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elemarjuniorPor Elemar Júnior*

A atual urgência pelo modelo de trabalho remoto tem revelado oportunidades de qualificação da gestão, afinal,  evidencia se os gestores têm competência ou clareza para definição de metas e facilitação do home office. Em contrapartida, outros acabam ignorando o fato de que “comando”, às vezes, é necessário, mas, “controle”, é sintoma de uma relação doente.

Antes de tudo, não me parece correto dar continuidade a este artigo sem mencionar os tempos difíceis que enfrentamos agora, devido à pandemia de coronavírus (COVID-19). Em 2015,  em uma apresentação no TED, Bill Gates já anunciava que o maior risco para a humanidade não  seria uma nova guerra nuclear, mas sim uma epidemia. Infelizmente sua previsão estava correta. Diante da presente crise mundial, nós, que podemos trabalhar remotamente, somos privilegiados e sabemos que esta opção não é real para muitas pessoas. E parece até mesmo cruel, de certa forma, falar sobre ficar em casa para quem não pode. Mas não há outra forma.

Voltando ao tema proposto, por não terem clareza de como entregar valor, muitos gestores, no lugar de resultados e facilitação do trabalho, ficam atentos a quem chega cedo na empresa e quem vai embora mais tarde. Também é comum que observem quem fica mais no computador ou em reuniões. Para profissionais com este perfil, o trabalho remoto é um pesadelo!

De muitas formas – e embora apresente desafios inéditos – este modelo tende a gerar resultados superiores. Ele permite, por exemplo, que as barreiras geográficas sejam superadas e que possamos compor times melhores, ou seja, deveria ser uma novidade bem-vinda. Entretanto, devido a limitação da gestão em conduzir relações saudáveis de trabalho, acaba se materializando como um entrave.

As dificuldades em estabelecer políticas de home office, mesmo em momentos de crise como o que estamos vivendo, evidencia o fato de que a teoria X de Douglas McGregor, economista e um dos pensadores mais influentes na área das relações humanas, ainda predomina nas nossas práticas e crenças de gestão. Afinal, segundo a hipótese de McGregor, a menos que um gestor “fique de olho” na conduta das pessoas, é provável que ninguém cumpra seu papel.

Teorias X e Y de Douglas McGregor

Em administração, as teorias X e Y são correntes de pensamentos opostas a respeito das relações entre os colaboradores e o comportamento destes em uma empresa. Idealizadas por Douglas McGregor na década de 1960 em seu livro The Human Side of Enterprise, são dos mais conhecidos conceitos na área de gestão de recursos humanos.

A teoria X, também chamada de “hipótese da mediocridade das massas”, diz que os funcionários possuem aversão ao trabalho e o encaram como um mal necessário para ganhar dinheiro. Artifícios como punição, elogios, dinheiro e coação seriam fundamentais, pois o colaborador evita responsabilidades, deseja ser dirigido e ter estabilidade e segurança.

A teoria Y diz que os funcionários encaram o trabalho como algo natural, como se estivessem fazendo uma atividade de lazer. Assim, as pessoas são esforçadas e gostam de ter o que fazer. Essa hipótese parte do pressuposto que o ser humano não é preguiçoso; a empresa tem que dar as condições necessárias para o funcionário trabalhar plenamente. As pessoas são competentes e criativas, gostam de assumir responsabilidades, possuem autogestão e têm suas recompensas não baseadas apenas no dinheiro, mas no reconhecimento e na possibilidade de ascensão dentro da empresa.

O home office, para funcionar, precisa  se basear em práticas de gestão indicadas na teoria Y. Ela demanda que todos façamos bem nossos trabalhos e que acordemos de forma explícita quais são as metas e objetivos que precisamos cumprir ou tentar superar.

O curioso é que é relativamente comum que as pessoas se identifiquem como exemplares da teoria Y, mas veem as demais pessoas no ambiente de trabalho como representantes da X.

A obra de McGregor, publicada em 1960, como crítica ao que já era considerado, na época, pensamento retrógrado com relação ao comportamento e ao trabalho, talvez tenha encontrado, seis décadas depois, o momento mais oportuno para se cristalizar. Gestores que insistirem em condutas baseadas na teoria X não vão conseguir prosperar nesses tempos de crise.

CEO EximiaCo*

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hilmarbeckerHilmar Becker*

Na era do novo coronavírus, é a economia digital que mantém o mundo em movimento. Se a crise atual acontecesse em 2022, a presença da rede 5G faria o Brasil ter uma vida virtual ainda mais rica, mais rápida, mais produtiva. Trata-se de um serviço com velocidade entre 20 e 100 vezes maior do que as atuais 3G e 4G. Mas se esse ambiente for construído sem a adesão às melhores práticas de segurança, novas crises virão. Com ou sem o COVID-9, a rede 5G ou nascerá segura ou provocará falhas em cascata.

Infraestrutura revolucionária, o 5G leva o ambiente digital para fora dos grandes centros, utilizando rádio e computação de borda para diminuir a latência entre o ponto de processamento e o ponto de consumo do dado. A rede 5G permitirá aplicações críticas como carros autônomos, cidades inteligentes e indústria 4.0. Esses avanços acelerarão a economia digital brasileira. Mas, antes de colhermos os frutos da rede 5G, é essencial equacionar os desafios que uma superfície de ataque muito maior traz para operadoras de Telecom e seus clientes.

 A Aalto University, da Finlândia, produziu em 2019 um estudo sobre a expansão do mundo digital com a rede 5G. Espera-se que o tráfego de dados móveis atinja a marca de 136 EB (exabytes) por mês até o final de 2024. Em média, cada pessoa utilizará 100 diferentes dispositivos digitais, de Smart TVs ao automóvel, passando por câmeras de segurança etc. Será natural, no mundo 5G, que cada ação humana seja suportada e monitorada por dispositivos ligados em rede. Os dispositivos IoT, em especial, passarão por ondas de explosão nos próximos anos. Segundo pesquisa da Statista (2019), até 2025 o mundo contará com 24 bilhões de sensores IoT.

De acordo com o relatório “What´s keeping IoT executives up at night”, desenvolvido em 2019 pelo IoT World, a expansão da rede 5G fará com que, até 2025, surjam 74 bilhões de vulnerabilidades. O aumento da superfície de ataque coloca sob o foco a própria resiliência da rede 5G. A extrema criticidade das aplicações 5G torna esse fator dramático. Mas é essencial, também, definir como será feita a proteção dos dados dos usuários e que garantias de privacidade haverá no mercado global e brasileiro. Nesse contexto, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) contribui para que a rede 5G seja desenhada da maneira correta.

 A expansão do poder de computação e de conectividade de uma economia amplia, também, as ameaças digitais

A topologia da rede 5G é, em si, fonte de desafios de segurança. No 5G, o core da rede é um conceito complexo, que alia Cloud Computing, Edge Computing (computação de borda) e Fog Computing (um misto dos dois primeiros) para processar esse dado e o enviar de volta, com a mais baixa latência, para ser consumido. O resultado desse modelo é uma rede extremamente distribuída em que a segurança tem de ser equacionada em várias frentes simultaneamente.

O quadro fica mais complexo quando se leva em conta que o 5G é, em sua gênese, uma SDN (Software Defined Network) que segue os padrões da NFV (Network Function Virtualization), em que a virtualização toma lugar das infraestruturas tradicionais de Telecom. A camada de software, totalmente IP, passa a ser responsável pela entrega e monitoração de serviços digitais, o que é feito de forma totalmente automatizada. Novas interfaces e APIs, por fim, também demandam  soluções de segurança.

O fato de todos os recursos do 5G serem baseados no Internet Protocol (IP) significa padronização e performance, mas, também, vulnerabilidade. O IP é o protocolo de comunicação mais conhecido do mundo; criminosos digitais são experts nesse protocolo e ganham dinheiro explorando esse universo. Isso é feito tanto por criminosos isolados como gangues (grupos altamente especializados) e, também, nações-Estado que financiam o crime. Eu acredito que neste exato momento há profissionais do crime digital estudando a rede 5G e fazendo simulações de estratégias de ataque.

Pessoas, empresas e países esperam crescer com o 5G; criminosos digitais também 

Entre as principais ameaças que irão se abater sobre a rede 5G, destacam-se ataques DDoS baseados em dispositivos IoT, notórios por sua vulnerabilidade. Nos próximos anos, os tipos e o número de dispositivos estarão em constante expansão – com o 5G, veremos o IoT chegar a todas as verticais, todos os negócios, todas as regiões do mundo.

Pesquisa do instituto de análise de mercado Business Performance Innovation Network realizada em 2018 com CISOs norte-americanos mostrou que 63% dos entrevistados preocupam-se com futuros e massivos ataques DDoS. Se essa vulnerabilidade não for resolvida, poderemos assistir a ondas e ondas de ataques semelhantes a botnet Mirai, de 2016.

Dentro do contexto de Telecom, é importante lembrar que, além de ser um mal em si, ataques DDoS tornam a rede indisponível: a empresa digital que precisa seguir fazendo negócios irá gastar altos valores para, mesmo sob ataque, continuar operacional. Ataques e scans de vulnerabilidade com foco em terminais móveis aumentam o consumo de licenças e de pacotes de dados dos assinantes. Tudo isso compromete a experiência do usuário.

A solução para este cenário é criar uma camada de segurança que tenha como objetivo proteger a infraestrutura da operadora. No plano de dados, por exemplo, teríamos firewalls que contam com altíssima capacidade de conexões simultâneas e processamento de tráfego, promovendo a regularização e otimização dos diferentes protocolos e serviços que trafegarão na rede 5G.

É importante destacar que, apesar do foco principal ser a proteção da infraestrutura da operadora, o uso dessas tecnologias também beneficiará o assinante da operadora de Telecom. Uma rede livre do tráfego extra provocado por scans ilícitos e ataques digitais melhora a experiência do assinante e, como efeito positivo, preserva a bateria de seus dispositivos móveis.

 Segurança chega à borda da rede

Dentro do modelo da rede 5G acontecerá, também, a virtualização e a descentralização das funções de rede. Isso fará com que serviços e aplicações sejam deslocados para a borda da rede, ficando mais próximos do usuário. Naturalmente, será necessário, também, levar as soluções de segurança para a borda. Isso aumenta o desafio de proteger a rede e a miríade de aplicações (atuais e as que ainda serão desenvolvidas) que rodarão na rede 5G.

Vale destacar que já temos, no Brasil, operadoras que contam com as mais avançadas de segurança para proteger o core da rede móvel – algo que beneficia diretamente seus assinantes. São provedores de serviços onde os gestores estão fazendo a coisa certa agora, sem esperar a chegada da rede 5G.

Nesse momento de crise causada por um vírus invisível, o COVID-19, o desenho e a implementação da rede 5G devem contemplar as melhores práticas e tecnologias de segurança. Só assim contaremos com um serviço que enxergará ameaças escondidas, eliminará esses ataques e, assim, preservará a saúde da nossa economia digital.

 *Country manager da F5 Networks Brasil.

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sebraemulherEm comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Sebrae preparou para o mês de março uma série de atividades para destacar a força da mulher empreendedora. Com o slogan “Empreender é poder”, nesta segunda-feira (2/3), foi lançado o espaço exclusivo dentro do Portal Sebrae para o empreendedorismo feminino. Além de inspirar mulheres a empreender de forma sustentável, a nova página funciona como uma porta de entrada para os serviços e soluções oferecidos pelo Sebrae a esse público. São diversos conteúdos, como artigos sobre empreendedorismo feminino, dicas e informações sobre os projetos da instituição voltados para mulheres que sonham em empreender ou já possuem uma empresa. O espaço também busca incentivar mulheres a compartilhar histórias de superação no mundo dos negócios.

De acordo com coordenadora nacional de empreendedorismo feminino do Sebrae, Renata Malheiros, a criação da página foi pensada justamente para reforçar a importância de políticas de sensibilização e de tomada de consciência para mulheres. “As mulheres enfrentam mais desafios para se tornarem donas de seus próprios negócios e há muito desconhecimento das dificuldades enfrentadas. Existe uma questão cultural que influencia muito e é preciso reforçar constantemente esse discurso que as mulheres são capazes de empreender”, destacou.

Além de conteúdo e informação, a página vai facilitar o acesso aos cursos online oferecidos de forma gratuita pelo Sebrae, com destaque para as capacitações voltadas para o desenvolvimento de soft skills (habilidades socioemocionais), consideradas como grandes desafios a serem superados pelas empreendedoras. “As mulheres no Brasil são mais escolarizadas que os homens e são boas nas chamadas competências técnicas (planejamento, gestão etc.) mas, por causa da cultura, ainda enfrentam dificuldades na hora de fazer um networking, tomar decisões com autonomia, assumir posição de liderança e defender uma ideia”, explicou Malheiros.

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carlos jungPor Carlos Jung*

O mundo está em busca de alternativas para se recuperar da crise econômica. Para países com redução do consumo interno, como os da América Latina, uma das melhores alternativas para retomada do crescimento econômico é a exportação. A exportação cria demanda para a volta da atividade nas fábricas, gera empregos e capta investimento estrangeiro para a retomada da economia.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) comprovam essa tendência. A América Latina e o Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A maior parte dos países está aberta para o comércio e o crescimento da exportação gera muitas oportunidades para diversas empresas, independente de seu tamanho. Os países da América Latina têm como principal fonte de produção matérias-primas e commodities, sendo que os alimentos são o mais forte segmento devido à multicultura privilegiada pela geografia e condições climáticas. Também somos grandes produtores de máquinas industriais, com uma participação importante na economia e presente em todas as cadeias produtivas, fortalecendo a produção nos parques fabris instalados em diversos países latino-americanos.

A competitividade faz parte do cotidiano de uma empresa e, para integrar um mercado, é preciso estar presente nos principais canais de visibilidade do segmento. Esse é um dos motivos pelo qual lançamos a Expo América Latina Negócios, feira que acontecerá de 13 a 16 de outubro de 2020, em São Paulo.

Ao reunir compradores e clientes em potencial do mercado de alimentos e máquinas industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, temos o objetivo de criar uma oportunidade em que compradores e fornecedores dos principais mercados latino-americanos interajam e fomentem a economia, gerando negócios entre os países. Quando uma empresa está pronta para exportar o melhor a se fazer é estar onde seus potenciais clientes possam te ver.

* Diretor presidente da Diretriz Feiras e Eventos e idealizador da Expo América Latina Negócios.

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expo1111111De 13 a 16 de outubro de 2020, São Paulo recebe a Expo América Latina Negócios, evento pioneiro que vai reunir em um só lugar compradores e clientes em potencial do mercado de Alimentos e Máquinas Industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, estimulando importações e exportações.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) justificam a realização da Expo América Latina Negócios. Afinal, América Latina e Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A internacionalização de negócios brasileiros de portes distintos é uma grande possibilidade para participantes, pois o ambiente do evento otimiza e facilita o contato entre os players dos mercados-alvo. Participam do evento oito países expositores – Brasil, México, Argentina, Chile Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai – que terão suas relações comerciais fortalecidas, além da visibilidade de produtos representativos em seus países, palestras, reuniões, eventos técnicos e outros atrativos.

Neste cenário favorável, o evento também conta com o olhar para a tecnologia e inovação. Startups estão convidadas a participar de um concurso, que vai premiar a melhor proposta para os segmentos-alvo do evento, além de promover o encontro entre as novas formas de pensar os negócios com empresários e expositores.

Mais informações: https://expoamericalatina.com.br/

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embrapi123456Diretores da  EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) foram para Londres,  para apresentar os resultados alcançados com o acordo de cooperação tecnológica com o Fundo Britânico Newton Fund e abrir diálogos para uma nova parceria. A apresentação foi realizada durante o Brazil-UK Innovation Showcase, na embaixada brasileira em Londres, no dia 29 de outubro.

 O Reino Unido é uma das grandes potências científicas e tecnológicas do mundo e concentra 3,2% do gasto em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) mundial. A EMBRAPII e o Newton Fund já financiam, desde 2016, projetos de empresas de ambos os países, que somam investimento de R$ 2,5 milhões. Os valores incluem recursos das agências de fomento, centros de pesquisa e as contrapartidas das empresas britânicas e brasileiras. A proposta para o novo acordo pretende abranger outras competências com foco em áreas como Inteligência Artificial, IoT (Internet das Coisas) e Agrotech, além de Mobilidade e Logística, ligadas ao Programa Prioritário Rota 2030 para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor automotivo.

Para o diretor de Planejamento e Gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, a troca de experiências com países reconhecidamente inovadores contribui para o desenvolvimento da indústria nacional. “A experiência com o Newton Fund mostrou-se bem-sucedida. São três projetos em fase final de desenvolvimento que reuniram importantes pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, evidenciando que há demandas globais por soluções tecnológicas e sustentáveis e que elas podem ser trabalhadas em conjunto. As indústrias de ambos os países ganham”, destaca.

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mitsubishitratamentodeaguaCom a chegada da Indústria 4.0, novas soluções surgiram a fim de melhorar a utilização desse recurso natural. Nesse contexto, a Mitsubishi Electric  disponibiliza soluções de tratamento de água e esgoto que são referência no mercado asiático.

Com o objetivo de oferecer as melhores soluções aos seus clientes, a empresa, em parceria com seus integradores de sistemas, é capaz de realizar um estudo aprofundado para identificar os produtos mais eficazes em cada tipo de instalação. Ao todo, esse processo ocorre em cinco fases: consultoria, planejamento, implantação, suporte e pós-projeto.

“Nossa equipe dedica o tempo necessário para entender totalmente as necessidades e elaborar projetos. Temos um profundo interesse em ajudar nossos clientes usando sistemas de alta qualidade, com atendimento de excelência”, afirma André Chimura, gerente de vendas da Mitsubishi Electric.

De estações de tratamento de água e esgoto de médio a grande porte até estações de irrigação, a companhia oferece diversos produtos, como inversores de frequência de baixo consumo de energia e sistemas de monitoramento e controle que podem integrar de modo transparente sistemas SCADA de alto desempenho com produtos de automação confiáveis.

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economiaA produção industrial de bens de capital – que inclui artigos necessários para a produção de outros bens, como equipamentos, materiais de construção, entre outros – subiu 6,6% na comparação entre julho de 2018 e o mesmo período deste ano, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador apresentou alta de 2,8%, e na análise de janeiro a julho de 2019, o avanço foi de 1,5%. O índice de Produção industrial de Bens de Capital apresentou recuo apenas na comparação com junho deste ano, com queda de 0,3%. Apesar dos dados gerais indicarem negatividade, outros segmentos da indústria também apresentaram números positivos, como as categorias de bens de consumo duráveis e bens de consumo semiduráveis.

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cnigasO Programa Novo Mercado de Gás, lançado pelo governo federal no dia 23 de julho,  vai atrair novos investimentos, estimular a concorrência e aumentar a competitividade da indústria brasileira. As ações do programa visam à correção de distorções, o fortalecimento das instituições e à melhoria do ambiente regulatório, criando um mercado competitivo que propicie a queda do preço do gás.

“A garantia de que haverá oferta abundante e contínua e preços competitivos para o gás natural é crucial para os investimentos em diversos segmentos industriais”, diz o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em exercício, Glauco Côrte. “O recém aprovado Termo de Compromisso de Cessação firmado entre a Petrobras e o CADE, em que a estatal se compromete a sair do segmento de transporte e distribuição do gás natural, é um importante avanço nessa reforma estrutural, que deve trazer dinamismo ao setor e novos investimentos ao país”, acrescenta Glauco Côrte.

O presidente da CNI em exercício lembra que a liberalização do setor de gás natural em outros países proporcionou a queda dos preços do insumo. “O Brasil pode acompanhar esta tendência, pois a oferta de gás natural deve dobrar até 2027. O governo já sinalizou que as tarifas podem cair à metade, caso sejam tomadas as medidas adequadas”, destaca Glauco Côrte.

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fispal13Começa amanhã (25) e irá até o dia 28 de junho, no São Paulo Expo, a 35ª Fispal Tecnologia, evento para a indústria de Alimentos e Bebidas da América Latina. Em sua edição comemorativa, a feira traz para o público visitante novidades, tendências e soluções em equipamentos e tecnologias de mais de 400 empresas expositoras.

Além de mais uma vez ser a principal vitrine de produtos para as indústrias de alimentos e bebidas, o evento apresenta oportunidades de negócios e uma programação intensa de conteúdo que atrai cada vez mais a presença de um público mais qualificado.

Para se ter uma ideia do potencial deste evento B2B, haverá novamente a Rodada de Negócios que neste ano deverá ter um volume de negócios 15% maior aos R$10 milhões movimentados no ano passado. Serão 35 empresas compradoras nacionais e internacionais.

Mais do que um cenário ideal para conhecer novas tecnologias e fechar negócios, a Fispal Tecnologia se consagra nesta edição comemorativa como a mais importante fonte de conteúdo para este setor.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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