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Nova edição da Revista P&S

Icone Iniciativa,Lançamento | Por em 29 de julho de 2021

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ps tecnologiaAs atividades industriais representam 20,4% do produto interno bruto do Brasil, 69,2% das exportações brasileiras, 69,2% dos investimentos empresariais em pesquisa e desenvolvimento e 33% da arrecadação federal. Estes números demonstram a importância do setor.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), medido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em junho avançou pelo segundo mês consecutivo, atingindo 61,7 pontos e está próximo dos níveis registrados durante a recuperação econômica do segundo semestre de 2020.

ANÁLISE SETORIAL: A grande mudança que a tecnologia 5G vai proporcionar à indústria. O especialista e mestre em engenharia mecânica pela Unicamp ressalta que não é apenas o aumento da velocidade de acesso à Internet e sim a possibilidade de aumento da capacidade de entrega de dados em tempo real.

LEIA NA ÍNTEGRA, ACESSE:
www.ps.com.br/revista-digital

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unnamed (2)Por Rilson Silva*

Assim como o mercado agroindustrial, a mineração é uma locomotiva econômica para o Brasil, uma vez que o país é um forte exportador de commodities e o minério se faz presente nas mais diversas áreas. Para se ter uma ideia, somente no primeiro trimestre de 2021, o setor teve um faturamento de R$ 70 bilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). O que poucos sabem, no entanto, é que os lubrificantes exercem um papel fundamental para o desenvolvimento da atividade mineradora.

Quando falamos em mineração, nos referimos a equipamentos de grande porte, com desgaste excessivo e cargas extremas. Neste sentido, a utilização de lubrificantes de alta performance, além de reduzir custos operacionais, garante a vida útil, evita a deterioração do maquinário e previne graves acidentes, mantendo maior disponibilidade operacional.

As principais aplicações dos lubrificantes na atividade mineradora

No segmento de mineração, as aplicações de lubrificantes vão desde equipamentos móveis, na extração do minério, passando pelos motores elétricos e à combustão, até nos equipamentos estacionários que transformam o minério no produto final. Entre todas estas opções, existem lubrificantes específicos para cada uma delas e usar produtos de performance corretamente significa aumentar confiabilidade e eficiência do equipamento e até mesmo reduzir o intervalo de lubrificação e disponibilidade. Seja para engrenagens, motores, transmissões, correias, cabos de aço, sistemas hidráulicos, pinos, buchas, juntas ou até mesmo fluídos de refrigeração, os diferentes tipos de lubrificantes exercem funções particulares que possibilitam o funcionamento de cada equipamento.

Na atividade mineradora, além de exercer a função tradicional de reduzir o atrito entre as peças, os lubrificantes são responsáveis, em alguns casos, por auxiliar na refrigeração de peças, fazendo a troca de calor entre equipamento e ambiente. Estas funções são essenciais para garantir que o equipamento não sofra uma deterioração precoce e, consequentemente, exija gastos superiores durante o processo de mineração.

O impacto da manutenção preventiva para o processo produtivo

Maquinário quebrado é sinônimo de prejuízo em todos os setores da indústria. No segmento de mineração isso não é diferente. Na verdade, é ainda maior, dado o alto custo dos equipamentos. Por conta disso, realizar a manutenção preventiva das máquinas evita, não só que o processo de produção seja interrompido por possíveis danos a estes equipamentos, mas gastos elevados com consertos desnecessários.

Desta forma, a manutenção preventiva e correta dos equipamentos se faz necessária para execução da atividade mineradora. Optar por produtos de qualidade com o suporte técnico do fabricante do lubrificante é sempre a melhor maneira de evitar problemas maiores. Ou seja, utilizar lubrificantes de performance adequada faz com que o processo produtivo seja mais econômico e sustentável e os valores iniciais transformem-se em investimentos a médio e longo prazo.

Coordenador da Divisão de Mineração da FUCHS*

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Cummins_LinhaProducao21_bxA história da Cummins Engine Company no Brasil tem início da década de 1950, quando a empresa decidiu atuar na América do Sul, por meio de distribuição de seus produtos fabricados nos Estados Unidos. Em 1954, a Cummins abre a sua primeira oficina própria em São Paulo (SP).

Somente em 1971, a Cummins constituiu filial na cidade de São Paulo, adquiriu as fábricas de motores Otto Deutz, em Guarulhos (SP) por US$ 2,9 milhões e, no ano seguinte, a de chassis Magirus, em Simões Filho (BA), quando foi constituída a Cummins Nordeste SA. Em 1974, iniciou a produção de motores em Guarulhos (SP), inicialmente destinados a uso estacionário e de equipamentos de construção; no ano seguinte, a Cummins ingressou no mercado de motores veiculares ao lançar o N-855, de 14 litros, seis cilindros e 240 cavalos de potência. Ainda em 75, a empresa se associou à Caemi – Cia. Auxiliar de Empresas de Mineração, um dos maiores grupos brasileiros do setor de extração de minérios, e passou a deter 51% das ações da nova sociedade, a Caemi Cummins Motores S.A.

Em 1976, a Cummins já era fornecedora oficial (ou a principal) de diversos fabricantes nacionais de máquinas de construção (Clark, Komatsu, Tema Terra, Terex, Villares e Wabco; a estes se juntou a Müller, em 1978). Sua gama de motores industriais e veiculares (todos do ciclo Diesel com seis cilindros em linha) era apresentada em três versões: N, aspirado, com 240 cv; NT, turbo, com potências entre 250 cv e 340 cv; e NTA, turbo com aftercooler (pela primeira vez no Brasil), entre 350 cv e 406 cv.

Em 1980, a produção já ultrapassava 3 mil unidades, sendo 50% destinadas à exportação. Em junho de 1981 foi encerrada a participação da Caemi na Cummins. No mês seguinte, a empresa (agora denominada Cummins Brasil S.A.) iniciou um programa de exportação que propiciou seu primeiro salto de crescimento, elevando as vendas externas a 80% da produção total em 1984.

Em termos absolutos, porém, em função de sua estratégia inicial de concentrar-se na fabricação de unidades de elevada potência, era ainda muito reduzida a parcela do mercado ocupado pela empresa.

Com a introdução de nova família de motores médios e semipesados (Série C, de seis cilindros, 8,3 litros e potência entre 150 cv e 250 cv, dependendo da versão aspirada, turbo e turbo com aftercooler), em 1986, a empresa elevou radicalmente a sua participação no mercado brasileiro. E para acelerar o lançamento, a Cummins adquiriu da Fiat Diesel, que encerrava a sua fábrica de caminhões, a linha de produção de motores herdade da FNM. Também em 1986, iniciou a produção da Cummins Turbo Technologies.

Os primeiros veículos de série a utilizar os novos motores, lançados simultaneamente no Brasil e nos EUA e com 40% menos peças do que os equivalentes do mercado, foram os ônibus Mafersa.

Em ritmo acelerado expansão, a Cummins Brasil introduziu em 1989 a Série B para caminhões na faixa de 14 t – linha de motores médios com quatro ou seis cilindros (3,9 litros ou 5,9 litros) e potências entre 130 cv e 180 cv. Com estas duas famílias, a elevada dependência do mercado externo começou a reverter. Ainda naquele ano, a Cummins Brasil inaugurou o Centro de Desenvolvimento Tecnológico, responsável por introduzir vários produtos para o mercado latino-americano e outras regiões mundo afora.

Essa tendência de acelerada expansão se consolidou no início da década seguinte, a partir do momento em que a Cummins passou a equipar a linha de caminhões Ford Cargo nacionais (1992), ano em que a empresa lançou a linha de motores movidos a gás natural, e iniciou a participação, como fornecedora de motores, no consórcio modular da Volkswagen Caminhões, em Resende (RJ).

A partir daí sua produção (com índice de nacionalização médio de 85%) avançou ainda mais, atendendo 10% do mercado brasileiro de caminhões em 1995, 12% no ano seguinte e 17% em 1997; em 2004 este indicador estaria em 35%.

Com apenas 25% de nacionalização, no ano 2000, a Cummins iniciou a produção nacional da série ISM, com 11 litros e gerenciamento eletrônico (Interact System M). Também em 2000, iniciou-se a produção da Cummins Filtration e inauguração de uma nova fábrica em Guarulhos (SP). Dois anos depois, a Cummins Brasil deu inicio à produção de geradores de energia, também em sua unidade fabril de Guarulhos.

Além de atender a normas mais rigorosas de controle de poluição, o motor “interativo” (que foi de imediato aplicado aos caminhões International para exportação) continha ferramentas de coleta de dados em tempo real, com 120 itens programáveis, permitindo autodiagnóstico, avaliação de desempenho do equipamento e até corte da potência do motor em casos de falhas graves.

Na sequência ao ISM, que gerava até 405 cv de potência, foi lançado o ISB, com 8,3 l e 330 cv. Na Fenatran de 2003, a eletrônica chegou aos motores médios e semipesados, que passariam a equipar os caminhões Ford e VW a partir do ano seguinte – a família Interact 4 e 6, com os mesmos 3,9 litros e 5,9 litros, porém com nova arquitetura, quatro válvulas por cilindro e o moderno sistema de injeção common rail.

Para 2004 a Cummins desenvolveu a série Euromec III, derivado da série B, um motor “mecânico” (isto é, sem gerenciamento eletrônico) mais barato, para aplicações leves (3,9 l e 120 cv), porém ainda atendendo às exigências das autoridades ambientais brasileiras. Em 2005, também na Fenatran, foram lançados o ISC, versão eletrônica da bem-sucedida série C, com potência elevada para 320 cv, e o Euromec C, o correspondente ao EuroMec II na família C.

Em 2004, ano de seu 30º aniversário como fabricante, a Cummins chegou à marca de 430 mil motores produzidos.

Na edição seguinte da Fenatran, em 2007, a empresa apresentou a série ISL, com 8,9 litros e 400 cv, importada da Inglaterra, com previsão de lançamento futuro no Brasil. Apta a atender as normas Conama previstas para 2009, dispunha do novo sistema de controle de emissões SCR (Selective Catalytic Reduction) a base de solução de água e ureia com catalisador; tinha módulo de controle eletrônico com velocidade de processamento duas vezes maior e opção de freio-motor integrado ao cabeçote, atuando diretamente sobre as válvulas de escape.

A década de 2010 ficou marcada para a Cummins Brasil com a decisão estratégica de diversificar suas atividades industriais e comerciais por meio de Unidades de Negócios, compostas em Motores, Turbocompressores, Geradores de Energia, Filtros (unidade fabril inaugurada em 2011) e Distribuição, sem se descuidar dos novos marcos regulatórios de emissões veiculares, oriundos da Europa, o Euro V, e, na sequência, o Euro VI.

Foi nesse cenário que a Cummins bateu recorde de produção e de vendas de motores, em 2011, ano que precedeu a entrada em vigor do Euro V, em janeiro de 2012. Com as vigorosas vendas em 2011, a Cummins Brasil chegava à marca de 1 milhão de motores em 2012.

Nessa fase, a Cummins inicialmente importava os motores ISF 2.8 litros e 3.8 litros, que – em 2016 – foram nacionalizados.

A partir da metade da década de 2010, a Cummins Brasil – mesmo com o fortalecimento das Unidades de Negócio, mas com céleres movimentações mundiais por sustentabilidade – passou a investir, não só mais em produtos, mas em soluções energéticas para a mobilidade, em especial em eletrificação veicular e células de combustível, lembrando que a companhia – no País – já está pronta para atender ao Euro VI, legislação que deve entrar em vigor no Brasil em 2023.

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unnamed (1)Lucro sustentável é a combinação de lucro financeiro com responsabilidade social. Segundo Ana Paiva, gerente de RH do Grupo DMS Logistics, “é muito mais do que o dinheiro pelo dinheiro, é lucro para gerar valor, seja para nossos colaboradores, acionistas, clientes e para a sociedade como um todo”.

Ana explica que esse é um dos propósitos e dos valores que estão no DNA da empresa: “desde as atitudes mais simples, como as economias que vieram com o sistema home office adotado desde o início da pandemia, até as melhores práticas de valorização dos nossos colaboradores, passando pela redução do consumo de energia com a instalação de placas solares em uma de nossas unidades e consumo de papel, tudo que fazemos, hoje, tem uma preocupação com o futuro do planeta”, explica Ana.

Ela dá um exemplo: “no último ano, deixamos de consumir cerca de 1 tonelada de papel, o que significa que pelo menos 20 árvores foram poupadas, isso sem contar no volume de água, já que o processo industrial para fabricação de 1 simples A4, consome cerca de 10L por folha”.

Ana lembra que foram firmados contratos com fornecedores locais para confecção de brindes para clientes e fornecedores, contribuindo de forma impactante para esses pequenos empreendedores se mantivessem ativos em plena pandemia. “Esse comportamento não nasceu agora, ele foi potencializado pelo momento atual. As práticas sustentáveis fazem parte da filosofia da empresa”, garante.

Tanto que a empresa é, hoje, certificada com o selo verde da Ecovadis na categoria bronze e está focada em subir de categoria: “na pesquisa desse ano, já contaremos com novas métricas”, enfatiza a gestora. Segundo ela, isso representa a preocupação da empresa em atender aos requisitos das melhores práticas, gerando valor e destacando a DMS para seus clientes, que cada vez mais valorizam e exigem esse tipo de certificação.

Os planos para expansão incluem o “Pacto Global da ONU, do qual a empresa passou a fazer parte este ano, e novas metas de sustentabilidade que estão sendo criadas para que possamos cada vez mais gerar valor, patrocinando e promovendo uma sociedade mais justa e sustentável”, finaliza Ana.

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pexels-shvets-production-6980173Como parte da sua estratégia de engajamento social, implementada junto às comunidades onde atua, a BASF conta atualmente com dois projetos de formação gratuita, um deles voltado exclusivamente a profissionais com deficiência. O objetivo é aumentar a empregabilidade destes profissionais no mercado, sendo que dois profissionais com deficiência já foram incorporados ao quadro de colaboradores da BASF. Devido à pandemia, os cursos são realizados virtualmente.

O primeiro curso, voltado à formação de operadores de produção, já contou com duas edições, desde 2020, em Guaratinguetá (SP), cidade que abriga uma unidade fabril da BASF. Realizado em parceria com a Associação Comercial e Empresarial de Guaratinguetá (ACEG) e com o Serviço Nacional da Indústria (SENAI), o projeto é voltado à qualificação de profissionais do município de Guaratinguetá, SP, que estão fora do mercado de trabalho. Até o momento, cerca de 100 pessoas passaram pelas turmas.

A segunda edição do curso, neste ano, contou com cerca de 4.600 inscritos. “O Curso de Operador de Produção ofertado à comunidade guaratinguetaense e região é um exemplo que materializa a Estratégia de Engajamento Social da BASF em nosso município e que reforça o nosso jeito E de aliar o nosso sucesso econômico ao desenvolvimento da sociedade”, afirma o diretor do Complexo Químico de Guaratinguetá & Infraestrutura para a América do Sul, Patrick Silva.

Uma terceira edição exclusiva para pessoas com deficiência está sendo planejada para o segundo semestre.
O outro projeto em andamento é voltado exclusivamente à formação administrativa e socioemocional de pessoas com deficiência. Realizado a partir de 2021, em parceria com a Rede Cidadã – entidade de assistência social que desenvolve programas e projetos de forma continuada -, o curso espera formar mais de 50 profissionais de diferentes estados, que receberão orientação para inserção no mercado de trabalho.

Esta iniciativa é parte da estratégia de Diversidade & Inclusão da BASF e integra o recém-lançado “Projeto Conexão PcD 360″. “Uma das frentes de atuação do projeto tem como objetivo ampliar a empregabilidade das pessoas com deficiência, desenvolvendo competências que poderão ser exercidas no mercado de trabalho”, destaca Bruno Ferrante, gerente sênior de Desenvolvimento de Talentos e Experiência do Colaborador da BASF América do Sul.

“Trabalhamos para ser uma empresa inclusiva e acessível, na qual profissionais com deficiência tenham interesse em trabalhar, se desenvolver e fazer carreira. Até 2022, queremos capacitar mais de 200 profissionais com deficiência para o mercado de trabalho”, completa Karina Chaves, gerente de Diversidade e Inclusão da BASF América do Sul.
Para se candidatar a vagas na BASF, o candidato deve acessar a seção carreira no site da empresa e acompanhar a postagem de vagas por meio dos canais das empresas parceiras.
Acesse: https://www.basf.com/br/pt/careers/jobs.html#%7B%7D
Imagem: SHVETS

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43191110Todo profissional sabe a importância de contar com ferramentas de qualidade para executar serviços em geral. Afinal, mesmo o funcionário mais habilidoso não conseguiria entregar resultados de qualidade com utensílios que o deixam na mão. Além de uma boa variedade de ferramentas, os profissionais precisam da garantia de que são produzidas com materiais de qualidade, para que sigam em perfeitas condições independentemente do tipo de trabalho que precisa ser realizado.

A linha Tramontina Master tem dois lançamentos que prometem mais agilidade, segurança e aumento na produtividade para executar reparos e manutenções em geral. Confira, a seguir, mais detalhes sobre eles.

É composto por 110 peças de ferramentas essenciais, como alicates, chaves de fenda, chaves combinadas, chaves hexagonais, chaves catraca, soquetes, extensão e adaptadores, todas elas produzidas em materiais de alta qualidade.

O kit de ferramentas garante maior praticidade e versatilidade na rotina, com todos os itens necessários para qualquer atividade, já que é supercompleto. O kit ainda vem com maleta plástica de alta resistência, que permite a organização e armazenamento dos itens, garantindo facilidade para guardar e transportar dentro dos diferentes locais do ambiente de trabalho.

O Nível Tramontina em Polímero de Engenharia vai deixar os projetos de reforma ou construção muito mais ágeis. Disponível em três tamanhos, 12”, 18” e 24”, foi desenvolvido para auxiliar na medição correta de paredes, pisos e estruturas em geral. Ele possui três ampolas de nivelamento (de 0º, de 45° e outra de 90º). Além disso, conta com régua graduada marcada em centímetros e polegadas. Seu corpo é fabricado em polímero de engenharia através de resistente estrutura em perfil “I”, com furo triangular na extremidade para facilitar o transporte e aplicação.

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poderSegundo, Charles Duhigg no best seller, O Poder do Hábito, é preciso um olhar externo para que consigamos entender e mudar vários processos que muitas vezes atrapalham nosso dia a dia, e assim também acontece com as empresas.

Dificilmente uma equipe interna de uma indústria vai conseguir detectar onde estão seus gargalos e pontos a serem melhorados sem deixar de lado hábitos arraigados. Os detalhes ignorados – e que vão se acumulando, se refletem em perdas de lucratividade e produtividade.

Essas falhas silenciosas acontecem nos detalhes que, pelo ritmo de produção, passam a ser impossíveis de serem detectadas: “É por isso que a terceirização funciona muito bem. Com um trabalho sério, feito com profissionais de fora da empresa, fica mais fácil melhorar a autonomia técnica sem ter que parar alguém da equipe interna, sem parar a produção” explica Renato Pádua, gerente comercial da CWBem.

Como essa mudança acontece?

Com a terceirização é possível mapear, aprimorar e automatizar processos de qualquer empresa. A indústria está constantemente procurando maneiras de aumentar a produtividade em conjunto com redução de custos, mas para que essa equação funcione, todo o processo precisa ser otimizado – e para alcançar este patamar, a terceirização é um caminho que faz todo sentido.

“Existe uma natural dificuldade na visão “interna” de se conseguir detectar e sugerir mudanças, até para evitar possíveis atritos ou conflitos. As organizações operam sem refletir sobre seus processos ou, até pior, sem terem ideia do que está acontecendo. O olhar de fora é independente e isento, portanto qualquer problema será apontado sem emoções e todas as mudanças serão feitas baseadas em análises técnicas e observações”

O caminho para otimizar

Renato elenca o melhor caminho para alcançar o melhor resultado na organização de uma indústria, do ponto de vista da terceirização, criando um fluxo de trabalho mais eficiente.

1 – Mapeamento inicial do processo

Mapear a situação atual é a forma de fazer o levantamento documental de como acontece a realização das atividades. Este momento inicial serve para esquematizar detalhadamente todo o processo envolvendo definição de processos, detalhamento das atividades e pessoas envolvidas – com etapas documentadas.

“Para este mapeamento podemos utilizar questionários, observação na operação de cada processo, entrevistas com cada colaborador e reuniões com todos os setores. Começamos, desta maneira, a formalização do cenário atual e identificação do que pode ser melhorado.”

2 – Redesenho do processo

Com o mapeamento, a próxima etapa é redesenhar todo o processo identificando tudo que pode ser melhorado: “O redesenho do processo envolve minimizar o retrabalho, automatizar atividades possíveis, padronizar rotinas e até mesmo reduzir ou excluir atividades que só servem para perder tempo. É com esse redesenho que conseguimos melhorar a comunicação entre áreas e definir quem vai fazer o que a partir de então.”

3 – Criação da modelagem técnica

Sabendo o que pode ser feito, o próximo passo é criar uma modelagem visual – ou gráfica – de como seria o fluxo de atividades do novo modelo de processo: “É a transcrição de todos os processos, listando as novas etapas de uma maneira que todos compreendam o que vai acontecer.”

4 – Começo da implementação e implantação

Para automatizar o processo devidamente mapeado, redesenhado e modelado, é necessário trabalhar com a integração de áreas e com os sistemas da empresa. A implantação é o próximo passo, com o processo já alinhado e pronto para testar: “É a homologação para executar, monitorar e administrar se todos os fluxos estão alinhados para seguir operando. A passagem de bastão da equipe terceirizada para a própria empresa precisa ser feita com muito cuidado – sempre de olho nos detalhes que farão a empresa funcionar com a forma desejada”

Lembrando que o mais indicado é observar este processo por um período pré-definido junto a cada cliente para realizar os devidos ajustes do seu funcionamento.

5 – Melhoria contínua

Com todo o processo nas mãos da empresa, a manutenção da qualidade é a meta. A constante análise faz com que o objetivo seja mantido e os resultados sejam aperfeiçoados com atualizações: “Com o trabalho bem feito, basta seguir as orientações e manter o novo padrão de operação. Mas, claro, é fundamental ver novas ferramentas, outras soluções que possam surgir com o passar do tempo e trazer coisas diferentes, mantendo e aprimorando o trabalho criado,” completa Renato.

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i474391Conforto de um espaço iluminado e aconchegante ao alcance das mãos? Acender e apagar as luzes mesmo sem estar em casa? Controlar a iluminação via smartphone, tablet ou comando de voz? Sim, é possível tudo isso – e muito mais – com a novidade da fábrica de materiais elétricos da Tramontina que acaba de lançar a lâmpada SmartLED.

Com o novo produto da Tramontina controlar a iluminação do ambiente, acender, apagar, variar a intensidade e sincronizar a variação da cor conforme a melodia da música estão apenas a um toque. Econômica, segura e prática, a lâmpada oferece, além das temperaturas mais conhecidas (branca, neutra e amarela), uma paleta com 16 milhões de cores para atender gostos e necessidades distintas.

Por meio da função geolocalização, é possível configurar dispositivos compatíveis ao produto para ligar e desligar a luz ao chegar e sair do local. Logo, esquecer lâmpada acesa, nunca mais. Viajar e deixar a luz ligada também pode, afinal basta agendar horários de funcionamento. Como tudo pode ser devidamente programado é possível alterar a temperatura de cor ou intensidade luminosa de acordo com a previsão do tempo ou com temperatura do ambiente.

A SmartLED da Tramontina funciona de forma remota ou por comando de voz, pois é compatível com os principais assistentes existentes no mercado. É só baixar o aplicativo SmartLED, encontrado gratuitamente nas plataformas Google Play e App Store. O produto é indicado para uso interno, funciona na tensão de 100 a 240 Volts e necessita de rede Wi-Fi disponível na frequência 2,4GHz.

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pexels-pixabay-257775A Schneider Electric divulga a  pesquisa Digital Economy and Climate Impact para promover a compreensão de como os aplicativos inteligentes e digitalizados serão alimentados no futuro. O relatório prevê que a demanda de eletricidade relacionada ao setor de TI deverá aumentar em quase 50% até 2030. No entanto, à medida que o sistema elétrico se descarbonizar, as emissões não aumentarão mais de 26% até a data prevista.

Para auxiliar na redução do aumento das emissões, o Instituto de Pesquisa de Sustentabilidade da Schneider Electric™ recomenda esforços contínuos para alcançar eficiências nas áreas de TI e energia nos níveis de componente e sistema. Lançado no evento promovido pela empresa na última semana, apresentado virtualmente do Hub de Boston da Schneider, o relatório destaca como a ascensão da edge computing requer foco específico, já que é esperado que esses sistemas sejam menos eficientes do que os data centers em hiperescala do ponto de vista de PUE.

“Quando o mundo se fechou, ele também se conectou, e o tráfego da internet disparou”, disse Pankaj Sharma, vice-presidente executivo da área de Secure Power da Schneider Electric. “É ilusório presumir que a atividade digital resultará inevitavelmente em um aumento profundamente problemático nas emissões de CO2. A análise da Schneider põe de lado muitas das afirmações do pior cenário, prevendo que o uso de eletricidade relacionado à TI dobrará a cada cinco anos”, continuou. “Dito isso, como indústria, devemos permanecer vigilantes para encontrar novas fontes de ganhos de sustentabilidade, ao mesmo tempo que garantimos resiliência à medida que o digital mantém a vida avançando.”

Além de divulgar o relatório de pesquisa, a Schneider Electric anunciou atualizações para seu software de gerenciamento de infraestrutura de data center de TI EcoStruxure™, Galaxy™ VL fonte de alimentação ininterrupta trifásica (UPS) e introduziu um UPS monofásico líder do setor, o APC™ Smart-UPS™ Ultra. Todas as apresentações são projetadas para fazer o setor avançar no cumprimento das metas de sustentabilidade e, ao mesmo tempo, aumentar a resiliência da infraestrutura de TI e data center.

Imagem: Pixabay

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img_marketParceria entre o Grupo Index e a We.Flow passa a oferecer a solução ESG 4.0 a empresas que desejam integrar valores sustentáveis em suas rotinas produtivas e aos seus modelos de negócios. Sigla para Environmental, Social and Corporate Governance, (ou ASG, a agenda Ambiental, Social e de Governança, em português), a versão 4.0 da solução vai além do simples cumprimento de regras e exigências do mercado e propõe a integrar a sustentabilidade e o impacto positivo e proativo na estratégia dos negócios. Diferentemente dos conceitos antecessores, essa versão contempla a pauta ESG de forma consciente e integral, sendo continuamente aprimorada com as principais inovações emergentes campo de impacto no mundo.

A implementação da consultoria ESG 4.0 passa pela construção de diagnóstico, planejamento, implementação, mensuração e reporte de uma estratégia ESG genuína e alinhada com a expertise de cada organização, gerando valor para toda a cadeia de relacionamento dos negócios – colaboradores, fornecedores, consumidores finais, a sociedade que as cerca e demais stakeholders – e se materializando em resultados práticos e efetivos em termos econômicos, sociais, ambientais e culturais.

A solução oferece um diagnóstico preciso da empresa para a implantação da cultura ESG e um benchmarking internacional no setor de atuação da empresa. A partir desse diagnóstico, estabelece um modelo de impacto exclusivo e um planejamento estratégico para sua aplicação. Todo esse processo é acelerado de perto pelas parceiras, o que contribui para a construção de uma verdadeira cultura de ESG e o engajamento de todos os públicos da empresa. Uma avaliação minuciosa, seguida de mensuração do impacto e da sustentabilidade da empresa, contribui para a construção de uma estratégia de engajamento, parceria e comunicação dessa organização com seu entorno, de modo que ela atinja e consiga compartilhar seus objetivos, resultados e impactos de forma clara e coerente. A solução é capaz de implementar uma estratégia de ESG permanente e duradoura porque tem em sua base um programa inovador de treinamento e capacitação experiencial à equipe da organização, o que favorece que os conceitos do ESG sejam sentidos e vivenciados na prática, diariamente, em todas as ações empresariais e mesmo na vida pessoal de cada participante.

O modelo foi elaborado para empresas de qualquer porte e setor de atividade que buscam estruturar, mensurar ou até expandir boas práticas de governança e o impacto socioambiental gerado a partir de suas atividades produtivas. Os resultados gerados pela implantação do modelo, com base em estudos realizados por diversas organizações internacionais, se refletem na melhoria do desempenho financeiro, na construção de uma reputação sólida, no aumento da confiança dos stakeholders e na garantia da fidelidade do consumidor, além da contribuição efetiva para uma economia mais inclusiva, equitativa e regenerativa.

O modelo do ESG 4.0 se sustenta em três pilares:
• O alinhamento e a integração entre o negócio e o impacto socioambiental;

• O incentivo à formação de uma cultura e liderança para o ESG;

• A transparência nas políticas de compliance e avaliação de impacto.

O ESG 4.0 trata da quarta onda do que, por ser algo vivo e em constante evolução, já é considerado um movimento – o do ESG -, que leva as empresas a incluir e transcender a visão econômico-financeira, compreendendo seu papel em uma sociedade e suas responsabilidades a partir dos impactos sociais e ambientais que suas atividades geram.

“Temos essa expertise na área ambiental e socioambiental com relação ao negócio”, informa Marcelo Schmid, sócio-diretor do Grupo Index, “e a We.Flow tem expertise internacional na governança e no social. A ideia foi juntar esses dois mundos para, juntos, criarmos algo ainda inédito no mercado. Algo completo e abrangente, que atenda tanto a empresa que está no começo do ESG até a que já está no topo desse processo. E isso passa por ressignificar conceitos de governança dentro das organizações para que os conceitos ESG saiam do papel e se tornem prática real, efetiva, genuína e verdadeira”, explica.

“Um dos grandes diferenciais do ESG 4.0, além da metodologia exclusiva e inovadora e da expertise de toda a equipe envolvida (distribuída hoje em 5 países), é que a We.Flow é uma Empresa B pendente certificada, o que garante um alto nível e rigor de ética, transparência e sustentabilidade. Somos assim um fornecedor certificado em impacto social que agrega valor às próprias políticas e estratégias de sustentabilidade e de impacto da empresa”, completa Paulo Cruz Filho, co-fundador e Soul of Flowing da We.Flow.

Com meio século de experiência no setor florestal e ambiental, o Grupo Index soma hoje 1,250 milhão de hectares de inventários florestais, 1,750 milhão de áreas monitoradas (SIG), 45 mil hectares de gestão florestal, US﹩ 3 bilhões de apoio a transações florestais e US﹩ 6 bilhões de ativos florestais avaliados.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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