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O déficit da balança comercial preocupa. Este foi o tema mais comentado pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na quarta-feira, 23 de junho, durante coletiva de imprensa para divulgação do balanço do setor nos cinco primeiros meses do ano. Enquanto as exportações registraram alta de 6,6%, para US$ 3,3 milhões no período em comparação com mesmo intervalo do ano passado, as importações alcançaram US$ 8,7 milhões, expansão de 9,9%.

“É a desindustrialização do segmento de máquinas e equipamentos crescendo a cada dia. O câmbio e a taxa de juros esgotam qualquer esforço. Sou uma voz no deserto, mas não deixarei de falar sobre isso sempre que puder. Não tem condição uma máquina produzida no Brasil custar 36% mais em relação a uma importada. Isso acaba com a indústria”, argumenta Aubert afirmando que a solução está no remodelamento dos tributos e no incentivo à produção local.

E mesmo o faturamento do setor tendo registrado aumento de 15,9% nos primeiros cinco meses do ano sobre igual período de 2009 (R$ 27,8 milhões), o presidente da entidade teme que o crescimento para o ano não chegue aos anunciados 15%. No comparativo dos meses de maio deste e do ano anterior, houve aumento de 12,9% (R$ 5,9 milhões), e dos cinco primeiros meses de 2008, antes da crise economica, e de 2010, o faturamento do setor obteve retração de 11,64%.

O crescimento de 2010, para o executivo, dá apenas uma falsa sensação de melhora no setor. “Comparado aos péssimos resultados de 2009, qualquer ano comum significaria crescimento.”

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O PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador) de Jacareí, no Vale do Paraíba paulista, está com 164 vagas abertas para interessados em trabalhar na 28ª edição da Fapija (Feira Agropecuária e Industrial de Jacareí). São 100 vagas para vigilantes, 34 para porteiros e 30 para brigadistas. O evento acontece entre os dias 9 e 18 de julho.

Os pré-requisitos para os candidatos a vigilante são ter concluído o ensino médio e possuir academia de vigilante atualizado. Os porteiros precisam ter ensino fundamental completo. Os brigadistas devem ter finalizado o ensino médio e possuir curso de Brigada de Incêndio. Todos necessitam ter experiência na área de atuação. As remunerações não foram divulgadas.

Os interessados devem comparecer ao PAT – Rua Alfredo Schürig, n.º 283 – Centro – com os seguintes documentos: RG, CPF e Carteira de Trabalho. O horário de funcionamento do posto é de segunda à sexta-feira, das 8h às 17h. Quem já tem o registro no programa Emprega São Paulo pode realizar o cadastro pelo site www.empregasaopaulo.sp.gov.br.

A seleção ocorre até esta quinta-feira, dia 24.

É preciso apresentar na entrevista a carta de encaminhamento, que pode ser retirada tanto no PAT como também ser gerada pelo sistema eletrônico (Emprega São Paulo).

Segundo a organização da Fapija, essa é a maior feira agropecuária e industrial do Vale do Paraíba. A expectativa é de que a feira reúna cerca de 500 mil pessoas durante seus 10 dias de realização e movimente aproximadamente R$ 30 milhões. Além dos negócios, a feira se destaca por trazer grandes shows com artistas populares.

Neste ano, se apresentarão o cantor Luan Santana, as duplas Maria Cecília & Rodolfo, Hugo Pena & Gabriel, João Bosco e Vinicius, Bruno & Marrone e Victor & Léo, além dos grupos Calcinha Preta, Sorriso Maroto e Parangolé e das bandas Cine e Hevo 84. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.fapija.com.br

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A Assosciação da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, realizou, em 27 de maio último, o seminário intitulado “O Desenvolvimento Brasileiro: O Modelo Atual e as suas Aleternativas”, no qual reafirmou seu comprometimento com um projeto de país. Leia abaixo o conteúdo extraído do evento:

Projetar um país. Esta foi a principal conclusão de um auditório totalmente lotado para a realização do seminário. José Velloso, diretor de mercado interno e vice-presidente da Abimaq, abriu os trabalhos falando da satisfação de realizar um seminário com tema tão polêmico e convocou a todos para reflexão e atitudes no sentido de garantir que o crescimento do mercado brasileiro seja sustentado por produtos fabricados no País.

Ao passar a palavra para Fernando Bueno, diretor de competitividade que apresentou o trabalho elaborado pela Abimaq – O DESENVOLVIMENTO BRASILEIRO: O MODELO ATUAL E AS SUAS ALTERNATIVAS, Velloso afirmou:”não há dúvida que o Brasil vai crescer, a questão central aqui hoje é se ele vai crescer com conteúdo nacional”.

O Ministro Interino de Assuntos Estratégicos, Luiz Alfredo Salomão, que falou logo após a apresentação dos trabalhos por Fernando Bueno, disse que com estrutura adequada o Brasil poderá crescer a taxas de 6 ou 7% ano ano, mas questionou a elevação dos juros iniciada pelo Banco Central. “Se a sociedade quer crescer, nós temos que conter as taxas de juro a níveis compatíveis com o resto do mundo, em especial países que nem o nosso”.

Fernando Bueno, também insistiu nessa temática na sua apresentação, colocando que o relativo sucesso do modelo econômico atual vem de pelo menos 20 anos, uma vez que mais que um modelo de desenvolvimento é um modelo de estabilização econômica baseado essencialmente em abertura comercial e financeira, câmbio flutuante; controle da inflação e superavit primário.

“Nesse aspecto – explicou Bueno – ele já cumpriu o seu papel, com as contas macroeconômicas razoavelmente ajustadas, modesto crescimento do PIB, relativa distribuição de renda e maior inclusão social, redução da vulnerabilidade externa e uma inflação dentro da meta”.

A ideia inicial da implantação desse modelo econômico, ainda de acordo com o estudo, era que o desenvolvimento seria consequência do plano de estabilização econômica, uma vez não ocorrendo, o governo lançou mão especialmente nos últimos anos, de políticas de desenvolvimento, como a PDP – Política de Desenvolvimento Produtivo; PAC – Programa de Aceleração do Crescimento; PRÉ-SAL – investimentos da Petrobras em O&G e PSI – Programa de Sustentação do Investimento – BNDES .

Mesmo assim, o estudo aponta que as taxas de investimento ainda estão longe do desejável e a tendência de diminuição da participação da indústria no PIB não se alterou substancialmente. “A situação atual – explicou Bueno – remunera mais o ócio que o trabalho, o que podemos concluir que o modelo atual está esgotado”

ALTERNATIVAS

Dentro da característica da Abimaq de não só apontar os problemas, mas também as alternativas, o estudo aponta uma Estratégia Nacional de Desenvolvimento que implica na redefinição dos objetivos das políticas macroeonômica, industrial, de Comércio Exterior e educacional que devem ser focadas na obtenção das metas previstas e que tem por objetivo alcançar a sexta posição no ranking mundial de fabricantes de bens de capital em 2022.

Antonio Carlos de Lacerda, professor doutor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que elogiou o trabalho apresentado por Fernando Bueno disse que o Brasil só será bem sucedido se a indústria de transformação tiver futuro, alertando que teremos um risco fortíssiomo em 2011 se não forem revistas as políticas atuais de câmbio e juro alto. “Está na hora de pararmos para pensar qual é o tipo de País que queremos e partirmos para um projeto de muitas alianças que garantirão o embasamento necessário para as mudanças que o País precisa”, afirmou.

MUDANÇAS

José Ricardo Roriz Coelho, Diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp e presidente da ABIPLAST,

Ao falar também do tipo de País que queremos mencionou a carga tributária brasileira como a maior amarra ao investimento e o custo do capital como segundo forte impecilho ao investimento, elecando na sequência o câmbio e a falta de políticas claras em relação à educação. “Isso sem falar ainda na corrupção, excesso de burocracia e falta de infra-estrutura”, afirmou Roriz.

De acordo com as informações fornecidas por Roriz, 76% das empresas brasileiras apresentam como o principal problema brasileiro a carga tributária. “Se levarmos em conta o tamanho da cadeia produtiva – argumentou Roriz – veremos que os custos dos impostos incidem sobre toda a indústria, acarretando dificuldade em todos os setores”.

“IMPOSTO É SALÁRIO INDIRETO”

O Ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, também presente ao evento, ao concordar com os palestrantes que o antecederam provocou a platéia e os seus colegas se referindo ao imposto no Brasil como uma forma de salário indireto.

E coloca no fortalecimento do mercado interno uma das saídas para o desenvolvimento do País. “Sempre digo e repito – explicou Bresser Pereira – o investimento só depende de oportunidades lucrativas para o empresário, que é um ser fascinante, corre riscos, mas a oportunidade do investimento depende da demanda economicamente ativa, que só pode existir com o crescimento dos salários internos”.

Bresser Pereira, a partir dessa tese elogiou o modelo econômico atual e a política do governo com relação ao salário mínimo, a bolsa família e o crédito consignado, dando como exemplo de acerto do modelo o SUS, que na sua opinião é eficiente e a bolsa família, que também na sua opinião  é extremamente adequada.

Paulo Rabello de Castro, economista da RC Consultores, por sua vez,brincou com o Ministro Bresser Pereira dizendo que ele devia estar usando muito o SUS ultimamente e se colocando radicalmente contrário à atual política tributária do governo e ironizando que  o Seminário promovido pela ABIMAQ tinha encontrado finalmente o culpado pela atual situação econômica vivida no Brasil, que eram os economistas.

Depois das brincadeiras iniciais, Rabello de Castro elogiou muito o trabalho apresentado pela ABIMAQ, dizendo se tratar do bom senso puro, abandonando o palavrório e sendo extremamente prático.

E que se o governo levasse as alternativas apresentadas ao pé-da-letra talvez pudéssemos viver um ciclo de desenvolvimento econômico muito próximo do sonho daqueles que querem ver o Brasil crescer. “O Brasil precisa mesmo de um choque de gestão e o trabalho apresentado pela Abimaq nos demonstra de forma prática como poderemos fazer isso”, concluiu

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Nas últimas semanas, tenho recebido muitos e-mails marketing aproveitando a Copa do Mundo para divulgar promoções, alertas de novos negócios, feiras e outros assuntos que nem me lembro. Ao ler as mensagens – acredite, leio cada e-mail que recebo! -, encontrei um artigo bem interessante do Eduardo Marques, gestor de projetos web da dBrain, agência especializada em marketing de canais. O mais curioso é que Marques escreveu sobre a importância do e-mail marketing nos negócios.

Não sei como anda sua caixa de e-mails em relação a esse tipo de material, mas acho que vale ler o artigo – que reproduzo abaixo, na íntegra – para se tirar algumas conclusões. Boa leitura!

O uso do e-mail marketing como um instrumento eficiente no aumento das vendas em uma relação B2C já é bastante conhecido.  O que ainda não é de conhecimento de muitos empresários é a utilização dessa ferramenta como grande fomentadora de negócios para um canal B2B.


Para muitos profissionais, conquistar a atenção do parceiro de negócios através do e-mail tem se tornado um grande desafio. Na era do excesso de informação, é grande a chance do seu e-mail se tornar apenas mais um item não lido na caixa postal. Para que isso não ocorra, ou melhor, para que a sua empresa não desperdice mais oportunidades, existem alguma dicas preciosas.

A primeira delas é investir no branding. Através de um modelo de e-mail bem desenhado, entregar mensagens com a identidade da marca fortalece a credibilidade do leitor e cria uma ponte visual que torna mais constante a presença da empresa.

A segmentação é outro ponto importante. Classificar os destinatários em grupos de afinidades de acordo com as segmentações pré-definidas pela empresa. Dessa forma, seus parceiros somente receberão as informações que realmente importarem para eles e a sua empresa colherá um resultado mais positivo das ações de envio com mais e-mails lidos e menos e-mails ignorados.

Personalizar também é preciso. Com a lista de receptores devidamente classificada e segmentada em um banco de dados, é possível exportar informações que irão personalizar o e-mail. Relatórios de vendas, transações e convites podem ser entregues com uma maior agilidade e relativo baixo custo.

Integrar o e-mail a outros canais digitais é outro ponto a ser notado. A recente explosão das redes sociais, a popularização de extranets e o desenvolvimento de exclusivos portais de parceiros de canal, mostram-nos que o comportamento digital está em constante mudança. Estar atendo a essas mudanças é importante para integrar o seu serviço de email marketing às outras mídias. Ele deve ser parte integrante de um plano de marketing e comunicação digital bem definido.

O ROI (Return On Investment) também não é mais o mesmo. Por algum tempo, creditou-se o sucesso de uma ação de e-mail marketing ao retorno do clique efetuado pelo usuário. Porém, mais eficiente do que o clique é a conversão. Se no planejamento da sua ação, o pretendido era a inscrição em um curso, mais importante do que os cliques para a exibição das informações, será o ponto de conversão de destinatários em novos participantes. Dessa forma, a mensuração do retorno do investimento se torna palpável.

Enfim, se anteriormente o foco estava nos envios em massa, hoje uma campanha bem estruturada de email marketing está na personalização, conhecimento da cultura digital e na integração com outras mídias.  Isso sem falar é claro, do conteúdo relevante para o destinatário.

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Inteligência Integrada em Manufatura será o tema do workshop oferecido por Neoris e SAP, em 29 de junho, em São Paulo, SP. Com entrada gratuita, o evento será direcionado aos representantes da indústria de diversos segmentos.

Sua concepção provém da Neoris, empresa de consultoria em tecnologia da informação e negócios, que tem especialização em Nearshore, consultoria de valor agregado e tecnologias emergentes, e a SAP, que lida com software de negócios, oferecendo aplicações e serviços.

O objetivo do workshop é mostrar como a ferramenta SAP MII – Manufacturing Integration and Intelligence é utilizada para sincronizar a manufatura e a demanda dos clientes, garantindo a automação dos processos, redução de desperdícios e custos de produção, viabilizando assim o acesso às informações.

O workshop acontece das 9 às 12 horas, nas instalações da SAP Brasil, em São Paulo, e contará com transmissão online. Informações de vagas no (11) 3895-6821 com Karina, ou pelo e-mail sap@checklisteventos.com.br.  (Tatiana Gomes)

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A empresa alemã Schleicher Electronic, em parceria com a Maxtronick no Brasil, lança no mercado de automação o Registrador de Dados de Máquinas – MDL.

O novo equipamento é um dispositivo que registra e armazena permanentemente parâmetros das máquinas, como: horas de funcionamento, ciclos de máquina e outros tipos de dados do processo. Fornece uma análise incorruptível das condições de funcionamento, do uso e da manutenção da máquina, permitindo que os fabricantes dêem garantias baseadas no desempenho.

O MDL oferece redução de custos em intervalos definidos pelo usuário do serviço, criando assim uma segurança adicional durante todo o processo. Tem capacidade de memória para mais de 100 parâmetros das máquinas (definidos pelo usuário) e é conectado em rede industrial (Profibus-DP, CAN-bus ou Profinet).

Para o mercado industrial a importância do MDL se deve pela capacidade do produto administrar as atividades do processo das máquinas, onde atualmente não são possíveis de serem verificadas pelas empresas, diz Erik Nascimento, Diretor Técnico da Maxtronick.

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A indústria química no Brasil está em um momento importante e em busca de novos fornecedores.

Segundo Nelson Pereira dos Reis, presidente-executivo da Abiquim, “a realização da 1ª Feira Internacional dos Fornecedores da Indústria Química & Petroquímica ocorre em um momento em que o setor prepara uma nova e importante etapa de expansão com o lançamento do Pacto Nacional da Indústria Química, que poderá elevar para US$ 133 bilhões os investimentos previstos para os próximos 10 anos”.

Entre os expositores que confirmaram presença, estão: PLASMATIG, HOLLBRAS, SCHÜTZ VASITEX, VANASA MULTIGAS, CESTARI, SUATRANS, SIGMAFIRE BY CLAYTON, ABS GROUP, ALEF, ANDRITZ SEPARATION, ANHEMBI BORRACHA, APEXFIL, ARXO, ABNT, CONESTEEL, SAMIA INTERNATIONAL, ESFERAS DOUGLAS, DRESSER, EGA MASTER, EKA, HAVER & BOECKER, JEMP, KS TOOLS, LABSYNTH, LONGA, LUVEX, MAUSA, MONTEX, SOLDAS, SYMBOL VÁCUO, TETRALON BOMBAS, TROX TECHNIK, BOMBAS GEREMIA, ENTRE OUTRAS. 

Eventos Simultâneos a feira:

Organizados pela Abiquim, a 2ª Conferência Latino-Americana de Segurança de Processo e  o 13º Congresso de Atuação Responsável acontecerá pela primeira vez no Brasil.

 Acesse: www.quimica-petroquimica.com.br

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Que tal começa r a semana com uma notícia animadora? Pois bem, na manhã desta segunda-feira (14), o Banco Central, por meio de um relatório de mercado, anunciou um possível crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano de 6,60% para 6,99%. O documento é fruto de pesquisa da autoridade monetária com as instituições financeiras.

O aumento na expectativa de expansão econômica deste ano aconteceu após a divulgação do resultado do primeiro trimestre deste ano, quando o Produto Interno Bruto cresceu 9% sobre os três primeiros meses do ano passado, e 2,7% na comparação com o último trimestre de 2009.

Se confirmada, a expansão de 6,99% esperada pelo mercado financeiro para 2010 será a maior desde 1986, quando o país cresceu 7,49%, segundo série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibilizada pelo BC. Para 2011, a previsão de crescimento econômico do mercado financeiro permaneceu estável em 4,5%.

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Em 26 de maio, empresas da Baixada Santista participaram da 1ª Sessão de Negócios do setor de tecnologia da informação e comunicação, TIC, no Parque Balneário, em Santos, SP.

A iniciativa nasceu de um conjunto de ações do projeto de fortalecimento do setor e teve o apoio da Agência Metropolitana da Baixada Santista, Agem, da prefeitura de Santos, da Associação Comercial da cidade e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Ciesp.

O evento fez parte de um sistema de reuniões comerciais, organizadas pelo Sebrae-SP, com o intuito de integrar empresas. Além de terem a oportunidade dos encontros, tiveram como divulgar seus materiais promocionais (CD-Rom, catálogos etc).

Os participantes avaliaram o evento como dinâmico e produtivo. O que prova a eficácia de Rodadas de Negócios nos mais diversos setores, principalmente pela interação entre as empresas. (Tatiana Gomes)

Serviço

Informações sobre a Rodada 10, rodada de negócios que acontece em 15 de julho, no Clube Banespa, em São Paulo, e é promovida pela Editora Banas, com o apoio do Ciespe-Sul, Senai e Abimaq, acesse www.rodada10.com.br, ou siga-a no twitter:  http://twitter.com/rodada10.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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