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máquina-elmotec-1A  Schaeffler concluiu em 28 de novembro um contrato para aquisição da Elmotec Statomat Holding GmbH (de agora em diante denominada como “Elmotec Statomat”), com base em Karben, próxima a Frankfurt, na Alemanha.

A Elmotec Statomat GmbH é um dos principais fabricantes mundiais de máquinas para a fabricação de motores elétricos em larga escala de produção e possui uma especialização única no campo da tecnologia de enrolamento. Com essa aquisição, a Schaeffler está expandindo sua especialização na fabricação de motores elétricos e, desse modo, evoluindo na implementação de sua estratégia de mobilidade elétrica.

 

“A mobilidade elétrica é um de nossos campos centrais de desenvolvimento futuro. Ao adquirir a Elmotec Statomat, estamos dando um passo importante para expandir nossa especialização na produção neste campo e implementar com consistência nossa estratégica de mobilidade elétrica”, disse Klaus Rosenfeld, CEO da Schaeffler. “Esta aquisição nos permitirá acomodar perfeita e totalmente a industrialização do motor elétrico em nossa empresa e que possamos fechar a lacuna tecnológica na produção de rotores e estatores”.

 

Com suas tecnologias, a Elmotec Statomat já provou sua capacidade de desempenho excepcional e poder de inovação. Com mais de 50 direitos individuais de propriedade intelectual em 13 classes de patente em todo o mundo, a empresa é uma das líderes mundiais no campo de tecnologia de enrolamento na produção de estatores.

 

“Por meio desta aquisição, estamos expandindo de modo relevante nossa especialização produtiva no campo de motores elétricos e, assim, permitindo o crescimento de nosso potencial de produzir motores elétricos e de unidades fabris de produção de estatores”, explicou o Dr. Jochen Schröder, Diretor da Divisão de Negócios de E-Mobility da Schaeffler.

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froniusO hidrogênio é um importante elemento para a integração de setores, isto é, para a eficiente utilização de energias renováveis nos setores de corrente elétrica, calor e mobilidade. Também é com essa finalidade que a Fronius trabalha no desenvolvimento de soluções para a produção de hidrogênio verde a partir a energia solar excedente de sistemas fotovoltaicos. Com o sistema de abastecimento SOLH2UB em Thalheim bei Wels, agora a empresa mostra que esse conceito funciona perfeitamente.

 O sistema-piloto na unidade de desenvolvimento da Fronius já está funcionando de forma experimental desde maio. Por meio de eletrólise, o sistema produz hidrogênio – principalmente a partir de energia solar excedente –, que fica disponível para veículos da empresa providos de células de combustível ou que é armazenado para a reconversão em corrente elétrica e calor. Os componentes necessários, como sistemas de eletrólise e células de combustível estacionárias, são desenvolvidos pela própria Fronius.

 Após a inauguração oficial em meados de outubro, o sistema passará a ter um funcionamento normal. “O SOLH2UB funciona como um ponto de convergência central no âmbito da energia solar e possibilita uma inovadora integração dos setores de corrente elétrica, mobilidade e calor“, explica Martin Hackl, diretor da Solar Energy na Fronius International GmbH. “Temos certeza de que o hidrogênio tem potencial para se tornar uma das fontes energéticas do futuro e impulsionar enormemente a integração dos setores e, consequentemente, a transição energética.”

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silsenaiEspecializada na fabricação de fios e cabos elétricos de baixa tensão, a SIL sempre teve como uma de suas premissas, ao lado da seriedade na relação com seus clientes e fornecedores, promover treinamentos para educação e aperfeiçoamento técnico de estudantes e profissionais do setor elétrico e, desta forma, aumentar a oferta de mão de obra qualificada para o segmento de energia e instalações elétricas.
Uma ação nesse sentido é o bem-sucedido convênio estabelecido com o Senai/SP – Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, que, desde 2009, promove treinamentos na Escola Senai “Orlando Laviero Ferraiuolo”, localizada no bairro Tatuapé, na Capital paulista, e especializada no atendimento à cadeia produtiva da construção civil.
A parceria coloca em prática, em estreita colaboração, programas de treinamento e palestras que visam a preparação e o aperfeiçoamento de mão de obra dos cursos realizados na unidade para as áreas de eletricista instalador e de comandos elétricos. Em 2017, os treinamentos tiveram a participação de 497 alunos.
A importância da parceria empresa-escola
Durante os cursos, são ministradas palestras técnicas, sempre por um profissional da equipe de engenharia de produtos da SIL, tem como tema principal “Condutores Elétricos de Baixa Tensão” e aborda assuntos como: matérias-primas dos condutores de baixa tensão; normatização; aplicações de produtos – traz as recomendações de uso e as diferenças entre fios sólidos, cabos rígidos e flexíveis; isolação e cobertura; e norma NBR 5410 – específica sobre as instalações elétricas de baixa tensão. Todos os condutores elétricos utilizados nas aulas práticas são fornecidos pela SIL Fios e Cabos Elétricos.
O engenheiro eletricista e gerente de engenharia de produto da SIL, Nelson Volyk, explica que o conteúdo foi totalmente elaborado pela empresa: “No início apresentávamos, apenas, temas básicos, mas percebemos que poderíamos aumentar o escopo, alinhando ao material do Senai. Assim, reforçamos o que os professores já apresentavam ou que, em algum momento, abordarão em aula. Para os alunos é saudável e estimulante ouvir da indústria o que aprendem na escola”.
Além de agregar conhecimento prático aos aspectos técnicos e normatizados relacionados aos materiais, os profissionais da SIL que ministram tais palestras e podem esclarecer aos alunos aquelas questões bem específicas que apenas um profissional técnico do fabricante saberia responder.
“Na área da formação profissional é importante e necessário ter empresas de confiança e com preocupação com a qualidade de seus produtos”, afirma o Instrutor de Formação Profissional do SENAI, Walter Wanderley Teixeira: “A SIL é uma dessas empresas, pois acompanha de perto o avanço do mercado e se preocupa não só com a qualidade do produto, mas também com a segurança na sua utilização, garantindo assim o sucesso final da instalação”.

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CofibamEm parceria com a Marinha Brasileira, a Cofibam desenvolveu cabos de alimentação responsáveis pela energia gerada na Estação Antártida Comandante Ferraz (EACF), inaugurada no início da década de 80. As grandes dificuldades encontradas para o desenvolvimento desse projeto foram as barreiras impostas pelas características naturais da Antártida, uma vez que o cabo seria transportado pelo Navio Oceanográfico Barão de Teffé e poderia não suportar as exigências climáticas e de transporte na longa viagem até o continente gelado. O desafio da Engenharia da Cofibam foi criar um isolante especial para que o cabo conseguisse suportar todas as etapas da viagem, que começaria no Navio Oceanográfico e depois seria lançado por um helicóptero até um local com muitas pedras. Com todos os obstáculos vencidos, o Cabo Cofibam seguiu seu destino através dos mares e até hoje é o responsável por manter ativa a Estação Científica Brasileira, que é uma das poucas a ter o direito de explorar as maravilhas e mistérios do Continente Antártico.

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quimicos indOs dados preliminares da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim apurados para os dois primeiros meses do ano indicam que as vendas internas de produtos químicos de uso industrial fabricados no Brasil cresceram 6,25% no bimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior. Os índices também são positivos na comparação mensal: em janeiro o crescimento foi de 7,85% em relação a janeiro de 2016 e em fevereiro o índice subiu 4,53% em comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, o volume de importações dos produtos analisados exibiu recuo de 26,4%, sobre igual período do ano passado.

O efeito combinado da melhora das vendas e da queda das importações está refletido no ganho de share do produtor local no atendimento da demanda interna. Nos dois primeiros meses do ano, a participação das importações sobre o consumo aparente nacional (CAN), que mede a produção nacional mais a importação e menos a exportação, foi de 34,7%, no mesmo período do ano passado as importações representavam 40,9%.

O índice de produção, no entanto, apresentou resultados negativos no bimestre, acumulando recuo de 14,2% sobre o patamar de dezembro do ano passado. Na comparação com os dois primeiros meses de 2016 houve um recuo de 5,91%, que é creditado à ocorrência de paradas programadas para manutenção e pelo menor número de dias úteis de 2018, uma vez que o carnaval de 2017 ocorreu em março.

O menor volume de produção também está refletido no índice de utilização da capacidade instalada, que ficou em 68% em fevereiro de 2018 e em 72% na média do primeiro bimestre do ano, contra 77% nos dois primeiros meses do ano passado. Como resultado dos problemas recentes na produção e também do recuo da importação, ocorreu uma diminuição no crescimento do CAN, que subiu apenas 1% nos últimos 12 meses, contra 6% de janeiro a dezembro de 2017.

Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro de 2018, o índice de produção cresceu 0,47%, enquanto o de vendas internas apresentou elevação de 0,49%, invertendo a trajetória negativa nas vendas internas. No mesmo período a parcela de vendas destinadas ao mercado externo, no entanto, exibiu recuo de 6,7%, após quase três anos consecutivos de elevação. No que se refere às importações, houve elevação de 5,8% no volume nos últimos 12 meses. Deve-se destacar que, no período, os números estão sendo impactados pelo grupo de produtos intermediários para fertilizantes, cujo peso é consideravelmente elevado, especialmente em volume de importações. Entre o final do ano passado e início deste ano, em razão de estoques esporádicos elevados, nas mãos de produtores agrícolas, houve forte recuo na parcela de importações

Segundo a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna Coviello Ferreiro, infelizmente a indústria química vem perdendo espaço para o produto importado há algum tempo. Fátima alerta que o setor químico foi surpreendido pelo anúncio de “hibernação” das fábricas de fertilizantes das FAFENs em Sergipe e na Bahia. “O fechamento dessas plantas se soma aos demais que ocorreram, infelizmente, desde que a Abiquim, em 2009, conseguiu convencer o governo federal e o congresso nacional sobre a importância de se ter uma política para o uso do gás natural matéria-prima. A implantação de uma política poderia ter salvo essas unidades e as demais, mas não só isso, teria sido o exemplo positivo que o setor químico necessita para voltar a investir no País”, conclui.

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Mesmo com a retração da atividade e do emprego, os empresários da indústria da construção apostam na recuperação do setor nos próximos seis meses. O Índice de Confiança dos Empresários da Construção subiu para 57 pontos em março e está 4,1 pontos acima da média histórica de 52,9 pontos. Pela primeira vez desde fevereiro de 2013, o indicador de percepção sobre as condições atuais ficou em 50,3 pontos, em cima da linha divisória dos 50 pontos.

Isso mostra que os negócios pararam de piorar, informa a Sondagem Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira, 26 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de expectativa aumentou 0,7 ponto em relação a fevereiro e ficou em 60,5 pontos, mostrando que os empresários estão otimistas com o desempenho do setor nos próximos seis meses. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quando ficam acima de 50 mostram que os empresários estão confiantes.

“A retomada da economia e a queda da taxa básica de juros são essenciais para a recuperação do setor e contribuem para as perspectivas positivas dos empresários”, diz a economista da CNI, Flávia Ferraz.

Além do aumento da confiança, a pesquisa mostra que os empresários apostam no aumento no nível de atividade, na contratação de novos empreendimentos e serviços, no crescimento das compras de matérias-primas e insumo e do número de empregados nos próximos seis meses. Todos os indicadores de expectativa ficaram acima dos 50 pontos em março. O de nível de atividade subiu para 56,5 pontos e o de número de empregados aumentou para 54 pontos.

INVESTIMENTOS E ATIVIDADE – Mas os empresários continuam pouco dispostos a investir. O indicador de intenção de investimentos caiu 1 ponto em relação a fevereiro e ficou em 31,1 pontos em março. O índice varia de zero a cem pontos e quanto menor o indicador, menor é a propensão para o investimento.

Uma das causas para a baixa intenção de investir é a a elevada ociosidade do setor.  O nível de utilização da capacidade instalada na indústria da construção ficou em 57% em fevereiro.  Ou seja, 43% das máquinas, equipamentos e do pessoal do setor ficaram parados no mês passado.

De acordo com a pesquisa, a atividade e o emprego na construção continuaram caindo em fevereiro. O indicador de nível de atividade ficou em 46,2 pontos e o de número de empregos alcançou 44,1 pontos.

Os índices variam de zero a cem. Quando estão abaixo dos 50 pontos mostram queda da atividade de do emprego. No entanto, a CNI observa que o ritmo de retração está diminuindo. Na comparação com fevereiro do ano passado, o indicador de atividade aumentou 5,9 pontos e o de emprego, 5,2 pontos.

Esta edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 13 de março com 599 empresas. Dessas, 203 são pequenas, 265 são médias e 131 são de grande porte.

 

 

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stratasyseckhartA Stratasys ,  marca global em soluções de tecnologia aditiva aplicada, e a Eckhart, Inc. anunciaram um acordo de colaboração exclusiva de três anos com o intuito de avançar na adoção da impressão 3D para fabricação de ferramental na América do Norte.

Por cerca de 60 anos, a Eckhart tem fabricado ferramentas para tornar as suas linhas de produção mais seguras e eficientes. As soluções de manufatura avançada da empresa são usadas pelos maiores fabricantes do mundo para assistir e automatizar processos de montagem em indústrias como a automotiva, aeroespecial, construção pesada, médica e outras.

As ferramentas ergonômicas de elevação e de redução de torque da Eckhart permitem que um técnico execute tarefas como levantar e posicionar um motor de carro enquanto ele é aparafusado ao chassi. As ferramentas produzidas pela empresa também permitem que os fabricantes concluam processos de montagem de torque alto, onde o espaço e o formato da peça limitam o acesso.

A Eckhart acredita que a indústria de ferramentaria está madura para a mudança acarretada pela introdução da tecnologia de manufatura aditiva, que ajudará a redesenhar as ferramentas industriais.

“Na Eckhart, acreditamos que, com a manufatura aditiva, há uma oportunidade real de reinventar o modo como as ferramentas industriais são projetadas, produzidas e utilizadas pelos consumidores”, afirma Andy Storm, presidente e CEO da Eckhart.

Três Maneiras de como a Manufatura Aditiva Pode Ajudar

Com base na capacidade única da manufatura aditiva em ajudar a impulsionar a inovação da ferramentaria industrial da próxima geração, a Eckhart vê três maneiras principais de os processos aditivos ajudarem essa indústria:

Leveza e Ergonomia: Quanto mais leve e de formato mais orgânico uma ferramenta for, mais fácil ela é de ser operada e de se deslocar pelo ambiente de montagem. Um ponto forte da manufatura aditiva é sua capacidade de produzir peças de formato orgânico que são mais leves do que os projetos convencionais, produzidos em metal, e mais fortes. O nylon reforçado com fibra de carbono da Stratasys (FDM Nylon 12CF) tem uma relação resistência-peso que lhe permite substituir metal em muitas aplicações.

Melhoria da Linha de Visão: a manufatura aditiva pode ser usada para projetar partes vazias em uma ferramenta. As ferramentas produzidas pelos métodos tradicionais geralmente possuem material extra e sem função. Ao reduzir o material desnecessário, a linha de visão é melhorada. Ao eliminar material, é possível ver mais da operação de montagem.

 Estrutura de Construção e Lista de Materiais Simplificadas: a manufatura aditiva pode ser usada para reduzir significativamente a contagem de partes de uma montagem. Ao redesenhar um processo de montagem de numerosas peças para uma única peça, produzida por impressão 3D, os designers podem reduzir a contagem de peças e, assim, simplificar tanto a estrutura de construção quanto a lista de materiais para fabricação.

 “Nossa intenção é substituir completamente as ferramentas de metal existentes por equivalentes impressas em 3D”, diz Storm. “O potencial de inovação em economia de peso, simplificação da lista de materiais e melhora da visibilidade do operador que a manufatura aditiva oferece não têm precedentes”.

 “Estamos ansiosos para trabalhar em estreita colaboração com a Eckhart para ajudar a redesenhar uma nova geração de ferramentas de fábrica”, afirma o vice-presidente sênior de vendas da Stratasys para a América do Norte, Patrick Carey. “Ambas as empresas não só têm um grande negócio para oferecer uma à outra, mas muito para aprender mutuamente também. Como a Eckhart, a Stratasys acredita que este acordo exclusivo de três anos tem o potencial de trazer inovações disruptivas para o mercado de ferramentaria industriais na América do Norte”.

O laboratório de impressão 3D da Eckhart está localizado no Centro de Tecnologia Avançada recentemente inaugurado em Warren, Michigan. Como parte da parceria com a Stratasys, o laboratório inclui impressoras que usam o processo de impressão 3D de modelagem por fusão e deposição (FDM) da Stratasys. O laboratório possui as impressoras 3D da Stratrasys Fortus 450mc, F370 e Fortus 250mc, projetadas para produzir peças sob demanda, alavancando a produção de termoplásticos e ferramentas de fabricação avançadas. A Eckhart também usa uma variedade de materiais Stratasys, incluindo o Nylon reforçado com fibra de carbono (FDM Nylon 12 CF).

Além de acelerar a adoção da impressão em 3D, a parceria visa alavancar a experiência de ambas as empresas em mercados adjacentes para promover a adoção da indústria 4.0 e o uso de microssensores em ferramentas impressas em 3D. O objetivo é começar a integrar diagnósticos avançados que permitirão a existência das “fábricas inteligentes” do futuro.

“Os avanços significativos em microssensores e tecnologias de localização nos proporcionam a oportunidade de mudar a forma como nossos clientes monitoram e gerenciam a ‘saúde’ de sua linha”, diz Storm. “Estamos nos associando ao líder global de impressão em 3D, cuja tecnologia está transformando como, quando e onde as coisas são feitas, para integrar essa tecnologia avançada em nosso conjunto de soluções e oferecer valor real, ajudando os clientes estratégicos da Eckhart a acelerar a adoção da indústria 4.0″.

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eskoO caráter inovador e o desejo de estar sempre à frente em tecnologia, levaram a alemã Stichnothe Druckformen GmbH a investir na solução combinada da Esko de gravação e exposição de chapas flexográficas CDI Crystal 5080 XPS. Como uma das líderes em impressão flexo na Alemanha, a Stichnothe espera expandir sua capacidade produtiva ao integrar a gravação de chapas com a exposição, em um único processo. Os dois dispositivos – a gravadora de chapas CDI Crystal 5080 e a expositora UV XPS Crystal 5080 – foram instalados no início de 2018.

 “Devemos parte de nosso sucesso ao compromisso de investir no estado da arte em tecnologia,” explica Dennis Melching, diretor da Stichnothe Druckformen. “Isto ajuda a manter baixos níveis de tolerância em todo o processo de produção. Com a Esko, que é lider em gravação e exposição de chapas flexo, a escolha da CDI Crystal 5080 XPS foi fácil. Mas um fator decisivo foi a solução Esko ser um sistema aberto, ou seja, que permite trabalhar com uma grande variedade de chapas diferentes.”

A Stichnothe está familiarizada com os dispositivos e softwares da Esko há alguns anos. Além da solução CDI Spark, a empresa também utiliza duas mesas de corte Kongsberg: uma totalmente automática e outra manual. “Aplicamos o gerenciamento profissional de cores, sistemas de prova líderes de mercado, e os mais recentes softwares para aplicações direct-to-plate e impressão flexo especial. Isto garante que quando chegamos ao estágio de revisão, antes do início da produção das chapas, tudo está pronto para iniciar a impressão perfeita,” completa Melching. Com a nova solução combinada da Esko, a Stichnothe espera fortalecer sua presença no segmento de flexografia de alta qualidade, especialmente para embalagens flexíveis. Bons resultados na etapa de produção da chapa garantem uma boa superfície para microcélulas e pontos planos.

Qualidade e eficiência melhoradas na flexo

A solução combinada CDI Crystal 5080 XPS requer 50% menos operações manuais quando comparada a outras tecnologias. Além disso, ela reduz muito o tempo necessário para produzir a chapa. Um dos fatores chave, e que garante a estabilidade da chapa, é a rápida exposição UV, que transfere as linhas mais finas e pequenas para a chapa. A combinação da XPS e da CDI automatiza o processo, reduzindo de cinco operações manuais para apenas uma. Em 2017, a inovadora tecnologia Crystal da Esko foi vencedora do Prêmio de Inovação para Pré-Impressão da Flexographic Technical Association (FTA) e do Prêmio de Tecnologia InterTech™, da Printing Industries of America (PIA). A tecnologia também ganhou o Prêmio Red Dot para Design de Produto 2017, concedido pelo Design Zentrum Nordrhein Westfalen.

 

 

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reuniao_mpiPesquisa anual da Desenvolve SP mostra que para 24% das pequenas e médias empresas paulistas a principal dificuldade encontrada para investir em inovação é obter linhas de crédito. Para mapear os entraves e dar o suporte necessário para que projetos inovadores saiam do papel, a instituição reuniu nesta terça-feira, 6/2, em sua sede, empreendedores que encaminharam pedidos de financiamento, mas não deram continuidade ao processo. Além dos empresários, participaram do encontro representantes da Financiadora de Estudos e Pesquisas (Finep) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

 “Esta é mais uma iniciativa da Desenvolve SP ligada ao Movimento pela Inovação, que leva conteúdo e atendimento a empresários em busca de recursos para inovar em seus negócios. Nosso objetivo, após identificar projetos de alto potencial que por algum motivo não seguiram adiante, é ajudar as empresas paulistas a repensarem a inovação de seus processos e produtos e a encontrar a melhor solução financeira para colocar em prática ideias que gerem desenvolvimento e riqueza para a sociedade”, diz Eduardo Saggiorato superintendente de negócios da Desenvolve SP.

O empresário Junior Ribeiro, da Aplud Serviços de Contact Center, conta que um dos principais problemas encontrados para tocar o seu projeto de inovação é a falta de garantias. “Não ter garantias reais para apresentar é uma grande barreira na hora de buscar crédito para investir”. Dificuldades no preenchimento de planilhas financeiras não ficam de fora dos apontamentos. “Às vezes é preciso uma melhor orientação técnica por parte das instituições”, avalia Allan Pires, da PA Lationamericana.

Na ocasião, Saggiorato explicou que a Desenvolve SP já oferece a possibilidade de contratação de Fundos de Garantidores. “Se uma empresa não tem acesso ao crédito por falta de garantias, com os fundos garantidores ela passa a ter. No entanto, muitos ainda desconhecem essa opção, que permite cobrir até 100% dos financiamentos para inovação”, diz.

Para Marco Francisco Almeida, superintendente da Finep, todos ganham com a troca de experiências nesses encontros. “O que estamos fazendo é inovador. Não estamos parados esperando os melhores projetos e, sim, indo até os empresários para conhecer suas necessidades e discutir as melhores soluções para que possam transformar suas ideias em realidade”, analisa.

 

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indO emprego na indústria brasileira cresceu 0,3% em novembro na comparação com outubro do ano passado, na série livre de influências sazonais. Foi o terceiro mês consecutivo de melhora no emprego. A taxa de crescimento de 0,3% foi a maior registrada desde novembro de 2014, informa a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta terça-feira, 16 de janeiro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

As horas trabalhadas na produção também aumentaram 0,6% em novembro frente a outubro na série de dados dessazonalizados, revertendo a queda registrada no mês anterior. Além disso, a utilização da capacidade instalada subiu para 78,3% , o maior nível desde fevereiro de 2016, também com ajuste sazonal. Com isso, a ociosidade na indústria recuou para 21,7%.

No entanto, os demais indicadores de novembro  são negativos. O faturamento caiu 0,6%, a massa real de salários recuou 0,8% e o rendimento médio do trabalhador diminuiu 0,5% na comparação com  outubro, na série livre de influências sazonais. “Embora alguns dados mensais sejam negativos, os resultados positivos estão ficando mais frequentes”, observa o economista da CNI Marcelo Azevedo. Isso indica que a atividade industrial está se recuperando lentamente.

Azevedo destaca que no acumulado de janeiro a novembro de 2017 em relação ao mesmo período de 2016, todos os indicadores, com exceção do rendimento médio real dos trabalhadores, apresentam quedas. Nesta base de comparação, o faturamento diminuiu 0,7%, as horas trabalhadas na produção caíram 2,3%, o emprego recuou 2,9% e a massa real de salários encolheu 2%. O rendimento médio do trabalhador aumentou 1%, favorecido pela queda da inflação.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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