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radiciComo parte da estratégia, a companhia acaba de trazer para o mercado nacional sua nova gama de poliamidas à base de Poliftalamida (PPA), o RADILON® AESTUS T, que será lançada na FEIPLASTIC 2017

 

Considerada a segunda indústria brasileira de poliamidas e uma das principais líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia, a RadiciGroup está ampliando seu portfólio e trazendo para o país uma nova gama à base de Poliftalamida (PPA), o RADILON® AESTUS T. Trata-se de uma linha com tecnologia de última geração, alta performance e resistentes a altas temperaturas, que segue alinhada com as tendências e padrões internacionais para atender a demanda do setor automotivo, elétrico/eletrônico, alimentícia, construção e embalagens de alimentos. O lançamento nacional será realizado durante a FEIPLASTIC 2017, que acontece entre os dias 03 a 07 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Principais mercados de referência RADILON® AESTUS T:

Elétrico/Eletrônico: a base de PPA é ideal para a fabricação de materiais para soldagem sem chumbo e componentes que exijam resistência mecânica e a altas temperaturas. Aplicação: componentes de chuveiro elétrico, ponteiras de secador de cabelo, entre outros.

Construção: ideal para a fabricação de acessórios de contato com água quente, em temperaturas de até 85°C e a vapor em até 120°C. Aplicações: válvulas, coletores de distribuição de água quente, carcaças de hidrômetros, sendo indicado também para contato com água potável.

Alimentícia: ideal para máquinas de distribuição automática de bebidas quentes, principalmente na fabricação de partes resistentes à água quente (até 85°C) e a vapor (até 120°C), bem como componentes que entram em contato com os alimentos. Aplicação: componentes de filtros.

Automotiva: contribui para a redução do peso dos veículos, aumento da segurança dos condutores e redução de emissão de CO2, além de melhorar a eficiência energética dos autos. Recomendado para composição de peças próximas ao bloco do motor, sujeitas a temperaturas elevadas.

Embalagem: indicado para aplicação em embalagens de embutidos, que também demandam produtos com resistência a altas temperaturas.

  Entre os outros destaques da RadiciGroup na Feiplastic esta a linha de produtos de alta performance:

RADILON® HHR: produtos à base de PA 6.6 com excelentes propriedades de resistência ao envelhecimento térmico em contato com o ar em temperaturas de até 210°C em contínuo;

RADILON® X-TREME: desenvolvidos para aplicações em contato com o ar em temperaturas de até 230°C em contínuo.

RADISTRONG®: polímeros especiais de PA 6 e PA 6.6 com fibras longas, ideais para substituição de metais;

RADILON® A e S: poliamidas 6.6 com fibras de vidro com ampla versatilidade de aplicação devido às propriedades mecânicas, térmicas e químicas – permitindo personalização técnica e variedade de cores;

RADIFLAM® HF: auto-extinguíveis sem halogênio e fósforo vermelho para o setor elétrico;

RADILON® DT: tecnopolímeros de cadeia longa, à base de Nylon 6.12, caracterizados por boas propriedades mecânicas e ótima resistência química mesmo em contato com soluções de cloreto de zinco;

RADILON® D: tecnopolímeros à base de Nylon 6.10 obtidos através da utilização de um bio-polímero, a PA 6.10, produzida a partir do ácido sebácico (em um percentual equivalente a 64%). O RADILON® D é um produto capaz de assegurar não somente um elevado nível de sustentabilidade, como também excelente desempenho.

 Serviço:

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico

Data: 3 a 7 de abril de 2017

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo

www.feiplastic.com.br

  

 

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asticoNuma iniciativa da Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, ABIMAQ, ABIQUIM e Informa Exhibitions, e com apoio da Pavan Zanetti, Piovan, Romi e Wortex Máquinas, a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, vai realizar o Recicla Plástico Brasil, uma ação com objetivo de disseminar a educação ambiental em torno da reciclagem do plástico e sua reutilização, bem como promover a sua imagem.

O projeto, que conta com o apoio institucional da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da cidade de São Paulo, vai mostrar o ciclo de vida dos plásticos e como ele participa do dia a dia das pessoas. O Recicla Plástico Brasil também vai destacar a coleta seletiva dos plásticos, usando o estande como modelo para simular a coleta seletiva de uma cidade, formatada com a responsabilidade compartilhada entre prefeitura, sociedade civil, indústria e varejo, nos moldes da PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Segundo Miguel Bahiense, presidente da Plastivida e do Instituto Brasileiro do PVC, a relação dos plásticos com a sociedade vem se tornando mais harmônica a partir do ponto em que a informação correta e científica sobre as características, vantagens e aplicações dos plásticos são disseminadas. “Educação ambiental é a chave para que a sociedade moderna possa usufruir dos benefícios que os plásticos oferecem ao desenvolvimento, de forma responsável, buscando na reutilização e na reciclagem não apenas uma fonte de emprego e de renda, mas também uma forma de preservar o planeta”, afirma o executivo.

Ações práticas e conhecimento

O estande do Recicla Plástico Brasil será construído para valorizar as aplicações dos plásticos nos diversos setores da sociedade e será ambientado de forma a expor produtos feitos em plástico. Na prática, o espaço vai simular ambientes como cozinha, sala/home office (ambientação, mobília e decoração utilizando o plástico), área para lazer e brinquedos, com grama sintética, mobiliários plásticos, brinquedos, deck de madeira plástica e materiais esportivos e uma área médica com os produtos de plástico, como frascos de medicamentos, próteses, bolsas de sangue e seringas, entre outros.

Convidados da Plástico Brasil poderão fazer visitas guiadas ao estande para obter uma visão mais detalhada do processo de reciclagem dos plásticos e sua aplicabilidade nos diversos segmentos da economia.

Simultaneamente e de forma complementar, o espaço vai rodar uma linha de reciclagem e transformação do plástico, que vai funcionar ao vivo dentro da feira. Neste espaço, os resíduos gerados no evento serão selecionados, tratados, moídos e transformados em novos produtos reciclados. Os equipamentos que integram a linha são de última geração, com tecnologia de ponta que garante mais produtividade e homogeneidade aos grãos, e, consequentemente, a qualidade do produto final.

O Recicla Plástico Brasil conta também com a promoção de conteúdo e conhecimento, com a realização de dois workshops. No de Sustentabilidade palestrantes vão abordar temas como o Fórum Setorial dos Plásticos – Por um Mar Limpo; Estudo de Ecoeficiência de Janelas de PVC; Programa Atuação Responsável – Melhoria Contínua da Indústria Química; Reciclagem de EPS; Sistema Completo de Reciclagem de Material Pós-Consumo.

No Workshop Mobiliários Adaptados em PVC, profissionais convidados vão aprender a usar produtos de PVC para confeccionar mobiliários adaptados a crianças com disfunção neuromotora (cadeiras, mesas, andadores). Além da oficina de construção do mobiliário, a programação inclui palestra.

Mais sustentabilidade

O Recicla Plástico Brasil conta ainda com outras atividades, que acontecem durante a feira.

Reciclagem de credenciais: as credencias da feira, confeccionadas em plástico, serão coletadas em máquinas de Papa Cartão localizadas na saída do pavilhão e no estande do Recicla Plástico Brasil. Esse material será destinado à reciclagem, viabilizando a fabricação de porta copos, placas de sinalização, caixas, marcadores de páginas, cartões de visitas e outros, que ficarão expostos no estande do projeto.

Reciclagem de EPS: haverá no estande um espaço dedicado exclusivamente ao EPS, em que será demonstrado como uma degasadora retira o ar do material reduzindo seu volume, eliminando o principal entrave para reciclagem do EPS. Haverá também uma exposição de produtos fabricados a partir de EPS reciclado.

Projeto Tampinha Legal: lançado no 2º Congresso Brasileiro do Plástico, o projeto foi idealizado pela Plastivida em parceria com o Sinplast, Simplás e Simplav, tem como objetivo incentivar coleta de tampas plásticas de garrafa para que sejam reutilizadas e recicladas. Ao final da Plástico Brasil, o material reciclado será recolhido pela Recicladora a fim de gerar recursos que viabilizem a produção de mobiliários adaptados para crianças com disfunção neuromotora.

Para mais detalhes, visite o hotsite exclusivo do Recicla Plástico Brasil: www.reciclaplasticobrasil.com.br.

 

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A indústria da reciclagem de plásticos terá lugar de destaque na FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, um segmento que possui mais de mil empresas recicladoras no país e emprega mais de 10 mil trabalhadores, segundo informações da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico). Empresas como Wortex Máquinas, Wisewood Soluções Ecológicas, Pallmann e By Engenharia levam à Feira equipamentos e soluções para renovação e reaproveitamento de materiais plásticos proporcionando mais opções de sustentabilidade ecológica à cadeia de produção.

A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. O setor de “Reciclagem” é um dos mais importantes entre as empresas expositoras, juntamente com “Produtos Básicos e Matérias-Primas”, “Máquinas, Equipamentos e Acessórios”, “Moldes e Ferramentas”, “Transformadores de Plástico”, “Resinas Sintéticas”, “Instrumentação, Controle e Automação” e “Serviços e Projetos Técnicos”.

As empresas especializadas em reciclagem que participam da FEIPLASTIC 2017 terão a disponibilidade de mostrar produtos e serviços para um público esperado de 70 mil visitantes. A Wortex, por exemplo, vai mostrar sua segunda geração das linhas Challenger Recycler e Compounder, que oferece melhor ganho de produtividade e de performance em reprocessamento de plásticos. A Wisewood, especializada em reaproveitamento do plástico pós-uso, é pioneira na produção de madeira plástica em escala industrial e referência na fabricação de resina termoplástica reciclada no país.

A Pallmann é uma fábrica que fornece máquinas e sistemas completos para trituração, preparação, moagem, micronização, aglomeração e reciclagem dos mais diferentes materiais para indústrias. No caso da By Engenharia, a especialidade é em tecnologia para extrusão e desenvolvimento na transformação de plásticos.

Operação Reciclar

Dada a importância dos temas relacionados à reciclagem e sustentabilidade, a FEIPLASTIC 2017 organiza mais uma vez a Operação Reciclar paralelamente ao evento. Essa operação visa incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações da resina plástica em diversos segmentos da indústria. Durante os dias do evento, todo o resíduo plástico gerado na feira, desde a montagem, até a desmontagem, será coletado e armazenado em containeres. Parte desse material será reciclado.

De acordo com a Abiplast, associação que representa os fabricantes de produtos plásticos e recicladores no Brasil, o potencial ambiental e econômico desperdiçado com a destinação inadequada de plástico é em média de R$ 5,8 bilhões por ano. Outro dado importante para o setor refere-se a um mapeamento da indústria de reciclagem realizado pela FIA (Fundação Instituto de Administração da USP/SP), em conjunto com a cadeia – (Iniciativa PICPLAST – ABIPLAST e Braskem), estimando que são retirados do meio ambiente 681 mil toneladas de resíduos plásticos pós-consumo, o que originam mais de 615 mil toneladas de materiais plásticos reciclados”.  E para aproveitar o potencial ambiental e econômico da reciclagem, a Abiplast vem desenvolvendo intenso trabalho para fomento da atividade de reciclagem e facilitando a vida da população que deseja dar um destino ambientalmente correto para seus resíduos plásticos. Está disponível gratuitamente o aplicativo “Reciclagem de Plásticos” que aponta onde estão localizados os PEV´s (postos de entrega voluntária) as cooperativas e comércio atacadista de materiais recicláveis aptos a receber resíduos plásticos para posterior reciclagem.

Entre os visitantes da FEIPLASTIC, os assuntos reciclagem e sustentabilidade possuem grande importância de acordo com pesquisa realizada pela Reed Exhibitions.   A reciclagem é considerada por 51% dos pesquisados como segmento que gera maior interesse na FEIPLASTIC, o que significa que esses visitantes deverão comparecer ao evento especialmente para conhecer de perto as novidades desse setor.

feiplastic-logo

Serviço

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
www.feiplastic.com.br

 

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evento“Se a gente quer desenhar uma empresa para ser inovadora, é preciso desenhar para que ela seja feita para o ser humano, que promova o engajamento das pessoas”. A fala é do administrador Marcelo Lopes Serrado, que palestrou sobre “Propósito de Vida e Identidade Corporativa” na HSM EXPO 2016, que acontece entre 7 e 9 de novembro.

“A resposta a um determinado ambiente vem da capacidade de a gente regular sentimento e pensamento. E de onde vem o que você pensa e o que sente? Vem do que você valoriza, e daí vem o sentido de propósito”, afirmou. Diante disso, acredita que, o principal erro das empresas é tratar o funcionário como se ele apenas pensasse e não sentisse.

O resultado de ter parte de suas aspirações ignoradas faz com que muitos profissionais, inclusive executivos, tenham de lidar com conflitos no ambiente corporativo. É o tipo de questão com que Sergio Chaia trata com frequência em seu quadro “O terapeuta corporativo”, veiculado na rádio CBN. “O mundo é cada vez mais desafiador e os profissionais estão cada dia mais solitários e com mais necessidade de compartilhar suas aflições”, afirmou ele, que dividiu com Milton Jung o auditório CBN Young Professional da HSM Expo.

Nesse ambiente competitivo e que muitas vezes despreza o contexto social e pessoal de colaboradores e clientes, outros modelos surgem ou mantem-se como alternativa possível. Edson Nassar, CEO do Banco Cooperativo da Confederação e da Fundação Sicredi, fala sobre o cooperativismo. “Entendemos a necessidade dos nossos associados. O cooperativismo é uma força muito maior do que uma ferramenta digital. Apesar de termos instrumentos digitais, não nos comparamos com os bancos, nosso cliente tem atendimento personalizado”.

A valorização dos laços entre indivíduos e empresas também é o que impulsiona a Economia das Dádivas, como explicou Marina Pechlivanis, publicitária e sócia fundadora da Umbigo Mundo e da UDM&Co. “No sistema da economia das dádivas, as relações são circuitos e criam laços, não uma troca mediada por papel, por plástico. É um sistema de interdependência e que tem relevância, porque você se importa. Ele restitui os vínculos”.

No dia a dia empresarial, uma das formas de proporcionar essa interação é apostar na transparência. “Nossos produtos são rastreados e convidamos nossos clientes a acompanhar todo o processo, inclusive os problemas. Quando você mostra suas fraquezas, você ganha empatia e engaja”, explica Alexandre Borges, presidente da Mãe Terra, empresa de produtos naturais e orgânicos.

Na mesa em que dividiu com Luis Augusto Lobão, diretor da HSM Educação Executiva, e Renata Pagliarussi, diretora de Marketing da Lush, Borges falou sobre o propósito traduzido na cadeia de valor. “É o senso de realidade de causa que faz com que haja uma velocidade de construção de marca. É a força do propósito”.

E se é importante que empresas tenham propósito, é de igual forma imprescindível que as pessoas também tenham propósito para sua vida profissional. Em sua fala sobre Gestão de Carreira, Viviane Mosé contou como sua formação que não parecia fazer sentido na época responde exatamente à demanda atual do mercado. Formada em Psicologia, com especialização em políticas públicas e doutorado em Filosofia, ela atende aos anseios dessa sociedade em rede. “Numa sociedade em rede, não existe carreira, tudo é circular e você tem possibilidades constantes de se reestruturar”.

Um caminho que fica mais fácil se feito sob uma gestão de excelência, como o modelo que foi tema da palestra de Jim Collins, o mais influente e respeitado pensador da gestão da atualidade e considerado o sucessor de Peter Drucker. Collins conduziu uma pesquisa que se propôs a mostrar as características dos líderes de nível cinco. “Vimos que não é questão de gênero ou de personalidade. O que os distingue é a humildade pessoal combinada com uma determinação implacável. O líder nível cinco tem o espírito de servir uma causa. Ele é incansável e não foca somente em sua carreira, mas no cuidado com o pessoal. Ele constrói uma grandeza”.

Sob medida

Em sua palestra “Como vencer na Economia Digital: Porque a localização ainda importa”, David Bell, professor premiado da Wharton School, explicou que a localização é capaz de denotar quais os interesses de determinado público, o que pode direcionar os investimentos para o tipo de negócio apropriado. Esse é inclusive o tema de seu livro que foi lançado na tarde desta segunda-feira na HSM Expo: “Localização (ainda) é tudo”.

O segredo do negócio, de acordo com Phil Libin, é entender o espírito de cada época e saber como responder a ele. Co-fundador e ex-CEO da Evernote – empresa que cria ferramentas para a nova força de trabalho, cada vez mais globalizada e móvel, Libin explica que é a economia quem define os modelos organizacionais. “No passado, era a escassez que ditava as regras. Em uma época de poucas opções de gastronomia, sobressaía-se quem tinha um restaurante. Hoje, o novo driver da economia é a atenção. Você vai ao restaurante em que, além da comida, você gosta do ambiente, do modo em que é recebido. O segredo agora é fazer um produto maravilhoso e ter pessoas dispostas a pagar por ele”.

O “Fator Humano na Estratégia de Inovação e Uso da Tecnologia” foi o tema abordado por Cícero Domingos Penha, vice-presidente de Talentos Humanos do Grupo Algar. Em sua fala, Penha salientou como a tecnologia e a chegada de uma geração de profissionais mais conectada tem alterado a estrutura física das empresas. “Temos desde as empresas de telemarketing – que substituíram aquela estrutura cheia de gente por uma com menos pessoas que precisam de qualificação para operar máquinas complexas – até aqueles ambientes já criados para serem abertos e convidativos para conseguir reter esse jovem desacostumado ao modelo antigo”.

Os desafios da tecnologia

Uma revolução com muitos desafios e muitas preocupações. Para Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, esse é o tom desse momento em que a “nuvem” assume o protagonismo nas relações. “De 1970 para cá, vivemos a quarta revolução industrial. Várias empresas começam a pensar em solução de desafios históricos, como a cura do câncer. Mas, ao mesmo tempo em que isso acontece, também temos novas preocupações: será que a regulação está pronta para que se viva essa tecnologia em todo o seu potencial?”, questionou.

Uma das preocupações mais importantes, disse, é a questão da segurança e da privacidade, uma discussão que requer avanços sob a perspectiva certeira de que a tecnologia vai continuar crescendo de forma exponencial. “Temos uma crença de que todas as empresas existentes atualmente, quer elas saibam ou não, serão uma empresa de tecnologia e não que apenas usam tecnologia”, afirmou.

Nesse cenário de expansão, o jornalista Leonardo Sakamoto chama à atenção para o combate ao ódio e à intolerância nas redes. “É muito triste quando você percebe que o leitor não se preocupa em saber se determinada informação é falsa ou verdadeira. O leitor só quer saber se aquilo tem credibilidade para ele. E, nesse caso, credibilidade não tem relação nenhuma com a veracidade, mas com o número de ‘likes’. Se uma informação tem dois ‘likes’, é vista como mentira. Se tem 15 mil ‘likes’, mesmo sendo um absurdo, é tida como verdade”

O jornalista acredita que apenas a qualificação do debate público faria as pessoas se sentirem motivadas a se informar mais e indica a escola, o trabalho e a mídia como os locais mais apropriados para que isso seja fomentado.

 

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leilaoA Tradener, uma das maiores comercializadoras independentes de energia elétrica e gás natural do país, participou nesta sexta-feira, 23, do Leilão de Energia de Reserva (LER), realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com investimento de cerca de R$ 110 milhões, a companhia encerrou o leilão com 668 lotes contratados a um preço médio de R$ 232,50/MWh e 15,8 MW de potência.

Primeiro Leilão de 2016, de uma oferta de 641 MW, somente 180,3 megawatts foram contratados a um preço médio de R$227,02/MWh. A potência contratada é destinada a novas usinas hidrelétricas, com início de fornecimento em março de 2020 e contratos com duração de 30 anos.

“Este Leilão foi de grande importância para a Tradener, pois além de ampliar nosso portfólio de 800MW, comercializados, também é o início de um grande investimento da companhia na geração de energia renovável, que contempla também projetos voltados à energia solar, biomassa e eólica”, comenta Walfrido Avila, presidente da Tradener. “Juntamente,  investiremos em mais três Pequenas Centrais Hidrelétricas para atendimento do mercado livre, além dessa PCH, que foi adquirida por intermédio deste Leilão de Reserva para atendimento do mercado regulado”, finaliza o presidente.

 

 

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feiraDe 23 a 26 de agosto, de 14h às 20h, acontece a Cachoeiro Stone Fair – feira internacional de mármore e granito, em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Espírito Santo. São 30 mil m² que reúnem mais de 200 expositores nacionais e internacionais com uma gama de novidades em máquinas, equipamentos e insumos, lançamentos de mármores, granitos e pedras translúcidas.

Cachoeiro de Itapemirim, cidade que abriga a feira de negócios, se destaca pela extração de mármore e por ser o maior polo processador da América Latina. Mais de 60% da indústria de beneficiamento de rochas ornamentais estão na região. O parque industrial do Estado conta com mais de 1500 empresas, dentre beneficiamento, máquinas e equipamentos, jazidas, marmorarias, centros tecnológicos e serviços. Esse grande polo faz com que a atividade movimente recursos significativos para a cadeia produtiva de rochas bem como outros setores da economia.

Para o presidente do Sindicato da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo (Sindirochas), Tales Machado, é durante a Cachoeiro Stone Fair que viabilizamos uma aproximação dos elos da cadeia produtiva de rochas ornamentais com seus clientes e fornecedores. “A feira é um momento de encontro que reúne novidades em materiais e equipamentos. O contato que surge durante o evento é primordial. Além da proximidade com novos materiais e equipamentos, muitos clientes fazem questão de visitar as empresas, já que muitas delas estão no sul capixaba”, ressalta.

Distribuidores e marmoristas de todo o território brasileiro encontram na Cachoeiro Stone Fair uma oportunidade para geração de negócios. A grande demanda por máquinas inteligentes e processos de beneficiamentos inovadores tem movimentado o setor e a feira internacional do mármore e do granito.

Um exemplo é a italiana Breton, que lança no mercado brasileiro, sua máquina de corte a jato de água com controle de 3 ou 5 eixos, para corte de pedras natural e composta. O equipamento, que estará em funcionamento durante os quatros dias de feira, se sobressai pela precisão, potência e velocidade, podendo ter uma bomba de até 6200 bar.

 “Essas tecnologias abrem novas oportunidades para as marmorarias do país. O equipamento italiano, a Waterjet Clássica, conquistou as empresas de rochas dos Estados Unidos e Europa. Seu lançamento no Brasil acontece na Cachoeiro Stone Fair”, destaca o diretor da Breton do Brasil, Pedro Cesar Ribeiro.

 A busca por inovações são constantes na cadeia. Os fios diamantados, que surgiram na década de 90, atualmente é uma das tecnologias de corte em rochas ornamentais mais difundidas no mundo. Ele veio para melhorar o processo no mundo das rochas. Seus diferenciais consistem em cortes de precisão, maior produtividade e menor custo operacional.

A diretora da Milanez e Milaneze, Cecília Milanez, afirma que apesar do cenário atual, as expectativas para este ano são positivas. “A Cachoeiro Stone Fair oferece um leque de oportunidades para o setor de rochas ornamentais. Para esta edição, esperamos um bom número de visitantes de diversas cidades brasileiras”, completa.

Visita e palestras

Os ministros Sarney Filho (Meio Ambiente) e Fernando Bezerra Filho (Minas e Energia) confirmaram presença na 42ª Cachoeiro Stone Fair. Eles farão uma visita aos estandes no dia 25.

 No mesmo dia, a arquiteta Liliam Araújo ministra a palestra “Novos requisitos da Norma de Desempenho NBR 15575 para o uso de rochas ornamentais na Construção Civil”. O tema aborda os novos parâmetros e requisitos técnicos para as edificações.

Segundo o presidente do Sinduscon-ES, Paulo Baraona, a feira é fundamental para a cadeia produtiva do setor de rochas ornamentais e da indústria da construção. “A Stone Fair é um evento consolidado e bem-sucedido, sendo reconhecido o seu impacto positivo na economia capixaba, com o fomento de novos negócios”, afirma.

Já os lojistas do segmento de materiais de construção podem conferir a palestra “Inovando seu ponto de venda com mármores e granitos”, além de conhecer uma linha de produtos acabados de mármore e granitos feitos para potencializar os negócios na rede de lojas de materiais de construção.

A Cachoeiro Stone Fair é realizada pela Milanez & Milaneze e promovida pelo Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado (Sindirochas), e Centro Tecnológico do Mármore e do Granito (Cetemag). Conta também com apoio institucional do Governo do Estado do Espírito Santo, Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim, Centrorochas, Sebrae, Sinduscon-ES, CBIC e apoio Sistema Findes Sesi/Senai.

 Serviço

Cachoeiro Stone Fair – 42ª Feira Internacional do Mármore e Granito.

Data: de 23 a 26 de agosto de 2016.

Horário: 14h às 20h (acesso até as 19h).

Local: Parque de Exposição Carlos Caiado Barbosa

Empresa realizadora: Milanez & Milaneze S/A

Telefone: 55 (27) 3434-0614 / (27) 3434-0615

E-mail: info@cachoeirostonefair.com.br

www.milanezmilaneze.com.br / www.cachoeirostonefair.com.br

 

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feiraCom atuação de 10 anos em importações para o setor de aviação executiva, empresa oferece solução completa, com serviços logísticos, operacionais, jurídicos, financeiros e tributários, que podem resultar em até 14% de economia nas aquisições

 A Cisa Trading, uma das maiores empresas de comércio exterior do País e a maior em volume de importação, apresenta, na LABACE 2016 (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), o maior evento de aviação executiva da América Latina, suas soluções de importação customizadas para atender às diferentes demandas das empresas do setor aéreo.

Atuando há 10 anos neste mercado, a Cisa Trading oferece serviços operacionais, logísticos, jurídicos, financeiros e tributários. Ou seja, uma solução de ponta a ponta, com coordenação de todo o processo de aquisição e de importação – o que inclui a encomenda, emissão de documentos e contratos junto ao exportador, compra, logística internacional e nacional, até o desembaraço aduaneiro e faturamento no Brasil.

“A LABACE é um evento empresarial muito exclusivo e dinâmico, porque reúne os principais players e fornecedores do mercado de aviação executiva para efetivamente fazer negócios. Por isso, consideramos esta uma excelente oportunidade para apresentar os diferenciais de nossos serviços de importação”, explica Felipe Videira, diretor executivo de Negócios da Cisa Trading.

Segundo ele, o mercado de aviação executiva no Brasil, como toda a economia, passa por um período de retração. Mas o segmento deve se recuperar com a melhora da economia, o que poderá gerar bons negócios na LABACE.

Os bons resultados do segmento nos últimos anos se justificam pela segurança propiciada pelo amplo conhecimento da empresa sobre as negociações mundiais neste setor e pelo fato da Cisa Trading integrar o grupo de empresas contempladas pelo Ato COTEPE ICMS 60/14, que possibilita que consiga reduzir em até 14% os custos de importação de aeronaves, se comparado a uma importação direta realizada por um cliente.

Com profissionais dedicados ao segmento, a Cisa oferece uma solução completa para importação de aeronaves executivas, incluindo parcerias estratégicas com os principais bancos brasileiros e estrangeiros, de forma a atender as demandas de financiamento de seus clientes.

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entrevistaO diretor executivo da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG) fala sobre o panorama do mercado e as expectativas para a 21ª edição da FISP | Feira Internacional de Segurança e Proteção. Com a mais completa plataforma de negócios para segurança e saúde no trabalho, o evento acontece de 05 a 07 de outubro de 2016, no São Paulo Expo, em São Paulo, reunindo 700 expositores e 50 mil profissionais do setor.

“O País tem uma população economicamente ativa de mais de 100 milhões de trabalhadores e, portanto, tem tudo para, retomado o crescimento brasileiro, crescer com taxas superiores aos demais setores da economia. O setor de EPI´s no Brasil tem faturamento de 4,5 bilhões de reais por ano e potencial de duplicar este faturamento em poucos anos e acesso a toda tecnologia necessária para proteger adequadamente nossos trabalhadores”, comenta o executivo.

1- Como está hoje a indústria de material de segurança e proteção ao trabalhor?

A indústria de EPIs é muito dependente da situação econômica do País e é atingida diretamente com a queda do emprego e com as restrições financeiras das empresas.

Em recente levantamento da Animaseg, verificou-se uma queda média de 13% do volume de negócios em 2015, quando comparado a 2014. Entretanto, já se observa uma melhora na expectativa das empresas que esperam crescer 4% em 2016, no comparativo com 2015.

2- Quais são as alternativas para a atual conjuntura econômica? Certamente a crise atrapalhou sensivelmente as empresas do setor, mas como todo o momento difícil, também é um momento de explorar novas oportunidades, as empresas do setor têm expandido seu leque de clientes, o que a longo prazo pode trazer benefícios para todo o setor.

3- Em sua 21ª edição, a FISP se tornou um grande evento do segmento. Qual a sua importância para os profissionais do setor?

É a oportunidade dos profissionais conhecerem novos produtos e novos fornecedores para os produtos que já utilizam, pois a FISP se tornou o ponto de encontro dos profissionais de segurança no Brasil, evento obrigatório para quem está no setor de segurança e saúde do trabalho.

4- Quais serão as novidades que os visitantes poderão conferir, entre lançamentos, novas tecnologias e serviços?

Todas as empresas brasileiras e estrangeiras trarão suas novidades para a FISP, visando atender as exigências de nosso mercado em todos os níveis.

5- Além da área expositiva, o que mais o visitante vai encontrar no evento.

Uma novidade que acreditamos que será um diferencial no evento, será a participação da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego, comemorando seus 50 anos de existência, com uma participação interativa na FISP.

6- Em sua análise, quais as perspectivas para o setor?

O setor de EPIs no Brasil vinha crescendo de 9 a 10% ao ano e, apesar da crise da economia brasileira e de seu impacto no setor, o País ainda tem uma população economicamente ativa de mais de 100 milhões de trabalhadores e, portanto, tem tudo para, retomado o crescimento brasileiro, crescer com taxas superiores aos demais setores da economia.

7- Números do setor

Mesmo com a queda da economia brasileira, somos um setor com faturamento de 4,5 bilhões de reais por ano e com potencial de duplicar este faturamento em poucos anos. Temos em nosso mercado empresas locais, multinacionais, importadores e acesso a toda tecnologia necessária para proteger adequadamente nossos trabalhadores. Acreditamos que o País deva investir mais em educação, visando melhorar a conscientização de que a prevenção é sempre o melhor caminho e o de menor custo.

Serviço

21ª FISP | Feira Internacional de Segurança e Proteção

Evento Simultâneo: 12ª FIRE SHOW | International Fire Fair

 Data: 05 a 07 de outubro de 2016, das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil
Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara
* Evento gratuito para profissionais do setor

Mais informações: www.fispvirtual.com.br

 

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A Pet Fair Asia 2016 será realizada em Xangai de 18 a 21 de agosto deste ano. As empresas brasileiras do setor de produtos e serviços para animais de estimação estarão no Pavilhão Brasileiro, localizado no Hall 3 e no estande J2121, para apresentar novidades relacionadas a Pet Food e Pet Care. A iniciativa é do Projeto Pet Brasil, desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para incentivar as relações comerciais entre empresas nacionais e internacionais. Os 78 m2 do espaço servirão para aproximar o mercado chinês das indústrias brasileiras, que em 2015 exportaram US$ FOB 351,4 milhões, por conta de sua alta especialização e procedimentos rigorosos de produção.

São esperados na edição deste ano mais de 40 mil visitantes, que poderão conferir as novidades de mais de 800 expositores de todo o mundo. A feira ocupa atualmente uma área total de 71 mil m2 e tem quase 20 anos de história, sendo que a primeira edição foi realizada em 1997, em Hong Kong. De acordo com os organizadores da feira, a China tem cerca de 39 milhões de cães e gatos e 168,5 milhões de peixes. Em termos totais, levando em conta todos os tipos de pets, é uma população de 289 milhões de bichos, a maior do mundo.

O faturamento do mercado pet mundial é, hoje, de US$ 102,2 bilhões, valor alcançado graças ao 1,56 bilhão de animais de estimação. O Brasil é o terceiro maior, com 5,3% desse valor, atrás dos Estados Unidos (42%) e do Reino Unido (6,7%). O país tem também a 4º maior população de animais de estimação do globo, com 132,4 milhões de pets, atrás da já citada China, dos Estados Unidos, com 226 milhões, e do Reino Unido, com 146,6 milhões. Essa alta representatividade do país no mundo é devida ao reconhecimento dos pets como membros da família e à alta especialização dos fabricantes nacionais.

A seguir, confira as empresas brasileiras que estarão na feira e seus produtos:

Matsuda

A Matsuda, fundada em 1948, é uma das maiores empresas do setor do agronegócio brasileiro. Com sede em Álvares Machado (SP) e fábricas em Cuiabá (MT), São Sebastião do Paraíso (MG) e Pecém (CE), além de filiais em Goiânia (GO), Vitória da Conquista (BA), Imperatriz (MA) e um laboratório veterinário em Jacareí (SP), a companhia tem pontos de distribuição em todo Brasil, além da presença internacional em mais de 19 países.

A Matsuda produz itens para a linha pet desde o ano 2000, por meio da divisão Matsuda Pet. São dessa marca as linhas de ração para cães Standart (Nhac e Thor), Premium (Vittamax) e Super Premium (M-Line), além de snacks, latinhas e medicamentos como vermífugos, anticarrapaticidas e uma solução para a limpeza de orelhas. De acordo com Marco Nastari, gerente comercial da Matsuda, a motivação para a participação no evento é o forte potencial de atrair parceiros para o início de alianças comerciais na região. O destaque da empresa na Pet Fair Asia será sua linha de ração Premium Vittamax. “Nossa inovação é a versão Vittamax Natural, que usa ingredientes naturais em sua composição”, conclui Nastari.

Nutrire

A Nutrire, com sede em Garibaldi (RS) e outra unidade em Poços de Caldas (MG), produz alimentos para cães e gatos desde 2001. Seus produtos estão disponíveis nas linhas de alimentos Standard, Premium e Premium Especial. A empresa exporta para mais 15 países. “Em 2015 as vendas para o exterior representaram uma porcentagem expressiva do faturamento. A perspectiva é que esse percentual aumente nos próximos anos”, afirma Giane Danielli, Gestora de Importação e Exportação.

De acordo com Giane, a Nutrire investe constantemente em tecnologia e utiliza matérias-primas aprovadas pelas análises de qualificados laboratórios. “Até a entrega dos produtos nos pontos de venda, todos os processos são realizados de acordo com as novas normas de boas práticas de fabricação”, comenta. Ela considera que a Pet Fair Asia é uma das feiras internacionais mais importantes para o segmento e diz que, nesse evento, a Nutrire encontrará oportunidades para conhecer tendências e novidades e, consequentemente, aprimorar o desenvolvimento de seus alimentos. Outro ponto de destaque é que a feira serve como uma vitrine que confere grande visibilidade a seus produtos para o mercado mundial. A empresa irá expor na Pet Fair Asia as linhas de pet food Monello, Birbo, Bandit, Comanche e Bolt.

Pet Society

A Pet Society, fundada em 2004, é uma das mais reconhecidas marcas de higiene, embelezamento e saúde animal do mercado brasileiro. A empresa exporta há 10 anos e está presente em países como Angola, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, República Tcheca, Peru, Portugal, Taiwan, Reino Unido, Estados Unidos e Uruguai. Em 2015 inaugurou a sua subsidiária nos Estados Unidos, a Megamazon USA, e já está produzindo parte dos seus produtos na Flórida. Há muitos anos a Pet Society é membro da Associação Americana de Produtos do Animal de Estimação (APPA).

A empresa comercializa seus produtos nos mercados da China e Taiwan há cinco anos, e já participou da Pet Fair Asia outras vezes. “Em 2015, estivemos presentes no evento representados pela equipe da nossa  distribuidora de Taiwan”, afirma Fernando Martini, diretor de negócios da Pet Society. Na edição deste ano, a Pet Society irá expor a versão da linha Megamazon com um conceito muito mais eco-friendly, além de outros produtos da Pet Society. “Na Pet Fair Asia, nosso principal objetivo é exibir ao mercado local nossa linha de produtos e sua excelente performance. Estamos em busca de novos parceiros na Ásia e Oceania em países como Coreia do Sul, Japão, Malásia, Indonésia, Austrália e para isso, vamos usar o evento para ampliarmos o nosso networking, procurando estabelecer contato com novos distribuidores interessados”, diz Martini.

Special Dog

A Special Dog tem origem em uma empresa de beneficiamento de café e arroz fundada em 1967 em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Em 2001, a empresa inaugurou sua indústria de pet food e criou a marca Special Dog, que tem atualmente 13 produtos, comercializados nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

Na Pet Fair Asia, a Special Dog mostrará ao mercado chinês os alimentos para cães e gatos das Linhas Premium e Super Premium. De acordo com Rafael Venanzoni, gerente de exportação da empresa, o objetivo da participação na feira é conhecer o potencial do mercado local e possíveis distribuidores. “O mercado chinês exige níveis de certificação. Sendo assim, vamos passar por uma auditoria este ano, para que possamos atuar nele”, explica. Ele também diz que a feira será importante para fazer contatos com distribuidores de países da região.

Serviço:

Pavilhão Brasileiro na Pet Fair Asia 2016

De 18 a 21 de agosto de 2016

Hall 3, estande J2121, SWEECC – Shanghai World Expo Exhibition And Convention Center

Guozhan Road, 1099, Xangai – China

 

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metalokCom o  objetivo de demonstrar na prática como a automação pneumática pode contribuir para aplicação do conceito da Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente, usando como base os conceitos de IoT (Internet of Things, Internet das Coisas) e M2M (Machine 2 Machine, Máquina a Máquina), a Metal Work participou de  uma simulação de Manufatura Avançada, com participação de mais de 20 empresas e apoio de diversas instituições, na FEIMEC 2016, que aconteceu no período de 3 a 7 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo.

De acordo com Hernane Cauduro, diretor da empresa, a Metal Work disponibilizou uma solução para manipulação com a presença dos itens: guia linear robusta para altas velocidades série LEPK, cilindro sem haste, pinça com curso longo e regulável série GPLK, unidade de tratamento de ar completa e compacta série ONE, ilha de válvulas com protocolo de comunicação Profinet I/O e módulo de entradas e saídas série Clever Multimach.”Todos estes itens – explica Cauduro –  foram  integrados a uma estrutura em perfis de alumínio, mostrando que podemos fornecer a solução completa”.

O CONCEITO

Manufatura Avançada, Indústria 4.0, Smart Manufacturing  são termos que, de acordo com Cauduro, têm o mesmo significado, com origem em países diferentes, e se referem à Quarta Revolução Industrial, onde os processos de manufatura  passam a contar  com maior autonomia, inteligência  e flexibilidade, usando recursos e tecnologias como: Internet das Coisas, realidade virtual, comissionamento virtual, M2M – Comunicação Máquina-Máquina, elementos de automação de última geração que permitem alta flexibilidade e inúmeras possibilidades de configurações, aliados a protocolos de comunicação flexíveis, revolucionando  os processos de manufatura e proporcionando saltos  nos índices de produtividade a tal ponto a impactar a tendência de deslocamento  do eixo  da  indústria de transformação, que vem  se  transferindo  na direção  de países como  China,  Índia  e outros com mão de obra abundante e muito barata.

“Este  modelo – explica – estará próximo aos  centros consumidores, com  infraestrutura de Internet em alta velocidade,  logística compatível  com a velocidade da nova ordem, mão de obra com  alta qualificação,  com  padrões de vida e sustentabilidade compatíveis a uma sociedade moderna  cada vez  mais exigente  pelo acesso  às tecnologias”.

O Demonstrador de Manufatura Avançada foi uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, por meio do esforço de 23 empresas do segmento da automação industrial  instaladas no Brasil, junto com instituições voltadas ao desenvolvimento  de tecnologia, no sentido de demonstrar que seria possível construir uma linha de produção para demonstrar sua aplicabilidade, gerando  um salto  nos padrões de produtividade tão necessários para alterar a capacidade de competição da indústria brasileira.

À Metal Work, de acordo com Cauduro, coube uma parte no sistema voltada a manipular produtos que, por ventura, apresentassem  algum tipo  de defeito durante a sua confecção, seja por leitura de código ou falha na usinagem ou dimensional, e devessem ser descartados  da linha.

Graças ao sistema construtivo  da família VLock  da Metal Work altamente flexível, que   permite se acoplar e fixar de forma rápida os  mais diversos elementos  sem a necessidade de nenhuma construção dedicada, admitem-se muitas formas e posições para acoplamento rápido, para diversos tipos de atuadores pneumáticos, eixos elétricos, pinças, guias lineares, mesas rotativas entre outros.

“Contando  com essa flexibilidade – conclui Cauduro – após dimensionamento e especificação via software Easy Robotic da Metal Work,  pudemos montá-lo em poucas  horas, usando estruturas de máquina perfis de alumínio, o que permitiu  várias simulações de configurações junto à linha de forma  pratica, montando e reconfigurando, para buscar  a melhor posição sem a necessidade de simulação virtual”.

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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