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feiraConfira abaixo depoimento da Presidente da ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), sobre o panorama do mercado e as expectativas para a 19ª edição da EXPOSEC International Security Fair, que será realizada de 10 a 12 de maio de 2016, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo.

1- Como está o mercado de segurança eletrônica no Brasil?

Mesmo com os impactos da crise econômica e política pela qual o país passa atualmente, o mercado de segurança eletrônica continua registrando índices de crescimento.  Isso ocorre devido a uma junção de diversos fatores. De um lado, o empenho de seus empresários no sentido de investir na busca de alternativas para enfrentar os desafios da crise, buscando tornar suas empresas cada vez mais competitivas, por meio de investimentos em desenvolvimento de novas tecnologias, qualidade de produtos e serviços, capacitação e capacidade produtiva.  E, de outro, as oportunidades geradas pela redução dos investimentos em segurança dos governos federal, estaduais e municipais que acabam estimulando os investimentos privados, a facilitação ao acesso a novas tecnologias nesta área, a necessidade das pessoas e empresas continuarem investindo em segurança preventiva e na atualização dos sistemas que já mantêm e ainda a redução das importações, ocasionada pela elevação da taxa de câmbio.

2- Quais são os principais desafios deste mercado?

Entre os principais desafios do mercado de segurança eletrônica estão aregulamentação da atividade e o aumento do conhecimento do consumidor final sobre sua importância em relação à segurança das pessoas, seu patrimônio e ao desenvolvimento tecnológico e socioeconômico do país.

3- E as principais tendências?

A tendência desse mercado é que cada vez mais seus produtos e serviços façam parte do dia a dia dos consumidores – empresas e pessoas – como ferramentas que auxiliam os órgãos públicos a garantir a segurança dos cidadãos. E, dessa forma, continue crescendo, até pelo potencial de mercado que o país apresenta. Estima-se, por exemplo, que somente 15% das residências brasileiras utilizam sistemas eletrônicos de segurança, enquanto que na Europa essa situação é inversamente proporcional. Lá são 85%. Esses dados dão uma ideia do potencial do mercado de segurança eletrônica brasileiro. Também, a integração do segmento de segurança eletrônica com o de automação e a internet das coisas para o segmento. Tudo integrado, facilitando o controle e aumentando o nível de segurança do usuário.

 

4- Em sua opinião, como a Exposec contribui para o desenvolvimento do setor?

A Exposec contribui de maneira significativa. É um evento que já se consagrou como vitrine do que há de mais novo em tecnologia de segurança eletrônica e fomentador de novos negócios, reúne os mais importantes players do segmento e público extremamente qualificado. Além disso, a cada ano, aumenta a visibilidade do segmento, suas empresas, produtos e serviços, por meio da divulgação feita pelos principais veículos de comunicação do país. O evento contribui para aumentar a representatividade do segmento de segurança eletrônica em relação a sua importância socioeconômica para o país.

5- Quais serão as novidades que os visitantes poderão conferir, entre lançamentos, novas tecnologias e serviços?

A Exposec, por meio dos mais de 800 expositores, nacionais e internacionais, trará, como sempre tem ocorrido, o que existe de mais novo em produtos e serviços de segurança eletrônica, tanto para o mercado empresarial como para o doméstico. Entre essas novidades, podemos destacar as câmeras Full HD, os diferentes tipos de biometria e softwares inteligentes, além de toda atecnologia de segurança eletrônica que pode ser aplicada à conectividade, seja nas empresas, em nossas casas ou em nossos meios de locomoção particulares e públicos.

6- E as expectativas para a Exposec 2016?

Tenho certeza que esta edição da Exposec terá resultados positivos em dimensão, número de expositores e itens de exposição, qualidade de serviços, produtos, informações sobre o mercado e inovações tecnológicas, qualificação de público e geração de um ambiente de criação de oportunidades de negócios. Para a ABESE também será uma grande oportunidade de mostrar os resultados do trabalho que vem desenvolvendo ao longo dos seus 20 anos de atuação buscando a profissionalização, a capacitação e a regulamentação da atividade, ações que têm sido fundamentais para a consolidação e fortalecimento desse mercado. Assim como chamar a atenção dos empresários que ainda não são associados à ABESE a se associarem para que, juntos e organizados, possamos aumentar ainda mais a nossa representatividade perante órgãos públicos e entidades da iniciativa privada na defesa dos interesses do nosso segmento.

7 – Perspectivas para o setor.

Nosso segmento tem boas perspectivas. Tem um histórico de desenvolvimento importante e continuará se desenvolvendo, apesar da crise. E essedesenvolvimento não se limita apenas ao crescimento de faturamento. Mas também se materializa por meio de novas tecnologias, profissionalização, melhoria de qualidade dos produtos e serviços, produtividade, entre outros aspectos. Nesse contexto, eu gostaria de destacar o trabalho que vem sendo desenvolvido pelas câmaras técnicas setoriais da ABESE que, durante a Exposec deste ano, apresentarão ao mercado o processo para a certificação profissional de consultores especializados e a análise e a validação das empresas de segurança eletrônica. Sob o aspecto institucional, vale salientar o trabalho desenvolvido durante os 20 anos de atuação da nossa entidade que resultou na constituição de 19 sindicatos em todo o país e da FENABESE (Federação Interestadual das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), ratificada em 2015. É importante mencionar também o trabalho da ABESE junto ao poder legislativo que incluiu na pauta de votação da Câmara dos Deputados a regulamentação da atividade de segurança eletrônica e seu posicionamento adequado no texto do Projeto de Lei 4.238/12, que institui o Estatuto da Segurança Privada.

8 – Números do setor.

O segmento de sistemas eletrônicos de segurança registrou, em 2015,crescimento no faturamento de 6% em comparação a 2014, atingindo R$ 5,4 bilhões. Vale ressaltar, nesse contexto, que a indústria nacional de sistemas de alarmes obteve um crescimento de 15% em seu faturamento no mesmo período. Isso ocorreu devido à valorização cambial que reduziu as importações e estimulou o crescimento dessa área, que, em especial, aproveitou essa oportunidade para investir, ocupar o espaço aberto pela redução de importações e crescer.

Mais informações Exposec: www.exposec.tmp.br/

Serviço

XIX EXPOSEC | International Security Fair

Data: 10 a 12 de maio de 2016, das 13h às 20h

* Evento gratuito para profissionais do setor


Evento Simultâneo:
Congresso Brasileiro de Segurança Privada (COBRASE)

Data: 11 de maio de 2016, das 13h às 20h

* Evento gratuito sem inscrições prévias, por ordem de chegada


Local
: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Água Funda, São Paulo – SP

Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara

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fesquaConsolidada como a maior feira da indústria de esquadrias na América Latina, a FESQUA | Feira Internacional de Esquadrias, Ferragens e Componentes será realizada de 21 a 24 de setembro de 2016, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo. Dirigida aos profissionais da construção civil como fabricantes de esquadrias, engenheiros, construtores, arquitetos, serralheiros, consultores, vidraceiros e compradores deste segmento, em sua 11ª edição, apresenta soluções em portas e janelas, fachadas, acessórios, componentes, portões, vidros, maquinário e equipamentos de ponta para a indústria.

Entre as grandes marcas já confirmadas estão: ALCOA ALUMINIO, ALUMISOFT SISTEMAS, BELMETAL, CORTESA, EMMEGI DO BRASIL, FERMAX, GLASS VETRO, IDEIA GLASS, PADO, SAINT-GOBAIN DO BRASIL, SAPA ALUMINIUM BRASIL, SOMFY DO BRASIL, SPACE GLASS e UDINESE METAIS.

Segundo Rimantas Sipas, diretor comercial da Cipa Fiera Milano, o atual cenário econômico trouxe novos desafios às empresas. “No segmento de esquadrias, as empresas têm apostado na oferta de novos serviços e no uso da tecnologia. O crescimento deste mercado virá de novas áreas de atuação, com tecnologia, customização, investimento no portfólio e linhas complementares de produtos”.

Além da área expositiva a FESQUA 2016 oferecerá diversas oportunidades para estreitar o relacionamento com clientes, conhecer novos fornecedores e as principais tendências do mercado como o Tecno Fachadas | Salão de Tecnologia e Acabamento de Fachadas, com as mais recentes tecnologias e soluções em acabamentos de fachadas. Com foco no fabricante de esquadrias traz eventos de conteúdo e atualização profissional através da Expo Serralheria | Feira de Equipamentos e Serviços para Serralherias e do Sebraser | Seminário Brasileiro de Serralheria. Os eventos são organizados pela Cipa Fiera Milano com realização da Cesar Tavares Comunicações.

Mais informações: www.fesqua.com.br

Serviço

11ª FESQUA | Feira Internacional de Esquadrias, Ferragens e Componentes

Eventos Simultâneos: 10ª Tecno Fachadas | Salão de Tecnologia e Acabamento de Fachadas; 18ª Expo Serralheria | Feira de Equipamentos e Serviços para Serralherias; Sebraser | Seminário Brasileiro de Serralheria e 10ª FEITINTAS | Feira da Indústria de Tintas, Vernizes e Produtos Correlatos.

Data: 21 a 24 de setembro de 2016, 4ª a 6ª das 14h às 21h | Sábado das 10h às 19h
Local:
São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo – SP – Brasil
Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara
* Evento gratuito para profissionais do setor

 

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Acesse e confira!

http://www.ps.com.br/revista-digital/edicao-n-494—ano-41

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johnsonA Johnson Controls anuncia que entrou na comunidade da Cisco® Digital Ceiling como sócia fundadora do sistema de automação predial. A estrutura da Digital Ceiling fornece uma plataforma que proporciona melhores experiências ao usuário por meio da convergência da rede de TI e de tecnologia predial, incluindo iluminação, aquecimento, refrigeração, segurança, detecção de movimento e outros sensores e atuadores.

“Os proprietários e operadores de edifícios estão olhando para nós para identificar como a tecnologia pode apoiar os seus resultados de negócios, reduzindo custos e minimizando os riscos”, diz Jim Nannini, vice-presidente de Integração de Grandes Sistemas Prediais da Johnson Controls (BWSI) América do Norte. “À medida que mais dados se tornam disponíveis, a capacidade de integração de sistemas da Johnson Controls permite que os proprietários de edifícios e operadores tomem decisões mais criteriosas para que os edifícios se tornem mais inteligentes, conectados e seguros.”

Assim como a Cisco, a Johnson Controls acredita que a estrutura do Digital Ceiling oferece aos proprietários e operadores uma maneira para aplicar os benefícios da Internet em todas as instalações e criar “novas experiências transformadoras” para os usuários do edifício, melhorando significativamente a produtividade, a segurança e o conforto dos ocupantes.

“A Cisco está animada para continuar a crescer nosso relacionamento com a Johnson Controls e dá as boas-vindas a ela como um de nossas sócias fundadoras para ajudar a trazer o Digital Ceiling à vida”, comenta Tony Shakib, vice-presidente da unidade de negócio vertical IoT da Cisco. “A posição de liderança da empresa como uma das integradoras mais experientes e sua extensa linha de tecnologias para edifícios e seu relacionamento com clientes vão ajudar a moldar e a acelerar esta transformação do negócio.”

A Johnson Controls e a Cisco têm uma longa história de colaboração bem-sucedida para gerar real valor de negócio para os clientes e têm trabalhado juntas em uma aliança global desde 2008, focada em habilitar a perfeita integração entre tecnologias prediais e de informação.

 

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abimaqO Blog Industrial transcreve abaixo e na íntegra o posicionamento da ABIMAQ frente ao momento econômico atual.

Avança Brasil!

A ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, entidade que representa mais de 7,5 mil fabricantes de máquinas e equipamentos em todo o território nacional, acredita que as instituições brasileiras estão em pleno funcionamento, fruto do amadurecimento da nossa democracia.

 

Neste contexto, reiteramos as expressões do nosso total e irrestrito apoio ao princípio da legalidade, respeito aos preceitos estabelecidos na Constituição Federal e obediência ao devido processo legal.

 

Reafirmamos o nosso apoio ao Poder Judiciário, à Polícia Federal e ao Ministério Público na apuração e responsabilização daqueles que praticaram atos ilícitos ou que se beneficiaram deles, em detrimento de toda a sociedade brasileira e que resultaram em uma das maiores crises políticas e econômicas da história do Brasil.

 

A sociedade brasileira tem pressa, espera e cobra das instituições uma solução rápida para o impasse que se estabeleceu na política brasileira e que tanto tem prejudicado a nossa economia. O Brasil parou e precisa voltar a caminhar rumo ao restabelecimento da economia, o que só será possível com a rápida solução da crise política.

 

A atual crise ética e política têm sido catastrófica para a indústria e trabalhadores. Nós da ABIMAQ repudiamos que as desavenças e embates políticos se sobreponham aos interesses maiores da nação. A indústria, que já vem agonizando há anos em um claro processo de desindustrialização por conta de equívocos cometidos na política econômica, não suportará esse quadro de profundas incertezas que só pioram as perspectivas econômicas.

 

O Brasil tem pressa. É imprescindível restabelecer a governabilidade sejam quais forem os desdobramentos do processo de impeachment que tramita no Congresso Nacional.

 

O setor produtivo cobra celeridade, serenidade e espírito público daqueles que compõem os três poderes da República, para que o país possa retomar o caminho da confiança e crença no futuro, que passa, necessariamente, por reascender o espírito empreendedor dos brasileiros, com a retomada da indústria e geração de empregos.

 

Carlos Pastoriza

 

Presidente – Conselho de Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ

 

 

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abadAbaixo, segue na íntegra o  posicionamento dos agentes nacionais de distribuição da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de produtos industrializados, a ABAD, sobre a atual crise política econômica do País.  

Os agentes nacionais de distribuição, que representam 5% do PIB brasileiro, vêm a público posicionar-se sobre o difícil momento pelo qual passa o nosso país.

Este setor gera mais de 5 milhões de empregos diretos e indiretos, sendo responsável por abastecer famílias com produtos básicos de alimentação, higiene e limpeza em todos os 5.570 municípios brasileiros, por meio do pequeno e médio varejo mercearil.

Dessa forma, conhece como poucos os reflexos da retração econômica no dia a dia da população brasileira e dos pequenos comerciantes.

Estamos diante de uma grave crise que vem comprometendo a governabilidade e gerando incertezas que prejudicam a necessária adoção de medidas capazes de reconduzir o Brasil ao caminho do crescimento.

Em decorrência de uma política econômica desastrosa e medidas impensadas que trouxeram benefícios imediatos para alguns à custa da prosperidade futura de todos, nossas empresas hoje se encontram na difícil situação de reduzir seus investimentos, eliminar postos de trabalho e perder a corrida da competitividade com seus pares do mercado internacional.

A produção industrial cai, o comércio fecha as portas e o consumidor vê seu poder de compra cada vez mais reduzido, a despeito do já imenso e ainda crescente volume de tributos pagos.

É uma situação insustentável, criada a partir das escolhas equivocadas do poder executivo na gestão do país. Em uma empresa privada, o gestor que produzisse um resultado tão desastroso perderia seu posto imediatamente.

Em se tratando de um país, o gestor público goza de amparo legal que o resguarda e garante a observação dos ritos democráticos. O que não quer dizer, contudo, que os governantes não devam prestar contas de seus atos, nem que não possam ser cobrados por sua falta de visão ou por sua incúria.

Por essa razão, durante o encontro nacional realizado nesta segunda-feira, 21 de março, em Cuiabá/MT, a ABAD, entidade nacional do setor, com o apoio de suas 27 filiadas estaduais, deixa clara sua posição em defesa de três pontos essenciais para a recuperação de nossa economia:

– A necessidade urgente de mudanças radicais na condução da política econômica, de modo a recuperar a confiança de empresários e investidores dentro e fora do país;

– A aprovação imediata de medidas voltadas a impulsionar o desempenho dos setores produtivos, em especial nos campos tributário e trabalhista; e

– O total compromisso do governo, seja o atual ou outro que eventualmente o substitua, de buscar o equilíbrio fiscal por meio da austeridade nos gastos e de cortes reais no custeio da máquina pública, e não por meio da elevação da carga tributária, que penaliza as empresas e os cidadãos brasileiros.

 

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blogManufatura Avançada: O futuro se faz presente na FEIMEC

A interligação e comunicação entre as máquinas em uma linha de produção, controlada e monitorada virtualmente, onde há uma interação entre o ambiente real e virtual, com acesso às informações necessárias de desempenho na fabricação de produtos individualizados, já é uma realidade na FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, evento de iniciativa da ABIMAQ e entidades do setor, que se realizará no período de 03 a 07 de maio, no São Paulo Exhibition & Convention Center

Inédito na América Latina, uma Linha de Fabricação Demonstração no Conceito de Manufatura Avançada, Indústria 4.0, como é chamada na Alemanha, será apresentada no maior e mais moderno evento para lançamento de novas tecnologias, a FEIMEC. Com investimento superior a R$ 5 milhões e envolvimento de mais de 20 empresas, além de apoio do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, o projeto contempla em paralelo à realização do Seminário “Manufatura Avançada: Indústria 4.0 Aplicação na Prática”, em parceria com a VDI – Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha – e gerenciamento do Instituto Mauá de Tecnologia.

De acordo com João Alfredo Delgado, diretor de Tecnologia da ABIMAQ, o objetivo principal do Demonstrador é disseminar o conceito da Manufatura Avançada, contemplando as tecnologias, métodos e processos flexíveis, onde o P&D e a Engenharia são fatores críticos para o sucesso, além de integrar o setor de bens de capital aos sistemas informatizados, ao Big Data, à Inteligência Artificial, à Internet das Coisas e de Serviços, entre outros.

A ABIMAQ e o IPDMAQ, em conjunto com as indústrias de máquinas e equipamentos, automação e controle, integradores, tecnologia da informação e instituições de ensino e fomento, estão desenvolvendo o projeto que, baseado no uso de sistemas físico-cibernéticos, vai otimizar os processos fabris, principal eixo dos conceito da Manufatura Avançada.

4ª Revolução Industrial

A FEIMEC apresentará aos visitantes com esse Demonstrador as principais tendências no que vem sendo chamado como a 4ª Revolução Industrial que, no Brasil, é sinônimo do que denominamos de Manufatura Avançada e vem transformando a maneira como projetamos, fabricamos, distribuímos e nos comunicamos em nossa cadeia de valor, mudando o patamar da competitividade da indústria de transformação no mundo, onde imperam os sistemas produtivos por encomenda, adaptados para as necessidades de cada processo produtivo, com enfoque na individualização dos produtos.

“A demonstração prática desse conceito – de acordo com Delgado – utiliza máquinas e equipamentos de alta tecnologia cedidos ao evento pelas empresas participantes com o objetivo de mapear competências técnicas instaladas nas indústrias brasileiras e no mercado, prospectar oportunidades de negócios e inserir o Brasil na rota tecnológica, que é tendência no cenário internacional. Nesse sentido, o projeto poderá subsidiar políticas públicas voltadas, entre outras, para a capacitação e o investimento tecnológico na indústria brasileira”.

A ABIMAQ e a Manufatura  Avançada

A primeira ação da ABIMAQ foi a instalação de um Laboratório de Comissionamento Virtual no Instituto Mauá de Tecnologia, com apoio do CNPq, para atender a uma demanda por capacitação nessa tecnologia.

Anita Dedding, secretária executiva do IPDMAQ, explica que, em 2014, o IPDMAQ realizou o ABIMAQ Inova, fórum anual de inovação da indústria de máquinas e equipamentos, com o tema “A Indústria do Futuro”. Participaram empresas como a Festo, Kuka Roboter, Siemens do Brasil, entre outras, para desmistificar o conceito e mostrar, na prática, suas iniciativas de sucesso.

Em 2015, a ABIMAQ e o IPDMAQ foram convidados para participar do Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada, criado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para discutir um plano de ações estruturantes para a Manufatura Avançada no Brasil. Nessas reuniões, a ABIMAQ e o IPDMAQ ressaltaram a importância para uma ação prática e que desafiassem as engenharias das indústrias de máquinas e equipamentos para esta tendência.

No final de 2015, ABIMAQ – IPDMAQ lançam um desafio às engenharias das empresas de bens de capital, para a criação de Linha de Fabricação Demonstração no Conceito de Manufatura Avançada, a ser apresentada na FEIMEC 2016, como uma resposta das empresas brasileiras a esta tendência da Manufatura Avançada.

O que é Manufatura Avançada

É uma indústria onde:

– O produto é individualizado;

– O produto leva suas características e “fala” com as máquinas;

– Há a completa integração do Espaço Físico Cibernético;

– O que acontece no mundo real acontece no  mundo virtual (Gêmeo Virtual);

– Existe intensa Comunicação Máquina-Máquina;

– As máquinas decidem sobre o melhor fluxo produtivo;

– Existe a integração de toda cadeia de valor;

– Está tudo conectado gerando o Big Data;

– O Data Analitics identifica tendências e antecipa ações;

– O ser humano tem um novo papel, como elemento criativo e gestor de recursos.

O que você verá no Demonstrador

É uma indústria onde:

– Robôs colaborativos;

– Manufatura Aditiva;

– RFID na produção;

– Comissionamento Virtual;

– Qualidade do produto integrado no processo;

– WiFi network na produção;

– Alto nível de customização;

– Comunicação Máquina-Máquina;

– QR Codes;

– Plataforma virtual para aquisições customizadas;

– Eficiência do processo com controle em tempo real.

 

 

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torneiraA Fortti, marca com endosso da Lorenzetti, é a primeira fabricante do segmento de torneiras em ABS a ter produtos certificados conforme Portaria 406/14 do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). A certificação reconhece a qualidade da marca, após a avaliação das peças que foram submetidas aos mesmos testes de norma das torneiras produzidas em metal sanitário.

No fim de 2015, a Lorenzetti recebeu a mesma certificação para produtos da linha de metais sanitários da empresa. Atender a todas as normas do INMETRO, que é o principal órgão de normalização e qualidade industrial do país, é mais um atestado da confiabilidade da marca Fortti. “Depositamos tamanha confiança nas torneiras da Fortti que, voluntariamente, submetemos as mesmas aos testes de norma com o mesmo rigor aplicado aos metais sanitários, reforçando a qualidade e durabilidade que é de extrema importância para o consumidor”, ressalta Alexandre Tambasco, gerente de marketing da Lorenzetti.

A marca Fortti foi lançada em 2010 pela Lorenzetti com a proposta de oferecer produtos que unem design, qualidade e preço acessível. Atualmente, o portfólio da marca Fortti conta com torneiras plásticas, ducha fria, acessórios para banheiros e jardinagem, assentos sanitários, válvulas de descarga e acabamentos para registro. Todos os produtos são compostos em plástico de engenharia, matéria-prima 100% reciclável e resistente.

A Fortti implantará o selo de certificação INMETRO nas embalagens dos produtos, reforçando a resistência e durabilidade das torneiras plásticas da empresa. Todos os produtos da marca Fortti possuem 12 anos de garantia.

 

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ferramentasAs Ferramentas de Calibração de Processos (PCT) constituem uma família de ferramentas Fluke que possibilitam aos usuários calibrar manômetros, sensores, transmissores e indicadores de temperatura, pressão, vazão e eletricidade, em campo ou em bancadas de Instrumentação e Elétrica.

Um sistema completo de calibração da pressão inclui componentes para gerar, controlar e medir a pressão (e, normalmente, para registrar dados a partir de algumas ou de todas essas funções). Alguns sistemas incluem duas ou todas essas funções em uma única unidade. Um procedimento para ajustar a unidade também é normalmente requerido.

Monitores de pressão e referências são leitores ou manômetros digitais que convertem a pressão em unidades de pressão numérica.

Fontes de pressão geram ou pressão pneumática (gás) ou hidráulica (óleo, água ou álcool, normalmente).

Para as aplicações PCT em campo, uma bomba de pressão manual ou uma bomba comparativa podem ser usadas em conjunto com um manômetro de referência; geralmente, isso proporciona controle suficiente para aplicações de campo. Na bancada, para pressões mais elevadas e onde um maior grau de controle ou automação é requerido, um cilindro de gás ou ar padrão da oficina pode ser usada com um controle.

Balanças de peso morto e Balanças de peso morto eletrônicas são sistemas portáteis que proporcionam as três funções – geração, controle e medição – em uma única unidade e são apropriados para uso em campo e na bancada.

Manômetros análogos e digitais são usados frequentemente para monitorar pressões em processos. Os manômetros dispõem de um mecanismo mecânico ou eletromecânico interno para converter a pressão de entrada em uma leitura.

Sensores e transmissores compreendem um sensor para detectar e medir a pressão e um transmissor, que converte a pressão medida em sinal elétrico, normalmente um sinal de 4-20 mA que pode se transmitido para um painel de controle, PLC ou outro leitor. Neste caso, há dois itens para serem calibrados.

O primeiro e mais importante passo reside em calibrar a relação entre pressão e resistência (ou pressão e voltagem) do sensor, e o segundo passo reside em calibrar e verificar a linearidade e desvio da conversão do sinal elétrico do sensor em um sinal de 4-20 mA.

A calibração do sensor requer uma fonte de pressão como de uma bomba de pressão manual e um manômetro de referência como o Fluke 700G se o sensor puder ser removido do circuito, ou um manômetro de referência situado no circuito adjacente ao sensor. A calibração do transmissor requer um calibrador multifuncional ou um calibrador de processo de documentação.

Se for constatado que o sensor ou transmissor está fora da tolerância, a amplitude e o desvio devem ser ajustados no transmissor. Se o transmissor usa um protocolo de comunicação digital, a amplitude e o desvio são ajustados através de um comunicador digital ou de um calibrador de processo de documentação capaz de realizar comunicação digital. De outra forma, são utilizados trimpots (potenciômetros em miniatura) no transmissor para ajustar a amplitude e o desvio.

Por que calibrar?

A necessidade de atingir resultados consistentes constitui um dos motivos mais importantes para a calibração. A exatidão é um importante recurso de um calibrador. Você poderá necessitar de um nível específico de exatidão para atender a padrões que especificam uma razão de exatidão de teste (TAR) ou uma razão de incerteza de teste (TUR). Por exemplo, muitos padrões requerem uma razão de 4:1 entre a tolerância especifica do equipamento sob teste (DUT) e a exatidão ou incerteza do equipamento de calibração.

Entretanto, a exatidão também é importante porque, quando padrões de alta exatidão são empregados, o tempo de inatividade precisa ser longo o suficiente apenas para verificar se os instrumentos ainda estão dentro da tolerância. Por contraste, com padrões de calibração de pouca exatidão, mais indicações de limites extremos e de fora da tolerância são constatados. Como resultado, uma verificação de rotina se transforma em um procedimento de ajuste adicional e em uma verificação final em cada um dos pontos de teste para provar que a condição “as left” está dentro da tolerância. Isto mais que duplica o tempo de inatividade e o tempo do técnico envolvido na conclusão da calibração. Isto ocorre porque padrões de pouca exatidão tendem a não ser consistentes entre si, o que nos obriga a realizar mais ajustes para corrigir erros fantasmas.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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