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A Novartis Saúde Animal promove na próxima quinta-feira, 24 de março, às 14 horas, a palestra “Parasitose Ovina e a Resistência anti-helmíntica – barreiras à produtividade”, durante a VIII Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (FEINCO) que acontece no Centro de Exposição Imigrantes, em São Paulo. O objetivo é oferecer aos produtores e técnicos informações sobre os problemas causados por parasitas no trato digestivo dos ovinos que causam a redução de seu desempenho, peso e até a morte dos animais.

O debate contará com a presença do Dr. Jorge Bonino, médico veterinário especialista em ovinocultura, da cidade de Montevidéu (Uruguai), que também abordará o problema da resistência dos animais aos produtos utilizados na eliminação dos parasitas.

Para Octaviano Pereira Neto, gerente técnico da Novartis Saúde Animal, a discussão do problema é fundamental para promover viabilidade econômica da produção de ovinos. “Livre dos parasitos gastrintestinais os rebanhos podem expressar o potencial genético com lucros ao produtor”, avalia.

Serviço:

Palestra Parasitoses Ovinas e a Resistência Anti-helmíntica – barreiras à produtividade

Local: FEINCO – Centro de Exposições Imigrantes, sala Jacarandá

Data: 24 de março de 2011

Horário: 14h

Site do evento: http://www.feinco.com.br/

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 O mercado da construção civil é uma das grandes apostas do Brasil em 2011. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), a estimativa de crescimento do setor para este ano é de 6%, índice superior ao esperado pelo Produto Interno Bruto (PIB), que segundo o boletim Focus, divulgado no início de março pelo Banco Central, estima um crescimento inferior ao ano passado, já que a estimativa de fechamento do PIB para este ano caiu para 4,29%.

  
“O cenário econômico da construção civil é muito benéfico, principalmente quando avaliamos as perspectivas de crescimento e a previsão de aumento significativo nesta área. Notamos principalmente o aquecimento por meio de programas de incentivo da construção criados pelo governo, com investimentos e financiamentos, como o projeto ‘Minha Casa, Minha Vida’, além da proximidade da Copa do Mundo e Olimpíadas, que serão realizadas no Brasil nos próximos anos”, justifica José Carlos Oliver, gerente de produtos da Starrett, uma das principais fabricantes de ferramentas e máquinas do mundo.
 
Apostando neste nicho, em constante crescimento, a Starrett mantém contínuos investimentos para aprimorar seus produtos e ampliar sua linha de ferramentas para construção civil. A participação na FEICON – 19º Salão Internacional da Construção, realizada entre os dias 15 e 19 de março no Anhembi, em São Paulo (SP), faz parte deste conjunto de ações, já que a feira é uma das mais importantes do setor no mundo.

 
Durante o evento, a Starrett apresentará o lançamento Arco de Serra 146 e alguns dos seus produtos, como Máquinas de Serra de Fita S1010 (portátil para múltiplas aplicações), S1101 (horizontal para múltiplas aplicações) e S2510 (vertical para madeira); entre outros.

Serviço:

Feicon Batimat – 2011

Data: 15 a 19 de março de 2011

Local: Centro de Exposições do Anhembi-São Paulo SP

Informações: www.feicon.com.br

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Nova marca faz sua estréia com novidades em produtos na maior feira do setor da construção civil na América Latina

A Weber Saint-Gobain, que garante a qualidade dos produtos quartzolit no Brasil, apresenta destaques no estande da Feicon, que acontece entre os dias 15 e 19 de março no Anhembi, em São Paulo.

Entre as novidades, está a nova linha weber.color, com a exclusiva tecnologia Weber de produtos sem poeira, além de cores tendências desenvolvidas a partir de pesquisa encomendada ao Comitê de Estudo de Cores da América Latina, o novo produto Epóxi, mais fácil de aplicar e exclusivo para pisos, além de um exclusivo produto para sobreposição: o Piso Sobre Piso Rolado quartzolit, que revoluciona o segmento de reformas com exclusivo método de aplicação com rolo. Na ocasião, a empresa lança ainda o Guia Weber 2011, referência entre os profissionais do mercado com dicas e aplicação passo a passo dos produtos.

A Weber Saint-Gobain faz sua pré-apresentação na Feicon 2011 do Contrapiso Autonivelante quartzolit, uma argamassa fluída, de fácil aplicação, desenvolvida especialmente para proporcionar produtividade na obra, com maior qualidade no acabamento.

O ano de 2011 começa com investimentos na construção de duas novas fábricas: uma no Paraná, na cidade de Ibiporã (região de Maringá), e outra no município de Pacatuba (grande Fortaleza), no Ceará.

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            O projeto de lei para regulamentar a produção agroindustrial integrada que está em discussão na Câmara dos Deputado não deve inviabilizar a atividade com “exigências irrealizáveis e engessamentos que anulem o dinamismo produtivo do setor”, alerta o presidente da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), Clever Pirola Ávila.

            A entidade, que reúne as principais companhias da avicultura industrial brasileira, preocupa-se com o formato excessivamente burocrático do projeto de lei 8023/10. Para a ACAV, a regulamentação para tipificar as relações contratuais de integração e estabelecer as regras gerais para o sistema deve melhorar a relação entre indústrias e produtores e não criar novos encargos e embaraços de ordem formal.

            O projeto institui o Fórum Nacional de Integração Agroindustrial (FONIAGRO), composto por representantes dos produtores integrados, das agroindústrias integradoras e do poder público com a atribuição de definir políticas nacionais e as diretrizes gerais para o aperfeiçoamento e desenvolvimento dos sistemas de integração no país. Institui também as comissões para acompanhamento e desenvolvimento da integração e solução de controvérsias (CADISC), célula de cada unidade de integração e cuja composição será paritária entre integrados e a empresa integradora.

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A produção brasileira de grãos deste ano poderá registrar novo recorde. Nos cálculos da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), deverá atingir 154,2 milhões de toneladas, conforme informação da Folha de São Paulo, publicada hoje.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) prevê 151,2 milhões de toneladas. A safra do ano passado ficou em 149,5 milhões.

Quando as máquinas pararem de colher soja este ano, a Conab estima que o Brasil tenha obtido 70,3 milhões de toneladas. Já os cálculos do IBGE apontam para 69 milhões de toneladas.

O fator decis[orio na concretização de uma safra recorde é o clima. Enquanto as vendas antecipadas já somam 55% do produto a ser colhido, as máquinas avançaram apenas sobre 25% da área a ser colhida.

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Novo método é desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, especialistas nacionais e da União Europeia

Elaborar uma metodologia de transferência de tecnologia ecoeficiente que atenda às cadeias da construção civil, automotiva e petroquímica, adaptando métodos internacionais à realidade das empresas nacionais. Essa é a proposta de projeto desenvolvido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em parceria com o Projeto de Apoio à Inserção Internacional de Pequenas e Médias Empresas (PAIIPME) – que é executado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e cofinanciado pela União Europeia. A ideia é fornecer às empresas nacionais acesso ao conhecimento de produtos e processos ecoeficientes, que possibilitem projetos de inovação com esse tipo de transferência tecnológica.

A gerente de Tecnologia e Inovação do IEL/BA, Fabiana Carvalho, explica que hoje, no Brasil, a transferência tecnológica ainda é pouco desenvolvida no ambiente das micro, pequenas e médias empresas e mais presente nas de grande porte – principalmente nos ramos bioquímico-farmacêutico, petróleo e gás, engenharia de aviação, agronegócios e automotivo.

A coordenadora do PAIIPME, Patrícia Vicentini, comenta que “cada vez mais a ecoeficiência é vista como elemento que garante maior competitividade, inclusive tornando-se fator indispensável para a inserção internacional das empresas brasileiras”.

Segundo Fabiana Carvalho, a demanda pela transferência de tecnologia ecoeficiente é maior entre as empresas de grande porte, especialmente as que contam com Sistema de Gestão Ambiental (SGA). “A metodologia trará para as micro, pequenas e médias empresas benefícios como redução dos custos de produção e energia, aumento da competitividade associado à conquista de novos clientes e mercados”, observa a gerente de IEL.

Para o desenvolvimento do novo método, o IEL conta com a consultoria do especialista alemão Jürgen Paegere e do consultor brasileiro Luciano Ivo, da empresa Tibconsult. Eles estão diagnosticando as responsabilidades de cada parte relacionada com a questão da ecoeficiência nas cadeias e empresas, estruturação de uma rede de relacionamento entre gestores do IEL e instituições europeias para a transferência desse tipo de tecnologia, desenvolvimento de um instrumento metodológico e capacitação de gestores.

Após a finalização do método de transferência tecnológica com enfoque nas micro, pequenas e médias empresas brasileiras, será realizado um curso de capacitação para os gestores do Instituto, previsto para ocorrer entre os dias 12 e 15 de abril, em Salvador (BA). Inicialmente o curso contará com a participação de técnicos do IEL dos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Ceará e Acre. Um seminário com empresários e técnicos, ainda em planejamento, também deverá ser realizado, em junho.

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Corte & Conformação de Metais 2011 é considerada a 4a maior feira do segmento no mundo e a maior da América Latina. Composta de feira e congresso, a 6a edição do evento reunirá os profissionais das ferramentarias; prestadores de serviços de estampagem; fornecedores e distribuidores de chapas metálicas; fabricantes de estruturas metálicas, portas, telhas, etc.; indústrias de autopeças, automobilística (montadoras), eletrodomésticos, eletrotécnica, eletrônica, telecomunicações, informática, naval, moveleira, aviação, agrícola e ferroviária; caldeirarias.

Corte & Conformação de Metais 2011

 Data: 18, 19, 20 e 21 de outubro

Local: Expo Center Norte, em São Paulo/SP

Informações: http://www.arandanet.com.br/eventos2011/ccm/index.html

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Entenda um pouco mais sobre o MDIC para este ano,no artigo a seguir, cujas ações  mexem diretamente com a economia brasileira.Por Juan Quirós*

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) é estratégico para a remoção dos empecilhos às atividades produtivas, fomento da iniciativa privada, modernização crescente da economia e competitividade do Brasil e suas empresas no comércio exterior. Trata-se, portanto, de um organismo articulador da interação entre os setores público e privado e de ações e políticas voltadas àqueles objetivos, perante pastas como a da Fazenda, Planejamento e Ciência e Tecnologia, bem como autarquias, empresas de economia mista e bancos oficiais.

Definem-se, assim, as vocações do MDIC. Mais do que nunca, dada a afinidade política e pessoal do ministro Fernando Pimentel com a presidente Dilma Rousseff, o órgão tem condições de cumprir seu importante papel, como ocorreu no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando foi um dos principais responsáveis por uma série de medidas de estímulo ao crescimento e pelo grande salto das exportações no período.

Na presente conjuntura econômica nacional e mundial, são duas as prioridades: defesa comercial e apoio à indústria. Atendê-las é um intrincado desafio para o Ministério, a começar pelo fortalecimento de seu Departamento de Defesa Comercial. O Brasil não pode continuar exposto à verdadeira guerra cambial “declarada” pela China e, de modo mais discreto, encampada pelos Estados Unidos e outros países. Ademais, a subvalorização de algumas moedas soma-se, em algumas nações, a práticas pouco civilizadas e estranhas às leis de mercado, como salários abaixo da linha da dignidade, despreocupação ambiental, subsídios estatais exacerbados e descuido com o controle de qualidade. Tudo isso estabelece concorrência desigual com os produtos brasileiros.

Como se não bastasse, nossas empresas ainda enfrentam as agruras do “Custo Brasil”, composto principalmente pelos juros e tributos muito altos, os encargos incidentes sobre os salários e a deficiência da infraestrutura de transportes. Há, ainda, a crescente e insensata guerra fiscal entre os Estados, travada à revelia do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). Acrescentam-se ao “pacote” de nossas desvantagens competitivas as amarras da burocracia.

Cabe ao MDIC atuar com firmeza no sentido de mitigar esses obstáculos. Para isso, são imprescindíveis articulações no sentido de que se realizem as reformas tributária/fiscal e trabalhista, desonerando-se a produção, bem como o fomento de uma eficiente política de exportações, para uma nova arrancada das empresas no mercado internacional. Neste particular, é premente o fortalecimento da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Outra ação urgente é tirar do papel e colocar em prática a política industrial que contabiliza poucos resultados práticos até hoje, pois ela é importante para a estratégia de atração de novos investimentos produtivos.

Como se percebe, é substantiva a agenda da Pasta, que precisa posicionar-se como ombudsman do governo para auscultar os setores produtivos e funcionar como um facilitador do mundo corporativo na emaranhada estrutura da máquina estatal. Caso o MDIC não responda a essas expectativas inerentes ao seu “DNA”, os empresários procurarão outros interlocutores na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu em passado recente. Isto seria péssimo, pois segmentaria sobremaneira o diálogo entre os setores público e privado, dificultando a implementação de medidas primordiais para o País.

*Juan Quirós é empresário e presidente, do Grupo Advento e vice-presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base)

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) é estratégico para a remoção dos empecilhos às atividades produtivas, fomento da iniciativa privada, modernização crescente da economia e competitividade do Brasil e suas empresas no comércio exterior. Trata-se, portanto, de um organismo articulador da interação entre os setores público e privado e de ações e políticas voltadas àqueles objetivos, perante pastas como a da Fazenda, Planejamento e Ciência e Tecnologia, bem como autarquias, empresas de economia mista e bancos oficiais.

Definem-se, assim, as vocações do MDIC. Mais do que nunca, dada a afinidade política e pessoal do ministro Fernando Pimentel com a presidente Dilma Rousseff, o órgão tem condições de cumprir seu importante papel, como ocorreu no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando foi um dos principais responsáveis por uma série de medidas de estímulo ao crescimento e pelo grande salto das exportações no período.

Na presente conjuntura econômica nacional e mundial, são duas as prioridades: defesa comercial e apoio à indústria. Atendê-las é um intrincado desafio para o Ministério, a começar pelo fortalecimento de seu Departamento de Defesa Comercial. O Brasil não pode continuar exposto à verdadeira guerra cambial “declarada” pela China e, de modo mais discreto, encampada pelos Estados Unidos e outros países. Ademais, a subvalorização de algumas moedas soma-se, em algumas nações, a práticas pouco civilizadas e estranhas às leis de mercado, como salários abaixo da linha da dignidade, despreocupação ambiental, subsídios estatais exacerbados e descuido com o controle de qualidade. Tudo isso estabelece concorrência desigual com os produtos brasileiros.

Como se não bastasse, nossas empresas ainda enfrentam as agruras do “Custo Brasil”, composto principalmente pelos juros e tributos muito altos, os encargos incidentes sobre os salários e a deficiência da infraestrutura de transportes. Há, ainda, a crescente e insensata guerra fiscal entre os Estados, travada à revelia do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). Acrescentam-se ao “pacote” de nossas desvantagens competitivas as amarras da burocracia.

Cabe ao MDIC atuar com firmeza no sentido de mitigar esses obstáculos. Para isso, são imprescindíveis articulações no sentido de que se realizem as reformas tributária/fiscal e trabalhista, desonerando-se a produção, bem como o fomento de uma eficiente política de exportações, para uma nova arrancada das empresas no mercado internacional. Neste particular, é premente o fortalecimento da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Outra ação urgente é tirar do papel e colocar em prática a política industrial que contabiliza poucos resultados práticos até hoje, pois ela é importante para a estratégia de atração de novos investimentos produtivos.

Como se percebe, é substantiva a agenda da Pasta, que precisa posicionar-se como ombudsman do governo para auscultar os setores produtivos e funcionar como um facilitador do mundo corporativo na emaranhada estrutura da máquina estatal. Caso o MDIC não responda a essas expectativas inerentes ao seu “DNA”, os empresários procurarão outros interlocutores na Esplanada dos Ministérios, como ocorreu em passado recente. Isto seria péssimo, pois segmentaria sobremaneira o diálogo entre os setores público e privado, dificultando a implementação de medidas primordiais para o País.

*Juan Quirós é empresário e presidente, do Grupo Advento e vice-presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e da ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base).

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ABS Consulting comemora o fechamento de contrato com a Rolls Royce, multinacional britânica que fornece sistemas integrados para os setores aéreos, naval e de energia, para atuar estrategicamente em seu novo programa nuclear Engineering Resource Alliance (ERA). Baseado em um inovador modelo de relacionamento com fornecedores, o ERA será implementado na Grã Bretanha nos próximos três anos.

A partir desse contrato, a ABS Consulting demonstra sua vitalidade para novas modalidades de negócio na Europa, que abrangem tanto a indústria de defesa como a participação de empresas civis no setor de energia nuclear.

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Formare é o nome do projeto que tem por objetivo a formação profissional de jovens de famílias de baixa renda 

Com o objetivo de ajudar na formação profissional de jovens de famílias de baixa renda, multinacional alemã fabricante de produtos para automação e sistemas de segurança industrial, ACE SCHMERSAL, inaugurou a sua Escola Formare, importante iniciativa de responsabilidade social, que dará oportunidade de capacitação para 20 jovens, que serão qualificados como operadores de processos de montagem eletroeletrônica.

A Escola Formare é um projeto social e educacional da Fundação IOCHPE que, a partir de parcerias com empresas de grande e médio portes, oferece cursos de educação profissional para jovens de famílias de baixa renda, com idades entre 16 e 18 anos.

E essa parceria foi estabelecida com a ACE SCHMERSAL, que com isso, pretende não só ensinar uma profissão aos jovens, mas também estabelecer uma melhora no seu clima organizacional ao incentivar a atividade voluntária entre seus colaboradores que, após passarem por um processo de capacitação, irão atuar como educadores voluntários em sala de aula. A ACE SCHMERSAL também espera que essa ação sirva de inspiração para que outras empresas também estabeleçam parcerias com o Formare, beneficiando assim um número maior de jovens, integrando-os à sociedade como profissionais.

O Formare será desenvolvido anualmente, e ministrado na própria sede da ACE SCHMERSAL, em uma sala de aula projetada especialmente para atender o projeto e terá carga horária total de 715 horas/aula, mais 110 horas de prática profissional. E visa oferecer cursos de Educação Profissional, sendo as disciplinas elaboradas, acompanhadas e certificadas pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, com foco no negócio da empresa. Todos os alunos, ao término do curso, receberão certificados e serão reconhecidos pelo MEC, com título de Formação Inicial Profissional.

Para participar deste projeto, o jovem precisa ser aluno de escola pública, residir em Boituva, não ter parentes trabalhando na ACE SCHMERSAL, ter renda máxima familiar por pessoa de até meio salário mínimo, e estar cursando o ensino médio.

Enquanto durar o curso, os jovens terão como benefícios bolsa auxílio de meio salário mínimo mensal, assistência médica, transporte, seguro de vida, uniforme e material didático.

Segundo o diretor da empresa, Rogério Baldauf, esse projeto está sendo um sucesso e até o momento somam aproximadamente 80 colaboradores da ACE SCHMERSAL que se inscreveram como Educadores Voluntários. “Para nós é um grande orgulho e uma grande satisfação poder ajudar jovens da nossa comunidade a desenvolverem suas habilidades, ampliarem seus horizontes e ensinar-lhes uma profissão. Esperamos com isso reforçar a educação e integrá-los a sociedade como profissionais e cidadãos”, finaliza.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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