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CargilA Cargill reduziu a quantidade de plástico usada em seus contêineres e garrafas de óleo vegetal em mais de 1.134 toneladas no mundo todo. Essas reduções de plástico estão removendo aproximadamente 2.900 toneladas de gases de efeito estufa (GHGs) por ano da atmosfera, o que equivale a remoção de 616 veículos das estradas.

“As embalagens de plástico preocupam cada vez mais nossos clientes e consumidores devido ao impacto ambiental de sua produção e a poluição causada por seus resíduos”, afirma Tai Ullmann, gestor de sustentabilidade global do negócio de óleos comestíveis da Cargill. “Usar menos plástico nas embalagens utilizadas para nossos óleos comestíveis ajuda os clientes a atingirem metas estabelecidas para reciclagem ou redução do uso de plástico, além de reduzir gases de efeito estufa (GHGs)”.

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mitsubishitratamentodeaguaCom a chegada da Indústria 4.0, novas soluções surgiram a fim de melhorar a utilização desse recurso natural. Nesse contexto, a Mitsubishi Electric  disponibiliza soluções de tratamento de água e esgoto que são referência no mercado asiático.

Com o objetivo de oferecer as melhores soluções aos seus clientes, a empresa, em parceria com seus integradores de sistemas, é capaz de realizar um estudo aprofundado para identificar os produtos mais eficazes em cada tipo de instalação. Ao todo, esse processo ocorre em cinco fases: consultoria, planejamento, implantação, suporte e pós-projeto.

“Nossa equipe dedica o tempo necessário para entender totalmente as necessidades e elaborar projetos. Temos um profundo interesse em ajudar nossos clientes usando sistemas de alta qualidade, com atendimento de excelência”, afirma André Chimura, gerente de vendas da Mitsubishi Electric.

De estações de tratamento de água e esgoto de médio a grande porte até estações de irrigação, a companhia oferece diversos produtos, como inversores de frequência de baixo consumo de energia e sistemas de monitoramento e controle que podem integrar de modo transparente sistemas SCADA de alto desempenho com produtos de automação confiáveis.

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Rodrigo Oliveira é o CEO da Green Mining

Rodrigo Oliveira é o CEO da Green Mining

O vidro leva cerca de 5 mil anos para se decompor, mas em contrapartida, pode ser reciclado infinitas vezes. Para apoiar esta iniciativa, startups como a brasileira Green Mining, que atua na coleta seletiva e logística reversa de forma eficiente, e a organização europeia Friends of Glass, que apoia o estilo de vida sustentável, se uniram em parceria para incentivar a reciclagem do vidro.

Criada pela European Container Glass Federation (FEVE), uma associação internacional sem fins lucrativos, a Friends of Glass começou como uma campanha de conscientização para o vidro e, atualmente, conta com organizações para promover os benefícios ambientais, de saúde e segurança das embalagens. Impulsionando campanhas voltadas ao consumidor e ativações de varejo em mercados europeus, oferece uma maneira de colaborar na promoção dos benefícios do vidro por meio de mídias sociais e comunicações digitais.

“O vidro é uma matéria prima de longa vida e deve ser reciclado para evitar a contaminação do ambiente, preservando assim, os recursos naturais (solo e água) e contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Para nós, a parceria com a Friends of Glass trará resultados positivos, pois queremos inspirar, ainda mais, pessoas a serem ecologicamente ativas e responsáveis”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

De acordo o levantamento realizado pela Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), a reciclagem do material no Brasil movimenta aproximadamente R$ 120 milhões por ano. “A logística reversa é uma tendência em todo o mundo, em que as empresas se responsabilizam pelo retorno das embalagens pós consumo ao ciclo de produção”, diz Rodrigo.

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klabin10Um projeto de nanofibra desenvolvido pela Klabin, em parceria com a Universidade Federal de Lavras – UFLA, foi premiado em um dos mais importantes congressos internacionais sobre nanotecnologia, a Conferência Internacional sobre Nanotecnologia para Materiais Renováveis, realizado no Japão no último mês.

Organizado pela Associação Técnica da Indústria de Papel e Celulose, entidade centenária sediada nos Estados Unidos, o evento reúne e reconhece importantes trabalhos relacionados ao uso responsável e produção de nanomateriais renováveis e sustentáveis. A Klabin foi a terceira colocada na sessão de pôster por sua pesquisa de otimização de produção de nanofibra e de redução no consumo de energia nesse processo.

“Há tempos a microfibra celulósica, ou celulose microfibrilada, como também é conhecida, vem sendo alvo de profundos estudos no Centro de Tecnologia da Klabin, em Telêmaco Borba, no Paraná. Este reconhecimento reforça a importância do trabalho realizado pela companhia em parceria com a UFLA, bem como com outras universidades, e reconhece a relevância do que vem sendo construído ao longo dos últimos anos na área”, comenta Carlos Augusto, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Klabin.

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A Praça Barão Pinto Lima foi o local da ação da Coopermiti e da Aster, por ocasião da comemoração do Dia Internacional da Reciclagem, celebrado no dia 17 de maio.  O  projeto “Zelando Juntos” teve  como objetivo de conscientizar e educar o público para o correto descarte do lixo eletrônico que se acumula em casa.

O evento ocorreu no dia 18 de maio e a Aster recebeu o certificado “Selo Verde”,  pela gestão ambientalmente consciente em todos os setores da empresa.

“Eles coletam peças nos lixos por aí ou recebem doações de equipamentos como televisores, celulares, fitas de vídeo cassete e outros. Desmontam os mesmos para extrair o cobre e outros materiais de valor e, em muitos casos, acabam, sem saber, sendo pessoalmente contaminados ou contaminando o meio ambiente quando esses equipamentos estão danificados e as partes pelas quais eles não se interessam são inapropriadamente manuseadas ou descartadas nos lixões, terrenos ou até nas ruas. Para piorar, quando ocorre uma chuva, esses contaminantes vão parar na rede pluvial ou são absorvidos pelo solo e podem alcançar o lençol freático”, ensina Cintia Pereira, gestora ambiental e co-fundadora da Coopermiti.

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abimaq3A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas – apoia incondicionalmente a aprovação da  MP.868, que trata da questão do Saneamento Ambiental. A MP permitirá a facilitação da participação da iniciativa privada nos serviços de Saneamento no País. O relatório  do senador Tasso Jereissati, que conta com apoio do Governo Federal, aprovado dia 7 de maio traz um enorme potencial a este setor que, hoje, deixa de atender a mais de 100 milhões de brasileiros, e condena à morte cerca de 6.000 recém-nascidos por ano.
Com a abertura do mercado (atualmente 94% concentrado por empresas públicas), será possível atrair investimentos da ordem de R$60 bi por ano – contra cerca de R$10bi investidos atualmente. Este volume de recursos será suficiente para, até 2033, universalizar o saneamento básico no Brasil, gerando mais de 700 mil empregos.

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mitsubichiNessa sexta-feira, dia 22 de março, é comemorado o Dia Mundial da Água. Com a chegada da Indústria 4.0, novas soluções surgiram a fim de melhorar a utilização desse recurso natural. Nesse contexto, a Mitsubishi Electric disponibiliza soluções de tratamento de água e esgoto que são referência no mercado asiático.

Com o objetivo de oferecer as melhores soluções aos seus clientes, a Mitsubishi Electric, em parceria com seus integradores de sistemas, é capaz de realizar um estudo aprofundado para identificar os produtos mais eficazes em cada tipo de instalação. Ao todo, esse processo ocorre em cinco fases: consultoria, planejamento, implantação, suporte e pós-projeto.

“Nossa equipe dedica o tempo necessário para entender totalmente as necessidades e elaborar projetos. Temos um profundo interesse em ajudar nossos clientes usando sistemas de alta qualidade, com atendimento de excelência”, afirma André Chimura, gerente de vendas da Mitsubishi Electric.

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Frederico GonçalvesPor Frederico Gonçalves*

Segundo o relatório anual da Agência Internacional de Energia (IEA, sigla em inglês), a previsão para o crescimento da demanda de energia elétrica mundial deve ser superior a 25% até 2040 e o investimento necessário para garantir o suprimento de energia deve ultrapassar 2 trilhões de dólares por ano. A elevação de consumo e de recursos, aliada ao risco do aquecimento global, tem motivado diversas nações a buscarem fontes renováveis, em especial a energia eólica e a solar, como alternativas para compor sua matriz energética. A própria IEA estima que em vinte anos, a participação das fontes de energia renováveis no mundo será de mais de 40%, antes os 25% da atualidade.

Na Europa, países como Suécia, Áustria e Portugal formam o pódio dos territórios do continente que mais utilizaram fontes renováveis em 2017, contribuindo com 30% do total do consumo na União Europeia, segundo dados da Eurofast. Mas qual é o cenário no Brasil?

As usinas hidrelétricas são responsáveis por 61% da energia do país e a carência por eletricidade deve triplicar até 2050, conforme levantamento da Empresa de Pesquisa e Energética (EPE), gerando uma dependência enorme de um sistema que já sofre com os efeitos das secas que têm atingido várias regiões nos últimos anos. Assim, a adoção de energia eólica e solar também vem ganhando espaço por aqui, representando 8% e 1%, respectivamente, da capacidade elétrica instalada no país.

Para intensificar a criação de projetos focados em aumentar a participação das fontes de energia renováveis, a utilização de tecnologias que permita a operação e manutenção adequada desses equipamentos torna-se um fator essencial para o sucesso desses empreendimentos.

Drones

A aplicação de drones ajuda na inspeção visual dos equipamentos, registrando imagens que podem ser posteriormente analisadas para a identificação de eventuais problemas. Sobrevoando fazendas eólicas ou solares, os drones podem agilizar o processo de inspeção visual.

Apesar de simplificar a coleta de dados, a simples utilização de drones para a realização da inspeção pode causar um gargalo no pós-processamento dos dados coletados, caso esses dados tenham que ser analisados por humanos. Aí entra o uso de técnicas de Inteligência Artificial, como Aprendizado de Máquina (do inglês, Machine Learning) ou Redes Neurais (do inglês, Neural Networks) que utilizam algoritmos para a análise automática dos dados coletados.

Drones também são utilizados em conjunto com técnicas de inteligência artificial, mas com foco em inspeção de turbinas eólicas onshore e offshore. A verificação de uma turbina eólica pode ser realizada em apenas 15 minutos, de modo que um único drone pode realizar em torno de 20 inspeções por dia e os dados coletados são disponibilizados num sistema web, com informações analíticas que auxiliam a geradora de energia na identificação de problemas e na definição de programas de manutenção adequada para seus equipamentos.

Inteligência Artificial

Associada a técnicas de Big Data, a utilização de inteligência artificial possibilita a análise rápida dos dados coletados pelos drones, assim como a correlação desses dados com outras informações obtidas através de sensores instalados ou embarcados nos equipamentos para o monitoramento de seu funcionamento. Os dados históricos dos equipamentos também são utilizados pelos algoritmos que podem, literalmente, aprender a identificar, ou até mesmo prever possíveis problemas em cada um dos equipamentos.

O grande diferencial é que a solução pode agilizar a detecção de eventuais problemas e reduzir o processo de reparo de dias para horas, aumentando assim a eficiência de suas inspeções, além de produzir resultados mais precisos.

Veremos uma expansão no uso da energia eólica e solar na matriz energética do Brasil nos próximos anos. A adoção de novas tecnologias deve impulsionar e viabilizar a operação de enormes parques eólicos e solares que, em breve, deverão fazer parte da paisagem de algumas regiões do país. Essas tecnologias devem tornar a operação desses empreendimentos mais ágil, barata e eficiente.

*Head da unidade de Utilities do Venturus

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abralatasDados divulgados nesta quarta-feira (5) pela indústria do alumínio  confirmam os bons resultados do setor no campo da sustentabilidade. Quase todas as latas de alumínio para bebidas vendidas em 2017 retornaram para o ciclo produtivo, alcançando um índice de 97,3% de reciclagem. Das 303,9 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas colocadas no mercado em 2017, 295,8 mil toneladas foram recolhidas e recicladas. Desde 2004, o índice se mantém acima dos 90%, colocando o país entre os líderes mundiais da reciclagem dessa embalagem.

Os números foram anunciados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) e pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal), durante o lançamento, em Brasília (DF), da Frente Parlamentar visando à criação de estímulos econômicos para a preservação do meio ambiente.

Para Renault Castro, presidente executivo da Abralatas, o elevado índice de reciclagem da lata deixa clara a necessidade de um debate como o que será traçado pela Frente Parlamentar. “Hoje, o reaproveitamento do mesmo material já tributado nem é considerado como atenuante para a carga tributária. O consumidor paga imposto sobre o mesmo produto várias vezes, já que a latinha mantém índice de reciclagem próximo a 100% há mais de 10 anos”, esclarece. Renault acha que o tema ganha impulso com a criação da Frente. “O principal objetivo da utilização de instrumentos tributários deve ser o de fazer com que os preços de mercado dos diversos bens e serviços reflitam seus custos sociais e ambientais, além dos custos materiais, de produção e de comercialização, sem elevação de impostos”.

O presidente executivo da Abal, Milton Rego, lembra que, mesmo diante das adversidades, o setor não deixa de investir. Ele destacou que, apesar da forte retração econômica que o país sofre desde 2015, a reciclagem de alumínio está em plena expansão no Brasil. “As duas maiores empresas do segmento, a Novelis e o Grupo ReciclaBR, nossas associadas, acabam de anunciar planos importantes para o ano que vem. O Grupo ReciclaBR vai inaugurar novos centros de coleta no país e uma planta de fundição em Minas Gerais. Já a Novelis, investirá R$ 650 milhões em sua fábrica em Pindamonhangaba (SP). Movimentos assim é que garantem a liderança mundial do Brasil no índice de reciclagem de latas”, conclui o executivo.

Para Mário Fernandez, Coordenador do Comitê de Reciclagem da ABAL e CEO do Grupo Recicla BR, o índice de reciclagem de latas de alumínio mostra com otimismo como a cadeia da lata do alumínio está inserida na Economia Circular. “E no que depender do Grupo ReciclaBR, iremos contribuir para a manutenção do alto índice de reciclagem, pois temos sólidos investimentos planejados”, completa.

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absolarAs diretrizes anunciadas recentemente pelo estado da Califórnia (EUA) para incentivar a fonte solar fotovoltaica, com a incorporação da tecnologia em todas as novas residências da região a partir de 2020 e em todas as novas edificações comerciais a partir de 2030, representa um marco para o setor e deve servir de inspiração para os governos federal e estaduais brasileiros.

Para o presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Ronaldo Koloszuk, o Brasil está 15 anos atrasado quanto ao desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica. “Por isso, o País precisa estabelecer uma política de Estado para o setor, alinhada às melhores práticas internacionais, capaz de promover o uso sustentável das energia solar fotovoltaica em todas as regiões do Brasil”, recomenda

“Para isso, a entidade propõe uma meta de atingir pelo menos 30 Gigawatts (GW) da fonte solar fotovoltaica na matriz elétrica brasileira até 2030”, acrescenta. Segundo Koloszuk, trata-se, na verdade, de incluir a fonte como uma ferramenta estratégica para o desenvolvimento do País. “O Brasil, possui um dos melhores recursos solares do planeta e deve acelerar suas iniciativas para se posicionar como protagonista mundial no desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica”, ressalta.

Adicionalmente, há menos de 30 dias o Governador da Califórnia ratificou uma nova lei estadual que estabeleceu que, a partir de 2045, 100% da energia elétrica consumida na região deverá ser proveniente de fontes limpas e não-emissoras de gases de efeito estufa, principalmente renováveis, como a solar fotovoltaica.
O CEO da ABSOLAR, Dr. Rodrigo Sauaia, destaca ainda que o Brasil desponta entre os dez principais países do mundo na produção de energia elétrica a partir das fontes hídrica (2º lugar), biomassa (4º lugar) e eólica (8º lugar), com exceção da solar fotovoltaica, para a qual o País ainda está na trigésima posição. “Com um programa estruturado para potencializar o desenvolvimento da energia solar fotovoltaica no Brasil, teremos condições de subir posições neste ranking, ao mesmo tempo em que agregaremos ao País diversos benefícios sociais, econômicos, ambientais, energéticos e estratégicos, contribuindo para a construção de um futuro alinhado ao desenvolvimento sustentável e com mais empregos renováveis”, conclui Sauaia.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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