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O crescimento de 15,9%, para R$ 4,63 bilhões, da receita do setor de máquinas e equipamentos em janeiro com relação ao mesmo mês do ano passado, acabou nem sendo o destaque da coletiva de imprensa promovida pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, na quarta-feira, 24 de fevereiro, para divulgação dos números do segmento.

A boa notícia ficou mesmo por conta da expectativa de que os investimentos do setor em 2010 deverão atingir R$ 8,9 bilhões, 20% mais do que os R$ 7,43 bilhões de 2009. Do total de recursos aplicados no ano passado, a maior parte, 36,8%, priorizou modernização tecnológica. Em seguida vieram troca de máquinas defasadas, 28,1%, e ampliação de capacidade, 26,4%.

Os dados fazem parte de pesquisa realizada pela entidade com os fabricantes de bens de capital mecânicos.

Mais números — Mesmo o faturamento tendo retraído 26,1% em janeiro sobre dezembro, as contratações no primeiro mês do ano apresentaram alta de 0,8% no comparativo com dezembro, para 1 987 vagas líquidas. Atualmente, 235 925 pessoas compõem o quadro dos fabricantes nacionais de máquinas e equipamentos.

Já a balança comercial do setor encontra-se deficitária. Em janeiro, as importações superaram as exportações em US$ 1,14 bilhão, patamar superior em 8,6% ao saldo negativo registrado em janeiro de 2009, que foi de US$ 1,05 bilhão.

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Acontece nesta terça-feira (23) a posse da nova diretoria da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos Hidráulicos, Pneumáticos e Automação Industrial – CSHPA .
Waldomiro Modena Filho, presidente da câmara, apresentará suas propostas e ações a serem desenvolvidas pela melhoria do setor. O encontro, seguido de coquetel, será realizado na sede da Abimaq, em São Paulo.

Confira abaixo entrevista exclusiva de Modena Filho ao Blog Industrial durante a Feimafe 2009.

A nova diretoria é composta por:

Presidente: Waldomiro Modena Filho (Festo Brasil Ltda.)

Vice-presidentes:

Carlos Padovan (Legris do Brasil Ltda.)
Eduardo Baldini (Hidrover Oleodinâmica Ind. e Com. Ltda.)
Helmut Zschieschang (Hydac Tecnologia Ltda.)
José Eduardo May (Micromecânica Ind. Com. Imp. e Exp. Ltda.)
Maurício Garcia (Ascoval Ind. e Com. Ltda.
Renato Majarão (Danfoss do Brasil Ind. Com. Ltda.)
Valdevir Mangili (Bosch Rexroth Ltda.)

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De modo a facilitar o dia a dia dos empresários e da sociedade na hora de fechar negócios, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, por meio de seu Departamento de Economia, Depecon, elabora, toda semana, um estudo comparativo das taxas de juros aplicadas pelos grandes bancos de varejo no Brasil.

O Custo de Crédito do Brasil toma como base os dados do Banco Central sobre financiamento de capital de giro.

Quer negociar as melhores condições para suas operações de crédito?

CLIQUE AQUI (estudo do dia 18/02/2010)

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Um exemplo de ação empreendedora

Icone Iniciativa,Opinião | Por em 19 de fevereiro de 2010

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Unificar convenção de vendas e ações de marketing pode render muito para uma empresa, principalmente em ano de retomada de investimentos. Um exemplo de como essa junção pode dar certo foi a ação empreendedora do Grupo Voges, de Caxias do Sul (RS), que aproveitou sua quarta Convenção de Vendas no começo do mês para anunciar – tanto internamente como externamente – a parceria com a Emerson Control Techniques (saiba mais sobre o produto aqui)

Cerca de 80 representantes se juntaram a jornalistas para ouvir o anúncio de que o grupo passa a vender os inversores de frequência da divisão Emerson Industrial Automation.

Em minha modesta opinião, essa ação/interação só reforça a marca no mercado, já que mostra para a mídia quem são os colaboradores da empresa. E mais: ainda oferece a oportunidade de ambos trocarem experiências.

“O ingresso no segmento de inversores com um parceiro como a Emerson, que é a referência mundial neste mercado de alta tecnologia, cria sinergia com as nossas atuais plantas fabris”, afirmou o diretor-presidente Osvaldo Voges, durante o encontro.

“Esta parceria baseia-se em um negócio de sucesso da Emerson no Brasil e reforça o nosso compromisso de longa data com o crescimento do mercado da Control Techniques no País e em toda a América Latina”, emendou Paul Shuter, presidente da Emerson Control Techniques América.

Fica a ideia para os interessados.

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A Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas, CSMIA, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, importará aço por meio de um pool formado pelas associadas. O motivo: a indústria brasileira de máquinas agrícolas está perdendo competitividade devido à valorização excessiva do real em comparação ao dólar e ao alto preço do aço no mercado interno, principal insumo para a cadeia produtiva.

Após ver o faturamento do setor retrair 28,2% em 2009 e as exportações 52,6%, a câmara pensou em um meio de tornar seus produtos mais competitivos. A iniciativa é um dos principais focos de atuação da CSMIA neste início de ano.

Com o esperado crescimento da demanda para este ano a tendência que já se observa é o aumento de preços pelas indústrias de aço para recuperar margens. “O aço aqui é muito mais caro que na Europa, China e Estados Unidos. E isso não é devido somente à alta carga de impostos no país”, afirma Celso Casale, presidente da CSMIA.

Em outros mercados, é possível encontrar chapas de aço com qualidade semelhante ao produto brasileiro até 50 % mais barato, chegando aqui com valor pelo menos 20% inferior ao produzido no Brasil, mesmo incluindo os custos com transporte, impostos e demais despesas com importação.

Em 2009, o governo brasileiro impôs uma barreira alfandegária de 12% para a maioria dos tipos de aço comercializados aqui. A medida ainda vigora sob alegação de garantia dos empregos do setor durante a crise econômica sem considerar os efeitos adversos nos setores dependentes do aço para produzir bens com alto valor agregado.

“O aço no mercado externo continua sendo mais barato que no Brasil o que não deveria acontecer já que somos o maior produtor de minério de ferro no mundo. Não podemos ficar reféns das siderúrgicas nacionais e devemos buscar alternativas para acelerar a recuperação do setor no pós-crise.”

Até o momento cerca de 30 empresas se cadastraram para fazer parte do pool para importação em conjunto. O setor de máquinas e implementos agrícolas, excluído o segmento de tratores e colheitadeiras, usa aproximadamente 60 mil toneladas de aço/mês.

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A II Feira de Fornecedores da Região Nordeste (ForInd NE)  e a II Mostra de Fornecedores do Setor Sucroenergético (Sucronor) anunciaram nesta quarta-feira (17) que  já estão com comercialização adiantada, 80% dos espaços disponíveis para exposição já estão vendidos, totalizando 90 expositores.

Com uma expectativa de crescimento do PIB para a região de  4,73%, valor acima da média estimada para o restante do país, que deve ficar em 4%, os fornecedores da indústria em geral e do setor sucroenergético terão a oportunidade de se defrontarem com esse mercado em pleno crescimento, com a implantação de novas fábricas e usinas, além da manutenção e modernização de plantas já existentes.

Confira abaixo a lista dos expositores das feiras até o momento.

ACABINE
AFIAFACA
ÁGUIA CONSULTORIA
APV
ASBRANOR
ATALAC
BAUMA
BELENUS
BNDES
BOMAX
BOMBAS GEREMIA / JOHNSON SCREEMS
CALF CALÇADOS E EPI’S S/A
CANAMIX
CEISE BR
CENTELHA
CIEPE
CIWAL
COMLUB
COREMAL
CYCOSA TRATORES
DEBMAQ
DEDINI
DIGI-TRON BALANÇAS
DLG
DWYLER
EBS FÁBRICA DE FÁBRICA
EQUILIBRIO
EQUIPE BOMBAS
ERGO OFICE
EUTETIC
EXAL
FAV
FERCOM
FERTRON
FIEPE
GASIL
GRUPO VOTORANTIN
GRUPPO PIERALISI
HENKEL
INLAC
JORNAL CANA
JW
KAKAKIS
LECO DO BRASIL
LGB ENGENHARIA E EQUIPAMENTOS LTDA.
MAQTRAL
MARAX
MARCOSA
MARTE ANALÍTICA
MBA
MECAT
METALTEC
METALÚRGICA ATLAS – GRUPO VOTORANTIM
METALÚRGICA MGS
METROVAL
MM SERVIÇOS DE SOLDA
MULTSTEEL
MUNTERS BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA
PARKSON
PERMETAL
PHELPS DODGE
PRODUQUMICA
PROMINAS
REKANMA COMERCIAL LTDA
RENK ZANINI
RENTANK MACROGALPÕES
RESINAR MATERIAIS COMPOSTOS
RIDESA
RTS
SEBARE
SEW EURODRIVE
SHERWIN WILLIAMS DO BRASIL
SIMISA
SINDAÇUCAR
SOFTWAY
SOLDATEC
STAB
STEEL TORRES
SYNGENTA
TEFIL
TINTAS SUMARÉ
TRAFO
TRANSMISERVICE
UFEPE
VALMICRO
VALOY
VEC DO BRASIL
VENEZA DISTRIBUIDORA
VULKAN
YASKAWA

As feiras acontecem simultaneamente de 13 a 15 de abril, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

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De 8 a 10 de março, a Escola de Marketing Industrial, EMI, centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento de competências no relacionamento entre empresas sob a ótica da inovação, realiza o programa “Foco do Cliente”.

O objetivo da iniciativa é decodificar o universo do cliente por meio do Marketing Industrial, mostrando uma forma reveladora de pensar e agir, a qual é possível perceber por meio da leitura e percepção das reais necessidades do cliente, que nem sempre são verbalizadas.  A partir desse entendimento, conceitos e práticas são discutidos para permitir se antecipar a essas necessidades e criar soluções de valor inovadoras.

Os participantes terão a oportunidade de discutir temas relevantes como:

– tarefa empresarial das empresas válidas;

– cliente industrial e suas Identidades;

– mundo das contrariedades;

– mundo das necessidades;

– diferenças entre foco NO cliente e foco DO cliente;

– subsistemas empresariais;

– leituras de ambientes;

– valor percebido e

– plano de marketing.

Este programa é realizado em três dias, durante período integral, em uma única fase. Os resultados esperados são o fortalecimento e enriquecimento das relações da empresa com os seus clientes, utilizando-se da visão inovadora do Foco do Cliente; a identificação de desafios e oportunidades e a troca de experiências entre os executivos que atuam na área de marketing corporativo.

Serviço

Local: Escola de Marketing Industrial

Agenda: 8 a 10 de março

Público alvo: profissionais que buscam conhecer, ordenar e sistematizar os esforços de Marketing Industrial no Foco do Cliente

Investimento: R$ 4.860,00

Informações: no site www.emkti.com.br, pelo tel.: (11) 4613-8653 ou e-mail bernadete@emkti.com.br.

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Em artigo enviado para nossa redação, a advogada Carina Pavan esclarece algumas dúvidas sobre os acidentes de trabalho e os programas de prevenção que podem ser adotados por empresas de pequeno a grande portes. Com a palavra, a advogada:

Tratado como um dos principais problemas enfrentados pela humanidade, a saúde do trabalhador é um assunto que, cada vez mais, requer atenção do setor privado e dos órgãos públicos. Segundo dados do Ministério da Previdência Social, durante o ano de 2008 foram registrados cerca de 747,7 mil acidentes de trabalho. Comparado com o ano de 2007, o número teve um aumento de 13,4%.

A legislação brasileira considera acidente de trabalho aquele que ocorrer pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesão coporal, perturbação funcional ou doença que cause a morte, perda ou redução permamente ou temporária da capacidade para o trabalho. Além disso,  conforme a legislação, os acidentes de trabalhos podem ocorrer no local de trabalho, a serviço da empresa, nos intervalos e no percurso entre a residência e o local de atuação.  É considerado acidente de trabalho a doença profissional, ou seja, a doença desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade, como, por exemplo, a lesão por esforço repetitivo (LER). Também podemos considerar como acidente de trabalho a doença adquirida em função de condições especiais em que o trabalho foi realizado e que se relacione diretamente com ele, entre elas as alergias respiratórias e o stress.

Pensando justamente nos elevados índices de acidentes ocorridos nas empresas, foram criados  programas de implantação obrigatória e que visam o apoio à prevenção de acidentes do trabalho. Entre estes programas podemos destacar a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), obrigatória  em toda a empresa privada ou pública, que possuam 20 ou mais empregados regidos pela CLT; o Programa de controle médico de saúde ocupacional (PCMSO), cujo objetivo é a promoção e preservação da saúde dos trabalhadores e inclui os exames médicos ocupacionais; o Programa de prevenção de riscos ambientais (PPRA), que tem como finalidade a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, considerando a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais; e o Programa de condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção (PCMAT), cujo objetivo é definir medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria de construção com 20 ou mais empregados.

Se isso não bastasse, em 2006 foi criado o Fator Acidentário de Prevenção (FAP), através da Lei 10.666, mas que teve sua regulamentação com a Resolução 1.309/2009 do Conselho Nacional de Previdência Social. A finalidade do FAP é incentivar a melhoria das condições de trabalho e da saúde do trabalhador, estimulando as empresas a implementarem políticas mais efetivas de saúde e segurança do trabalho para reduzir a acidentabilidade. O FAP é um índice que pode reduzir à metade, ou duplicar, a alíquota de contribuição do Seguro de Acidentes do Trabalho – SAT/RAT, pago pelas empresas sobre a folha de pagamento, conforme o enquadramento em risco leve (1%), risco médio (2%) e risco grave (3%). O FAP é individual para cada empresa, vai variar anualmente e será calculado sempre sobre os dois últimos anos de todo o histórico de acidentabilidade e de registros acidentários da previdência social para aquela empresa.

Além disso, neste mês de janeiro foram implantadas novas regras ao FAP, sendo que as empresas que investirem em medidas de segurança e saúde, reduzindo o número de acidentes ou doenças do trabalho, terão bonificação  no cálculo da contribuição devida no período. Enquanto que as empresas que não investiram em saúde e segurança, terão a cobrança do SAT/RAT aumentada em até 100%, dependendo do seu histórico de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais. Como empresas que tem um alto índice de acidentabilidade terão sua carga tributária elevada, já existem discussões judiciais acerca da constitucionalidade da Lei 10.666/2006 que criou o FAP. No entanto, as conseqüências diretas dessa nova sistemática começarão a serem sentidas nestes primeiros meses do ano, e assim saberemos se realmente o objetivo é reduzir os acidentes de trabalho ou aumentar a arrecadação tributária sobre as empresas

Vale ressaltar que as novas regras do fator acidentário não trarão qualquer alteração na contribuição das pequenas e microempresas, já que elas recolhem os tributos pelo sistema simplificado e estão isentas da contribuição para o seguro acidente.

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Os resultados positivos obtidos pela especialista em instrumentação industrial Nuova Fima do Brasil em 2009 garantiram à empresa mudança de instalações a partir de 17 de fevereiro. “Graças ao crescimento, estamos migrando nossas operações para um novo escritório, mais amplo, moderno e proporcional às nossas metas para os próximos anos”, comemora a direção da empresa.

Com a mudança, o telefone estará fora de atividade nos dias 15,16 e 17 de fevereiro. Assim sendo, os contatos deverão ser feitos nos seguintes números temporários: (11) 9969-3526 e (11) 9913-3590, ou por e-mail (infobr@nuovafima.com.br), que permanece o mesmo. Mas a direção salienta que estes só serão respondidos a partir do dia 17 de fevereiro, quando as comunicações entrarão na normalidade.

Serviço

Novo endereço:

Rua Major Otaviano, nº 210, Belenzinho CEP: 03054-050 – São Paulo – SP

Telefones (que continuam os mesmos):

Fone – (11) 2916-5234

Fax – (11) 2916-4655

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Nesta terça-feira (9), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou estudo que mostra que em 2009 o setor industrial brasileiro sofreu a maior queda de vagas de empregos dos últimos sete anos. O nível de emprego na indústria nacional caiu 0,6% em dezembro sobre novembro e 2,7% contra igual mês do ano anterior, encerrando 2009 com queda de 5,3%, a maior da série histórica iniciada em 2002.

“O tom de 2009 foi de maiores demissões por conta da queda na produção industrial provocada pela crise global. A recuperação da produção veio só no segundo semestre e o mercado de trabalho demora mais a reagir”, afirmou Andre Macedo, responsável pela pesquisa do IBGE, em entrevista à agência de notícias Reuters.

Mesmo com os dados ruins do mês, outros indicadores mostraram leituras melhores. A média móvel trimestral aumentou 0,4% em dezembro sobre novembro, no quinto mês de alta. Já no quarto trimestre, o emprego teve alta de 1,6% sobre o trimestre anterior, quando o avanço havia sido menor, de 0,3%.

Para 2010, Macedo vê uma recuperação mais significativa do emprego. “Normalmente, há uma defasagem de 3 a 4 meses entre produção industrial e emprego. A indústria já tem resultados preliminares positivos para janeiro e fevereiro, mas só haverá resultado no mercado de trabalho pelo meio do ano.”

Setores

Em dezembro sobre dezembro de 2008, o emprego diminuiu em 11 das 14 regiões do país pesquisadas, com destaque para o Sudeste, com queda de 3,1%. Houve demissões em 11 dos 18 setores industriais, sendo a maior em Meios de transporte, de 8,4%.

Em 2009 como um todo, apenas o setor de Papel e gráfica teve aumento do emprego, sendo os destaques de queda Meios de transporte (-9,8%), Máquinas e equipamentos (-8,6%) e Vestuário (-7,9%).

Todas as regiões tiveram queda do emprego em 2009, sendo as mais fortes em São Paulo, de 4%, e Minas Gerais, de 8,5%.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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