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civilEm 26 de outubro é celebrado o Dia do Profissional da Construção e com o objetivo de homenagear as pessoas que trabalham todos os dias para construir o país, a IRWIN, uma das principais fabricantes de ferramentas manuais e acessórios do mundo, promove uma série de ações ao longo do mês. Neste ano, com o objetivo de mostrar a preocupação da marca com aqueles que utilizam os equipamentos no dia a dia, a empresa realizará ações em conjunto com as construtoras EZTEC; Plano&Plano e Riformao, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e Instituto da Construção (IC), o que vai beneficiar mais de 10 mil pessoas.

Há seis anos a IRWIN comemora mundialmente a data e, até o momento, já foram homenageados mais de 100 mil pedreiros, eletricistas, encanadores, carpinteiros, instaladores de piso, encanadores, marceneiros e tantos outros trabalhadores do setor. “Valorizar e incentivar a todos está no DNA da nossa marca. É importante lembrar que esses homens e mulheres são responsáveis pela transformação das nossas casas, escolas, pontes, entre outras tantas construções e reparações do dia a dia. Essa é a maneira que encontramos de contribuir com o crescimento humano dessas pessoas”, afirma Joana Kfuri, gerente sênior de ativação da IRWIN.

A empresa destaca também que a iniciativa é uma forma de estimular o trabalho dos profissionais do setor, pois após realizar um estudo, concluiu que nem sempre quem trabalha na área é admirado. “Infelizmente, quem realmente ‘põe a mão na massa’ nem sempre é valorizado como deveria. Queremos ajudar a mudar esse cenário”, ressalta Joana.

Dia do Profissional da Construção 2017

Para 2017, entre as iniciativas programadas no Senai e no IC, a IRWIN promove o encerramento da quarta edição do programa “Entre Profissionais”, que, ao longo do ano, realizou treinamentos em diversas unidades das instituições em todo o Brasil. Durante a iniciativa, os alunos participaram de cursos de capacitação sobre a aplicação das ferramentas no dia a dia das obras, com foco na forma correta de manuseio, conservação e armazenamento. “Agora, ao término do projeto, vamos prestar a nossa homenagem e entregar um kit especial para todos”, afirma Joana.

Já nas construtoras, a equipe de profissionais da IRWIN vai visitar três obras – uma da EZTEC, uma da Plano&Plano e outra da Riformato  –, todas em São Paulo. “Assim como fizemos nas escolas, vamos apresentar as técnicas que tornam o uso das ferramentas mais eficiente. Dessa forma, mostraremos que, ao aplicar essas estratégias no dia a dia, certamente, eles ganharão mais produtividade nas suas tarefas. Além disso, vamos presenteá-los com os kits”, declara Joana.

Joana ainda acrescenta “é uma honra para a IRWIN incentivar e valorizar esses profissionais tão importantes para o país. Afinal, eles são os responsáveis pela construção dos sonhos de muitas pessoas”.

 

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A Virada Tecnológica é um evento que acontece em 1° e 2 de julho, na Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP, e que atrai apaixonados por​ ​​engenharia, ​matemática, física, robótica, jogos e computação. São CEOs, CTOs de empresas, especialistas, acadêmicos, estudantes e interessados em compartilhar e disseminar conhecimentos, em um formato de “imersão temática”.

virada tecnologicaDesde 2002, sediando o evento, a Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP é a principal apoiadora da iniciativa que une academia com estudantes, curiosos pelos temas ciências e tecnologia a executivos e empreendedores. Com o sucesso do evento – recepção média de 500 pessoas passando pelas palestras e oficinas – a Virada Tecnológica viajará pelo Brasil e vai intercalar entre São Paulo e outros estados que solicitarem o formato do evento. O próximo em São Paulo acontecerá somente em 2019.

Neste ano, participam com apoio e patrocínio algumas das principais empresas de inovação e tecnologia do Brasil e do mundo. Temos presenças confirmadas de especialistas da IBM, National Instruments, Back4app, Faculdade Impacta, FS Security, BandTec, PUCSP, Insper, Confederação Brasileira de Esportes Eletrônicos, E-Sports/Fisu Web Games, iBLISS, Solutions IT, Standout, Engenharia Clínica, Tecnologia Para Crianças, Fábrica de Nerdes, Team DASH, Digital Rights, Garoa Hacker Clube, Econobit, Semantics, FHO – Uniararas, MPlay, Caelum, Grupo HDI, Área31, Palestras Moretzsohn, Pothix, DeepNetworks.io, NetCoders e Pagar.me.

Empresas, startups, estudantes e acadêmicos podem colaborar com as próximas edições da Virada Tecnológica. Para saber mais, envie e-mail ao info@viradatecnologica.com.br.

Oficinas e Palestras acontecem das 9h de sábado até às 17h de domingo, com programação até durante a madrugada. Os ingressos vão de gratuito a R$ 30. Para pessoas com crianças a entrada é livre para grupos, bolsistas e pessoas com necessidades especiais há descontos, como incentivo à geração de conhecimento de ciências.

Destino da Arrecadação: Por ser um evento acadêmico, os valores arrecadados com os ingressos serão utilizados pela organização da Virada Tecnológica para cobrir os custos do próprio evento.

Para mais informaçõe e programação completa, acesse: www.viradatecnologica.com.br

 

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braskemA Braskem e o Comitê Paralímpico Brasileiro renovam o patrocínio à Equipe Brasileira de Paratletismo por mais quatro anos, até 2021, com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento e à preparação técnica dos paratletas, em uma parceria iniciada em 2015. Com isso, a empresa apoiará o paratletismo brasileiro em diversas competições nacionais e internacionais, assim como nos Jogos Paralímpicos do Japão em 2020.

“A Braskem mantém o seu apoio ao esporte paralímpico porque acredita ser uma oportunidade transformadora para paratletas e um exemplo inspirador para a sociedade. Acreditamos na superação do ser humano e estes atletas são um exemplo disto. Além disso, a parceria reforça nossa crença de que a química e o plástico melhoram a vida das pessoas”, afirma Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas, Comunicação, Marketing e Desenvolvimento Sustentável da Braskem.

No paratletismo brasileiro, o plástico tem uma aplicação prática, já que está presente na composição das próteses, tornando-as mais leves e confortáveis às pernas dos atletas. O patrocínio vai beneficiar 44 atletas e 17 guias que integram a seleção brasileira, divididos entre equipes principal e juvenil, nas provas de pista e de campo.

Em julho, 25 competidores do país disputarão o Campeonato Mundial, no Estádio Olímpico de Londres, o mesmo no qual os brasileiros conquistaram, nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, 18 medalhas, sendo sete de ouro. A equipe nacional irá embalada pela incrível performance alcançada nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, quando subiram ao pódio 33 vezes, oito das quais no degrau mais alto.

“A parceria com a Braskem já nos trouxe grandes resultados nos Jogos Paralímpicos do Rio 2016 e vai ser fundamental nesta campanha rumo a Tóquio 2020. Mostra que Braskem e CPB trabalham com planejamento, antecipando as ações para atingir os objetivos, que no ciclo atual se inicia neste Campeonato Mundial de Londres, em julho”, afirma Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

A convocação dos melhores foi feita na manhã desta quinta-feira, 8, na pista indoor do Centro de Treinamento Paralímpico, na Rodovia dos Imigrantes, em São Paulo.

Um dos convocados é o paulista Thiago Paulino. Amputado de perna após um acidente de moto, ele é hoje recordista mundial no lançamento de disso, prova em que deve representar o Brasil em Londres, em julho. “Os Jogos do Rio 2016 mostraram a força do esporte paralímpico no Brasil e a manutenção da Braskem é um grande exemplo. A parceria passa tranquilidade para os atletas trilharem o caminho da vitória”, comenta Paulino.

Em agosto deste ano, novos talentos do paratletismo disputarão a primeira edição do Campeonato Mundial juvenil, na cidade suíça de Notwill, próximo a Lucerna. Pode representar o começo de uma trajetória rumo ao pódio paralímpico em Tóquio 2020.

A seleção de paratletismo brasileiro ainda disputará os Jogos Para-sulamericanos, em Buenos Aires, Argentina, em 2018, os Jogos Parapan-Americanos, em Lima, e o Mundial da modalidade, ambos em 2019, e, por fim, os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.

 

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basfA BASF apresenta o Acronal 2434, um novo aglutinante acrílico aquoso para não-tecidos que atende às altas exigências em termos de estabilidade termo-dimensional. O ligante é adequado principalmente para não-tecidos que são utilizados em aplicações de construção e abrasivos. O aglutinante inovador complementa o abrangente portfólio de produtos da divisão de dispersões e resinas da BASF, que foi apresentado na feira Index, em Genebra, no início de abril.

Não-tecidos dimensionalmente estáveis

Com o Acronal 2434, a BASF oferece uma dispersão acrílica de auto-reticulação covalente que confere aos não-tecidos que são expostos às tensões térmicas, altos níveis de estabilidade mecânica. O aglutinante é adequado principalmente para não-tecidos feitos a partir de fibras sintéticas, tais como poliéster. O produto recentemente desenvolvido é compatível com outros sistemas de reticulação, tais como, resinas de melamina e ureia. Além disso, ele pode ser facilmente aplicado em conjunto com sistemas convencionais de foulard.

“O Acronal 2434 é outro aglutinante de alta performance que oferecemos aos nossos clientes na indústria de não-tecidos”, afirma Jürgen Pfister, vice-presidente de Dispersões para Adesivos e Fiber Bonding da BASF Europa. “Nossa nova dispersão acrílica apresenta efeitos extraordinários especialmente quando se trata de não-tecidos que são expostos a altos níveis de tensão térmica e mecânica. Com este aglutinante inovador e sustentável, encontramos uma solução voltada para as necessidades de nossos clientes. Desta forma, conseguimos ajudá-los a ter sucesso”, considera.

 

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feimafeEm sua 16ª edição, a FEIMAFE –  Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, tem entre os seus expositores e key-partners importantes líderes da indústria.  Muitas dessas empresas já estão utilizando a plataforma digital da feira para se relacionar com os visitantes qualificados que fazem parte do banco de compradores da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora e promotora do evento, que acontece de 20 a 24 de junho, no Expo Center Norte, na capital paulista.

A feira tem o aval de parceiros-chave confirmados como as empresas 3D Systems, BLM Group, Deb’Maq, Erwin Junker e  Muratec, que preparam novidades e lançamentos dedicados a atender os novos processos de manufatura para diversos segmentos da indústria.

Realizada a cada dois anos, a FEIMAFE também recebe apoio institucional da ABAL – Associação Brasileira do Alumínio; ABFA – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas, Abrasivos e Usinagem; ABIMEI – Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais; Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica; ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas; ABIFER – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária; ABS – Associação Brasileira de Soldagem; AMT Brasil; o CEISE Br – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis e o Simmepe – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco.

 

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evento“Se a gente quer desenhar uma empresa para ser inovadora, é preciso desenhar para que ela seja feita para o ser humano, que promova o engajamento das pessoas”. A fala é do administrador Marcelo Lopes Serrado, que palestrou sobre “Propósito de Vida e Identidade Corporativa” na HSM EXPO 2016, que acontece entre 7 e 9 de novembro.

“A resposta a um determinado ambiente vem da capacidade de a gente regular sentimento e pensamento. E de onde vem o que você pensa e o que sente? Vem do que você valoriza, e daí vem o sentido de propósito”, afirmou. Diante disso, acredita que, o principal erro das empresas é tratar o funcionário como se ele apenas pensasse e não sentisse.

O resultado de ter parte de suas aspirações ignoradas faz com que muitos profissionais, inclusive executivos, tenham de lidar com conflitos no ambiente corporativo. É o tipo de questão com que Sergio Chaia trata com frequência em seu quadro “O terapeuta corporativo”, veiculado na rádio CBN. “O mundo é cada vez mais desafiador e os profissionais estão cada dia mais solitários e com mais necessidade de compartilhar suas aflições”, afirmou ele, que dividiu com Milton Jung o auditório CBN Young Professional da HSM Expo.

Nesse ambiente competitivo e que muitas vezes despreza o contexto social e pessoal de colaboradores e clientes, outros modelos surgem ou mantem-se como alternativa possível. Edson Nassar, CEO do Banco Cooperativo da Confederação e da Fundação Sicredi, fala sobre o cooperativismo. “Entendemos a necessidade dos nossos associados. O cooperativismo é uma força muito maior do que uma ferramenta digital. Apesar de termos instrumentos digitais, não nos comparamos com os bancos, nosso cliente tem atendimento personalizado”.

A valorização dos laços entre indivíduos e empresas também é o que impulsiona a Economia das Dádivas, como explicou Marina Pechlivanis, publicitária e sócia fundadora da Umbigo Mundo e da UDM&Co. “No sistema da economia das dádivas, as relações são circuitos e criam laços, não uma troca mediada por papel, por plástico. É um sistema de interdependência e que tem relevância, porque você se importa. Ele restitui os vínculos”.

No dia a dia empresarial, uma das formas de proporcionar essa interação é apostar na transparência. “Nossos produtos são rastreados e convidamos nossos clientes a acompanhar todo o processo, inclusive os problemas. Quando você mostra suas fraquezas, você ganha empatia e engaja”, explica Alexandre Borges, presidente da Mãe Terra, empresa de produtos naturais e orgânicos.

Na mesa em que dividiu com Luis Augusto Lobão, diretor da HSM Educação Executiva, e Renata Pagliarussi, diretora de Marketing da Lush, Borges falou sobre o propósito traduzido na cadeia de valor. “É o senso de realidade de causa que faz com que haja uma velocidade de construção de marca. É a força do propósito”.

E se é importante que empresas tenham propósito, é de igual forma imprescindível que as pessoas também tenham propósito para sua vida profissional. Em sua fala sobre Gestão de Carreira, Viviane Mosé contou como sua formação que não parecia fazer sentido na época responde exatamente à demanda atual do mercado. Formada em Psicologia, com especialização em políticas públicas e doutorado em Filosofia, ela atende aos anseios dessa sociedade em rede. “Numa sociedade em rede, não existe carreira, tudo é circular e você tem possibilidades constantes de se reestruturar”.

Um caminho que fica mais fácil se feito sob uma gestão de excelência, como o modelo que foi tema da palestra de Jim Collins, o mais influente e respeitado pensador da gestão da atualidade e considerado o sucessor de Peter Drucker. Collins conduziu uma pesquisa que se propôs a mostrar as características dos líderes de nível cinco. “Vimos que não é questão de gênero ou de personalidade. O que os distingue é a humildade pessoal combinada com uma determinação implacável. O líder nível cinco tem o espírito de servir uma causa. Ele é incansável e não foca somente em sua carreira, mas no cuidado com o pessoal. Ele constrói uma grandeza”.

Sob medida

Em sua palestra “Como vencer na Economia Digital: Porque a localização ainda importa”, David Bell, professor premiado da Wharton School, explicou que a localização é capaz de denotar quais os interesses de determinado público, o que pode direcionar os investimentos para o tipo de negócio apropriado. Esse é inclusive o tema de seu livro que foi lançado na tarde desta segunda-feira na HSM Expo: “Localização (ainda) é tudo”.

O segredo do negócio, de acordo com Phil Libin, é entender o espírito de cada época e saber como responder a ele. Co-fundador e ex-CEO da Evernote – empresa que cria ferramentas para a nova força de trabalho, cada vez mais globalizada e móvel, Libin explica que é a economia quem define os modelos organizacionais. “No passado, era a escassez que ditava as regras. Em uma época de poucas opções de gastronomia, sobressaía-se quem tinha um restaurante. Hoje, o novo driver da economia é a atenção. Você vai ao restaurante em que, além da comida, você gosta do ambiente, do modo em que é recebido. O segredo agora é fazer um produto maravilhoso e ter pessoas dispostas a pagar por ele”.

O “Fator Humano na Estratégia de Inovação e Uso da Tecnologia” foi o tema abordado por Cícero Domingos Penha, vice-presidente de Talentos Humanos do Grupo Algar. Em sua fala, Penha salientou como a tecnologia e a chegada de uma geração de profissionais mais conectada tem alterado a estrutura física das empresas. “Temos desde as empresas de telemarketing – que substituíram aquela estrutura cheia de gente por uma com menos pessoas que precisam de qualificação para operar máquinas complexas – até aqueles ambientes já criados para serem abertos e convidativos para conseguir reter esse jovem desacostumado ao modelo antigo”.

Os desafios da tecnologia

Uma revolução com muitos desafios e muitas preocupações. Para Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, esse é o tom desse momento em que a “nuvem” assume o protagonismo nas relações. “De 1970 para cá, vivemos a quarta revolução industrial. Várias empresas começam a pensar em solução de desafios históricos, como a cura do câncer. Mas, ao mesmo tempo em que isso acontece, também temos novas preocupações: será que a regulação está pronta para que se viva essa tecnologia em todo o seu potencial?”, questionou.

Uma das preocupações mais importantes, disse, é a questão da segurança e da privacidade, uma discussão que requer avanços sob a perspectiva certeira de que a tecnologia vai continuar crescendo de forma exponencial. “Temos uma crença de que todas as empresas existentes atualmente, quer elas saibam ou não, serão uma empresa de tecnologia e não que apenas usam tecnologia”, afirmou.

Nesse cenário de expansão, o jornalista Leonardo Sakamoto chama à atenção para o combate ao ódio e à intolerância nas redes. “É muito triste quando você percebe que o leitor não se preocupa em saber se determinada informação é falsa ou verdadeira. O leitor só quer saber se aquilo tem credibilidade para ele. E, nesse caso, credibilidade não tem relação nenhuma com a veracidade, mas com o número de ‘likes’. Se uma informação tem dois ‘likes’, é vista como mentira. Se tem 15 mil ‘likes’, mesmo sendo um absurdo, é tida como verdade”

O jornalista acredita que apenas a qualificação do debate público faria as pessoas se sentirem motivadas a se informar mais e indica a escola, o trabalho e a mídia como os locais mais apropriados para que isso seja fomentado.

 

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divulgacao2A Revista P&S completa 42 anos em 2016 e traz na trajetória muitas conquistas e conteúdo. Conquistas traduzidas através de sua dedicação ao segmento industrial brasileiro, com informações de qualidade e sempre dedicadas a expandir o seu negócio, caro leitor e anunciante. A publicação  nasceu em 1974, durante um momento que a Indústria no Brasil necessitava de informações sobre fornecedores Industriais. Foi o primeiro tabloide de novos produtos, equipamentos e serviços para a indústria.

Com o crescimento do mercado a evolução da Revista P&S foi inevitável. Em constante atualização, a Revista hoje abrange um conjunto de mídias e soluções inovadoras, no qual o objetivo é unir o mercado comprador ao vendedor industrial, facilitando assim as compras e a venda de produtos, equipamentos e serviços.

A Revista P&S é um catálogo de produtos focado no mercado de Bens de Capital, com 40.000 exemplares gratuitos mensais de abrangência nacional. O site P&S caminha na mesma direção, porém com o dinamismo que este veículo oferece. Traz não apenas novidades sobre fornecedores, equipamentos e serviços com foco no setor produtivo, mas também a visão do mercado econômico em relação ao segmento industrial

Acesse e confira a versão digital da 50a Edição, nossa Edição de Aniversário www.ps.com.br

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leilaoA Tradener, uma das maiores comercializadoras independentes de energia elétrica e gás natural do país, participou nesta sexta-feira, 23, do Leilão de Energia de Reserva (LER), realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com investimento de cerca de R$ 110 milhões, a companhia encerrou o leilão com 668 lotes contratados a um preço médio de R$ 232,50/MWh e 15,8 MW de potência.

Primeiro Leilão de 2016, de uma oferta de 641 MW, somente 180,3 megawatts foram contratados a um preço médio de R$227,02/MWh. A potência contratada é destinada a novas usinas hidrelétricas, com início de fornecimento em março de 2020 e contratos com duração de 30 anos.

“Este Leilão foi de grande importância para a Tradener, pois além de ampliar nosso portfólio de 800MW, comercializados, também é o início de um grande investimento da companhia na geração de energia renovável, que contempla também projetos voltados à energia solar, biomassa e eólica”, comenta Walfrido Avila, presidente da Tradener. “Juntamente,  investiremos em mais três Pequenas Centrais Hidrelétricas para atendimento do mercado livre, além dessa PCH, que foi adquirida por intermédio deste Leilão de Reserva para atendimento do mercado regulado”, finaliza o presidente.

 

 

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creditoO governo quer criar um seguro para obras federais que garanta a conclusão dos projetos e evite a criação de aditivos que aumentam o custo, em uma das cerca de 20 medidas que estão sendo estudadas para melhorar o ambiente de negócios e acelerar a retomada do crescimento, disse à Reuters uma alta fonte do governo.

As medidas, que serão analisadas pelo presidente interino Michel Temer e pelo núcleo econômico do governo, devem ser apresentadas em 15 dias e incluem, além do seguro, crédito para microempreendedores, liberação da venda de terras para estrangeiros e a venda de parte da dívida ativa da União.

Um esboço inicial foi preparado pelo Ministério do Planejamento. “São hoje 20 propostas. No final pode ficar acima ou abaixo disso, depende do que o presidente decidir”, disse a fonte.

A proposta de seguro para obras públicas prevê que a empreiteira candidata a uma licitação apresente seu projeto a uma seguradora, que irá servir de garantia para a conclusão da obra nos moldes e nos custos previstos no projeto, com a União como beneficiária do seguro.

No caso da construtora falir ou se tornar incapaz de cumprir o que está no contrato, a seguradora pagaria ao governo federal para que a obra seja terminada.

“Isso acaba com a possibilidade de se fazer um sem fim de aditivos e também impede que a empresa apresente um projeto irreal apenas para ganhar a licitação”, explicou a fonte “Se ela apresentar uma proposta fora da realidade, a seguradora não vai aceitar.”

A intenção principal do pacote de medidas é de destravar investimentos no país e acelerar a retomada da criação de empregos, a principal preocupação do governo hoje.

Pesquisas internas feitas pelo Palácio do Planalto mostram que o desemprego é hoje a principal queixa dos brasileiros, criando um mau humor na sociedade e uma má vontade com o governo, explicou à Reuters uma outra fonte palaciana.

As medidas também têm a intenção de tentar compensar a queda na arrecadação enfrentada pela União e evitar que o governo tenha que anunciar um contingenciamento do Orçamento. Na quarta-feira, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo vai “esgotar todas as alternativas” antes de propor um corte de gastos.

BANCOS PÚBLICOS

Uma segunda proposta que deve ser apresentada é a liberação de crédito pelos bancos públicos a micro, pequenos e médios empreendedores com juros mais baixos.

“São esses setores os que mais empregam, e o objetivo é esse, criar emprego”, disse a fonte.

Banco do Brasil, Caixa, Banco do Nordeste, BNDES e o Banco da Amazônia seriam usados para as operações de crédito. Questionada se existem recursos nos bancos, a fonte garantiu que sim. “A questão não é o valor, é o como liberar o crédito”, disse.

O governo também incluiu no pacote a liberação da venda de terras para estrangeiros –travada por um parecer da Advocacia Geral da União–, ação que vê com potencial para atrair imediatamente grandes investimentos para o país.

Uma outra ação deve ser a securitização da dívida da União, que vem sendo já discutida abertamente. De acordo com o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, cerca de 60 bilhões de reais do 1,5 trilhão de reais da dívida ativa poderiam ser vendidos no mercado, mas a estimativa de arrecadação seria bem abaixo disso.

Fonte: Reuters

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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