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A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebe até a próxima quarta-feira (20) – gratuitamente – inscrições para o Prêmio Fiesp de Conservação e Reúso de Água. Pelo quinto ano consecutivo, o prêmio incentiva a difusão das práticas que promovem o uso eficiente da água, resultando em redução do consumo e gerando benefícios ambientais, econômicos e sociais.

Podem participar empresas industriais com sede no Estado de São Paulo, independente de seu porte. Os interessados deverão preencher o formulário e, também, encaminhar os projetos para o Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Fiesp até a data limite de 10 de fevereiro de 2010.

Os vencedores receberão troféu, selo com o registro do Prêmio, além de placas de menção honrosa. Todas as empresas receberão um certificado de participação. O resultado final será divulgado durante solenidade da premiação, em cerimônia a ser realizada na sede da Fiesp, em comemoração ao Dia Mundial da Água, no mês de março.

Mais informações no endereço http://www.fiesp.com.br/premioagua/

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Na terça-feira, 12 de janeiro, o Estadão publicou matéria sobre PRODUTIVIDADE INDUSTRIAL (de autoria de Marcelo Rehder), com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. O levantamento do números, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, aponta resultado bastante interessante, e importante de ser acompanhado. Veja:

Indústria quer maior produtividade

Depois de ver a produtividade de suas fábricas ir para o ralo com a crise financeira mundial, a indústria brasileira se prepara para dar a volta por cima em 2010. Em um ano de crise, entre setembro de 2008 e setembro de 2009, a produtividade do trabalho industrial caiu 4,1%, puxada pelo recuo da produção, que despencou 8%. A redução do pessoal ocupado foi menor, de 4,1%. Agora, com a previsão de crescimento da economia superior a 5%, as empresas pretendem ampliar a produção em ritmo superior ao das contratações, recuperar o terreno perdido e ainda ganhar eficiência.

Os números são de levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), feito com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. A produtividade é medida pela capacidade que a empresa ou o setor da economia tem de produzir mais com a mesma quantidade de um determinado insumo, que no caso do estudo da Fiesp é representado pela mão de obra.

Considerada a base da competitividade do produto brasileiro, a produtividade fortalece as empresas e permite que concedam aumentos reais de salários e preços mais acessíveis ao consumidor, o que amplia o mercado interno.

Para o diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, que coordenou o estudo, o emprego industrial deverá superar os níveis alcançados no período anterior à crise somente no segundo semestre ou no ano que vem, mesmo com a economia crescendo entre 5% e 6%.

Nesse quadro, as empresas geralmente tomam como primeira medida a utilização de horas extras, observa Roriz Coelho. Depois, fazem contratações temporárias, além de colocar novamente em operação os equipamentos desativados na crise. Antes de investir e contratar gente nova, ainda podem terceirizar parte da produção.

Sondagem divulgada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre-FGV) confirma a tendência de recuperação do emprego em porcentual inferior ao do crescimento da produção e do investimento. Das 762 empresas entrevistadas, 69% projetam aumento de vendas para este ano, enquanto só 8% falam em retração. No entanto, é menor o porcentual de empresas que querem contratar: 40%. Além disso, outras 12% pretendem fechar postos de trabalho.

REPARTIR OS GANHOS

Atentos, os sindicalistas prometem cobrar a parte dos trabalhadores nos ganhos de eficiência das empresas. “Como a produtividade vai crescer muito este ano, nossa expectativa é não só garantir grandes aumentos reais de salários, como obter conquistas inéditas, como a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais”, diz o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva.

O estudo da Fiesp mostra que, nos meses de crise, a produtividade do trabalho chegou a cair até 16% nos setores de fumo e produtos elétricos. De um total de 26 setores analisados, apenas 8 aumentaram a produtividade no período. No entanto, os fabricantes de máquinas de escritório e equipamentos de informática, celulose e papel e equipamentos de transportes aumentaram a produtividade por meio da queda de pessoal ocupado.

Em contrapartida, produtos químicos, bebidas e perfumaria foram os únicos setores que aumentaram a produtividade sem diminuir o emprego. A produtividade na fabricação de produtos de perfumaria cresceu 10,8%, acompanhada de aumento de 11,4% na produção e de 0,5% no emprego.

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Na última semana, divulgamos aqui no Blog Industrial muitos números referentes ao último trimestre de 2009. O mais recente estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta terça-feira, 12, retrata a empregabilidade no mês de novembro. O nível de emprego na indústria aumentou 1,1% em novembro, na comparação com outubro, subindo pelo quinto mês seguido.

Na comparação com o mesmo mês de 2008, o movimento de retração foi mantido. A queda foi de 4,1%, 12º recuo consecutivo. No acumulado dos últimos 12 meses, a retração é de 5,2%. No acumulado de janeiro a novembro, houve queda de 5,5% em relação a igual período em 2008.

Um registro do estudo ainda aponta que o valor da folha de pagamento dos trabalhadores da indústria teve queda após dois meses em alta. Em novembro a retração foi de 0,8% frente a outubro. Em relação a novembro de 2008, houve recuo de 2,7% neste indicador.

No acumulado de janeiro a novembro de 2009, a folha de pagamento caiu 2,7%, na comparação com igual período em 2008. No acumulado nos últimos 12 meses terminados em novembro, houve queda de 2%.

O número de horas pagas subiu 0,9% em novembro, se comparado a outubro. Em relação a mês correspondente em 2008, foi observado recuo de 3,6%. No acumulado de janeiro a novembro, a queda é de 6% sobre igual período em 2008. Nos últimos 12 meses, a redução do número de horas pagas é de 5,6%.

O emprego industrial apresentou recuo em 16 dos 18 setores investigados, na comparação com novembro de 2008. As principais retrações foram notadas na cadeia de produção de meios de transporte (10,4%), máquinas e equipamentos (9,0%), produtos de metal (8,4,%) e madeira (17,6,%).

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A matéria escrita por Fabiana Corrêa e publicada na edição 0139 de Você S/A aborda, mais uma vez, um tema que temos publicado bastante neste Blog nos últimos dias: necessidade de mão de obra especializada. Até então, falamos mais sobre profissionais para o setor de óleo e gás, por conta do inicio da exploração da camada pré-sal. Mas, pelo conteúdo do texto, percebemos, felizmente, que muitas áreas necessitarão de profissionais. O négocio é se preparar!

Acompanhe:

Vai faltar gente?

Se as previsões de crescimento econômico para este ano se confirmarem, as empresas irão retomar a briga pelos talentos

A previsão de retomada econômica trouxe de volta uma discussão que foi posta de lado em 2009: a guerra por talentos. A disputa por bons profissionais voltará a se acirrar caso se confirme a projeção de Produto Interno Bruto acima dos 5% para este ano. Diante do cenário positivo, as empresas começam a se movimentar para encontrar, internamente ou externamente, profissionais para sustentar seu crescimento. Uma pesquisa feita pela consultoria Empreenda, de São Paulo, em conjunto com a HSM, que promove seminários sobre negócios, com 1 065 líderes no Brasil, dá uma prévia do que pode vir.

Entre os entrevistados, 63% estão preocupados por não ter gente suficiente para pôr em prática sua estratégia corporativa nos próximos cinco anos. “Falta gente qualificada no mercado”, diz o consultor César Souza, presidente da Empreenda. A DBM, consultoria de recolocação de executivos com sede em São Paulo, divulgou que, no terceiro trimestre de 2009, a procura por gerentes, diretores e presidentes cresceu 36% em relação ao mesmo período de 2008, quando a crise financeira fazia estragos no país.

De olho nos bons indicadores, as empresas estão acelerando a formação de profissionais ou a busca por eles no mercado. A CPFL Energia investirá 600 000 reais na preparação de 30 funcionários que devem assumir cargos de liderança nos próximos anos. “No ano passado, 58% das vagas foram preenchidas com gente de fora”, diz Lucilaine Bellacosa, gerente de desenvolvimento de pessoas da CPFL, com sede em Campinas, interior de São Paulo.

Quem vai procurar no mercado também já começou. No fim do ano passado, o publicitário Nizan Guanaes, à frente do grupo ABC, que reúne algumas das maiores agências de publicidade do país, recomendou aos seus executivos que ficassem de olho nos talentos. “Em 2010 vai ser mais difícil encontrar gente boa disponível”, diz. Até mesmo o Google, que é sonho de carreira de estagiários a executivos, está se precavendo. A empresa de internet está mapeando as qualidades essenciais da carreira de vendas em diversos países para criar um recrutamento interno que funcione globalmente.

Tudo para não ficar restrito à oferta de mão de obra local, insuficiente para preencher as vagas abertas. Em dezembro, eram 60 posições em diversas áreas. Com a retomada da disputa por profissionais, o poder de negociação do candidato na hora de decidir por uma vaga volta a crescer.

A crise tinha feito o pêndulo ir para o lado do empregador. O engenheiro Daniel Terra, de 30 anos, acabou de ser promovido a gerente de contas na Siemens Enterprise, depois de receber uma proposta para ocupar uma gerência em outra multinacional. Antes, ele tinha um cargo técnico na área de serviços. “Fui conversar com minha chefia, que acabou me promovendo para a área que eu planejava”, diz Daniel. “Nos últimos quatro meses, fizemos outras duas ações de retenção para manter nossos funcionários”, diz Malena Martelli, diretora de recursos humanos da companhia para a América Latina.

“Estamos enfrentando um cenário de competitividade do mercado pelos profissionais disponíveis”, diz João Menezes, gerente-geral de RH da mineradora Vale, a respeito dos engenheiros que trabalham em seus projetos no norte do país. A companhia vem investindo na formação de gente e, em dezembro, contratou todos os 29 alunos de seu curso de pós-graduação em engenharia ferroviária em São Luís, no Maranhão. No setor de infraestrutura a guerra por talentos deve ser acirrada.

Isso porque os investimentos previstos pelo governo para Copa do Mundo (2014) e Olimpíada (2016) devem criar uma infinidade de novos empregos e, claro, não há gente sendo formada em número suficiente pelos cursos de turismo e administração hoteleira. O mesmo fenômeno acontece para engenheiros, economistas e administradores nos segmentos de varejo, construção civil e energia. “Acredito que a busca em 2010 será por líderes experientes, gente de peso”, diz Francisco Ramirez, diretor da ARC, consultoria de busca de executivos, de São Paulo. O headhunter aposta que, em setores recém-consolidados, como alimentos e bancos, o cenário não será tão favorável. “Nessas fusões, sempre fica sobrando gente.”

OS SALÁRIOS SOBEM?
A disputa por gente só não serviu ainda para inflacionar os salários nos níveis executivos — um fenômeno que perdurou até meados de 2008. “Não prevemos uma guerra salarial, mas as empresas que estão com os salários congelados e as que fizeram reajustes abaixo dos 6% correm riscos de perder seus funcionários”, diz Gustavo Tavares, consultor de remumeração do Hay Group, em São Paulo.

Entre os clientes da consultoria, um terço fez algum tipo de congelamento de salários ou promoções no ano passado. “Agora, todos os aumentos e contratações que ficaram parados devem vir de uma vez só, em forma de contratações e aumentos, acirrando a disputa.”

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O Ministério da Agricultura anunciou nesta sexta-feira, 8, que as exportações do agronegócio no País caíram 9,8% em 2009 na comparação com o ano anterior. Obviamente, o motivo foi a crise financeira mundial.

Para este ano, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, prevê um crescimento nas exportações em volumes. No entanto, ele evita fazer estimativas sobre preços. “Acredito que uma projeção de 5% para este ano é bastante plausível”, declarou o ministro.

Em 2009, as importações de produtos agropecuários caíram 16,9%, passando de US$ 11,8 bilhões em 2008 para US$ 9,8 bilhões, deixando o superávit da balança do agronegócio em US$ 54,9 bilhões.

Segundo o ministério, a diminuição das exportações agropecuárias foi menor que a dos demais produtos exportados pelo Brasil, que apresentaram queda de 30%. A participação do agronegócio nas exportações totais brasileiras aumentou de 36,3% em 2008 para 42,5% em 2009.

No último mês de 2009, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 4,981 bilhões, uma alta de 4,4% em relação ao mesmo período de 2008 e o melhor resultado para o mês, segundo o comunicado do ministério.

As importações alcançaram US$ 1,005 bilhão, 13,2% a mais que em dezembro de 2008, e a balança comercial registrou um superávit de US$ 3,975 bilhões.

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Escrevo para acrescentar uma informação sobre a produção industrial brasileira de novembro divulgada na quarta-feira, 6. Hoje, os jornais estampam mais um dado relevante sobre o estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produção industrial naquele mês subiu em nove das 14 regiões do País. O destaque ficou com Goiás, cuja produção aumentou 11,6% no período, “devolvendo o recuo de 9,9% observado no mês anterior”.

Os demais locais que registraram resultados positivos em novembro foram a Bahia (alta de 3,9%), Ceará (2,8%), Rio Grande do Sul (1,9%), São Paulo (1,6%), Amazonas (1,6%), Região Nordeste (1,6%), Pernambuco (1,0%) e Rio de Janeiro (0,2%).

Houve queda na produção industrial no Espírito Santo (baixa de 1,6%), Minas Gerais e Pará (ambos com recuo de 0,6%) e Paraná e Santa Catarina (ambos com queda de 0,1%).

De acordo com os técnicos do IBGE, “esse movimento evidencia não só a recuperação do setor industrial, num contexto de maior confiança no ambiente econômico, mas também a baixa base de comparação, em função dos ajustes de estoques ocorridos no final do ano passado”.

O resultado de São Paulo – alta de 1,6% da produção industrial em novembro ante outubro – foi bem melhor que o registrado pela média nacional (baixa de 0,2%). O aumento apurado na indústria paulista representa a quinta expansão seguida na comparação com o mês anterior. Na comparação com novembro de 2008, a indústria paulista também registrou crescimento, de 2,1%. Neste caso, a alta ficou abaixo da média nacional (5,1%).

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No post Demandas do setor de óleo e gás, publicado em 4 de janeiro neste Blog, o artigo do diretor executivo do Plano Nacional de Qualificação Profissional, PNQP, Joaquim Passos Maia, aborda justamente a necessidade iminente de mão de obra especializada em função da descoberta de petróleo na camada pré-sal e sua consequente exploração. Não por outro motivo, o Instituto Mauá de Tecnologia, ITM, acaba de lançar o MBA Engenharia e Negócios do Gás e Petróleo, com o objetivo de abrir oportunidades para o País e para profissionais de diversas áreas.

O curso é direcionado a profissionais graduados interessados em uma especialização técnica e formação ampla, em nível estratégico e operacional. E para atender às necessidades do profissional da área e capacitá-lo a criar modelos e metodologias suficientemente competitivas e eficientes, o programa foi elaborado a partir da identificação das exigências do mercado, mediante consulta a empresas de grande porte do setor, para identificar as habilidades e competências imprescindíveis ao entendimento da real dinâmica do modelo de negócios do setor de Gás e Petróleo, conforme afirma o IMT em seu comunicado de divulgação do curso.

Entre outras disciplinas, o programa do curso inclui Regulamentação e Legislação para Atividades de Exploração e Refino de Petróleo e Distribuição de Petróleo e Gás, Gestão Ambiental, Geopolítica e Usabilidade do Gás Natural, Mercado do Gás Natural e Desenvolvimento Tecnológico, Fundamentos da Geologia do Petróleo e Gás; Dinâmica do Processo de Exploração de Petróleo e Gás, Tecnologia de Perfurações de Poços e Sistemas de Distribuição Mercado Internacional: Trading de Petróleo e Gás.

Serviço

Início do Curso: 03 de março de 2010

Duração do curso: 18 meses

Dias de aulas: segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h30

Término do Curso (aulas presenciais): junho de 2011

Carga horária: 360 horas

Informações: Campus do Instituto Mauá de Tecnologia – Praça Mauá 1, São Caetano do Sul, São Paulo
Telefone: (11) 4239.3401 das 11 horas às 20 horas
Endereço eletrônico – posgraduacao@maua.br

Outras informações no site www.maua.br/posgraduacao

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A produção industrial brasileira em novembro de 2009 cresceu 5,1% na comparação com o ano anterior, informou o pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, 6. No entanto, se o índice for comparado ao mês de outubro do ano passado, a indústria recuou 0,2%.

Antes dessa queda de bem menos de 1%, a produção industrial registrou dez altas consecutivas, na série com ajuste sazonal.

Se pensarmos de janeiro a outubro, a produção industrial acumulou crescimento de 19,4%, com taxas positivas em todos os meses. Na comparação com 2008, a produção industrial registrou queda de 9,3%.

De acordo com o IBGE, o setor de veículos automotores foi um dos principais responsáveis pela queda da produção industrial em novembro ante outubro. O segmento registrou queda de 2,2% na comparação com o mesmo mês de 2008, após acumular expansão de 107,6% nos dez primeiros meses de 2009. O pior resultado de novembro ante outubro foi registrado em bens de consumo duráveis (- 4,8%).

A produção do setor de máquinas e equipamentos registrou em novembro o oitavo aumento consecutivo ante o mês anterior, com alta de 6,1% na comparação com outubro. Na comparação com novembro de 2008, o segmento manteve desempenho negativo (- 2,5%). O resultado mostra uma redução no ritmo de queda, já que em outubro a produção do setor despencou 16,8%.

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A Techmei abrirá o calendário nacional de feiras de negócios destinadas ao setor de máquinas e equipamentos industriais em 14 de março de 2010, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Neste ano, a organizadora Abimei, em parceria com a AM3 Feiras e Eventos, quer contar com mais acadêmicos e universitários no evento. Para tanto, desde setembro passado a agência BB, responsável pelo marketing da feira, desenvolve uma ação que visa atrair os estudantes formandos (3º e 4º anistas) para a Techmei 2010.

“A ideia inicial partiu do nosso interesse neste público que passará a ser comprador e formador de opinião em poucos anos. Muitos, inclusive, já fazem parte do staff de empresas do mercado”, argumenta Baroni Neto, diretor da agência.

Foram distribuídos convites personalizados para os universitários, convidando-os a participar de uma das novidades da edição 2010 do evento: um concurso cultural para presentear o mais criativo dos estudantes com uma bolsa de 50% do valor da anuidade da sua universidade.

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Com o início da exploração da camada pré-sal, as demandas, de todos os gêneros, do setor de gás e óleo deverão crescer sobremaneira. Tanto é verdade que, no artigo abaixo, o autor já chama a atenção para a necessidade de mão de obra especializada. Acompanhe!

Prominp, PNQP e formação de mão de obra especializada

Joaquim Passos Maia*

O setor de óleo e gás é o que mais cresce na economia brasileira. Livre da crise e com promessas de investimentos públicos e privados que devem passar dos 200 bilhões de dólares – principalmente devido à descoberta da camada pré-sal – já há alguns anos a área demanda mais profissionais especializados do que o mercado oferece, trazendo à tona a necessidade urgente de formação de mão de obra. De acordo com consultores de recrutamento na área, a falta de talentos é percebida em todo o mundo, e o aquecimento do mercado deve continuar até 2020.

Para preencher essa lacuna foi criado o Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP), em 2006. O plano faz parte do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), criado pelo Governo Federal em 2003 com o objetivo de tornar a indústria nacional de bens e serviços mais competitiva na implantação de projetos de petróleo e gás no Brasil e no exterior.

O PNQP realiza cursos gratuitos em 80 entidades de ensino, distribuídas em 17 estados do país, e já beneficiou cerca de 45 mil pessoas. Estão contempladas 175 categorias profissionais, do nível básico ao nível superior.

Uma empreitada dessa magnitude não poderia sair do papel sem o comprometimento das grandes representantes do setor. O PNQP conta com a participação de nove entidades: ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial; Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP); Associação Brasileira de Consultoras de Engenharia (ABCE); Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB); Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ); Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE); Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal (ABITAM); Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (SINAVAL) e Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).

A ABEMI foi escolhida para representar essas entidades na gestão do PNQP. Entre nossas atribuições, estão a verificação de turmas, acompanhamento de freqüência, notas, pagamento de bolsa-auxílio, produção e envio de material didático, vestuário e material escolar e a emissão de certificados, entre outros.

Mas talvez a mais importante atribuição da ABEMI seja mediar a relação entre empresa e escola, adequando o conteúdo programático dos cursos às necessidades do mercado, para permitir que os profissionais formados saiam dos bancos escolares prontos para começar a trabalhar. Tal esforço mostra-se eficaz: em pesquisa recente realizada junto ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged), constatou-se que 81% dos profissionais treinados estão empregados.

A meta da primeira fase do plano é capacitar 112 mil profissionais até março de 2010 para os segmentos de construção e montagem, operação e manutenção, engenharia e construção civil. Com isso, acreditamos que os profissionais e, consequentemente, as empresas que os empregam, poderão acompanhar as exigências e prioridades nos parâmetros das transformações das forças do mercado, que atualmente está vendo simultaneamente a saída gradual do Estado dos vários setores e a abertura do país às tendências globalizantes.

*Joaquim Passos Maia é diretor executivo do Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) pela ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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