Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

A Silver Peak, empresa norte-americana especializada em otimização de redes WAN, anuncia seu escritório no Brasil. A sede brasileira coordena as operações da companhia também na América Latina.

A empresa tem por objetivo atender a demanda brasileira por melhoria nas redes de telecomunicação, trazendo uma solução para aumentar o tráfego de dados sem elevar muito seus gastos. De acordo com o Gartner, o mercado de aceleração de aplicações cresceu aproximadamente US$670,9 milhões no segundo trimestre de 2010. A Silver Peak possui um share de 20% do mercado de otimização de WAN para data centers e é a líder em seu segmento nos Estados Unidos.

A estratégia da empresa é oferecer soluções para consolidação de data centers, migração de dados, recuperação de desastres, centralização de servidores, aplicação global e virtualização de desktops.

De acordo com Francisco Pinto, vice-presidente de vendas para a América Latina, a importância da região em um mundo onde os mercados emergentes estão se tornando mais relevantes motivou a Silver Peak a estabelecer presença na América do Sul. “Essas regiões emergentes devem apresentar um dos maiores crescimentos na indústria de TI/Telecom entre próximos dez  anos e as demandas já são crescentes hoje”.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

No período de julho a setembro a Índia teve crescimento de 8,9% em ritmo anual, o que resulta o segundo trimestre do ano fiscal do país, segundo os números oficiais divulgados hoje (30 de novembro), superando previsões anteriores dos analistas.

Os economistas projetavam um índice de crescimento de 8,2%. A alta trimestral foi motivada por um salto de 9,8% em ritmo anual da produção manufatureira e de 8,8% no setor de construções.

A terceira maior economia asiática também registrou um salto na produção agrícola, que foi de 4,4%, segundo as estatísticas oficiais divulgadas pela Folha de São Paulo.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista subiu 3,03% na terceira quadrissemana de novembro, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola – IEA/Apta da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. A maior alta foi do índice de produtos de origem animal (5,92%). Já o índice de produtos de origem vegetal apresentou variação positiva de 1,87%.

Entre os produtos pesquisados, 11 apresentaram alta nos preços (9 de origem vegetal e 2 de origem animal) e 9 sofrem queda (5 de origem vegetal e 4 de origem animal). Os aumentos mais expressivos ocorreram nos preços da batata (15,71%), da carne bovina (15,02%), do café (10,22%) e da carne suína (7,20%).

As quedas mais relevantes foram verificadas nos preços do tomate para mesa (25,23%), do feijão (15,09%), da carne de frango (6,86%), do arroz (5,57%), do leite C (5,02%) e da laranja para indústria (4,45%).

Fonte: Assessoria de Comunicação da Apta

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

O uso em grande escala do etanol, produzido a partir da cana-de-açúcar, será divulgado como uma experiência bem sucedida levada pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) à Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima  (COP-16) e ao World Climate Summit (WCS). O evento acontece paralelamente em Cancun, no México, de29 de novembro a 10 de dezembro. A participação da UNICA terá apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“Quase 50% da matriz energética brasileira vem de fontes renováveis de energia, o triplo da média mundial. Essa conquista é um exemplo importante para o mundo, o que coloca o Brasil no papel de protagonista nas discussões globais em busca de formas de enfrentar as mudanças climáticas,” diz o presidente da UNICA, Marcos Jank.

No dia 6 de dezembro, no Cacao Room do Hotel Moon, sede da COP- 16, a UNICA organizará um seminário sobre alternativas para minimizar a emissão dos gases causadores de efeito estufa gerados pelos transportes em países emergentes.

TAGS:

Deixe seu comentário

0

Durante encontro à imprensa Luiz Aubert Neto acredita no crescimento do país mas pede providências para este problema

Por Tatiana Gomes

“Estamos no fio da navalha. O que o Brasil quer ser?”.  Assim inicia Luiz Aubert Neto, presidente da ABIMAQ – Indústria de Máquinas e Equipamentos – na última coletiva à imprensa de 2010, em que atenta para o perigo do processo de desindustrialização do Brasil, tema base da discussão do evento, ocorrido na sede da ABIMAQ, ontem em São Paulo (24 de novembro).

Aubert Neto, preocupado com o aumento de produtos importados no país, conta que a alta tributação de produtos nacionais se contrapõe com as facilidades de empresas internacionais de trazerem seus produtos para o Brasil, assim como montarem suas fábricas no país.

Enxerga a situação como grave, “a indústria brasileira está querendo segurar o mercado interno”,completa o executivo.

A entidade já enviou propostas para a futura presidente da república brasileira Dilma Rousseff. Entre as reivindicações estão o incentivo do governo na compra de máquinas no Brasil e linha de financiamento em longo prazo,. Aubert também considera os investimentos n a educação técnica e tecnologia como essenciais neste processo.

“A indústria precisa de mais competitividade. Para isso é preciso mais investimentos”, diz Aubert, que afirma acreditar no crescimento do país, mas considera a briga desigual, pois as taxas de juros direcionados aos industriais são altíssimas e falta de incentivos.

O presidente da entidade fala sobre o perigo da desindustrialização, sinalizando que o Brasil precisa tratar de maneira efetiva este problema. Para Aubert, se nada for mudado em relação ao câmbio e juros excessivos , vamos acabar com as indústrias fabricantes do país. “Cada vez mais o Brasil perde mercado para as importações”, e complementa: “Continuamos sendo o país das oportunidades perdidas”. Lembrando que, entre os principais destinos das máquinas brasileiras no exterior encontram-se: EUA, argentina, México e Países baixos.

Emprego

Com perda considerável da produtividade, 33% se comparado com o mês que antecede a crise do setor, a indústria de máquinas e equipamentos mantém o nível de pessoas empregadas.

Em 2008 os empresários despediram muitos de seus funcionários por conta da crise. Hoje, mesmo com a recuperação, o faturamento está baixo, por conseqüência da “invasão das máquinas importadas”, segundo ele. Os industriais reclamam que estão produzindo mais e recebendo menos.

Números

O DEEE – Departamento de Competitividade, Economia e Estatística, em parceria com a ABIMAQ, apurou dados quanto ao desempenho setorial de janeiro a outubro deste ano sobre o desempenho setorial. Como um todo, teve uma queda percentual de 14,6 %neste período.

Os números indicam uma queda visível das exportações no país. Aubert diz que, mesmo com a recuperação após a crise econômica mundial de 2008, não houve equilíbrio. Como exemplo desta afirmação, os números mostram a decorrente queda da participação em exportações no faturamento em 2005 – 34%, em 2008  31%, em 2009  24% e em 2010 22%.

Tendo como grande problema a competitividade de mercado, o executivo chama atenção a expansão da China. O país é o segundo fornecedor de bens de capital do Brasil, conforme dados, e daqui a 2 anos ela poderá bater os EUA, primeiro colocado atual neste ranking, não no quesito de preço, mas sim em quantidade.

Quanto a previsão da balança comercial em US$ milhões FOB para este ano, o saldo fica em menos 15.490, com déficit acumulado no período de 2004 a 2010, em US$ 44.959 milhões.

TAGS:

Deixe seu comentário

0

O evento reunirá cerca de 2 mil líderes empresariais nos dias 1º e 2 de dezembro

Como a indústria e o governo devem atuar para aumentar a competitividade das empresas, estimular o crescimento econômico e ampliar a renda dos brasileiros? Essas e outras questões serão debatidas no 5º Encontro Nacional da Indústria, evento que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizará nos dias 1 e 2 de dezembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Com o tema A Indústria pela Competitividade na Economia Brasileira, o encontro reunirá cerca de 2 mil líderes empresariais de todo o país, que discutirão propostas da indústria para a agenda nacional nos próximos quatro anos.   “O sentido de urgência dessa agenda é impulsionado pelos problemas recentes de perda de competitividade da economia brasileira, em especial por conta da valorização do real”, explica o diretor executivo da CNI, Jose Augusto Fernandes.

Ele destaca que a agenda da competitividade envolve 12 grandes temas: segurança jurídica, macroeconomia, tributação e gasto público, financiamento, relações do trabalho, infraestrutura, educação, inovação, comércio exterior, meio ambiente, burocracia e micros e pequenas empresas. “Neste momento, há três áreas que exigem maior atenção da indústria: a primeira é o sistema tributário; a segunda, a infraestrutura e a logística, e, a terceira, a questão do financiamento”, diz Fernandes. “A taxa de juros tem um efeito importante sobre a atração do capital, valoriza o real e tem impacto sobre a competitividade”, complementa.

Mais informações e inscrições no site http://www.encontrodaindustria.org.br/

TAGS:

Deixe seu comentário

0

A Activas, distribuidoras de resinas termoplásticas no Brasil, com sede no ABC Paulista, acaba de comprar o Fundo de Comércio da Unipar Comercial, Divisão de Distribuição de Resinas Termoplásticas, junto à Braskem S.A.

A partir do próximo dia 1 de dezembro, a Activas passará atender a carteira de clientes do fundo de negócios e esta transação refere-se somente ao fundo de comércio (carteira de clientes) de distribuição das resinas Quattor: Polietilenos, Polipropilenos e Eva.

Com a negociação, a Activas objetiva a liderança nacional de distribuição de resinas termoplásticas, projetando um share de 20% do mercado, faturamento para 2011 na ordem de R$ 596 milhões e movimentação de 103 mil toneladas de resinas commodities.

Segundo Laercio Gonçalves, presidente da Activas, as expectativas iniciais são de 30 mil toneladas/ano e 700 clientes incoorporados. Hoje, sua carteira conta com 5 mil clientes e  movimenta 70 mil  toneladas. “Este negócio representa 42% de incremento em volume e faturamento. Para 2011, esse percentual deve girar em torno de 40%, caso sejam confirmadas as bases dos números projetados”, explica o executivo.

Os clientes de resinas termoplásticas da Unipar Comercial passarão a contar com os diferenciais da Activas como estoques, atendimento e entregas regionalizadas e o mesmo portfólio da Quattor, sem nenhuma alteração.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Protetor facial de alto impacto e resistente à produtos químicos é exibido no National Safety Council Congress&Expo 2010

Como primeiro fabricante no mercado de protetores faciais a alavancar a força inerente, resistência química e transparência do copoliéster Tritan™ da Eastman,a Bullard® apresentou uma aplicação de alto impacto no “National Safety Council(NSC) Congress&Expo 2010” em San Diego. O protetor facial com capacete acoplado feito com Tritan™ será utilizado para operações industriais em que detritos entram em contato com procedimentos de trituração, refinarias e laboratórios.

O protetor facial feito de Spartech ULTRATUF™ FS, fabricado com copoliésterTritan™ da Eastman, permite que os usuários finais encontrem toda a proteçãofacial necessária em um único produto. Ao combinar resistência ao impacto do policarbonato(PC), com a resistência adicional a produtos químicos, os protetores faciais fabricados com Tritan™ permitem que os usuários se beneficiem de grande proteção em uma única solução.

O protetor facial complementa uma linha existente de protetores faciais de PC da Bullard, usados para aplicações de alto impacto. A resistência a impacto do copoliéster Tritan™ da Eastman permite que o protetor facial atenda os padrões do “American National Standards Institute” (ANSI) e da “Industrial Safety Equipment Association” (ISEA) para dispositivos de proteção dos olhos e da face.Além disso, o Tritan™ oferece melhor durabilidade e visibilidade em comparação a outros materiais, criando protetores faciais resistentes a arranhões causados por detritos que possam prejudicar a vista.

Comprometida a oferecer aos clientes produtos fabricados e testados nos EUA, a Bullard preza que o copoliéster Tritan™ da Eastman seja fabricado no país norte-americano.Além disso, o Spartech ULTRATUF™ FS fabricado com o Tritan™ foi perfeitamente incorporado ao processo de produção da Bullard, fornecendo propriedades de produção similares ao PC.

Desde sua introdução, em 2007, o copoliésterTritan™ da Eastman tem sido usado nos mercados de garrafas esportivas reutilizáveis, saúde infantil,pequenos aparelhos, utensílios domésticos, publicidade, água bruta e médico.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

País procura parcerias tecnológicas com o Brasil  para desenvolver sua economia

Na semana passada, a Dedini Indústrias de Base recebeu visita de uma comitiva encabeçada por dois Ministros da República do Zâmbia. Bradford Machila, Ministro do Desenvolvimento da Pecuária e da Pesca, e Maxwell Mwale, Ministro do Desenvolvimento de Minas e Minerais, que visitaram a empresa com o interesse nas tecnologias que a companhia brasileira emprega em suas máquinas, equipamentos e soluções completas.

A comitiva do Zâmbia esteve no Brasil em retribuição à visita que o presidente Lula fez ao país no primeiro semestre de 2010 , e o principal objetivo dessa vinda ao País é firmar a intenção de uma parceria para desenvolvimento tecnológico com o Brasil.

Na visita à Dedini, os Ministros tiveram contato com um esboço de um plano para a implantação de um programa de biocombustíveis na República do Zâmbia. Desenvolvido por José Luiz Olivério, Vice-Presidente de Tecnologia e Desenvolvimento da Dedini, o plano indica quantos empregos podem ser gerados no país, possíveis mercados de exportação e benefícios que esse programa poderia trazer.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

“A TRUMPF deixou a crise para trás”, afirmou a presidente da companhia, Nicola Leibinger-Kammüller, ao divulgar os resultados do ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2010, que prevê crescimento em vendas de mais de 20%até junho de 2011. ”Se a economia mundial continuar a ser poupada de outros choques externos, como a crise cambial ou de crédito imobiliário, então estarei convencida que o tempo das vacas magras passou”.

Tal otimismo é justificado pelo crescente número de pedidos de máquinas recebidos  desde maio. “Comparado aos mesmos meses correspondentes ao ano passado, vemos o duplo dígito aumentar – e acreditamos que esse quadro permaneça assim nos próximos meses”, disse Nicola Leibinger-Kammüller.

No ano fiscal anterior (encerrado em 30 de junho de 2010), ainda assolado pela crise econômica mundial, as vendas da TRUMPF caíram em aproximadamente 19% para um lucro de € 1,34 bilhão, o que significa que a empresa sofreu uma perda, antes dos impostos, de € 59 milhões. Mas, desde a primavera européia, a carteira de encomendas da empresa, em Ditzingen, lotou novamente. Segundo Nicola Leibinger-Kammüller, em alguns mercados a TRUMPF ainda tenta recuperar o volume de vendas pré-crise.

A força do comércio asiático, em particular, está garantindo que todas as curvas da TRUMPF estejam em ascensão. A companhia continuará rentável, especialmente nos mercados em expansão na China, país onde ampliará sua unidade de produção. “Estamos presentes na Ásia há muitos anos”, disse a presidente da TRUMPF. “Com toda a nossa experiência, podemos participar na dinâmica do Extremo Oriente – o que também fortalece nossa posição em casa”.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial máquinas e equipamentos Lançamento mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial