Visite o site da P&S Visite o site do Radar Industrial Visite o site da Banas Ir para página inicial RSS

0

A Henkel, fornecedora henkelglobal em soluções de adesivos, selantes e tratamento de superfícies, realizará no próximo dia 15 o webinar “Aminas Aromáticas Primárias – Tudo o que você precisa saber”. Ministrado por Guilherme Fernandes, responsável por Pesquisa e Desenvolvimento para a área de Adesivos Industriais da Henkel, o seminário online será gratuito, com duração de uma hora e terá início às 11 horas.

No seminário digital serão abordadas questões como legislação atual e cenário futuro, origem da presença das aminas aromáticas em embalagens flexíveis, impacto em adesivos e soluções inovadoras. O evento é também uma oportunidade para profissionais da indústria de embalagens sanarem suas dúvidas e terem acesso à área premium da plataforma digital, que fornecerá materiais referentes a Food Safety Packing e ao calendário de novas discussões programadas para o ano que serão ministrados em inglês, português e espanhol.

A versão em espanhol do seminário será ministrada no dia 6 de abril, com apresentação de Carlos Motta, gerente de Desenvolvimento e Aplicação da área de Adesivos Industriais da Henkel.

Ao longo de 2017, a Henkel programa a realização de 18 webinars dedicados ao debate de Food Safety Packing, sendo seis deles em português.

Os interessados ​​em participar podem se inscrever pelo site http://www.henkel-adhesives.com/packaging/webinars-48155.htm.

Agenda:

Webinar “Aminas Aromáticas Primárias – Tudo o que você precisa saber”

Data: 15 de março em Português e 6 de abril em Espanhol

Horário: 11h – horário de Brasília

Inscrições: http://www.henkel-adhesives.com/packaging/webinars-48155.htm.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

0

crise hidricaPor Yves Besse*

 Em 2015 a falta de chuvas proporcionou aos paulistas um dos melhores verões com muito sol, calor, piscina, praia e mar – tudo que sonha nas suas férias de janeiro. Mas na volta à sua rotina de trabalho, foi confrontado com uma crise hídrica que o fez mudar vários dos seus hábitos de conforto ligados a água.  Passou a racionar os banhos, reutilizar as águas de chuveiros para usos sanitários, pensar em soluções de uso racional das águas e de reúso de águas de chuva para uso doméstico. Finalmente as chuvas voltaram e as preocupações com água voltaram a sua rotina tradicional: enchentes, alagamentos, enxurradas, doenças veiculadas à água etc. Ufa, voltamos a normalidade!

 Nossa memória é curta. Dois anos antes da crise de 2015 São Paulo foi confrontado com uma das maiores épocas chuvosas e que obrigou a abertura das comportas das represas, o que levou ao alagamento de várias cidades a jusante. Hoje, dois anos depois da famosa crise hídrica, entramos novamente num momento chuvoso, com muita água, enchente e alagamentos. Percebemos que não temos controle nenhum sobre as nossas águas urbanas. Se chove, alaga, se não chove, seca.

 Não sabemos quem governa as águas de São Paulo e nem do Brasil. Em parte, é a Agência Nacional de Águas (ANA), em parte o Departamento de Água e Esgoto (DAE), em parte é a secretaria estadual de recursos hídricos, em parte as agências de bacia, em parte os municípios, em parte a região metropolitana, e pode ser que eu tenha esquecido alguém.  Ou seja, uma verdadeira confusão que ninguém quer resolver. Vale o ditado: cão com vários donos morre de fome.

 Se queremos evitar futuras crises hídricas – e elas virão, pois o clima é cíclico –  deve haver interesse e responsabilidade política e pública. A crise que houve por falta de chuva foi superada graças às chuvas e a impressão que se tem é que o assunto está encerrado, ninguém fala mais da crise hídrica. Mas ela voltará e, quando isso ocorrer, não será mais problema dos políticos atuais, nem dos gestores públicos atuais. Só resolveremos o problema se nós conseguirmos os responsabilizar pelo ocorrido de tal forma de que não aconteça mais.

 A governança das águas é um assunto complexo que deve ser tratado com muita seriedade, muita competência e com sabedoria específica. Para isso, o Brasil criou em 1997 uma lei para os Recursos Hídricos. Essa lei foi baseada num conceito clássico, que veio da França, do usuário e poluidor pagador e das agências de bacias.

 Infelizmente a sua tropicalização e seu uso político impedem que ela seja adequadamente implantada e utilizada. Foram criados os conceitos dos rios federais e dos rios estaduais – que acabam se sobrepondo -, assim como as responsabilidades entre as diversas agências de bacias federais e estaduais – que nem sempre existem – e os diversos entes de regulação federal e estadual – que também muitas vezes ainda não existem.

 Vejamos um exemplo típico de comparação entre a França e o Brasil. A França, nos anos 1970, criou seis bacias hidrográficas e suas respectivas agências de bacias para gerir suas águas. O estado de São Paulo – que é mais ou menos a metade em área da França – criou 22 bacias hidrográficas e suas respectivas agências, que acabaram dominadas por interesses políticos em detrimentos dos interesses técnicos. Quase 20 anos após a aprovação da lei, ainda não conseguimos implantar de maneira sustentável a gestão das nossas águas.

 Vinte anos após a criação de sua lei, a França aplicava entre 500 milhões e 1 bilhão de Euros anualmente, isto é, entre 1,5 bilhão e 3 bilhões de Reais, por agência de bacia. Esses recursos foram obtidos na própria bacia hidrográfica pelo conceito de usuário e poluidor pagador e usado na própria bacia.  Isso representa a metade dos recursos que necessitaríamos para universalizar o saneamento brasileiro em 20 anos.

 A mudança desse cenário passa pela conscientização, planejamento, controle, regulação e, principalmente, responsabilidade e condenação de quem não respeita a lei. Semelhante com o que está sendo feito pela Lava Jato com a corrupção no Brasil.

 Não existe um único responsável pela governança das águas. Os quatro poderes brasileiros – Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público – têm o dever de gerir as águas; a sociedade civil organizada tem o direito de receber essa governança que ela paga por diversos meios, como impostos, taxas e tarifas.

 A sociedade civil organizada, incluindo a imprensa, deve pressionar os quatro poderes pelos seus direitos de ter água e esgotamento sanitário, de modo a colocar isso na agenda política para que seja tratado de maneira séria e não demagógica. Hoje só temos como alternativa rezar para que chova. Porém, não depende de nós.

*Yves Besse é diretor geral de Projetos para América Latina da Veolia Water Technologies

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

petQuando Maurício Cohab, Diretor da Trisoft e pioneiro em iniciativas para um processo produtivo limpo, fala que não existe lixo, apenas matérias primas não aproveitadas, ele está traduzindo o conceito que a empresa leva muito à sério, há mais de 12 anos, quando aderiu à lã de PET como matéria prima para seus produtos. Hoje, a maior fabricante de itens com o material em toda a América Latina atende mais de 97 segmentos da indústria com linhas de produtos variadas, recicladas e 100% recicláveis, que comprovam a ideia de seu idealizador: “nós estamos mostrando que é possível, sim, fabricar sem água, sem produtos poluentes e ainda assim obter um produto compatível com as necessidades do mercado e de extrema qualidade”, enfatiza Maurício.

Entre os produtos Trisoft, estão enchimentos, mantas e revestimentos para o mercado moveleiro, de decoração, construção civil, de produtos para bebês, academias de ginásticas e inclusive para o mercado hoteleiro, um dos mais promissores para 2017. Para Maurício, tudo pode ser reciclado: “o que chamamos de lixo precisa, para o bem do planeta e da economia, virar matéria prima. Esse é o futuro, não há como fugir”, explica ele. Segundo o Diretor, o consumidor já está preparado para essa mudança: “ele pede um produto verde, sustentável, é uma característica que implica valor à mercadoria”, enfatiza. Tanto que a Trisoft criou, no ano passado, um selo de qualidade para garantir que o produto final é feito com enchimento reciclado e 100% reciclável, com o novo slogan “Trisoft, melhor pra você, melhor pro planeta”. Os clientes estão aderindo e atestando o produto em loja.

A ideia da empresa é transformar o mercado a partir de produtos que possam ser totalmente reaproveitados, sem perder em qualidade e beleza. No mercado de construção civil, por exemplo, “participamos de inúmeros projetos de revitalização, reformas e adequação termo acústica, por exemplo, com produto feito de lã de PET e que é totalmente reciclável, e o resultado é sempre melhor do que o esperado, tanto sob o aspecto de especificação de projeto, quanto de beleza”, finaliza Maurício. A Trisoft já utilizou, em seus produtos feitos com lá de PET, o equivalente a mais de 1 bilhão de garrafas retiradas do meio ambiente.

 

 

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

*João Marchesan

ArtiGOA recessão brasileira, que persiste ao longo dos últimos três anos, tem como principal componente a forte redução de mais de cinco pontos percentuais nos investimentos. Não é outro o motivo de o governo ter dedicado recursos e muito esforço na tentativa de induzir a retomada dos investimentos, com especial ênfase na infraestrutura. A recente redução mais significativa dos juros feita pelo Banco Central é outro importante fator a sinalizar na mesma direção.

 

Apesar deste esforço, os juros de mercado continuam com “spreads” de até três dígitos, o câmbio está num patamar que, além de tirar completamente nossa competitividade na exportação, volta a subsidiar as importações, o crédito continua muito difícil e os juros cobrados são incompatíveis com a atividade produtiva. O faturamento das indústrias fabricantes de bens de capital, em 2016, está reduzido praticamente à metade do obtido em 2013, com óbvias consequências para a saúde financeira das empresas.

O “Programa de Regularização Tributária – PRT” recentemente aprovado não atende minimante às necessidades das pequenas e médias empresas, o que impede a normalização das dívidas tributárias, deixando a maioria das indústrias à margem da legalidade fiscal e sem possibilidade de acesso a financiamentos competitivos, necessários quando da retomada do crescimento.

É, portanto, com surpresa que acompanhamos, ao longo das últimas semanas, notícias veiculadas pelos principais órgãos da mídia brasileira, dando conta de estudos da equipe econômica para mudar o cálculo da TJLP – Taxa de Juros de Longo Prazo, utilizada pelo BNDES como taxa básica para financiar os investimentos. Esta discussão é extremamente inoportuna no momento em que os investimentos se apresentam, junto com as exportações, como uma das duas únicas locomotivas capazes de puxar a retomada do crescimento.

A intenção, louvável em princípio, de reduzir a diferença entre SELIC e TJLP deve ocorrer, de forma virtuosa, com a aceleração da redução da taxa básica, já iniciada, que está levando o mercado a projetá-la para um dígito ainda neste ano. Com a inflação na meta, neste e no próximo ano, a SELIC poderia ser reduzida para o atual nível da TJLP já no início de 2018, eliminando completamente a necessidade de o Tesouro subsidiar futuras operações do BNDES.

A forte redução da demanda de recursos do BNDES prova que já é difícil investir com o atual custo dos financiamentos que, quando somamos à TJLP o custo do BNDES e do agente financeiro, chega hoje para o comprador de máquinas e equipamentos a uma taxa média da ordem de 14% a.a., ou seja, bem mais do que o retorno dos investimentos e da rentabilidade das empresas em condições normais. Aumentar a TJLP equiparando-a a título da dívida pública significaria aumentar este custo para mais de 18% ou 20% a.a. Estamos falando de investimentos com retorno de longo prazo!

É evidente que este aumento de custo vai deprimir ainda mais o volume de investimentos neste momento em que estes, junto com as exportações, são as duas únicas locomotivas capazes de puxar a retomada da economia. Um efeito colateral, não considerado, mas igualmente danoso, é que com este aumento de custo os financiamentos de equipamentos importados ficarão mais baratos que os financiamentos de bens nacionais. O efeito será a progressiva substituição da produção local, causando mais desemprego.

Para piorar o quadro, a política de Conteúdo Local Mínimo passa a ser não somente questionada, mas parte da equipe econômica sugere, simplesmente, sua extinção a ela atribuindo culpas e responsabilidades que, na realidade, são de outrem.

Como fica a contrapartida de geração de empregos e renda no Brasil em setores onde haja subsídio do governo com recursos dos brasileiros? Como fica a geração de empregos nas cadeias produtivas de bens destinados a investimentos com benefícios fiscais subsidiados (Regimes Especiais)? Vamos financiar bens importados com recursos dos brasileiros via FGTS, FAT, BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Fundo de Marinha Mercante etc.? Não vamos exigir contrapartidas de geração de empregos em concessões públicas e exploração de recursos da União, principalmente quando há risco ambiental?

Como serão tratadas as assimetrias entre se produzir no Brasil ou no exterior? Como ficarão os “spreads” bancários? Como ficará a falta de crédito? Vamos continuar deixando o câmbio subsidiar as importações? Exportar bens de valor agregado é prioritário? Deixaremos os financiamentos atrelados à TJLP custarem mais do que o retorno das empresas?

O acúmulo de notícias negativas e a falta de respostas nos deixam em dúvida se o governo tem a clara dimensão do risco para a própria sobrevivência, não só da indústria fabricante de bens de capital, mas também de boa parte da indústria brasileira ou até se a sobrevivência da indústria de transformação não está entre suas prioridades.

Estas perguntas não são retóricas e têm que ser respondidas claramente e não com simples declarações tranquilizadoras. Têm que ser respondidas com ações que confirmem se efetivamente o governo entende que a indústria brasileira de transformação é indispensável à construção de um país desenvolvido, com empregos de qualidade e distribuição de renda. Se esta for a resposta, vai certamente contar com nosso esforço nesta reconstrução.

*João Marchesan é administrador de empresas e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

 

TAGS: ,

Deixe seu comentário

ARTIGO – Uma dose de otimismo

Icone Análise,Artigo,Opinião | Por em 17 de fevereiro de 2017

0

esrancaPor Ingo Pelikan

Criatividade se tornou palavra de ordem em 2016, um ano extremamente complicado para a indústria automotiva, marcado por uma queda brusca de volumes. Ao longo destes 366 dias, todos os segmentos do setor foram obrigados a serem criativos para sobreviver e, apesar de toda a dificuldade, conseguiram administrar bem o cenário.

Em função da incerteza de quando poderia haver uma retomada do crescimento, todos os elos jogaram um pouco na defensiva. Assim, fizeram uma série de ajustes para que realmente não houvesse impactos na qualidade dos processos produtivos. De fato, a princípio, não há indicadores que apontem para uma queda neste quesito, mas existe uma séria preocupação com a cadeia de fornecedores.

O que esperar deste novo ano? Embora ainda seja um pouco cedo para fazer alguma estimativa, seja para mais ou para menos, por conta do atual cenário político-econômico que ainda é incerto, previsões já apontam para uma pequena retomada, no sentido de, no mínimo, estabilizar no atual patamar e ter um pequeno crescimento.

Já existe aí um pequeno otimismo, capaz de estimular o crescimento da indústria. Uma dose de otimismo é fundamental para que todos voltem a acreditar em nosso potencial enquanto Brasil e estejam preparados para um possível aumento de demanda.

Já em preparação para uma eventual retomada, as organizações precisam entender que este é um importante período para revisar todos os processos de manufatura enxuta, responsáveis por atacar fortemente os desperdícios. São quatro os pilares que geram excelência operacional: processos, produtos, serviços e pessoas.

Se os quatro pilares forem bem trabalhados com objetivo de aprimorar a qualidade da marca, certamente serão maiores as chances de aproveitar melhor as oportunidades com a retomada. Dentro desse conceito, é preciso oferecer qualidade com alto desempenho, que contemple todas as demandas do cliente e não gere dores de cabeça.

O setor também precisa estar cada vez mais próximo para debater as dificuldades, alinhar os conceitos e desenvolver trabalhos em conjunto. Todos os elos devem estar integrados para que no momento da retomada não haja a procura de culpados, mas se tenha a solução na mão, já debatida com antecedência.

Neste cenário, a qualidade made in Brazil deve ser aperfeiçoada constantemente pelo setor, afinal a expectativa de crescimento não é restrita ao mercado interno, mas envolve as exportações. O produto nacional precisa ser competitivo globalmente para que a qualidade made in Brazil seja reconhecida em todos os lugares.

O País lida com a forte concorrência de países emergentes, que certamente investem nos mesmos aspectos e talvez não sofram um abalo político-econômico tão forte como o Brasil nos últimos três anos. Países como Índia, Rússia e México tiveram período um pouco mais tranquilo para se preparar para o aumento dessa demanda global.

Agora é a hora de intensificar estes princípios e praticá-los definitivamente porque a velocidade da retomada é imprevisível. Ao longo dos processos de crescimento, muitas organizações acabam ficando para trás. É hora de cada empresa fazer uma autoavaliação sobre onde chegou e o que precisa fazer daqui em diante. Vamos em frente!
*Ingo Pelikan é presidente do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

A indústria da reciclagem de plásticos terá lugar de destaque na FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico, um segmento que possui mais de mil empresas recicladoras no país e emprega mais de 10 mil trabalhadores, segundo informações da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico). Empresas como Wortex Máquinas, Wisewood Soluções Ecológicas, Pallmann e By Engenharia levam à Feira equipamentos e soluções para renovação e reaproveitamento de materiais plásticos proporcionando mais opções de sustentabilidade ecológica à cadeia de produção.

A FEIPLASTIC 2017 é organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e acontece no Expo Center Norte, em São Paulo, de 3 a 7 de abril. O setor de “Reciclagem” é um dos mais importantes entre as empresas expositoras, juntamente com “Produtos Básicos e Matérias-Primas”, “Máquinas, Equipamentos e Acessórios”, “Moldes e Ferramentas”, “Transformadores de Plástico”, “Resinas Sintéticas”, “Instrumentação, Controle e Automação” e “Serviços e Projetos Técnicos”.

As empresas especializadas em reciclagem que participam da FEIPLASTIC 2017 terão a disponibilidade de mostrar produtos e serviços para um público esperado de 70 mil visitantes. A Wortex, por exemplo, vai mostrar sua segunda geração das linhas Challenger Recycler e Compounder, que oferece melhor ganho de produtividade e de performance em reprocessamento de plásticos. A Wisewood, especializada em reaproveitamento do plástico pós-uso, é pioneira na produção de madeira plástica em escala industrial e referência na fabricação de resina termoplástica reciclada no país.

A Pallmann é uma fábrica que fornece máquinas e sistemas completos para trituração, preparação, moagem, micronização, aglomeração e reciclagem dos mais diferentes materiais para indústrias. No caso da By Engenharia, a especialidade é em tecnologia para extrusão e desenvolvimento na transformação de plásticos.

Operação Reciclar

Dada a importância dos temas relacionados à reciclagem e sustentabilidade, a FEIPLASTIC 2017 organiza mais uma vez a Operação Reciclar paralelamente ao evento. Essa operação visa incentivar a coleta e reciclagem de materiais plásticos mostrando, na prática, todo o potencial de reciclabilidade e variedade de aplicações da resina plástica em diversos segmentos da indústria. Durante os dias do evento, todo o resíduo plástico gerado na feira, desde a montagem, até a desmontagem, será coletado e armazenado em containeres. Parte desse material será reciclado.

De acordo com a Abiplast, associação que representa os fabricantes de produtos plásticos e recicladores no Brasil, o potencial ambiental e econômico desperdiçado com a destinação inadequada de plástico é em média de R$ 5,8 bilhões por ano. Outro dado importante para o setor refere-se a um mapeamento da indústria de reciclagem realizado pela FIA (Fundação Instituto de Administração da USP/SP), em conjunto com a cadeia – (Iniciativa PICPLAST – ABIPLAST e Braskem), estimando que são retirados do meio ambiente 681 mil toneladas de resíduos plásticos pós-consumo, o que originam mais de 615 mil toneladas de materiais plásticos reciclados”.  E para aproveitar o potencial ambiental e econômico da reciclagem, a Abiplast vem desenvolvendo intenso trabalho para fomento da atividade de reciclagem e facilitando a vida da população que deseja dar um destino ambientalmente correto para seus resíduos plásticos. Está disponível gratuitamente o aplicativo “Reciclagem de Plásticos” que aponta onde estão localizados os PEV´s (postos de entrega voluntária) as cooperativas e comércio atacadista de materiais recicláveis aptos a receber resíduos plásticos para posterior reciclagem.

Entre os visitantes da FEIPLASTIC, os assuntos reciclagem e sustentabilidade possuem grande importância de acordo com pesquisa realizada pela Reed Exhibitions.   A reciclagem é considerada por 51% dos pesquisados como segmento que gera maior interesse na FEIPLASTIC, o que significa que esses visitantes deverão comparecer ao evento especialmente para conhecer de perto as novidades desse setor.

feiplastic-logo

Serviço

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico
Data: de 3 a 7 de abril de 2017
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
www.feiplastic.com.br

 

TAGS: , , , ,

Deixe seu comentário

0

okNa noite de 18 de janeiro, dealers e jornalistas da América Latina participantes da 17ª edição do EFI Connect se reuniram no restaurante LAVO, em Las Vegas, para um jantar exclusivo. Durante o evento, os parceiros que mais se destacaram em vendas na região foram homenageados com o Prêmio Award for Sales Excelence.

O diretor de vendas para América Latina da EFI, Ernande Ramos, fez uma breve apresentação, brindou as conquistas da EFI em 2016 e o sucesso de mais uma edição do Connect e falou sobre as expectativas da empresa para 2017. “O último ano foi de muitos desafios para toda a indústria, mas estamos otimistas com a melhora da economia latino-americana. Acompanhamos de perto o trabalho de nossos dealers e notamos o compromisso em buscar o crescimento no cenário atual”, disse o executivo.

O Senior Regional Manager da EFI, Javier Rodriguez, foi responsável pela entrega do prêmio de Dealer of the Year na América Central ao representante da empresa INKTRADE S.A., Thomas Lange. Já a placa de Dealer of the Year na América do Sul foi entregue pelo Gerente de Vendas para a linha de Inkjet da América do Sul, Carlos Henrique Leão, ao dealer da Nova Print S.A., Pablo Graña.

“Este prêmio reforça o compromisso da EFI com o sucesso de trabalho de nossos parceiros”. O jantar para dealers da América Latina foi uma pausa na intensa programação do EFI Connect 2017, que aconteceu entre os dias 17 e 20 de janeiro, no hotel Wynn, em Las Vegas, reunindo mais de mil participantes, incluindo nove jornalistas latino-americanos que também participaram do jantar.

TAGS: ,

Deixe seu comentário

0

colchaoPara Maurício Cohab, Diretor da Trisoft, maior fabricante de produtos com lã de PET da América Latina, é inadmissível que a legislação ainda permita que um produto tão inflamável e tóxico como a espuma seja utilizado amplamente, tanto em novos estabelecimentos como nos mais antigos, principalmente em locais de grande fluxo ou permanência de pessoas, como hotéis, hospitais, restaurantes e casas noturnas. Mas ele explica: “existe uma alternativa, extremamente acessível e economizadora para a indústria, um produto auto extinguível e atóxico, ou seja, que não propaga chamas nem emite gases tóxicos”.

O Petfom, produzido e patenteado pela Trisoft, é a evolução da espuma de PU e alternativa viável para enchimento de colchões, estofados e outros produtos.  “Com o Petfom”, explica Maurício, “eliminamos o problema de forma definitiva, e podemos ir além, evitamos que haja queima de colchões em rebeliões que acontecem em presídios, por exemplo. Tudo isso de uma forma sustentável e que favorece o mercado”, enfatiza. A Trisoft também tem o Isosoft, usado para tratamento temo acústico em paredes e forros, e que também tem as mesmas características, tornando as construções e os ambientes mais seguros.

Maurício enfatiza: “constantemente, somos bombardeados por notícias sobre incêndios, recentemente, tivemos um hotel no litoral paulista, que felizmente não teve vítimas. Porém, no caso da Boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul, que completa 4 anos nesse dia 27 de janeiro, foram mais de 240 mortes, 100% delas, conforme os laudos, por inalação de gases tóxicos e não por queimaduras”. Cohab explica: “nossos produtos, além de serem atóxicos, têm baixíssima densidade ótica de fumaça, o que também facilita a fuga de locais em chamas, ao contrário da fumaça preta e tóxica provocada pela espuma de poliuretano”.

As preocupações da Trisoft são de eliminar o “lixo” do planeta – segundo Cohab, a palavra nem deveria mais existir: “lixo nada mais é do que matérias primas nobres não utilizadas, descartadas ao invés de serem reaproveitadas”, explica – até criar um produto que seja favorável para as empresas, em termos de custo e qualidade e que ofereça inúmeras garantias ao consumidor. Para saber onde está o produto Trisoft e se proteger, em breve será muito fácil: a empresa lançou, em 2016, um selo de qualidade, que estará visível no produto final de seus clientes, como colchões e estofados, e que será a garantia de um produto reciclado, 100% reciclável, que não retém umidade, não prolifera mofo ou bactérias e é atóxico, entre muitas outras qualidades, como não propagar chamas. Os produtos da Trisoft foram testados no IPT e tiveram sua performance comprovada e atendem à norma IT10 do corpo de bombeiros do estado de SP, sendo classificados como IIA, aprovados para uso em qualquer tipo de edificação.

 

TAGS: , ,

Deixe seu comentário

0

A Açovisa, empresadeacovisa distribuição de aço, nasceu da concretização do sonho de dois irmãos, Andreis Bassi e Francis Bassi de Melo. Fundada em 1995, cresceu em meio a um mercado já consolidado, mas com a proposta de ser diferente. Os irmãos identificaram a falta de uma distribuidora de aço que agregasse qualidade e agilidade aliados a personalização no atendimento.Com um espaço reduzido, em um pequeno galpão, os irmãos deram início a realização do sonho. Investindo continuamente nos colaboradores, com programas de incentivo e capacitação profissional, a Açovisa se expandiu ao longo dos anos até estabelecer, em 2009, uma moderna sede com 15.000 m² equipada com laboratório químico e metalográfico que conta com profissionais capacitados e equipamentos de ponta para realizar ensaios, análises e emissão de documentação, como certificados de qualidade.

“Nosso maior objetivo sempre foi atender cada cliente e cada segmento de forma especifica e estruturada. A personalização no atendimento é o nosso principal diferencial, sempre priorizando a relação humana”, diz o sócio, Andreis Bassi.

O aço se tornou a matéria prima mais reciclável do mundo e é imprescindível para os mais diversos setores. Como a Açovisa dispõe de um estoque permanente, consegue atender essa variedade de setores que buscam soluções em aço como indústria agrícola, automobilística, rodoviária e ferroviária, além de sistemas de transmissão de energia, entre outras.

Além da variedade de aços, a empresa dispõe de equipamentos de última geração que são capazes de garantir cortes precisos que oferecem infinitas possibilidades e aplicações, além de assegurar ao cliente o aproveitamento completo da barra, sem desperdícios.

O sócio Francis Bassi explica que as máquinas de corte permitem atender a necessidade do cliente com precisão, já que cortam no tamanho que for necessário, seja para uma produção em longa escala ou para peças individuais. “Como fazemos o corte preciso, conseguimos atender todos os segmentos e tipos de cliente, desde as grandes indústrias até pequenos revendedores”, afirma Francis.

Hoje, a Açovisa é reconhecida pela qualidade do aço Gerdau, maior fabricante de aço bruto no Brasil, e certificada com as normas ISO 9001. Possui unidades de atendimento e escritórios distribuídos por diversos estados como: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Pernambuco, Espírito Santo entre outros, para garantir uma cobertura estratégica.

Com uma frota própria e central de logística desenvolvida pela própria empresa, o Centro de Controle Operacional (CCO) faz o rastreamento em tempo real, via satélite, dos materiais em trânsito até a entrega final. Todos esses sistemas de produção, qualidade e controle tornam a Açovisa referência em distribuição de aço no Brasil.
Em dezembro de 2016, a Açovisa completou 21 anos e não para de crescer. Sempre em busca de aperfeiçoar os seus processos e em constante expansão visando atendimento aos seus clientes em todas as regiões do Brasil.

 

TAGS:

Deixe seu comentário

0

tributosA carga tributária no Brasil com certeza é assustadora, com altos índices e poucos retornos aos empresários. Contudo, com um trabalho de elisão fiscal, é possível encontrar diversas formas de redução dos custos a pagar com taxas, tributos e impostos em geral.

“O primeiro passo para redução dos impostos que se paga é realizar uma análise do tipo de tributação a qual sua empresa é optante. As formas de aplicar ações de redução tributária dependerão do enquadramento tributário de cada empresa, contudo, essas geralmente se dividem em dois grupos, as empresas Simples Nacional e as empresas no lucro real e lucro presumido”, conta o advogado especializado na área tributária, Gilberto Bento Jr., sócio da Bento Jr Advogados. Veja a seguir análise montada por ele:

Como reduzir no Simples

Quando tratamos de empresas Simples Nacional, por essas já pagarem tributos normalmente menores, se limitam as opções de redução de custo tributário. O que parece mais importante nesse caso é acertar a opção de CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica) em relação ao objeto social da empresa (motivo pela qual a empresa nasceu). Cada CNAE gera uma alíquota distinta de tributação, então com uma análise ponderada pode economizar muito dinheiro. O custo será uma alteração de contrato social, ou seja, baixo custo e muita segurança na aplicação.

A partir de certo ponto de evolução nos negócios a empresa deve considerar a migração de regime tributário para lucro presumido ou lucro real, mas antes dessa decisão deve consultar um bom contabilista e fazer projeções de cálculos para saber se esta mudança é acertada. O ideal é tratar este assunto no segundo semestre do ano a partir julho e no máximo até novembro, pois a data de opção é sempre em janeiro e em dezembro os órgãos públicos entram em recesso, assim você terá um serviço prestado com atenção sem a correria do fim do ano.

Para todas empresas

Para empresas Simples e para as demais, existem opções interessantes como pedir de volta os valores do adicional da multa de FGTS (aquele que passou de 40% para 50% para pagar pelos erros de nosso governo, mas que já foram pagos e continuam cobrando), isso significa que se você teve alguns funcionários dispensados pode ter um bom dinheiro a recuperar e ainda vai ter o direito de reduzir os custos em caso de dispensa.

Podendo também usar os aproveitamentos de crédito em contas de energia elétrica para aqueles que consumiram mais R$ 30.000,00 (trinta mil) por mês, com retorno em dinheiro para a empresa Simples, lucro presumido e lucro real.

Opções para empresas do Lucro Real e Presumido

Quando a empresa está em lucro presumido ou lucro real aumentam as opções de aproveitamento de créditos tributários (a maioria das empresas tem créditos a utilizar, que os contadores não usam por excesso de conservadorismo, lembramos que a função principal do contador é receber, processar e transmitir as informações da empresa em declarações exigidas pelos governos e autarquias, e disso, originam as guias para pagamentos de impostos). Exemplos são créditos de ICMS, IPI, PIS, COFINS, entre muitos outros. Usar os próprios créditos da empresa para reduzir os custos tributários é a maneira mais barata que existe. Cuidado, pois, para fazer de forma segura, se deve um profissional experiente que fará uma apuração comprovada do que existe e dará instruções para utilizar, lembre-se de contabilizar toda a informação em qualquer operação. Normalmente o profissional adequado para o trabalho é um advogado tributarista com boas noções contábeis.

A utilização de créditos próprios vai custar basicamente os honorários do profissional contratado e algumas taxas de viabilização pagas a órgãos administrativos ou poder judiciário, em resumo vai te gerar uma economia, próxima de 80% do que gasta com tributos mensais por um bom período de tempo, dependendo da quantidade de créditos que você tiver.

E para quando você terminar de utilizar seus créditos você pode se valer de créditos de terceiros (precatórios) e economizar algo próximo de 40% do dinheiro que você paga de tributos.

TAGS: , , ,

Deixe seu comentário

BUSCA

CATEGORIAS

SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

ARQUIVO

IBGE importação Perspectivas Oportunidade CNI PIB máquina Revista P&S Pesquisa Evento Feira Internacional da Mecânica inovação Meio Ambiente Industrial Artigo FIESP Investimento meio ambiente sustentabilidade #blogindustrial Lançamento máquinas e equipamentos mercado #revistaps Economia Feimafe tecnologia Feira indústria Site P&S Radar Industrial