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Iniciando as atividades do segundo semestre, a EFI, empresa líder mundial em inovações para impressão digital, anunciou o novo Sales Development Manager para unidade de negócios EPS – Enterprise Productivity Software, na América Latina, o executivo Cristiano Gonçalves de Freitas.

Com formação no curso técnico gráfico pelo Senai e em desenho industrial pela FMU, Cristiano tem vasta experiência no mercado de impressão, onde atuou em setores diversos, com foco no desenvolvimento de estratégias comerciais em tecnologias gráficas.

“Estou muito orgulhoso com a oportunidade de ingressar na EFI. Espero superar os desafios impostos pelo mercado e ampliar a participação da divisão da área de EPS, no setor de embalagens”, ressalta o executivo.

De acordo com Ernande Ramos, diretor de vendas para América Latina da EFI, o segmento de embalagens é um dos mais promissores do mercado de impressão e foco da EFI nesse ano. A empresa oferece um portfolio completo que amplia as possibilidades de impressão em uma gama maior de substratos, utilizando a tecnologia LED, com soluções que promovem significativa redução dos custos e do tempo de produção. “O reforço do Cristiano para nossa equipe amplia a divulgação das nossas soluções EPS para automatização e gerenciamento da cadeia produtiva, que resultam na melhor eficiência e na lucratividade dos nossos clientes”, finalizou.

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feiraDe 23 a 26 de agosto, de 14h às 20h, acontece a Cachoeiro Stone Fair – feira internacional de mármore e granito, em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Espírito Santo. São 30 mil m² que reúnem mais de 200 expositores nacionais e internacionais com uma gama de novidades em máquinas, equipamentos e insumos, lançamentos de mármores, granitos e pedras translúcidas.

Cachoeiro de Itapemirim, cidade que abriga a feira de negócios, se destaca pela extração de mármore e por ser o maior polo processador da América Latina. Mais de 60% da indústria de beneficiamento de rochas ornamentais estão na região. O parque industrial do Estado conta com mais de 1500 empresas, dentre beneficiamento, máquinas e equipamentos, jazidas, marmorarias, centros tecnológicos e serviços. Esse grande polo faz com que a atividade movimente recursos significativos para a cadeia produtiva de rochas bem como outros setores da economia.

Para o presidente do Sindicato da Indústria de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado do Espírito Santo (Sindirochas), Tales Machado, é durante a Cachoeiro Stone Fair que viabilizamos uma aproximação dos elos da cadeia produtiva de rochas ornamentais com seus clientes e fornecedores. “A feira é um momento de encontro que reúne novidades em materiais e equipamentos. O contato que surge durante o evento é primordial. Além da proximidade com novos materiais e equipamentos, muitos clientes fazem questão de visitar as empresas, já que muitas delas estão no sul capixaba”, ressalta.

Distribuidores e marmoristas de todo o território brasileiro encontram na Cachoeiro Stone Fair uma oportunidade para geração de negócios. A grande demanda por máquinas inteligentes e processos de beneficiamentos inovadores tem movimentado o setor e a feira internacional do mármore e do granito.

Um exemplo é a italiana Breton, que lança no mercado brasileiro, sua máquina de corte a jato de água com controle de 3 ou 5 eixos, para corte de pedras natural e composta. O equipamento, que estará em funcionamento durante os quatros dias de feira, se sobressai pela precisão, potência e velocidade, podendo ter uma bomba de até 6200 bar.

 “Essas tecnologias abrem novas oportunidades para as marmorarias do país. O equipamento italiano, a Waterjet Clássica, conquistou as empresas de rochas dos Estados Unidos e Europa. Seu lançamento no Brasil acontece na Cachoeiro Stone Fair”, destaca o diretor da Breton do Brasil, Pedro Cesar Ribeiro.

 A busca por inovações são constantes na cadeia. Os fios diamantados, que surgiram na década de 90, atualmente é uma das tecnologias de corte em rochas ornamentais mais difundidas no mundo. Ele veio para melhorar o processo no mundo das rochas. Seus diferenciais consistem em cortes de precisão, maior produtividade e menor custo operacional.

A diretora da Milanez e Milaneze, Cecília Milanez, afirma que apesar do cenário atual, as expectativas para este ano são positivas. “A Cachoeiro Stone Fair oferece um leque de oportunidades para o setor de rochas ornamentais. Para esta edição, esperamos um bom número de visitantes de diversas cidades brasileiras”, completa.

Visita e palestras

Os ministros Sarney Filho (Meio Ambiente) e Fernando Bezerra Filho (Minas e Energia) confirmaram presença na 42ª Cachoeiro Stone Fair. Eles farão uma visita aos estandes no dia 25.

 No mesmo dia, a arquiteta Liliam Araújo ministra a palestra “Novos requisitos da Norma de Desempenho NBR 15575 para o uso de rochas ornamentais na Construção Civil”. O tema aborda os novos parâmetros e requisitos técnicos para as edificações.

Segundo o presidente do Sinduscon-ES, Paulo Baraona, a feira é fundamental para a cadeia produtiva do setor de rochas ornamentais e da indústria da construção. “A Stone Fair é um evento consolidado e bem-sucedido, sendo reconhecido o seu impacto positivo na economia capixaba, com o fomento de novos negócios”, afirma.

Já os lojistas do segmento de materiais de construção podem conferir a palestra “Inovando seu ponto de venda com mármores e granitos”, além de conhecer uma linha de produtos acabados de mármore e granitos feitos para potencializar os negócios na rede de lojas de materiais de construção.

A Cachoeiro Stone Fair é realizada pela Milanez & Milaneze e promovida pelo Sindicato das Indústrias de Rochas Ornamentais, Cal e Calcários do Estado (Sindirochas), e Centro Tecnológico do Mármore e do Granito (Cetemag). Conta também com apoio institucional do Governo do Estado do Espírito Santo, Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim, Centrorochas, Sebrae, Sinduscon-ES, CBIC e apoio Sistema Findes Sesi/Senai.

 Serviço

Cachoeiro Stone Fair – 42ª Feira Internacional do Mármore e Granito.

Data: de 23 a 26 de agosto de 2016.

Horário: 14h às 20h (acesso até as 19h).

Local: Parque de Exposição Carlos Caiado Barbosa

Empresa realizadora: Milanez & Milaneze S/A

Telefone: 55 (27) 3434-0614 / (27) 3434-0615

E-mail: info@cachoeirostonefair.com.br

www.milanezmilaneze.com.br / www.cachoeirostonefair.com.br

 

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 Por Rodrigo Fragola

A indústria mundial de varejo vem avançando de forma admirável numa disciplina multifacetada que se convencionou chamar de “prevenção de perdas” e que envolve desde a perda por falha nos controles de estoque, até os prejuízos ocasionados por furtos ou fraudes no sistema digital de pagamento.

Para não abrir demasiado o leque neste artigo, proponho uma passada de olhos nas vulnerabilidades de segurança que o setor precisa enfrentar para sanar uma sangria conhecidamente gigantesca, que são as perdas por falha na segurança do negócio, mais especificamente, no aparato digital e eletrônico disponível para a prevenção contra ataques às gôndolas, ao caixa e às bases de dados de clientes.

Entram, portanto, neste rol as categorias de risco cibernético e de vulnerabilidade física tradicional (que dá ensejo ao roubo ou desvio de produtos), de modo que se possa pensar numa visão holística (unificada) da questão das perdas varejistas e sua respectiva prevenção.

Vamos mirar especificamente o comércio em rede, uma vez que esta é forma predominante na indústria atual do varejo, embora a abordagem geral caiba também aos estabelecimentos isolados.

A primeira constatação é a de que o setor vem adotando certas medidas razoáveis, como o uso de etiquetas de rastreamento com alarme (RFID), para evitar a saída de produtos não pagos, uma iniciativa cada vez mais comum, principalmente em lojas de produtos com alto valor unitário, como perfumarias, lojas de eletrodomésticos e confecções.

Entre os sofisticados itens em fase de disseminação estão as câmeras de vigilância, muitas delas associadas a analisadores de ambiente capazes de detectar pessoas em movimentação brusca, ou até com leitores biométricos para o cadastramento facial de suspeitos.

São iniciativas ainda incipientes na grande maioria das redes no Brasil, como atestam pesquisas setoriais, mostrando que só 35% dos supermercados e atacarejos dispõem de planejamento e equipes dedicadas à prevenção.

Mas um tópico mais preocupante, a meu ver, é o cenário de alta vulnerabilidade da estrutura de informática presente nos pontos de vendas do país, o que agrava de forma dramática a própria segurança física.

Isto porque tal estrutura é vital não apenas para o gerenciamento das transações eletrônicas da loja, mas também para o monitoramento da segurança de itens como as câmeras, os alarmes, os detectores RFID, os sensores de presença nos depósitos, os leitores de códigos de barra, os registradores de cash, balanças e até catracas de entrada e saída de clientes.

No aspecto estritamente digital, é certo que todos estes estabelecimentos deveriam já se submeter a normas básicas de compliance impostas pelas bandeiras de cartão de pagamento como Visa, Diners e MasterCard através do seu rigoroso padrão PCI-DSS, que mundialmente mobiliza bilhões em tecnologia de combate à vulnerabilidade de dados e transações.

Mas embora utilizem necessariamente uma rede credenciada de transporte de transações (como Elo ou PagSeguro) tais estabelecimentos raramente dispõem de uma rede interna isolada para seus serviços gerais, em relação a pontos críticos de interface com o cliente ou com o mundo externo, como os terminais de PDV ou de captura de cartões.

Assim, toda a blindagem com base em normas (compliance) adotada pelo transportador de transações e exigida pelas bandeiras dos cartões se depara, no ambiente da loja, com uma brecha de segurança pela qual, se passa boi, certamente em algum momento deixará passar a boiada, como diz a linguagem popular e referencia a velha e infeliz “Lei de Murphy”.

Este é um cenário, aliás, não muito diferente do que se verifica em todo o espectro das empresas, principalmente na faixa das PMEs. A mesma conexão de Internet que equipa uma câmera IP é usada pra trafegar informações fiscais e contábeis ou dados críticos de cliente.

O mesmo WiFi da lanchonete, que conecta o cliente ao Facebook e permite ao garotinho jogar o seu passatempo enquanto espera um sanduíche, conecta também a garçonete, com seu terminal de pedido, ao sistema de gestão de entregas e está ligado ao software de RH da loja ou até mesmo da rede.

Um tipo de negligência nas pontas que, está provado, contamina a própria rede global de pagamentos e promove lucros bilionários ao crime cibernético, além de facilitar toda sorte de fraudes ou desvios no ambiente físico e virtual da rede varejista.

Para quem conhece um pouco sobre as especificações de compliance contidas no PCI DSS ou nas modalidades da norma ISO dirigidas à segurança, é preciso reconhecer que o investimento exigido em segurança cibernética é, quase sempre, o maior entrave à melhoria desse aspecto.

Quando a correlação de custos favorece, o nível de adesão do comerciante é altamente positivo. E aí está o exemplo das câmeras IP, hoje quase tão abundantes quanto lâmpadas no ambiente da farmácia ou supermercado.

E isto pelo simples fato de que sua instalação “agite e use” dispensa maior planejamento, não carece de fiação e atinge custos hoje em dia tremendamente acessíveis.

Agora, o que começa a mudar, é que o mesmo movimento de massificação que ocorreu com as câmeras WiFi, começará a ocorrer em relação ao lado cibernético e à centralização de controle dos itens de segurança digital.

Consoles a custos compatíveis, com baixa exigência de aprendizado e fácil integração com dispositivos de monitoramento físico e virtual já despontam como a novidade da vez.

Um exemplo disto são as centrais de proteção unificadas (tecnicamente chamadas de Firewall UTM) que reúnem todas as funções de segurança em nível cibernético de rede interna e que permitem gerenciar a segurança de dispositivos como os próprios POS, as câmeras IP do ambiente, os terminais de leitura e celulares de clientes e funcionários.

Tudo isto contando ainda com funções de fácil uso para a criação de redes virtuais isoladas, fornecendo blindagem para a comunicação de negócios e garantindo a criação de políticas de priorização de tráfego para aquilo que realmente interessa.

De um patamar até recentemente em torno de sete ou oito mil reais no mercado interno, centrais UTM de alta confiabilidade já podem ser encontradas a valores próximos a R$ 2 mil. Abre-se assim uma perspectiva nova para pequenas e grandes redes de varejo, que por um baixo investimento inicial, poderão iniciar a implantação da segurança holística em todas as suas lojas.

E quem sabe não seja o momento para que as grandes empresas da cadeia de pagamentos (operadoras de cartão, adquirentes e bancos) comecem a distribuir incentivos para que o pequeno comerciante (ou franqueado) atinja, efetivamente, níveis mais sólidos de conformidade com as normas de segurança.

*Rodrigo Fragola é Presidente da Aker Security, Vice-Presidente de Segurança e Defesa do Sindicato da Indústria da Informação (Sinfor) e Diretor de Segurança e Defesa da Associação Brasileira das Empresas de Software(Assespro-DF)

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blogindustrialEscrito por Richard Landim,

 Especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil

 

O antigo ditado “tempo é dinheiro” se aplica em grande medida aos testes de cabos. Nos últimos 20 anos, o setor corporativo de  se beneficiou dos avanços das ferramentas e tecnologias de teste e certificação. Esses avanços reduziram o tempo de teste e certificação de cada enlaçe de cabo a apenas alguns segundos. Testadores mais rápidos certamente reduziram também os custos envolvidos. Ainda assim, há etapas adicionais em qualquer instalação que consomem um tempo valioso e que resultam em custos adicionais. Desta forma, empresários experientes e fornecedores de dispositivos compreenderam que ainda existem oportunidades reais para a redução do tempo gasto em muitas funções relacionadas com o teste, ajudando assim os integradores a obter novos lucros durante o processo.

Uma recente pesquisa da Fluke Networks realizada com instaladores de cabo sobre o tempo gasto para a realização das várias funções relacionadas aos testes revelou resultados surpreendentes. Um grande aprendizado: lidar efetivamente com os problemas e as ineficiências durante o processo de testes definitivamente aumenta a margem de lucro. De fato, algumas empresas relataram um aumento de até 10% no lucro final. Elas conseguiram isso utilizando sistemas que reduzem os elementos que desperdiçam tempo de teste. Esse lucro adicional significa mais receita para os instaladores de cabo ou, se eles optarem por repassar a economia aos possíveis clientes, ofertas mais competitivas.

Um estudo realizado com instaladores dos EUA relatou que 63% do tempo foi gasto efetivamente na instalação de cabos. Após o término da instalação, 14% do tempo normal de projeto envolviam tarefas relacionadas a testes, 6% se relacionava à elaboração de relatórios, 8% a retrabalho e 9% a contingências e outras atividades. As partes do trabalho não relacionadas à instalação, ou seja, testes, elaboração de relatórios, retrabalho e resolução de problemas, representam um terreno fértil para o corte de custos mediante a implantação de sistemas de testes com recursos expandidos.

As ações que as empresas citaram para reduzir os custos e aumentar os lucros foram reduzir os erros durante o planejamento e a configuração, eliminar os erros de teste causados por funcionários inexperientes, evitar os atrasos causados quando instaladores menos experientes estão ociosos e esperando mais ajuda de gerentes experientes, reduzir o tempo de resolução de problemas, reduzir a necessidade de novos testes, agilizar os processos ineficientes de elaboração de relatórios e evitar tempo de viagem desnecessário.

Testadores avançados melhoram a produtividade

Os instaladores de cabo que usaram testadores padrão relataram uma média de 20 horas gastas na resolução de problemas durante a conclusão de um trabalho habitual de 1000 links. Porém, eles conseguiram reduzir a média de horas gastas na resolução de problemas a apenas sete, com o uso de  sistemas de teste avançados, o que representa um ganho de produtividade de 65%.

A melhoria do planejamento e da configuração é um primeiro passo essencial para reduzir tempo e custos. Um sistema de testes que ofereça uma função única de gestão de tarefas para controlar todos os requisitos do trabalho desde o início pode proporcionar grandes dividendos durante o trabalho. Esse sistema pode definir eficientemente os requisitos e o andamento do trabalho, da configuração à aceitação dos sistemas, assegurando que todos os testes sejam concluídos com precisão.

Quando os parâmetros de teste podem ser configurados em um ponto central e transmitidos pela nuvem tanto por técnicos quanto pela equipe administrativa, temos como resultados economia de tempo e redução de erros. Os sistemas de teste avançados eliminam a ida e volta ao escritório para elaborar relatórios de teste, o que resulta em relatórios mais precisos e fechamento mais rápido do projeto.

Escassez de trabalhadores qualificados exige novos métodos para os testes de cabos

Os instaladores definitivamente não querem erros no campo e utilizam uma série de abordagens para minimizá-los. Um método é contratar mais funcionários habilitados. Entretanto, há escassez de trabalhadores que compreendam as nuances dos testes de cabo e fibra. 78% dos proprietários entrevistados na pesquisa da Fluke Networks relataram que é um desafio global encontrar bons trabalhadores.

Como o treinamento desses funcionários é caro e a contratação de trabalhadores mais experientes e mais gerentes de projeto para supervisioná-los consome grande parte dos lucros, uma abordagem melhor é projetar sistemas de teste, diminuindo espaço para erros.

Projetar e automatizar de modo mais inteligente algumas das funções de teste para evitar erros são ações essenciais para tornar o processo de teste mais eficiente. Mais de 800 instaladores em todo o mundo foram questionados e quase metade informou que tem de voltar a testar as ligações porque elas foram testadas com os limites errados. 37% relataram que lidam com medições de fibra de perda negativa (uma perda negativa em uma fibra é como registrar um tempo negativo em uma corrida de 100 metros rasos – evidentemente algo está errado).

Corrigindo a causa principal de muitos problemas de teste: a configuração inadequada

Definir os níveis de referência de fibra corretamente é essencial para fazer boas medições, mas é um processo relativamente complexo. Se alguma das etapas for realizada de forma inadequada, toda leitura feita a partir daquele ponto com o testador será incorreta. O próprio dispositivo de teste pode eliminar os erros, conduzindo o operador passo a passo pelo processo de configuração e verificando se ele está correto. A sequência de telas abaixo mostra algumas das etapas do processo. Assim que cada uma é concluída, o testador verifica e apresenta a próxima etapa. Observe que a utilização de um código de cores no cabeamento ajuda ainda mais a reduzir as chances de erro.

Outra etapa do processo de certificação de cabo que exige mais tempo do que o necessário é a resolução de problemas quando eles se acumulam. Segundo mais de 300 prestadores de serviço que participaram de nossa pesquisa, um dos maiores fatores de desperdício no processo de teste é o tempo que as equipes têm que esperar até que o técnico mais experiente resolva o problema: em média, 4,6 horas por mês para cobre e 3,8 horas por mês para fibra.

A pesquisa da Fluke Networks apontou que apenas 30% dos técnicos conseguiam configurar os limites personalizados para testes de fibra; e 64% das empresas relataram atrasos nos seis meses anteriores enquanto aguardavam que um técnico configurasse os limites personalizados para fibra.

Tornando mais eficiente a elaboração de relatórios

Outro grande fator de desperdício de tempo é a elaboração ineficiente de relatórios. Um grande problema para muitas empresas é o tempo que gastam todos os meses para transportar os testadores até os PCs para que os resultados possam ser baixados para criar os relatórios necessários. Elas informam que 4,4 horas por mês são gastas simplesmente fazendo com que as informações sejam colocadas no local adequado. Um sistema de testes que gerencie todos os resultados de vários testadores através da nuvem pode acessar facilmente os dados do testador para monitorar o andamento e gerar relatórios. Os custos totais dos relatórios foram reduzidos à metade pelas empresas que usaram sistemas de teste com recursos avançados de elaboração de relatórios – de 4% do custo total do projeto para 2% em relação a um trabalho habitual de 1000 links.

 

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feiraCom atuação de 10 anos em importações para o setor de aviação executiva, empresa oferece solução completa, com serviços logísticos, operacionais, jurídicos, financeiros e tributários, que podem resultar em até 14% de economia nas aquisições

 A Cisa Trading, uma das maiores empresas de comércio exterior do País e a maior em volume de importação, apresenta, na LABACE 2016 (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), o maior evento de aviação executiva da América Latina, suas soluções de importação customizadas para atender às diferentes demandas das empresas do setor aéreo.

Atuando há 10 anos neste mercado, a Cisa Trading oferece serviços operacionais, logísticos, jurídicos, financeiros e tributários. Ou seja, uma solução de ponta a ponta, com coordenação de todo o processo de aquisição e de importação – o que inclui a encomenda, emissão de documentos e contratos junto ao exportador, compra, logística internacional e nacional, até o desembaraço aduaneiro e faturamento no Brasil.

“A LABACE é um evento empresarial muito exclusivo e dinâmico, porque reúne os principais players e fornecedores do mercado de aviação executiva para efetivamente fazer negócios. Por isso, consideramos esta uma excelente oportunidade para apresentar os diferenciais de nossos serviços de importação”, explica Felipe Videira, diretor executivo de Negócios da Cisa Trading.

Segundo ele, o mercado de aviação executiva no Brasil, como toda a economia, passa por um período de retração. Mas o segmento deve se recuperar com a melhora da economia, o que poderá gerar bons negócios na LABACE.

Os bons resultados do segmento nos últimos anos se justificam pela segurança propiciada pelo amplo conhecimento da empresa sobre as negociações mundiais neste setor e pelo fato da Cisa Trading integrar o grupo de empresas contempladas pelo Ato COTEPE ICMS 60/14, que possibilita que consiga reduzir em até 14% os custos de importação de aeronaves, se comparado a uma importação direta realizada por um cliente.

Com profissionais dedicados ao segmento, a Cisa oferece uma solução completa para importação de aeronaves executivas, incluindo parcerias estratégicas com os principais bancos brasileiros e estrangeiros, de forma a atender as demandas de financiamento de seus clientes.

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correctDuas pesquisas, uma dos Correios e outra da Associação Brasileira de Empresas com Rotativa Offset (Abro), demonstram a confiança da população e de empresas na comunicação impressa

 Os estudos foram apresentados em evento na Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Nacional), no qual foi apresentada a cartilha produzida pela entidade, intitulada Vote no Impresso, destinada a orientar candidatos e partidos sobre a nova lei eleitoral e oferecer subsídios técnicos para a utilização eficiente de impressos na campanha deste ano.

A pesquisa dos Correios, realizada na cidade de São Paulo, mostrou que a maioria dos 2.400 entrevistados confia mais nos folhetos e malas diretas do que em qualquer outra mídia como forma de comunicação. Esta é a preferência de 26,3% dos depoentes. Seguem-se: rádio e TV (25%), jornais e revistas (16,7%), divulgação na internet (14,4%) e e-mails (14,1%).

O estudo da Abro teve caráter nacional, abrangendo universo de 1.027 pessoas, 31 agências de publicidade e 100 empresas varejistas. As principais conclusões são as seguintes: quando quer se informar sobre algum produto, a maioria da população (56%) vai diretamente ao ponto de venda, “o que revela a importância das embalagens como influenciadoras da decisão de compra”, salienta Levi Ceregato, presidente da Abigraf Nacional; outros 37% informam-se por meio de folhetos. “Na soma das duas alternativas, observamos que 93% consultam materiais impressos para se orientar sobre o consumo de bens”. A pesquisa também demonstra que 100% das agências de publicidade recomendam a propaganda em folhetos e que 88% dos varejistas aderem a essa modalidade.

 

 

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image007Marca bastante conhecida no mercado brasileiro por conta de suas ferramentas, a Black+Decker lança dois modelos de parafusadeiras/furadeiras de impacto: a HP12 e a HP14, produtos de alta qualidade, resistentes e ideais para trabalhos em concreto, metal e madeira.

Os equipamentos contam com bateria 1,5Ah de íon lítio, são bivolt, têm luz de LED e porta-brocas de mandril rápido para troca fácil de acessórios. Ambas acompanham carregador e uma bolsa de náilon.

Com sistema de duas velocidades e 22 posições de torque, as novas parafusadeiras/furadeiras da Black+Decker garantem ao consumidor eficiência em seu trabalho.

 

 

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cognexO seminário é gratuito e ocorre em dois períodos, de manhã e à tarde

A Cognex Corporation (NASDAQ: CGNX), líder mundial em visão mecânica, promove o Seminário Automação de Processos Industriais utilizando soluções baseadas em análise de imagem, no dia 17 de agosto de 2016, no Royal Palm Tower – Campinas – SP.

Direcionado para profissionais das mais diversas áreas da indústria que buscam o aprimoramento de suas linhas de produção, conformidade com o mercado e redução de custos, o seminário é gratuito e aborda introdução a sensores de visão e ao novo In-Sight 2000 da Cognex, definição de conceito de projeto e escolha do equipamento, sistemas de leitura e rastreabilidade industrial com leitores por imagem, demonstração de produtos e hands-on, para criação de aplicação personalizada com o auxílio de especialistas da Cognex.

Para participar clique aqui e faça sua inscrição.

Para mais informações sobre produtos e soluções Cognex, acesse o site www.cognex.com.br

Serviço:
Data: 17/08/2016
Horários:
Sessão da Manhã: das 9:00 às 12:00
Sessão da Tarde: das 14:00 às 17:00
Local: Royal Palm Tower
Endereço: Rua Boaventura do Amaral,1274 – Centro – Campinas/SP
Telefone: (19) 2117-5900

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scheCom o objetivo de conscientizar empresários e profissionais do segmento de transportes verticais, a alemã Schmersal, líder mundial em sistemas de segurança de máquinas e soluções para elevadores, realiza, por meio da Academia Schmersal, no dia 30 de agosto, em Florianópolis, o curso gratuito sobre Painéis de Comando para Elevadores.

O curso é destinado a técnicos de empresas, fabricantes de elevadores e empresas de manutenção e conservação de elevadores que desejam se aperfeiçoar.

Mais informações e inscrições sobre estes e outros cursos podem ser obtidas pelo sitehttp://tecnicum.schmersal.com.br

Programa de Treinamento Schmersal – Florianópolis (SC)

Curso: Painéis de Comando para Elevadores

Data: 30 de agosto – a partir das 8h30

Local: Blue Tree Towers Florianopolis Hotel

Endereço: Rua: Bocaiuva, 2.304 – Centro – Florianópolis – SC.

 

 

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entrevistaO diretor executivo da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (ANIMASEG) fala sobre o panorama do mercado e as expectativas para a 21ª edição da FISP | Feira Internacional de Segurança e Proteção. Com a mais completa plataforma de negócios para segurança e saúde no trabalho, o evento acontece de 05 a 07 de outubro de 2016, no São Paulo Expo, em São Paulo, reunindo 700 expositores e 50 mil profissionais do setor.

“O País tem uma população economicamente ativa de mais de 100 milhões de trabalhadores e, portanto, tem tudo para, retomado o crescimento brasileiro, crescer com taxas superiores aos demais setores da economia. O setor de EPI´s no Brasil tem faturamento de 4,5 bilhões de reais por ano e potencial de duplicar este faturamento em poucos anos e acesso a toda tecnologia necessária para proteger adequadamente nossos trabalhadores”, comenta o executivo.

1- Como está hoje a indústria de material de segurança e proteção ao trabalhor?

A indústria de EPIs é muito dependente da situação econômica do País e é atingida diretamente com a queda do emprego e com as restrições financeiras das empresas.

Em recente levantamento da Animaseg, verificou-se uma queda média de 13% do volume de negócios em 2015, quando comparado a 2014. Entretanto, já se observa uma melhora na expectativa das empresas que esperam crescer 4% em 2016, no comparativo com 2015.

2- Quais são as alternativas para a atual conjuntura econômica? Certamente a crise atrapalhou sensivelmente as empresas do setor, mas como todo o momento difícil, também é um momento de explorar novas oportunidades, as empresas do setor têm expandido seu leque de clientes, o que a longo prazo pode trazer benefícios para todo o setor.

3- Em sua 21ª edição, a FISP se tornou um grande evento do segmento. Qual a sua importância para os profissionais do setor?

É a oportunidade dos profissionais conhecerem novos produtos e novos fornecedores para os produtos que já utilizam, pois a FISP se tornou o ponto de encontro dos profissionais de segurança no Brasil, evento obrigatório para quem está no setor de segurança e saúde do trabalho.

4- Quais serão as novidades que os visitantes poderão conferir, entre lançamentos, novas tecnologias e serviços?

Todas as empresas brasileiras e estrangeiras trarão suas novidades para a FISP, visando atender as exigências de nosso mercado em todos os níveis.

5- Além da área expositiva, o que mais o visitante vai encontrar no evento.

Uma novidade que acreditamos que será um diferencial no evento, será a participação da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego, comemorando seus 50 anos de existência, com uma participação interativa na FISP.

6- Em sua análise, quais as perspectivas para o setor?

O setor de EPIs no Brasil vinha crescendo de 9 a 10% ao ano e, apesar da crise da economia brasileira e de seu impacto no setor, o País ainda tem uma população economicamente ativa de mais de 100 milhões de trabalhadores e, portanto, tem tudo para, retomado o crescimento brasileiro, crescer com taxas superiores aos demais setores da economia.

7- Números do setor

Mesmo com a queda da economia brasileira, somos um setor com faturamento de 4,5 bilhões de reais por ano e com potencial de duplicar este faturamento em poucos anos. Temos em nosso mercado empresas locais, multinacionais, importadores e acesso a toda tecnologia necessária para proteger adequadamente nossos trabalhadores. Acreditamos que o País deva investir mais em educação, visando melhorar a conscientização de que a prevenção é sempre o melhor caminho e o de menor custo.

Serviço

21ª FISP | Feira Internacional de Segurança e Proteção

Evento Simultâneo: 12ª FIRE SHOW | International Fire Fair

 Data: 05 a 07 de outubro de 2016, das 13h às 21h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil
Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara
* Evento gratuito para profissionais do setor

Mais informações: www.fispvirtual.com.br

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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