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braskemA Braskem, produtora de resinas termoplásticas das Américas, apresentará suas mais recentes inovações durante a Feiplastic – maior feira do setor plástico na América Latina, que será realizada de 03 a 07 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Nesta edição, a empresa irá exibir soluções desenvolvidas em plástico e química, que atendem a clientes de diversos segmentos em mais de 70 países.

No espaço da Braskem, os visitantes poderão conhecer as diferentes aplicações das resinas de polietileno, polipropileno e PVC aplicadas em soluções de diversos segmentos como embalagens e automotivos.  Um dos destaques será a plataforma Wecycle, criada com o objetivo de desenvolver iniciativas para a valorização de resíduos plásticos, trazendo confiabilidade e qualidade a soluções e processos que envolvam os elos da cadeia de reciclagem do plástico.

“A Braskem vem evoluindo muito ao longo dos anos na busca por inovações para o setor, em um trabalho integrado com os clientes. Com um atendimento próximo conseguimos desenvolver soluções que atendem as mais diversas necessidades, desde a busca por produtividade até produtos mais sustentáveis. Como exemplos, temos a plataforma Wecycle, a solução Braskem Flexus Cling e o selo Maxio”, diz Edison Terra, vice-presidente da unidade de Poliolefinas, Renováveis e Europa.

Atenta às tendências de mercado e empenhada em oferecer aos clientes soluções completas, outra novidade é a apresentação para o mercado brasileiro da marca Braskem Amppleo, resina de polipropileno com propriedades de High Melt Strength (alta resistência do material fundido, em português). Utilizada na produção de espumas, é uma das alternativas mais eficiente para mercados automotivo, industrial, eletrodomésticos, embalagens e construção civil. O material além de suportar temperaturas de até 100°C pode ser totalmente reciclado.

Outro destaque é o Braskem Flexus Cling, especialmente desenvolvido para extrusão de filmes stretch (estiráveis), utilizados por indústrias para proteger cargas durante transportes. A nova solução se destaca pela elevada resistência e retenção de carga com excelente performance de “pega”, mesmo em baixas temperaturas. Os filmes são 100% produzidos pela Braskem.

Para identificar o seu portfólio amplo e com soluções estratégicas para o segmento de rígidos, a empresa apresenta sua nova marca Braskem Rigeo. O destaque da linha é o Braskem Rigeo Lumios, resina que proporciona mais brilho e melhor acabamento às embalagens sopradas rígidas. Os mercados prioritários para a nova aplicação são os de cosméticos, higiene e limpeza e alimentos. A novidade confere às embalagens uma película de brilho, melhor acabamento e cores intensas, dando mais visibilidade ao produto na prateleira e para o consumidor.

Durante a programação, será possível conferir, ainda, inovações desenvolvidas pela Braskem e que têm como foco, especialmente, o ganho de competitividade e a inserção da sustentabilidade em produtos e processos, como as resinas do selo Maxio, que foi criado para identificar as resinas com maior potencial para trazer eficiência no processo de transformação, no desenho do produto gerado e redução no impacto ambiental.

O Plástico Verde, polietileno de origem 100% renovável que utiliza como matéria-prima a cana-de-açúcar, também volta a marcar presença na feira com novas aplicações. Atualmente, ele é utilizado em produtos de mais de 150 marcas e em segmentos como embalagens de alimentos, cosméticos, bebidas lácteas, sacolas, entre outros.

O PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, iniciativa da Braskem e da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), terá um espaço exclusivo no estande divulgando suas entregas nos seus três anos de atuação. Ações do Movimento Plástico Transforma e  ferramentas de apoio à gestão financeira serão oferecidas exclusivamente  para os visitantes da feira.  A participação do PICPlast faz parte de uma série de atividades previstas pelo programa para promover ações de estímulo à inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável da indústria brasileira de transformação plástica.

 

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iatlTreinamento solicitado às empresas exportadoras de alimentos de baixa acidez e acidificados para o mercado dos Estados Unidos, o curso “Alimentos enlatados: princípios de controle do processo térmico, acidificação e avaliação do fechamento de recipientes” será promovido em Campinas, entre os dias 8 e 12 de maio. A realização é do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, a única instituição na América do Sul autorizada oferecer a formação.

O objetivo é abordar os pontos críticos do processamento térmico de alimentos de baixa acidez e acidificados, que compreendem a base do sistema HACCP para a produção de alimentos seguros quanto à saúde pública. A programação (saiba mais aqui) conta com aulas obrigatórias e específicas. Após a apresentação de cada aula será efetuada uma prova (sem consulta e na forma de teste de múltipla escolha) para a avaliação do conhecimento adquirido.

O Ital pode ministrar as aulas deste curso porque faz parte de uma rede de instituições internacionais, conhecida como BPCS (Better Process Control Schools). As aulas são reconhecidas pelos mais importantes órgãos dos Estados Unidos na área: United States Department of Agriculture (USDA) e Food and Drug Administration (FDA).

A coordenação é de Michele Nehemy Berteli e Maria Isabel Berto. Até o dia 24 de abril, o investimento é de R$ 4.900 para o curso completo (8 a 12/5) ou R$ 3.900 para o curso parcial (8 a 11/5). Mais informações pelo telefone (19) 3743 1700 ou pelo e-mail eventos@ital.sp.gov.br. O Instituto fica na Avenida Brasil, 2880 – Campinas.

Para emissão do certificado, é exigido um coeficiente de acerto mínimo para aprovação (70%) nas aulas obrigatórias. As aulas específicas cursadas serão listadas no certificado se o aproveitamento mínimo de 70% for alcançado.

Programação:

08 a 11/maio:

• Introdução (Fundamentos sobre Alimentos Enlatados e Regulamentações Americanas – FDA/USDA)

•        Microbiologia de alimentos processados termicamente*

•        Princípios de alimentos acidificados*

•        Princípios de processo térmico*

•        Princípios de sanificação na indústria de alimentos*

•        Manuseio de recipientes de alimentos*

•        Registros e manutenção de registros*

•        Equipamento, instrumentação e operação em sistema de processo térmico*

•        Autoclaves fixa com sob pressão de vapor

•        Autoclaves fixa com sobre-pressão (spray, cascata, ar/vapor/inundada)

•        Processamento Asséptico;

•        Avaliação do fechamento de embalagens: recravadas metálicas e plásticas

•        Avaliação do fechamento de embalagens de vidro

•        Avaliação do fechamento de embalagens flexíveis e semirrígidas.

*Aulas Obrigatórias

12/maio:

•        Autoclave agitada descontínua

•        Autoclave agitada descontínua

•        Autoclave hidrostática.

 

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transformação digitalDe acordo com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 2015, entre as 20 melhores cidades para morar no Brasil, nove estão no Interior de São Paulo. E, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego do ano passado, das 30 cidades geradoras de trabalho, 29 eram cidades do interior do Estado.

Outra região próspera é a de Minas Gerais. Atualmente o mercado mineiro de TI tem cerca de 5 mil empresas, com faturamento anual de R$ 2,3 bilhões, gerando cerca de 33 mil empregos diretos. Destas, 70% estão em Belo Horizonte e região metropolitana.

Entre os motivadores dessa expansão, está a Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais que, em 2015, lançou o programa MGTI 2022 com o objetivo de colocar Minas Gerais em destaque nacional e internacional na área de TI. A forte demanda por tecnologia nessa região atraiu grandes empresas, como, por exemplo, o Google (que montou um centro de Pesquisa e Desenvolvimento em BH e é o único da América Latina), a SAP, a Microsoft, entre outros.

“Após um detalhado levantamento, identificamos que as regiões que mais demandam soluções de transformação digital são o Interior de São Paulo e a área metropolitana de Belo Horizonte, em MG”, explica Alexandre Amaral, Diretor Regional de Vendas da 2S Inovações Tecnológicas.

O executivo é o responsável pelas três novas filiais da 2S, localizadas em Campinas, Vale do Paraíba e Belo Horizonte. “A meta é que essas operações representem 35% do faturamento da empresa até dezembro deste ano”, revela Amaral.

Entre os diferenciais da 2S para as empresas dessas três regiões o destaque é seu leque de serviços altamente qualificados Cisco no modelo As a Service, onde o cliente não precisa desembolsar nada em infraestrutura para colocar, em pouco tempo, um novo projeto em produção.

A 2S oferece todos os seus serviços como As a Service: monitoramento por meio do Network Operations Center 24×7 com interoperabilidade, gerenciamento remoto níveis 2 e 3 com acionamentos ilimitados, gestão on site com cobertura nacional e SLAs agressivos, infraestrutura que pode ser 100% As a Service (caso o cliente não queira imobilizar os equipamentos por exemplo), aliados ao baixo custo operacional e gerenciamento escalável, com atendimento e manutenção proativos.

“Em transformação digital vamos levar para as áreas de negócios soluções de TI que atendem às necessidades da indústria 4.0, colaboração, modernização de fábricas, logística e mineração, entre outras”, afirma o Diretor.

Ainda neste semestre a 2S anunciará mais uma filial para atender outra região do país que carece de parceiros com a sua expertise.

 

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radiciComo parte da estratégia, a companhia acaba de trazer para o mercado nacional sua nova gama de poliamidas à base de Poliftalamida (PPA), o RADILON® AESTUS T, que será lançada na FEIPLASTIC 2017

 

Considerada a segunda indústria brasileira de poliamidas e uma das principais líderes mundiais na produção de plásticos de engenharia, a RadiciGroup está ampliando seu portfólio e trazendo para o país uma nova gama à base de Poliftalamida (PPA), o RADILON® AESTUS T. Trata-se de uma linha com tecnologia de última geração, alta performance e resistentes a altas temperaturas, que segue alinhada com as tendências e padrões internacionais para atender a demanda do setor automotivo, elétrico/eletrônico, alimentícia, construção e embalagens de alimentos. O lançamento nacional será realizado durante a FEIPLASTIC 2017, que acontece entre os dias 03 a 07 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Principais mercados de referência RADILON® AESTUS T:

Elétrico/Eletrônico: a base de PPA é ideal para a fabricação de materiais para soldagem sem chumbo e componentes que exijam resistência mecânica e a altas temperaturas. Aplicação: componentes de chuveiro elétrico, ponteiras de secador de cabelo, entre outros.

Construção: ideal para a fabricação de acessórios de contato com água quente, em temperaturas de até 85°C e a vapor em até 120°C. Aplicações: válvulas, coletores de distribuição de água quente, carcaças de hidrômetros, sendo indicado também para contato com água potável.

Alimentícia: ideal para máquinas de distribuição automática de bebidas quentes, principalmente na fabricação de partes resistentes à água quente (até 85°C) e a vapor (até 120°C), bem como componentes que entram em contato com os alimentos. Aplicação: componentes de filtros.

Automotiva: contribui para a redução do peso dos veículos, aumento da segurança dos condutores e redução de emissão de CO2, além de melhorar a eficiência energética dos autos. Recomendado para composição de peças próximas ao bloco do motor, sujeitas a temperaturas elevadas.

Embalagem: indicado para aplicação em embalagens de embutidos, que também demandam produtos com resistência a altas temperaturas.

  Entre os outros destaques da RadiciGroup na Feiplastic esta a linha de produtos de alta performance:

RADILON® HHR: produtos à base de PA 6.6 com excelentes propriedades de resistência ao envelhecimento térmico em contato com o ar em temperaturas de até 210°C em contínuo;

RADILON® X-TREME: desenvolvidos para aplicações em contato com o ar em temperaturas de até 230°C em contínuo.

RADISTRONG®: polímeros especiais de PA 6 e PA 6.6 com fibras longas, ideais para substituição de metais;

RADILON® A e S: poliamidas 6.6 com fibras de vidro com ampla versatilidade de aplicação devido às propriedades mecânicas, térmicas e químicas – permitindo personalização técnica e variedade de cores;

RADIFLAM® HF: auto-extinguíveis sem halogênio e fósforo vermelho para o setor elétrico;

RADILON® DT: tecnopolímeros de cadeia longa, à base de Nylon 6.12, caracterizados por boas propriedades mecânicas e ótima resistência química mesmo em contato com soluções de cloreto de zinco;

RADILON® D: tecnopolímeros à base de Nylon 6.10 obtidos através da utilização de um bio-polímero, a PA 6.10, produzida a partir do ácido sebácico (em um percentual equivalente a 64%). O RADILON® D é um produto capaz de assegurar não somente um elevado nível de sustentabilidade, como também excelente desempenho.

 Serviço:

FEIPLASTIC 2017 – Feira Internacional do Plástico

Data: 3 a 7 de abril de 2017

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo

www.feiplastic.com.br

  

 

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reusoA Raízen, uma das maiores empresas de energia do Brasil, que atua na produção de etanol, açúcar e na distribuição de combustíveis, por meio da marca Shell, foi a vencedora da 12ª edição do prêmio Conservação e Reuso de Água da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A companhia concorreu com outras 191 organizações. O prêmio foi divulgado em um evento, nesta terça-feira (21), na sede da entidade, em São Paulo.

A Raízen levou a premiação pelo projeto ReduSa (REDução do USo da Água), implantado na safra 2015/2016. Ele é pioneiro no setor sucroenergético e visa a redução do consumo de água e redução de geração de efluentes. O projeto é um reflexo da preocupação da Raízen em adotar práticas sustentáveis para promover a conscientização do uso de recursos hídricos nas atividades indústrias.

“Esse prêmio é uma honra para a Raízen. Ele é mais uma demonstração de que atuamos de forma pioneira, sustentável, ética e na busca constante por inovação”, afirmou Ricardo Berni, diretor de Planejamento Integrado, Qualidade e Administrativo. “Esse é mais um exemplo de práticas inovadoras e de excelência operacional da Raízen, medidas essas que são nossos pilares e norteiam a companhia”, completou Berni.

A classificação geral se deu por uma somatória de pontos feita pela Comissão Julgadora, que avaliou ponderadamente diversos quesitos, como a otimização do uso de água, importância na conservação dos projetos e os programas para conscientização dos funcionários. O prêmio foi recebido por José Orlando Ferreira, gerente da Qualidade Integrada da companhia. “É um orgulho enorme receber de uma entidade como a FIESP o reconhecimento de que a Raízen está no caminho certo e contribuindo com a sociedade para a gestão hídrica”, destacou durante o evento.

O executivo apontou que a premiação é decorrência das políticas adotadas pela empresa. “O prêmio é bastante significativo para a Raízen, pois reconhece a nossa preocupação com os recursos hídricos, bem como os programas sustentáveis adotados pela companhia em sua operação industrial. É a concretização de um trabalho fantástico realizado por meio do ReduSa, uma iniciativa de gestão praticada no nosso dia a dia. Estendemos os parabéns a quem implementa de fato a sustentabilidade na Raízen: os nossos cerca de 30 mil funcionários”, concluiu Ferreira.

 

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PX119-brOs transmissores de pressão da série PX119, oferecidos pela OMEGA™ no Brasil, são compactos e resistentes para diversas aplicações como içamento e transporte de materiais, equipamentos móveis e aplicações críticas que não requerem alto nível de precisão, entre outras.

Lançada globalmente, como por exemplo nos EUA, Europa e Ásia, a série PX119 de transdutores reúne flexibilidade e complexidade em um produto que apresenta a melhor relação entre custo e benefício desta categoria no mercado destes países.  Eles trabalham em faixas de pressão de 15 a até 5000 psi e em temperaturas de – 40º até 135º celsius. Além disso, atendem parâmetros de proteção ambiental IP65 e da certificação CE, são ideais para espaços reduzidos e têm acuracidade de 0,5% BSL.

O corpo do PX119 é uma única peça de aço inoxidável para promover a proteção dos sensores eletrônicos internos, como o sensor cerâmico que permite uma excelente compensação térmica. As especificações completas do PX119 podem ser encontradas por meio do link (br.omega.com/PX119). Outros equipamentos, artigos, e-books e manuais técnicos também são acessíveis no site (br.omega.com).

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esgotosPor Yves Besse*

O conceito de cidades sustentáveis tem trazido novas visões na abordagem dos problemas de esgotamento sanitário urbano. Não se pensa mais unicamente em disposição final dos esgotos tratados em rios, lagos e mar, muito menos dos lodos em aterros sanitários. Até porque as legislações ambientais estão cada vez mais rígidas e essas soluções básicas estão se tornando cada vez mais inviáveis. Nascem, então, novos conceitos e tecnologias para atender as demandas ambientais.

O reúso do esgoto tratado em águas industriais, águas de lavagem de ruas, de molhagem de jardins ou até de recarga de lençol freático para aumento de disponibilidade de água bruta para produção de água potável tem se desenvolvido muito em decorrência de novas tecnologias cada vez mais eficientes e econômicas. Da mesma forma, a transformação do lodo do tratamento dos esgotos urbanos em energia – como calor, vapor ou eletricidade e até mesmo em adubos agrícolas – tem avançado muito.

Agora o mais interessante é integrar as estações de tratamento de esgoto à paisagem urbana. As opções incluem parques para lazer, áreas verdes, piscinões verdes para contenção de águas pluviais e prevenção de inundação e até mesmo áreas verdes para a limpeza dos rios urbanos, o que geraria valorização imobiliária – seja a partir de ETE em sistemas de jardins filtrantes ou compactas totalmente integradas a paisagem urbana.

Infelizmente o problema do esgoto no Brasil se resume apenas a sua coleta e ao seu tratamento – que ainda inexiste para mais de 70% da população urbana brasileira, ou seja, cerca de 130 milhões de pessoas. Ainda definimos a qualidade do esgoto tratado e, portanto, a tecnologia que devemos utilizar para o seu tratamento em função do seu corpo receptor (rio, lago etc.).  Quanto mais poluído o corpo receptor, menos exigente é a qualidade do esgoto tratado e menos tecnologia é utilizada para o seu tratamento. Criamos, então, um círculo vicioso no qual nunca despoluiremos o que já está poluído.

Para sairmos desse impasse, devemos modificar nossas normas técnicas para que possamos avançar mais e mais rapidamente. Isso somente ocorrerá se todas as partes relacionadas do saneamento trabalharem nesse sentido. Infelizmente as empresas públicas responsáveis por mais de 90% dos serviços de esgotamento sanitário à população urbana não estão preocupadas com isso e são, na sua grande maioria, utilizadas para fins políticos em detrimento do seu uso para fins de saneamento. Isso associado ao corporativismo de certas empresas públicas e de certos idealismos ultrapassados impedem que o setor enxergue e desenvolva soluções sustentáveis.

Dever-se-ia promover a conscientização política e da sociedade civil organizada e eliminar as ideologias populistas puras sobre a água – como as que dizem que a água é um direito humano universal – e substituí-las por ideologias realistas. A água é um direito humano sim, porém, é também um direito social, ambiental e econômico, totalmente diferente de um direito cívico, por exemplo, que não envolve as outras características, principalmente a econômica.

Se conseguíssemos num primeiro momento que as diretrizes da lei do saneamento de 2007 fossem cumpridas, já estaríamos numa situação muito melhor. Infelizmente elas têm sido postergadas sistematicamente ano a ano, o que faz que não se planeje, não se fiscalize, não se regule e não se regularize a prestação dos serviços públicos de água e esgoto urbanos.

Somente com maior rigor na aplicação da lei e a melhor utilização das diversas ferramentas disponíveis – como as PPPs, as concessões entre outras – é que poderemos acessar e utilizar as mais modernas ferramentas tecnológicas e de gestão existentes para atingirmos um índice de desenvolvimento urbano e passar de um país em desenvolvimento para a categoria de país desenvolvido.

*Yves Besse é diretor geral de Projetos para América Latina da Veolia Water Technologies

 

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bemisCom o objetivo de otimizar a produtividade de embalagens flexíveis, a Bemis, uma das maiores fabricantes de embalagens do mundo, adquiriu uma impressora flexográfica europeia no valor de R$ 12 milhões, para a unidade de Londrina, no Paraná.

O equipamento está em operação desde o início de 2017 e já aumentou a capacidade produtividade da companhia na área de impressões em flexografia. Além de oferecer alta qualidade, quase comparada com impressões em rotogravura, também possibilita maior flexibilidade para os clientes da carteira e novos, devido a capacidade de imprimir em até 10 cores.

A nova impressora também realiza set ups muito mais rápidos, gerando ganhos em produtividade. “Este investimento ampliou nossa capacidade na produção de embalagens flexíveis para os mercados de proteínas e pet food, com incremento substancial em qualidade, flexibilidade e rapidez. Hoje entregamos nossos pedidos na metade do tempo que realizávamos antes desta impressora entrar em operação”, afirma Marcus Correa, gerente de Marketing para Produtos de Consumo.

 

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gUm dos maiores fabricantes brasileiros de equipamentos para a produção de embalagens e sacolas plásticas, a G4 Máquinas marcará presença na primeira edição da feira Plástico Brasil. Promovida pela Abimaq e Abiquim, a exposição será realizada de 20 a 24 de março no São Paulo Expo, na capital paulista.

 Em um estande com 150 m2, a G4 Máquinas apresentará uma completa linha de soluções para as indústrias do setor. Atualmente, a empresa fornece seis famílias de produtos (com larguras úteis entre 700 e 1.300 mm) e uma série de acessórios, como desbobinadores, mesas empilhadoras e gofradores.

 Embalagens Trapezoidais

 Os profissionais que visitarem a G4 Máquinas na feira Plástico Brasil também conhecerão o mais novo lançamento da marca. A Start TR 700 é o primeiro modelo trapezoidal projetado pela empresa. Oferece diversas vantagens para os fabricantes de embalagens para flores e hortaliças.

 Além de ser a máquina mais rápida do segmento (até 60 metros por minuto), é totalmente automatizada e conta com uma interface muito prática para o operador, com o uso de um monitor colorido touch screen. Sua construção foi pensada para garantir uma maior versatilidade e baixa manutenção.

 Ao contrário das máquinas tradicionais, a TR 700 tem como grande diferencial o uso de cabeçotes superior e inferior. Produz embalagens com solda fundo, beira-lateral ou solda lateral em sacos blocados. Em complemento, a G4 criou muitos opcionais exclusivos para o equipamento.

 Atendimento Diferenciado

 Ao longo da semana, as equipes de engenharia, vendas e suporte técnico da G4 Máquinas estarão de plantão no estande (espaço B040) para demonstrar os equipamentos, planejar unidades de produção, detalhar todas as opções de compra e apresentar a estrutura diferenciada de pós-vendas da marca.

 G4 Máquinas – Boy Service

 Fundada em 2001, a G4 tem as suas origens na Boy Service Máquinas, uma empresa que realizava serviços de manutenção em equipamentos do setor de embalagens plásticas. Há oito anos, lançou sua primeira máquina e investiu na construção de uma moderna fábrica na cidade de Agudos (SP).

 Atualmente, conta com uma ampla linha de produtos e segue desenvolvendo novas soluções para os empresários do segmento. Possui representantes em todo o Brasil e exporta seus produtos para vários países da América Latina, como o Chile, Costa Rica, Equador, México e Peru.

 Plástico Brasil 2017

 A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha será realizada pela primeira vez entre os dias 20 e 24 de março. A exposição acontecerá no novo centro de eventos São Paulo Expo. Os profissionais poderão conhecer as novidades das indústrias do setor das 10 às 19 horas.

 

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vigor okA Vigor Alimentos, que acaba de completar 100 anos de atuação no mercado brasileiro, renova sua estratégia de negócios e investe R$ 20 milhões no reposicionamento de sua marca institucional. A mudança está baseada em quatro importantes pilares: novo posicionamento, nova logomarca, novas embalagens e nova comunicação. O objetivo é consolidar a Vigor Alimentos como uma das maiores empresas de lácteos do mercado brasileiro. Nesse sentido, a companhia promete construir uma marca ainda mais inovadora, cada vez mais presente na mídia e no ponto de venda, ainda mais atraente e com produtos que combinam sabores, texturas e benefícios exclusivos.

De acordo com Gilberto Xandó, presidente da Vigor Alimentos, o reposicionamento da marca representa um momento histórico. “Temos muito orgulho pelos 100 anos da nossa trajetória. Mas chegou a hora de darmos passos mais largos. Estamos preparados para ser protagonistas do mercado brasileiro de alimentos”, diz. O executivo ressalta que a mudança reflete um ajuste macro na empresa e um grande passo para o futuro. “Vamos promover mudanças relevantes em todas as operações e mercados em que estamos presentes. O objetivo é sermos a melhor opção de nossos clientes e consumidores”.

Para isso, a empresa investiu em pesquisas junto aos consumidores. A mudança teve início pelo seu principal ícone: a logomarca. A Vigor adotou uma identidade visual mais contemporânea, clean e menos arredondada. A fonte também foi trocada por um estilo leve e agradável. Já a assinatura mudou para: “Vigor. Descubra esse Sabor”. Trata-se de um posicionamento que convida a experimentar e a descobrir toda a qualidade dos produtos da marca. “Nosso objetivo é criar uma experiência pessoal rica, estimulante e próxima do consumidor. Proporcionar sentimentos de admiração, prazer e confiança”, comenta Anne Napoli, diretora de Marketing da companhia.

A mudança proposta pela Vigor também prevê uma alteração completa de todas as embalagens que compõem o seu portfólio: dos requeijões e iogurtes até os queijos especiais e margarinas. A companhia quer colocar à mesa versões mais refinadas, desenvolvidas em São Francisco (Estados Unidos), pela Sterling Becker, uma das principais empresas de design do mundo. O que se pretende é ter opções mais atraentes no ponto de venda, reforçando o lado sensorial da Vigor. Em alguns casos ainda serão aplicados selos e ícones de utilização que garantam tanto a qualidade quanto a forma de uso de cada produto.

A nova trajetória da Vigor visa o longo prazo. “Poderíamos permanecer confortáveis nos segmentos em que dominamos, mas conhecemos o potencial do mercado brasileiro. Sabemos que ainda há muito espaço para crescer”, comenta Xandó. Uma das principais estratégias é buscar ser mais conhecidos pelo restante do País. Até o ano de 2009, 83% das vendas eram feitas somente na capital paulistana. Sete anos depois, o percentual caiu para 50%. A vontade da empresa é que esse número reduza ainda mais – cerca de 35% até 2020. “Miramos nosso crescimento fora do Estado. É isso que vamos perseguir de forma incansável”.

Novidades únicas no Brasil

Com sua visão inovadora, a Vigor é a empresa que que mais apresenta produtos exclusivos ao mercado brasileiro, a exemplo do iogurte grego. Só este ano, serão lançadas dez grandes novidades. O destaque fica por conta do indescritível Vigor Grego Pedaços: o único do país com generosos pedaços de frutas naturais, sem corantes e sem aromatizantes. Trata-se de um produto jamais visto nas gôndolas brasileiras. Cada colherada apresenta uma explosão de textura, pois os pedaços de frutas são bem grandes e misturados à massa. Os sabores são exóticos e diferenciados: Damasco, Coco e Cranberry.

Outro lançamento que promete surpreender o paladar de muitas pessoas é o Cream Cheese Danúbio Aerado, que também detém o título de primeiro e único do país. As bolhas de ar injetadas no produto se espalham mais facilmente no pão, por meio de uma textura macia que derrete na boca. A novidade passa por um processo que deixa o creme mais leve do que a versão tradicional. Além disso, carrega o sabor marcante, já conhecido pelos consumidores da marca.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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