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inddPor Julio Molinari*

 

De acordo com o IBGE, a produção industrial subiu 0,8% em maio perante abril, melhor desempenho para o mês desde a alta de 2,7% em 2011, ou seja, o melhor maio em seis anos.  Um dos motores propulsores da economia brasileira na indústria é  setor de alimentos e bebidas. No ano passado, o faturamento nominal cresceu 9,3% em relação a 2015, fechando o ano com R$ 614,3 bilhões, de acordo com o balanço econômico da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), composta pelos setores de produtos alimentares e bebidas. Com 32,5 mil empresas, é um dos setores que mais emprega: algo em torno de 1,6 milhão de trabalhadores.

Os números da ABIA com relação à produção foram de evolução de um ano para o outro, porém, ainda negativado, isto é, queda de 0,96%, embora um pouco melhor que o índice do ano anterior, quando ficou em -2,9% na produção. A expectativa é de que o setor possa recuperar-se na produção física, em volume, atingindo um percentual entre 0,6% a 1,2% de crescimento.

Em meio a um cenário de tímida recuperação econômica, cogitar aumento da capacidade produtiva traz à cabeça de empresários e representantes de entidades do setor um atributo fundamental: eficiência. Segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), 28% dos alimentos são desperdiçados ao longo da cadeia produtiva, em média, na America Latina, e grande parte é devido aos processos de produção.

O caminho necessário para se atingir índices aceitáveis com relação à eficiência produtiva é a automação. O domínio das informações do processo industrial é peça fundamental. Podemos ter análises que indicam o que vai acontecer, antecipando medidas corretivas antes que uma parada ocorra ou mesmo que um produto saia do padrão de qualidade, por exemplo. O avanço da tecnologia é fundamental à eficiência produtiva: com a automação dos processos, a indústria de alimentos e bebidas pode obter ganhos entre 7% e 15%.

Embora o “custo Brasil” seja um entrave para a adoção em larga escala de soluções que visam aperfeiçoar a eficiência do processo produtivo, trata-se de um caminho natural e sem volta, uma vez que não há mais espaço para gastos desnecessários, não apenas pela cadeia de custos envolvidos, mas também pelos aspectos de segurança e meio ambiente.
* Julio Molinari é presidente da Danfoss na América Latina

 

 

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Tomra X-TractA produção de alumínio não só é trabalhosa e cara, devido o elevado consumo de energia necessário no processo; mas também, os recursos primários são limitado. Portanto, é essencial a melhoria dos processos de reciclagem de alumínio. Na Itália, a reciclagem de alumínio é especialmente importante para a economia, onde 90% do alumínio produzido é secundário, ou seja, feito através dos processos de reciclagem.

Portanto, não é por acaso que a TOMRA Sorting Recycling na Itália instalou um grande número de unidades TOMRA X-TRACT com raios-X, para processamento e seleção de alumínio. O Centro Rottami de Cisterna di Latina, na região de Lazio, é um dos principais centros de reciclagem na Itália, que tem colocado a sua confiança na tecnologia inovadora da TOMRA Sorting Recycling.

Criado em 1985 para operar na recuperação de metais, tanto ferrosos como não ferrosos (alumínio), o Centro Rottami transferiu-se em 1994 para uma área de 80000 m2 na região industrial de Cisterna di Latina. A cada mês, o Centro Rottami processa entre 300 e 500 toneladas de alumínio, 4.000 toneladas de sucata de metais ferrosos, 300 toneladas de sucata de metais não ferrosos, 2.000 toneladas de pneus e 200 toneladas de baterias de chumbo.

Propriedade da família Del Prete, esta empresa dinâmica e inovadora está na vanguarda do mercado e conhece as suas últimas tendências. Sobre as aspirações da empresa, Gennaro Del Prete afirmou: “Acreditamos firmemente na economia circular, portanto, o nosso principal objetivo é implementar a recuperação completa de todos os resíduos que entram nas nossas instalações”.

O objetivo de “lixo zero” está em linha com as últimas estratégias ambientais. Del Prete explicou o que isso significa em termos do ciclo de processamento: “A separação do alumínio do fluxo de resíduos que entra ocorre na fase final de um processo de tratamento complexo que foi concebido utilizando algumas das nossas próprias máquinas patenteadas e duas unidades TOMRA a fim de minimizar a perda de material. Especificamente, neste processo, usamos uma máquina TOMRA FINDER, adquirida em 2008 e uma TOMRA X-TRACT de última geração, adquirida em 2016 e que começou a trabalhar muito recentemente”, especifica Del Prete.

Davide Cattaneo, engenheiro de Orion, a empresa de distribuição de equipamentos da TOMRA Sorting Recycling em Itália, explicou: “no Centro Rottami, o material é processado em batelada e usa uma sequência alternada para processar três diferentes granulometrias: 5-30 mm, 30-80 mm e > 80 mm. A última unidade instalada X-TRACT tem permitido uma melhor separação do material processado, o que significou um aumento no valor do produto final obtido.

A decisão de instalar o TOMRA X-TRACT visa otimizar a qualidade de alumínio recuperado de trituração, bem como a capacidade de alavancar sinergias potenciais com a empresa de fundição do alumínio na sequencia do processo”. A tecnologia de raios-X de transmissão (XRT) permite o reconhecimento e separação de materiais com base na sua densidade atómica, independentemente do tamanho, humidade ou contaminação, obtendo-se frações com um alto nível de pureza.

Leopoldo Del Prete, diretor da empresa, disse: ” A TOMRA é uma empresa que nos inspira muita confiança e Orion, seu distribuidor italiano sempre demonstrou grande profissionalismo na fase de aconselhamento pré-compra e é por isso que recorremos a eles quando decidimos comprar a segunda unidade X-TRACT para a aplicação de metais. Em todos estes anos o TOMRA FINDER nunca nos deu qualquer problema, e assim se torna em um grande cartão de visita”.

O TOMRA X-TRACT, graças à sua tecnologia de triagem com Raios-X, permite obter alumínio de qualidade superior, aumentando a sua pureza e, portanto, o seu valor de vendas; neste momento a unidade está separada do resto do sistema e o processamento (tal como no caso do FINDER) é realizado em batelada. Isto foi explicado por Cattaneo: “Para a empresa de fundição, utilizar um alumínio mais puro traz benefícios indiretos: uma é a redução do tempo de inatividade para a limpeza de forno e um menor custo de energia para voltar a trazer o forno à temperatura necessária. Menos tempo de inatividade e menor consumo de energia significa maiores lucros”.

Descrição do processo

Leopoldo Del Prete explica em detalhe o processo de produção, desde o momento da receção do resíduo até a produção de matéria-prima. O processo inicia-se em uma planta de trituração (moinho Lindemann) onde três produtos são obtidos: alumínio misturado com metais pesados; sucata ferrosa (PROLER) e fluff (resíduos ligeiros de fragmentação). Os alumínios com metais pesados fragmentados vão para o X-TRACT para a melhor limpeza do alumínio.

Especialmente interessante é a gestão de resíduos de fluff, que consiste principalmente de uma mistura de plástico, vidro, espumas, tecidos, borracha, cabos, etc. que, em geral, seriam enviados para o aterro. No Centro Rottami, estes resíduos passam por um processo muito articulado através de uma tecnologia que permite a recuperação de uma fração fina de fluff e a produção de uma matéria prima secundária inerte, que vai ser posteriormente utilizada pela indústria de construção.

Em primeiro lugar, o fluff é submetido a um tratamento de seleção hidrodinâmico (patenteado pelo Centro Rottami) que consegue separar três frações distintas: super fluff, metal misto e plásticos mistos. A mistura de metais é enviada para o TOMRA X-TRACT para separação (uma vez que estes metais não foram separados por separação magnética ou pelas Correntes de Foucault após fragmentação).

A fração orgânica composta por plástico e por super fluff, representando cerca de 40-45% do peso do fluff produzido em fragmentação continua através de um tratamento de desvolatilização. A mistura passa primeiramente por um secador e, em seguida, por um forno a cerca de 450 °, onde ocorre a pirólise. Pelo que o material orgânico se decompõe e se obtém um gás que pode ser utilizado como combustível para produzir energia.

O produto que sai do forno é dividido em dois tipos: o material > 5 mm passa pelo TOMRA FINDER, que recupera as frações de metal e o material remanescente <5 mm torna-se uma matéria-prima secundária que se converte em nome de GRANIMIX®, uma marca registrada do Centro Rottami.

No momento em que todos tem olhos voltados para a reciclagem (muitas vezes mais em palavras do que em atos), o Centro Rottami é um verdadeiro centro de excelência, onde a tecnologia TOMRA, sempre na vanguarda da indústria, não poderia faltar.

 

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zfA ZF define o futuro da mobilidade e trabalha para que a próxima geração de veículos tenha a capacidade de Ver, Pensar e Agir. Por meio de novas parcerias e com amplos conhecimentos técnicos próprios, a empresa desenvolve avançadas funções automatizadas e busca fornecer níveis mais altos de condução autônoma no futuro. “Considerando apenas o ano passado, a ZF assumiu uma participação de 40% na Ibeo, desenvolvedora de tecnologia LIDAR, e anunciou sua colaboração com a Nvidia para lançar no mercado o ProAI, a primeira unidade de controle eletrônico do mundo com inteligência artificial. Além disso, adquiriu uma cota de 45% na Astyx, fabricante de radares de ultra alta frequência, e, mais recentemente, firmou parceria com a Faurecia, especializada em interiores de veículos, para produzir o cockpit do futuro com ênfase na segurança”, afirma o Dr. Stefan Sommer, CEO da ZF.

Além disso, as equipes de pré-engenharia da ZF estão projetando radares de alta resolução e buscando formas de combiná-los com a tecnologia de laser para obter uma representação tridimensional do entorno do veículo. Isso melhorará as capacidades que já estão em desenvolvimento para imagens panorâmicas de 360° ao redor do automóvel, como a combinação da câmera de três lentes Tri-Cam com o radar AC2000 para visão frontal e lateral.

Um dos atuais focos está no desenvolvimento de funções automatizadas do nível 2 e 3. Como exemplo, a ZF continua a aperfeiçoar e a ampliar seu sistema de direção assistida em rodovias (Highway Driving Assist) incluindo novas funcionalidades, como a ajuda automatizada para deixar a pista. Com esse recurso, os motoristas escolhem a faixa pela qual pretendem sair da rodovia, e a função faz automaticamente a mudança de faixa de rodagem em direção à saída.

Esse programa pode ser utilizado juntamente com dispositivos de mapeamento de GPS. O usuário pode pressionar um botão presente na tela sensível ao toque para indicar a faixa de sua preferência para deixar a pista – o sistema é capaz de avaliar a manobra e realizá-la.

“A automatização precisa estar diretamente atrelada à segurança, pois as pessoas só vão optar pelos meios de transporte nos quais confiam e se sentem totalmente seguras. Por isso, estamos trilhando um caminho que oferece um equilíbrio entre o avanço de novas tecnologias e sistemas comprovados na prática em rodovias. Vamos trabalhar para melhorar, testar e validar inovações que beneficiarão os envolvidos no trânsito e os usuários de várias formas de mobilidade e aplicações industriais”, conclui Dr. Sommer.

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congrafA Congraf Embalagens realizou um novo investimento para aprimorar ainda mais a qualidade de seus produtos e serviços. A empresa acaba de adicionar ao seu parque gráfico um novo equipamento para aplicação de hot-stamping.

 Trata-se de uma Brausse 1050 FCI, fabricada pela Shangai Eternal Machinery, empresa pertencente ao grupo Bobst. “A Congraf segue investindo na qualidade de seus produtos, mesmo em um momento de incertezas políticas e econômicas”, destaca Sidney A. Victor Júnior, diretor industrial da Congraf.

 De acordo com a empresa, o investimento visa aprimorar a produção de embalagens com maior valor agregado. “Com este novo equipamento, teremos possibilidade de atender com mais agilidade nossos clientes e também teremos mais opções de aplicação de hot-stamping no desenvolvimento dos nossos produtos, especialmente no segmento de embalagens Premium”, explica o diretor industrial da Congraf.

 A fabricante de embalagens informou ainda que a Brausse 1050 FCI é moderna e dotada de tecnologias de acerto rápido. Além disso, sua capacidade de produção pode alcançar até 10 mil folhas por hora. “O novo equipamento nos dá a possibilidade de ajustar a montagem para aplicar a fita do hot-stamping com maior número de rolos e melhorar o custo de produção”, explica. “Certamente, ganharemos velocidade e um tempo precioso em nossa linha de produção”, explica.

 O investimento no novo equipamento de hot-stamping reflete a preocupação da Congraf em proporcionar inovação e produção diferenciada aos seus clientes. “Ampliamos nossa capacidade de produção e agora poderemos oferecer um preço mais competitivo na produção de embalagens Premium, para que nossos clientes possam contar com embalagens que se destaquem no ponto de venda”, conclui Sidney A. Victor Júnior.

 Por fim, a Congraf informou que o novo equipamento já está integrado ao seu fluxo de produção e em operação.

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otimismoCrises e oportunidades podem andar juntas se tiverem o devido respaldo de uma visão estratégica e cuidadosamente forjada nas mais prementes necessidades do mercado, leia-se inovação, eficiência e qualidade com redução de custo.

Sabemos que isso ainda é pouco para quem planeja prosperar no mercado brasileiro tal como ele é, no melhor estilo montanha russa – cheio de curvas e ladeiras íngremes nas quais não se pode enxergar mais de um palmo adiante.

Evidentemente, no mundo empresarial a diferença entre naufragar com as estatísticas de economias decadentes e surfar nas ondas que tentam nos derrubar também depende de coisas como olhar para dentro. Avaliar nossas próprias proficiências e identificar rigorosamente cada uma de nossas fragilidades para então tratar de saná-las é indispensável para qualquer empresa em qualquer circunstância.

Dito isto ainda resta acreditar – otimismo é mesmo muito importante – e investir. Foi exatamente assim que conseguimos alçar em nossa empresa, 100% brasileira, o crescimento de 52% em serviços a projetos de engenharia em 2016, puxados principalmente por testes na área automotiva. Não foi uma tarefa fácil, como devem imaginar.

Dentro desse escopo projetamos para 2017 crescer mais 25%, respaldados por investimentos na expansão da estrutura de testes, no aumento e na capacitação do capital humano especializado – de que o mercado não dispõe – e em novos segmentos de negócios.

Cremos que fazer engenharia no Brasil seja uma chave importante para melhorar a eficiência e diminuir os obstáculos ao desenvolvimento mais rápido do setor produtivo brasileiro. Como players, temos apostado, com sucesso, na estratégia de trazer para o mercado serviços de suporte a processos de engenharia que não se encontravam por aqui.

No mundo corporativo não há quem ignore que a incrível lacuna existente no Brasil quanto ao suporte local a processos de engenharia, notadamente em segmentos industriais de alta complexidade como o automotivo, ainda gera muitos contratempos e dores de cabeça.

Não bastasse a eterna pressão para preços mais competitivos ante o custo Brasil, as empresas ainda sofrem as consequências de terem de mandar suas amostras ao Exterior para validação e testes, enfrentando trâmites alfandegários, despacho aéreo e marítimo e filas para a execução de testes, que podem levar meses se houver problemas na execução.

Não precisa ser assim. O desenvolvimento da economia brasileira acontecerá, e ainda temos imenso potencial a ser explorado com perspectivas positivas. Basta apostar no Brasil.
*Ricardo Nogueira é presidente da SMARTTECH, empresa 100% brasileira especializada em tecnologia e serviços de apoio a projetos de engenharia.

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petQuando Maurício Cohab, Diretor da Trisoft e pioneiro em iniciativas para um processo produtivo limpo, fala que não existe lixo, apenas matérias primas não aproveitadas, ele está traduzindo o conceito que a empresa leva muito à sério, há mais de 12 anos, quando aderiu à lã de PET como matéria prima para seus produtos. Hoje, a maior fabricante de itens com o material em toda a América Latina atende mais de 97 segmentos da indústria com linhas de produtos variadas, recicladas e 100% recicláveis, que comprovam a ideia de seu idealizador: “nós estamos mostrando que é possível, sim, fabricar sem água, sem produtos poluentes e ainda assim obter um produto compatível com as necessidades do mercado e de extrema qualidade”, enfatiza Maurício.

Entre os produtos Trisoft, estão enchimentos, mantas e revestimentos para o mercado moveleiro, de decoração, construção civil, de produtos para bebês, academias de ginásticas e inclusive para o mercado hoteleiro, um dos mais promissores para 2017. Para Maurício, tudo pode ser reciclado: “o que chamamos de lixo precisa, para o bem do planeta e da economia, virar matéria prima. Esse é o futuro, não há como fugir”, explica ele. Segundo o Diretor, o consumidor já está preparado para essa mudança: “ele pede um produto verde, sustentável, é uma característica que implica valor à mercadoria”, enfatiza. Tanto que a Trisoft criou, no ano passado, um selo de qualidade para garantir que o produto final é feito com enchimento reciclado e 100% reciclável, com o novo slogan “Trisoft, melhor pra você, melhor pro planeta”. Os clientes estão aderindo e atestando o produto em loja.

A ideia da empresa é transformar o mercado a partir de produtos que possam ser totalmente reaproveitados, sem perder em qualidade e beleza. No mercado de construção civil, por exemplo, “participamos de inúmeros projetos de revitalização, reformas e adequação termo acústica, por exemplo, com produto feito de lã de PET e que é totalmente reciclável, e o resultado é sempre melhor do que o esperado, tanto sob o aspecto de especificação de projeto, quanto de beleza”, finaliza Maurício. A Trisoft já utilizou, em seus produtos feitos com lá de PET, o equivalente a mais de 1 bilhão de garrafas retiradas do meio ambiente.

 

 

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contabilidadeCom a Legislação Tributária brasileira em constante mudança em busca da modernização dos processos e a necessidade das empresas de um posicionamento estratégicos sobre tributos e obrigações acessórias a serem cumpridas, o antigo ‘guarda livros’ cada vez mais dá lugar à contabilidade moderna.

São muitas as novidades já implantadas pelo governo e outras ainda estão sendo ajustadas em função de sua complexidade. Dentre essas se destacam Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Escrituração Contábil Digital, Escrituração Contábil Fiscal, eSocial e Bloco K.

“Muito se falou que a contabilidade das empresas ia mudar, todavia, o que se viu foi o contador assumindo um papel totalmente diferente do passado e muito mais importante e estratégico. Hoje mais que uma empresa que ofereça a simples contabilidade os administradores necessitam de profissionais que ofereçam algo mais, isto é, tecnologia e consultoria em relação a esses assuntos”, alerta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Segundo Domingos, é grande a busca das contabilidades de São Paulo pela modernização das empresas, podendo assim oferecer o melhor para seus clientes. “Nós da Confirp, por exemplo, investimos pesadamente em nosso campo tecnológicos e profissionais de TI nos últimos anos, para que possamos estar sempre à frente das mudanças que ocorrem. Para se ter um exemplo, já temos um aplicativo que fornece todas informações de forma simplificada”, explica.

Tecnologia é sinônimo de lucro

Isso porque, a Confirp já tem números que comprovam que quando essas novas exigências do governo, se bem geridas pelas empresas podem se transformar em uma ótima oportunidade de crescimento, com a agilidade nos processos, e a possibilidade de uma visão mais estratégica dos negócios, além de poupar tempo e dinheiro.

“As grandes empresas já sabiam e utilizavam a tecnologia ao seu favor, agora com a necessidade de adequação das demais empresas, essas também poderão se beneficiar”, explica o diretor.

Assim, além da modernização da contabilidade, é importante reforçar que para empresas também é importante uma adequação tecnológica. A primeira coisa que se recomenda para quem quer sofrer pouco com essas mudanças é implantar Sistemas ERP´S de gestão, já que esses possibilitarão vantagens estratégicas como integridade das informações maior, menores prazos para obtenção e envio de informações e possibilidade de direcionamento do profissional contábil para ações estratégicas.

Ponto importante é que, mesmo que implantação desses sistemas ainda não seja obrigatória em todas as empresas, logo todos terão que se adequar. E as vantagens se dará muito além do âmbito contábil, isso porque os sistemas ERP’s (Recurso de Planejamento Empresarial) são compostos por módulos ou uma base de dados única que suportam diversas informações de atividades das empresas. Importante é que para implantação desses sistemas são necessários diversos cuidados, para que seja possível a parametrização dos dados.

Diminuição de custos

Hoje, o contador também deve auxiliar na decisão do valor de tributo a pagar está na hora que se emite a nota, infelizmente a maioria das empresas não se preocupam com os custos tributários.

Por mais que os impostos pagos por uma empresa sejam certos, dá para analisar e muitas vezes reduzir o quanto se pagará. “Esse é um resultado básico, quando existe uma proximidade muito grande entre contabilidade e cliente, pois sempre existirão provocações, com busca de informações que busque o menor tributo”, explica o diretor da Confirp.

A redução dos custos tributários de forma legal por meio da elisão fiscal, dentro de um planejamento tributário é uma realidade de muitas empresas, o que faz com que se tornem mais competitivas. Por parte do administrador também é necessário um acompanhamento mais próximo dessa área.

Resumindo, no mercado atual uma contabilidade moderna é estratégica. E a solução para micro, pequenas, médias e grandes empresas, cada vez mais passa pela terceirização adequada desse processo. Assim esse trabalho deve ser bem avaliado, já que, a qualificação é imprescindível para que se ajuste à empresa, reduza riscos e aumente a lucratividade.

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abadA Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) realizou, nesta segunda-feira (28), no Espaço Fecomercio, em São Paulo, o ENCONTRO DE VALOR ABAD 2016, último evento da entidade neste ano. O economista Ricardo Amorim, que coordenou o painel político e econômico ao lado de líderes políticos e de entidades, avaliou o atual momento com positivo, uma vez que as previsões ruins do início do ano já se dissiparam e deram lugar a uma real expectativa de melhora, diferentemente do que acontecia nessa mesma época no ano passado.

A única ressalva, segundo o economista, é o risco que a eleição de Donald Trump pode trazer para a economia mundial, já que não se sabe ainda qual será a postura do novo presidente americano para questões econômicas, principalmente as que envolvem os mercados emergentes. Apesar da retração econômica nos últimos dois anos, a tendência de expansão no consumo, que vinha sendo consistente nos 10 anos anteriores, ainda encontra espaço para crescer, lembrando que após um período de queda acentuada espera-se uma aceleração no crescimento. “A prova disso é que o comércio ainda cresce mais do que a indústria”, disse. “Dessa forma, abre-se um cenário de grandes de oportunidades para o país e para as empresas.”

Os demais integrantes do painel corroboraram a visão otimista de Ricardo Amorim. O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República (Conselhão) George Pinheiro afirmou que o empresário do comércio é um otimista por natureza. Já o deputado federal Rogério Marinho reforçou o movimento da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo contra o aumento de tributos e destacou que acredita no setor atacadista distribuidor como força propulsora da retomada do crescimento.

Fernando Yamada, coordenador da União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (UNECS) e presidente da ABRAS, salientou a importância da união de entidades para lutar em prol das causas comuns no legislativo, com destaque para a simplificação tributária e trabalhista. O deputado federal Laércio Oliveira declarou confiar no cenário otimista. “Essa é a força do setor produtivo nacional. Eu acredito nisso e por isso me empenho todos os dias.” Para o senador José Gonzaga Sobrinho (Deca) esse é um momento de união: “temos de fazer o Brasil crescer independentemente das adversidades”.

Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), afirmou que o setor produtivo brasileiro precisa começar a participar do processo político. Já o presidente da ABAD, José do Egito Frota Lopes Filho, fechando o painel, afirmou que o país está no caminho certo e as reflexões do painel mostram isso. “O Brasil, hoje, é um outro Brasil e já não aceita passivamente os desmandos políticos. Unidos, faremos um país ainda melhor.”

Posse do novo presidente da ABAD

Cerca de 400 convidados, entre atacadistas, indústria e entidades, participaram do Encontro de Valor ABAD e prestigiaram a cerimônia de posse da nova diretoria da entidade, eleita para o biênio 2017/2018, que assume em 1º de janeiro. Em seu discurso de posse, o novo presidente da ABAD, Emerson Destro, do Destro MacroAtacado, afirmou que a entidade continuará a trabalhar pela simplificação tributária, reforma trabalhista, solução dos problemas de infraestrutura e outros aspectos operacionais e fiscais que afetam o setor.

“A sinergia e a parceria entre todos os elos da cadeia de abastecimento do canal indireto é condição de sucesso para cada um de seus integrantes. Devemos permanecer unidos, pois unidos somos mais fortes”, acrescentou.

 

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mercado-alemaoO supermercado alemão REWE, localizado na cidade de Dortmund-Hörde, está apostando em um determinado tipo de frescor: não apenas nos alimentos que vende, mas também para o ar que respiramos. Em vez de refrigerantes químicos, os aparelhos de refrigeração do supermercado estão agora usando apenas CO2 natural (R744) como refrigerante. Isso garante uma redução significativa das emissões de gases com efeito estufa: o sistema de refrigeração reduz as  emissões nocivas por 110 toneladas por ano.

Os operadores têm adicionalmente integrado um sistema de ar condicionado e uma bomba de calor para aquecer todo o complexo, que compreende cerca de 1.950 m² de espaço de varejo e inúmeras áreas adjacentes. O sistema fornece os expositores e gavetas refrigerados, os congeladores, o sistema de aquecimento, o sistema de água quente e sistema de ar condicionado para o espaço de varejo. O conceito de design é o primeiro de seu tipo na Alemanha. Na verdade, existem atualmente apenas quatro sistemas instalados em todo o mundo. Schretzenmaier Kältetechnik implementou o conceito por meio da instalação de um sistema de refrigeração de CO2 com componentes da Danfoss.

Com o seu novo sistema de refrigeração, o supermercado REWE em Dortmund não só poupa dinheiro, mas também cerca de 20% das emissões anuais de CO2 em comparação com um sistema de R404A. Em outras palavras, as tecnologias Danfoss estão ajudando o supermercado a refrigerar seus produtos de forma mais eficiente e fazer mais para o meio ambiente, tudo com menos energia.

Um sistema de refrigeração deste tipo deve estar de acordo com os mais elevados padrões de segurança. Por exemplo, alarmes de gás tiveram que ser instalados na sala de máquinas e na câmara frigorífica para avisar sobre qualquer perigo de asfixia. Outro aspecto que o operador teve que considerar durante o planejamento é a alta pressão de operação do sistema. O CO2 condensa-se a uma pressão mais elevada do que os refrigerantes convencionais. A tubulação e os componentes devem, portanto, ser capazes de resistir a pressões de até 120 bar. Tubos de cobre convencionais não são aprovados para tais pressões, o que significa que o sistema exige tubos de aço inoxidável resistentes à pressão no lado de alta pressão.

Gerenciador simplifica a configuração do sistema

O gerenciador de sistema Danfoss AK-SM 850 é especialmente dedicado às necessidades do setor de varejo de alimentos. A solução oferece todas as funções e as ferramentas necessárias para controlar e monitorar equipamentos de refrigeração. Graças ao seu recurso de gerenciamento de alarme e a documentação de ações de alarme, a deterioração do produto pode ser evitada, já que a temperatura correta é assegurada em todos os momentos. O recurso de otimização de energia contínua melhora as configurações do  sistema, reduzindo assim os custos de energia dos supermercados.

O AK-SM 850 coordena todos os componentes relevantes do sistema, tais como o sistema de ar condicionado, os balcões de refrigerados e de congelados, bem como a iluminação dos  expositores. O usuário pode configurar as definições de forma rápida e fácil com o Web Assistant. O AK-SM 850 oferece suporte às conexões de tanto Modbus e Lon RS485. Uma conexão USB flash drive integrada torna mais fácil atualizar o firmware e salvar o banco de dados.

Recuperação efetiva de calor

O controlador de rack de compressor AK-PC 781 garante a recuperação eficiente de calor. A função principal do AK-PC 781 é controlar o compressor e o condensador, de tal maneira que eles operam sob a maioria das condições de pressão energeticamente eficientes possíveis em todos os momentos. Os sinais de tensão emitidos pelo transmissor de pressão permitem o controle exato de ambas as pressões de sucção e de condensação. O controlador é equipado com controle de óleo, uma função de recuperação de calor, bem como controle de pressão de gás CO2.

O controlador do rack de compressor controla a saída de até oito compressores. Além disso, pode lidar com monitoramento de segurança de alta pressão, baixa pressão e temperatura do tubo pressurizado. Além de regulação de capacidade, os controladores podem transmitir sinais para outros controladores sobre as condições pré-definidas de operação, por exemplo, o fechamento forçado das válvulas de expansão, bem como os sinais e mensagens de alarme. A principal vantagem desta série de controladores é que são fáceis de expandir juntamente com a planta.

Os módulos do mesmo tipo podem ser montados no controlador do rack de compressor,  conforme necessário, permitindo ao operador adaptar o sistema. Até quatro monitores externos podem ser adicionalmente conectados, com e sem teclas de operação. Eles podem exibir diferentes valores de medição, tais como a pressão de aspiração, pressão do condensador ou a temperatura do trocador de calor.

Regulagem protege sistema e poupa energia

Em sistemas de refrigeração sem controle de velocidade, o compressor está funcionando constantemente em plena capacidade e seus estados só operam ligados ou desligados, independentemente da capacidade de refrigeração realmente necessária. Uma válvula de expansão sempre tenta preencher o evaporador de forma otimizada pelo projeto; tal ciclo do compressor provoca uma mudança na pressão da evaporação, fazendo assim com que o evaporador oscile. O evaporador nunca é devidamente preenchido e opera de forma ineficiente. A consequência é a capacidade de refrigeração do refrigerante abaixo do ideal. O controle preciso do compressor utilizando um conversor de frequência para ajustar a velocidade aumenta a estabilidade e o desempenho do sistema, já que o evaporador é preenchido de forma otimizada em todos os momentos.

A pressão de evaporação não se altera como resultado de tal controle, o que significa que ele é capaz de aproveitar a capacidade de resfriamento do refrigerante da forma mais eficiente  possível. É por isso que o supermercado REWE instalou um conversor de frequência da Danfoss para controlar o compressor que atende os expositores refrigerados, e uma unidade adicional para controlar a área de ultracongelados.

O Drive é projetado especialmente para o controle de unidades de equipamentos de refrigeração. Os dados sobre os refrigerantes comumente usados são pré-carregados no conversor. O usuário simplesmente insere o ponto de ajuste da temperatura da  pressão de evaporação utilizando o painel de controle. Também é possível configurar um refrigerante definido pelo usuário. Além disso, graças à alternância do ponto de ajuste automático entre a operação diurna e noturna, o VLT® Drive pode reduzir significativamente o consumo de energia, já que velocidades mais baixas são necessárias durante a noite.

Menos startups e paradas graças à operação do conversor

O startup é uma fase crítica no que se refere à operação do compressor. Se o compressor inicia imediatamente em plena potência, ele retira todo o gás e imediatamente se fecha por falta de reabastecimento. O ajuste de velocidade variável permite que o compressor ligue de uma forma mais controlada. No entanto, se for absolutamente necessária uma inicialização mais rápida, o VLT® Drive pode abrir uma válvula de alívio de pressão, permitindo que o compressor ligue rapidamente no estado ocioso sem carga.

Na faixa de baixa velocidade, no entanto, a lubrificação de compressores pode não ser suficiente. Longos tempos de partida ao iniciar o compressor significam aceleração lenta e longa operação na faixa crítica. A fim de evitar esta fonte de desgaste do sistema, o VLT® Drive oferece uma partida de início separada para run-up.Uma vez fora da faixa crítica e lubrificação suficiente assegurada, o VLT® muda automaticamente para uma partida mais lenta e suave.

Além disso, ajustes durante o processo reduzem o número de partidas e paradas necessárias para o mínimo. Também é possível especificar um número máximo de ciclos de partidas e paradas para um determinado período de tempo utilizando o painel de controle. O VLT® Drive tem ainda um recurso para evitar as frequentes partidas e paradas dos compressores da fonte de alimentação.

No caso de um conversor de frequência não ser mais capaz de controlar o compressor de velocidade variável, por exemplo, devido a um alarme, ainda assim, ele poderá manter o controle dos compressores por meio de sua fonte de alimentação.

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A indústria brasileira enfrenta dificuldades para retomar a atividade. Mas há sinais positivos no horizonte. A produção do setor voltou a cair e alcançou 45,8 pontos. O índice de evolução do número de empregados ficou estável em 46,5 pontos em setembro, informa a Sondagem Industrial, divulgada nesta sexta-feira, 21 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores a pesquisa variam de zero a cem.

Quando estão abaixo de 50 indicam queda na produção e no emprego. Com isindso, quase um terço do parque industrial ficou ocioso no mês passado. O indicador de nível de utilização da capacidade instalada permaneceu em 66%, o mesmo registrado em setembro de 2015, e um dos mais baixos da série histórica mensal que começou em janeiro de 2011. No entanto, os estoques continuam ajustados. Isso significa que a produção voltará a crescer assim que a demanda aumentar. O índice de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 49,6 pontos em setembro. O indicador varia de zero a cem e quando está próximo dos 50 pontos mostra que os estoques efetivos estão de acordo com o planejado pelas empresas.

DESACELERAÇÃO DOS PREÇOS – Outro dado positivo é que diminuiu a insatisfação dos empresários com a situação financeira e a margem de lucro das empresas. “Após atingirem seus mínimos históricos no primeiro trimestre, os índices de satisfação com a margem de lucro e com a situação financeira aumentaram pelo segundo trimestre consecutivo”, diz a pesquisa da CNI. O indicador de situação financeira foi de 41,5 pontos e o de margem de lucro operacional alcançou 36,4 pontos no terceiro trimestre. Ambos, contudo, continuam abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa a satisfação da insatisfação. Além disso, o índice de evolução dos preços de matérias-primas recuou para 59,3 pontos no terceiro trimestre. “Trata-se do quarto recuo consecutivo do indicador, ou seja, o ritmo de crescimento dos preços vem se desacelerando desde o quarto trimestre de 2015. No período, o índice acumula recuo de 9,9 pontos”, afirma a Sondagem Industrial. De acordo com a pesquisa os estoques ajustados e a melhora, ainda que pequena, dos indicadores da situação financeira das empresas são importantes porque aumentam as possibilidades de recuperação da indústria no futuro.

PROBLEMAS E EXPECTATIVAS – A Sondagem Industrial também aponta os principais obstáculos enfrentados pelas empresas no terceiro trimestre. A elevada carga tributária, com 43,7% das respostas, ficou em primeiro lugar. Em seguida, com 41,8% das menções, aparece a demanda interna insuficiente e, em terceiro lugar, com 27,9% das assinalações, os empresários citaram a taxa de juros elevadas. Em outubro, as perspectivas dos empresários em relação aos próximos seis meses estão menos otimistas do que em setembro. O índice de expectativa de demanda caiu 2,6 pontos em relação a setembro e ficou em 52,3 pontos. O indicador de expectativa de compras de insumos e matérias-primas caiu para 49,7 pontos e o de exportações recuou para 50,8 pontos. “Não há mais expectativa de aumento de compras de matérias-primas ou de aumento da quantidade exportada”, diz a pesquisa.

O indicador de expectativa de evolução do número de empregados também caiu para 46 pontos, o que significa que os empresários não pretendem contratar nos próximos seis meses. Os indicadores de expectativa variam de zero a cem pontos. Abaixo que 50 mostram que as perspectivas são de queda. Com perspectivas menos otimistas, a disposição dos empresários para investir continua baixa. O índice de intenção de investimento ficou em 43,5 pontos em outubro. Embora esteja 4,2 pontos abaixo da média histórica, o indicador não apresenta queda há seis meses consecutivos e está 2,8 pontos acima dos 40,7 pontos registrados em outubro do ano passado.

A Sondagem Industrial foi feita entre 4 e 14 de outubro com 2.457 empresas. Dessas, 1.011 são pequenas, 886 são médias e 560 são de grande porte.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

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TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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