileiro continua tendo dificuldades em competir com produtos importados.

O balanço acrescenta mais um ano de resultados negativos para o setor que, desde 2011, vem sofrendo com sua corrente de comércio. Nos últimos três anos registrou-se crescimento de 14% no total de importações paralelamente à queda de 10% no montante de exportações de produtos médicos e odontológicos.

Dentre os subsetores da indústria, aquele que mais se destacou com melhores resultados foi o odontológico com déficit comercial de apenas US$ 14 milhões em 2013. Em contrapartida, a área de laboratórios busca melhorias para reverter o mau desempenho e o saldo negativo que atinge a casa do bilhão de dólares.

Exportações – Balanço de 2013

Analisando os resultados nacionais do comércio exterior dos artigos e equipamentos médico-hospitalares, podemos identificar que o principal destino dos produtos brasileiros foram os Estados Unidos da América, que comprou mais de US$ 180 milhões das nossas empresas. Na sequência, temos a Argentina com US$ 76 milhões, o México com US$ 35 milhões, a Colômbia com US$ 33 milhões e a Venezuela com US$ 28 milhões. Juntos, estes cinco países do continente americano somam 48% do total de exportações brasileiras.

Eles têm sido parceiros do Brasil recebendo nossos produtos de forma constante, visto que a variação de exportações a estes mercados não ultrapassa 10% positivos ou negativos desde 2009.

De todos os seis subsetores que englobam o estudo, apenas dois conseguiram resultado positivo entre 2012 e 2013: o de implantes que aumentou em 3% suas exportações e o de radiologia que cresceu 15%. Mesmo tímido, este crescimento é bastante significativo, principalmente se comparado aos resultados das exportações de materiais de laboratórios (-49%), equipamentos médicos (-13%) e odontologia (-5%).

Considerado um dos setores vitais da economia mundial, a indústria de produtos para a saúde deve crescer nos próximos anos, gerando, assim, boas possibilidades de expansão para o mercado nacional. Porém, o que os números de 2013 refletem são a baixa competitividade da indústria brasileira que supre boa parte de sua demanda interna com importações diretas, principalmente dos itens de maior complexidade técnica.

Tendo em vista que o país conta com uma estrutura produtiva e tecnológica bastante heterogênea, o governo vem lançando iniciativas que estimulam a produção nacional. Além de mecanismos de compras públicas, regulação, incentivos fiscais ou de financiamento oferecidos pelo setor público, outras entidades criam propostas para estimular a produção e a exportação.

Fonte: Dehlicom

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

Nos primeiros dois meses do ano, janeiro e fevereiro, a produção brasileira do segmento de vestuário teve crescimento de 12,34% em relação ao mesmo período de 2013, segundo dados do IBGE. Já no segmento têxtil houve um aumento de 0,67% no acumulado do ano.
Somente no mês de fevereiro, a produção brasileira do segmento de vestuário cresceu 3,4% e a do setor têxtil teve queda de 0,1% em relação ao mês anterior.

Se comparada a produção de fevereiro de 2014 com fevereiro de 2013,  a produção física da indústria do vestuário teve crescimento de 27,40% e a do segmento têxtil cresceu 3,83%.


Comércio Exterior

Nos primeiros três meses do ano, somente as importações de vestuário apresentaram aumento de 7,9%, em valor, comparativamente com o mesmo período em 2013. Essa variação foi de 1,8%, em toneladas, segundo dados do Sistema Alice/MDIC.
Já as importações de têxteis e confeccionados, entre janeiro e março deste ano, cresceram 4,2%, em valor. As exportações caíram 6,9% enquanto o crescimento do déficit na balança comercial no período foi de 6,5%, em relação ao mesmo período de 2013. Os especialistas da Abit acreditam que o déficit deve ultrapassar os U$ 6 bilhões, novo recorde.

Varejo (dados IBGE)
Em fevereiro, o volume de vendas de produtos têxteis e de vestuário teve crescimento de 7,4% e a Receita Nominal aumentou 12,7%, se comparados ao mesmo período do ano anterior.
Já no acumulado do ano (janeiro e fevereiro), o volume de vendas no setor cresceu 5,1% e a Receita Nominal aumentou 10,6%, se comparado à janeiro-fevereiro de 2013. No comparativo entre fevereiro de 2014 e janeiro de 2014 o volume de vendas caiu 0,46% e a Receita Nominal apresentou recuo de 0,082%. (Dados com ajuste sazonal)

Emprego (CAGED)

O saldo entre contratações e demissões na indústria têxtil e de confecção (somente de empregados com carteira assinada), em fevereiro, foi positivo em 6.214.  No acumulado do ano (de janeiro a fevereiro), o saldo de emprego ficou em 12.691.

Fonte: Abit

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

No consolidado do ano, o setor registrou resultado negativo de 6,7% na produção física e prevê nova retração para 2014

A indústria gráfica brasileira, que reúne mais de 20 mil empresas, encerrou 2013 com faturamento consolidado de R$ 44 bilhões, como informa a Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), com base em levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado, porém, não é motivo de comemoração: por trás dele há uma queda na produção física de 6,7%, com o agravante de que o setor havia registrado crescimento negativo (-4,3%) também no exercício anterior. Paradoxalmente, os investimentos das empresas do setor em equipamentos e tecnologias para manter o parque gráfico brasileiro atualizado continuaram altos – US$ 1,17 bilhão no ano, apenas 3% menos do que o investido em 2012 e pouco inferior à média de US$ 1,3 bilhão dos últimos seis anos.

O segmento editorial foi a principal vítima do baixo desempenho, com retração de 12,1%. Problemas como o irrisório índice de leitura do brasileiro (1,8 livro/ano, segundo a Agência Senado), a concorrência da web no mercado de jornais e revistas, o tímido crescimento da massa real de salários (a baixa renda é um dos grandes entraves ao consumo de livros, jornais e revistas) e principalmente a forte importação de produtos e serviços gráficos ajudam a explicar esse resultado.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Secex-MDIC), a balança comercial de produtos e serviços gráficos registrou, em 2013, US$ 279,1 milhões de exportações, contra US$ 548,6 milhões de importações.  No ano, o Brasil importou 2% mais do que em 2012 e exportou 6% menos.

Os itens editoriais (como impressão de livros e revistas) responderam pelo maior volume das importações brasileiras de produtos e serviços gráficos: US$ 185,9 milhões e 28 mil toneladas. China (28%), Estados Unidos e Hong Kong (15% cada) foram os principais beneficiados pelas importações nacionais. Entre os exportadores, o destaque coube ao segmento de embalagens – US$ 108,1 milhões e 66,9 mil toneladas, correspondentes a 38,7% das vendas do setor para outros países. Venezuela, Uruguai e Argentina foram os principais destinos do segmento no exterior.

No quesito empregos, houve redução de 5.684 postos de trabalho, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Apesar do ajuste, o setor mantém-se na posição de grande empregador, com quase 219 mil vagas.

Para 2014, a projeção é de nova queda, mas menos acentuada. “Devemos fechar o ano com declínio de 1,7% na produção física. A reversão dessa tendência parece difícil diante da ausência de indícios de mudanças no cenário econômico. O ambiente externo continua desfavorável ao Brasil, e internamente, inseguranças jurídicas, tributárias e de infraestrutura desencorajam investimentos”, avalia Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf.

Fonte:

Fabio Arruda Mortara, presidente da Abigraf

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

2

De coxim de automóveis a balões de festa, passando por solados e eletrodomésticos, a borracha está presente em praticamente todas as atividades industriais. Fornecedora dos mais diferentes setores, a indústria de artefatos tem seu desempenho vinculado ao das demais.

Com a atividade industrial brasileira praticamente estagnada em 2013 – o nível de horas trabalhadas na produção cresceu apenas 0,1% de acordo com a Confederação Nacional da Indústria – o setor de borracha registrou aumento no faturamento e atingiu US$ 2,82 bilhões.

Por um lado, o resultado está atrelado ao desempenho da indústria automobilística, que encerrou 2013 com crescimento recorde de 9,9% (3,7 milhões de veículos) sobre o ano anterior, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Atualmente, 51% da produção de artefatos de borracha são destinados à fabricação de automóveis.

Por outro, o setor sofre com a importação de artefatos de borracha acabados que, só em 2012, subiu 12%. “Obviamente isto concorre pesadamente para a desindustrialização do setor e, no bojo desta, lá se vão fábricas e postos de trabalho”, afirma Ademar Queiroz do Valle, diretor-executivo da ABIARB – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha.

Estimativa

A se manter o panorama macroeconômico atual, o dirigente estima um crescimento nominal de 8% a 9% da indústria da borracha em 2014 que, descontada a inflação, resulta em crescimento real de 2% a 3%.

O diferencial neste ano é a realização da principal feira de negócios do setor, a Expobor – Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha que acontece de 23 a 25 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo. De periodicidade bienal, o evento é o único que representa a indústria de borracha na América Latina e estimula a realização de negócios, promove a discussão de novas ideias, a apresentação de novidades em produtos, e os acordos de parcerias.

Neste ano, a feira reúne 120 expositores dos setores de artefatos de borracha, automação, centros de pesquisa, equipamentos de laboratório, moldes e ferramentaria, máquinas, sistemas de energia, tecnologia de produção e reciclagem, tratamento de resíduos e outros. São esperados mais de 10 mil visitantes profissionais vindos de todos os estados brasileiros e de dezenas de países. Entre eles, profissionais das indústrias de artefatos, automotiva, de calçados, petrolíferas, siderúrgica, pneumáticas e de muitas outras que utilizam a borracha como matéria prima ou componente.

SERVIÇO:

EXPOBOR 2014 – 11ª Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha

Data: 23 a 25 de abril

Horário: das 14h às 21h

Local: Expo Center Norte

Promoção e organização: Francal Feiras

Patrocínio: ABIARB – Associação Brasileira da Indústria de Artefatos de Borracha

Apoio: Sindibor – Sindicato da Indústria de Artefatos de Borracha no Estado de São Paulo; ABTB – Associação Brasileira de Tecnologia da Borracha; e APABOR – Associação Paulista de Produtores e Beneficiadores de Borracha.

Informações pelo telefone: (11) 2226-3100

Site: www.expobor.com.br

Twitter: @ExpoborFeira

Facebook: FeiraExpobor

TAGS: ,

Deixe seu comentário

1

A Plastecno lança no mercado o PTFE ( poli tetra flúor etileno), um plástico de engenharia com características muito especiais. Trata-se de um polímero com excepcional resistência química, resistente a grande maioria das substâncias químicas mais agressivas. Possui  elevada resistência à temperatura de trabalho, variando de -200  à 260 C°.

Este plástico é feito de um material com dureza de 54 a 60 shore D, característica esta, que auxilia na fabricação de juntas, anéis e peças de vedação, de ótima qualidade. Somando-se a isto a resistência à temperatura, o teflon pode ser utilizado em muitas aplicações nos mais diferentes segmentos industriais.

Possui boa resistência elétrica, não propaga a chama, baixo coeficiente de atrito e não absorve água e peso específico de 2,2 g/cm3.

O PTFE pode ser aditivado com fibra de vidro, grafite, bissulfeto de molibdênio, carbono, bronze, proporcionando a melhoria de algumas propriedades, conforme a aplicação a que se destina. É encontrado na forma de chapas, buchas, tarugos, tubos e películas. Os semi acabados em PTFE, são fabricados pelo processo de moldagem ou extrusão. É utilizado na indústria química, galvanoplastia, metalúrgicas, equipamentos médico hospitalares, alimentícia, elétrica,  petrolífera, etc.

Trata-se de um material facilmente usinado, cortado, furado, fresado, para a confecção de peças técnicas de alta precisão.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial Lançamento máquinas e equipamentos mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial