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O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, aprovou as medidas do Plano Brasil Maior, mas propôs avanços, sobretudo para conter a valorização cambial. O programa, anunciado pelo governo federal nesta terça-feira, 02.08, estabelece medidas de estímulo à produção, investimentos, inovação e defesa comercial.

Segundo Andrade, o plano é “um pontapé inicial”, com iniciativas práticas, na sua avaliação, como a vantagem de 25% de produtos brasileiros em compras governamentais. “Para o setor de confecções, por exemplo, que perde negócios com o governo por diferenças de até 10%, é muito positivo”, destacou.

Defendeu, porém, como necessárias, “ outras medidas pontuais”, alinhando entre elas a especialização dos portos por produtos e a possibilidade de laboratórios privados também certificarem produtos importados,  função restrita pelo plano ao Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial).

“O  plano é positivo, mas não será capaz de tirar a indústria do sufoco, porque persistem problemas a serem sanados, como o câmbio, os juros altos e a elevada carga tributária”, completou.

Andrade informou que a CNI vai monitorar os resultados do plano e auxiliar o governo na identificação de gargalos por setor. “O plano precisa valorizar ainda mais ações específicas para cada segmento industrial. Um dos setores que está em situação de alerta é o de máquinas e equipamentos, que sofre grande concorrência de produtos vindos de outros países”, declarou.

Bolsas de estudo – Em discurso no lançamento do Plano, no Palácio do Planalto, o presidente da CNI elogiou a iniciativa do governo de oferecer 75 mil bolsas de estudo no exterior até 2014 e se comprometeu a mobilizar o setor industrial para oferecer outras 25 mil bolsas. Sugeriu, porém, que o governo criasse mecanismos para os estudantes voltarem ao Brasil para trabalhar por um período mínimo. “É uma forma de fazer com que os investimentos feitos nesses profissionais retornem ao país”, sublinhou.

O Plano Brasil Maior determina, entre outras medidas, a desoneração da folha de pagamento dos setores de confecções, calçados, móveis e softwares, que será substituída por alíquotas no faturamento; a devolução imediata dos créditos do PIS/Pasep/Cofins na compra de máquinas e equipamentos; a prorrogação até dezembro de 2012 do Programa de Sustentação do Investimento (PSI); a intensificação da defesa comercial.

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A ACE SCHMERSAL, multinacional alemã fabricante de produtos para automação e sistemas de segurança industrial, realizará palestras gratuitas sobre a NR 12 (Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho para a Segurança em Máquinas e Equipamentos), na 4ª Feira Internacional de Saúde e Proteção no Trabalho (Expo Proteção 2011), de 10 a 12 de agosto, no Pavilhão Verde do Expo Center Norte, em São Paulo, das 13:00 às 21:00 horas.

No stand da empresa, que terá formato de auditório, além de realizar palestras sobre a NR 12, haverá uma equipe de consultores técnicos que darão suporte e apresentarão soluções e produtos para o setor de segurança industrial.

O Coordenador de Gestão de Normas Técnicas da ACE SCHMERSAL, José Amauri Martins, destaca que esta é uma oportunidade para que os visitantes da feira possam ficar por dentro das novas normas sobre segurança em máquinas e equipamentos. “O nosso principal objetivo nesta edição da Expo Proteção é passar informações sobre a NR 12, mostrando as ferramentas para eliminar os riscos dos acidentes, normas, legislação e suas implicações, e como saber identificar e instalar corretamente um produto de segurança”, afirma.

Com duração de uma hora, serão ministradas quatro palestras ao dia, durante a realização da feira, a partir das 14 horas, com capacidade para 48 pessoas para cada apresentação. As inscrições poderão ser feitas antecipadamente no hotsite do treinamento http://academia.schmersal.com.br/pts/datas_locais_especial.php, ou no próprio stand da ACE SCHMERSAL na feira.

A Expo Proteção é um dos maiores eventos de saúde e segurança do trabalho, resgate e emergência no Brasil. Esta edição promete repetir o sucesso das edições anteriores, apresentando as potencialidades econômicas do setor e abrindo espaços para o conhecimento e a atualização profissional tanto pela qualidade do conteúdo, quanto pela abordagem dos seminários, workshops, palestras técnicas e cursos.

Mais informações através do site www.schmersal.com.br.

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 A Braskem,produtora de resinas termoplásticas , a Fundação Espaço ECO e o Instituto Akatu apresentam hoje (02/08), um estudo comparativo sobre o uso de diferentes tipos de sacolas para transporte de compras de supermercado, bem como os impactos econômicos e ambientais de cada alternativa. A análise foi desenvolvida pela Fundação Espaço ECO, entidade que busca o desenvolvimento sustentável por meio do compartilhamento de conhecimento e tecnologias aplicadas em ecoeficiência, educação socioambiental e restauração ambiental. A divulgação do estudo tem o apoio do Instituto Akatu, referência na busca da conscientização a favor do consumo consciente.

 Para que a discussão sobre a melhor alternativa de uso de sacolas passasse a ser baseada em estudos científicos, foi analisado o ciclo de vida de algumas opções de sacolas disponíveis no mercado brasileiro, entre elas algumas descartáveis (de polietileno tradicional, de polietileno de cana-de-açúcar e as aditivadas com promotor de oxibiodegradação) e algumas retornáveis [papel, ráfia, tecido e TNT (tecido não tecido)].

 O estudo é inédito no Brasil e leva em consideração algumas das condições atuais no país quanto à tecnologia, métodos de produção e impactos ambientais decorrentes, quando se considera alguns cenários de uso da sacola e de descarte de lixo pelos consumidores. As alternativas de sacolas englobadas no estudo foram avaliadas para um período de um ano, considerando variados cenários envolvendo maior ou menor volume de compras, maior ou menor frequência de idas ao supermercado, maior ou menor frequência de descarte do lixo, tipo de matéria-prima utilizada na produção das sacolas, capacidade de carga, custo de cada sacola, número de vezes em que é utilizada, reutilização ou não da sacola como saco de lixo e envio ou não da sacola para reciclagem.

 A análise do ciclo de vida (ACV) foi ampliada para considerar o que é chamado de “ecoeficiência”, que avalia cada alternativa quanto ao seu impacto ambiental e seu custo – englobando desde a extração da matéria-prima até o descarte da sacola, passando pela sua produção e uso. Desta forma, toda a cadeia produtiva é considerada e analisada em relação ao impacto ambiental e o custo em cada uma de suas etapas.

 “Com esse estudo, buscamos incentivar uma discussão informada sobre o tema e ao mesmo tempo motivar uma visão abrangente e científica sobre os diversos impactos ambientais associados aos hábitos de transporte de compras de supermercados. Precisamos informar o consumidor para que ele se sinta mais seguro na hora de decidir que sacola utilizar”, diz Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem. “Quem ganha com essa análise e com a decisão correta do consumidor é a natureza e, por decorrência, a sociedade”, afirma.

 O estudo mostra que a melhor opção de sacola depende do cenário em que ela é utilizada, podendo variar segundo o volume de compras, o número de idas ao supermercado e a frequência de descarte do lixo. “Foram feitas análises para diversos cenários e identificadas duas tendências. Por um lado, sacolas descartáveis de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações que os consumidores têm menor volume de compras, maior frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo maior, que garanta o reuso das sacolas plásticas para o descarte desse lixo. Por outro lado, sacolas retornáveis de tecido ou de plástico apresentaram melhor ecoeficiência nas situações em que os consumidores têm maior volume de compras, menor frequência de ida ao supermercado e uma frequência de descarte de lixo menor, com baixa compra de sacos para condicionar o lixo”, afirma Sonia Chapman, diretora-presidente da Fundação Espaço ECO.

 “O consumo com consciência dos seus impactos ambientais e sociais guia as decisões e os comportamentos do consumidor consciente, que busca sempre aumentar os impactos positivos e reduzir os negativos. Esse estudo serve como parâmetro para que cada consumidor tome suas decisões com informações embasadas cientificamente, levando sua consciência à prática na hora de definir que sacola usar para suas compras de supermercado, escolhendo a melhor alternativa frente aos cenários do estudo que melhor se encaixa à realidade do consumidor”, diz Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. Sonia Chapman complementa: “é importante que o estudo seja utilizado para que cada agente possa contribuir para reduzir os impactos e isso pode mudar as conclusões no tempo. A melhoria contínua dos impactos socioambientais deve ser o foco e depende tanto dos produtores, nas diversas etapas de produção, como das decisões dos consumidores”.

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14ª edição da Construsul reúne 543 expositores no Centro de Eventos da Fiergs

Com praticamente o dobro do espaço que na edição do ano passado, a 6ª edição da ExpoMáquinas deve reunir os mais importantes fabricantes e revendedores do país. A feira em sua última edição encerrou com crescimento de vendas e com toda a área de exposição ocupada para 2011. Impulsionada pelo grande número de investimentos em infraestrutura na região, a movimentação de negócios cresceu 93 % no período de um ano.

-“As empresas já estão pedindo espaços maiores para exposição o que é muito bom. Cabe ressaltar a atuação forte que os chineses estão tendo nesse segmento, interessados especialmente no sul do Brasil”, comenta o diretor da Sul Eventos, Cláudio Richter

A ExpoMáquinas é considerada a maior exposição da Região Sul de Máquinas e Equipamentos para Construção. Um dos grandes impulsionadores do setor no Rio Grande do Sul tem sido o Pólo Naval de Rio Grande que já opera um novo estaleiro, oferecendo maior capacidade na construção de navios. O investimento foi de aproximadamente R$ 10,5 bilhões nesta fase. Mais três estaleiros estão em processo de instalação, havendo, de parte da Petrobrás, a previsão de um investimento de cerca de R$ 220 bilhões, nos próximos quatro anos, para o setor.

A 6ª edição da ExpoMáquinas contará simultaneamente com a realização do Conemi, Congresso Nacional de Engenharia Mecânica, Metalúrgica e Industrial. O objetivo é congregar profissionais e instituições, comprometidos com o avanço da engenharia mecânica e industrial, levando a sociedade em geral uma mensagem de otimismo focado no presente e com olhos clínicos no futuro. O evento anual é promovido pela Federação Nacional de Engenharia Mecânica e Industrial (Fenemi), Associação Brasileira de Engenheiros Mecânicos seção RS (Abemec-RS), sendo esta encarregada de organizar o evento pela segunda vez no Rio Grande do Sul.

Uma das novidades esse ano na ExpoMáquinas será a presença da Liebherr, uma das maiores fabricantes de máquinas do mundo. Entre os expositores que também confirmaram presença estão Casa das Retros, Brasul, Dipesul, Motormac,, Formac, IEX, Kirchner Imports, Liebherr, Linck, Mills, Novafrota, Orpec, Pesa, Rentalsul, Hedesa, Supertek, Bristol, Tecnipar, Transpesul, AGCO Sisu Power, W-TEC, Weber e Alec – Associação Brasileira de Empresas Locadoras de Bens Móveis para Construção Civil.

Serviço:

14ª edição da Construsul, entre os dias 3 e 6 de agosto, das 14h às 21h, na Fiergs (Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre).

Informações pelo www.feiraconstrusul.com.br

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José Ricardo Roriz Coelho*

 Neste momento em que a economia nacional começa a sentir os impactos negativos da desindustrialização, provocada pelo câmbio sobrevalorizado, juros e impostos muito elevados e a concorrência desigual de países como a China, é muito importante ficarmos atentos para outro grave problema que reduz a competitividade do País: a corrupção. São muito preocupantes as denúncias recentes, escancaradas pela mídia, relativas a fraudes de licitação na Petrobrás, cuja estrutura produtiva afeta toda a cadeia da indústria do plástico, majoração aparentemente anormal de obras públicas em São Paulo e escândalo no Ministério dos Transportes.  

É preciso entender que notícias como essas e a efetiva e lamentável prática da improbidade no setor público têm duplo efeito nocivo no grau de competitividade de um país. A primeira consequência refere-se, de modo direto, ao custo das obras e serviços, agravado pelo pagamento de propinas a agentes inescrupulosos dos distintos escalões da máquina governamental. Ou seja, faz-se menos com um orçamento que poderia resultar em muito mais. A segunda questão diz respeito à imagem negativa, que inibe investimentos e cria um ambiente cada vez menos propício  à realização de negócios.

Não é sem razão, portanto, que as economias mais corruptas são também as menos competitivas,segundo estudos da Transparência Internacional. E, infelizmente, no rankingmais atual dessa instituição, referente a 2011, o Brasil continua ocupando posição bastante desconfortável, motivada, certamente, pela frequência de notícias como as dos “mensalões”, “anões do orçamento”, “vampiros da saúde”, “sanguessugas” e fatos recentes, como o da Petrobras e do Ministério dos Transportes.

Apenas para lembrar e manter governo e a sociedade vigilantes, o relatório anual 2010 da Transparência Internacional indicava que a percepção de corrupção no setor público brasileiro havia se mantido inalterada desde 2009. A pontuação dada ao país foi de  3,7, numa escala de zero a dez. Nossa baixa nota, dentre 178 nações, nos coloca na 69ª posição. Isto significa que há 68 países menos corruptos do que o Brasil. Não se trata, definitivamente, de algo compatível com uma economia que já figura entre as maiores e dos anseios de 190 milhões de habitantes quanto ao crescimento sustentado e o desenvolvimento.

Os indicadores da Transparência Internacional, que nos colocam ao lado de Cuba, Montenegro e Romênia, são corroborados por percepções e pesquisas de distintos organismos de fomento do intercâmbio econômico, que coincidem em apontar que, dentre os principais inibidores de investimentos estrangeiros no Brasil, estão a corrupção e a burocracia exageradas. De fato, são duas ervas daninhas interligadas, pois faz parte do lamentável processo de improbidade a prática de criar dificuldades para vender facilidades.

O problema – somado aos demais algozes das empresas brasileiras, como os juros mais altos do mundo, o câmbio equivocado, os impostos extorsivos e a concorrência desleal de nações que não se pautam por condutas comerciais civilizadas – está causando grandes danos à competitividade do País. A presidente Dilma Rousseff, que agiu de modo correto no caso do Ministério dos Transportes, antecipando-se aos fatos, apontando sua estranheza com o aumento dos preços das obras e tomando as medidas saneadoras necessárias, tem todo o apoio da sociedade e dos setores produtivos para realizar uma cruzada nacional contra a corrupção. Vencer este inimigo público da competitividade e do desenvolvimento é uma das prioridades nacionais.

 *José Ricardo Roriz Coelho é presidente da AssociaçãoBrasileira da Indústria de Plástico (Abiplast) e da Vitopel e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP.

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A Pepepperl+Fuchs realiza diversos treinamentos relacionados às áreas de Automação de Fábrica e Automação de Processos no segundo semestre de 2011, com apresentações ministradas por profissionais altamente qualificados e com ampla experiência.

Os cursos poderão ser ministrados na sede da Pepperl+Fuchs, em São Bernardo do Campo-SP  ou in company , no último caso, com datas definidas diretamente com o cliente e apresentações adaptadas de acordo com as necessidades individuais e específicas dos mesmos.

Serviço

Agenda de cursos na sede da empresa

Setembro

Dia 20: Tecnologia Wireless

Dia 27: Tecnologia em Fieldbus em área EX

Outubro

Dia 18 – Projetos e Montagens com Rede AS-Interface

Dias 31 – Segurança Intrínseca

Novembro

Dias 29 – Tecnologia Wireless

Dias 30: Tecnologia em Fieldbus em área EX

Dezembro

Dias 6 e 7 – Montagem de Projetos com FF e PA

Dia 8 – Diagnóstico Avançado da Comunicação FF e PA

Mais informações pelo www.pepperl-fuchs.com.br

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O BNDES prorrogou o prazo de vigência do Finame Componentes, cujos pedidos deverão ser protocolados no BNDES até 30 de setembro de 2012. Este Programa financia a aquisição de peças, partes e componentes fornecidos para fabricantes cadastrados ao BNDES, para a incorporação em máquinas e equipamentos em fase de produção.

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Seminário “Solda, Brasil” discute novidades tecnológicas disponíveis no mercado que chegam para dar mais segurança e precisão à atividade

Precisão, produtividade e economia são alguns fatores cada vez mais necessários no setor de soldagem. Para avançar nessa direção, as empresas fabricantes de materiais e equipamentos vêm incorporando novas e modernas “tecnologias”, desenvolvidas no Brasil ou trazidas do exterior, que têm sido responsáveis por uma evolução tão abrangente no maquinário usado pelas indústrias que já provoca mudanças não apenas na construção dos equipamentos, mas também nas demandas das empresas que os utilizam.

Atualmente é crescente a busca por equipamentos com grande tecnologia embarcada que proporcionam maior controle sobre o processo de soldagem. Além do controle, fatores como redução do consumo de energia, ergonomia e menor dimensão física foram grandes motivadores para a implantação de uma tecnologia tão avançada nessas máquinas. Segundo especialistas, o mercado tem buscado mais valor do que preço e, mais ainda, tem reconhecido as soluções apresentadas que focam nos benefícios dos produtos, tais como as fontes inversoras, que oferecem qualidade e integridade nas soldas, utilizando menos energia.

Para os técnicos, o grande desafio dos próximos anos será o desenvolvimento e aperfeiçoamento da mão de obra utilizada nos processos de soldagem, trabalho este que deverá ser feito em conjunto por escolas técnicas, universidades e entidades como a própria Fundação Brasileira de Tecnologia da Soldagem (FBTS), SENAI, SEQUI/PETROBRAS e outras, de maneira que todos reconheçam e utilizem estes processos de soldagem com todos os benefícios que apresentam e não somente pelos preços que são oferecidos.

A disponibilidade de mão de obra especializada e a capacidade da cadeia da indústria em absorver estas e outras tecnologias que vêm sendo desenvolvidas para o mercado de soldagem para melhorar a produtividade do setor estarão no centro dos debates do Seminário “Solda, Brasil”, que será realizado nos dias 30 e 31 de Agosto próximo, no Centro Empresarial Rio, no Rio de Janeiro. Idealizado pela Planeja & Informa Comunicação e Marketing, com apoio de diversas entidades que atuam no segmento da soldagem, e da engenharia industrial, tais como a Associação Brasileira de Engenharia Industrial (ABEMI), Associação Brasileira de Consultores de Engenharia (ABCE) e CREA-SP, o evento vai discutir e mostrar experiências, processos, novas tecnologias e soluções que venham contribuir para aprimorar os projetos das principais empresas brasileiras, públicas e privadas, especialmente na cadeia de petróleo e gás, indústria naval, siderurgia etc.

A proposta do Seminário “Solda, Brasil” é promover um grande debate técnico, prático e objetivo, que possa reunir as empresas executoras dos projetos, os empreendedores, fornecedores de materiais e equipamentos e o meio científico, para agregar o componente “desenvolvimento tecnológico” em toda a discussão em torno do mercado e das perspectivas do setor de soldagem no Brasil.

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A Superbid Leilão Oficial Online realizará, no próximo 03/08 o leilão de Máquinas Operatrizes das empresas Schaeffler Group (dona das marcas LUK, INA e FAG, empresa que desenvolve produtos e soluções para o segmento automotivo e industrial) e ZF Sistemas de Direção (Joint Venture entre a ZF e a Bosch e líder em tecnologia de sistemas de direção) devido a renovação do parque industrial de ambas empresas. Todos os lotes estão localizados na cidade de Sorocaba/SP

Serviço

Link Leilão Schaeffler: http://www.superbid.net/home/auction/listOffers.htm?auction_id=8904#barranavegacaoleilao

Link Leilão ZF Sistemas de Direção:

http://www.superbid.net/home/auction/listOffers.htm?auction_id=8805#barranavegacaoleilao

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O governador Geraldo Alckmin e o diretor-presidente da Vale Murilo Ferreira, participaram dia 22 de julho, no Palácio dos Bandeirantes, da assinatura de um protocolo de intenções entre o Governo paulista e a empresa para a realização de investimentos voltados à melhoria da infraestrutura logística do Estado e a promoção do desenvolvimento nos próximos anos. Os recursos serão alocados em várias regiões do Estado, mas principalmente nas atividades portuárias em Santos.

 O protocolo foi assinado entre a Investe São Paulo – Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade, órgão do governo estadual ligado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, e a empresa Vale S.A.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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