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automaçãoA Mitsubishi Electric reforça seu compromisso de trazer mais segurança para as linhas de produção por meio de soluções capazes de minimizar os riscos diários do ambiente fabril.

“Temos um compromisso contínuo com a segurança na operação. Queremos fornecer aos nossos clientes o melhor que a automação industrial tem a oferecer, proporcionando mais produtividade, sem deixar de lado a segurança dos colaboradores”, afirma Hélio Sugimura, gerente de Marketing da Mitsubishi Electric.

Uma novidade apresentada pela companhia é a disponibilidade de entradas de segurança para robôs verticais de 6 eixos e SCARA da linha FR. Este recurso permite a conexão direta de dispositivos de segurança ao controlador do robô, reduzindo a velocidade ou área de trabalho em função da presença de operadores no local, minimizando o risco de acidentes.

O portfólio disponível no mercado local consiste em: inversores de frequência, servo acionamentos, robôs industriais, CLPs, controladores de segurança e contatores, que atendem às mais rigorosas normas internacionais. Outro exemplo é o recurso STO (Safe Torque Off) nos inversores de frequência. Com o recurso de parada segura, que pode atender projetos até Categoria 4 (CAT4), é possível aumentar a segurança e confiabilidade de máquinas, além de reduzir custos.

A companhia ressalta que para uma prevenção de acidentes completa, além da adoção de recursos eficazes, é necessário que as empresas invistam em treinamento para os colaboradores conhecerem de forma completa as melhores práticas no ambiente fabril.

“Qualquer parada de máquina de forma não segura pode oferecer perigo aos operadores, risco que deve ser eliminado ou reduzido. É essencial que as máquinas e dispositivos sejam adequados à NR-12”, finaliza Sugimura.

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cnigasO Programa Novo Mercado de Gás, lançado pelo governo federal no dia 23 de julho,  vai atrair novos investimentos, estimular a concorrência e aumentar a competitividade da indústria brasileira. As ações do programa visam à correção de distorções, o fortalecimento das instituições e à melhoria do ambiente regulatório, criando um mercado competitivo que propicie a queda do preço do gás.

“A garantia de que haverá oferta abundante e contínua e preços competitivos para o gás natural é crucial para os investimentos em diversos segmentos industriais”, diz o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em exercício, Glauco Côrte. “O recém aprovado Termo de Compromisso de Cessação firmado entre a Petrobras e o CADE, em que a estatal se compromete a sair do segmento de transporte e distribuição do gás natural, é um importante avanço nessa reforma estrutural, que deve trazer dinamismo ao setor e novos investimentos ao país”, acrescenta Glauco Côrte.

O presidente da CNI em exercício lembra que a liberalização do setor de gás natural em outros países proporcionou a queda dos preços do insumo. “O Brasil pode acompanhar esta tendência, pois a oferta de gás natural deve dobrar até 2027. O governo já sinalizou que as tarifas podem cair à metade, caso sejam tomadas as medidas adequadas”, destaca Glauco Côrte.

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Ploomes1Cada vez mais as agroindústrias estão colocando em prática processos de vendas baseados em tecnologia, além de definir estratégias e ferramentas de operação para automação e otimização da gestão de carteira de clientes por meio de um software de CRM. Importantes players do mercado, como Coimma e Stara, já utilizam essa ferramenta a fim de aumentar a recorrência da comercialização dos seus produtos junto a atual base de clientes, além da liderança ter a possibilidade de acompanhar e tomar decisões estratégicas baseadas em dados em tempo real.

 Dados coletados pela consultoria Gartner revelam que o mercado global de CRM cresceu 15,6% em 2018, movimentando mais de US$ 48,2 bilhões. O setor já ultrapassou o mercado de ERP e lidera o segmento de softwares corporativos. A previsão é de que esse mercado atinja US$ 80 bilhões até 2025 com a tendência de centralização das operações das empresas em torno do cliente (Customer Centric). Ainda não há dados oficiais para o mercado nacional, porém estimativas apontam que o setor industrial hoje em dia seja um dos principais compradores desse tipo de produto.

 A explicação para o cenário atual é a maior organização e simplicidade na gestão dos departamentos comerciais trazida pelos softwares de CRM. “As agroindústrias perceberam o efeito cascata ao aumentar o giro de seus produtos no mercado, uma vez que elas terão maior capacidade de investimento para promover inovação e continuar crescendo, adaptando-se cada vez mais ao conceito da Indústria 4.0”, afirma Matheus Pagani, CEO e cofundador da Ploomes, empresa criadora de CRM voltado especificamente para indústrias e distribuidoras.

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bombawatsomHá muitos desafios associados às aplicações de mineração de metais preciosos. Por exemplo, existe um elevado grau de dificuldade no manuseio da
pasta abrasiva com densidade variável, através de longas distâncias e sem quebras frequentes. Essa dificuldade é agravada quando substâncias químicas são adicionadas à pasta.

No entanto, um artigo técnico publicado pelo Watson-Marlow Fluid Technology Group (WMFTG) conclui que  a mais recente tecnologia de bomba de mangueira peristáltica pode ajudar a superar esses obstáculos. O artigo técnico enfoca a implantação da tecnologia Bredel de bombas de mangueira em aplicações de mineração de metais preciosos. Os custos de mercado de metais preciosos e minérios, ao lado de locais remotos e condições desafiadoras, significam que a seleção otimizada de bombas para transferência segura e responsável de pasta e rejeitos nunca foi tão importante, não apenas para operações eficientes de minas, mas também para o meio ambiente.

O artigo, de autoria dos especialistas em aplicações de mineração do WMFTG, conclui que, para maximizar a rentabilidade por meio de maior tempo de disponibilidade, redução dos custos de manutenção e maior segurança no local, os operadores da mina devem aproveitar os benefícios das bombas de mangueira peristálticas.

Tecnologia certa, aplicação certa

As minas costumam usar pelo menos duas bombas por tanque, uma para levantar do tanque e outra para alimentar um filtro até 300 metros de distância. Wilfried Staijen, gerente de contas da Bredel Hose Pumps no WMFTG explica o foco do artigo técnico: “Tradicionalmente, as bombas centrífugas foram adotadas amplamente na mineração de metais preciosos, especialmente para aplicações de underflow de espessante, mas elas têm muitas deficiências notáveis. A título de exemplo, a quantidade de sólidos secos que podem ser acomodados pelas bombas centrífugas é
limitada. Em inúmeras aplicações, os impulsores da bomba duram apenas algumas semanas devido a fatores como forte acidez e/ou teor abrasivo.”

As bombas de mangueira peristálticas como as da linha Bredel são praticamente livres de manutenção. A única peça de desgaste é a mangueira, que pode ser substituída no local, sem a necessidade de ferramentas especiais.

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robos33Um relatório divulgado pelo U.S. Bureau of Labor Statistcs reacendeu o debate sobre a necessidade de automação nas indústrias. Pela primeira vez na história, o número de postos de trabalho superou a quantidade de trabalhadores capacitados para preencherem as vagas, o que acarreta uma significativa perda de produtividade.

A crise é mais latente na área de soldagem – que, quando somada a área mecânica, responde por cerca de 50% das vagas na manufatura do país. Os principais entraves residem na pouca qualificação somada à avançada idade média dos trabalhadores (55 anos), o que criará um gap ainda maior nos próximos dez anos. Segundo pesquisa da Society of Manufacturing Engineers (SME) and the National Association of Manufacturers (NAM), 89% das empresas no país relatam dificuldade em encontrar mão de obra qualificada.

Além de Estados Unidos, Canadá e países da Europa, esse contexto também é uma realidade no Brasil que sofre com a falta de qualificação da mão-de-obra, sobretudo longe dos grandes centros. “Ensinar uma pessoa a soldar é caro e leva muito tempo até que se atinja uma qualidade satisfatória. Somente alguns grandes centros possuem escolas técnicas com essa estrutura, então as empresas são obrigadas a assumir a responsabilidade de treinar seus funcionários e arcar com esses custos. Fora dos grandes centros, existe uma enorme dificuldade em contratar esses profissionais”, explica Marcio Mininel, gerente geral da Cobots Automação e especialista em soldagem robotizada.

De acordo com Miniel, em indústrias do Rio Grande do Sul, por exemplo, onde a agroindústria é bem pulverizada, empresas fabricantes de pequenos tratores e implementos agrícolas do interior do estado não conseguem atrair soldadores devido aos salários menores e por isso são obrigados a treinar novos soldadores. No entanto, quando estes ficam experientes e qualificados, acabam migrando para os grandes centros em busca de melhores condições salariais e deixam os empresários sem soldadores.

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WANDREPor Wirandé Campos*

Não é de hoje que o investimento em tecnologia para melhorar processos e aumentar resultados vem sendo discutido por diversas empresas de diferentes setores no mercado brasileiro. Em linhas gerais, a inovação nunca foi um assunto tão prioritário como tem sido nos últimos anos por aqui. Entretanto, ainda há muito espaço para o tema.

De acordo com a GS1, Associação Brasileira de Automação, o índice de automação do mercado nacional atingiu 0,22 em 2017. Considerando que o máximo dessa escala é 1, é possível concluir que as oportunidades são grandes. Segundo o mesmo levantamento, a indústria sai na frente do comércio, com 0,26 contra 0,19.

De fato, a produção nacional tem bons exemplos de como a automação aprimora a operação das empresas. No setor gráfico, por exemplo, já é possível coletar a demanda de um usuário pela internet e automaticamente acionar a fábrica para preparar o pedido, seja qual for o material, a tiragem ou a distância do consumidor.

E, dentro do parque gráfico, a automação impera. Investindo em tecnologia de ponta, uma empresa pode reduzir o número de máquinas, aumentar significativamente a produtividade, reduzir o tempo de produção e, por isso, receber mais demandas, faturar mais e satisfazer ainda mais clientes.

Um caso de sucesso da automação envolvendo tanto indústria quanto comércio é o controle de logística. Graças a um sistema que integre vendas ao estoque e, consequentemente, à expedição, a precisão da jornada de um produto até a chegada a um determinado consumidor aumentou bastante.

Neste contexto, até o passageiro que viaja de avião se beneficia com a automação. Isso porque algumas companhias aéreas adotaram o RFID, um recurso de radiofrequência que ajuda essas empresas a rastrearem as bagagens e destiná-las para os voos corretos por meio de uma simples etiqueta de identificação.

Uma pesquisa realizada pela Avanade afirma que empresas que digitalizam processos podem ter receitas até 70% maiores do que organizações que não investem em tecnologia. Neste sentido, a Fundação Getúlio Vargas aponta que os gastos com TI representam uma média de 7,7% do faturamento das companhias. Mais uma vez, tem espaço para crescer.

Muito se fala da preocupação em relação às pessoas. Dizem por aí que a tecnologia substituirá o capital humano. Na verdade, ela faz com que surjam novas profissões e leva as empresas a se preocuparem com novas qualificações aos seus funcionários. De acordo com dados do Panorama de Treinamento no Brasil, as organizações investiram uma média de R$ 2,21 milhões em qualificação interna no ano passado.

Já ficou mais que provado que a automação traz rapidez, melhora a experiência dos consumidores, diminui erros, reduz custos e proporciona uma série de outros benefícios, além de capacitar pessoas. É um caminho sem volta: a tecnologia veio para ficar.

*Diretor de Operações (COO) da Printi

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alimentopordroneO equipamento, que carregava a 1ª picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Av. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino final em Santana do Parnaíba, percorreu uma distância de um pouco mais de 1 quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A ação recebeu a primeira autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para realizar a entrega de comida no Brasil junto com a da Força Aérea Brasileira (FAB).

A entrega ocorreu em cerca de 8 minutos, e o produto foi recebido por um courrier da empresa no condomínio, que levou da portaria até a casa do cliente. Além da velocidade na entrega, os drones são capazes de manter uma maior qualidade dos alimentos, mantendo-os intactos e com controle de temperatura. “Mediante esses benefícios, é possível concluir que as “entregas do futuro” tem tudo para conquistar o coração do público, garantindo-lhes: menos tempo de espera, maior qualidade e zelo pelo alimento” afirma Dennis Nakamura, sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes. A ação aconteceu no dia 19 de junho.

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fispal13Começa amanhã (25) e irá até o dia 28 de junho, no São Paulo Expo, a 35ª Fispal Tecnologia, evento para a indústria de Alimentos e Bebidas da América Latina. Em sua edição comemorativa, a feira traz para o público visitante novidades, tendências e soluções em equipamentos e tecnologias de mais de 400 empresas expositoras.

Além de mais uma vez ser a principal vitrine de produtos para as indústrias de alimentos e bebidas, o evento apresenta oportunidades de negócios e uma programação intensa de conteúdo que atrai cada vez mais a presença de um público mais qualificado.

Para se ter uma ideia do potencial deste evento B2B, haverá novamente a Rodada de Negócios que neste ano deverá ter um volume de negócios 15% maior aos R$10 milhões movimentados no ano passado. Serão 35 empresas compradoras nacionais e internacionais.

Mais do que um cenário ideal para conhecer novas tecnologias e fechar negócios, a Fispal Tecnologia se consagra nesta edição comemorativa como a mais importante fonte de conteúdo para este setor.

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Mitsubishi Electric EMIRAI 4 presentation, Kamakura, Tokyo, Japan - 16 Oct 2017Uma ideia frequentemente associada aos avanços da automação industrial é o impacto da tecnologia na redução de postos de trabalho. Não é difícil encontrar listas de ocupações a serem extintas, em que profissionais de diferentes áreas são retratados como agentes possivelmente substituídos pelos robôs em curto prazo.

Para a Mitsubishi Electric, o cenário projetado para o futuro é bem diferente. A companhia defende que o avanço da tecnologia vai criar cada vez mais oportunidades para pessoas e que, para aproveitá-las, é necessário investir em capacitação.

“Há cada vez mais espaço, especialmente em países em desenvolvimento como o Brasil, para as profissões relacionadas à automação industrial, como técnicos, engenheiros, projetistas, desenvolvedores, programadores, entre outras. Ainda somos um país que está começando a visualizar o potencial da tecnologia dentro da operação, mas temos enorme potencial a ser explorado. Para isso, é vital a contribuição de profissionais cada vez mais qualificados dentro do nosso mercado de trabalho”, afirma Thiago Turcato, supervisor de suporte técnico da Mitsubishi Electric.

Dados do FMI ajudam a construir esse cenário: países desenvolvidos já têm taxas de desemprego em mínimas históricas (5,3%). Como complemento, informações da International Federation of Robotics mostram que países com as maiores taxas de automação e robotização das funções do trabalho como Coreia do Sul, Cingapura, Alemanha e Japão têm índice de desemprego inferior a 3,9%.

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imagem_release_1728625por Sylvia Bellio *

Com data para entrar em vigor, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é encarada por especialistas como um avanço para o país. Sancionada em agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer, ela disciplina as responsabilidades e deveres das empresas e órgãos do Governo em relação as informações digitais pessoais dos brasileiros.

Discutida há muitos anos ao redor do mundo, um conjunto de regras do tipo começou a valer no ano passado em países da União Europeia. Chamada por lá de Regulamento Geral de Proteção de Dados (GPDR), as regras estipulam que a coleta de dados pessoais na rede só poderá acontecer se o usuário consentir explicitamente, por exemplo.

As ações diretas sobre esse contexto, que resultaram na GPDR, surgem em resposta a situações de vazamentos de dados. Esses foram os casos das denuncias de compartilhamentos de dados pessoais entre os EUA e outras nações, divulgadas por Edward Snowden, ex-funcionário da CIA, e ainda vazamentos recentes de usuários do Facebook, admitidos pelo fundador da plataforma, Mark Zuckerberg.

Iniciativas de criações de leis específicas para proteger as informações de internautas são de suma importância para as democracias modernas, defende a especialista em infraestrutura de TI, Sylvia Bellio.

“Os usos da internet são os mais diversos e todos nós estamos compartilhando informações depois de usar redes sociais, bancos, realizar compras online e etc. E todas essas operações, que capturam nossos dados, não eram reguladas por Lei. Se temos normas e regras em relação ao mundo offline, com certeza precisamos ter tudo isso para o mundo virtual também”, pontua.

Debate legislativo

A LGPD entrará em vigor em fevereiro de 2020, exatos 18 meses depois da sanção presidencial. Apesar disso, alguns pontos da Lei Nº 13.709 estão sendo debatidos no Congresso através da Medida Provisória (MP) 869/2018.

A MP passou por uma Comissão Mista e está atualmente na Câmara dos Deputados, onde será votada em plenário. Entre os pontos polêmicos da MP estão trechos em que serão excluídos o sigilo dos dados dos usuários da internet para órgãos do Governo que elaboram políticas públicas e realizam pesquisas acadêmicas, por exemplo.

Sylvia Bellio afirma que apesar da importância do debate político, muitas autoridades ainda não estão devidamente preparadas para lidar com o assunto. Por causa disso, as comissões estão sendo realizadas com acompanhamento de entidades como o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação e Data Privacy Brasil.

“Essa é uma importante época de debate com a sociedade civil. Todos precisamos saber como nossas informações estão sendo tratadas e administradas, tanto por empresas quanto pelo Governo. O principal valor que deve reger tudo isso é a vontade de entregar privacidade para as pessoas. Portando, todos precisamos ficar atentos às movimentações do Congresso sobre isso”, analisa.

*Diretora Geral da it.line

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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