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joaoA partir dessa premissa, João Carlos Marchesan assume a presidência do Conselho da Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ,  com o compromisso de dar continuidade a todas as ações que defendem o setor de máquinas e equipamentos do país

Em meio a um cenário caótico vivenciado pela economia do país e, especificamente, pela indústria de máquinas e equipamentos, João Carlos Marchesan assume a presidência do Conselho de Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ com o desafio de atuar junto às esferas política do país no sentido de recuperar os investimentos para manter a representatividade e força política que a entidade conquistou ao longo de sua existência.

Nas vésperas de completar 80 anos, a ABIMAQ continua trabalhando incansavelmente na luta pela retomada da competitividade do setor de bens de capital mecânicos, diminuição da ociosidade das fábricas e aumento da participação da indústria nacional no mercado externo.

Devido às ações, conquistas e aos eficientes serviços que a entidade presta, a ABIMAQ tem mantido o número de associadas e empresas representadas, mesmo com o cenário adverso da economia. Este é um dos objetivos de Marchesan, que concedeu entrevista ao jornal Informaq apresentando sua visão sobre a atual conjuntura, os propósitos de sua gestão e as ações em curso que dará prosseguimento, em defesa da indústria de máquinas e equipamentos:

Informaq: Quais os problemas decorrentes do atual cenário econômico? 

Marchesan: Estamos em um país onde o setor público paga quase 10% do PIB ao ano em juros e o setor privado, outros 10%, enquanto o “grosso” da indústria está endividada, com problemas fiscais e legais, com passivos trabalhistas em montantes difíceis de avaliar, inserida em uma enorme cadeia de inadimplência e convivendo com um governo que está pensando em aumentar impostos e com um setor bancário que não percebeu ainda que está matando sua galinha de ovos de ouro.

Informaq: Qual deverá ser o caminho adotado pelo poder público para a retomada do crescimento do país?

Marchesan: A saída para o Brasil voltar a crescer é o investimento na indústria de transformação por conta de seu maior valor agregado e pelos maiores ganhos de produtividade. O país não vai crescer com serviços ou comércio. Temos em nossa agenda de Política Industrial o plano de renovação do parque industrial brasileiro. Somente será possível com financiamentos competitivos em um ambiente de retomada do crescimento. Mas, para isso, precisamos resolver dois temas incluídos na agenda da ABIMAQ: (1) a ampliação dos prazos de recolhimento de impostos e contribuições, e (2) a escassez e o custo do capital de giro vigente no mercado (dois grandes fatores que levam as empresas à inadimplência fiscal). O refinanciamento dos débitos tributários é igualmente importante porque somente com a regularidade fiscal as empresas (do setor e suas clientes) têm acesso aos financiamentos oficiais como os do BNDES, condição indispensável para quando houver demanda.

Informaq: No âmbito macroeconômico, quais são as políticas de desenvolvimento que a ABIMAQ entende serem recomendadas para o Brasil?

Marchesan: Políticas que tenham foco no desenvolvimento tecnológico, na inovação, na produtividade e em uma maior competitividade da indústria brasileira precisam de um ambiente macroeconômico favorável ao investimento produtivo ou, ao menos, de um ambiente que não lhe seja hostil.

Informaq: Quais são as condições para tornar viável esse tipo de política?

Marchesan: É necessário que o governo atue sobre quatro pilares: Câmbio com baixa volatilidade e mantido competitivo. Nós defendemos que o governo defina a política cambial por meio de um órgão específico (COPOC – Comitê de Política Cambial), explicitando as metas e os objetivos capazes de assegurar a competitividade da produção e o consequente equilíbrio das contas externas, delegando ao Banco Central apenas a execução desta política.

Outro pilar é a manutenção da inflação baixa e estável, fator indispensável para o ambiente de negócios. A ABIMAQ acredita que o governo deve adotar uma política fiscal responsável, com limitação de gastos públicos em relação ao PIB, e eliminar todos os resquícios de indexação ainda existentes em tarifas ou preços administrados, em salários e em todos os contratos públicos e privados.

O terceiro é a implementação de juros adequados. Enquanto se ganha 15 a 16% ao ano sem qualquer risco, não teremos investimento no setor produtivo. A ABIMAQ defende a necessidade de mudanças na atual política monetária para torná-la eficaz, sendo que o Banco Central precisa eliminar a SELIC adotando uma taxa de juros de curto prazo, neutra ou negativa em relação à inflação e deixando ao mercado a definição da taxa de juros de longo prazo.

O último fator é a adoção de carga tributária menor, pois nós estamos, pelo menos, dez pontos percentuais acima da média dos países em estágio de desenvolvimento semelhantes ao Brasil. A ABIMAQ acredita que uma reforma tributária que reduza a carga e simplifique o modelo tributário melhorará consideravelmente a competitividade sistêmica do país.

Informaq: Quais são as propostas da ABIMAQ para que o país adote uma efetiva Política Industrial?

Marchesan: Recentemente, entregamos às diversas instâncias do governo uma agenda com apontamentos de temas relacionados à competitividade, mercado externo e tecnologia, com a respectiva fundamentação e propostas, que devem ser trabalhadas pelo poder público para a definição de uma Política Industrial que realmente colabore com a retomada dos investimentos e o crescimento do país.

Informaq: Em relação ao mercado externo, quais são as propostas da ABIMAQ?

Marchesan: Câmbio competitivo, ou seja, acima de 3.80 R$/US$, é essencial, bem como a disponibilidade de financiamentos em volume e custos adequados, tanto para a produção como para a venda ao cliente. O REINTEGRA (Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras), em valores que compensem os impostos não recuperáveis, embutidos em nossos preços, deve ser mantido enquanto a reforma tributária não eliminar sua necessidade. Defendemos ainda a revisão dos Regimes Especiais, excluindo os que não mais se justificam e eliminando, nos restantes, seu viés importador; a necessidade do fortalecimento dos instrumentos de inteligência artificial, a revisão do modelo de concessão de Ex-tarifários e das alíquotas do imposto de importação para adequá-las à sua função de garantir uma proteção efetiva à produção nacional.

Informaq: No que tange tecnologia, quais os pontos contidos na agenda apresentada pela ABIMAQ?

Marchesan: Nós defendemos o desenvolvimento do Programa Inova Máquinas, integrando e aprimorando os instrumentos de apoio disponibilizados pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), para promover o aumento da competitividade de produtos, serviços e soluções em máquinas e equipamentos e a integração com as empresas brasileiras em áreas prioritárias e estratégicas da Política Industrial; fomento à inovação, de modo a rever o Estatuto dos Fundos Setoriais, transformando-os de Fundos Orçamentários (sujeitos a contingenciamentos) para Fundos Financeiros (garantindo recursos financeiros para projetos de inovação aprovados nas várias modalidades); e fortalecimento das empresas de engenharia nacional.

No documento, também apontamos a necessidade da elaboração de agendas tecnológicas setoriais para os setores estratégicos da cadeia de bens de capital. Outro item importante é a elaboração de diretrizes para políticas e estratégias sobre o desenvolvimento da Manufatura Avançada no Brasil, fator este que mudará a realidade do país e alterará o eixo do desenvolvimento das indústrias nacionais.

Em resumo, precisamos tratar como prioritário o planejamento do Brasil que queremos para as próximas gerações, sendo que a indústria de bens de capital e as sugestões elencadas na nossa agenda serão os pilares para a recuperação dos investimentos e a retomada da competitividade da indústria de máquinas e equipamentos.

 

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creditoO governo quer criar um seguro para obras federais que garanta a conclusão dos projetos e evite a criação de aditivos que aumentam o custo, em uma das cerca de 20 medidas que estão sendo estudadas para melhorar o ambiente de negócios e acelerar a retomada do crescimento, disse à Reuters uma alta fonte do governo.

As medidas, que serão analisadas pelo presidente interino Michel Temer e pelo núcleo econômico do governo, devem ser apresentadas em 15 dias e incluem, além do seguro, crédito para microempreendedores, liberação da venda de terras para estrangeiros e a venda de parte da dívida ativa da União.

Um esboço inicial foi preparado pelo Ministério do Planejamento. “São hoje 20 propostas. No final pode ficar acima ou abaixo disso, depende do que o presidente decidir”, disse a fonte.

A proposta de seguro para obras públicas prevê que a empreiteira candidata a uma licitação apresente seu projeto a uma seguradora, que irá servir de garantia para a conclusão da obra nos moldes e nos custos previstos no projeto, com a União como beneficiária do seguro.

No caso da construtora falir ou se tornar incapaz de cumprir o que está no contrato, a seguradora pagaria ao governo federal para que a obra seja terminada.

“Isso acaba com a possibilidade de se fazer um sem fim de aditivos e também impede que a empresa apresente um projeto irreal apenas para ganhar a licitação”, explicou a fonte “Se ela apresentar uma proposta fora da realidade, a seguradora não vai aceitar.”

A intenção principal do pacote de medidas é de destravar investimentos no país e acelerar a retomada da criação de empregos, a principal preocupação do governo hoje.

Pesquisas internas feitas pelo Palácio do Planalto mostram que o desemprego é hoje a principal queixa dos brasileiros, criando um mau humor na sociedade e uma má vontade com o governo, explicou à Reuters uma outra fonte palaciana.

As medidas também têm a intenção de tentar compensar a queda na arrecadação enfrentada pela União e evitar que o governo tenha que anunciar um contingenciamento do Orçamento. Na quarta-feira, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que o governo vai “esgotar todas as alternativas” antes de propor um corte de gastos.

BANCOS PÚBLICOS

Uma segunda proposta que deve ser apresentada é a liberação de crédito pelos bancos públicos a micro, pequenos e médios empreendedores com juros mais baixos.

“São esses setores os que mais empregam, e o objetivo é esse, criar emprego”, disse a fonte.

Banco do Brasil, Caixa, Banco do Nordeste, BNDES e o Banco da Amazônia seriam usados para as operações de crédito. Questionada se existem recursos nos bancos, a fonte garantiu que sim. “A questão não é o valor, é o como liberar o crédito”, disse.

O governo também incluiu no pacote a liberação da venda de terras para estrangeiros –travada por um parecer da Advocacia Geral da União–, ação que vê com potencial para atrair imediatamente grandes investimentos para o país.

Uma outra ação deve ser a securitização da dívida da União, que vem sendo já discutida abertamente. De acordo com o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, cerca de 60 bilhões de reais do 1,5 trilhão de reais da dívida ativa poderiam ser vendidos no mercado, mas a estimativa de arrecadação seria bem abaixo disso.

Fonte: Reuters

 

 

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fair

A Pet Fair Asia 2016 será realizada em Xangai de 18 a 21 de agosto deste ano. As empresas brasileiras do setor de produtos e serviços para animais de estimação estarão no Pavilhão Brasileiro, localizado no Hall 3 e no estande J2121, para apresentar novidades relacionadas a Pet Food e Pet Care. A iniciativa é do Projeto Pet Brasil, desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para incentivar as relações comerciais entre empresas nacionais e internacionais. Os 78 m2 do espaço servirão para aproximar o mercado chinês das indústrias brasileiras, que em 2015 exportaram US$ FOB 351,4 milhões, por conta de sua alta especialização e procedimentos rigorosos de produção.

São esperados na edição deste ano mais de 40 mil visitantes, que poderão conferir as novidades de mais de 800 expositores de todo o mundo. A feira ocupa atualmente uma área total de 71 mil m2 e tem quase 20 anos de história, sendo que a primeira edição foi realizada em 1997, em Hong Kong. De acordo com os organizadores da feira, a China tem cerca de 39 milhões de cães e gatos e 168,5 milhões de peixes. Em termos totais, levando em conta todos os tipos de pets, é uma população de 289 milhões de bichos, a maior do mundo.

O faturamento do mercado pet mundial é, hoje, de US$ 102,2 bilhões, valor alcançado graças ao 1,56 bilhão de animais de estimação. O Brasil é o terceiro maior, com 5,3% desse valor, atrás dos Estados Unidos (42%) e do Reino Unido (6,7%). O país tem também a 4º maior população de animais de estimação do globo, com 132,4 milhões de pets, atrás da já citada China, dos Estados Unidos, com 226 milhões, e do Reino Unido, com 146,6 milhões. Essa alta representatividade do país no mundo é devida ao reconhecimento dos pets como membros da família e à alta especialização dos fabricantes nacionais.

A seguir, confira as empresas brasileiras que estarão na feira e seus produtos:

Matsuda

A Matsuda, fundada em 1948, é uma das maiores empresas do setor do agronegócio brasileiro. Com sede em Álvares Machado (SP) e fábricas em Cuiabá (MT), São Sebastião do Paraíso (MG) e Pecém (CE), além de filiais em Goiânia (GO), Vitória da Conquista (BA), Imperatriz (MA) e um laboratório veterinário em Jacareí (SP), a companhia tem pontos de distribuição em todo Brasil, além da presença internacional em mais de 19 países.

A Matsuda produz itens para a linha pet desde o ano 2000, por meio da divisão Matsuda Pet. São dessa marca as linhas de ração para cães Standart (Nhac e Thor), Premium (Vittamax) e Super Premium (M-Line), além de snacks, latinhas e medicamentos como vermífugos, anticarrapaticidas e uma solução para a limpeza de orelhas. De acordo com Marco Nastari, gerente comercial da Matsuda, a motivação para a participação no evento é o forte potencial de atrair parceiros para o início de alianças comerciais na região. O destaque da empresa na Pet Fair Asia será sua linha de ração Premium Vittamax. “Nossa inovação é a versão Vittamax Natural, que usa ingredientes naturais em sua composição”, conclui Nastari.

Nutrire

A Nutrire, com sede em Garibaldi (RS) e outra unidade em Poços de Caldas (MG), produz alimentos para cães e gatos desde 2001. Seus produtos estão disponíveis nas linhas de alimentos Standard, Premium e Premium Especial. A empresa exporta para mais 15 países. “Em 2015 as vendas para o exterior representaram uma porcentagem expressiva do faturamento. A perspectiva é que esse percentual aumente nos próximos anos”, afirma Giane Danielli, Gestora de Importação e Exportação.

De acordo com Giane, a Nutrire investe constantemente em tecnologia e utiliza matérias-primas aprovadas pelas análises de qualificados laboratórios. “Até a entrega dos produtos nos pontos de venda, todos os processos são realizados de acordo com as novas normas de boas práticas de fabricação”, comenta. Ela considera que a Pet Fair Asia é uma das feiras internacionais mais importantes para o segmento e diz que, nesse evento, a Nutrire encontrará oportunidades para conhecer tendências e novidades e, consequentemente, aprimorar o desenvolvimento de seus alimentos. Outro ponto de destaque é que a feira serve como uma vitrine que confere grande visibilidade a seus produtos para o mercado mundial. A empresa irá expor na Pet Fair Asia as linhas de pet food Monello, Birbo, Bandit, Comanche e Bolt.

Pet Society

A Pet Society, fundada em 2004, é uma das mais reconhecidas marcas de higiene, embelezamento e saúde animal do mercado brasileiro. A empresa exporta há 10 anos e está presente em países como Angola, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, República Tcheca, Peru, Portugal, Taiwan, Reino Unido, Estados Unidos e Uruguai. Em 2015 inaugurou a sua subsidiária nos Estados Unidos, a Megamazon USA, e já está produzindo parte dos seus produtos na Flórida. Há muitos anos a Pet Society é membro da Associação Americana de Produtos do Animal de Estimação (APPA).

A empresa comercializa seus produtos nos mercados da China e Taiwan há cinco anos, e já participou da Pet Fair Asia outras vezes. “Em 2015, estivemos presentes no evento representados pela equipe da nossa  distribuidora de Taiwan”, afirma Fernando Martini, diretor de negócios da Pet Society. Na edição deste ano, a Pet Society irá expor a versão da linha Megamazon com um conceito muito mais eco-friendly, além de outros produtos da Pet Society. “Na Pet Fair Asia, nosso principal objetivo é exibir ao mercado local nossa linha de produtos e sua excelente performance. Estamos em busca de novos parceiros na Ásia e Oceania em países como Coreia do Sul, Japão, Malásia, Indonésia, Austrália e para isso, vamos usar o evento para ampliarmos o nosso networking, procurando estabelecer contato com novos distribuidores interessados”, diz Martini.

Special Dog

A Special Dog tem origem em uma empresa de beneficiamento de café e arroz fundada em 1967 em Santa Cruz do Rio Pardo (SP). Em 2001, a empresa inaugurou sua indústria de pet food e criou a marca Special Dog, que tem atualmente 13 produtos, comercializados nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

Na Pet Fair Asia, a Special Dog mostrará ao mercado chinês os alimentos para cães e gatos das Linhas Premium e Super Premium. De acordo com Rafael Venanzoni, gerente de exportação da empresa, o objetivo da participação na feira é conhecer o potencial do mercado local e possíveis distribuidores. “O mercado chinês exige níveis de certificação. Sendo assim, vamos passar por uma auditoria este ano, para que possamos atuar nele”, explica. Ele também diz que a feira será importante para fazer contatos com distribuidores de países da região.

Serviço:

Pavilhão Brasileiro na Pet Fair Asia 2016

De 18 a 21 de agosto de 2016

Hall 3, estande J2121, SWEECC – Shanghai World Expo Exhibition And Convention Center

Guozhan Road, 1099, Xangai – China

 

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cniSete em cada dez brasileiros concordam que a baixa qualidade dos serviços públicos se deve mais à má gestão dos recursos do que à falta deles. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria, CNI mostra que 81% dos brasileiros acreditam que o governo já arrecada muito e não precisa aumentar os impostos para melhorar os serviços públicos. Para 84% das pessoas, os impostos no Brasil são elevados ou muito elevados e 73% são contra o retorno da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Para 80% dos entrevistados, o governo deve reduzir as despesas atuais para diminuir os déficits orçamentários. Dos que acham que o governo deve manter os gastos, a primeira opção para estabilizar as contas públicas deve ser a privatização de bens.

“As pessoas percebem que o governo arrecada muito com tributos e que o que volta para a sociedade não é de qualidade. A população prefere que o governo melhore a eficiência do gasto público em vez de aumentar ou criar impostos. Aumentar a eficiência é possível, mas não é suficiente. Nesse momento, é importante promover um debate que informe à sociedade a situação das contas do governo e explique a necessidade de reformas urgentes, como a da Previdência”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A pesquisa foi feita em parceria com o Ibope e entrevistou 2.002 pessoas em 143 municípios, entre os dias 17 e 20 de março. O número de brasileiros que têm a percepção de que pagam caro por serviços ruins é cada vez maior. Considerado o elevado patamar de impostos pagos no país, 90% dizem que os serviços deveriam ser melhores. Em 2013, o volume era de 83%, e em 2010, de 81%.

A saúde e a segurança têm as piores avaliações entre os 13 serviços analisados. Receberam os índices mais baixos – 20 e 22 pontos -, em uma escala em que valores superiores a 50 representam que a parcela da população que considera o serviço de alta ou muita qualidade é superior à que considera de baixa ou muito baixa qualidade. Nenhuma das opções alcançou índice acima dos 50 pontos. Os que tiveram a melhor avaliação foram o fornecimento de energia elétrica e os Correios, com 48 e 46 pontos, respectivamente. Entre os 13 serviços avaliados, seis tiveram queda em relação à pesquisa anterior, realizada em julho de 2013.
REEQUILÍBRIO DAS CONTAS PÚBLICAS – Para 59% da população, os gastos públicos subiram muito nos últimos anos e 80% acreditam que o governo deve reduzir as despesas atuais para diminuir os déficits orçamentários. Entre os que recomendam o corte de gastos, a prioridade deve ser reduzir o custeio da máquina pública e os salários dos funcionários públicos, na opinião de 32% e 22%, respectivamente. Para os que acham que o governo deve manter os gastos, foram apresentadas três opções para estabilizar as contas. Do total, 42% disseram que o governo deve vender ou conceder bens e estatais à iniciativa privada, 17% defenderam a criação de impostos e 12% acham que é melhor aumentar a dívida pública. Outros 30% não souberam responder.

USO DE RECURSOS POR INSTÂNCIAS DE GOVERNO – Quanto menor a instância de governo, maior a percepção da população de que o dinheiro é bem utilizado. Dos entrevistados, 83% consideram que os recursos federais são mal utilizados ou muito mal utilizados pelo presidente da República e seus ministros. O percentual cai para 73% quando se analisa o orçamento estadual e para 70% quanto se verifica o municipal.

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Julio Molinari_ Presidente da Danfoss na América Latina* Por Julio Molinari

Não bastassem as consequências da crise econômica pela qual o Brasil atravessa, fatores como elevada carga tributária, precárias estruturas logísticas para recebimento de matéria prima e escoamento de produtos, limitações da capacitação profissional e, sobretudo, a baixa eficiência de processos comprometem significativamente a produtividade e a competitividade da indústria brasileira.

Nas indústrias de processos, a eficiência não só é um diferencial, mas uma questão de sobrevivência, pois se as empresas não investirem em eficiência, podem ter perdas em torno de 30%. A ineficiência no sistema acarreta indisponibilidade, falhas de equipamentos, paradas não programadas, setups extras de máquinas, tempos inativos, redução da velocidade, além de perdas e rejeitos.

A tendência para otimizar os processos é aumentar a inteligência de automação embarcada nas máquinas, tornando-as mais autônomas em manutenção e inspeção. Isso inclui a adoção de novas tecnologias, como equipamentos eletroeletrônicos e softwares para controle de processos, que geram aumento da produtividade, bem como ganhos com eficiência energética.

A digitalização é o próximo passo para a indústria entrar em um novo patamar tecnológico. Em maio, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou a primeira pesquisa nacional sobre o uso de tecnologias digitais relacionadas à era da Manufatura Avançada, conhecida como Indústria 4.0, cujo termo refere-se à integração digital das diferentes etapas da cadeia de valor nos produtos industriais, desde o desenvolvimento até o uso.

De acordo com o levantamento, feito com mais de duas mil empresas de todos os portes, a maior parte dos esforços realizados pelas indústrias no Brasil, no que se refere à adoção de tecnologias digitais, concentra-se nos processos industriais: 73% dos consultados afirmaram usar ao menos uma tecnologia digital na etapa de processos, 47% utilizam na etapa de desenvolvimento da cadeia produtiva e somente 33% o fazem em novos produtos ou negócios.

A pesquisa da CNI mostra que a indústria brasileira ainda está se familiarizando com a digitalização e com os impactos que ela pode ter na competitividade. Em outros países onde a indústria 4.0 está mais avançada, já se registra aumento da produtividade, redução de custos de manutenção de equipamentos e do consumo de energia e aumento da eficiência de modo geral.

Por outro lado, o alto custo de implantação é a principal barreira interna para 66% das empresas. Neste sentido, há uma necessidade para que o governo exerça o seu papel de promover a infraestrutura digital, investindo e estimulando a capacitação profissional, além de criar linhas de financiamentos específicas.

* Julio Molinari é presidente da Danfoss na América Latina

 

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omegaMultinacionais visam facilitar processo de compra dos clientes
A Omega Engineering e a HBM, duas líderes mundiais em seus segmentos, somaram forças para oferecer ainda melhores soluções em medição e controle de processos industriais aos clientes no Brasil.
A partir de hoje, os interessados poderão conhecer e comprar as células de carga Z6 e S40 da HBM no site da OMEGA (br.omega.com). Os produtos já estão em estoque e as especificações técnicas já estão disponíveis no site.
A parceria visa, principalmente, aumentar a facilidade de compra e acesso a informações sobre os produtos da multinacional alemã, que atua no Brasil por meio de vendedores e revendas.
Deste modo, a OMEGA Engineering incorpora ao seu portfólio os produtos HBM e permite aos interessados compra-los em pequenas quantidades de maneira fácil e rápida para pronta entrega.
O site da Omega Engineering é reconhecido no mercado e pela revista especializada E-Commerce Brasil (Ago/2015) como referência em praticidade e eficiência em compras pela internet no setor de equipamentos de medição e controle de processos industriais.
Além de praticidade, a compra pelo site da Omega Engineering fica ainda mais completa com o suporte de uma equipe de engenheiros de aplicação especializados nos mais de 100 mil produtos da empresa para diferentes áreas como pressão, temperatura, ambiental, fundição, PH, vazão e outros.
Celulas de Carga Z6
A célula de carga tipo bending beam Z6 da HBM é o componente essencial na pesagem em balanças industriais. Além de sua excepcional precisão (de acordo com a OIML R60), o equipamento é adequado até mesmo para suportar ambientes adversos de produção.
O modelo Z6 possui fole de metal soldado, materiais à prova de corrosão, cargas nominais dee 5 kg até 500 kg, precisão de até 6.000 divisões em conformidade com a norma OIML R60, circuito de seis fios, conexão otimizada em paralelo, entre outras características.
Células de Carga S40
A célula de carga universal “S” da HBM tem características equivalentes à C3, segundo a classificação OIML (Organisation Internationale de Métrologie Légale) R60 a preços bem acessíveis. Ela utiliza dimensões métricas-padrão e especificações de rosca para permitir o intercâmbio entre diversas marcas de células de carga, o que a torna uma opção ideal para reposição.
Os componentes eletrônicos da S40A são protegidos através de soldagem a laser com proteção externa por meio de chapas laterais inteiriças. Sua construção em aço inox resistente e o projeto arrojado permitem precisão e longa durabilidade sob condições extremas.
Utilizada em balanças à tração ou compressão, é ideal para indústria alimentícia ou locais adversos com ação de agentes químicos. Também pode ser utilizada para conversão de balanças mecânicas em eletrônicas, máquinas de ensaio de materiais e aplicações especiais.

 

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cniA atividade da indústria continua em queda, mas o recuo registrado em maio foi menos intenso que os verificados no mês passado e no mesmo período de 2015. O índice de evolução da produção foi de 45,5 pontos em maio contra 42,4 em abril. A Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (17), também aponta uma melhora nas expectativas do empresário, principalmente em relação à demanda, cujo índice saltou de 47,8 para 51 pontos. Os indicadores de evolução de produção e de expectativa de demanda variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam aumento na comparação com o mês anterior e expectativa de aumento para os próximos seis meses.

As expectativas com relação às exportações se tornaram otimistas. O índice de expectativa de quantidade exportada passou de 50,7 para 52,5 pontos. O empresariado também se disse menos pessimista quanto ao número de empregados e à compra de matérias-primas. Houve aumento no índice de expectativas desses dois indicadores, mas a pontuação permanece abaixo dos 50 pontos.

Os números mostram também que os estoques de produtos finais da indústria recuaram e permanecem no nível planejado pelas empresas. O índice de evolução dos estoques foi a 48,9 pontos, indicando queda dos estoques pelo sétimo mês consecutivo. Já a ociosidade no parque industrial se manteve elevada: o percentual médio de utilização da capacidade instalada (UCI) permaneceu em 64% pelo terceiro mês consecutivo. O valor é dois pontos percentuais  inferior ao registrado em maio de 2015.

MUDANÇA DE TRAJETÓRIA – Na avaliação da CNI, a expectativa mais favorável com relação à demanda pode alterar as decisões dos empresários, limitando ou até mesmo impedindo futuras quedas na produção e na quantidade de empregados. Caso as expectativas otimistas se confirmem nos próximos meses, a tendência é que se traduzam em aumento de produção, uma vez que, com o quadro de estoques ajustados, é possível iniciar uma trajetória de redução da elevada ociosidade do parque industrial.

Fonte: Agência CNI

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abadExpectativa do setor é recuperar as perdas de 2015, contando a com retomada da confiança do consumidor no segundo semestre

De acordo com a pesquisa mensal Banco de Dados da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), no mês de abril o setor atacadista e distribuidor apresentou queda real (deflacionada) de -1,15% em relação ao mesmo mês do ano passado – menor do que o recuo registrado em março, que foi de -1,72%.  No acumulado do ano, houve uma redução de -0,59%. Na comparação com o mês de março, a queda foi de -8,55%.

Já em termos nominais, houve crescimento de 8,02% frente a abril de 2015 e de 9,28% no acumulado de janeiro a abril, comparado ao mesmo período do ano passado. Em relação a março, houve queda real de -8%.

De acordo com a entidade, o dado positivo é que o ritmo de queda diminuiu e tende à estabilidade neste primeiro semestre, em termos reais, o que vai ao encontro das expectativas divulgadas pela ABAD no início do ano.

Para o segundo semestre a ABAD espera alguma melhora, já que a base de comparação de 2015 é fraca e há outros fatores que apontam para um cenário mais otimista. A inflação deve começar a ceder, já que, com o desemprego em alta e consumo em queda na maior parte do país, os índices atuais não devem sustentar-se por muito tempo. Com isso, a confiança do consumidor deve voltar aos poucos e ajudar a aquecer a demanda até o fim do ano. Por outro lado, com os bons resultados das exportações agrícolas, a economia das regiões produtoras tende a reagir e gerar mais renda, o que se reflete no consumo.

O fator político, contudo, continua a influir no âmbito econômico, e a retomada efetiva da confiança depende do sucesso do governo interino de Michel Temer nas ações focadas na estabilização do país.

“O cenário econômico ainda está bastante incerto, e assim permanecerá enquanto a situação política não se normalizar e o governo não sinalizar com firmeza os avanços na condução da política econômica”, pondera o presidente da ABAD, José do Egito Frota Lopes Filho.

“Contudo, como as empresas do setor já vinham se preparando para atravessar mais um ano cheio de desafios, acreditamos que a meta de pelo menos reverter o resultado negativo de 2015 [queda real de -6,8%] seja ainda possível, caso haja uma retomada da confiança do consumidor no segundo semestre”, completa.

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constructionSummit_2016O Construction Summit 2016, que ocorre entre os dias 15 e 16 de junho, em São Paulo, vai promover uma iniciativa inédita no setor da construção. É o Encontro das Startups da Construção, que irá reunir, em um único local, sete startups, com novas ideias e tecnologias inovadoras, com o objetivo de proporcionar ao mercado mais produtividade, sustentabilidade, competitividade e inovação.
De acordo com Marcos Almeida, coordenador do Encontro, o espaço foi idealizado para demonstrar como boas ideias podem se transformar em negócios escaláveis e sustentáveis e para fomentar o desenvolvimento dessa inovação, a fim de proporcionar maior valor agregado às empresas da construção.
“Realizamos pesquisas com essas startups e percebemos que, apesar de terem ótimos produtos e tecnologias inovadoras, eles não tinham uma comunicação direta e ampla com seu público de interesse, que são os profissionais das construtoras, os gestores públicos e os representantes de entidades setoriais. E, assim, decidimos criar o Encontro das Startups, no Construction Summit, que será uma oportunidade ímpar para relacionamento, conhecimento e informação”, explica.
No Encontro das Startups, os participantes do evento poderão ver as seguintes inovações:
Bom Pedreiro: Maior plataforma de pedreiros especialistas de São Paulo, é a primeira comunidade local que trabalha junto com pessoas já atendidas, para melhorar o curso de uma obra, informando futuros clientes quais as vantagens de cada profissional. Com isso, há uma melhoria significativa na prestação de serviços a cada obra, pois o cliente informa ao próximo como foi o atendimento, obra, comprometimento, experiência do profissional no serviço contratado, deixando um testemunho e nota sobre seu profissionalismo
Bom Bloco: Tijolo feito de isopor internamente e já revestido com argamassa. Ele é termoacústivo, ipermeável, resistente e muito mais econômico.
Construct: Software específico e de fácil utilização para melhorar a sincronia entre o canteiro de obras e o escritório de engenharia e arquitetura. Ele faz uma comunicação instantânea para acompanhamento da obra em tempo real e auxilia para resolver problemas antes que afetem o orçamento. Além disso, gerencia os projetos, gera relatórios para compartilhar com a equipe e armazena todos os dados na nuvem com muita segurança.
Inova House:  Oferece uma solução tecnológica inovadora para a construção civil, a fim de automatizar o processo construtivo, por meio da tecnologia de impressão 3D, eliminando o desperdício de material nos canteiros de obra, aumentando a segurança para o trabalhador da construção civil e diminuir o tempo gasto para a conclusão das obras.
eStoks: Especializada em gerenciamento de estoques e sobras da construção civil. Eles mapeiam, vendem e dão a destinação correta dos excedentes.
LIGA: Primeira rede social destinada ao setor da construção civil. Profissionais, estudantes e empresas podem se conectar tirando dúvidas técnicas, compartilhando experiências, conhecendo as novidades do mercado e ampliando o networking.
Urban 3D: A proposta é criar um novo método de produção para infraestrutura e habitação que permite não só para construir áreas urbanas habitáveis, produtivas e sustentáveis, mas também para construí-los mais rápido, acessíveis e mais bem executados, por meio da integração de planejamento urbano em longo prazo e suas comunidades. A previsão é que esse processo irá permitir a construção com um décimo do custo, dez vezes mais rápido, utilizando materiais sustentáveis e sem produzir resíduos.
A diversidade dos produtos apresentados pelas startups, segundo Almeida, demonstra como na área da construção há um amplo campo de atuação para empreendedores. “Por esse motivo, essa iniciativa do Construction Summit torna-se ainda mais importante para disseminação de ideias que tragam melhoria para nosso setor”, finaliza.
Além do Encontro das Startups, o Construction Summit 2016 terá ainda a Mostra VivaCidade, Exposição Cidades em Movimento, Mostra Light Steel Frame, Mostra da Sustentabilidade e Mostra Produtividade e Industrialização.
Para participar do Construction Summit, basta realizar sua inscrição no site oficial: http://www.constructionsummit.com.br/.
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Elipse Power, solução voltada para o setor de energia, foi apresentada na coreia do sul

Focada em fortalecer seus negócios no mercado exterior, a Elipse Software, a convite de sua parceira coreana Arcteq Korea, participou da Global Electric Power Tech 2016, nos dias 11 a 13 deste mês, em Seul, na Coréia do Sul. Considerada uma das principais exposições do mercado de energia elétrica coreano, a feira reuniu um total de 30 mil participantes divididos entre profissionais ligados a serviços de construção, supervisão e manutenção.

Ao longo dos três dias de evento, Evan Liu, gerente da Elipse em Taiwan, apresentou uma aplicação do Elipse Power para controle e automação de uma subestação. Nela, o software proveu a integração de IEDs provenientes de diferentes empresas como a própria Arcteq, a ABB e a Schneider. A ideia, segundo Liu, foi demonstrar como a solução da Elipse pode ser utilizada de forma flexível, junto aos mais variados projetos, independente do fabricante.

“Felizmente, tivemos uma ótima resposta em relação ao parecer geral dos visitantes sobre o nosso software. Agradeço muito à Arcteq pelo convite e parceria, através da qual temos reforçado, cada vez mais, a presença da Elipse como a empresa líder em crescimento na Coréia”, afirmou o gerente da Elipse em Taiwan.

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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