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blogManufatura Avançada: O futuro se faz presente na FEIMEC

A interligação e comunicação entre as máquinas em uma linha de produção, controlada e monitorada virtualmente, onde há uma interação entre o ambiente real e virtual, com acesso às informações necessárias de desempenho na fabricação de produtos individualizados, já é uma realidade na FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, evento de iniciativa da ABIMAQ e entidades do setor, que se realizará no período de 03 a 07 de maio, no São Paulo Exhibition & Convention Center

Inédito na América Latina, uma Linha de Fabricação Demonstração no Conceito de Manufatura Avançada, Indústria 4.0, como é chamada na Alemanha, será apresentada no maior e mais moderno evento para lançamento de novas tecnologias, a FEIMEC. Com investimento superior a R$ 5 milhões e envolvimento de mais de 20 empresas, além de apoio do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, o projeto contempla em paralelo à realização do Seminário “Manufatura Avançada: Indústria 4.0 Aplicação na Prática”, em parceria com a VDI – Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha – e gerenciamento do Instituto Mauá de Tecnologia.

De acordo com João Alfredo Delgado, diretor de Tecnologia da ABIMAQ, o objetivo principal do Demonstrador é disseminar o conceito da Manufatura Avançada, contemplando as tecnologias, métodos e processos flexíveis, onde o P&D e a Engenharia são fatores críticos para o sucesso, além de integrar o setor de bens de capital aos sistemas informatizados, ao Big Data, à Inteligência Artificial, à Internet das Coisas e de Serviços, entre outros.

A ABIMAQ e o IPDMAQ, em conjunto com as indústrias de máquinas e equipamentos, automação e controle, integradores, tecnologia da informação e instituições de ensino e fomento, estão desenvolvendo o projeto que, baseado no uso de sistemas físico-cibernéticos, vai otimizar os processos fabris, principal eixo dos conceito da Manufatura Avançada.

4ª Revolução Industrial

A FEIMEC apresentará aos visitantes com esse Demonstrador as principais tendências no que vem sendo chamado como a 4ª Revolução Industrial que, no Brasil, é sinônimo do que denominamos de Manufatura Avançada e vem transformando a maneira como projetamos, fabricamos, distribuímos e nos comunicamos em nossa cadeia de valor, mudando o patamar da competitividade da indústria de transformação no mundo, onde imperam os sistemas produtivos por encomenda, adaptados para as necessidades de cada processo produtivo, com enfoque na individualização dos produtos.

“A demonstração prática desse conceito – de acordo com Delgado – utiliza máquinas e equipamentos de alta tecnologia cedidos ao evento pelas empresas participantes com o objetivo de mapear competências técnicas instaladas nas indústrias brasileiras e no mercado, prospectar oportunidades de negócios e inserir o Brasil na rota tecnológica, que é tendência no cenário internacional. Nesse sentido, o projeto poderá subsidiar políticas públicas voltadas, entre outras, para a capacitação e o investimento tecnológico na indústria brasileira”.

A ABIMAQ e a Manufatura  Avançada

A primeira ação da ABIMAQ foi a instalação de um Laboratório de Comissionamento Virtual no Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio do CNPq, para atender a uma demanda por capacitação nessa tecnologia.

Anita Dedding, secretária executiva do IPDMAQ, explica que, em 2014, o IPDMAQ realizou o ABIMAQ Inova, fórum anual de inovação da indústria de máquinas e equipamentos, com o tema “A Indústria do Futuro”. Participaram empresas como a Festo, Kuka Roboter, Siemens do Brasil, entre outras, para desmistificar o conceito e mostrar, na prática, suas iniciativas de sucesso.

Em 2015, a ABIMAQ e o IPDMAQ foram convidados para participar do Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para discutir um plano de ações estruturantes para a Manufatura Avançada no Brasil. Nessas reuniões, a ABIMAQ e o IPDMAQ ressaltaram a importância para uma ação prática e que desafiassem as engenharias das indústrias de máquinas e equipamentos para esta tendência.

No final de 2015, ABIMAQ – IPDMAQ lançam um desafio às engenharias das empresas de bens de capital, para a criação de Linha de Fabricação Demonstração no Conceito de Manufatura Avançada, a ser apresentada na FEIMEC 2016, como uma resposta das empresas brasileiras a esta tendência da Manufatura Avançada.

O que é Manufatura Avançada

É uma indústria onde:

– O produto é individualizado;

– O produto leva suas características e “fala” com as máquinas;

– Há a completa integração do Espaço Físico Cibernético;

– O que acontece no mundo real acontece no  mundo virtual (Gêmeo Virtual);

– Existe intensa Comunicação Máquina-Máquina;

– As máquinas decidem sobre o melhor fluxo produtivo;

– Existe a integração de toda cadeia de valor;

– Está tudo conectado gerando o Big Data;

– O Data Analitics identifica tendências e antecipa ações;

– O ser humano tem um novo papel, como elemento criativo e gestor de recursos.

O que você verá no Demonstrador

É uma indústria onde:

– Robôs colaborativos;

– Manufatura Aditiva;

– RFID na produção;

– Comissionamento Virtual;

– Qualidade do produto integrado no processo;

– WiFi network na produção;

– Alto nível de customização;

– Comunicação Máquina-Máquina;

– QR Codes;

– Plataforma virtual para aquisições customizadas;

– Eficiência do processo com controle em tempo real.

 

 

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torneiraA Fortti, marca com endosso da Lorenzetti, é a primeira fabricante do segmento de torneiras em ABS a ter produtos certificados conforme Portaria 406/14 do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). A certificação reconhece a qualidade da marca, após a avaliação das peças que foram submetidas aos mesmos testes de norma das torneiras produzidas em metal sanitário.

No fim de 2015, a Lorenzetti recebeu a mesma certificação para produtos da linha de metais sanitários da empresa. Atender a todas as normas do INMETRO, que é o principal órgão de normalização e qualidade industrial do país, é mais um atestado da confiabilidade da marca Fortti. “Depositamos tamanha confiança nas torneiras da Fortti que, voluntariamente, submetemos as mesmas aos testes de norma com o mesmo rigor aplicado aos metais sanitários, reforçando a qualidade e durabilidade que é de extrema importância para o consumidor”, ressalta Alexandre Tambasco, gerente de marketing da Lorenzetti.

A marca Fortti foi lançada em 2010 pela Lorenzetti com a proposta de oferecer produtos que unem design, qualidade e preço acessível. Atualmente, o portfólio da marca Fortti conta com torneiras plásticas, ducha fria, acessórios para banheiros e jardinagem, assentos sanitários, válvulas de descarga e acabamentos para registro. Todos os produtos são compostos em plástico de engenharia, matéria-prima 100% reciclável e resistente.

A Fortti implantará o selo de certificação INMETRO nas embalagens dos produtos, reforçando a resistência e durabilidade das torneiras plásticas da empresa. Todos os produtos da marca Fortti possuem 12 anos de garantia.

 

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ferramentasAs Ferramentas de Calibração de Processos (PCT) constituem uma família de ferramentas Fluke que possibilitam aos usuários calibrar manômetros, sensores, transmissores e indicadores de temperatura, pressão, vazão e eletricidade, em campo ou em bancadas de Instrumentação e Elétrica.

Um sistema completo de calibração da pressão inclui componentes para gerar, controlar e medir a pressão (e, normalmente, para registrar dados a partir de algumas ou de todas essas funções). Alguns sistemas incluem duas ou todas essas funções em uma única unidade. Um procedimento para ajustar a unidade também é normalmente requerido.

Monitores de pressão e referências são leitores ou manômetros digitais que convertem a pressão em unidades de pressão numérica.

Fontes de pressão geram ou pressão pneumática (gás) ou hidráulica (óleo, água ou álcool, normalmente).

Para as aplicações PCT em campo, uma bomba de pressão manual ou uma bomba comparativa podem ser usadas em conjunto com um manômetro de referência; geralmente, isso proporciona controle suficiente para aplicações de campo. Na bancada, para pressões mais elevadas e onde um maior grau de controle ou automação é requerido, um cilindro de gás ou ar padrão da oficina pode ser usada com um controle.

Balanças de peso morto e Balanças de peso morto eletrônicas são sistemas portáteis que proporcionam as três funções – geração, controle e medição – em uma única unidade e são apropriados para uso em campo e na bancada.

Manômetros análogos e digitais são usados frequentemente para monitorar pressões em processos. Os manômetros dispõem de um mecanismo mecânico ou eletromecânico interno para converter a pressão de entrada em uma leitura.

Sensores e transmissores compreendem um sensor para detectar e medir a pressão e um transmissor, que converte a pressão medida em sinal elétrico, normalmente um sinal de 4-20 mA que pode se transmitido para um painel de controle, PLC ou outro leitor. Neste caso, há dois itens para serem calibrados.

O primeiro e mais importante passo reside em calibrar a relação entre pressão e resistência (ou pressão e voltagem) do sensor, e o segundo passo reside em calibrar e verificar a linearidade e desvio da conversão do sinal elétrico do sensor em um sinal de 4-20 mA.

A calibração do sensor requer uma fonte de pressão como de uma bomba de pressão manual e um manômetro de referência como o Fluke 700G se o sensor puder ser removido do circuito, ou um manômetro de referência situado no circuito adjacente ao sensor. A calibração do transmissor requer um calibrador multifuncional ou um calibrador de processo de documentação.

Se for constatado que o sensor ou transmissor está fora da tolerância, a amplitude e o desvio devem ser ajustados no transmissor. Se o transmissor usa um protocolo de comunicação digital, a amplitude e o desvio são ajustados através de um comunicador digital ou de um calibrador de processo de documentação capaz de realizar comunicação digital. De outra forma, são utilizados trimpots (potenciômetros em miniatura) no transmissor para ajustar a amplitude e o desvio.

Por que calibrar?

A necessidade de atingir resultados consistentes constitui um dos motivos mais importantes para a calibração. A exatidão é um importante recurso de um calibrador. Você poderá necessitar de um nível específico de exatidão para atender a padrões que especificam uma razão de exatidão de teste (TAR) ou uma razão de incerteza de teste (TUR). Por exemplo, muitos padrões requerem uma razão de 4:1 entre a tolerância especifica do equipamento sob teste (DUT) e a exatidão ou incerteza do equipamento de calibração.

Entretanto, a exatidão também é importante porque, quando padrões de alta exatidão são empregados, o tempo de inatividade precisa ser longo o suficiente apenas para verificar se os instrumentos ainda estão dentro da tolerância. Por contraste, com padrões de calibração de pouca exatidão, mais indicações de limites extremos e de fora da tolerância são constatados. Como resultado, uma verificação de rotina se transforma em um procedimento de ajuste adicional e em uma verificação final em cada um dos pontos de teste para provar que a condição “as left” está dentro da tolerância. Isto mais que duplica o tempo de inatividade e o tempo do técnico envolvido na conclusão da calibração. Isto ocorre porque padrões de pouca exatidão tendem a não ser consistentes entre si, o que nos obriga a realizar mais ajustes para corrigir erros fantasmas.

 

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Atlas Copco CMYKA multinacional sueca Atlas Copco possui um programa de incentivo à carreira de profissionais mulheres em suas unidades. Atualmente, a empresa está presente em mais de 180 países e conta com outras iniciativas pela qualidade de vida de seus colaboradores.

O trabalho no sentido de aumentar a proporção de mulheres em posição de gerência na Atlas Copco é contínuo. A rede Pleiades se empenha em possibilitar o crescimento e o desenvolvimento das colaboradoras da empresa, através de interações interfuncionais, divisionais e nacionais com outras mulheres do Grupo.

Para apoiar ainda mais a diversidade, a política de Grupo estipula que o recrutamento de gerentes deve contar com pelo menos uma candidata mulher, ao recrutar candidatos externos para cargos que exijam um diploma universitário.

Também existe um esforço para contratar pessoas de nacionalidades diferentes e priorizar que moradores do país onde a empresa se instala façam parte de sua gestão. Atualmente, cerca de dois terços de todos os gerentes seniores são recrutados localmente.

A cada dois anos, a empresa realiza uma pesquisa global com os funcionários, para mensurar sua satisfação. O desenvolvimento de competências é uma das formas de contribuir para a carreira de todos.

Recentemente, a Atlas Copco Brasil lançou o aplicativo Job Connexion, para que interessados em trabalhar na empresa recebam avisos sempre que surgir uma vaga compatível com seu perfil.

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COIM marca presença na FIMEC 2016

Icone Evento,Feira | Por em 7 de março de 2016

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coimA COIM Brasil – Chimica Organica Industriale Milanese, empresa italiana especialista na fabricação de poliuretano e poliéster para diversas aplicações, participa pela 18ª vez da FIMEC 2016, que acontece de 15 a 17 de março, no FENAC – Centro de Eventos e Negócios, em Novo Hamburgo-RS. A feira é direcionada à indústria e aos negócios do couro e calçado.

Segundo a Gerente de Marketing da COIM Brasil, Gabriela Nobre, estar presente na FIMEC é importante, não apenas com relação à exposição de produtos e lançamentos. “A cada ano que participamos da feira temos uma nova oportunidade para reafirmar nosso compromisso de estar cada vez mais próximos dos nossos clientes. Por ser realizada em Novo Hamburgo, a FIMEC tem um grande peso para o nosso relacionamento, principalmente com os clientes da América Latina”, afirma.

 Para este ano, a COIM Brasil aposta na sua linha de Urexter, sistema de poliuretano para a produção de solados, bastante utilizada na fabricação de calçados de segurança e de sapatos femininos. As vantagens apresentadas pelos produtos da linha Urexter da COIM são leveza, durabilidade, conforto, flexibilidade, isolamento térmico e elétrico, absorção de impacto e resistência a óleos e solventes.

Segundo José Paulo Victorio, Presidente da COIM Brasil, além dos produtos, quem passar pelo estande da COIM Brasil na FIMEC também poderá conferir as novidades e resultados de um ciclo de investimentos na marca dos R$ 25 milhões que vem sendo realizado desde 2014. “Em nossa unidade fabril em Vinhedo, SP, destaque para a construção do centro logístico interno com o que há de última tecnologia no mundo em movimentação de materiais e sistemas anti-incêndio, que permite atender aos pedidos dos clientes no prazo máximo de 72 horas, sendo que a maioria é entregue em até 24 horas. Também investimos em novos reatores para expandir a capacidade produtiva e facilitar a fabricação local de novos e sofisticados produtos”, aponta Victorio.

 Serviço:

FIMEC 2016 – Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes

De 15 a 17 de março

No FENAC, em Novo Hamburgo-RS – Centro de Eventos e Negócios

Na foto, Centro Logístico Interno da COIM Brasil, na unidade de Vinhedo-SP

 

 

 

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feimec

Capitaneado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), projeto envolveu mais de 20 empresas e entidades. Linha de produção inteligente, com 300 metros quadrados, será uma exclusividade da feira, que acontece de 3 a 7 de maio, em São Paulo.Conhecida também por Indústria 4.0, Indústria do Futuro e Fábrica Inteligente, a Manufatura Avançada está atualmente no centro do debate mundial sobre produtividade e inovação dos meios de produção. Considerado a quarta revolução industrial (antecedida pela mecânica, elétrica e digital), o novo paradigma representa a interação, autônoma e inteligente, entre sistemas de fabricação automáticos complexos.A combinação de modernos recursos de automação industrial com os avanços dos sistemas de computação, informação e comunicação via internet, permite que linhas de montagem e produtos troquem informações entre si ao longo do processo, ao mesmo tempo que diferentes unidades fabris tomam decisões sobre produção, compras e estoques sem interferência humana.O Brasil terá a primeira e exclusiva demonstração de Manufatura Avançada na FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, que acontece de 3 a 7 de maio, em São Paulo. O projeto, capitaneado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), envolveu mais de 20 empresas e entidades ligadas aos mais diferentes setores, como automação e controle, robótica, mecatrônica, comunicação e internet (internet das coisas), virtualização (virtual twin / comissionamento virtual) e vários outros (veja relação abaixo).

A realização da Manufatura Avançada durante a feira foi viabilizada pela ABIMAQ, que agregou os muitos setores envolvidos, firmou as parcerias e buscou o patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI.

A ABIMAQ integra o Grupo de Trabalho formado pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (MDIC), Ministério de Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) que visa transformar a Manufatura Avançada numa política de Estado, da mesma forma que acontece nos países mais adiantados nesse tema, como Alemanha e Estados Unidos.

 

Fábrica inteligente

Durante os cinco dias da FEIMEC, a fábrica inteligente produzirá cerca de 250 unidades customizadas de um acessório para escritório que une as funcionalidades de um porta-lápis e um porta-celular. Convidados, parceiros das empresas participantes, empresários, engenheiros, técnicos e outros visitantes da feira receberão um QR-Code via e-mail, que será lido a partir da tela do seu smartphone no início da linha de produção montada no pavilhão.

Em seguida, o “cliente” seleciona suas preferências em relação às cores e à disposição dos lápis no acessório. Ele não precisa informar o modelo de seu smartphone para definir a largura do suporte, pois o sistema faz essa identificação automaticamente no momento da leitura do QR-Code.

A fábrica inteligente vai ocupar uma área de 300 metros quadrados do pavilhão, onde os visitantes poderão acompanhar ao vivo todos os detalhes do processo de produção.

 

Empresas envolvidas no projeto de Manufatura Avançada da FEIMEC 2016

  • ABB LTDA.
  • AUTODESK DO BRASIL
  • BALTEC MAQUINAS AUTOMAÇÃO
  • CHEMPOXY
  • FESTO BRASIL LTDA.
  • HEXAGON MANUFACTURING INTELLIGENCE
  • INDÚSTRIAS ROMI S/A.
  • KUKA ROBOTER DO BRASIL LTDA.
  • MCK AUTOMAÇÃO INDÚSTRIAL EIRELI – EPP
  • MULT-E ENGENHARIA DIGITAL
  • NC SYSTEMS
  • PHOENIX CONTACT
  • PLMX SOLUÇÕES
  • POLLUX AUTOMATION
  • PRESS MAT
  • SICK
  • SIEMENS LTDA.
  • SMC PNEUMÁTICOS DO BRASIL LTDA
  • STÄUBLI SÃO PAULO
  • WESTCON INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL LTDA

Entidades que forneceram apoio institucional e operacional ao projeto de Manufatura Avançada na FEIMEC 2016

  • Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial – ABDI
  • Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos – ABIMAQ / IPDMAQ
  • Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha – VDI
  • Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES
  • Instituto Mauá de Tecnologia – IMT
  • Instituto Senai de Inovação Metalmecânica

 

Conteúdo

Para adicionar ainda mais valor à demonstração, a Manufatura Avançada será tema do seminário “Indústria 4.0: Aplicação na Prática” durante a FEIMEC 2016. O conteúdo apresentando por palestrantes nacionais e internacionais vai tratar de temas como: O futuro dos processos industriais no Brasil, Alemanha e Estados Unidos; Manufacturing Execution System – MES; gerenciamento de ciclo de vida do produto, sistema de gerenciamento de informações que integra dados, processos e sistemas de negócio – PLM, Simulação de Processos por Comissionamento Virtual; Internet das Coisas; Big Data; Espaço Físico Cibernético; Comunicação Máquina-Máquina; a individualização de produtos; Manufatura Aditiva; e Realidade Aumentada (programação sujeita a alterações).

Serviço: Mais informações pelo http://www.feimec.com.br/Home/Index

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municipio_oliveiradohospitalO Dia do Fornecedor Gamesa mostrou aos associados da ABIMAQ as oportunidades de negócios oferecidas pelo setor de energia eólica

Realizado no dia 24 de fevereiro, na sede da ABIMAQ, o evento promovido pela filial brasileira da espanhola Gamesa – um dos principais fabricantes mundiais de aerogeradores – despertou o interesse de um grande número de empresas dispostas a ampliar seus negócios em um setor que está passando longe da crise. “Este evento certamente vai oferecer oportunidades para a geração de novos negócios às empresas associadas à ABIMAQ”, ressaltou o presidente do Conselho de Administração da entidade, Carlos Pastoriza, na cerimônia de abertura.

Na primeira palestra do evento, o presidente do Conselho de Energia Eólica (CEE) da ABIMAQ, Roberto Veiga, analisou a situação e as perspectivas do setor eólico no Brasil. “Segundo consta no site da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil tem, hoje, 8,2 GW de energia eólica instalados dentro dos 18 GW já contratados, e os investimentos no setor devem totalizar R$ 45 bilhões para os próximos quatro anos. As empresas que quiserem participar desse mercado precisam observar o setor como uma oportunidade real de participação e decidirem entrar para ficar ”, ressaltou Veiga.

A seguir, José Antonio Miranda, CEO da Gamesa da América Latina, falou sobre a atuação da empresa no Brasil e no mundo. “Há 22 anos, nossa empresa se dedica exclusivamente ao setor eólico, tendo atingido 33,5 GW de capacidade instalada em 49 países, com quatro produtos plataforma, de 2,0; 2,5; 3,3 e 5,0 MW”, destacou Miranda.

Edgar Corrochano, CEO da Gamesa do Brasil, falou da importância dos fornecedores nos negócios da empresa. “Nós compramos 80% daquilo que vendemos. Nosso desafio é transformar a Gamesa Brasil em uma plataforma de exportação. Hoje, porém, isso não é possível porque nossos insumos têm custo 30% superior ao das outras fábricas da empresa no mundo”, explicou Corrochano.

A presidente da ABEEólica – Associação Brasileira de Energia Eólica, Elbia Silva Gannoum, abordou o futuro do setor no Brasil, ressaltando que o país é o segundo mais atrativo no mundo em energia renovável. “Nosso modelo de leilões tem se mostrado eficiente e tem sido copiado por outros países. Hoje, há cerca de 9,0 GW de capacidade instalada e, em geração efetiva, o setor equivale à usina de Belo Monte em geração”, relatou Elbia. Outra informação importante foi a realização de dois leilões de reserva ainda este ano (1º e 2º semestres), o que daria uma visibilidade de continuidade ao setor para os anos de 2018 e 2019.

O cenário da mão de obra para as atividades do setor eólico foi o tema de Diogo Forghieri Vidal, representante da Randstad, empresa de soluções em Recursos Humanos, com forte presença no setor eólico. “Andando na contramão dos outros segmentos, o setor eólico oferece perspectivas positivas para o mercado de mão de obra, com a possibilidade de manter 45 mil empregos anuais”, disse Vidal.

Guilherme Arantes, do BNDES, falou das regras específicas do banco para aerogeradores, com ênfase no índice de nacionalização. Segundo ele, o efeito dessas regras na cadeia de produção foi o surgimento de novas oportunidades para a cadeia de fornecimento, criando novas fábricas, expansões e empregos, “pelo menos 50 novos investimentos em novas plantas e ampliações com investimentos da ordem de R$ 1 bilhão foram realizados desde então”.

Bruno Muller, da área de financiamentos do BNDES, enfatizou que não vai faltar financiamento em infraestrutura ao setor de geração de energia e nem recursos para incentivar o setor eólico.

Bruno Plattek, da área de Bens de Capital do BNDES, explicou as diretrizes do BNDES ProBK, linha de crédito para bens de capital, e afirmou que “o setor eólico é um dos mais relevantes, com demanda perene, previsível e regulada”.

Manuel Uribarri, diretor de Compras da Gamesa da América Latina, e Rodrigo Ferreira, diretor de Compras do Brasil, explicaram as oportunidades oferecidas pela empresa para a cadeia produtiva. Uribarri frisou que as ações e diretrizes da empresa junto aos seus parceiros ultrapassam as exigências do BNDES, para reduzir os riscos e melhorar os custos. Ferreira reiterou a necessidade de melhorar a produtividade para viabilizar a exportação de equipamentos, contando com parcerias que possibilitem uma visibilidade de longo prazo para os parceiros da empresa.

Murilo Okazaki, do Departamento de Tecnologia, Pablo Pérez, diretor de Qualidade e HSE, e Miguel García, diretor Industrial, trataram do desenvolvimento da cadeia de fornecimento da Gamesa. Para Okazaki, a evolução da tecnologia tem sido um fator fundamental para o sucesso da empresa. Pérez falou dos princípios adotados com vistas a melhorar continuamente a qualidade, com ênfase na garantia da segurança e saúde dos funcionários. Já García reiterou que os custos de produção no Brasil são 30% superiores aos das outras unidades da Gamesa, quando comparados ex-works, e cerca de 7% colocados no Brasil, sendo necessário reduzir esse gap, para que a empresa tenha condições de fornecer aos países da região.

RODADA DE NEGÓCIOS

Mais de 300 pessoas participaram das palestras, superando as melhores expectativas de público. Além disso, representantes de empresas, interessadas em obter informações detalhadas sobre as possibilidades de se tornarem fornecedores do setor de energia eólica, reuniram-se com compradores técnicos da Gamesa na Rodada de Negócios, ocorrida após as palestras.

“Acredito que o evento superou as expectativas e pode de uma maneira clara e objetiva mostrar as oportunidades do setor como um todo, abordando as particularidades de um dos sete fabricantes instalados no Brasil, a Gamesa, e também contando com esclarecimentos sobre metodologias aplicadas à contratação no setor, seja de fornecedores, mão de obra e o necessário financiamento a todos os elos dos projetos para desenvolvimento do setor eólico no Brasil” concluiu Veiga.

 

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averyA Avery Dennison Corporation (NYSE:AVY) anunciou hoje a indicação de Hassan Rmaile como Vice-Presidente Global de R&D para o Grupo Materiais.   Ele substituirá Sjaak Elmendorp que se aposenta após 22 anos de atuação na empresa.

Como VP Global de R&D, Rmaile cuidará da extensa rede global de R&D (Pesquisa & Desenvolvimento) e focará seus esforços na identificação de aplicações novas e inusitadas, além de manter o crescimento do desempenho dos materiais e sua atratividade em termos de custo.

Rmaile vem da H.B. Fuyller, baseada em St. Paul, Minnesota (EUA), uma empresa global de adesivos industriais, onde atuou como Vice-Presidente, Chefe de Tecnologia e Responsável pela Inovação.  Antes de atuar na H.B. Fuller, ele foi responsável por aumentar a liderança comercial e de inovação da Ashland Incorporated, uma empresa de especialidades químicas.

“Hassan traz uma forte experiência de liderança global em R&D e sucesso comprovado na comercialização de novas tecnologias e produtos, melhorando a rentabilidade do negócio,” declara Georges Gravanis, Presidente da Avery Dennison Materials Group. “Ele é um experiente líder global de inovação em vários setores do mercado de especialidades químicas.“

Rmaile tem o título de PhD em Química pela Florida State University, MBA em Finanças pela University of Delaware e Bacharelado em Química pela American University of Beirut, do Líbano.

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esocialEvento objetivou preparar as empresas para o novo sistema de envio de informações sociais e previdenciárias que será obrigatório a partir de setembro deste ano

Cumprindo com a função de prestar informações que colaborem com o melhor preparo e a otimização da gestão interna das empresas, a ABIMAQ, em conjunto com a ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), promoveu o Seminário eSocial, no dia 16 de fevereiro, na sede da ABIMAQ.

Carlos Pastoriza, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, na abertura do evento, externou a preocupação da ABIMAQ em esclarecer as empresas sobre o eSocial – Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas.

Para o vice-presidente do Conselho de Administração da ABINEE, André Saraiva, o trabalho em conjunto com a ABIMAQ endossa a expressão “juntos somos mais fortes” e proporciona a unificação do conhecimento: “Durante este ano, convocaremos reuniões objetivando a troca da experiência, o aprimoramento dos nossos conhecimentos e a maior agilidade nos processos no que tange às relações de trabalho e outros temas que porventura façam parte da nossa pauta”.

O eSocial

O auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil, Paulo Roberto Magarotto, iniciou sua palestra explicando sobre o conceito do eSocial e os entes participantes do sistema – Receita Federal (RFB), Caixa Econômica Federal (CEF), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Ministério da Previdência Social (MPS).

“O eSocial é um projeto de grande vulto, que vai automatizar o processo, e as empresas precisam estar preparadas para essa mudança”, destacou Magarotto, esclarecendo que “atualmente, as empresas são obrigadas a preencher diversas declarações e documentos que possuem as mesmas informações, como GFIP, FGTS, CAGED, RAIS, RFB, PPP, CAT e Registro do Trabalhador. Para facilitar o processo e prestar informações com mais qualidade, foi criado o eSocial, banco de dados que substituirá todas as obrigações por uma única obrigação acessória”.

Como parte integrante do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), o eSocial exigirá que todos os contratantes de mão de obra remunerada enviem à Administração Pública Federal, por meio de um único documento digital, todas as informações trabalhistas, previdenciárias, fundiárias e tributárias relativas aos seus trabalhadores, sendo que esses dados estarão disponíveis para acesso e consulta aos órgãos competentes.

Benefícios do eSocial

A automação dos processos busca:

– Cortar custos, por meio da integração de aplicações;

– Redução do trabalho;

– Aceleração do tempo de execução das atividades;

– Substituição de processos manuais por aplicações de software.

“Como resultado, o eSocial visa gerar o direito garantido, processos simplificados, informações consistentes e transparência fiscal”, ressaltou Magarotto.

Além disso, o auditor-fiscal comentou sobre o processo de transmissão de arquivos e as obrigações acessórias que serão substituídas e simplificadas gradualmente.

Qualificação cadastral

Larissa Assoli Silva, coordenadora da Caixa Econômica Federal, apresentou a qualificação cadastral, que é a primeira etapa do eSocial e tem por objetivo identificar as inconsistências dos dados cadastrais dos trabalhadores, em relação às bases do CNIS e do Cadastro CPF.

Além disso, destacou a composição do cadastro NIS e a qualificação dos identificadores (NIS e CPF), citando os seguintes reflexos do eSocial no FGTS:

– Otimização de rotinas;

– Recolhimento mensal;

– Recolhimento rescisório;

– Fluxo de tratamento da informação.

Ao final das apresentações, o público presente enviou perguntas que foram respondidas pelos palestrantes.

Implantação

Setembro de 2016: Empresas com faturamento em 2014 superior a R$ 78 milhões. Exceto eventos SST: Janeiro de 2017

Janeiro de 2017: Todos os demais, inclusive: ME, EPP, MEI, Segurado Especial, Produtor Rural PF, através de Sistema Simplificado. Exceto eventos SST: Julho/2017

Outubro/2015 – Simples Doméstico

Serviço – Mais informações, acesse: www.esocial.gov.br

 

 

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veoliaA Veolia Water Technologies, empresa mundial na prestação de serviços relacionados ao tratamento de água e efluentes, apresenta Vera Lucia Casson Greco como nova Diretora de Propostas da empresa no Brasil.

Formada em engenharia de saneamento pelo Instituto Mauá de Tecnologia, Vera também cursou matemática e estatística pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A executiva tem 30 anos de experiência e já passou por empresas da área de saneamento como Degrémont, OTV e Filsan.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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