OMEGA™ e HBM unem forças para oferecer soluções no Brasil
Gestão&Empreendedorismo,Iniciativa,máquina | Por em 22 de junho de 2016
Gestão&Empreendedorismo,Iniciativa,máquina | Por em 22 de junho de 2016
Análise,Economia | Por em 21 de junho de 2016
A atividade da indústria continua em queda, mas o recuo registrado em maio foi menos intenso que os verificados no mês passado e no mesmo período de 2015. O índice de evolução da produção foi de 45,5 pontos em maio contra 42,4 em abril. A Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (17), também aponta uma melhora nas expectativas do empresário, principalmente em relação à demanda, cujo índice saltou de 47,8 para 51 pontos. Os indicadores de evolução de produção e de expectativa de demanda variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam aumento na comparação com o mês anterior e expectativa de aumento para os próximos seis meses.
As expectativas com relação às exportações se tornaram otimistas. O índice de expectativa de quantidade exportada passou de 50,7 para 52,5 pontos. O empresariado também se disse menos pessimista quanto ao número de empregados e à compra de matérias-primas. Houve aumento no índice de expectativas desses dois indicadores, mas a pontuação permanece abaixo dos 50 pontos.
Os números mostram também que os estoques de produtos finais da indústria recuaram e permanecem no nível planejado pelas empresas. O índice de evolução dos estoques foi a 48,9 pontos, indicando queda dos estoques pelo sétimo mês consecutivo. Já a ociosidade no parque industrial se manteve elevada: o percentual médio de utilização da capacidade instalada (UCI) permaneceu em 64% pelo terceiro mês consecutivo. O valor é dois pontos percentuais inferior ao registrado em maio de 2015.
MUDANÇA DE TRAJETÓRIA – Na avaliação da CNI, a expectativa mais favorável com relação à demanda pode alterar as decisões dos empresários, limitando ou até mesmo impedindo futuras quedas na produção e na quantidade de empregados. Caso as expectativas otimistas se confirmem nos próximos meses, a tendência é que se traduzam em aumento de produção, uma vez que, com o quadro de estoques ajustados, é possível iniciar uma trajetória de redução da elevada ociosidade do parque industrial.
Fonte: Agência CNI
balanço,Investimento,Levantamento | Por em 8 de junho de 2016
Expectativa do setor é recuperar as perdas de 2015, contando a com retomada da confiança do consumidor no segundo semestre
De acordo com a pesquisa mensal Banco de Dados da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), no mês de abril o setor atacadista e distribuidor apresentou queda real (deflacionada) de -1,15% em relação ao mesmo mês do ano passado – menor do que o recuo registrado em março, que foi de -1,72%. No acumulado do ano, houve uma redução de -0,59%. Na comparação com o mês de março, a queda foi de -8,55%.
Já em termos nominais, houve crescimento de 8,02% frente a abril de 2015 e de 9,28% no acumulado de janeiro a abril, comparado ao mesmo período do ano passado. Em relação a março, houve queda real de -8%.
De acordo com a entidade, o dado positivo é que o ritmo de queda diminuiu e tende à estabilidade neste primeiro semestre, em termos reais, o que vai ao encontro das expectativas divulgadas pela ABAD no início do ano.
Para o segundo semestre a ABAD espera alguma melhora, já que a base de comparação de 2015 é fraca e há outros fatores que apontam para um cenário mais otimista. A inflação deve começar a ceder, já que, com o desemprego em alta e consumo em queda na maior parte do país, os índices atuais não devem sustentar-se por muito tempo. Com isso, a confiança do consumidor deve voltar aos poucos e ajudar a aquecer a demanda até o fim do ano. Por outro lado, com os bons resultados das exportações agrícolas, a economia das regiões produtoras tende a reagir e gerar mais renda, o que se reflete no consumo.
O fator político, contudo, continua a influir no âmbito econômico, e a retomada efetiva da confiança depende do sucesso do governo interino de Michel Temer nas ações focadas na estabilização do país.
“O cenário econômico ainda está bastante incerto, e assim permanecerá enquanto a situação política não se normalizar e o governo não sinalizar com firmeza os avanços na condução da política econômica”, pondera o presidente da ABAD, José do Egito Frota Lopes Filho.
“Contudo, como as empresas do setor já vinham se preparando para atravessar mais um ano cheio de desafios, acreditamos que a meta de pelo menos reverter o resultado negativo de 2015 [queda real de -6,8%] seja ainda possível, caso haja uma retomada da confiança do consumidor no segundo semestre”, completa.
Competição,Evento,Feira,Gestão&Empreendedorismo | Por em
O Construction Summit 2016, que ocorre entre os dias 15 e 16 de junho, em São Paulo, vai promover uma iniciativa inédita no setor da construção. É o Encontro das Startups da Construção, que irá reunir, em um único local, sete startups, com novas ideias e tecnologias inovadoras, com o objetivo de proporcionar ao mercado mais produtividade, sustentabilidade, competitividade e inovação.
Evento,Feira | Por em 18 de maio de 2016Elipse Power, solução voltada para o setor de energia, foi apresentada na 
Focada em fortalecer seus negócios no mercado exterior, a Elipse Software, a convite de sua parceira coreana Arcteq Korea, participou da Global Electric Power Tech 2016, nos dias 11 a 13 deste mês, em Seul, na Coréia do Sul. Considerada uma das principais exposições do mercado de energia elétrica coreano, a feira reuniu um total de 30 mil participantes divididos entre profissionais ligados a serviços de construção, supervisão e manutenção.
Ao longo dos três dias de evento, Evan Liu, gerente da Elipse em Taiwan, apresentou uma aplicação do Elipse Power para controle e automação de uma subestação. Nela, o software proveu a integração de IEDs provenientes de diferentes empresas como a própria Arcteq, a ABB e a Schneider. A ideia, segundo Liu, foi demonstrar como a solução da Elipse pode ser utilizada de forma flexível, junto aos mais variados projetos, independente do fabricante.
“Felizmente, tivemos uma ótima resposta em relação ao parecer geral dos visitantes sobre o nosso software. Agradeço muito à Arcteq pelo convite e parceria, através da qual temos reforçado, cada vez mais, a presença da Elipse como a empresa líder em crescimento na Coréia”, afirmou o gerente da Elipse em Taiwan.
Lançamento,máquina,novidade | Por em 16 de maio de 2016
Empresa de fornecimento de tecnologias que atendem à crescente demanda da cadeia produtiva de alimentos, eficiência energética, soluções favoráveis ao clima e infraestrutura moderna, a Danfoss lança a válvula de expansão eletrônica ETS Colibri®, projetada para uma injeção precisa de líquido no evaporador para aplicação em ar condicionado, bomba de calor e refrigeração comercial.
As válvulas Colibri® são aprovadas para operação sem óleo como, por exemplo, nos sistemas com os compressores Danfoss Turbocor. Graças ao seu design único, as válvulas Colibri® também podem ser usadas como válvulas de modulação em aplicações como transporte e supermercados. Seu esquema de controle mais simples permite maior rapidez no desenvolvimento do seu algoritmo e o tempo de reação mais rápido no start-up leva a uma baixa probabilidade de funcionamento do compressor em vácuo.
Seu design compacto permite que caiba facilmente em qualquer ponto do sistema. Com corpo mais leve, a ETS Colibri® dispensa suporte adicional em seu sistema evitando rachaduras na tubulação causadas pela vibração. O projeto hermético mantém a integridade dos componentes internos e diminui significativamente pontos de vazamento, resultando em menor potencial de perda de fluido refrigerante e necessidade de manutenção.
O corpo de válvula em aço inox suporta uma pressão de trabalho mais elevada, tornando a válvula adequada para grande parte das aplicações de ar condicionado, bomba de calor e refrigeração comercial. Além disso, garante maior resistência à corrosão, tanto interna quanto externa.
Seu conjunto balanceado assegura as capacidades de desempenho em fluxo bidirecional uniforme e repetível, suportando o Diferencial de Pressão de Trabalho Máximo (MODP) requerido para aplicações como bombas de calor reversíveis com o uso de R410A.
Evento,Feira,Lançamento,máquina | Por em 9 de maio de 2016
Com o objetivo de demonstrar na prática como a automação pneumática pode contribuir para aplicação do conceito da Indústria 4.0 ou Indústria Inteligente, usando como base os conceitos de IoT (Internet of Things, Internet das Coisas) e M2M (Machine 2 Machine, Máquina a Máquina), a Metal Work participou de uma simulação de Manufatura Avançada, com participação de mais de 20 empresas e apoio de diversas instituições, na FEIMEC 2016, que aconteceu no período de 3 a 7 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo.
De acordo com Hernane Cauduro, diretor da empresa, a Metal Work disponibilizou uma solução para manipulação com a presença dos itens: guia linear robusta para altas velocidades série LEPK, cilindro sem haste, pinça com curso longo e regulável série GPLK, unidade de tratamento de ar completa e compacta série ONE, ilha de válvulas com protocolo de comunicação Profinet I/O e módulo de entradas e saídas série Clever Multimach.”Todos estes itens – explica Cauduro – foram integrados a uma estrutura em perfis de alumínio, mostrando que podemos fornecer a solução completa”.
O CONCEITO
Manufatura Avançada, Indústria 4.0, Smart Manufacturing são termos que, de acordo com Cauduro, têm o mesmo significado, com origem em países diferentes, e se referem à Quarta Revolução Industrial, onde os processos de manufatura passam a contar com maior autonomia, inteligência e flexibilidade, usando recursos e tecnologias como: Internet das Coisas, realidade virtual, comissionamento virtual, M2M – Comunicação Máquina-Máquina, elementos de automação de última geração que permitem alta flexibilidade e inúmeras possibilidades de configurações, aliados a protocolos de comunicação flexíveis, revolucionando os processos de manufatura e proporcionando saltos nos índices de produtividade a tal ponto a impactar a tendência de deslocamento do eixo da indústria de transformação, que vem se transferindo na direção de países como China, Índia e outros com mão de obra abundante e muito barata.
“Este modelo – explica – estará próximo aos centros consumidores, com infraestrutura de Internet em alta velocidade, logística compatível com a velocidade da nova ordem, mão de obra com alta qualificação, com padrões de vida e sustentabilidade compatíveis a uma sociedade moderna cada vez mais exigente pelo acesso às tecnologias”.
O Demonstrador de Manufatura Avançada foi uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, por meio do esforço de 23 empresas do segmento da automação industrial instaladas no Brasil, junto com instituições voltadas ao desenvolvimento de tecnologia, no sentido de demonstrar que seria possível construir uma linha de produção para demonstrar sua aplicabilidade, gerando um salto nos padrões de produtividade tão necessários para alterar a capacidade de competição da indústria brasileira.
À Metal Work, de acordo com Cauduro, coube uma parte no sistema voltada a manipular produtos que, por ventura, apresentassem algum tipo de defeito durante a sua confecção, seja por leitura de código ou falha na usinagem ou dimensional, e devessem ser descartados da linha.
Graças ao sistema construtivo da família VLock da Metal Work altamente flexível, que permite se acoplar e fixar de forma rápida os mais diversos elementos sem a necessidade de nenhuma construção dedicada, admitem-se muitas formas e posições para acoplamento rápido, para diversos tipos de atuadores pneumáticos, eixos elétricos, pinças, guias lineares, mesas rotativas entre outros.
“Contando com essa flexibilidade – conclui Cauduro – após dimensionamento e especificação via software Easy Robotic da Metal Work, pudemos montá-lo em poucas horas, usando estruturas de máquina perfis de alumínio, o que permitiu várias simulações de configurações junto à linha de forma pratica, montando e reconfigurando, para buscar a melhor posição sem a necessidade de simulação virtual”.
Mudança,novidade | Por em 5 de maio de 2016
De acordo com a companhia, o executivo dará mais ênfase ao conceito The Connected Enterprise
A Rockwell Automation elegeu Blake D. Moret, um veterano com 30 anos na empresa, para presidente e diretor executivo, a partir de 1° de julho de 2016. Nessa data, Keith D. Nosbusch, 65 anos – que está em ambos os cargos desde 2004 -, deixará as posições, mas continuará na presidência do Conselho. Moret, 53 anos, é atualmente, vice-presidente sênior do segmento Control Products & Solutions da empresa. É formado pelo Instituto Tecnológico da Geórgia, onde completou o bacharelado em engenharia mecânica. Atuou como presidente do Conselho de Administração do Instituto de Manufatura da Associação Nacional de Fabricantes. Além disso, é membro do Conselho de Administração do Centro Ecológico Urbano, baseado em Milwaukee; do Conselho de Administração do United Way of Greater Milwaukee; e do Conselho Consultivo da Escola de engenharia mecânica de Woodruff, na Georgia Tech. Em 2011, foi nomeado vice-presidente sênior de Control Products & Solutions, um dos dois segmentos comerciais da empresa, com vendas no ano fiscal 2015 de US$ 3.6 bilhões.
Para Donald R. Parfet, diretor-chefe da companhia, Blake já provou ser um líder excepcional e pronto para liderar a empresa. ¨Estamos muito satisfeitos com o fato de que ele desenvolverá as muitas conquistas da empresa obtidas sob a direção de Keith e levará nossa visão de The Connected Enterprise ao próximo nível.” A Rockwell Automation, empresa dedicada à informação e automação industriais, tem sede em Milwaukee, WI (EUA) e emprega cerca de 22.000 pessoas, atendendo clientes em mais de 80 países.
Evento,Feira,Lançamento,máquina,novidade,Perspectivas | Por em 4 de maio de 2016
A TÀ PAGO, que disponibiliza uma sistema de gerenciamento de benefícios via celular, estará presente na feira Cards, Payment & Identification 2016, que será realizada de 15 a 17 de junho no Expo Center Norte, em São Paulo. A empresa aproveitará a oportunidade para lançar um novo serviço: o Private Label Mobile para grandes redes de varejo. O modelo, que está sendo testado junto a uma instituição da cidade de Pompéia, no interior de São Paulo, concentra toda a operação no celular, eliminando a necessidade de um cartão, além de reduzir custos.
“Estamos animados em participar da Cards, onde teremos um espaço de demonstração da nossa tecnologia. Um dos destaques será a nossa solução de pagamento mobile em um terminal de autoatendimento (“self-checkout”). Queremos reforçar o nosso posicionamento como uma empresa de mobile wallet”, afirma Vinicius Amorim, CEO da TÁ PAGO.
Atualmente, a empresa adota o modelo de pré-pago, em que o usuário compra créditos que são utilizados em uma rede conveniada – cerca de 250 estabelecimentos em Marília (SP). Outra oferta da TÁ PAGO é a gestão de benefícios trabalhistas, por meio de TÁ PAGO Alimentação, TÁ PAGO Refeição, TÁ PAGO Combustível e Convênio TÁ PAGO. “O grande diferencial em relação à nossa concorrência são as taxas mais baixas de administração – 3% contra 5% à 9% de outras companhias que atuam nesse setor de benefícios. Pela TÁ PAGO, é possível que o trabalhador tenha todos os benefícios em contas separadas e independentes, porém em um único aparelho celular”, ressalta Amorim.
Para 2016, a empresa espera expandir sua operação na região de Marília e Bauru, com possibilidades de ampliar a atuação em Jundiaí e incorporar o mercado de Campinas. “Nosso sistema é simples, seguro e contempla todos os modelos de celulares, com a facilidade de receber uma senha via SMS para informar o lojista e finalizar a operação”, explica o CEO da TÁ PAGO.
De acordo com o executivo, o consumidor é cada vez mais mobile. “Hoje em dia, ninguém mais sai de casa sem o celular; caso o esqueça, volta para buscá-lo. Já quando esquecemos a carteira, acabamos pegando dinheiro emprestado com alguém. Portanto, nada mais prático do que nosso aparelho celular ser nossa própria carteira”, ressalta Amorim.
Serviço
Feira Cards
Dias: 15 a 17 de junho de 2016
Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme
Sem categoria | Por em 25 de abril de 2016
Para realizar os testes pós-reparo de uma ECU diesel é necessário que o veículo esteja em sua oficina, o que complica a atividade do mecânico reparador, pois normalmente somente as ECUs são enviadas às oficinas que prestam estes serviços, atrapalhando o diagnóstico de falhas e tornando o trabalho demorado e a validação dos reparos mais difíceis.
Pensando nessa situação, a Chiptronic Tecnologia Automotiva apresenta o ECU Test Diesel PRO, que, segundo a empresa, se trata de uma bancada profissional para testes de ECUs diesel que simula os sensores e atuadores dos veículos, gerando sinais e grandezas elétricas com as características e particularidades de cada sistema de injeção, que são imprescindíveis para um diagnóstico correto e validação dos reparos feitos nas ECUs.
A empresa afirma que o equipamento, ligado a um scanner, não gerará códigos de falhas por falta de sensores e atuadores, permitindo ao usuário um diagnóstico preciso das falhas presentes nas ECUs, não havendo a necessidade de ligação de componentes externos (pedal do acelerador, injetores, eletroválvulas) – garantindo a precisão e eficiência nos testes de ECUs diesel em bancada.
O ECU Test Diesel PRO atende ao novo conceito de testes: No Fail Simulation (simulação sem falhas). Além disso, todos os cabos para simulação das ECUs do motor e conexão com diagnóstico acompanham o equipamento, que também permite atualizações constantes de novos hardwares e softwares.
Fonte portal O Mecânico
O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.
Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.