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crise hidricaPor Yves Besse*

 Em 2015 a falta de chuvas proporcionou aos paulistas um dos melhores verões com muito sol, calor, piscina, praia e mar – tudo que sonha nas suas férias de janeiro. Mas na volta à sua rotina de trabalho, foi confrontado com uma crise hídrica que o fez mudar vários dos seus hábitos de conforto ligados a água.  Passou a racionar os banhos, reutilizar as águas de chuveiros para usos sanitários, pensar em soluções de uso racional das águas e de reúso de águas de chuva para uso doméstico. Finalmente as chuvas voltaram e as preocupações com água voltaram a sua rotina tradicional: enchentes, alagamentos, enxurradas, doenças veiculadas à água etc. Ufa, voltamos a normalidade!

 Nossa memória é curta. Dois anos antes da crise de 2015 São Paulo foi confrontado com uma das maiores épocas chuvosas e que obrigou a abertura das comportas das represas, o que levou ao alagamento de várias cidades a jusante. Hoje, dois anos depois da famosa crise hídrica, entramos novamente num momento chuvoso, com muita água, enchente e alagamentos. Percebemos que não temos controle nenhum sobre as nossas águas urbanas. Se chove, alaga, se não chove, seca.

 Não sabemos quem governa as águas de São Paulo e nem do Brasil. Em parte, é a Agência Nacional de Águas (ANA), em parte o Departamento de Água e Esgoto (DAE), em parte é a secretaria estadual de recursos hídricos, em parte as agências de bacia, em parte os municípios, em parte a região metropolitana, e pode ser que eu tenha esquecido alguém.  Ou seja, uma verdadeira confusão que ninguém quer resolver. Vale o ditado: cão com vários donos morre de fome.

 Se queremos evitar futuras crises hídricas – e elas virão, pois o clima é cíclico –  deve haver interesse e responsabilidade política e pública. A crise que houve por falta de chuva foi superada graças às chuvas e a impressão que se tem é que o assunto está encerrado, ninguém fala mais da crise hídrica. Mas ela voltará e, quando isso ocorrer, não será mais problema dos políticos atuais, nem dos gestores públicos atuais. Só resolveremos o problema se nós conseguirmos os responsabilizar pelo ocorrido de tal forma de que não aconteça mais.

 A governança das águas é um assunto complexo que deve ser tratado com muita seriedade, muita competência e com sabedoria específica. Para isso, o Brasil criou em 1997 uma lei para os Recursos Hídricos. Essa lei foi baseada num conceito clássico, que veio da França, do usuário e poluidor pagador e das agências de bacias.

 Infelizmente a sua tropicalização e seu uso político impedem que ela seja adequadamente implantada e utilizada. Foram criados os conceitos dos rios federais e dos rios estaduais – que acabam se sobrepondo -, assim como as responsabilidades entre as diversas agências de bacias federais e estaduais – que nem sempre existem – e os diversos entes de regulação federal e estadual – que também muitas vezes ainda não existem.

 Vejamos um exemplo típico de comparação entre a França e o Brasil. A França, nos anos 1970, criou seis bacias hidrográficas e suas respectivas agências de bacias para gerir suas águas. O estado de São Paulo – que é mais ou menos a metade em área da França – criou 22 bacias hidrográficas e suas respectivas agências, que acabaram dominadas por interesses políticos em detrimentos dos interesses técnicos. Quase 20 anos após a aprovação da lei, ainda não conseguimos implantar de maneira sustentável a gestão das nossas águas.

 Vinte anos após a criação de sua lei, a França aplicava entre 500 milhões e 1 bilhão de Euros anualmente, isto é, entre 1,5 bilhão e 3 bilhões de Reais, por agência de bacia. Esses recursos foram obtidos na própria bacia hidrográfica pelo conceito de usuário e poluidor pagador e usado na própria bacia.  Isso representa a metade dos recursos que necessitaríamos para universalizar o saneamento brasileiro em 20 anos.

 A mudança desse cenário passa pela conscientização, planejamento, controle, regulação e, principalmente, responsabilidade e condenação de quem não respeita a lei. Semelhante com o que está sendo feito pela Lava Jato com a corrupção no Brasil.

 Não existe um único responsável pela governança das águas. Os quatro poderes brasileiros – Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público – têm o dever de gerir as águas; a sociedade civil organizada tem o direito de receber essa governança que ela paga por diversos meios, como impostos, taxas e tarifas.

 A sociedade civil organizada, incluindo a imprensa, deve pressionar os quatro poderes pelos seus direitos de ter água e esgotamento sanitário, de modo a colocar isso na agenda política para que seja tratado de maneira séria e não demagógica. Hoje só temos como alternativa rezar para que chova. Porém, não depende de nós.

*Yves Besse é diretor geral de Projetos para América Latina da Veolia Water Technologies

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A Açovisa, empresadeacovisa distribuição de aço, nasceu da concretização do sonho de dois irmãos, Andreis Bassi e Francis Bassi de Melo. Fundada em 1995, cresceu em meio a um mercado já consolidado, mas com a proposta de ser diferente. Os irmãos identificaram a falta de uma distribuidora de aço que agregasse qualidade e agilidade aliados a personalização no atendimento.Com um espaço reduzido, em um pequeno galpão, os irmãos deram início a realização do sonho. Investindo continuamente nos colaboradores, com programas de incentivo e capacitação profissional, a Açovisa se expandiu ao longo dos anos até estabelecer, em 2009, uma moderna sede com 15.000 m² equipada com laboratório químico e metalográfico que conta com profissionais capacitados e equipamentos de ponta para realizar ensaios, análises e emissão de documentação, como certificados de qualidade.

“Nosso maior objetivo sempre foi atender cada cliente e cada segmento de forma especifica e estruturada. A personalização no atendimento é o nosso principal diferencial, sempre priorizando a relação humana”, diz o sócio, Andreis Bassi.

O aço se tornou a matéria prima mais reciclável do mundo e é imprescindível para os mais diversos setores. Como a Açovisa dispõe de um estoque permanente, consegue atender essa variedade de setores que buscam soluções em aço como indústria agrícola, automobilística, rodoviária e ferroviária, além de sistemas de transmissão de energia, entre outras.

Além da variedade de aços, a empresa dispõe de equipamentos de última geração que são capazes de garantir cortes precisos que oferecem infinitas possibilidades e aplicações, além de assegurar ao cliente o aproveitamento completo da barra, sem desperdícios.

O sócio Francis Bassi explica que as máquinas de corte permitem atender a necessidade do cliente com precisão, já que cortam no tamanho que for necessário, seja para uma produção em longa escala ou para peças individuais. “Como fazemos o corte preciso, conseguimos atender todos os segmentos e tipos de cliente, desde as grandes indústrias até pequenos revendedores”, afirma Francis.

Hoje, a Açovisa é reconhecida pela qualidade do aço Gerdau, maior fabricante de aço bruto no Brasil, e certificada com as normas ISO 9001. Possui unidades de atendimento e escritórios distribuídos por diversos estados como: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Espírito Santo entre outros, para garantir uma cobertura estratégica.

Com uma frota própria e central de logística desenvolvida pela própria empresa, o Centro de Controle Operacional (CCO) faz o rastreamento em tempo real, via satélite, dos materiais em trânsito até a entrega final. Todos esses sistemas de produção, qualidade e controle tornam a Açovisa referência em distribuição de aço no Brasil.
Em dezembro de 2016, a Açovisa completou 21 anos e não para de crescer. Sempre em busca de aperfeiçoar os seus processos e em constante expansão visando atendimento aos seus clientes em todas as regiões do Brasil.

 

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2017 Calender on the red cubesDe acordo com o primeiro Boletim Focus de janeiro, divulgado pelo Banco Central, a inflação anual para 2017 deve ser de 4,87%. Já o PIB – Produto Interno Bruto deve ter uma alta de 0,50%, em relação a 2016. A taxa Selic deve fechar o ano em 10,25%. O dólar ficará em torno de R$ 3,48, segundo as previsões. Já as tarifas de serviços básicos de infraestrutura, como: luz, água e transporte, continuam subindo.

A queda dos juros e da inflação pode ser o primeiro sinal do fim da crise recessiva pela qual atravessa a economia brasileira. FIESP/CIESP, entidades representativas da indústria acreditam que o conjunto de medidas anunciado pelo governo é um começo para estimular a economia. Tanto que as previsões são otimistas: para a indústria geral haverá um impulso de 1%, e para indústria de transformação, o crescimento será de 2%. A construção civil também dará sinais de melhoras ao longo de 2017.

Segundo Ricardo Martins, diretor titular do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), Distrital Leste, “O Brasil hoje precisa alavancar negócios, para dar uma amplitude maior ao empresariado e gerar oportunidades. O CIESP está de portas abertas para melhorar os negócios das empresas”, ressalta.

Para Martins, ”não resta outra saída a não ser acreditar que, com a disposição do governo Temer de arrumar a casa, contendo os gastos públicos, fazendo as reformas necessárias, flexibilizando as leis trabalhistas, melhorando as condições de crédito, a indústria pode vislumbrar um sinal de melhora em ritmo lento, mas gradual.”

Conforme o diretor do CIESP Leste, o empresário brasileiro precisa de uma nova injeção de confiança. “A confiança está sendo retomada, mas é preciso mais. Vamos nos unir e colocar este país para andar novamente, exigir que se apurem todos os desvios de conduta e de dinheiro ocorridos nos governos, para que não se repitam novamente no futuro”, sentencia.

No setor imobiliário, a CBIC – a Câmara Brasileira da Indústria da Construção estima que o setor deve ficar estagnado em 2017. “A nossa estimativa é de crescimento muito próximo de zero. Mas por que o otimismo? Porque estávamos afundando. A partir do momento que você não afunda mais e vai buscar o crescimento, mesmo crescendo zero é muito bom”, afirma Adalberto Valadão, da CBIC.

Para quem for investir no sonho da casa própria, os preços de casas e apartamentos tendem a ficar estáveis em 2017, após uma queda real de 6,25% nos últimos 12 meses. Incorporadoras ainda têm estoque de imóveis prontos e cobrarão preços mais acessíveis para fazer girar o mercado imobiliário.

No entanto, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências aconselha cautela antes de fechar o negócio. “É importante que o futuro mutuário analise as condições do pagamento das prestações, o ideal é que o parcelamento não ultrapasse 30% da renda familiar; também é preciso certificar-se do valor da taxa de juros do contrato, que deve ser no máximo de 12% ao ano; o comprado deve pedir uma planilha de cálculo com a projeção de todas as parcelas até o final do financiamento. Também é recomendável conversar com a família e ver as despesas fixas, como alimentação, educação, transportes, pagamentos de prestações, entre outros gastos”, aconselhaTathiana Cromwell, diretora da entidade.

A advogada esclarece que nos contratos feitos pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), regido pelo decreto lei 70/66, após o atraso de três prestações, o dono do imóvel é notificado para realizar o pagamento. Já no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), regido pela lei 9514 (alienação fiduciária), o aviso pode chegar após 30 dias de atraso. “Se não for realizada a quitação das parcelas, será consolidada a propriedade em nome do agente financeiro e o imóvel poderá ir a leilão extrajudicial, ou seja, sem passar pelo juiz natural, cuja constitucionalidade está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), já com quatro votos pela inconstitucionalidade apenas dois votos pela recepção desse Decreto”, informa a diretora da AMSPA.

Para Tathiana, todo cuidado é pouco: “em caso de atraso no pagamento das parcelas do financiamento, o banco aceita negociar com o inadimplente uma vez, mas fecha as portas de negociação caso ele fique em atraso de novo”, afirma.

Após um ano de retração na economia, até notícia de estagnação é bem-vinda. Significa que paramos de cair. O pior já passou, saímos da UTI, mas saúde financeira dos brasileiros ainda inspira cuidados. Continuamos na corda bamba, mas o Brasil mostra sinais vitais positivos! Feliz ano bom!

 

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workO custo existente para manutenção de um escritório tem grande impacto nas finanças de um negócio. Por esse motivo deve ser levado em conta principalmente quando se está iniciando uma empresa ou se projeta novas contratações e precisa ampliar o escritório.

Estudos apontam que, para uma empresa que aluga um imóvel, os gastos anuais totais por estação de trabalho podem chegar em média à R$ 17.400,00. Um custo unitário bastante expressivo, sendo interessante buscar alternativas que proporcionem economia, como um coworking.

“Ocorre que os administradores muitas vezes não fazem um cálculo aprofundado desses valores, considerando apenas o aluguel. Todavia, para obter um número real dos custos, se deve levar em conta questões como manutenção, insumos, energia, telefone, dentre outros. Com isso se chegará a valores muito mais representativos”, explica Fernando Bottura, presidente da Gowork, empresa especializada em coworking.

Bottura explica que, atualmente, espaços de coworking estão se mostrando alternativas muito vantajosas para os administradores, por diversos fatores, principalmente os custos. “Uma empresa que pretende locar um espaço nesse modelo pode gastar cerca de R$10.800,00 por ano, contado com diversos benefícios como atendimento personalizado, salas de reuniões, localidades, manutenção e suporte técnico dentre outros benefícios”, explica o presidente da Gowork.

Assim, em comparação ao custo de um escritório normal, se obtém uma economia de 38% com a opção de utilizar esse modelo de escritórios compartilhados. Sem considerar outros benefícios, como flexibilidade de localização e possibilidade de aprimorar o network.

Diante os benefícios apresentados por esse modelo de negócio, o questionamento que surge é: quais os motivos que não fazem com que ele seja mais adotado? Bottura explica que a grande dificuldade que esse modelo enfrenta é a falta de conhecimento.

“Recentemente tive acesso a um estudo americano segundo o qual apenas 1% das pessoas sabiam o que é o modelo de coworking. No Brasil esse número ainda é menor. Contudo, esses escritórios já se tornaram uma ótima opção para quem os descobrem, sendo que, até mesmo grandes corporações estão utilizando em função de suas vantagens e custos”, conta Bottura.

Prova disso é o crescimento da própria Cowork, com uma alta na procura constante, tendo neste ano obtido um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Para atender essa demanda, hoje já são 1.300 estações de trabalhos espalhadas por toda cidade de São Paulo.

 

 

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A indústria brasileira enfrenta dificuldades para retomar a atividade. Mas há sinais positivos no horizonte. A produção do setor voltou a cair e alcançou 45,8 pontos. O índice de evolução do número de empregados ficou estável em 46,5 pontos em setembro, informa a Sondagem Industrial, divulgada nesta sexta-feira, 21 de outubro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores a pesquisa variam de zero a cem.

Quando estão abaixo de 50 indicam queda na produção e no emprego. Com isindso, quase um terço do parque industrial ficou ocioso no mês passado. O indicador de nível de utilização da capacidade instalada permaneceu em 66%, o mesmo registrado em setembro de 2015, e um dos mais baixos da série histórica mensal que começou em janeiro de 2011. No entanto, os estoques continuam ajustados. Isso significa que a produção voltará a crescer assim que a demanda aumentar. O índice de estoque efetivo em relação ao planejado ficou em 49,6 pontos em setembro. O indicador varia de zero a cem e quando está próximo dos 50 pontos mostra que os estoques efetivos estão de acordo com o planejado pelas empresas.

DESACELERAÇÃO DOS PREÇOS – Outro dado positivo é que diminuiu a insatisfação dos empresários com a situação financeira e a margem de lucro das empresas. “Após atingirem seus mínimos históricos no primeiro trimestre, os índices de satisfação com a margem de lucro e com a situação financeira aumentaram pelo segundo trimestre consecutivo”, diz a pesquisa da CNI. O indicador de situação financeira foi de 41,5 pontos e o de margem de lucro operacional alcançou 36,4 pontos no terceiro trimestre. Ambos, contudo, continuam abaixo da linha divisória dos 50 pontos que separa a satisfação da insatisfação. Além disso, o índice de evolução dos preços de matérias-primas recuou para 59,3 pontos no terceiro trimestre. “Trata-se do quarto recuo consecutivo do indicador, ou seja, o ritmo de crescimento dos preços vem se desacelerando desde o quarto trimestre de 2015. No período, o índice acumula recuo de 9,9 pontos”, afirma a Sondagem Industrial. De acordo com a pesquisa os estoques ajustados e a melhora, ainda que pequena, dos indicadores da situação financeira das empresas são importantes porque aumentam as possibilidades de recuperação da indústria no futuro.

PROBLEMAS E EXPECTATIVAS – A Sondagem Industrial também aponta os principais obstáculos enfrentados pelas empresas no terceiro trimestre. A elevada carga tributária, com 43,7% das respostas, ficou em primeiro lugar. Em seguida, com 41,8% das menções, aparece a demanda interna insuficiente e, em terceiro lugar, com 27,9% das assinalações, os empresários citaram a taxa de juros elevadas. Em outubro, as perspectivas dos empresários em relação aos próximos seis meses estão menos otimistas do que em setembro. O índice de expectativa de demanda caiu 2,6 pontos em relação a setembro e ficou em 52,3 pontos. O indicador de expectativa de compras de insumos e matérias-primas caiu para 49,7 pontos e o de exportações recuou para 50,8 pontos. “Não há mais expectativa de aumento de compras de matérias-primas ou de aumento da quantidade exportada”, diz a pesquisa.

O indicador de expectativa de evolução do número de empregados também caiu para 46 pontos, o que significa que os empresários não pretendem contratar nos próximos seis meses. Os indicadores de expectativa variam de zero a cem pontos. Abaixo que 50 mostram que as perspectivas são de queda. Com perspectivas menos otimistas, a disposição dos empresários para investir continua baixa. O índice de intenção de investimento ficou em 43,5 pontos em outubro. Embora esteja 4,2 pontos abaixo da média histórica, o indicador não apresenta queda há seis meses consecutivos e está 2,8 pontos acima dos 40,7 pontos registrados em outubro do ano passado.

A Sondagem Industrial foi feita entre 4 e 14 de outubro com 2.457 empresas. Dessas, 1.011 são pequenas, 886 são médias e 560 são de grande porte.

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divulgacao2A Revista P&S completa 42 anos em 2016 e traz na trajetória muitas conquistas e conteúdo. Conquistas traduzidas através de sua dedicação ao segmento industrial brasileiro, com informações de qualidade e sempre dedicadas a expandir o seu negócio, caro leitor e anunciante. A publicação  nasceu em 1974, durante um momento que a Indústria no Brasil necessitava de informações sobre fornecedores Industriais. Foi o primeiro tabloide de novos produtos, equipamentos e serviços para a indústria.

Com o crescimento do mercado a evolução da Revista P&S foi inevitável. Em constante atualização, a Revista hoje abrange um conjunto de mídias e soluções inovadoras, no qual o objetivo é unir o mercado comprador ao vendedor industrial, facilitando assim as compras e a venda de produtos, equipamentos e serviços.

A Revista P&S é um catálogo de produtos focado no mercado de Bens de Capital, com 40.000 exemplares gratuitos mensais de abrangência nacional. O site P&S caminha na mesma direção, porém com o dinamismo que este veículo oferece. Traz não apenas novidades sobre fornecedores, equipamentos e serviços com foco no setor produtivo, mas também a visão do mercado econômico em relação ao segmento industrial

Acesse e confira a versão digital da 50a Edição, nossa Edição de Aniversário www.ps.com.br

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feiraA TÀ PAGO, que disponibiliza uma sistema de gerenciamento de benefícios via celular, estará presente na feira Cards, Payment & Identification 2016, que será realizada de 15 a 17 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa aproveitará a oportunidade para lançar um novo serviço: o Private Label Mobile para grandes redes de varejo. O modelo, que está sendo testado junto a uma instituição da cidade de Pompéia, no interior de São Paulo, concentra toda a operação no celular, eliminando a necessidade de um cartão, além de reduzir custos.

“Estamos animados em participar da Cards, onde teremos um espaço de demonstração da nossa tecnologia. Um dos destaques será a nossa solução de pagamento mobile em um terminal de autoatendimento (“self-checkout”). Queremos reforçar o nosso posicionamento como uma empresa de mobile wallet”, afirma Vinicius Amorim, CEO da TÁ PAGO.

Atualmente, a empresa adota o modelo de pré-pago, em que o usuário compra créditos que são utilizados em uma rede conveniada – cerca de 250 estabelecimentos em Marília (SP). Outra oferta da TÁ PAGO é a gestão de benefícios trabalhistas, por meio de TÁ PAGO Alimentação, TÁ PAGO Refeição, TÁ PAGO Combustível e Convênio TÁ PAGO. “O grande diferencial em relação à nossa concorrência são as taxas mais baixas de administração – 3% contra 5% à 9% de outras companhias que atuam nesse setor de benefícios. Pela TÁ PAGO, é possível que o trabalhador tenha todos os benefícios em contas separadas e independentes, porém em um único aparelho celular”, ressalta Amorim.

Para 2016, a empresa espera expandir sua operação na região de Marília e Bauru, com possibilidades de ampliar a atuação em Jundiaí e incorporar o mercado de Campinas. “Nosso sistema é simples, seguro e contempla todos os modelos de celulares, com a facilidade de receber uma senha via SMS para informar o lojista e finalizar a operação”, explica o CEO da TÁ PAGO.

De acordo com o executivo, o consumidor é cada vez mais mobile. “Hoje em dia, ninguém mais sai de casa sem o celular; caso o esqueça, volta para buscá-lo. Já quando esquecemos a carteira, acabamos pegando dinheiro emprestado com alguém. Portanto, nada mais prático do que nosso aparelho celular ser nossa própria carteira”, ressalta Amorim.

Serviço

Feira Cards
Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme

 

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abadAbaixo, segue na íntegra o  posicionamento dos agentes nacionais de distribuição da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de produtos industrializados, a ABAD, sobre a atual crise política econômica do País.  

Os agentes nacionais de distribuição, que representam 5% do PIB brasileiro, vêm a público posicionar-se sobre o difícil momento pelo qual passa o nosso país.

Este setor gera mais de 5 milhões de empregos diretos e indiretos, sendo responsável por abastecer famílias com produtos básicos de alimentação, higiene e limpeza em todos os 5.570 municípios brasileiros, por meio do pequeno e médio varejo mercearil.

Dessa forma, conhece como poucos os reflexos da retração econômica no dia a dia da população brasileira e dos pequenos comerciantes.

Estamos diante de uma grave crise que vem comprometendo a governabilidade e gerando incertezas que prejudicam a necessária adoção de medidas capazes de reconduzir o Brasil ao caminho do crescimento.

Em decorrência de uma política econômica desastrosa e medidas impensadas que trouxeram benefícios imediatos para alguns à custa da prosperidade futura de todos, nossas empresas hoje se encontram na difícil situação de reduzir seus investimentos, eliminar postos de trabalho e perder a corrida da competitividade com seus pares do mercado internacional.

A produção industrial cai, o comércio fecha as portas e o consumidor vê seu poder de compra cada vez mais reduzido, a despeito do já imenso e ainda crescente volume de tributos pagos.

É uma situação insustentável, criada a partir das escolhas equivocadas do poder executivo na gestão do país. Em uma empresa privada, o gestor que produzisse um resultado tão desastroso perderia seu posto imediatamente.

Em se tratando de um país, o gestor público goza de amparo legal que o resguarda e garante a observação dos ritos democráticos. O que não quer dizer, contudo, que os governantes não devam prestar contas de seus atos, nem que não possam ser cobrados por sua falta de visão ou por sua incúria.

Por essa razão, durante o encontro nacional realizado nesta segunda-feira, 21 de março, em Cuiabá/MT, a ABAD, entidade nacional do setor, com o apoio de suas 27 filiadas estaduais, deixa clara sua posição em defesa de três pontos essenciais para a recuperação de nossa economia:

- A necessidade urgente de mudanças radicais na condução da política econômica, de modo a recuperar a confiança de empresários e investidores dentro e fora do país;

- A aprovação imediata de medidas voltadas a impulsionar o desempenho dos setores produtivos, em especial nos campos tributário e trabalhista; e

- O total compromisso do governo, seja o atual ou outro que eventualmente o substitua, de buscar o equilíbrio fiscal por meio da austeridade nos gastos e de cortes reais no custeio da máquina pública, e não por meio da elevação da carga tributária, que penaliza as empresas e os cidadãos brasileiros.

 

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dia 23.12 facebookBoas Festas e um 2016 de ótimos negócios é o que deseja o Blog Industrial à você, caro leitor.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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