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quimicos indOs dados preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim apurados para os dois primeiros meses do ano indicam que as vendas internas de produtos químicos de uso industrial fabricados no Brasil cresceram 6,25% no bimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os índices também são positivos na comparação mensal: em janeiro o crescimento foi de 7,85% em relação a janeiro de 2016 e em fevereiro o índice subiu 4,53% em comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, o volume de importações dos produtos analisados exibiu recuo de 26,4%, sobre igual período do ano passado.

O efeito combinado da melhora das vendas e da queda das importações está refletido no ganho de share do produtor local no atendimento da demanda interna. Nos dois primeiros meses do ano, a participação das importações sobre o consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção nacional mais a importação e menos a exportação, foi de 34,7%, no mesmo período do ano passado as importações representavam 40,9%.

O índice de produção, no entanto, apresentou resultados negativos no bimestre, acumulando recuo de 14,2% sobre o patamar de dezembro do ano passado. Na comparação com os dois primeiros meses de 2016 houve um recuo de 5,91%, que é creditado à ocorrência de paradas programadas para manutenção e pelo menor número de dias úteis de 2018, uma vez que o carnaval de 2017 ocorreu em março.

O menor volume de produção também está refletido no índice de utilização da capacidade instalada, que ficou em 68% em fevereiro de 2018 e em 72% na média do primeiro bimestre do ano, contra 77% nos dois primeiros meses do ano passado. Como resultado dos problemas recentes na produção e também do recuo da importação, ocorreu uma diminuição no crescimento do CAN, que subiu apenas 1% nos últimos 12 meses, contra 6% de janeiro a dezembro de 2017.

Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2018, o índice de produção cresceu 0,47%, enquanto o de vendas internas apresentou elevação de 0,49%, invertendo a trajetória negativa nas vendas internas. No mesmo período a parcela de vendas destinadas ao mercado externo, no entanto, exibiu recuo de 6,7%, após quase três anos consecutivos de elevação. No que se refere às importações, houve elevação de 5,8% no volume nos últimos 12 meses. Deve-se destacar que, no período, os números estão sendo impactados pelo grupo de produtos intermediários para fertilizantes, cujo peso é consideravelmente elevado, especialmente em volume de importações. Entre o final do ano passado e início deste ano, em razão de estoques esporádicos elevados, nas mãos de produtores agrícolas, houve forte recuo na parcela de importações

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreiro, infelizmente a indústria química vem perdendo espaço para o produto importado há algum tempo. Fátima alerta que o setor químico foi surpreendido pelo anúncio de “hibernação” das fábricas de fertilizantes das FAFENs em Sergipe e na Bahia. “O fechamento dessas plantas se soma aos demais que ocorreram, infelizmente, desde que a Abiquim, em 2009, conseguiu convencer o governo federal e o congresso nacional sobre a importância de se ter uma política para o uso do gás natural matéria-prima. A implantação de uma política poderia ter salvo essas unidades e as demais, mas não só isso, teria sido o exemplo positivo que o setor químico necessita para voltar a investir no País”, conclui.

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Mesmo com a retração da atividade e do emprego, os empresários da indústria da construção apostam na recuperação do setor nos próximos seis meses. O Índice de Confiança dos Empresários da Construção subiu para 57 pontos em março e está 4,1 pontos acima da média histórica de 52,9 pontos. Pela primeira vez desde fevereiro de 2013, o indicador de percepção sobre as condições atuais ficou em 50,3 pontos, em cima da linha divisória dos 50 pontos.

Isso mostra que os negócios pararam de piorar, informa a Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira, 26 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de expectativa aumentou 0,7 ponto em relação a fevereiro e ficou em 60,5 pontos, mostrando que os empresários estão otimistas com o desempenho do setor nos próximos seis meses. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando ficam acima de 50 mostram que os empresários estão confiantes.

“A retomada da economia e a queda da taxa básica de juros são essenciais para a recuperação do setor e contribuem para as perspectivas positivas dos empresários”, diz a economista da CNI, Flávia Ferraz.

Além do aumento da confiança, a pesquisa mostra que os empresários apostam no aumento no nível de atividade, na contratação de novos empreendimentos e serviços, no crescimento das compras de matérias-primas e insumo e do número de empregados nos próximos seis meses. Todos os indicadores de expectativa ficaram acima dos 50 pontos em março. O de nível de atividade subiu para 56,5 pontos e o de número de empregados aumentou para 54 pontos.

INVESTIMENTOS E ATIVIDADE – Mas os empresários continuam pouco dispostos a investir. O indicador de intenção de investimentos caiu 1 ponto em relação a fevereiro e ficou em 31,1 pontos em março. O índice varia de zero a cem pontos e quanto menor o indicador, menor é a propensão para o investimento.

Uma das causas para a baixa intenção de investir é a a elevada ociosidade do setor.  O nível de utilização da capacidade instalada na indústria da construção ficou em 57% em fevereiro.  Ou seja, 43% das máquinas, equipamentos e do pessoal do setor ficaram parados no mês passado.

De acordo com a pesquisa, a atividade e o emprego na construção continuaram caindo em fevereiro. O indicador de nível de atividade ficou em 46,2 pontos e o de número de empregos alcançou 44,1 pontos.

Os índices variam de zero a cem. Quando estão abaixo dos 50 pontos mostram queda da atividade de do emprego. No entanto, a CNI observa que o ritmo de retração está diminuindo. Na comparação com fevereiro do ano passado, o indicador de atividade aumentou 5,9 pontos e o de emprego, 5,2 pontos.

Esta edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 13 de março com 599 empresas. Dessas, 203 são pequenas, 265 são médias e 131 são de grande porte.

 

 

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stratasyseckhartA Stratasys ,  marca global em soluções de tecnologia aditiva aplicada, e a Eckhart, Inc. anunciaram um acordo de colaboração exclusiva de três anos com o intuito de avançar na adoção da impressão 3D para fabricação de ferramental na América do Norte.

Por cerca de 60 anos, a Eckhart tem fabricado ferramentas para tornar as suas linhas de produção mais seguras e eficientes. As soluções de manufatura avançada da empresa são usadas pelos maiores fabricantes do mundo para assistir e automatizar processos de montagem em indústrias como a automotiva, aeroespecial, construção pesada, médica e outras.

As ferramentas ergonômicas de elevação e de redução de torque da Eckhart permitem que um técnico execute tarefas como levantar e posicionar um motor de carro enquanto ele é aparafusado ao chassi. As ferramentas produzidas pela empresa também permitem que os fabricantes concluam processos de montagem de torque alto, onde o espaço e o formato da peça limitam o acesso.

A Eckhart acredita que a indústria de ferramentaria está madura para a mudança acarretada pela introdução da tecnologia de manufatura aditiva, que ajudará a redesenhar as ferramentas industriais.

“Na Eckhart, acreditamos que, com a manufatura aditiva, há uma oportunidade real de reinventar o modo como as ferramentas industriais são projetadas, produzidas e utilizadas pelos consumidores”, afirma Andy Storm, presidente e CEO da Eckhart.

Três Maneiras de como a Manufatura Aditiva Pode Ajudar

Com base na capacidade única da manufatura aditiva em ajudar a impulsionar a inovação da ferramentaria industrial da próxima geração, a Eckhart vê três maneiras principais de os processos aditivos ajudarem essa indústria:

Leveza e Ergonomia: Quanto mais leve e de formato mais orgânico uma ferramenta for, mais fácil ela é de ser operada e de se deslocar pelo ambiente de montagem. Um ponto forte da manufatura aditiva é sua capacidade de produzir peças de formato orgânico que são mais leves do que os projetos convencionais, produzidos em metal, e mais fortes. O nylon reforçado com fibra de carbono da Stratasys (FDM Nylon 12CF) tem uma relação resistência-peso que lhe permite substituir metal em muitas aplicações.

Melhoria da Linha de Visão: a manufatura aditiva pode ser usada para projetar partes vazias em uma ferramenta. As ferramentas produzidas pelos métodos tradicionais geralmente possuem material extra e sem função. Ao reduzir o material desnecessário, a linha de visão é melhorada. Ao eliminar material, é possível ver mais da operação de montagem.

 Estrutura de Construção e Lista de Materiais Simplificadas: a manufatura aditiva pode ser usada para reduzir significativamente a contagem de partes de uma montagem. Ao redesenhar um processo de montagem de numerosas peças para uma única peça, produzida por impressão 3D, os designers podem reduzir a contagem de peças e, assim, simplificar tanto a estrutura de construção quanto a lista de materiais para fabricação.

 “Nossa intenção é substituir completamente as ferramentas de metal existentes por equivalentes impressas em 3D”, diz Storm. “O potencial de inovação em economia de peso, simplificação da lista de materiais e melhora da visibilidade do operador que a manufatura aditiva oferece não têm precedentes”.

 “Estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Eckhart para ajudar a redesenhar uma nova geração de ferramentas de fábrica”, afirma o vice-presidente sênior de vendas da Stratasys para a América do Norte, Patrick Carey. “Ambas as empresas não só têm um grande negócio para oferecer uma à outra, mas muito para aprender mutuamente também. Como a Eckhart, a Stratasys acredita que este acordo exclusivo de três anos tem o potencial de trazer inovações disruptivas para o mercado de ferramentaria industriais na América do Norte”.

O laboratório de impressão 3D da Eckhart está localizado no Centro de Tecnologia Avançada recentemente inaugurado em Warren, Michigan. Como parte da parceria com a Stratasys, o laboratório inclui impressoras que usam o processo de impressão 3D de modelagem por fusão e deposição (FDM) da Stratasys. O laboratório possui as impressoras 3D da Stratrasys Fortus 450mc, F370 e Fortus 250mc, projetadas para produzir peças sob demanda, alavancando a produção de termoplásticos e ferramentas de fabricação avançadas. A Eckhart também usa uma variedade de materiais Stratasys, incluindo o Nylon reforçado com fibra de carbono (FDM Nylon 12 CF).

Além de acelerar a adoção da impressão em 3D, a parceria visa alavancar a experiência de ambas as empresas em mercados adjacentes para promover a adoção da indústria 4.0 e o uso de microssensores em ferramentas impressas em 3D. O objetivo é começar a integrar diagnósticos avançados que permitirão a existência das “fábricas inteligentes” do futuro.

“Os avanços significativos em microssensores e tecnologias de localização nos proporcionam a oportunidade de mudar a forma como nossos clientes monitoram e gerenciam a ‘saúde’ de sua linha”, diz Storm. “Estamos nos associando ao líder global de impressão em 3D, cuja tecnologia está transformando como, quando e onde as coisas são feitas, para integrar essa tecnologia avançada em nosso conjunto de soluções e oferecer valor real, ajudando os clientes estratégicos da Eckhart a acelerar a adoção da indústria 4.0″.

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eskoO caráter inovador e o desejo de estar sempre à frente em tecnologia, levaram a alemã Stichnothe Druckformen GmbH a investir na solução combinada da Esko de gravação e exposição de chapas flexográficas CDI Crystal 5080 XPS. Como uma das líderes em impressão flexo na Alemanha, a Stichnothe espera expandir sua capacidade produtiva ao integrar a gravação de chapas com a exposição, em um único processo. Os dois dispositivos – a gravadora de chapas CDI Crystal 5080 e a expositora UV XPS Crystal 5080 – foram instalados no início de 2018.

 “Devemos parte de nosso sucesso ao compromisso de investir no estado da arte em tecnologia,” explica Dennis Melching, diretor da Stichnothe Druckformen. “Isto ajuda a manter baixos níveis de tolerância em todo o processo de produção. Com a Esko, que é lider em gravação e exposição de chapas flexo, a escolha da CDI Crystal 5080 XPS foi fácil. Mas um fator decisivo foi a solução Esko ser um sistema aberto, ou seja, que permite trabalhar com uma grande variedade de chapas diferentes.”

A Stichnothe está familiarizada com os dispositivos e softwares da Esko há alguns anos. Além da solução CDI Spark, a empresa também utiliza duas mesas de corte Kongsberg: uma totalmente automática e outra manual. “Aplicamos o gerenciamento profissional de cores, sistemas de prova líderes de mercado, e os mais recentes softwares para aplicações direct-to-plate e impressão flexo especial. Isto garante que quando chegamos ao estágio de revisão, antes do início da produção das chapas, tudo está pronto para iniciar a impressão perfeita,” completa Melching. Com a nova solução combinada da Esko, a Stichnothe espera fortalecer sua presença no segmento de flexografia de alta qualidade, especialmente para embalagens flexíveis. Bons resultados na etapa de produção da chapa garantem uma boa superfície para microcélulas e pontos planos.

Qualidade e eficiência melhoradas na flexo

A solução combinada CDI Crystal 5080 XPS requer 50% menos operações manuais quando comparada a outras tecnologias. Além disso, ela reduz muito o tempo necessário para produzir a chapa. Um dos fatores chave, e que garante a estabilidade da chapa, é a rápida exposição UV, que transfere as linhas mais finas e pequenas para a chapa. A combinação da XPS e da CDI automatiza o processo, reduzindo de cinco operações manuais para apenas uma. Em 2017, a inovadora tecnologia Crystal da Esko foi vencedora do Prêmio de Inovação para Pré-Impressão da Flexographic Technical Association (FTA) e do Prêmio de Tecnologia InterTech™, da Printing Industries of America (PIA). A tecnologia também ganhou o Prêmio Red Dot para Design de Produto 2017, concedido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen.

 

 

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reuniao_mpiPesquisa anual da Desenvolve SP mostra que para 24% das pequenas e médias empresas paulistas a principal dificuldade encontrada para investir em inovação é obter linhas de crédito. Para mapear os entraves e dar o suporte necessário para que projetos inovadores saiam do papel, a instituição reuniu nesta terça-feira, 6/2, em sua sede, empreendedores que encaminharam pedidos de financiamento, mas não deram continuidade ao processo. Além dos empresários, participaram do encontro representantes da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

 “Esta é mais uma iniciativa da Desenvolve SP ligada ao Movimento pela Inovação, que leva conteúdo e atendimento a empresários em busca de recursos para inovar em seus negócios. Nosso objetivo, após identificar projetos de alto potencial que por algum motivo não seguiram adiante, é ajudar as empresas paulistas a repensarem a inovação de seus processos e produtos e a encontrar a melhor solução financeira para colocar em prática ideias que gerem desenvolvimento e riqueza para a sociedade”, diz Eduardo Saggiorato superintendente de negócios da Desenvolve SP.

O empresário Junior Ribeiro, da Aplud Serviços de Contact Center, conta que um dos principais problemas encontrados para tocar o seu projeto de inovação é a falta de garantias. “Não ter garantias reais para apresentar é uma grande barreira na hora de buscar crédito para investir”. Dificuldades no preenchimento de planilhas financeiras não ficam de fora dos apontamentos. “Às vezes é preciso uma melhor orientação técnica por parte das instituições”, avalia Allan Pires, da PA Lationamericana.

Na ocasião, Saggiorato explicou que a Desenvolve SP já oferece a possibilidade de contratação de Fundos de Garantidores. “Se uma empresa não tem acesso ao crédito por falta de garantias, com os fundos garantidores ela passa a ter. No entanto, muitos ainda desconhecem essa opção, que permite cobrir até 100% dos financiamentos para inovação”, diz.

Para Marco Francisco Almeida, superintendente da Finep, todos ganham com a troca de experiências nesses encontros. “O que estamos fazendo é inovador. Não estamos parados esperando os melhores projetos e, sim, indo até os empresários para conhecer suas necessidades e discutir as melhores soluções para que possam transformar suas ideias em realidade”, analisa.

 

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indO emprego na indústria brasileira cresceu 0,3% em novembro na comparação com outubro do ano passado, na série livre de influências sazonais. Foi o terceiro mês consecutivo de melhora no emprego. A taxa de crescimento de 0,3% foi a maior registrada desde novembro de 2014, informa a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta terça-feira, 16 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

As horas trabalhadas na produção também aumentaram 0,6% em novembro frente a outubro na série de dados dessazonalizados, revertendo a queda registrada no mês anterior. Além disso, a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3% , o maior nível desde fevereiro de 2016, também com ajuste sazonal. Com isso, a ociosidade na indústria recuou para 21,7%.

No entanto, os demais indicadores de novembro  são negativos. O faturamento caiu 0,6%, a massa real de salários recuou 0,8% e o rendimento médio do trabalhador diminuiu 0,5% na comparação com  outubro, na série livre de influências sazonais. “Embora alguns dados mensais sejam negativos, os resultados positivos estão ficando mais frequentes”, observa o economista da CNI Marcelo Azevedo. Isso indica que a atividade industrial está se recuperando lentamente.

Azevedo destaca que no acumulado de janeiro a novembro de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, todos os indicadores, com exceção do rendimento médio real dos trabalhadores, apresentam quedas. Nesta base de comparação, o faturamento diminuiu 0,7%, as horas trabalhadas na produção caíram 2,3%, o emprego recuou 2,9% e a massa real de salários encolheu 2%. O rendimento médio do trabalhador aumentou 1%, favorecido pela queda da inflação.

 

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Apunnamedós inaugurar três unidades fabris (duas no Paraná e uma no Rio Grande do Sul), consolidar estrutura de atendimento para a totalidade do mercado nacional e crescer acima da média do mercado em 2017 (12% a 13%), a Açovisa, empresa brasileira referência em distribuição de aços Gerdau, projeta expandir sua atuação para a América Latina em 2018.

“Trabalhamos muito esse ano para enfrentar e driblar os desafios econômicos que nosso País vive e estamos felizes em enxergar que nossos esforços na consolidação dos processos logísticos e de atendimento surtiram efeito e nos mantiveram na linha de crescimento”, afirma Francis Bassi de Melo, sócio-fundador da Açovisa.

Além da expansão para mercados vizinhos, incluindo Paraguai, Uruguai, Bolívia e Argentina, a empresa líder em distribuição de aço já conta com estrutura robusta para potencializar a atuação de suas 16 filiais espalhadas estrategicamente em território nacional. “Iniciamos 2017 acreditando na retomada gradual da demanda do setor e isso se consolidou”, pontua Bassi. “Para 2018, as perspectivas de restabelecimento do mercado são ainda maiores”, completa.

Para Andreis Bassi de Melo, também sócio-fundador da Açovisa, as perspectivas positivas para o ano que vem são viáveis porque os segmentos de máquinas e equipamentos, construção civil, autopeças agro, capital mecânico tendem a encerrar o ano melhor do que o início. “Nosso processo de expansão tem sido bastante estratégico, buscando chegar a mercados com clara demanda de aços especiais”, comenta ao justificar a intenção de atuar em países América Latina.

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mecanicaUm dos espaços especialmente pensados para a visitação e experimentos na MECÂNICA – 32ª Feira Internacional de Mecânica e Sistemas integrados de manufatura– será a Arena da Robótica. Robôs industriais, e de outras aplicações, estarão à disposição dos visitantes para que estes conheçam suas variadas funcionalidades. O Instituto Avançado de Robótica (IAR), responsável pela Arena, dividiu as aplicações em cinco segmentos: educacional, móvel, industrial, colaborativa e aeronáutica. “Nesta edição estamos apresentando a pesquisa aplicada em aeronáutica, sendo que algumas das tecnologias podem ser usadas na indústria”, adianta Rogério Vitalli, diretor executivo do IAR. A MECÂNICA será realizada de 24 a 27 de abril de 2018, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A MECÂNICA 2018 oferecerá exposições e experiências que tragam atualizações tecnológicas nos processos de produção por meio de atividades interativas. A expectativa da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora da Feira, para a edição de 2018 da MECÂNICA é reunir mais de 400 marcas expositoras nacionais e internacionais. Além disso, associações de todo o país ligadas a visitantes/compradores também já manifestaram apoio ao evento, o que indica um grande interesse pelo seu novo formato, focado nas necessidades da indústria como um todo.

O uso de robôs inteligentes é uma das principais tecnologias aplicadas à Indústria 4.0, conceito que estará presente em vários setores da MECÂNICA. Diferentemente de países da Europa e EUA, no Brasil a implementação de tecnologias ligadas à Industria 4.0 ainda é incipiente, como revela pesquisa encomendada pela Reed Exhibitions com profissionais em cargos de liderança na indústria brasileira, em que 78% dos entrevistados nunca ouviram falar ou tem pouco conhecimento sobre o assunto.

De acordo com Vitalli, porém, um grupo de empresas está se organizando para começar a desenvolver condições de aplicação das ferramentas da Indústria 4.0 no país. E um dos primeiros passos será a criação de um protocolo de conectividade que permita a comunicação de dados entre máquinas diferentes nas plantas industriais. A integração de sistemas inteligentes que identificam falhas nos processos industriais para melhorar a qualidade da produção é fundamental para o bom funcionamento de uma planta no ambiente 4.0, ressalta Vitalli.

“A MECÂNICA se prepara para oferecer ao mercado soluções que levem nossas indústrias a um novo patamar. Como referência em inovação e conhecimento, a feira mantém-se e se renova para atender às necessidades mais importantes da indústria, com soluções voltadas à maior eficiência com menores custos, ou seja, o que o mercado precisa para enfrentar os desafios da globalização”, diz Augusto Andrade, gerente da MECÂNICA.
Serviço:
MECÂNICA –32ª Feira Internacional de Mecânica
Data: de 24 a 27 de abril de 2018
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
www.mecanica.com.br

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westNo ano em que completa 75 anos de atividades no Brasil e na sequência de uma série de investimentos realizados nos últimos sete anos que totalizam, até o momento, mais de US$ 600 milhões, a WestRock reafirma seu compromisso com o Brasil, confirmando o novo investimento de mais de US$ 125 milhões para a construção de uma das maiores, mais inovadoras e modernas unidades de produção de papelão ondulado, no município paulista de Porto Feliz (a 132 quilômetros da capital). As obras têm início ainda em 2017 e previsão de conclusão no segundo trimestre de 2019.

A multinacional reafirma com isso o compromisso com o sucesso dos clientes, reforçando sua visão de ser o principal parceiro e fornecedor único de soluções inovadoras e vencedoras em embalagens.

A confirmação deste investimento é um marco histórico para todos nós. Muito mais do que ser uma das maiores fábricas de embalagens de papelão ondulado do mundo, a unidade de Porto Feliz foi desenhada para tornar-se o estado da arte da produção e oferta de serviços em embalagens e assim impulsionar os negócios de nossos clientes. Quando ela estiver funcionando, estabelecerá novos parâmetros em relação à eficiência e à produtividade de suas operações e mudará a forma como eles entendem o significado em relação a produtos e serviços diferenciados” explica Jairo Lorenzatto, presidente da WestRock no Brasil.

A nova unidade apresentará uma configuração operacional inovadora, contará com equipamentos de última geração – incluindo novas onduladeiras e impressoras – e será gerida com cultura diferenciada, com profissionais altamente capacitados. Totalmente integrada às operações florestais e da produção de papel da unidade de Três Barras, a nova planta terá condições de processar aproximadamente 100 mil toneladas de HyPerform®, linha de papéis de alta performance WestRock. A operação de Porto Feliz, em sua capacidade plena, produzirá mais de 400 milhões de metros quadrados de papelão ondulado, anualmente.

A megaplanta oferecerá ainda recursos de impressão de alta qualidade, bem como maior flexibilidade para atender tanto a demanda crescente quanto as diferentes necessidades de clientes localizados na Região Sudeste. A localização, próxima à Rodovia Castelo Branco, privilegia ainda a otimização logística e agilidade nas entregas. A nova planta tem também objetivos significativos em termos de sustentabilidade em todos os aspectos, desde energia, uso de recursos naturais, ambiente diferenciado para funcionários e trabalho social com a comunidade.

Para encontrar o local ideal para a expansão, a WestRock contou com o apoio da Investe São Paulo, Agência de Promoção de Investimentos e Competitividade ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo. “Esse é um dos exemplos de projetos que demandaram uma grande mobilização da nossa equipe. Realizamos estudos de áreas e o levantamento de informações estratégicas sobre diversas cidades, visitando terrenos e colocando a empresa em contato com todas as entidades públicas e concessionárias de serviços envolvidos no processo. Um dos fatores pela escolha de Porto Feliz foi o suporte e a prontidão da equipe municipal em nos atender”, afirmou Sérgio Costa, diretor de novos negócios da agência paulista.

“Porto Feliz está muito orgulhosa com a escolha da WestRock. É um alto investimento e que trará emprego e renda para a nossa cidade, proporcionando uma verdadeira transformação na vida de muitos porto-felicenses. A Prefeitura estará sempre de portas abertas e disposta a colaborar para que a WestRock possa atingir todos os seus objetivos”, afirma Dr. Cássio Habice Prado, prefeito de Porto Feliz.

75 anos comprometida com o Brasil

A WestRock está e sempre esteve presente na vida de milhões de brasileiros e brasileiras. Desde 1942, a empresa dedica-se à produção de papel e embalagens de papelão ondulado que facilitam a vida das pessoas e agregam valor aos negócios dos clientes. Somos mais de 45.000 funcionários no mundo e mais de 2.200 no Brasil, incansáveis em buscar soluções únicas e vencedoras para impulsionar o seu negócio de nossos clientes.

Por isso, no ano em que completa 75 anos no Brasil, a WestRock renova o seu compromisso com o seu sucesso, anunciando o investimento para a construção de uma nova fábrica de Papelão Ondulado no país, com a aspiração de ser um centro de excelência e referência em tudo que faz. Tudo para continuar vencendo junto com nossos clientes nos próximos 75 anos.

Confira os principais eventos ao longo dos anos:

1942 – Campinas – Criação da Fábrica de Papelão Campinas no distrito de Souzas pela empresa Gerin, Focesi & Cia.

1943 – Campinas – Mudança das instalações para o então distrito de Valinhos, onde estabelece produção de papel e papelão ondulado.

1948 –  Campinas – Gerin e Focesi & Cia funde-se com o Grupo Parada de Limeira, da família Ribeiro. Surge a Ribeiro Gerin & Cia. Ltda.

1953 – West Virgínia, dos Estados Unidos, assume o controle e adota a razão social Rigesa Ltda.

1955 – Criação primeiro laboratório de embalagens da América Latina.

1956 – Aquisição das primeiras terras para operação florestal em Santa Catarina.

1958 – Início das atividades da Fazenda Experimental em Três Barras.

1965 – Início do plantio de florestas comerciais.

1974 – Três Barras (SC) – Início produção de celulose e papel.

1978 – Blumenau (SC) – Inauguração fábrica de embalagens

1996 – Pacajus (CE) – Inauguração fábrica de embalagens.

2002 – Fusão global entre West Virginia e Mead Corporation, surgiu a Mead Westvaco – MWV

2011 – Araçatuba (SP) – Inauguração fábrica de embalagens.

2012 – Três Barras (SC) – Início da linha de produção de papel kraft HyPerform®, após investimentos de US$ 480 milhões.

2013 – Pacajus (CE) – aquisição de uma nova onduladeira da BHS Corrugated (já está em operação desde maio de 2015).

2013 – Araçatuba (SP) – Implantação duas novas impressoras Martin e DRO
2015 – Surgimento da WestRock, a partir da fusão das americanas MWV e RockTenn.

2017 – Pacajus (CE) – Anúncio do investimento em duas novas impressoras e um novo sistema de movimentação de materiais operantes a partir de agosto/17)

2017 – Anúncio da nova Fábrica de Embalagens de Papelão Ondulado em Porto Feliz (SP)

 

 

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Empreendedores, empresas, imprensa e entidades de vários setores da economia segsi reunirão na solenidade de entrega do XX Prêmio Automação, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, no próximo dia 07 de novembro, quando serão conhecidos os trabalhos de maior relevância para a sociedade no ano de 2017. A premiação e as homenagens reconhecem os melhores projetos inovadores em processos automatizados com os padrões de tecnologia GS1. Durante a cerimônia de premiação, os vencedores recebem um troféu de reconhecimento pela iniciativa de aprimoramento dos processos de toda a cadeia de abastecimento.

Realizado no espaço Tom Brasil, em São Paulo, o evento completa vinte anos de valorização das iniciativas de boas práticas de empresas, entidades e imprensa. Nesse período, a entidade já privilegiou o trabalho de 324 companhias. “O Prêmio Automação é hoje uma referência quando se fala em empenho e pioneirismo na adoção de padrões para se atingir a excelência no mundo dos negócios”, afirma João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

A comemoração já se incorporou à história da GS1 Brasil, que promove uma festa descontraída, sempre no mês de novembro, desde 1998. Para homenagear os vencedores, é entregue o Troféu Harpia, que representa a maior ave de rapina do mundo e faz parte da fauna brasileira. As categorias do Prêmio Automação são Negócios, Educação, Sustentabilidade e Imprensa. Mais detalhes em https://www.gs1br.org/premioautomacao.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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