Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

A presença da Areva T&D na 25ª Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação (Fiee) é apenas uma amostra do que a empresa de origem francesa pretende apostar no Brasil até 2012. “Estamos na Fiee para evidenciar o contato com os mercados que atuamos”, destaca Marcelo Machado, diretor comercial América do Sul.

Além de expor parte de seu portifólio de soluções para alta e média tensão, o estande da empresa recebeu nos últimos cinco dias muitos investidores e parceiros dos setores de biomassa, térmico e eólico. “O saldo da feira foi muito positivo porque o público foi qualificado, o que é muito bom para nossos negócios”, relata Machado, com um sorriso no rosto.

A satisfação de Marcelo Machado se deve principalmente aos R$ 120 milhões que a Areva investirá no Brasil até 2012. Até lá, realocará algumas de suas produções visando melhor atuação nos segmentos de transmissão, distribuição, óleo, gás, mineração e siderurgia.

Em setembro próximo, a empresa deixará o prédio em Interlagos, na zona sul de São Paulo, seguindo para um parque maior no bairro da Lapa, zona oeste. Lá, o foco da Areva será em automação, telecomunicações e sistemas de corrente contínua.

Segundo o diretor comercial, toda a parte de média tensão será concentrada em Blumenau, onde um grande parque unificará a produção que antes estava dividida entre Santa Catarina e São Paulo. “Com isso, queremos transformar Blumenau em nosso centro de excelência”, conta Machado. Cerca de 200 empregos diretos e indiretos serão criados.

Hoje com quatro fábricas no País – Blumenau, São Paulo, Canoas e Itajubá – , a Areva Brasil é base para os negócios em toda a América Latina, dividindo a atenção de alguns setores apenas com as fábricas do México e da Colômbia. “Em termos de investimento, a unidade brasileira é a que mais cresce”, pontua o diretor.

A aposta anunciada pela Areva também fruto da aquisição da Waltec em outubro de 2008. Desde então, a francesa reforçou seu portifólio de produtos e serviços para energia elétrica, que vão de extra-alta a baixa tensão, incluindo transformadores de distribuição a seco, painéis e CCMs de baixa tensão e barramentos blindados.

Para 2009, a Areva T&D no Brasil espera crescer 20%. Como? “Sendo a melhor opção em soluções de energia no Brasil e na América do Sul, principalmente em transmissão”. Palavra da diretoria.

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

De segunda-feira, 1º de junho, até quarta-feira, 3 – os três primeiros dias da FIEE, que segue até a sexta, 5 –, a Lacerda Sistemas de Energia contabilizou 750 visitantes em seu estande, número considerado bastante positivo por Tulio da Silva Vasconcelos, gerente de marketing da empresa. “Estivemos fora desta feira por três anos e agora voltamos para divulgar nosso principal objetivo para 2009: que estamos ampliando nossa atuação para a América Latina. Por ser um evento internacional, é um excelente lugar para nos posicionarmos como exportadores.”

Para a nova investida – é a primeira vez que a empresa exportará diretamente seus produtos para outros países –, a companhia já contratou um gerente comercial com vasta experiência nos mercados latino-americanos.

Há 17 anos a Lacerda distribui produtos para o mercado nacional, mas somente nos últimos 4 é que começou as fabricar seus próprios no-breaks e estabilizadores. Também comercializa, com a marca Lacerda, equipamentos de origem italiana, a linha SAI.

Vasconcelos afirma que a atuação na América Latina e o fornecimento para órgãos públicos (1/3 do total) ajudarão a encerrar 2009 com crescimento de 20% no faturamento: “Não é o mesmo patamar que estávamos mantendo de 6 anos para cá, de incremento de 35% ao ano, mas é uma evolução bastante representativa, considerando que registramos queda da ordem de 30% desde setembro”.

Lançamento – Engajada nas questões de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente, a Lacerda apresenta durante a FIEE sua nova linha de equipamentos EccoPower, projetada e fabricada para reduzir o consumo de energia em até 40%, podendo chegar a 50% com a opção Eco Mode.

Todos os produtos da empresa receberam a qualificação da linha EccoPower, pois utilizam baterias, característica que permite o correto descarte das mesmas. A partir de agora, o cliente que adquirir novas baterias Lacerda também terá desconto.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Participantes desde a primeira Feira Internacional da Indústria Elétrica, Energia e Automação, FIEE, a Metaltex, empresa do segmento de componentes e automação industrial, divulga nesta edição 2009 sua mais nova parceria: a partir de agora fornecerá no Brasil equipamentos para sistemas de movimentação, como inversores, servodrives e servomotores, da marca alemã Lenze. “Daremos suporte comercial e técnico”, explica Gilberto A. Jana Filho, gerente de engenharia de aplicações da Metaltex.

Outras novidades apresentadas na feira são as interfaces a relé (acopladores) da marca Metaltex, além da linha de contatores ampliada e reformulada, com visual mais moderno. “Esta é a principal feira do ano para o nosso segmento. Estamos com todo o gás e apostando que essa nova parceria nos trará ainda mais oportunidades de negócios.”

Negócios esses que devem fazer com que a empresa retome em 2010 a curva ascendente que vinha mantendo antes de a crise econômica mundial explodir. Jana Filho conta que a queda no faturamento foi grande, mas agora já recuperaram parte: “Ainda não estamos como gostaríamos, mas trabalhando para fechar este ano no equilíbrio”.

TAGS: , , , , , ,

Deixe seu comentário

0

Motivo de muitos e-mails para a revista P&S, os guias e tabelas disponibilizados em forma de marcadores da publicação agora estão na web, em formato de arquivo pdf.

Desde ontem, o site www.ps.com.br oferece aos seus internautas/leitores todos os guias e tabelas publicados mensalmente junto com a revista. São guias de fixação, ventilação, refrigeração, vedação entre outros.

Na lista de tabelas, há cálculo de circuitos elétricos, conversão de pressão, dimensão de roscas, tabela de ponto de fusão de materiais e muitas outras.

Os arquivos podem ser baixados e impressos quantas vezes o internauta desejar, sem restrição de acesso ou cobrança de taxa. É totalmente gratuito!

A ideia é oferecer mais uma ferramenta aos leitores da P&S, principalmente aqueles  que trabalham no operacional.

Faça agora mesmo o download das tabelas e guias disponíveis no endereço www.ps.com.br

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Jorge Farsky, diretor-presidente da Walter (Foto: Divulgação)

Jorge Farsky, diretor-presidente da Walter (Foto: Divulgação)

Uma mala nas mãos, dois produtos e muita vontade. Era 1996. Naquele ano começou a história de Jorge Farsky com a Walter Tecnologias em Superfícies. Empresa canadense do segmento de abrasivos para corte, desbaste, acabamento e ferramentas químicas para limpar, proteger e lubrificar superfícies metálicas, não tinha representação no Brasil até que o jovem engenheiro mecânico decidiu montar seu próprio negócio.

O filho de Jonny Farsky, proprietário da FPB – Fábrica Paulista de Brocas, queria empreender como o pai. Aproveitou a relação comercial que já existia entre o patriarca e Walter Somers – a FPB fornecia brocas para a Walter no Canadá – e foi vender disco fino de corte, o Zipcut, e o suporte Enduro-Flex, produtos até então inexistentes no mercado nacional.

Na primeira investida não foi bem-sucedido e rapidamente aprendeu a lição: que não se podia comercializar produtos com alto valor agregado sem mostrar, e comprovar, ao cliente o porquê do custo. Mudou o discurso e começou a apresentar soluções, ou como gosta de dizer “comecei a vender custo-benefício”. Deu certo.

Do sobradinho de dois andares no bairro do Socorro, próximo a Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, onde iniciou as atividades, a empresa está hoje instalada num prédio de 4,5 mil m2. Em 2009, a Walter do Brasil completa 13 anos oferecendo ao mercado aproximadamente 50 linhas de produtos e mais de 500 itens em estoque. E está se preparando para crescer.

Casa que abrigou a Walter em seu começo...

Casa que abrigou a Walter em seu começo...

A prova mais recente da busca pelo crescimento foi conquistada há menos de um mês: a empresa recebeu a certificação OHSAS 18001 (Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional). Essa norma integra-se no mesmo modelo de ISO 9000 e ISO 14000 (a Walter já conta com ISO 9001 e ISO 14001), apresentando abordagem por processo. É baseada na utilização do “ciclo de Deming”, que permite melhoria contínua dos desempenhos. “É isso que nos move todos os dias: melhorar. E adianto que quem faz tudo aqui são as pessoas. Sem elas não chegaríamos onde estamos”, enfatiza Jorge Farsky.

O executivo conta que a Walter vai além, com outras iniciativas em andamento. Mesmo neste momento de retração do mercado, em virtude da crise econômica mundial, a companhia está investindo. “No momento certo comunicaremos ao mercado nossas novidades.”

Aliás, da fase crise, o que Farsky tem extraído juntamente com sua equipe – 65 profissionais compõem o quadro de colaboradores, dos quais quarenta técnicos – são oportunidades, das mais diversas e sobre as quais, óbvio, não dá muitos detalhes. De promoções a novos produtos, de tudo um pouco tem contribuído para que a empresa mantenha seu ritmo ascendente. Tanto que no primeiro quadrimestre deste ano registrou incremento de 12% nas vendas quando comparado com igual período de 2008.

... e o prédio atual da empresa

... e o prédio atual da empresa

Para o diretor-presidente da Walter, o tripé bom produto, boa equipe e conhecimento do mercado para oferecer o que o cliente necessita é a receita para a evolução de uma empresa. “Sempre digo que não tem segredo. E não tem mesmo. Uma boa dose de paixão e dedicação também ajudam, e muito.”

TAGS:

Deixe seu comentário

Escolha sua manchete

Icone Economia,Opinião | Por em 1 de junho de 2009

0

 Meu post desta segunda-feira será breve. Quero apenas dividir com você, internauta, as manchetes de alguns jornais desta manhã:

1) Indústria tem 4ª alta mensal consecutiva

2) IBGE: produção industrial sobe 1,1% em abril ante março

3) Produção industrial: alta de 1,1% e queda de 14,7%

Qual delas você prefere?

Todas remetem as previsões esperadas dos analistas e consultores – alguns pontos para mais ou para menos, é verdade, mas nada muito distante disso.

O fato é que a indústria retoma lentamente seu rumo. Face ao mesmo mês de 2008, abril apresentou queda de 14,7%, mas devemos considerar que o ano passado foi excepcional. Crescer 1,1% pode ser pouco, mas é algum sinal.

Dos 27 segmentos da indústria monitorados pelo índice do instituto, 16 apresentaram alta em abril. As principais altas foram verificadas pelos setores de veículos automotores (3,3%), metalurgia básica (5,1%), borracha e plástico (6,7%), ), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,3%), produtos de metal (6,8%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (5,2%).

Lembro ainda que a temporada de feiras já começou e, se tudo correr bem, o resultado delas será sentido no segundo semestre.

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

Todos os meses contamos com a colaboração do pessoal do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, sob a coordenação do professor Antônio Cabral, que nos suprem tanto com artigos específicos sobre as pautas das edições quanto com resoluções de dúvidas técnicas, entrevistas etc. É, sem dúvida, um apoio primoroso e fundamental para os bom andamento do nosso trabalho nos produtos P&S e agora também no Blog Industrial.

O artigo abaixo, sobre Eletroeletrônica, refere-se à pauta da edição de junho da Revista P&S, e vem bem a calhar, pois na próxima segunda-feira, 1º de junho, começa a principal feira do segmento, a FIEE, que segue até quinta-feira, 5 de junho.

Por Wânderson de Oliveira Assis

A eletrônica é utilizada numa infinidade de aplicações no nosso dia a dia. Graças à eletrônica, vivemos uma constante evolução tecnológica, resultado principalmente do grande avanço na tecnologia de semicondutores e da produção de circuitos integrados digitais cada vez menores.

 A indústria em geral, como a automobilística, manufatura, alimentícia, siderúrgica, têxtil, petroquímica, entre outras, é atualmente totalmente dependente da eletrônica analógica e digital. A maioria dos eletrodomésticos, dos brinquedos infantis modernos, as calculadoras, os telefones e celulares, são controlados por ou têm funcionamento baseado em circuitos eletrônicos. Isso, sem falar nos computadores e em toda a gama de produtos de informática.

 Na maioria das aplicações, um dos componentes de destaque é um pequeno componente eletrônico, um pequeno chip, conhecido como “microprocessador”. Os microprocessadores e sua versão mais simples, os microcontroladores, vêm sendo cada vez mais utilizados em aplicações de engenharia. Eles são dispositivos programáveis que permitem executar operações das mais simples, como temporização, detecção de acionamentos e controle de dispositivos digitais, até as mais complicadas, como controle de sistemas analógicos, aquisição de dados e armazenamento em memória, integração entre dispositivos, transmissão de dados seriais para sistemas wireless (sistemas sem fio) etc.

Os microcontroladores são “embutidos” em placas de circuitos eletrônicos para controlar outros dispositivos semicondutores ou para comandar componentes externos, os periféricos, para que estes executem as tarefas programadas. Nos controladores lógicos programáveis, por exemplo, equipamentos muito utilizados na indústria, os microcontroladores permitem a conexão entre instrumentos e sensores instalados no chão de fábrica e uma rede industrial. Por meio dessa rede, os dados captados pelos controladores são transmitidos para uma central de controle onde os dados podem ser monitorados por um software supervisório.

Vários tipos de sistemas de controle e aquisição de dados podem também ser desenvolvidos com a eletrônica e sistemas microprocessados. Na Figura 1, por exemplo, ilustra-se um sistema de aquisição de dados utilizado na Escola de Engenharia Mauá para controlar vários dispositivos. 

Figura 1

Figura 1

 

Figura 2

Figura 2

Por meio dele é possível controlar o motor de grandes dimensões apresentado na Figura 2. O sistema desenvolvido permite controlar a velocidade do motor com precisão por meio de comandos efetuados no computador. É possível também selecionar o sentido de rotação da máquina e monitorar em gráficos gerados na tela do computador os sinais de corrente, tensão e velocidade medidos.

Vários outros sistemas de controle utilizam essa tecnologia. Podemos citar, por exemplo, o monitoramento de informações provenientes de vários tipos de sensores, o controle de temperatura em ambientes fechados, o controle de posicionamento de pequenos servomotores utilizados em dispositivos robóticos etc. Mas isso é apenas uma amostra do que pode ser feito com a eletrônica e com a programação de chips eletrônicos.

Wânderson de Oliveira Assis
Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Instrumentação, Automação e Controle do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia

Mais informações: http://www.maua.br/ceun/cursos/posgraduacao/scs/eepi/iac.html

 

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

TruBend 7036: realmente ergonômica

TruBend 7036: realmente ergonômica

Um dos destaques da Trumpf na Feimafe 2009 foi a dobradeira 7036. O equipamento ocupou lugar de destaque no estande da empresa e chamou a atenção dos visitantes. Não seria por menos: a TruBend 7036 ganhou um selo de ergonomia internacional e promete muito conforto ao usuário, mesmo se operada por longas horas. Palavra do fabricante.

“Para alguns equipamentos é muito difícil se alcançar 100% de automação. Eles dependem da interface humana, como é o caso das dobradeiras de pequeno porte”, me contou Bruno Eifler, sócio-gerente da Trumpf Brasil.

Então aceitei o desafio de operar o equipamento e colocar à prova sua excelência. Não fiquei oito horas sentado frente a dobradeira – estudos mostram que a partir deste tempo o usuário apresenta cansaço -, mas minha experiência foi suficiente para comprovar a ergonomia da 7036.

O assento da TruBend pode ser ajustado de acordo com a altura do usuário. Devidamente posicionado – leia-se: pés e braços alcançando pedais e bancada, confortavelmente -, notei que os leads do equipamento oferecem iluminação que não agride os olhos e foca na área de trabalho. Os técnicos da Trumpf destacam ainda que a luz pode ser ajustada de acordo com o local de instalação do equipamento.

A distância entre o usuário e as placas de dobra, separadas pela bancada, é adequada e transmite segurança durante o manuseio. A resposta da dobra à pressão nos pedais é rápida e eficiente.

Depois de aproximadamente um minuto havia dobrado uma chapa de aço de 10x10cm que se transformou em um jipe. A contar por minha habilidade zero com dobradeiras o tempo foi bom, me disseram os técnicos. No entanto, um profissional consegue fazer o mesmo em exatos 19 segundos.

Eifler reforçou que a TruBend 7036 ainda economiza energia, apresenta nível de ruído próximo do zero e ainda emite menor quantidade de calor.

Interessado? Mais informações no site da empresa www.trumpf.com.br

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

Como todos os meses, hoje foi realizada a coletiva para a imprensa na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, para divulgação dos números do setor. E como – de novo – todos os meses o encontro foi marcado por reclamações e apelos da diretoria da entidade aos governos.

Confesso que quando peguei o release para ler, fiquei meio down, ainda mais depois do clima positivo que saí da Feimafe. Os números (veja abaixo) estão praticamente todos negativos e em porcentuais de dois dígitos. Ouvimos, eu e os demais jornalistas, várias explicações do vice-presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, sobre os números em queda, até que comecei a reparar nos gráficos mostrados durante a apresentação do balanço.

Levando em conta muito do que ouvimos, eu e Kleber, nas entrevistas com executivos durante a Feimafe e em outros lugares, e vendo as barrinhas dos gráficos, pensei ser realmente difícil que as indústrias mantenham os mesmo volumes de 2008. Claro, porque 2008 foi um ano excepcional. É o que todos dizem, e foi mesmo.

Então, não quero desmerecer a preocupação do segmento, ao contrário. Mas também não quero “comprar” toda e qualquer ideia que me vendam. Os níveis deste ano, até agora, são muito semelhantes aos de 2006 e 2007. Agora resta acompanhar como se comportarão daqui para frente.

Para voltar ao patamar de 2008, considerado um bom ano pela entidade, Pastoriza afirma ser preciso que o governo federal desonere urgentemente os investimentos em, pelo menos, 25%, porcentual referente aos impostos federal e estaduais pagos na compra de máquinas e equipamentos. “Não estamos pedindo renúncia, mas antecipação da devolução do dinheiro dos impostos, que hoje leva até 48 meses para voltar às mãos do comprador. Se retornar antes, antes ele terá fluxo de caixa. Haverá um “desengavetamento” do dinheiro.”

Balanço – Depois de aumentar 30,1% de fevereiro para março, o faturamento nominal da indústria de bens de capital voltou a cair no mês passado, para R$ 4,72 bilhões, volume 17,2% inferior comparado a março. Sobre a receita de abril de 2008, a baixa foi de 25%. No quadrimestre, o faturamento somou R$ 18,7 bilhões, retração nominal de 20% diante do mesmo período anterior.

Segundo a Abimaq, o consumo aparente do setor (produção – exportação + importação) caiu apenas 1,9% no primeiro quadrimestre, ao totalizar R$ 27,61 bilhões. No mesmo comparativo, as importações cresceram 3,6%, para US$ 6,458 bilhões, e as exportações decresceram 26,7%, a US$ 2,554 bilhões.

TAGS: , , , , , , ,

Deixe seu comentário

OR Brasil sente retomada de mercado

Icone Feira,Vídeo | Por em 26 de maio de 2009

0

A importadora de rebites e fixadores OR Brasil, de São Paulo, sofreu com a queda de demanda em novembro passado, mas já vê um panorama melhor desde março deste ano.

O impulso aconteceu agora em maio, quando o diretor Bernardo Milgrom resolveu apostar em um estande na Feimafe 2009. “Estamos sentindo uma retomada nas vendas”, disse ele em entrevista ao blog. Confira!

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial máquinas e equipamentos Lançamento mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial