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No dia 2 de fevereiro, o escritório Motta e Advogados Associados fará seminário gratuito sobre recuperação de créditos e redução de tributos direicionado à indústria de máquinas e equipamentos. O evento acontecerá no Renaissance São Paulo Hotel, em São Paulo, SP, das 8h30 às 10h30.

Empresários, executivos e diretores dessas empresas poderão acompanhar temas como a alteração do SAT (Seguro Acidente do Trabalho) para 2010, cuja mudança primeira já se deu com a introdução do Fator Acidentário de Prevenção. Além da substituição tributária do ICMS e a comprovação de créditos PIS e COFINS para finalidade de compensação.

De acordo com os organizadores, o planejamento tributário, incluindo medidas preventivas, a recuperação de créditos tributários e a adequada legislação tributária, habilitam as empresas do setor a serem competitivas em tempos de alta concorrência.

Serviço

Seminário sobre RECUPERAÇÃO DE CRÉDITOS E REDUÇÃO DE TRIBUTOS
Data:
2 de fevereiro
Horário: das 8h30 às 10h30
Local: Renaissance São Paulo Hotel

Mais informações
Motta e Advogados Associados
Telefax: (11) 3262-1126
www.motta.srv.br

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A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) anunciou na terça-feira (26) que sua diretoria de Responsabilidade Socioambiental (RSA) lançou o Projeto Carbono Zero, com o objetivo de provocar uma reflexão sobre o modelo de gestão adotado pelas empresas associadas e favorecer a diminuição de emissão de carbono (CO2).

Alessandra Bernuzzi, diretora de RSA, explica que existem várias ferramentas que viabilizam a diminuição de emissão de CO2 e a escolhida para a primeira fase do Projeto foi o Inventário Corporativo de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEEs), desenvolvido pela Brazilian Carbon Bureau (BCB) – consultoria que atua no mercado nacional de créditos de carbono.

“Nós temos responsabilidade com o meio ambiente, que deve ser alvo contínuo de intervenções e ações em prol de sua conservação. O nosso Projeto Carbono Zero visa não só nivelar o conhecimento sobre responsabilidade socioambiental, mas também promover uma reflexão sobre este conhecimento”, explica Bernuzzi.

Outro foco do projeto é a viabilização de negócios via sustentabilidade porque o inventário pode e deve auxiliar as empresas a enxergar com mais clareza a questão e desenhar uma estratégia de redução e/ou compensação de emissão de CO2 na atmosfera.

“O inventário pode incentivar uma reflexão que promova o desenvolvimento de novos modelos de gestão, com adoção de medidas como redução de consumo e de desperdícios de matérias-primas, sistemas energéticos mais eficientes, alteração de combustíveis pelos chamados ‘mais limpos’ e até plantio de árvores, por exemplo. Cabe às empresas identificar maneiras de emitir menos carbono, com projetos de engenharia reversa”.

A Abimaq firmou uma parceria com a BCB que vai elaborar os inventários de GEEs para as associadas, gerando a oportunidade de desenvolver ações gerais e localizadas em benefício da sustentabilidade. A associada RTS Válvulas participou do projeto piloto e já recebeu seu inventário de GEEs.

A metodologia de trabalho da BCB segue critérios e padrões de órgãos internacionais, como o Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) e o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) e da norma ISO 14064 (relacionada à quantificação e verificação de GEE).

João Marcelino, contador da RTS e responsável pelo projeto dentro da empresa, diz que para se fazer o inventário, é importante ter informações sobre consumo de energia, frete, lixo, entre outras.

“Nós respondemos a um questionário que abordava estas e mais outras questões sobre a empresa. Pudemos perceber que a empresa já tinha ações sustentáveis, como por exemplo, destino correto ao lixo e tratamento de efluentes líquidos. Mas identificamos que mesmo assim, geramos CO2 de forma direta e indireta, o que será compensado com plantio de árvores”, conta Marcelino.

“Não tínhamos nenhuma idéia de como era feito o inventário. Percebemos que todos nós temos responsabilidade e devemos compulsoriamente ou voluntariamente assumir a nossa parte, pois a continuidade dos recursos naturais do amanhã depende de nossas ações hoje”, finaliza.

Durante a divulgação do segundo inventário nacional de emissões, no último dia 25, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, anunciou que as emissões brasileiras de gases de efeito estufa aumentaram 62% entre 1990 e 2005. Todos os setores registraram crescimento nas emissões e a indústria como um todo é o quarto setor que mais emite GEEs. Nesses 15 anos, o aumento de emissões foi de 39%, embora a participação do setor para as emissões nacionais tenham caído de 2% para 1,7%.

Especialistas afirmam que o Brasil tem condições de assumir um importante papel nas discussões sobre emissões de carbono, por ter uma matriz energética mais limpa que a dos países desenvolvidos – e de emergentes como a China.

Apesar desse aumento, o Brasil domina tecnologias estratégicas para o futuro, como a dos biocombustíveis – com destaque para o etanol, que além de poluir menos, promove um significativo seqüestro de carbono da atmosfera, durante o cultivo da cana-de-açúcar.

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Nos últimos seis dias, 21 e 26 de janeiro, a Confederação Nacional das Indústrias, CNI, divulgou os resultados de duas pesquisas com resultados bastante positivos para o segmento industrial. Veja nos links abaixo a íntegra das duas matérias, com os resultados, publicadas nos site da entidade:

Otimismo da indústria é o maior em 11 anos

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), alcançou 68,7 pontos em janeiro, uma alta de 2,8 pontos ante outubro e de 21,3 pontos em relação a janeiro do ano passado, quando, atingida pela crise internacional, a confiança do empresário para 47,9 pontos.

Indicadores Industriais confirma crescimento

O desempenho da indústria brasileira em novembro passado confirmou a retomada do crescimento econômico. O faturamento do setor cresceu 1,3% em relação a outubro na série com ajuste sazonal. Foi o sétimo mês consecutivo de expansão do indicador. Na comparação com novembro de 2008, o faturamento teve alta de 8,4%, informa a pesquisa Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

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O Sensor Econômico referente a dezembro de 2009 apresentou elevação de 2,3 pontos em relação a novembro, tendo registrado 31,5 pontos. Esse resultado do indicador das expectativas do setor produtivo sobre o futuro da economia, medido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), representa um crescimento da confiança no crescimento econômico e na melhoria social, ainda que pequeno.

As expectativas entre novembro e dezembro melhoraram, principalmente nos aspectos contas nacionais e desempenho das empresas. O índice do desempenho das empresas passou de 23,6 pontos em novembro para 29,0 em dezembro, para o que contribuíram expectativas de mais contratações e ampliação da capacidade produtiva. No mesmo período, os índices dos parâmetros econômicos e do aspecto social apresentaram variação positiva, mas pouco significativa.

Desde janeiro de 2009, quando o Sensor registrou 6,8 pontos, apontando apreensão, o indicador evoluiu consideravelmente. A melhora das expectativas foi maior a partir de junho: o Sensor apresentou crescimento acelerado entre junho e agosto e moderado a partir de setembro, tendo passado da faixa de apreensão à faixa de confiança. A análise por aspecto revela que, ao longo de 2009, os índices das contas nacionais e desempenho das empresas tiveram o maior crescimento; aspecto social experimentou elevação menor, enquanto o índice dos parâmetros econômicos recuou.

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De 4 a 7 de agosto, ocorre a II Semana Rio Industrial, edição 2010, que acontece no Rio Centro – Pavilhão 4 no Rio de Janeiro, RJ. A novidade deste ano é a inclusão da Feira Nacional de Soluções Tecnológicas, Salutec, que abrange as áreas de tecnologia da informação, energia solar, logística, mecânica, eletrônica, setor automobilístico, náutico, aéreo, nanotecnologia, robótica e meio ambiente.

Ao todo, o evento contará com quatro eventos simultâneos: Feira Sul-Brasileira da Indústria Metal Mecânico, Expomac , Feira Brasileira de Indústria Elétrica, Eletrônica e Automação Industrial, Elétron, e Feira Brasileira de Embalagens, Feipack.

A Semana Rio Industrial acontece a cada dois anos e em 2010 terá o dobro do tamanho do evento anterior, segundo a organização. Estima-se que 250 indústrias participem, recebam 20 mil visitantes e gerem R$ 110 milhões em negócios.

Mais informações sobre o evento, acessar www.diretriz.com.br.

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ideiaA grandes empresas são mais resistentes a novas ideias e projetos. Os empreendimentos inovadores são mais bem aceitos em empresas novatas, que ainda estão buscando se colocar no mercado. A constatação é de um estudo do Instituto de Psicologia (IP) da USP, que avaliou a importância da criatividade humana no mundo dos negócios.

Autora da pesquisa, a psicóloga Lisete Barlach relata que o interesse no assunto começou ainda no mestrado, quando investigou como as pessoas desenvolvem ideias criativas para lidar com situações adversas. “Uma pessoa com uma doença terminal pode desenvolver uma solução criativa para que consiga viver o resto da vida com qualidade, apesar da doença”, exemplifica a pesquisadora.

O tema da criatividade no trabalho é muito próximo ao da inovação, mas são coisas diferentes. “Por exemplo, um cata-vento de criança e uma usina eólica têm o mesmo princípio de funcionamento. A ideia de transformar um cata-vento em uma usina é uma ideia criativa. Já uma inovação é o ato de investir em pesquisa, desenvolver a usina e conseguir pessoas que patrocinem esse empreendimento, ou seja, é transformar a ideia criativa em realidade”, explica Lisete.

Segundo ela, muitas vezes o profissional tem uma ideia criativa que não produz uma inovação. Hoje, o trabalho humano dentro das organizações demanda que cada profissional seja um empreendedor inovador e criativo. “Não há mais espaço para uma coisa pronta, para tarefas pré-determinadas, com horário, ordem e formas fixas. Nada é tão previsível e tão linear”, enfatiza Lisete.

Lisete analisou 6 das 20 entrevistas realizadas com empreendedores que criaram novos negócios inovadores no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que é a incubadora de empresas da USP. “Eu fiz entrevistas qualitativas, em profundidade, sem intenção de generalizar os dados. As perguntas abordavam o surgimento da ideia, como nasceu, quais as dificuldades enfrentadas para os novos empresários viabilizarem aquele negócio, entre outras”, esclarece.

A psicóloga observou que a maioria dos novos empreendedores tinha tentado vender a ideia dentro de grandes empresas (como intraempreendedores), que resistiram em levar adiante esses projetos. “Uma das entrevistadas era uma engenheira química, que trabalhava como gerente de projetos numa indústria de adesivos. Num determinado momento, ela resolveu desenvolver adesivos que fossem ecologicamente corretos e sem substâncias tóxicas na sua composição. A empresa recusou sua proposta alegando que o tempo e o custo para desenvolver tais adesivos seriam muito altos. Então, ela pediu demissão e resolveu abrir uma pequena empresa para viabilizar aquela ideia”, narra a psicóloga.

Onde estão as novas ideias?

Lisete observou que inovação e criatividade são mais fáceis em empresas nascentes porque aquelas que já estão inseridas no mercado de uma maneira sólida e consolidada têm a tendência de não enxergar mais aquilo que é novo. “O motivo principal é o que chamamos de ambidestria organizacional, que é o fato de uma empresa ter que, ao mesmo tempo, manter aquilo que já conquistou e inovar permanentemente para não ficar para trás e sair do mercado”, analisa.

Embora se reconheça a importância da inovação e da criatividade para o mundo de hoje, pouco se estuda sobre o assunto. As técnicas para desenvolver o tema da criatividade são muito incipientes e pouco fundamentadas. “Todos dizem que é preciso ter um diferencial competitivo, mas como se desenvolve esse diferencial? Quais fatores ajudam a desenvolver a criatividade e que fatores bloqueiam ou impedem a pessoa de ser criativa?”, questiona a psicóloga. “O estudo é importante porque podemos mostrar às pessoas o que pode ajudá-las a serem mais criativas e o que pode ser um obstáculo para a criatividade”, destaca.

Muitas vezes a cultura da empresa breca a criatividade das pessoas. Ideias geniais, que poderiam salvar empresas, são abandonadas dessa forma. “Um fator que ajuda, por exemplo, é a segurança psicológica. Uma pessoa precisa se sentir confortável para colocar uma ideia na mesa, assim como precisa aprender a receber críticas. É preciso um clima favorável para novas ideias”, conclui.

Hoje, a empresa de adesivos ecologicamente corretos é uma indústria grande, consolidada no mercado. Antes, porém, a engenheira química teve de convencer o mercado que seus adesivos eram tão bons quanto aqueles que continham substâncias tóxicas em sua composição.

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2007_D1A quarta edição da Feira de Fornecedores Industriais do Interior de São Paulo, ForInd, importante evento do segmento industrial, será realizada de 27 a 29 de julho, e não mais de 23 a 25 de junho, conforme divulgado anteriormente.

A mudança acontece, de acordo com comunidado da Multiplus Feiras e Eventos, empresa promotora e organizadora de feiras técnico-comerciais, por conta de coincidência de datas com os jogos da seleção brasileira de futebol durante a Copa do Mundo.

Anote a nova data:

– 27 a 29 de julho

– das 14h às 20h

– Centro de Eventos Zanini,  Sertãzinho, SP

Para eventuais dúvidas, entre em contato com a Multiplus Feiras e Eventos pelo telefone (16) 2132-8936, ou pelo site www.forind.com.br.

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Carlos Maurício de Paula Barros*

A palavra que definirá os novos investimentos do ano de 2010 será, provavelmente, infraestrutura. Cifras bilionárias são indispensáveis para preparar o Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, e tais investimentos vão beneficiar empresas de engenharia e deflagrar uma onda de contratações de profissionais especializados.
As obras prioritárias para a realização dos jogos no Brasil incluem melhorias nas áreas de mobilidade urbana, rede aeroportuária, hotelaria, saúde, saneamento e telecomunicações, entre outras. Haverá ainda a necessidade de reformar ou construir estádios para a realização das competições, bem como a adaptação do entorno dessas edificações. Os recursos que viabilizarão as obras estão previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) criado para a Copa pelo governo federal, e deverão bater a casa dos R$ 21,8 bilhões.

Com o país transformado em um grande canteiro de obras, o setor poderá enfrentar o percalço da falta de mão de obra, principalmente a especializada. Os engenheiros serão necessários em todo o processo produtivo, do projeto à manutenção, mas a profissão já está desfalcada antes mesmo desse aumento da demanda.

A Federação Nacional de Engenheiros (FNE) calcula que quase 30% dos alunos de engenharia abandonam o curso antes da formatura. Os motivos são variados: desde a defasagem de alguns currículos universitários em relação à demanda do mercado até a dedicação exigida ao estudante. Nas últimas décadas, a forte razão para tantos jovens desencorajados foi o desaparecimento das perspectivas profissionais, pela falta de investimentos.

No início dos anos 80, as grandes obras que até então pipocavam em todo o Brasil foram canceladas em função da falência do Estado e da crise internacional de crédito. Um retrato da época foi a lanchonete “O Engenheiro que Virou Suco”, aberta na capital paulista por um engenheiro que decidiu aposentar o diploma, após muitas tentativas frustradas de encontrar emprego na profissão. Ser engenheiro não era mais sinônimo de sucesso profissional e a área deixou de despertar o interesse dos jovens.

Apenas recentemente, a partir do crescimento dos investimentos na indústria do petróleo, e agora, com as descobertas de grandes fontes de petróleo no Brasil, como a camada pré-sal, a engenharia voltou a atrair os estudantes. Com os investimentos da Petrobras e a necessidade de deixar o país pronto para receber os dois maiores eventos esportivo do mundo, é possível que tenhamos uma nova era de ouro da engenharia.

Foi a engenharia nacional que permitiu as grandes descobertas de petróleo no mar, levando o país à auto-suficiência. O controle de todas as fases do processo produtivo, passando pelo projeto básico e detalhado – fabricação de materiais e equipamentos, construção civil, montagem e manutenção – deu autonomia ao setor.

Sempre que houve investimentos conduzidos com seriedade, as empresas de engenharia nacional deram as respostas adequadas. Com formação de pessoal especializado sintonizada com as exigências do mercado acreditamos que os profissionais e, consequentemente, as empresas que os empregam, terão condições de desempenhar o seu papel, contribuindo para o crescimento econômico nacional.

* Carlos Maurício Lima de Paula Barros é engenheiro e presidente da ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial

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Na semana passada, a Unica divulgou um estudo que aponta que metade do crescimento da exportação de açúcar em 2009 foi de estoque. Confira o  texto da entidade na íntegra:

Cerca da metade de tudo o que o Brasil exportou a mais de açúcar em 2009 já estava estocado, fruto de safras anteriores, o que ajuda a compreender o comportamento dos preços deste produto e do etanol nos últimos meses, de acordo com avaliação técnica do Departamento de Economia da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA).

“Das 4,8 milhões de toneladas adicionais de açúcar que foram embarcadas no ano passado em relação a 2008, mais de 2 milhões de toneladas foram produzidas em safras passadas”, explica o diretor técnico da UNICA, Antonio de Padua Rodrigues. O executivo ressalta que a recente alta no preço do etanol hidratado não é fruto do crescimento da produção de açúcar para exportação, para aproveitar o aumento deste produto no mercado internacional.

Segundo ele, há dois fatores que desmontam esta tese: os estoques de açúcar que estavam altos, além da pouca margem de manobra das usinas em direcionar a produção de etanol para açúcar. “Não se configura a teoria de que a opção de algumas usinas em aumentar a produção de açúcar tenha sido fator determinante para a redução da oferta de etanol. Até porque a capacidade de redirecionamento produtivo de etanol para açúcar é restrita na maior parte da indústria. Importante destacar que 18% de toda cana processada no Centro-Sul, cerca de 85 milhões de toneladas é moída por empresas que não tem parque industrial para produzir açúcar”, enfatiza o diretor.

Clima atípico
De acordo com o executivo, as fortes chuvas que ocorreram em toda a região produtora, a partir do segundo semestre de 2009, foram a principal causa do aumento de preços do etanol. Isto fez com que mais de 50 milhões de toneladas de cana não pudessem ser colhidas, além de provocar uma queda histórica na concentração de açúcares na cana (mais de dez quilos de Açúcares Totais Recuperáveis – ATR – por tonelada de cana).  “Se por hipótese tivéssemos colhido estas 50 milhões de toneladas, teríamos  uma produção extra de 2,7 milhões de toneladas  de açúcar e 2,1 bilhões de litros de etanol. Mas isto não ocorreu”, explicou.

Ele acrescenta que o crescimento das exportações de açúcar contribuiu fortemente para o superávit na balança comercial brasileira,  e que esta relação precisa ser valorizada. “A produção de açúcar em 2009 no Centro-Sul cresceu apenas 6,5%, volume insuficiente para o aumento nos preços do etanol na magnitude observada nos últimos meses. Além disso, esse crescimento das exportações de açúcar foi compensado pela redução de 35% no volume exportado de etanol”, concluiu.

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Abimaq tem nova câmara setorial

Icone Iniciativa,Mudança | Por em 15 de janeiro de 2010

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Em setembro último, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, ganhou mais uma câmara setorial: dos fabricantes de vedações (CSVED). Criado pela resolução nº. 014/08, de 10 de dezembro de 2008, em princípio como Grupo de Trabalho dos Fabricantes de Vedações, agora, por meio de pleito atendido pela diretoria do departamento de Mercado Interno, Câmaras Setoriais e Sedes Regionais, torna-se câmara.

O pleito, encaminhado à diretoria no dia 4 de agosto por Carlos Gaigher, então coordenador do grupo, destacou o desenvolvimento, durante os meses de trabalho na associação, das atividades que preenchem os requisitos estabelecidos no § 3º, do art. 42 do Estatuto Social. Além disso, ressaltou a constante busca do GT pelo desenvolvimento, em conjunto com empresas fabricantes de selos, juntas, anéis de vedações, entre outros componentes e com outros fabricantes de vedações ainda não associados da entidade, de atividades e ações em defesa de interesses comuns.

Carlos Gaigher, da EagleBurgamann do Brasil, assumiu a presidênica, com Jesus Quintero, da Smiths Brasil – Divisão John Crane, como 1º vice-presidente, Benito de Domenico Junior, da Flowserve, como 2º vice-presidente, e Ana Maria Buschinelli, da Hallite do Brasil, como 3ª vice-presidente.

 Também compõem a CSVED as empresas Aesseal do Brasil, Chesco do Brasil, Flex-a-Seal do Brasil, Freudenberg Nok Componentes Brasil, Teadit Juntas, Du-O-Lap Indústria e Comércio.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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