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Multinacional festeja bons números de 2010 com otimismo para o próximo ano, focada em infraestrutura

Com 105 anos de história no Brasil, a Siemens tem vários motivos para comemorar o fechamento do ano fiscal de 2010, entre eles o aumento da entrada de pedidos que equivale a R$ 4,9 bilhões, aumento no faturamento e ampliação da produção, gerando assim novos empregos. Pela segunda vez em três anos a Siemens no Brasil obteve o maior crescimento entre as operações da empresa nos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), atingindo o patamar de 32% em moeda internacional (17%da Índia, 12% da China e – 41%da Rússia). “Os BRICs irão crescer acima da média dos emergentes”, afirma Adilson Primo, presidente do Grupo Siemens no Brasil, referindo-se a boa expectativa para 2011, durante o evento realizado na planta da empresa, localizada em Piritura, zona oeste de São Paulo, no último dia 13 de dezembro.

O faturamento líquido de 2010, R$ 4,2 bilhões , equivale a 10% acima do exercício anterior, “um crescimento médio de três a quatro vezes o PIB brasileiro”, informa Primo. Os números se justificam pelo fortalecimento nos setores industrial, de energia, óleo e gás, renováveis, transporte metrô-ferroviário, mineração, siderurgia e saúde, que motivaram a empresa a ampliar sua capacidade produtiva devido à retomada do crescimento do país.

Segundo Primo o Brasil poderá crescer de 8% a 10% ao ano, caso invista em infraestrutura, e, daí sim, tornar-se sustentável. O executivo cita os dois próximos grandes eventos mundiais que serão sediados no país, muito lucrativos para a indústria local, a Copa do mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Quanto às perspectivas de crescimento global, a empresa anuncia 4,8% em 2010 e prevê 4,2% EM 2011. “Nós não estamos totalmente livres da crise”, salienta o presidente da Siemens no Brasil quando cita os números acima, e completa: “não podemos ter a base no crescimento apenas no consumo interno, isso tem certo limite”.

Brasil e o cenário macroeconômico de 2010

O Brasil fecha 2010 com números positivos, que comprovam seu crescimento em vários setores. O PIB do país cresceu 8,0% (previsão para 5,0% em 2011), houve aumento das classes C, D e E, o déficit público ficou abaixo da média internacional, o Banco Central definiu a taxa básica de juros em 10,75% a.a (com intuito de manter a inflação sob controle).

A produção industrial, com base no período de outubro de 2005 a outubro de 2010, os bens de capitais ficaram em 19%, Intermediários em 20%, consumo em 15% e Duráveis em 38%. O nível de utilização da capacidade instalada, analisada em setembro de 2010, ficou em 82%. “É o momento de investir então”, diz o executivo após estes resultados serem revelados.

A Siemens no Brasil soube acompanhar esta expansão, tendo destaque para suas divisões: Energy (Wind and HPP projects); Oil & Gas (upstream and downstream); Metals & Mining (New Projects in the Pipeline as Global Demand Rebounds) e Mobility (HST / Mass Transit).

Desafios

Contudo, Primo lembra que o próximo ano, embora com expectativas favoráveis, será preciso discutir várias ações e ajustes, entre elas, o câmbio para importações e exportações, e salienta “grandes desafios para o novo governo”.

Para a Multinacional, no governo atual muitos defendem a entrada de capitais, em contrapartida com outros que mantém a posição de que esta ação não funciona. No entanto, o presidente da Siemens no Brasil defende reformas. “O que estamos produzindo é o que estamos importando?”, indaga ele.

O câmbio tem estimulado o aumento das importações no Brasil, em detrimento da produção e exportações. E, 2009, em plena crise econômica mundial, marcou-se  – 11% de exportações e   -17% de importações. Já no terceiro trimestre de 2010 fechou em 11% de exportações para 41% de importações. Dados estes que podem comprometer a produção industrial do país para o próximo ano.

Para este problema aparente a Siemens vê os investimentos em infraestrutura como alternativa auto-sustentável para driblar estes obstáculos econômicos e alavancar o Brasil. A empresa investiu neste setor em 2010 R$115 bilhões.

Primo afirma que o país possui elevado potencial, mas necessita melhorar sua competitividade. Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, o Brasil está em 135º lugar em burocracia nos negócios e em 131º em rigidez-mercado de trabalho. Já em tamanho de mercado está em 8º lugar e em qualidade de produtos locais em 9º.

“É preciso aumentar o valor agregado no Brasil”, enfatiza Primo, já que a palavra chave de 2011 é competitividade.

Metas para 2011

A Siemens no Brasil traçou suas metas para 2011 com olhar centrado na orientação estratégica. A empresa tem como foco impulsionar a inovação, tecnologia, fortalecimento no portfólio, oferecendo um amplo portfólio ambiental. A Instituição também concentrará esforços no crescimento dos mercados emergentes e na expansão de negócios e serviços.

Os investimentos planejados pela empresa entre 2010 – 2030 em infraestrutura e construção, em volume médio por ano, marcam R$135 milhões, sendo 81 milhões em construção, 34 milhões em energia e 20 milhões em segmentos básicos.

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As exportações do agronegócio paulista cresceram 29,2% no período de janeiro a novembro, para US$ 18,68 bilhões, na comparação com o mesmo período de 2009, de acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Já as importações tiveram menor acréscimo (28,5%), somando US$7,31 bilhões, resultando em elevação de 29,6% no saldo comercial em relação a janeiro-novembro de 2009, atingindo US$11,37 bilhões. Há que se destacar que as importações paulistas nos demais setores – exclusive os agronegócios – somaram US$54,89 bilhões para exportações de US$28,68 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado, de US$ 26,21 bilhões.

De janeiro a novembro de 2010, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$47,36 bilhões (26,2% do total nacional) e as importações, US$62,20 bilhões (37,4% do total nacional), registrando um déficit de US$14,84 bilhões. Em relação ao mesmo período de 2009, o valor das exportações paulistas cresceu 24,2% e o das importações, 35,7%, com significativa elevação do déficit comercial (+93,0%). Comparando-se o período de janeiro a novembro de 2010 com o de 2009, o aumento das exportações paulistas (24,2%) ficou abaixo da média brasileira (30,7%), enquanto que nas importações, o acréscimo também foi maior no Brasil (43,9%) do que em São Paulo (35,7%).

Fonte:Assessoria de Comunicação da Secretaria

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A empresa oferece Melhores Práticas Comerciais com intuito de aumentar ainda mais as vendas e faturamento de seus clientes

Factura é uma palavra que provém do latim e significa Faturamento, justamente o negócio que a empresa, que leva e mesmo nome, atua desde 2002. O foco da Factura é assessorar empresas na área comercial, oferecendo as Melhores Práticas Comerciais. Seu idealizador e diretor Gustavo Dalla Vecchia, adquiriu knowhall em empresas multinacionais líderes nos seus segmentos no setor industrial, de distribuição, de serviços e no varejo.

Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico as empresas precisam cada vez mais de planejamento, organização e ações. Para fundar a empresa, Dalla Vecchia observou a existência de um “gap” de Práticas Comerciais, Estratégicas e Operacionais, realizadas por grandes organizações, frente às Práticas Comercias realizadas por empresas de menor porte, ainda com suas áreas comerciais não profissionalizadas ou mesmo sem gestão comercial específica.

“O grande desafio da Factura é demonstrar para estas empresas que, apesar do sucesso alcançado até o momento, a utilização das Melhores Práticas Comerciais pode aumentar ainda mais suas vendas e conseqüentemente seu faturamento, antes que a concorrência o faça”, diz Dalla Vecchia, resumindo o objetivo da empresa.

Para a Factura, comprovar o quanto a área comercial pode evoluir e torna-se proativa e autossustentável é o resumo de sua missão. “Transformar um departamento (Comercial), muitas vezes carente de investimentos e profissionalismo, mas fortemente exigido e cobrado, na locomotiva que puxa toda a organização rumo à conquista permanente de participação de mercado frente à concorrência”, explica o diretor.

Soluções comprovadas

Como exemplo do compromisso da Factura em traçar estratégias para a evolução do Comercial de seus clientes, é interessante citar o case de sucesso de uma indústria brasileira de produtos de bens de consumo, da categoria higiene e limpeza, produtora de marcas muito conhecidas e detentora, na época, de grande participação de mercado na grande São Paulo.

O primeiro passo neste caso foi identificar onde se encontravam os problemas. Entre eles, equipe comercial sem metas claras e objetivas, acomodada e desmotivada, sem treinamento técnico comercial, nem acesso formal a informações de mercado e concorrência. A empresa não tinha informações de mercado para ajuda na tomada de decisões e nos processos internos, não havia política de organização da carteira de clientes por equipe, por região nem por segmento.

A partir deste panorama, ações começaram a serem tomadas, como a criação da gerência regional, com atuação em todo território nacional, televendas com foco em produtividade.  No âmbito das informações de mercado, a empresa passou a comprar informações disponíveis sobre a principal categoria vendida de institutos de pesquisa renomados, e foi criada uma política para carteira de clientes por equipe, região e segmento.

Em suma, a Factura em conjunto com seu cliente, atuou nas causas dos problemas e conseguiram juntos efetivamente aumentar as vendas. Em três anos de trabalho e com a compra da principal concorrente conseguiu-se triplicar o faturamento da empresa e assim se consolidar como líder da categoria no mercado brasileiro.

Perspectivas

Sobre a situação do cenário econômico no setor industrial brasileiro atual, o diretor enxerga os rumores de desindustrialização como um momento de atenção. “O processo de invasão de importados, da forma como está ocorrendo, sejam eles bens de consumos duráveis e não duráveis, bem como matérias-primas, é fundamental na etapa do processo produtivo e permite o confronto de duas realidades totalmente distintas”, afirma o diretor.

Para ele, de um lado ficam os produtos brasileiros, no qual há o chamado “custo Brasil” (problemas de infraestrutura para escoamento da produção, carga tributária alta, maior taxa de juros do mundo, custos trabalhistas elevados, taxa de câmbio flutuante, entre outros), versus produtos asiáticos, que basicamente tem a seu favor tudo o que nossa indústria tem contra (excelentes modelos de escoamento de produção, baixa carga tributaria, leis trabalhistas pouco exigentes, câmbio fixo mantido artificialmente visando competitividade internacional, entre outros).

Contudo, o executivo crê que não ocorrerão grandes mudanças nas políticas macro econômicas brasileiras em 2011, já no comando da presidente eleita, Dilma Rousseff. Dalla Vecchia não ignora os desafios, citando a “queda da taxa de juros ao consumidor sem o aumento da inflação, bem como o controle do índice de endividamento da população e das empresas”.

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Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), considera como acertada a decisão do Comitê de Política Monetária de manter a taxa de juros Selic inalterada, pelo menos para este momento. Andrade diz que as medidas de restrição ao crédito anunciadas pelo Banco Central na semana passada já refletem a preocupação do BC com o excesso de liquidez na economia e seus impactos sobre a trajetória da inflação, tornando desnecessário elevar a Selic.

O presidente porém atentou para o patamar dos juros no país, um dos mais elevados do mundo. “A combinação de juros altos e câmbio apreciado precisa ser revista”, defendeu Andrade.

“Não é aceitável um novo ciclo de elevação dos juros – já pré-anunciado com as medidas de contenção monetária da semana passada – sem ajustes no lado fiscal. É imprescindível dar maior peso à política fiscal, com a imposição de limites aos gastos correntes”, concluiu o presidente da Unidade.

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A empresa Kotabrasil, distribuidora exclusiva da marca Dunlop para produtos industriais oferece estrutura necessária para a industrialização, comercialização, importação e exportação dos mais variados tipos de mangueiras, terminais e conexões hidráulicas e industriais, correias em “V”,  correias transportadoras e correias sincronizadas  para uma ampla linha de aplicações.

Com atuação em todo o território nacional, a empresa oferece diversificação de produtos no segmento de revenda e consumidor final, oferecendo prazos de entrega adequados à necessidade do cliente. A Kotabrasil tem como diferencial a qualidade e rapidez na entrega, uma estratégia para conquistar novos mercados.

Acredita e investe em novos segmentos de crescimento potencial, tais como máquinas e implementos agrícolas, empresas petrolíferas, máquinas e equipamentos industriais, máquinas operatrizes, equipamentos rodoviários fora de estrada, papel e celulose, mineração e siderúrgica, químico e farmacêutico e equipamentos para construção.

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Empresa de softwares transferiu sua fábrica para Florianópolis e vai abrir escritório de vendas em Curitiba, ainda este ano

A Automatos, empresa de software focada em gestão de infraestrutura de tecnologia e segurança da informação, investe no potencial da região Sul. Sua fábrica de softwares foi transferida para Florianópolis (SC) e boa parte dos funcionários deslocados para a cidade. Além disso, a empresa está criando escritório em Curitiba (PR), que deve começar a funcionar ainda neste ano. A unidade vai concentrar a gestão de vendas na parte sul do País.

O Sul é o segundo maior mercado da Automatos no Brasil, perdendo apenas para o Sudeste. “Começamos a credenciar canais na região. Já contamos com parceiros no Sul, mas pretendemos aumentar em até 70% nossos canais em todo o país”, destaca Osti.

Com novo foco na região, a Automatos pretende aumentar ainda mais seu portfólio de clientes no Sul. Atualmente, atende diversos setores, passando por Cozinhas Dell Ano, Boticário e o Tribunal de Justiça.

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A Enfil S/A Controle Ambiental, empresa brasileira de soluções ambientais, fechou parceria com a fornecedora alemã Fisia Babcock Environment para trazer a América do Sul tecnologia de ponta para a cogeração de energia a partir do lixo urbano.  O processo traz dois benefícios para a comunidade: transforma grandes volumes de lixo em poucos quilos de cinza, evitando os lixões, e gera energia elétrica.

Franco Tarabini Jr, diretor da Enfil, diz que no passado a empresa já havia avaliado a possibilidade de atuar no setor, e se viu confrontada com o conceito generalizado de que a solução mais adequada era destinar o lixo para aterros sanitários.  “Hoje, o cenário é muito mais promissor, pois existe a clara percepção que não existem locais para esses aterros próximos aos grandes centros e a legislação está se tornando cada vez mais exigente”, explica Franco.

“O investimento para a implantação de um sistema de cogeração com capacidade para transformar 500 toneladas de lixo por dia, equivalente ao volume gerado por cerca de 500 mil pessoas, está na ordem de R$ 200 milhões”, informa o diretor da Enfil. A tecnologia da Fisia Babcock a ser aplicada pela empresa transforma essa quantidade de lixo em baixo volume de cinza inerte e gera 15 Megawatts de energia elétrica, o suficiente para abastecer 20 mil residências.

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A Intermach 2011 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metal-mecânica, que acontece em Joinville, de 12 a 16 de setembro de 2011, é a principal feira do setor realizada no Sul do Brasil. A expectativa de crescimento da Intermach em sua oitava edição é de cerca de 20%, em função da recuperação da economia do setor de máquinas e equipamentos, além do esforço concentrado em atrair expositores e visitantes de outros países, todos de olho no bom momento do mercado. Em 2009, 500 empresas participaram como expositoras e o número de visitantes chegou a 30 mil, vindos de 20 estados brasileiros.

Serviço
Intermach 2011 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metal-mecânica
Data: de 12 a 16 de setembro de 2011
Horário: das 14h às 21h
Local: Expoville – Joinville/SC
Organização: Messe Brasil

Informações: Messe Brasil – www.messebrasil.com.br – 55 47 3451-3000

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou no dia 29 de novembro, na Fiesp-Federação das Indústrias de São Paulo, que Medida Provisória será editada nos próximos o governo sobre a prorrogação por mais 12 meses, dos incentivos fiscais direcionados ao setor da construção.
Mantega atenta que as desonerações ajudaram o Brasil a sair da crise e deram ao setor a maior expansão em 2010, da ordem de 13%, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) nacional deverá crescer 7,5%.

“As desonerações do IPI serão mantidas, assim como o regime atual para PIS e Cofins”, disse Mantega, logo após receber o troféu de Personalidade Pública oferecido pelas lideranças empresariais reunidas no 9º Construbusiness – Congresso Brasileiro da Construção.
Os resultados dos debates do Construbusiness, bem como o estudo elaborado pela LCA Consultores e Fundação Getúlio Vargas, serão entregues em janeiro próximo à presidente eleita Dilma Rousseff e ao governador eleito Geraldo Alckmin.

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A Pollux Automation, em parceria com a Cognex, promove no mês de dezembro o seminário de Rastreabilidade e Inspeção Automática nas Indústrias Farmacêutica e de Health Care. O evento é gratuito e tem como objetivo principal esclarecer todos os trâmites que envolvem a Instrução Normativa nº11 da Anvisa, passando pelos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás.

Em virtude das dúvidas sobre as definições do Sistema de Rastreamento de Medicamentos, a Pollux Automation apontará soluções que desenvolve para a indústria farmacêutica e de health care utilizando produtos da Cognex.

Serviço:

Rio de Janeiro

Data: 07/12/2010

Local: Tropical Barra Hotel

Horário: das 14h30 às 18h

São Paulo

Data: 09/12/2010

Local: Mercure Grand Hotel

Horários: das 8h30 às 12h ou das 14h30 às 18h

Goiás

Data: 14/12/2010

Local: IGTF

Horário: das 14h30 às 18h

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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