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congrafA Congraf Embalagens realizou um novo investimento para aprimorar ainda mais a qualidade de seus produtos e serviços. A empresa acaba de adicionar ao seu parque gráfico um novo equipamento para aplicação de hot-stamping.

 Trata-se de uma Brausse 1050 FCI, fabricada pela Shangai Eternal Machinery, empresa pertencente ao grupo Bobst. “A Congraf segue investindo na qualidade de seus produtos, mesmo em um momento de incertezas políticas e econômicas”, destaca Sidney A. Victor Júnior, diretor industrial da Congraf.

 De acordo com a empresa, o investimento visa aprimorar a produção de embalagens com maior valor agregado. “Com este novo equipamento, teremos possibilidade de atender com mais agilidade nossos clientes e também teremos mais opções de aplicação de hot-stamping no desenvolvimento dos nossos produtos, especialmente no segmento de embalagens Premium”, explica o diretor industrial da Congraf.

 A fabricante de embalagens informou ainda que a Brausse 1050 FCI é moderna e dotada de tecnologias de acerto rápido. Além disso, sua capacidade de produção pode alcançar até 10 mil folhas por hora. “O novo equipamento nos dá a possibilidade de ajustar a montagem para aplicar a fita do hot-stamping com maior número de rolos e melhorar o custo de produção”, explica. “Certamente, ganharemos velocidade e um tempo precioso em nossa linha de produção”, explica.

 O investimento no novo equipamento de hot-stamping reflete a preocupação da Congraf em proporcionar inovação e produção diferenciada aos seus clientes. “Ampliamos nossa capacidade de produção e agora poderemos oferecer um preço mais competitivo na produção de embalagens Premium, para que nossos clientes possam contar com embalagens que se destaquem no ponto de venda”, conclui Sidney A. Victor Júnior.

 Por fim, a Congraf informou que o novo equipamento já está integrado ao seu fluxo de produção e em operação.

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refilJá foi publicada a regulamentação para empresas e pessoas físicas aderirem ao novo Refis, ou Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) que engloba débitos tributários vencidos até 30 de abril de 2017. O programa estabelece que o parcelamento poderá ser feito em até 180 meses e terá como maior desconto previsto o abatimento de 90% nos juros e 50% nas multas.

Para entender melhor a Confirp preparou um material especial sobre o tema. Veja os principais pontos:

O que é?

o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT) possibilita o pagamento com descontos ou parcelamento dos débitos junto à Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Trata-se de uma nova modalidade de parcelamento, em que poderão aderir as pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, inclusive aquelas que se encontrarem em recuperação judicial.

Um fato interessante é que o PERT abrange os débitos recentes, vencidos até 30 de abril de 2017, inclusive aqueles objeto de parcelamentos anteriores rescindidos ou ativos, em discussão administrativa ou judicial, ou provenientes de lançamento de ofício efetuados após a publicação da referida norma. O prazo de adesão será até 31 de agosto de 2017, e abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável.

“Será uma ótima alternativa para que tem dívidas com o Governo, poderão aderir ao PERT, pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, inclusive aquelas que se encontrarem em recuperação judicial”, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

O diretor acrescenta que o PERT abrange os débitos de natureza tributária e não tributária, inclusive os que foram objetos de parcelamentos anteriores rescindidos ou ativos, em discussão administrativa ou judicial, ou provenientes de lançamento de ofício efetuados após a publicação desta Medida Provisória, desde que o requerimento seja efetuado até o dia 31 de agosto de 2017.

Detalhes do parcelamento

“Outro ponto interessante é que o PERT abrangerá os débitos indicados pelo sujeito passivo, na condição de contribuinte ou responsável. Ou seja, não precisarão estar incluídos todos os débitos, apenas o que o contribuinte optar”, complementa Domingos.

Há a previsão de três modalidades de adesão ao parcelamento de débitos com a Receita e dois com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, funcionando da seguinte forma:

RFB:

Modalidade

Forma de pagamento

Pagamento parte à vista e em espécie, e liquidação com créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSL, ou outros créditos de tributos administrados pela RFB

– pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro/2017; e

– liquidação do restante com a utilização de créditos de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa da CSL ou com outros créditos próprios relativos aos tributos administrados pela RFB, com a possibilidade de pagamento, em espécie, de eventual saldo remanescente em até 60 prestações adicionais, vencíveis a partir do mês seguinte ao do pagamento à vista.

Parcelamento em até 120 prestações

Pagamento da dívida consolidada em até 120 prestações mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor da dívida consolidada:

a) da 1ª à 12ª prestação: 0,4%;

b) da 13ª à 24ª prestação: 0,5%;

c) da 25ª à 36ª prestação:0,6%; e

d) da 37ª prestação em diante: percentual correspondente ao saldo remanescente, em até oitenta e quatro prestações mensais e sucessivas.

Pagamento parte à vista e em espécie, e o restante, opcionalmente, em parcela única, em até 145 parcelas ou em até 175 parcelas

– pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro/2017; e

– o restante:

a) em parcela única: liquidada integralmente em janeiro/2018, com redução de 90% dos juros de mora e 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas;

b) parcelado em até 145 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 80% dos juros de mora e de 40% das multas de mora, de ofício ou isoladas; ou

c) parcelado em até 175 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 50% dos juros de mora e de 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas, sendo cada parcela calculada com base no valor correspondente a 1% da receita bruta da pessoa jurídica, referente ao mês imediatamente anterior ao do pagamento, não podendo ser inferior a 1/175 do total da dívida consolidada.

PGFN:

Modalidade

Forma de pagamento

Pagamento da dívida consolidada em até 120 parcelas

Pagamento da dívida consolidada em até 120 parcelas mensais e sucessivas, calculadas de modo a observar os seguintes percentuais mínimos, aplicados sobre o valor consolidado:

a) da 1ª à 12ª prestação: 0,4%;

b) da 13ª à 24ª prestação: 0,5%;

c) da 25ª à 36ª prestação: 0,6%; e

d) da 37ª prestação em diante: percentual correspondente ao saldo remanescente em até 84 prestações mensais e sucessivas.

Pagamento parte à vista e em espécie, e o restante, opcionalmente, em parcela única, em até 145 parcelas ou em até 175 parcelas

– pagamento à vista e em espécie de, no mínimo, 20% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em 5 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis de agosto a dezembro/2017; e

– o restante:

a) parcela única: liquidada integralmente em janeiro/2018, em parcela única, com redução de 90% dos juros de mora, de 50% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e de 25% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; ou

b) parcelado em até 145 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 80% dos juros de mora, 40% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e de 25% dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; ou

c) parcelado em até 175 parcelas mensais e sucessivas, vencíveis a partir de janeiro/2018, com redução de 50% dos juros de mora, 25% das multas de mora, de ofício ou isoladas, e dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios, sendo cada parcela calculada com base no valor correspondente a 1% da receita bruta da pessoa jurídica, referente ao mês imediatamente anterior ao do pagamento, não podendo ser inferior a 1/175 do total da dívida consolidada.

Riscos de adesão
Contudo, para aderir existem riscos às empresas, sendo que a mesma implica em:

a confissão irrevogável e irretratável dos débitos em nome do sujeito passivo na condição de contribuinte ou responsável e por ele indicados para compor o PERT;
b) a aceitação plena e irretratável, pelo sujeito passivo na condição de contribuinte ou responsável, das condições estabelecidas para o PERT;
c) o dever de pagar regularmente as parcelas dos débitos consolidados no PERT e os débitos vencidos após 30 de abril de 2017, inscritos ou não em DAU;
d) a vedação da inclusão dos débitos que compõem o PERT em qualquer outra forma de parcelamento posterior;
e) o cumprimento regular das obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A dívida objeto do parcelamento será consolidada na data do requerimento de adesão ao PERT e será dividida pelo número de prestações indicadas. Enquanto a dívida não for consolidada, o sujeito passivo deverá calcular e recolher o valor à vista ou o valor equivalente ao montante dos débitos objeto do parcelamento dividido pelo número de prestações pretendidas, observado o disposto nos quadros supramencionados.

A aceitação do pedido de parcelamento está condicionado ao pagamento do valor à vista ou da primeira prestação, que deverá ocorrer até o último dia útil do mês do requerimento, observando-se que o valor de cada prestação mensal.

Implicará a exclusão do devedor do PERT e a exigibilidade imediata da totalidade do débito confessado e ainda não pago, e a automática execução da garantia prestada:

a) a falta de pagamento de 3 parcelas consecutivas ou 6 alternadas;
b) a falta de pagamento de uma parcela, se todas as demais estiverem pagas;
c) a constatação, pela RFB ou pela PGFN, de qualquer ato tendente ao esvaziamento patrimonial do sujeito passivo como forma de fraudar o cumprimento do parcelamento;
d) a decretação de falência ou extinção, pela liquidação, da pessoa jurídica optante;
e) a concessão de medida cautelar fiscal, em desfavor da pessoa optante, nos termos da Lei nº 8.397/1992;
f) a declaração de inaptidão da inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ); ou
g) a inobservância da vedação de inclusão dos débitos que compõem o PERT em qualquer forma de parcelamento posterior, por 3 meses consecutivos ou 6 alternados.
Vale a pena?

Para quem deseja aderir, a Confirp Consultoria Contábil recomenda, que o primeiro passo deve ser realizar um levantamento dos débitos tributários que possuem, seguido de uma análise das melhores formas de pagamento.

“É comum que, na pressa de ajustar a situação tributária, os executivos de empresas ou mesmo pessoas físicas realizem a adesão por impulso. O problema é que a falta de planejamento faz com que se opte por valores que não se consiga honrar no passar dos meses, pois deverá levar em consideração no fluxo de caixa não só o pagamento das parcelas, mas os tributos, vincendos, além do FGTS em dia”, alerta o diretor da Confirp.

Fonte: DSOP Educação Financeira

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azkonobelDez startups de diversos países verão suas ideias de química mais sustentável um passo mais perto de se tornarem realidade após terem sido anunciadas vencedoras do “Imagine Chemistry – AkzoNobel Chemicals Startup Challenge”. A iniciativa da multinacional holandesa, lançada no início deste ano, visa ajudar a resolver desafios relacionados à química em categorias que vão desde a revolução da reciclagem de plásticos até o desenvolvimento de plantas químicas que não desperdiçam água.

Mais de 200 empresas e profissionais apresentaram ideias para o concurso e os vencedores foram selecionados a partir de um grupo de 20 finalistas em um evento que durou três dias e foi realizado no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel em Deventer, no início de junho. Durante o evento, mais de 90 especialistas da AkzoNobel e de organizações parceiras, incluindo a KPMG e a Lux Research, trabalharam com as startups para desenvolverem as ideias delas e definirem rotas para chegarem ao mercado.

Três vencedores gerais (lista abaixo) assinaram acordos de desenvolvimento em parceria com o negócio de Specialty Chemicals da AkzoNobel, que ajudará a levar essas ideias para o mercado.

Jeremy Minty e Andrew Hertig, da startup Ecovia Renewables, com sede nos Estados Unidos, foram premiados pelo projeto de tecnologia de fermentação para produzir ácido poliglutâmico, que pode ser usado para deixar produtos de higiene pessoal mais espessos, entre outros usos.

Outra startup norte-americana, a Industrial Microbes – representada por Noah Helman –  desenvolveu uma solução para usar microrganismos geneticamente modificados e assim transformar CO2 e gás natural em blocos de construção químicos-chave, como o óxido de etileno.

Charles Sanderson e Jeremy Austin, da Renmatix, também com sede nos Estados Unidos, foram reconhecidos pela tecnologia que usa água pressurizada para quebrar a biomassa de plantas e transformá-las em produtos celulósicos que podem ser aplicados em uma ampla variedade de aplicações.

“Com tantos projetos fantásticos e promissores, foi muito difícil escolher os vencedores”, disse Peter Nieuwenhuizen, diretor Global de Pesquisa e Desenvolvimento da AkzoNobel Specialty Chemicals (foto ao lado). “Contudo, acreditamos que essas inovações têm um grande potencial para atender às demandas dos nossos clientes e também contribuir para um mundo mais seguro e sustentável. Estamos ansiosos para começarmos os trabalhos com as startups vencedoras e transformar essas ideias em realidade comercial com um verdadeiro impacto global”.

Além das três vencedoras gerais, mais sete startups (lista abaixo) também receberam prêmios.  Esses prêmios incluem uma consultoria especializada e vários meses de suporte no Centro de Inovação Aberta da AkzoNobel, em Deventer, na Holanda. A empresa disponibilizará as instalações de PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação) para as startups e lhes dará acesso a recursos de pesquisa e testes normalmente utilizados em larga escala industrial.

Acordo de pesquisa em conjunto com a AkzoNobel:

Ufraction8 (Reino Unido) – Brian Miller e Monika Tomecka: remoção de água de reator pós-biológico escalável e de baixo custo.

Voucher de aluguel de infraestrutura do Centro de Inovação Aberta de Deventer

InOpSys (Bélgica) – Steven de Laet e Gertjan de Jong: tratamento de água residual o próprio site

Serviços de consultoria da Icos Capital e KPMG

Filligrade (Holada) – Wim Nijhof e Johan Kerver: marca d’água interativa para plásticos.

Serviços de consultoria da LuxResearch

Logos Technologies – Dan Derr (EUA): biossurfactantes naturais provenientes de fermentação.

Suporte da AkzoNobel para pesquisas químicas

Cadel Deinking (Espanha) – Adriana Pineda: tecnologia à base de água para reciclagem de plásticos

MISQ (Holanda) – Gertjan de Jong: uso da grama Miscanthus como fonte sustentável de celulose

Universidade da Califórnia (EUA) – Mark Mascal: alternativa verde à polpa de madeira

Ao comentar sobre os vencedores, Thierry Vanlancker, membro do Comitê Executivo da AkzoNobel e responsável por Specialty Chemicals, disse: “Parcerias com startups e com empresas que têm a mesma mentalidade que a nossa são parte fundamental da nossa abordagem e estratégia de inovação para acelerarmos o crescimento. Essas ideias provam que há um enorme universo de inovações que ainda podem revolucionar uma indústria que muitos consideram madura. Juntos, podemos tornar a indústria mais sustentável e realizar as soluções do futuro”.

Organizado em parceria com a KPMG, o projeto Imagine Chemistry faz parte de uma série de atividades da AkzoNobel que visa focar ainda mais em inovação aberta e formar vínculos com startups, para assim identificar novas oportunidades de crescimento. Após o sucesso da primeira edição, o Imagine Chemistry será lançado novamente em 2018. Nessa oportunidade, serão usadas as instalações de pesquisa da empresa localizada em Gotemburgo, na Suécia.

 

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braskemA Braskem e o Comitê Paralímpico Brasileiro renovam o patrocínio à Equipe Brasileira de Paratletismo por mais quatro anos, até 2021, com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento e à preparação técnica dos paratletas, em uma parceria iniciada em 2015. Com isso, a empresa apoiará o paratletismo brasileiro em diversas competições nacionais e internacionais, assim como nos Jogos Paralímpicos do Japão em 2020.

“A Braskem mantém o seu apoio ao esporte paralímpico porque acredita ser uma oportunidade transformadora para paratletas e um exemplo inspirador para a sociedade. Acreditamos na superação do ser humano e estes atletas são um exemplo disto. Além disso, a parceria reforça nossa crença de que a química e o plástico melhoram a vida das pessoas”, afirma Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas, Comunicação, Marketing e Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

No paratletismo brasileiro, o plástico tem uma aplicação prática, já que está presente na composição das próteses, tornando-as mais leves e confortáveis às pernas dos atletas. O patrocínio vai beneficiar 44 atletas e 17 guias que integram a seleção brasileira, divididos entre equipes principal e juvenil, nas provas de pista e de campo.

Em julho, 25 competidores do país disputarão o Campeonato Mundial, no Estádio Olímpico de Londres, o mesmo no qual os brasileiros conquistaram, nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, 18 medalhas, sendo sete de ouro. A equipe nacional irá embalada pela incrível performance alcançada nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, quando subiram ao pódio 33 vezes, oito das quais no degrau mais alto.

“A parceria com a Braskem já nos trouxe grandes resultados nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 e vai ser fundamental nesta campanha rumo a Tóquio 2020. Mostra que Braskem e CPB trabalham com planejamento, antecipando as ações para atingir os objetivos, que no ciclo atual se inicia neste Campeonato Mundial de Londres, em julho”, afirma Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

A convocação dos melhores foi feita na manhã desta quinta-feira, 8, na pista indoor do Centro de Treinamento Paralímpico, na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

Um dos convocados é o paulista Thiago Paulino. Amputado de perna após um acidente de moto, ele é hoje recordista mundial no lançamento de disso, prova em que deve representar o Brasil em Londres, em julho. “Os Jogos do Rio 2016 mostraram a força do esporte paralímpico no Brasil e a manutenção da Braskem é um grande exemplo. A parceria passa tranquilidade para os atletas trilharem o caminho da vitória”, comenta Paulino.

Em agosto deste ano, novos talentos do paratletismo disputarão a primeira edição do Campeonato Mundial juvenil, na cidade suíça de Notwill, próximo a Lucerna. Pode representar o começo de uma trajetória rumo ao pódio paralímpico em Tóquio 2020.

A seleção de paratletismo brasileiro ainda disputará os Jogos Para-sulamericanos, em Buenos Aires, Argentina, em 2018, os Jogos Parapan-Americanos, em Lima, e o Mundial da modalidade, ambos em 2019, e, por fim, os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

 

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eskoA Esko uma das líderes globais no fornecimento de soluções integradas para a indústria de embalagens, anunciou uma estratégia abrangente para auxiliar as empresas a adequarem suas embalagens às novas regulamentações sobre rotulagem nutricional. “Vemos alterações significativas nas legislações sendo introduzidas por diversos governos em todo o mundo a fim de educar o consumidor sobre o produto via embalagem”, explica Philippe Adam, Vice Presidente de Marketing Global da Esko. “Para as indústrias de alimentos e bebidas, bem como para as farmacêuticas e nutracêuticas, isto significa manter-se atento às várias regulamentações e adaptar sua embalagem e processos adequadamente. Com soluções customizadas e softwares inteligentes, podemos ajudar.”

O anúncio da Esko vai de encontro à declaração da Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, sobre a introdução de um rótulo modernizado para a “Tabela Nutricional” para alimentos embalados, que entrará em vigor em julho de 2018. O Departamento de Agricultura dos EUA propôs a atualização das informações nutricionais para carnes e aves. Os governantes de outros países já estão avaliando regras similares para comunicar a tabela nutricional na embalagem; estas mudanças já foram anunciadas no Canadá e na França e, em breve, outros países seguirão.

Soluções para acabar com o problema

Dependendo das necessidades de cada empresa e do canal de comercialização do produto, a Esko pode indicar três soluções. A Solução 1 começa com o brand owner, a Solução 2 com a agência de criação da arte e a Solução 3 passa pela completa integração do sistema. Cada organização pode escolher a solução mais adequada à sua situação e confiar que o processo de produção do rótulo com a tabela nutricional será otimizado, unificando as informações. Informações detalhadas sobre cada solução podem ser encontradas em Esko’s white paper on regulatory compliance process and technology.

A Esko também está lançando um dispositivo único que extrai as informações nutricionais dos arquivos de embalagem existentes (AI ou arquivos PDF) e as converte em um canal de informação a ser usado em qualquer arte, automatizando a criação. Espera-se que esta solução reduza o tempo dos trabalhos em até 70% para os clientes que têm que adaptar os rótulos com tabelas nutricionais às novas regulamentações da FDA.

“É importante que as empresas se antecipem a todas as novas regulamentações e estejam confiantes que cada SKU produzido terá uma embalagem adequada”, explica Adam. “A Esko continuará a dar suporte aos clientes com novostemplates nos quais as informações nutricionais e relativas aos ingredientes possam ser colocadas automaticamente. Com estas soluções, as novas regulamentações podem tornar-se um padrão diário do negócio e não algo excepcional que ameace o bom andamento da empresa.”

 

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radiciComo parte da estratégia, a companhia acaba de trazer para o mercado nacional sua nova gama de poliamidas à base de Poliftalamida (PPA), o RADILON® AESTUS T, que será lançada na FEIPLASTIC 2017

 

Considerada a segunda indústria brasileira de poliamidas e uma das principais líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia, a RadiciGroup está ampliando seu portfólio e trazendo para o país uma nova gama à base de Poliftalamida (PPA), o RADILON® AESTUS T. Trata-se de uma linha com tecnologia de última geração, alta performance e resistentes a altas temperaturas, que segue alinhada com as tendências e padrões internacionais para atender a demanda do setor automotivo, elétrico/eletrônico, alimentícia, construção e embalagens de alimentos. O lançamento nacional será realizado durante a FEIPLASTIC 2017, que acontece entre os dias 03 a 07 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Principais mercados de referência RADILON® AESTUS T:

Elétrico/Eletrônico: a base de PPA é ideal para a fabricação de materiais para soldagem sem chumbo e componentes que exijam resistência mecânica e a altas temperaturas. Aplicação: componentes de chuveiro elétrico, ponteiras de secador de cabelo, entre outros.

Construção: ideal para a fabricação de acessórios de contato com água quente, em temperaturas de até 85°C e a vapor em até 120°C. Aplicações: válvulas, coletores de distribuição de água quente, carcaças de hidrômetros, sendo indicado também para contato com água potável.

Alimentícia: ideal para máquinas de distribuição automática de bebidas quentes, principalmente na fabricação de partes resistentes à água quente (até 85°C) e a vapor (até 120°C), bem como componentes que entram em contato com os alimentos. Aplicação: componentes de filtros.

Automotiva: contribui para a redução do peso dos veículos, aumento da segurança dos condutores e redução de emissão de CO2, além de melhorar a eficiência energética dos autos. Recomendado para composição de peças próximas ao bloco do motor, sujeitas a temperaturas elevadas.

Embalagem: indicado para aplicação em embalagens de embutidos, que também demandam produtos com resistência a altas temperaturas.

  Entre os outros destaques da RadiciGroup na Feiplastic esta a linha de produtos de alta performance:

RADILON® HHR: produtos à base de PA 6.6 com excelentes propriedades de resistência ao envelhecimento térmico em contato com o ar em temperaturas de até 210°C em contínuo;

RADILON® X-TREME: desenvolvidos para aplicações em contato com o ar em temperaturas de até 230°C em contínuo.

RADISTRONG®: polímeros especiais de PA 6 e PA 6.6 com fibras longas, ideais para substituição de metais;

RADILON® A e S: poliamidas 6.6 com fibras de vidro com ampla versatilidade de aplicação devido às propriedades mecânicas, térmicas e químicas – permitindo personalização técnica e variedade de cores;

RADIFLAM® HF: auto-extinguíveis sem halogênio e fósforo vermelho para o setor elétrico;

RADILON® DT: tecnopolímeros de cadeia longa, à base de Nylon 6.12, caracterizados por boas propriedades mecânicas e ótima resistência química mesmo em contato com soluções de cloreto de zinco;

RADILON® D: tecnopolímeros à base de Nylon 6.10 obtidos através da utilização de um bio-polímero, a PA 6.10, produzida a partir do ácido sebácico (em um percentual equivalente a 64%). O RADILON® D é um produto capaz de assegurar não somente um elevado nível de sustentabilidade, como também excelente desempenho.

 Serviço:

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico

Data: 3 a 7 de abril de 2017

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo

www.feiplastic.com.br

  

 

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reusoA Raízen, uma das maiores empresas de energia do Brasil, que atua na produção de etanol, açúcar e na distribuição de combustíveis, por meio da marca Shell, foi a vencedora da 12ª edição do prêmio Conservação e Reuso de Água da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A companhia concorreu com outras 191 organizações. O prêmio foi divulgado em um evento, nesta terça-feira (21), na sede da entidade, em São Paulo.

A Raízen levou a premiação pelo projeto ReduSa (REDução do USo da Água), implantado na safra 2015/2016. Ele é pioneiro no setor sucroenergético e visa a redução do consumo de água e redução de geração de efluentes. O projeto é um reflexo da preocupação da Raízen em adotar práticas sustentáveis para promover a conscientização do uso de recursos hídricos nas atividades indústrias.

“Esse prêmio é uma honra para a Raízen. Ele é mais uma demonstração de que atuamos de forma pioneira, sustentável, ética e na busca constante por inovação”, afirmou Ricardo Berni, diretor de Planejamento Integrado, Qualidade e Administrativo. “Esse é mais um exemplo de práticas inovadoras e de excelência operacional da Raízen, medidas essas que são nossos pilares e norteiam a companhia”, completou Berni.

A classificação geral se deu por uma somatória de pontos feita pela Comissão Julgadora, que avaliou ponderadamente diversos quesitos, como a otimização do uso de água, importância na conservação dos projetos e os programas para conscientização dos funcionários. O prêmio foi recebido por José Orlando Ferreira, gerente da Qualidade Integrada da companhia. “É um orgulho enorme receber de uma entidade como a FIESP o reconhecimento de que a Raízen está no caminho certo e contribuindo com a sociedade para a gestão hídrica”, destacou durante o evento.

O executivo apontou que a premiação é decorrência das políticas adotadas pela empresa. “O prêmio é bastante significativo para a Raízen, pois reconhece a nossa preocupação com os recursos hídricos, bem como os programas sustentáveis adotados pela companhia em sua operação industrial. É a concretização de um trabalho fantástico realizado por meio do ReduSa, uma iniciativa de gestão praticada no nosso dia a dia. Estendemos os parabéns a quem implementa de fato a sustentabilidade na Raízen: os nossos cerca de 30 mil funcionários”, concluiu Ferreira.

 

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blog indCom 20 anos no mercado brasileiro, a linha de veículos comerciais leves Sprinter da Mercedes-Benz está cada vez mais presente no dia a dia dos empreendedores, assegurando versatilidade e agilidade no transporte e na prestação de serviços, com qualidade, eficiência e excelente custo/benefício.

Aproveitando a proximidade com o Dia Internacional da Mulher, que ocorre em 8 de março, a Empresa promoveu homenagem por meio do relato de três empreendedoras que alcançaram sucesso em suas atividades profissionais tendo a Sprinter como parceiro. Elas contaram suas experiências para um grupo de mulheres jornalistas durante evento realizado no Espaço Mercedes, na fábrica de São Bernardo do Campo, São Paulo.

De acordo com o relatório GEM (Global Entrepreneurship Monitor) de 2015, realizado em parceria com o Sebrae e o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, 52 milhões de brasileiros com idade entre 18 e 64 anos estavam envolvidos na criação ou na manutenção de algum negócio, na condição de empreendedor em estágio inicial ou estabelecido. A pesquisa revela que 56% fizeram essa escolha por identificaram uma oportunidade. E as mulheres representam cerca de 47% desse número de pessoas.

Dra. Paula Guasti, proprietária da Remocenter, que tem 57 furgões Sprinter ambulância na frota da empresa:

“Sempre nos assegurou disponibilidade e robustez mecânica”

Há dez anos, a Remocenter, de Guarulhos (SP), adquiriu duas ambulâncias Sprinter e deu início às atividades de transporte especializado de pacientes, realizando transferências entre hospitais, clínicas e pronto-socorros na Região Metropolitana de São Paulo. A satisfação com o veículo comercial leve da Mercedes-Benz foi tanta que, hoje, da frota de 60 ambulâncias, 57 são Sprinter, entre remoção básica e UTI móvel. “Sou fiel à marca e ao produto, que sempre nos assegurou disponibilidade e robustez mecânica, aspectos essenciais na nossa atividade”, ressalta a Dra. Paula Guasti. “A Sprinter não quebra, só fazemos a manutenção preventiva. É um carro muito exigido, em que a gente pode confiar”.

A empreendedora do setor de saúde afirma que adquiriu mais 10 furgões da nova linha Sprinter, que estão sendo implementadas. “Esses novos modelos trazem mais conforto, tecnologia e segurança”, diz a Dra. Paula. “Parece um carro de passeio, muito agradável para os motoristas, o empresário e, principalmente, para os pacientes. ”

Claudia Leoncini, proprietária da Bus Children, que conta com 11 vans Sprinter para transporte escolar:

“A estrela é um fator de orgulho da nossa frota”

Com 20 anos atuando no transporte escolar para colégios particulares, especialmente entidades internacionais de língua inglesa, a Bus Children, de São Paulo, capital, adquiriu sua primeira van Sprinter em 2010. “Com essa aquisição, realizamos o sonho de ter na nossa frota uma Sprinter, que é referência de mercado”, afirma Claudia Leoncini. “Hoje já possuímos 11 veículos desse modelo, que atendem alunos de 1,5 a 17 anos. Eles adoram e preferem esses carros, que são confortáveis e espaçosos, com bancos reclináveis. Sem contar o padrão elevado de segurança”.

Segundo Claudia, a credibilidade da marca Mercedes-Benz é o principal fator de escolha da Sprinter. “A estrela é muito familiar para os alunos, especialmente os de origem estrangeira, e isso é um fator de orgulho da nossa frota”. A empreendedora do transporte escolar diz ainda que a retaguarda oferecida pelos concessionários é fundamental para a eficiência do serviço que presta aos alunos. “As revisões e manutenções são rápidas e muito satisfatórias, o que nos traz tranquilidade e confiabilidade”.

Maria Danilda Gomes Nunes, proprietária da Gomes Carvalho Transporte, que possui dois chassis Sprinter Street baú em sua frota:

“Com a Sprinter Street, podemos circular a qualquer hora”

Maria Danilda é uma empreendedora do setor de mudanças, cuja empresa, de São Bernardo do Campo, atende, há seis anos, os segmentos residencial, comercial e empresarial. Para tanto, conta com duas unidades do chassi Sprinter 311 CDI Street em sua frota, equipados com baú. “Com esse veículo, podemos circular sem restrição, a qualquer hora e lugar, apenas respeitando o rodízio”, diz ela. “Isso confirma o acerto da opção pela Sprinter Street, que foi recomendada por outros transportadores que atuam com mudanças, como também por lojistas para os quais prestamos serviços. Essa pesquisa nos mostrou que a Sprinter é referência em termos de qualidade, conforto e segurança, além de ser resistente”.

A cliente revela ainda muita satisfação com o atendimento especializado dos concessionários. “Isso também nos dá segurança, afinal os veículos precisam ficar parados somente o necessário para as manutenções”, afirma Maria Danilda.

Sprinter oferece ampla flexibilidade para os empreendedores

“Ao gerar oportunidades para muitas pessoas, o empreendedorismo dá impulso a essa atividade econômica que, mesmo num mercado retraído, não deixa de buscar soluções e alternativas, mantendo sua atratividade”, afirma Ana Paula Teixeira, gerente de Marketing de Produto Vans da Mercedes-Benz do Brasil. “Nesse contexto, a linha Sprinter é destaque por oferecer aos clientes ampla flexibilidade para as mais diversas configurações de carroçarias e implementos visando atender às demandas do setor, garantindo aos clientes produtividade e rentabilidade”.

Com 20 anos no mercado brasileiro, a Sprinter é amplamente reconhecida pela imagem de qualidade que confere às atividades empreendedoras dos clientes. “A recente chegada da nova linha Sprinter significou um salto tecnológico nesses produtos que são referência no Brasil”, destaca Ana Paula. “Nessas duas décadas, a Mercedes-Benz teve uma trajetória de sucesso, aumentando de forma significativa sua atuação no segmento de Large Vans (3,5 a 5 toneladas de PBT), que foi inaugurado pela própria marca no País”.

Entre os clientes da Sprinter incluem-se mulheres empreendedoras de sucesso, que valorizam a qualidade do produto, bem como do atendimento e da assistência especializada oferecidos pelos concessionários. Quem atesta essa realidade é Nina Barbato, gerente de vendas de vans da Comercial de Veículos De Nigris, de São Bernardo do Campo, que atende esse segmento de mercado há mais de 20 anos, desde quando a Mercedes-Benz trouxe a linha MB 180 para o Brasil, antecessora da Sprinter.

“Tenho o privilégio de acompanhar a evolução dos produtos da nossa marca, e principalmente do mercado de veículos comerciais leves no Brasil. Percebo que as mulheres têm participado de uma forma cada vez mais intensa, especialmente em atividades empreendedoras”, afirma Nina. “Nosso objetivo é oferecer um atendimento completo e ágil, tanto de vendas, quanto de pós-venda, assegurando a produtividade para os clientes, com sua Sprinter sempre disponíveis para o trabalho, gerando a rentabilidade desejada”.

Sprinter é um parceiro de negócios dos empreendedores

A linha de veículos comerciais leves Sprinter da Mercedes-Benz se consolida, cada vez mais, como um grande parceiro de negócios dos empreendedores. A partir dos modelos 313 CDI Street (PBT de 3.500 kg), 415 CDI (PBT de 3.880 kg) e 515 CDI (PBT de 5.000 kg), são 60 versões de configuração para uso no transporte de carga, distribuição de mercadorias e prestação de serviços.

“Em todas essas atividades, a Sprinter se destaca pelo reduzido custo operacional, excelente capacidade de carga e fácil dirigibilidade, circulando com agilidade mesmo nas vias estreitas das regiões centrais das cidades, além de poder trafegar em zonas de restrição”, afirma Werner Schaal, gerente sênior de Marketing & Vendas Vans da Mercedes-Benz do Brasil.

De acordo com o executivo, a linha Sprinter se consolidou no Brasil como referência de mercado em qualidade, tecnologia, segurança, conforto, agilidade e excelente custo operacional. “Além disso, é reconhecida amplamente por sua ótima relação custo/benefício e valor de revenda. Com isso, os clientes têm à disposição um portfólio de produtos com diversas versões para atender uma ampla diversidade de aplicações de transporte, o que reforça a imagem da Sprinter como o veículo mais desejado da categoria”, conclui Werner.

 

 

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colchaoPara Maurício Cohab, Diretor da Trisoft, maior fabricante de produtos com lã de PET da América Latina, é inadmissível que a legislação ainda permita que um produto tão inflamável e tóxico como a espuma seja utilizado amplamente, tanto em novos estabelecimentos como nos mais antigos, principalmente em locais de grande fluxo ou permanência de pessoas, como hotéis, hospitais, restaurantes e casas noturnas. Mas ele explica: “existe uma alternativa, extremamente acessível e economizadora para a indústria, um produto auto extinguível e atóxico, ou seja, que não propaga chamas nem emite gases tóxicos”.

O Petfom, produzido e patenteado pela Trisoft, é a evolução da espuma de PU e alternativa viável para enchimento de colchões, estofados e outros produtos.  “Com o Petfom”, explica Maurício, “eliminamos o problema de forma definitiva, e podemos ir além, evitamos que haja queima de colchões em rebeliões que acontecem em presídios, por exemplo. Tudo isso de uma forma sustentável e que favorece o mercado”, enfatiza. A Trisoft também tem o Isosoft, usado para tratamento temo acústico em paredes e forros, e que também tem as mesmas características, tornando as construções e os ambientes mais seguros.

Maurício enfatiza: “constantemente, somos bombardeados por notícias sobre incêndios, recentemente, tivemos um hotel no litoral paulista, que felizmente não teve vítimas. Porém, no caso da Boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, que completa 4 anos nesse dia 27 de janeiro, foram mais de 240 mortes, 100% delas, conforme os laudos, por inalação de gases tóxicos e não por queimaduras”. Cohab explica: “nossos produtos, além de serem atóxicos, têm baixíssima densidade ótica de fumaça, o que também facilita a fuga de locais em chamas, ao contrário da fumaça preta e tóxica provocada pela espuma de poliuretano”.

As preocupações da Trisoft são de eliminar o “lixo” do planeta – segundo Cohab, a palavra nem deveria mais existir: “lixo nada mais é do que matérias primas nobres não utilizadas, descartadas ao invés de serem reaproveitadas”, explica – até criar um produto que seja favorável para as empresas, em termos de custo e qualidade e que ofereça inúmeras garantias ao consumidor. Para saber onde está o produto Trisoft e se proteger, em breve será muito fácil: a empresa lançou, em 2016, um selo de qualidade, que estará visível no produto final de seus clientes, como colchões e estofados, e que será a garantia de um produto reciclado, 100% reciclável, que não retém umidade, não prolifera mofo ou bactérias e é atóxico, entre muitas outras qualidades, como não propagar chamas. Os produtos da Trisoft foram testados no IPT e tiveram sua performance comprovada e atendem à norma IT10 do corpo de bombeiros do estado de SP, sendo classificados como IIA, aprovados para uso em qualquer tipo de edificação.

 

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usaflexA Usaflex, há 18 anos pioneira, fabricante de calçados femininos com conforto, inovação e moda, anuncia a venda de 69% do controle de sua operação para a WSC Participações S.A., empresa controlada pelo fundo de Private Equity Axxon Group em parceria com o co-investidor Sergio Bocayuva.

Com a nova gestão, a Usaflex passa a ter Sergio Bocayuva como seu novo CEO,  além de dois novos diretores (Marcelo Cavalheiro e Mafaldo Jr.), todos ex-sócios do Axxon Group no Mundo Verde, acrescentando à gestão da Usaflex uma larga e comprovada experiência nos mercados de varejo e franquias. Os atuais diretores da empresa bem como seus fundadores permanecem na operação, com destaque para Juersi Lauck, sócio-fundador da Usaflex, que se dedicará principalmente à área de P&D e as atividades inerentes à transição do novo time de gestão e à formação do novo Conselho de Administração da empresa.

A Usaflex possui sete unidades industriais localizadas estrategicamente nos Vales dos Sinos e Paranhana, no estado do Rio Grande do Sul, e conta com 2,8 mil colaboradores. Produz diariamente 25 mil pares de calçados e sua distribuição é feita por uma plataforma multicanal composta por 7,7 mil lojas multimarcas e 111 lojas fidelizadas (lojas exclusivas de produtos Usaflex). Além disso, a empresa exporta seus produtos para os EUA, Oriente Médio e países das Américas Central e do Sul.

O objetivo dos novos acionistas e gestores é tanto ambicioso como desafiador.  Tendo como plataforma uma empresa que manteve posição de mercado bastante estabilizada nos últimos três anos (a despeito de um ambiente macroeconômico extremamente adverso), os novos gestores planejam um crescimento acelerado para o futuro. Segundo Bocayuva, o plano estratégico está baseado na ampliação do perfil das consumidoras e maior ênfase na relação moda/conforto, suportado por investimentos em marketing e tecnologia, bem como no fortalecimento do canal franquias.  “Nesse ponto, o objetivo é modernizar e transformar as 111 lojas fidelizadas, chegando a 340 unidades franqueadas no prazo de seis anos”, declara.

Segundo o executivo, haverá também investimentos em BI (Business Intelligence) e ferramentas de gestão para reforço e crescimento de market share no canal multimarca, inclusive através de iniciativas B2B específicas.  Adicionalmente, o novo time de gestão pretende realizar investimentos na ampliação das plantas atuais, além da criação de outras 2 unidades industriais. Com isto, a empresa deve saltar do atuais R$ 300 milhões de faturamento anual para em torno de R$ 750 milhões até 2022, dobrando o faturamento nas lojas multimarcas e elevando a participação do canal franquias para 35% das vendas totais.

Bocayuva destaca também que a empresa já tem hoje um posicionamento consolidado no Brasil, com uma marca renomada e um público extremamente leal no segmento conforto, a nível nacional.  Segundo ele, tal posição se deve a um modelo de gestão diferenciado, onde executivos e colaboradores demonstram total comprometimento com valores como inovação, tecnologia, qualidade e sustentabilidade. A partir do investimento da WSC na empresa, serão também adotadas práticas de governança corporativa em linha com o modelo adotado por companhias de capital aberto.

Para Juersi Lauck, a entrada dos novos investidores não só irá fortalecer um processo de melhoria de governança iniciado em 2013 como também possibilitará a injeção do capital necessário para suportar um crescimento acelerado da empresa. “A aquisição nos possibilitará aproveitar novas oportunidades de mercado, não descartando, inclusive, uma possível abertura de capital no futuro. Mas isso só deveria ocorrer num prazo estimado de cinco a sete anos, após o amadurecimento dos investimentos realizados e da retomada do varejo nacional”, finaliza.

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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