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Escolha sua manchete

Icone Economia,Opinião | Por em 1 de junho de 2009

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 Meu post desta segunda-feira será breve. Quero apenas dividir com você, internauta, as manchetes de alguns jornais desta manhã:

1) Indústria tem 4ª alta mensal consecutiva

2) IBGE: produção industrial sobe 1,1% em abril ante março

3) Produção industrial: alta de 1,1% e queda de 14,7%

Qual delas você prefere?

Todas remetem as previsões esperadas dos analistas e consultores – alguns pontos para mais ou para menos, é verdade, mas nada muito distante disso.

O fato é que a indústria retoma lentamente seu rumo. Face ao mesmo mês de 2008, abril apresentou queda de 14,7%, mas devemos considerar que o ano passado foi excepcional. Crescer 1,1% pode ser pouco, mas é algum sinal.

Dos 27 segmentos da indústria monitorados pelo índice do instituto, 16 apresentaram alta em abril. As principais altas foram verificadas pelos setores de veículos automotores (3,3%), metalurgia básica (5,1%), borracha e plástico (6,7%), ), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,3%), produtos de metal (6,8%) e material eletrônico e equipamentos de comunicações (5,2%).

Lembro ainda que a temporada de feiras já começou e, se tudo correr bem, o resultado delas será sentido no segundo semestre.

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Todos os meses contamos com a colaboração do pessoal do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, sob a coordenação do professor Antônio Cabral, que nos suprem tanto com artigos específicos sobre as pautas das edições quanto com resoluções de dúvidas técnicas, entrevistas etc. É, sem dúvida, um apoio primoroso e fundamental para os bom andamento do nosso trabalho nos produtos P&S e agora também no Blog Industrial.

O artigo abaixo, sobre Eletroeletrônica, refere-se à pauta da edição de junho da Revista P&S, e vem bem a calhar, pois na próxima segunda-feira, 1º de junho, começa a principal feira do segmento, a FIEE, que segue até quinta-feira, 5 de junho.

Por Wânderson de Oliveira Assis

A eletrônica é utilizada numa infinidade de aplicações no nosso dia a dia. Graças à eletrônica, vivemos uma constante evolução tecnológica, resultado principalmente do grande avanço na tecnologia de semicondutores e da produção de circuitos integrados digitais cada vez menores.

 A indústria em geral, como a automobilística, manufatura, alimentícia, siderúrgica, têxtil, petroquímica, entre outras, é atualmente totalmente dependente da eletrônica analógica e digital. A maioria dos eletrodomésticos, dos brinquedos infantis modernos, as calculadoras, os telefones e celulares, são controlados por ou têm funcionamento baseado em circuitos eletrônicos. Isso, sem falar nos computadores e em toda a gama de produtos de informática.

 Na maioria das aplicações, um dos componentes de destaque é um pequeno componente eletrônico, um pequeno chip, conhecido como “microprocessador”. Os microprocessadores e sua versão mais simples, os microcontroladores, vêm sendo cada vez mais utilizados em aplicações de engenharia. Eles são dispositivos programáveis que permitem executar operações das mais simples, como temporização, detecção de acionamentos e controle de dispositivos digitais, até as mais complicadas, como controle de sistemas analógicos, aquisição de dados e armazenamento em memória, integração entre dispositivos, transmissão de dados seriais para sistemas wireless (sistemas sem fio) etc.

Os microcontroladores são “embutidos” em placas de circuitos eletrônicos para controlar outros dispositivos semicondutores ou para comandar componentes externos, os periféricos, para que estes executem as tarefas programadas. Nos controladores lógicos programáveis, por exemplo, equipamentos muito utilizados na indústria, os microcontroladores permitem a conexão entre instrumentos e sensores instalados no chão de fábrica e uma rede industrial. Por meio dessa rede, os dados captados pelos controladores são transmitidos para uma central de controle onde os dados podem ser monitorados por um software supervisório.

Vários tipos de sistemas de controle e aquisição de dados podem também ser desenvolvidos com a eletrônica e sistemas microprocessados. Na Figura 1, por exemplo, ilustra-se um sistema de aquisição de dados utilizado na Escola de Engenharia Mauá para controlar vários dispositivos. 

Figura 1

Figura 1

 

Figura 2

Figura 2

Por meio dele é possível controlar o motor de grandes dimensões apresentado na Figura 2. O sistema desenvolvido permite controlar a velocidade do motor com precisão por meio de comandos efetuados no computador. É possível também selecionar o sentido de rotação da máquina e monitorar em gráficos gerados na tela do computador os sinais de corrente, tensão e velocidade medidos.

Vários outros sistemas de controle utilizam essa tecnologia. Podemos citar, por exemplo, o monitoramento de informações provenientes de vários tipos de sensores, o controle de temperatura em ambientes fechados, o controle de posicionamento de pequenos servomotores utilizados em dispositivos robóticos etc. Mas isso é apenas uma amostra do que pode ser feito com a eletrônica e com a programação de chips eletrônicos.

Wânderson de Oliveira Assis
Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Instrumentação, Automação e Controle do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia

Mais informações: http://www.maua.br/ceun/cursos/posgraduacao/scs/eepi/iac.html

 

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TruBend 7036: realmente ergonômica

TruBend 7036: realmente ergonômica

Um dos destaques da Trumpf na Feimafe 2009 foi a dobradeira 7036. O equipamento ocupou lugar de destaque no estande da empresa e chamou a atenção dos visitantes. Não seria por menos: a TruBend 7036 ganhou um selo de ergonomia internacional e promete muito conforto ao usuário, mesmo se operada por longas horas. Palavra do fabricante.

“Para alguns equipamentos é muito difícil se alcançar 100% de automação. Eles dependem da interface humana, como é o caso das dobradeiras de pequeno porte”, me contou Bruno Eifler, sócio-gerente da Trumpf Brasil.

Então aceitei o desafio de operar o equipamento e colocar à prova sua excelência. Não fiquei oito horas sentado frente a dobradeira – estudos mostram que a partir deste tempo o usuário apresenta cansaço -, mas minha experiência foi suficiente para comprovar a ergonomia da 7036.

O assento da TruBend pode ser ajustado de acordo com a altura do usuário. Devidamente posicionado – leia-se: pés e braços alcançando pedais e bancada, confortavelmente -, notei que os leads do equipamento oferecem iluminação que não agride os olhos e foca na área de trabalho. Os técnicos da Trumpf destacam ainda que a luz pode ser ajustada de acordo com o local de instalação do equipamento.

A distância entre o usuário e as placas de dobra, separadas pela bancada, é adequada e transmite segurança durante o manuseio. A resposta da dobra à pressão nos pedais é rápida e eficiente.

Depois de aproximadamente um minuto havia dobrado uma chapa de aço de 10x10cm que se transformou em um jipe. A contar por minha habilidade zero com dobradeiras o tempo foi bom, me disseram os técnicos. No entanto, um profissional consegue fazer o mesmo em exatos 19 segundos.

Eifler reforçou que a TruBend 7036 ainda economiza energia, apresenta nível de ruído próximo do zero e ainda emite menor quantidade de calor.

Interessado? Mais informações no site da empresa www.trumpf.com.br

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Como todos os meses, hoje foi realizada a coletiva para a imprensa na Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abimaq, para divulgação dos números do setor. E como – de novo – todos os meses o encontro foi marcado por reclamações e apelos da diretoria da entidade aos governos.

Confesso que quando peguei o release para ler, fiquei meio down, ainda mais depois do clima positivo que saí da Feimafe. Os números (veja abaixo) estão praticamente todos negativos e em porcentuais de dois dígitos. Ouvimos, eu e os demais jornalistas, várias explicações do vice-presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, sobre os números em queda, até que comecei a reparar nos gráficos mostrados durante a apresentação do balanço.

Levando em conta muito do que ouvimos, eu e Kleber, nas entrevistas com executivos durante a Feimafe e em outros lugares, e vendo as barrinhas dos gráficos, pensei ser realmente difícil que as indústrias mantenham os mesmo volumes de 2008. Claro, porque 2008 foi um ano excepcional. É o que todos dizem, e foi mesmo.

Então, não quero desmerecer a preocupação do segmento, ao contrário. Mas também não quero “comprar” toda e qualquer ideia que me vendam. Os níveis deste ano, até agora, são muito semelhantes aos de 2006 e 2007. Agora resta acompanhar como se comportarão daqui para frente.

Para voltar ao patamar de 2008, considerado um bom ano pela entidade, Pastoriza afirma ser preciso que o governo federal desonere urgentemente os investimentos em, pelo menos, 25%, porcentual referente aos impostos federal e estaduais pagos na compra de máquinas e equipamentos. “Não estamos pedindo renúncia, mas antecipação da devolução do dinheiro dos impostos, que hoje leva até 48 meses para voltar às mãos do comprador. Se retornar antes, antes ele terá fluxo de caixa. Haverá um “desengavetamento” do dinheiro.”

Balanço – Depois de aumentar 30,1% de fevereiro para março, o faturamento nominal da indústria de bens de capital voltou a cair no mês passado, para R$ 4,72 bilhões, volume 17,2% inferior comparado a março. Sobre a receita de abril de 2008, a baixa foi de 25%. No quadrimestre, o faturamento somou R$ 18,7 bilhões, retração nominal de 20% diante do mesmo período anterior.

Segundo a Abimaq, o consumo aparente do setor (produção – exportação + importação) caiu apenas 1,9% no primeiro quadrimestre, ao totalizar R$ 27,61 bilhões. No mesmo comparativo, as importações cresceram 3,6%, para US$ 6,458 bilhões, e as exportações decresceram 26,7%, a US$ 2,554 bilhões.

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OR Brasil sente retomada de mercado

Icone Feira,Vídeo | Por em 26 de maio de 2009

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A importadora de rebites e fixadores OR Brasil, de São Paulo, sofreu com a queda de demanda em novembro passado, mas já vê um panorama melhor desde março deste ano.

O impulso aconteceu agora em maio, quando o diretor Bernardo Milgrom resolveu apostar em um estande na Feimafe 2009. “Estamos sentindo uma retomada nas vendas”, disse ele em entrevista ao blog. Confira!

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A Fesma, fabricante de esteiras porta cabos, já sente um reaquecimento no mercado. Essa impressão começou em março passado, quando as vendas voltaram a crescer depois de um período difícil.

Em entrevista ao Blog Industrial, Rodrigo Pais, diretor comercial da empresa de Arujá-SP, conta que agora a Fesma foca no segundo semestre. “Já vemos um reaquecimento do mercado. Desde março deste ano sentimos um mercado melhor. Com certeza o segundo semestre será melhor que o primeiro”, acredita.

Sobre a participação da empresa na Feimafe 2009, ele comenta: “A feira é sempre positiva para a Fesma. Nossas expectativas para 2009 são boas. Certamente a Feimafe é um divisor de águas para nós”.

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Geral do último dia da Feimafe 2009 (Foto: Thiago Italiano Albuquerque)

Geral do último dia da Feimafe 2009 (Foto: Thiago Italiano Albuquerque)

Os mais entusiastas preferem dizer que a 12ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, Feimafe, e a 10ª Feira Internacional do Controle da Qualidade, Qualidade, foram um divisor de águas depois de um período em que a indústria nacional parece se recuperar do baque da crise financeira mundial. Outros são mais contidos e afirmam apenas que as feiras mostraram um reaquecimento do mercado. O fato é que entre os dias 18 e 23 de maio o Pavilhão do Anhembi recebeu mais de 66 mil pessoas, em sua maioria compradores de máquinas-ferramenta. E, certamente, negócios foram fechados.

. Assista vídeos da feimafe 2009 

. Confira alguns lançamentos da feira aqui

 

Eduardo Trevisan, gerente de marketing da Deb’Maq, conta que a empresa investiu muito no estande e no maquinário exposta, mas estava com baixa perspectiva quanto à Feimafe. “Viemos bem cautelosos, com a expectativa baixa mesmo, mas fomos surpreendidos. O público está muito qualificado e os negócios estão acontecendo”, disse, sem citar números de vendas, mas comparando as negociações efetivadas às da Feimafe 2007.

De acordo com a assessoria das Indústrias Romi, até o último dia da feira,  cerca de 20 máquinas-ferramenta haviam sido negociadas nas 20 salas de reuniões montadas no estande – sem dúvida um dos maiores do evento.

Já a Cosa Intermáquinas vendeu apenas no primeiro dia dez máquinas, totalizando um montante de R$ 3,8 milhões. “Nossa meta é comercializar trinta máquinas”, contou o diretor, Marcos Antoniazzi. “A feira é uma oportunidade única de ampliar nossos negócios, de trazer novos clientes e relacionamentos, especialmente em tempos de crise.”

Eduardo Trevisan, gerente de marketing da Deb'Maq (Foto: Kleber Pinto)

Eduardo Trevisan, gerente de marketing da Deb'Maq (Foto: Kleber Pinto)

A Kone Máquinas não só trouxe equipamentos modernos, como ofereceu descontos de até 25% nos preços de todo o seu catálogo. Luiz Osvaldo Sanfelice, responsável pelo marketing da empresa, disse ao Blog Industrial: “Acreditamos que a partir de junho as coisas melhorem de verdade”.

Fabricante e importadora de tornos, furadeiras e fresadoras, a Kone recebeu muitas consultas na Feimafe. “Já vendemos quatro equipamentos”, destacou Sanfelice na quinta-feira, 21.

Visibilidade internacional

Esta edição contou com 52 companhias estrangeiras, de 30 países das Américas, Europa e Ásia, com destaque para Alemanha, Espanha e Itália, que aumentaram suas participações.

No pavilhão italiano apresentam-se 40 empresas, com apoio do Instituto Italiano para Comércio Exterior, ICE, e da Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas-Ferramentas e Sistemas Integrados, Ucimu. As entidades reforçam o interesse em fomentar negócios entre os fabricantes dos dois países e estimular a troca de inovações tecnológicas. “A Itália está analisando os mercados menos envolvidos na crise e Brasil, China e Índia são os mais favorecidos para futuros investimentos italianos ao fim de 2009, início de 2010″, afirmou o diretor do ICE-Brasil, Giovanni Sacchi.

As 12 empresas do pavilhão francês apresentam suas mais recentes tendências de tecnologias que integram os processos de produção e desenvolvimento de soluções sob medidas. “Equipamentos de tecnologia de ponta ainda não são produzidos pelos fabricantes brasileiros devido aos altos investimentos que representam. Isso torna o Brasil um mercado bastante atraente para as empresas francesas para trabalhos em parceria”, disse a gerente do setor de bens industriais da Ubifrance da Missão Econômica da França em São Paulo, Cristina Afonso.
No geral, o saldo da Feimafe foi positivo. Das empresas entrevistadas pelo Blog Industrial, 90% acreditam que o segundo semestre de 2009 será melhor que o primeiro. Para alguns, os resultados já apontam neste final de maio.

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A fabricante de rodas e rodízios Schioppa é veterana em feiras. E não poderia deixar de participar da Feimafe 2009, onde apresenta as novidades de seu portfólio para este ano.

Claudio Tadeu Coutinho, gerente de marketing da empresa, fala ao Blog Industrial sobre estes lançamentos e a expectativa na Feimafe 2009. Confira!

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igus: fechamento de 2009 positivo

Icone Economia,Feira | Por em 24 de maio de 2009

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Michel Pierre Cas, diretor da Igus (Foto: Kleber Pinto)

Michel Pierre Cas, diretor da Igus (Foto: Kleber Pinto)

Feira CRM (do inglês Customer relationship management, ou gestão de relacionamento com o cliente). Foi assim que Michel Bernard Pierre Cas, diretor da igus, fabricante de esteiras porta-cabos, buchas autolubrificantes, guias lineares, mancais rotulares, cabos especiais, conectores e sistemas montados prontos para instalar, definiu a participação da empresa na Feimafe 2009: “Esses eventos são excelentes para manter o relacionamento no maior nível possível. Aqui encontramos nossos tradicionais parceiros e os futuros também”.

Cas enfatizou que, apesar da atual conjuntura econômica mundial e da recessão, estão muito satisfeitos com os negócios da igus no Brasil. Para ele, tudo indica ser esta uma crise emocional e que o país só não pode deixar de investir: “Acredito em uma reviravolta surpreendente no segundo semestre. Maio já tem apontado sinais de recuperação”.

Tamanho otimismo está respaldado em estratégia. Para equilibrar as contas no primeiro semestre, no auge da crise, a igus fez muita pesquisa de mercado e marketing direto, além de trabalhar na busca de novos mercados para diversificar sua atuação. Também não deixou de investir, o que fez a diferença na opinião do executivo: “Tenho certeza que fecharemos 2009 positivamente. Não nos níveis de 2008, que foi um ano excepcional, mas o balanço será positivo”.

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Relacionamento, lançamento e reforço da marca. Esses são os motivos que levam a SEW-Eurodrive, empresa de soluções em acionamentos como motorredutores, conversores de frequência e redutores industriais, a participar de 27 feiras neste ano. E falando em lançamento, nesta Feimafe apresentou pela primeira vez o redutor de grande porte da Linha X, importado da matriz alemã.

Outras novidades ficaram por conta do redutor específico para extrusoras de plástico e de borracha e da linha de servo-motores focada para máquinas-ferramenta.

Mas a grande novidade com referência ao redutor X é que, a partir do segundo semestre deste ano, ele será produzido no Brasil na nova planta da empresa que entrará em funcionamento entre setembro e outubro próximos.

“Adquirimos um terreno de 300 mil m2 em Indaiatuba, no interior de São Paulo, para levantar nossa nova fábrica. Nesta primeira fase, estamos construindo a área industrial de 30 mil m2, que só fabricará redutores de grande porte”, conta Alexandre dos Reis, diretor de vendas e marketing da SEW-Eurodrive.

O aporte faz parte do ciclo de investimentos de R$ 600 milhões aplicados no Brasil de 2006 a 2012 em renovação de máquinas, parque fabril e montadoras – unidades que a empresa possui em regiões brasileiras estratégicas.

Na mão inversa de muitas multinacionais, a SEW-Eurodrive, de acordo com o executivo, continua cumprindo seus planos de investimento neste momento de crise econômica mundial: “Estamos fazendo o caminho contrário, transformando turbulência em oportunidade. E não é só. Também trabalhamos na conquista de novos mercados, como o de plástico, na nacionalizando produtos e em equilíbrio de estoque para reduzir o prazo de entrega aos clientes”.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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