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contabilidadeCom a Legislação Tributária brasileira em constante mudança em busca da modernização dos processos e a necessidade das empresas de um posicionamento estratégicos sobre tributos e obrigações acessórias a serem cumpridas, o antigo ‘guarda livros’ cada vez mais dá lugar à contabilidade moderna.

São muitas as novidades já implantadas pelo governo e outras ainda estão sendo ajustadas em função de sua complexidade. Dentre essas se destacam Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Escrituração Contábil Digital, Escrituração Contábil Fiscal, eSocial e Bloco K.

“Muito se falou que a contabilidade das empresas ia mudar, todavia, o que se viu foi o contador assumindo um papel totalmente diferente do passado e muito mais importante e estratégico. Hoje mais que uma empresa que ofereça a simples contabilidade os administradores necessitam de profissionais que ofereçam algo mais, isto é, tecnologia e consultoria em relação a esses assuntos”, alerta o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

Segundo Domingos, é grande a busca das contabilidades de São Paulo pela modernização das empresas, podendo assim oferecer o melhor para seus clientes. “Nós da Confirp, por exemplo, investimos pesadamente em nosso campo tecnológicos e profissionais de TI nos últimos anos, para que possamos estar sempre à frente das mudanças que ocorrem. Para se ter um exemplo, já temos um aplicativo que fornece todas informações de forma simplificada”, explica.

Tecnologia é sinônimo de lucro

Isso porque, a Confirp já tem números que comprovam que quando essas novas exigências do governo, se bem geridas pelas empresas podem se transformar em uma ótima oportunidade de crescimento, com a agilidade nos processos, e a possibilidade de uma visão mais estratégica dos negócios, além de poupar tempo e dinheiro.

“As grandes empresas já sabiam e utilizavam a tecnologia ao seu favor, agora com a necessidade de adequação das demais empresas, essas também poderão se beneficiar”, explica o diretor.

Assim, além da modernização da contabilidade, é importante reforçar que para empresas também é importante uma adequação tecnológica. A primeira coisa que se recomenda para quem quer sofrer pouco com essas mudanças é implantar Sistemas ERP´S de gestão, já que esses possibilitarão vantagens estratégicas como integridade das informações maior, menores prazos para obtenção e envio de informações e possibilidade de direcionamento do profissional contábil para ações estratégicas.

Ponto importante é que, mesmo que implantação desses sistemas ainda não seja obrigatória em todas as empresas, logo todos terão que se adequar. E as vantagens se dará muito além do âmbito contábil, isso porque os sistemas ERP’s (Recurso de Planejamento Empresarial) são compostos por módulos ou uma base de dados única que suportam diversas informações de atividades das empresas. Importante é que para implantação desses sistemas são necessários diversos cuidados, para que seja possível a parametrização dos dados.

Diminuição de custos

Hoje, o contador também deve auxiliar na decisão do valor de tributo a pagar está na hora que se emite a nota, infelizmente a maioria das empresas não se preocupam com os custos tributários.

Por mais que os impostos pagos por uma empresa sejam certos, dá para analisar e muitas vezes reduzir o quanto se pagará. “Esse é um resultado básico, quando existe uma proximidade muito grande entre contabilidade e cliente, pois sempre existirão provocações, com busca de informações que busque o menor tributo”, explica o diretor da Confirp.

A redução dos custos tributários de forma legal por meio da elisão fiscal, dentro de um planejamento tributário é uma realidade de muitas empresas, o que faz com que se tornem mais competitivas. Por parte do administrador também é necessário um acompanhamento mais próximo dessa área.

Resumindo, no mercado atual uma contabilidade moderna é estratégica. E a solução para micro, pequenas, médias e grandes empresas, cada vez mais passa pela terceirização adequada desse processo. Assim esse trabalho deve ser bem avaliado, já que, a qualificação é imprescindível para que se ajuste à empresa, reduza riscos e aumente a lucratividade.

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2017 Calender on the red cubesDe acordo com o primeiro Boletim Focus de janeiro, divulgado pelo Banco Central, a inflação anual para 2017 deve ser de 4,87%. Já o PIB – Produto Interno Bruto deve ter uma alta de 0,50%, em relação a 2016. A taxa Selic deve fechar o ano em 10,25%. O dólar ficará em torno de R$ 3,48, segundo as previsões. Já as tarifas de serviços básicos de infraestrutura, como: luz, água e transporte, continuam subindo.

A queda dos juros e da inflação pode ser o primeiro sinal do fim da crise recessiva pela qual atravessa a economia brasileira. FIESP/CIESP, entidades representativas da indústria acreditam que o conjunto de medidas anunciado pelo governo é um começo para estimular a economia. Tanto que as previsões são otimistas: para a indústria geral haverá um impulso de 1%, e para indústria de transformação, o crescimento será de 2%. A construção civil também dará sinais de melhoras ao longo de 2017.

Segundo Ricardo Martins, diretor titular do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), Distrital Leste, “O Brasil hoje precisa alavancar negócios, para dar uma amplitude maior ao empresariado e gerar oportunidades. O CIESP está de portas abertas para melhorar os negócios das empresas”, ressalta.

Para Martins, ”não resta outra saída a não ser acreditar que, com a disposição do governo Temer de arrumar a casa, contendo os gastos públicos, fazendo as reformas necessárias, flexibilizando as leis trabalhistas, melhorando as condições de crédito, a indústria pode vislumbrar um sinal de melhora em ritmo lento, mas gradual.”

Conforme o diretor do CIESP Leste, o empresário brasileiro precisa de uma nova injeção de confiança. “A confiança está sendo retomada, mas é preciso mais. Vamos nos unir e colocar este país para andar novamente, exigir que se apurem todos os desvios de conduta e de dinheiro ocorridos nos governos, para que não se repitam novamente no futuro”, sentencia.

No setor imobiliário, a CBIC – a Câmara Brasileira da Indústria da Construção estima que o setor deve ficar estagnado em 2017. “A nossa estimativa é de crescimento muito próximo de zero. Mas por que o otimismo? Porque estávamos afundando. A partir do momento que você não afunda mais e vai buscar o crescimento, mesmo crescendo zero é muito bom”, afirma Adalberto Valadão, da CBIC.

Para quem for investir no sonho da casa própria, os preços de casas e apartamentos tendem a ficar estáveis em 2017, após uma queda real de 6,25% nos últimos 12 meses. Incorporadoras ainda têm estoque de imóveis prontos e cobrarão preços mais acessíveis para fazer girar o mercado imobiliário.

No entanto, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências aconselha cautela antes de fechar o negócio. “É importante que o futuro mutuário analise as condições do pagamento das prestações, o ideal é que o parcelamento não ultrapasse 30% da renda familiar; também é preciso certificar-se do valor da taxa de juros do contrato, que deve ser no máximo de 12% ao ano; o comprado deve pedir uma planilha de cálculo com a projeção de todas as parcelas até o final do financiamento. Também é recomendável conversar com a família e ver as despesas fixas, como alimentação, educação, transportes, pagamentos de prestações, entre outros gastos”, aconselhaTathiana Cromwell, diretora da entidade.

A advogada esclarece que nos contratos feitos pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), regido pelo decreto lei 70/66, após o atraso de três prestações, o dono do imóvel é notificado para realizar o pagamento. Já no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), regido pela lei 9514 (alienação fiduciária), o aviso pode chegar após 30 dias de atraso. “Se não for realizada a quitação das parcelas, será consolidada a propriedade em nome do agente financeiro e o imóvel poderá ir a leilão extrajudicial, ou seja, sem passar pelo juiz natural, cuja constitucionalidade está sendo julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), já com quatro votos pela inconstitucionalidade apenas dois votos pela recepção desse Decreto”, informa a diretora da AMSPA.

Para Tathiana, todo cuidado é pouco: “em caso de atraso no pagamento das parcelas do financiamento, o banco aceita negociar com o inadimplente uma vez, mas fecha as portas de negociação caso ele fique em atraso de novo”, afirma.

Após um ano de retração na economia, até notícia de estagnação é bem-vinda. Significa que paramos de cair. O pior já passou, saímos da UTI, mas saúde financeira dos brasileiros ainda inspira cuidados. Continuamos na corda bamba, mas o Brasil mostra sinais vitais positivos! Feliz ano bom!

 

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feimafeEm sua 16ª edição, a FEIMAFE –  Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, tem entre os seus expositores e key-partners importantes líderes da indústria.  Muitas dessas empresas já estão utilizando a plataforma digital da feira para se relacionar com os visitantes qualificados que fazem parte do banco de compradores da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora e promotora do evento, que acontece de 20 a 24 de junho, no Expo Center Norte, na capital paulista.

A feira tem o aval de parceiros-chave confirmados como as empresas 3D Systems, BLM Group, Deb’Maq, Erwin Junker e  Muratec, que preparam novidades e lançamentos dedicados a atender os novos processos de manufatura para diversos segmentos da indústria.

Realizada a cada dois anos, a FEIMAFE também recebe apoio institucional da ABAL – Associação Brasileira do Alumínio; ABFA – Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas, Abrasivos e Usinagem; ABIMEI – Associação Brasileira de Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais; Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica; ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas; ABIFER – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária; ABS – Associação Brasileira de Soldagem; AMT Brasil; o CEISE Br – Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis e o Simmepe – Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco.

 

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usaflexA Usaflex, há 18 anos pioneira, fabricante de calçados femininos com conforto, inovação e moda, anuncia a venda de 69% do controle de sua operação para a WSC Participações S.A., empresa controlada pelo fundo de Private Equity Axxon Group em parceria com o co-investidor Sergio Bocayuva.

Com a nova gestão, a Usaflex passa a ter Sergio Bocayuva como seu novo CEO,  além de dois novos diretores (Marcelo Cavalheiro e Mafaldo Jr.), todos ex-sócios do Axxon Group no Mundo Verde, acrescentando à gestão da Usaflex uma larga e comprovada experiência nos mercados de varejo e franquias. Os atuais diretores da empresa bem como seus fundadores permanecem na operação, com destaque para Juersi Lauck, sócio-fundador da Usaflex, que se dedicará principalmente à área de P&D e as atividades inerentes à transição do novo time de gestão e à formação do novo Conselho de Administração da empresa.

A Usaflex possui sete unidades industriais localizadas estrategicamente nos Vales dos Sinos e Paranhana, no estado do Rio Grande do Sul, e conta com 2,8 mil colaboradores. Produz diariamente 25 mil pares de calçados e sua distribuição é feita por uma plataforma multicanal composta por 7,7 mil lojas multimarcas e 111 lojas fidelizadas (lojas exclusivas de produtos Usaflex). Além disso, a empresa exporta seus produtos para os EUA, Oriente Médio e países das Américas Central e do Sul.

O objetivo dos novos acionistas e gestores é tanto ambicioso como desafiador.  Tendo como plataforma uma empresa que manteve posição de mercado bastante estabilizada nos últimos três anos (a despeito de um ambiente macroeconômico extremamente adverso), os novos gestores planejam um crescimento acelerado para o futuro. Segundo Bocayuva, o plano estratégico está baseado na ampliação do perfil das consumidoras e maior ênfase na relação moda/conforto, suportado por investimentos em marketing e tecnologia, bem como no fortalecimento do canal franquias.  “Nesse ponto, o objetivo é modernizar e transformar as 111 lojas fidelizadas, chegando a 340 unidades franqueadas no prazo de seis anos”, declara.

Segundo o executivo, haverá também investimentos em BI (Business Intelligence) e ferramentas de gestão para reforço e crescimento de market share no canal multimarca, inclusive através de iniciativas B2B específicas.  Adicionalmente, o novo time de gestão pretende realizar investimentos na ampliação das plantas atuais, além da criação de outras 2 unidades industriais. Com isto, a empresa deve saltar do atuais R$ 300 milhões de faturamento anual para em torno de R$ 750 milhões até 2022, dobrando o faturamento nas lojas multimarcas e elevando a participação do canal franquias para 35% das vendas totais.

Bocayuva destaca também que a empresa já tem hoje um posicionamento consolidado no Brasil, com uma marca renomada e um público extremamente leal no segmento conforto, a nível nacional.  Segundo ele, tal posição se deve a um modelo de gestão diferenciado, onde executivos e colaboradores demonstram total comprometimento com valores como inovação, tecnologia, qualidade e sustentabilidade. A partir do investimento da WSC na empresa, serão também adotadas práticas de governança corporativa em linha com o modelo adotado por companhias de capital aberto.

Para Juersi Lauck, a entrada dos novos investidores não só irá fortalecer um processo de melhoria de governança iniciado em 2013 como também possibilitará a injeção do capital necessário para suportar um crescimento acelerado da empresa. “A aquisição nos possibilitará aproveitar novas oportunidades de mercado, não descartando, inclusive, uma possível abertura de capital no futuro. Mas isso só deveria ocorrer num prazo estimado de cinco a sete anos, após o amadurecimento dos investimentos realizados e da retomada do varejo nacional”, finaliza.

 

 

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das-coisasA Aruba, empresa da Hewlett Packard Enterprise, anunciou hoje inovações para a proteção das redes. Novas soluções de segurança, parcerias e produtos de infraestrutura conectada foram desenvolvidos para acelerar a migração para o ambiente de trabalho digital, além de tratar das preocupações de segurança associadas à adoção de iniciativas de IoT (Internet das Coisas, da sigla em inglês).

Com a explosão do uso de dispositivos de IoT conectados às redes corporativas, é essencial identificar, conectar e proteger todos os dispositivos móveis e de Internet das Coisas com segurança reforçada e tecnologia de combate a ameaças. Os novos parceiros Aruba ClearPass Universal Profiler e Aruba ClearPass Exchange e os switches Série 2540 são fundamentais na estratégia mais abrangente de IoT da HPE, que foi apresentada esta semana na Conferência HPE Discover.

De acordo com o Gartner, 6,4 bilhões de dispositivos conectados estarão em uso no mundo inteiro em 2016, aumento de 30% em relação ao cenário de 2015, e esse número chegará a 20,8 bilhões em 20201.. Além disso, o instituto estima que haverá mais de 300 milhões de dispositivos de automação e mais de 400 milhões de dispositivos de gerenciamento de energia nos edifícios2 . Segundo o relatório do Gartner intitulado Real Time Discovery, Visibility and Control are Critical for IoT Security (Descoberta, visibilidade e controle em tempo real são fundamentais para a segurança da IoT), a falta de visibilidade da rede e dos dispositivos é uma grande preocupação dos CIOs, tanto nos mercados verticais de IoT industrial como para o consumidor.

Preparado para IoT: ClearPass Universal Profiler

Para tratar desses aspectos, a Aruba desenvolveu uma estratégia para atender aos requisitos corporativos de identificação, conexão e proteção de todos os dispositivos móveis e de IoT conectados à borda da rede. O novo Aruba ClearPass Universal Profiler descobre e identifica automaticamente todos os dispositivos gerenciados, não gerenciados e de IoT conectados por IP em redes com ou sem fio de múltiplos fornecedores. Isso oferece ao setor de TI a capacidade de visualizar claramente quantos dispositivos no total e por categoria estão conectados a qualquer momento. Informações abrangentes sobre o tipo, sistema operacional, status e localização do dispositivo são exibidas na interface gráfica do usuário, de fácil leitura.

Essas informações podem ser usadas para ajustar o desempenho e a segurança em todos os componentes da infraestrutura e compartilhadas com os parceiros ClearPass Exchange para fornecer análises do comportamento do usuário, avaliação de estratégia de ataques de cibercriminosos e proteção por firewall.

Para as organizações que exigem gerenciamento de políticas, existe um caminho simples de migração para o Aruba ClearPass Policy Manager, que permite a autenticação e aplicação de políticas automaticamente depois da identificação do dispositivo. Os equipamentos que apresentarem comportamento indesejável podem ser ajustados automaticamente usando os dados dos parceiros Aruba para minimizar o risco de sua rede.

Switches Aruba Série 2540 e melhorias no ArubaOS

A Aruba também apresenta seus novos switches Série 2540, além de melhorias no sistema operacional ArubaOS-Switch, tudo desenvolvido para intensificar e proteger a borda inteligente da rede, otimizada para os dispositivos móveis e de IoT. Essas melhorias permitem o acesso unificado às redes com e sem fio, com a possibilidade de identificar e atribuir funções a dispositivos de IoT conectados para priorizar os aplicativos essenciais aos negócios e proteger a rede.

Os switches Aruba de camada 3 (29xx/3810/5400) também podem fazer o “tunelamento” de tráfego com base no usuário ou por porta para um Controlador de Mobilidade Aruba, para que políticas possam ser aplicadas, serviços avançados sejam estendidos e o tráfego decodificado para proteger a LAN, reduzindo ainda mais os riscos para as redes.

 

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jurosAté analistas do mercado financeiro já estão se dando conta de algo a que a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) vem alertando há meses: diante do elevado endividamento das famílias e das empresas e do desequilíbrio das contas públicas, a rápida queda da taxa básica de juros (Selic) é condição indispensável para a retomada do crescimento e da arrecadação.

Assim, a ABIMAQ defende uma queda de pelo menos 0,5 ponto percentual (p.p.) da Selic na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorre entre os dias 29 e 30 de novembro. De acordo com a Entidade, a inflação está rapidamente convergindo para a meta, conforme mostram os últimos dados do IPCA, e as expectativas estão sob controle. Além disso, com a política fiscal comprometida pelo ajuste das contas públicas – e, portanto, contracionista no curto prazo –, a redução da Selic é uma das poucas medidas que restam para estimular a atividade e tirar o país da recessão.

 

A ABIMAQ destaca que a redução da taxa básica de juros teria um papel fundamental inclusive no ajuste das contas públicas, já que diminuiria as despesas com juros e, ao estimular o consumo e os investimentos, alavancaria a arrecadação federal. O teto para o crescimento dos gastos públicos, explica a Associação, só surtirá efeito a médio prazo, enquanto a recuperação da receita no curto prazo só virá com o crescimento da atividade econômica.

 

Com a queda das expectativas para a inflação, as taxas de juros reais subiram, alerta a ABIMAQ, de forma que a redução de apenas 0,25 p.p. na próxima reunião do Copom, neste momento em que a recessão já dura mais de dois anos e a taxa de desemprego se aproxima dos 12%, seria uma péssima sinalização para a retomada do crescimento. A Associação acredita que seja possível chegar rapidamente a uma taxa nominal de 10% ao ano sem riscos para a inflação.

 

Para a ABIMAQ, a redução dos juros deve ser acompanhada por um plano do Governo Federal de reestruturação das dívidas das empresas e das famílias, para que elas possam voltar a consumir e investir sem comprometer sua saúde financeira.

 

 

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abadA Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) realizou, nesta segunda-feira (28), no Espaço Fecomercio, em São Paulo, o ENCONTRO DE VALOR ABAD 2016, último evento da entidade neste ano. O economista Ricardo Amorim, que coordenou o painel político e econômico ao lado de líderes políticos e de entidades, avaliou o atual momento com positivo, uma vez que as previsões ruins do início do ano já se dissiparam e deram lugar a uma real expectativa de melhora, diferentemente do que acontecia nessa mesma época no ano passado.

A única ressalva, segundo o economista, é o risco que a eleição de Donald Trump pode trazer para a economia mundial, já que não se sabe ainda qual será a postura do novo presidente americano para questões econômicas, principalmente as que envolvem os mercados emergentes. Apesar da retração econômica nos últimos dois anos, a tendência de expansão no consumo, que vinha sendo consistente nos 10 anos anteriores, ainda encontra espaço para crescer, lembrando que após um período de queda acentuada espera-se uma aceleração no crescimento. “A prova disso é que o comércio ainda cresce mais do que a indústria”, disse. “Dessa forma, abre-se um cenário de grandes de oportunidades para o país e para as empresas.”

Os demais integrantes do painel corroboraram a visão otimista de Ricardo Amorim. O presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República (Conselhão) George Pinheiro afirmou que o empresário do comércio é um otimista por natureza. Já o deputado federal Rogério Marinho reforçou o movimento da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo contra o aumento de tributos e destacou que acredita no setor atacadista distribuidor como força propulsora da retomada do crescimento.

Fernando Yamada, coordenador da União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (UNECS) e presidente da ABRAS, salientou a importância da união de entidades para lutar em prol das causas comuns no legislativo, com destaque para a simplificação tributária e trabalhista. O deputado federal Laércio Oliveira declarou confiar no cenário otimista. “Essa é a força do setor produtivo nacional. Eu acredito nisso e por isso me empenho todos os dias.” Para o senador José Gonzaga Sobrinho (Deca) esse é um momento de união: “temos de fazer o Brasil crescer independentemente das adversidades”.

Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), afirmou que o setor produtivo brasileiro precisa começar a participar do processo político. Já o presidente da ABAD, José do Egito Frota Lopes Filho, fechando o painel, afirmou que o país está no caminho certo e as reflexões do painel mostram isso. “O Brasil, hoje, é um outro Brasil e já não aceita passivamente os desmandos políticos. Unidos, faremos um país ainda melhor.”

Posse do novo presidente da ABAD

Cerca de 400 convidados, entre atacadistas, indústria e entidades, participaram do Encontro de Valor ABAD e prestigiaram a cerimônia de posse da nova diretoria da entidade, eleita para o biênio 2017/2018, que assume em 1º de janeiro. Em seu discurso de posse, o novo presidente da ABAD, Emerson Destro, do Destro MacroAtacado, afirmou que a entidade continuará a trabalhar pela simplificação tributária, reforma trabalhista, solução dos problemas de infraestrutura e outros aspectos operacionais e fiscais que afetam o setor.

“A sinergia e a parceria entre todos os elos da cadeia de abastecimento do canal indireto é condição de sucesso para cada um de seus integrantes. Devemos permanecer unidos, pois unidos somos mais fortes”, acrescentou.

 

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Proteção em energia – Schneider

Icone Sem categoria | Por em 23 de novembro de 2016

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mercado-alemaoO supermercado alemão REWE, localizado na cidade de Dortmund-Hörde, está apostando em um determinado tipo de frescor: não apenas nos alimentos que vende, mas também para o ar que respiramos. Em vez de refrigerantes químicos, os aparelhos de refrigeração do supermercado estão agora usando apenas CO2 natural (R744) como refrigerante. Isso garante uma redução significativa das emissões de gases com efeito estufa: o sistema de refrigeração reduz as  emissões nocivas por 110 toneladas por ano.

Os operadores têm adicionalmente integrado um sistema de ar condicionado e uma bomba de calor para aquecer todo o complexo, que compreende cerca de 1.950 m² de espaço de varejo e inúmeras áreas adjacentes. O sistema fornece os expositores e gavetas refrigerados, os congeladores, o sistema de aquecimento, o sistema de água quente e sistema de ar condicionado para o espaço de varejo. O conceito de design é o primeiro de seu tipo na Alemanha. Na verdade, existem atualmente apenas quatro sistemas instalados em todo o mundo. Schretzenmaier Kältetechnik implementou o conceito por meio da instalação de um sistema de refrigeração de CO2 com componentes da Danfoss.

Com o seu novo sistema de refrigeração, o supermercado REWE em Dortmund não só poupa dinheiro, mas também cerca de 20% das emissões anuais de CO2 em comparação com um sistema de R404A. Em outras palavras, as tecnologias Danfoss estão ajudando o supermercado a refrigerar seus produtos de forma mais eficiente e fazer mais para o meio ambiente, tudo com menos energia.

Um sistema de refrigeração deste tipo deve estar de acordo com os mais elevados padrões de segurança. Por exemplo, alarmes de gás tiveram que ser instalados na sala de máquinas e na câmara frigorífica para avisar sobre qualquer perigo de asfixia. Outro aspecto que o operador teve que considerar durante o planejamento é a alta pressão de operação do sistema. O CO2 condensa-se a uma pressão mais elevada do que os refrigerantes convencionais. A tubulação e os componentes devem, portanto, ser capazes de resistir a pressões de até 120 bar. Tubos de cobre convencionais não são aprovados para tais pressões, o que significa que o sistema exige tubos de aço inoxidável resistentes à pressão no lado de alta pressão.

Gerenciador simplifica a configuração do sistema

O gerenciador de sistema Danfoss AK-SM 850 é especialmente dedicado às necessidades do setor de varejo de alimentos. A solução oferece todas as funções e as ferramentas necessárias para controlar e monitorar equipamentos de refrigeração. Graças ao seu recurso de gerenciamento de alarme e a documentação de ações de alarme, a deterioração do produto pode ser evitada, já que a temperatura correta é assegurada em todos os momentos. O recurso de otimização de energia contínua melhora as configurações do  sistema, reduzindo assim os custos de energia dos supermercados.

O AK-SM 850 coordena todos os componentes relevantes do sistema, tais como o sistema de ar condicionado, os balcões de refrigerados e de congelados, bem como a iluminação dos  expositores. O usuário pode configurar as definições de forma rápida e fácil com o Web Assistant. O AK-SM 850 oferece suporte às conexões de tanto Modbus e Lon RS485. Uma conexão USB flash drive integrada torna mais fácil atualizar o firmware e salvar o banco de dados.

Recuperação efetiva de calor

O controlador de rack de compressor AK-PC 781 garante a recuperação eficiente de calor. A função principal do AK-PC 781 é controlar o compressor e o condensador, de tal maneira que eles operam sob a maioria das condições de pressão energeticamente eficientes possíveis em todos os momentos. Os sinais de tensão emitidos pelo transmissor de pressão permitem o controle exato de ambas as pressões de sucção e de condensação. O controlador é equipado com controle de óleo, uma função de recuperação de calor, bem como controle de pressão de gás CO2.

O controlador do rack de compressor controla a saída de até oito compressores. Além disso, pode lidar com monitoramento de segurança de alta pressão, baixa pressão e temperatura do tubo pressurizado. Além de regulação de capacidade, os controladores podem transmitir sinais para outros controladores sobre as condições pré-definidas de operação, por exemplo, o fechamento forçado das válvulas de expansão, bem como os sinais e mensagens de alarme. A principal vantagem desta série de controladores é que são fáceis de expandir juntamente com a planta.

Os módulos do mesmo tipo podem ser montados no controlador do rack de compressor,  conforme necessário, permitindo ao operador adaptar o sistema. Até quatro monitores externos podem ser adicionalmente conectados, com e sem teclas de operação. Eles podem exibir diferentes valores de medição, tais como a pressão de aspiração, pressão do condensador ou a temperatura do trocador de calor.

Regulagem protege sistema e poupa energia

Em sistemas de refrigeração sem controle de velocidade, o compressor está funcionando constantemente em plena capacidade e seus estados só operam ligados ou desligados, independentemente da capacidade de refrigeração realmente necessária. Uma válvula de expansão sempre tenta preencher o evaporador de forma otimizada pelo projeto; tal ciclo do compressor provoca uma mudança na pressão da evaporação, fazendo assim com que o evaporador oscile. O evaporador nunca é devidamente preenchido e opera de forma ineficiente. A consequência é a capacidade de refrigeração do refrigerante abaixo do ideal. O controle preciso do compressor utilizando um conversor de frequência para ajustar a velocidade aumenta a estabilidade e o desempenho do sistema, já que o evaporador é preenchido de forma otimizada em todos os momentos.

A pressão de evaporação não se altera como resultado de tal controle, o que significa que ele é capaz de aproveitar a capacidade de resfriamento do refrigerante da forma mais eficiente  possível. É por isso que o supermercado REWE instalou um conversor de frequência da Danfoss para controlar o compressor que atende os expositores refrigerados, e uma unidade adicional para controlar a área de ultracongelados.

O Drive é projetado especialmente para o controle de unidades de equipamentos de refrigeração. Os dados sobre os refrigerantes comumente usados são pré-carregados no conversor. O usuário simplesmente insere o ponto de ajuste da temperatura da  pressão de evaporação utilizando o painel de controle. Também é possível configurar um refrigerante definido pelo usuário. Além disso, graças à alternância do ponto de ajuste automático entre a operação diurna e noturna, o VLT® Drive pode reduzir significativamente o consumo de energia, já que velocidades mais baixas são necessárias durante a noite.

Menos startups e paradas graças à operação do conversor

O startup é uma fase crítica no que se refere à operação do compressor. Se o compressor inicia imediatamente em plena potência, ele retira todo o gás e imediatamente se fecha por falta de reabastecimento. O ajuste de velocidade variável permite que o compressor ligue de uma forma mais controlada. No entanto, se for absolutamente necessária uma inicialização mais rápida, o VLT® Drive pode abrir uma válvula de alívio de pressão, permitindo que o compressor ligue rapidamente no estado ocioso sem carga.

Na faixa de baixa velocidade, no entanto, a lubrificação de compressores pode não ser suficiente. Longos tempos de partida ao iniciar o compressor significam aceleração lenta e longa operação na faixa crítica. A fim de evitar esta fonte de desgaste do sistema, o VLT® Drive oferece uma partida de início separada para run-up.Uma vez fora da faixa crítica e lubrificação suficiente assegurada, o VLT® muda automaticamente para uma partida mais lenta e suave.

Além disso, ajustes durante o processo reduzem o número de partidas e paradas necessárias para o mínimo. Também é possível especificar um número máximo de ciclos de partidas e paradas para um determinado período de tempo utilizando o painel de controle. O VLT® Drive tem ainda um recurso para evitar as frequentes partidas e paradas dos compressores da fonte de alimentação.

No caso de um conversor de frequência não ser mais capaz de controlar o compressor de velocidade variável, por exemplo, devido a um alarme, ainda assim, ele poderá manter o controle dos compressores por meio de sua fonte de alimentação.

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workO custo existente para manutenção de um escritório tem grande impacto nas finanças de um negócio. Por esse motivo deve ser levado em conta principalmente quando se está iniciando uma empresa ou se projeta novas contratações e precisa ampliar o escritório.

Estudos apontam que, para uma empresa que aluga um imóvel, os gastos anuais totais por estação de trabalho podem chegar em média à R$ 17.400,00. Um custo unitário bastante expressivo, sendo interessante buscar alternativas que proporcionem economia, como um coworking.

“Ocorre que os administradores muitas vezes não fazem um cálculo aprofundado desses valores, considerando apenas o aluguel. Todavia, para obter um número real dos custos, se deve levar em conta questões como manutenção, insumos, energia, telefone, dentre outros. Com isso se chegará a valores muito mais representativos”, explica Fernando Bottura, presidente da Gowork, empresa especializada em coworking.

Bottura explica que, atualmente, espaços de coworking estão se mostrando alternativas muito vantajosas para os administradores, por diversos fatores, principalmente os custos. “Uma empresa que pretende locar um espaço nesse modelo pode gastar cerca de R$10.800,00 por ano, contado com diversos benefícios como atendimento personalizado, salas de reuniões, localidades, manutenção e suporte técnico dentre outros benefícios”, explica o presidente da Gowork.

Assim, em comparação ao custo de um escritório normal, se obtém uma economia de 38% com a opção de utilizar esse modelo de escritórios compartilhados. Sem considerar outros benefícios, como flexibilidade de localização e possibilidade de aprimorar o network.

Diante os benefícios apresentados por esse modelo de negócio, o questionamento que surge é: quais os motivos que não fazem com que ele seja mais adotado? Bottura explica que a grande dificuldade que esse modelo enfrenta é a falta de conhecimento.

“Recentemente tive acesso a um estudo americano segundo o qual apenas 1% das pessoas sabiam o que é o modelo de coworking. No Brasil esse número ainda é menor. Contudo, esses escritórios já se tornaram uma ótima opção para quem os descobrem, sendo que, até mesmo grandes corporações estão utilizando em função de suas vantagens e custos”, conta Bottura.

Prova disso é o crescimento da própria Cowork, com uma alta na procura constante, tendo neste ano obtido um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Para atender essa demanda, hoje já são 1.300 estações de trabalhos espalhadas por toda cidade de São Paulo.

 

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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