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exsecFaltam quatro meses para a realização do maior ponto de encontro do setor de segurança da América Latina. A EXPOSEC | International Security Fair vai apresentar mais de 800 marcas expositoras do Brasil e do exterior que oferecerão aos profissionais as novidades e tendências do mercado com soluções integradas, equipamentos e acessórios, reunindo integradores, distribuidores e usuários finais corporativos. A 19ª EXPOSEC terá uma área total de 42 mil m² de área expositiva. Entre as grandes marcas já confirmadas estão:BENDISAT, CAME BRASIL, GIGA, INTELBRAS, JFL, OMEGASAT, PPA, PROTEGE eTECVOZ.

Organizada pela Cipa Fiera Milano, em parceria com a ABESE (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), a feira acontece de 10 a 12 de maio de 2016, e espera receber cerca de 42 mil profissionais da segurança eletrônica, patrimonial e individual, industrial e pública, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo.

Para esta edição, o destaque é a inclusão das soluções para as áreas de automação, segurança da informação e segurança pública, além da Ilha da Segurança da Informação, o programa “1ª Participação EXPOSEC” e o TECHSHOW com palestras de conteúdo e atualização profissional.

Serviço

XIX EXPOSEC | International Security Fair

Data: 10 a 12 de maio de 2016, das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Água Funda, São Paulo – SP

Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara

* Evento gratuito para profissionais do setor

Mais informações: exposec.tmp.br

 

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thames side_2Uma célula de carga concebida com sistema de pesagem próprio é o lançamento da Thames Side para o mercado brasileiro. A NVcon, representante da Thames Side no Brasil, está apostando no Levermount, conjunto de montagem de célula de carga que não necessita de acessórios de trocas.

“A grande vantagem do sistema Levermount é que o próprio kit de montagem de célula de carga já faz a função de macaco hidráulico. E somos os únicos no mercado que contam com essa tecnologia que oferece facilidade, praticidade e segurança”, explica Nilton Feitosa, diretor comercial da NVcon. Com mais precisão e repetibilidade – praticamente imune a falhas na medição – o sistema Levermount foi projetado de uma forma que pode ser submetido até mesmo a movimentos axiais, que são inerentes aos silos de armazenamento da indústria. “Como conta com um sistema de travamento, o Levermount permanece estável mesmo diante de movimentos de silos. Esse apoio vale também para tanques, misturadores, plataformas de pesagem, entre outros”, afirma Feitosa.

Além disso, o Levermount apresenta graus de proteção IP68 e IP 69 contra a intrusão de partículas sólidas e é á prova de imersão. “Isso indica que o equipamento pode se submetido á lavagem e até mesmo ser submerso. Esses graus de proteção protegem o equipamento de qualquer tipo de introdução de líquidos”, descreve Feitosa, acrescentando que o sistema também suporta ambientes mais agressivos e corrosivos. Outro grande diferencial do equipamento está em sua composição em aço inox.

“Esse fator faz com que o Levermount esteja capacitado a atender indústrias de todos os setores. 99% das empresas de alimentos e farmacêuticas fazem lavagem do piso e, como o equipamento é em aço inox, jamais vai enferrujar”, atesta Feitosa. Levermount abrange aplicação nos setores alimentício, bebidas, químico e petroquímico.

O sistema apresenta um range da capacidade de 10 a 5000kg, aprovado pela OIML C3, e também na versão para áreas classificadas(explosivas) com certificação ATEX.

 

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enersolarA 5ª edição da EnerSolar + Brasil | Feira Internacional de Tecnologias para Energia Solar, principal feira de energias renováveis do setor, reunirá de 10 a 12 de maio de 2016, toda a cadeia produtiva dos segmentos de energia solar, fotovoltaica, eólica e de biomassa, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo.

Com ampla plataforma de soluções voltadas para a indústria dos setores de GTDC (Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização) a feira apresentará as mais recentes tecnologias, produtos e serviços para o setor de energias renováveis, em mais de5 mil m² de área expositiva. A edição 2016 da EnerSolar + Brasil vai reunir 80 expositores dos segmentos de aquecedores solares, placas termo solares, painéis fotovoltaicos, aero geradores, inversores, máquinas para transporte e manuseio de biomassa, caldeiras e queimadores, entre outros, atraindo cerca de 12 mil profissionais do setor.

Entre as atrações que acontecem simultaneamente à feira está a 6ª edição do Ecoenergy | Congresso de Tecnologias Limpas e Renováveis para a Geração de Energia, que trará programação de palestras promovendo importantes debates entre empresários, pesquisadores, representantes do governo, entidades e associações do setor. Organizada pela Cipa Fiera Milano, a EnerSolar + Brasil tem o objetivo de promover o desenvolvimento do setor e apresentar ao mercado alternativas em fontes energéticas sustentáveis.

Novidade 2016: Programa de Relacionamento “1ª Participação ENERSOLAR”

Buscando englobar empresas de todos os tamanhos e segmentos da indústria de energia e dos setores de GTDC (Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização), a EnerSolar + Brasil desenvolveu o programa de relacionamento “1ª Participação ENERSOLAR”. O programa oferece atendimento personalizado e um pacote de serviços diferenciados para facilitar a participação das empresas na feira.

Serviço

V EnerSolar + Brasil | Feira Internacional de Tecnologias para Energia Solar

Data: 10 a 12 de maio de 2016, das 13h às 20h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Endereço: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Água Funda, São Paulo – SP

Transporte gratuito: Rua Nelson Fernandes, 450 – Acesso pelo Terminal Rodoviário Jabaquara

* Evento gratuito para profissionais do setor

Mais informações: enersolarbrasil.com.br

 

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exosecEntre 20 e 23 de fevereiro, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil participará da Feira do Empreendedor Sebrae-SP, em São Paulo. A quinta edição do evento na capital do estado está focada em empreendedorismo, capacitação e mercado para futuros empresários, microempreendedores individuais, empresas de pequeno porte e outros interessados. No estande da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, os participantes poderão conhecer e se aprofundar sobre os benefícios dos padrões de automação em seus negócios. Por tratar de um público predominantemente empreendedor, a GS1 Brasil disponibilizará todas as informações necessárias para auxiliar aos participantes com a tecnologia mais adequada ao seu neg&oa cute;cio, de maneira que ele possa agregar valor e aumentar a competitividade no mercado com um sistema padronizado, utilizado no mundo todo.

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil levará para o evento um portfólio de soluções que beneficiam os empresários de todos os portes com automação e gestão. “Explicaremos coo os empreendedores podem atribuir código de barras aos seus produtos, como a identificação padronizada facilita processos de gestão de estoque e a venda para grandes varejistas, uma vez que o código padrão é obrigatório por ser uma prática de mercado”, afirma Karina Rocha, assessora de negócios da entidade. A assessora ressalta ainda a importância da padronização na identificação de produtos e serviços para quem pretende exportar.

Haverá no espaço da GS1 Brasil pessoal capacitado a atender e associar em tempo real os interessados em fazer parte da entidade (https://www.gs1br.org/faq/beneficios-em-associar-se-a-gs1-brasil). Os visitantes terão também a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre o Cadastro Nacional de Produtos (CNP), ferramenta on-line criada pela GS1 Brasil para auxiliar a indústria e o varejo no cadastro e gerenciamento de informações. O CNP pode ser usado por pequenas, médias e grandes empresas de qualquer segmento. É um recurso que proporciona boa visibilidade para as empresas que, cada vez mais, buscam transparência e segurança aos processos.

Atualmente, 78% do quadro associativo da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil é formado por micro e pequenas empresas, ou seja, 45 mil empresários utilizam os padrões GS1 em seus negócios em diferentes setores do mercado. É uma realidade que fortalece o trabalho da entidade em disseminar a adoção da automação para alavancar o mercado.

 

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Localizado às margens do Rio Negro em Manaus, o Shopping Ponta Negra foi inaugurado em agosto de 2013. Com 37 mil m² de área bruta para locação e cerca de 13 mil m² de área comum, o desafio do empreendimento era proporcionar conforto e comodidade aos clientes e funcionários em uma região com temperaturas naturalmente elevadas sem abrir mão da economia no consumo de energia.

Como o sistemdanfossa de climatização é responsável pelo consumo de 40% a 50% do total de energia em um shopping center, a instaladora Newset e a projetista Contractors desenvolveram um sistema com maior eficiência e menor custo. O sistema de ar condicionado do empreendimento é de expansão indireta com central de água gelada, composto por unidades resfriadoras de líquido e centrífugas com condensação a água que trabalham em série. Na Central de Água Gelada (CAG) do Shopping Ponta Negra foram empregadas válvulas de balanceamento independentes de pressão, soft starters e conversores de frequência com automação integrada da Danfoss.

Com os componentes da Danfoss, a expectativa de economia no consumo de energia no sistema de ar condicionado do empreendimento é de até 15%, segundo Marcos Moura, gerente de operações do Shopping Ponta Negra.

A Newset optou pela Danfoss para este projeto, pois as válvulas de conconversores de frequência com automação integradatrole independentes de pressão AB-QM fazem o balanceamento da água gelada de forma automática e dinâmica. Além disso, a automação fica mais fácil com a integração dos conversores de frequência, eliminando assim a necessidade de componentes de controle auxiliares.

“Encontramos na Danfoss grande parte do fornecimento das peças e componentes para as soluções adotadas, o que nos facilitou quanto à negociação, qualidade embarcada dos produtos e responsabilidade única envolvida”, comenta Eduardo Rodovalho, diretor da Newset.

A principal necessidade do shopping era obter máxima eficiência da operação no sistema por meio do controle da vazão da água gelada em cada ponto de consumo independente da pressão da linha. João Paulo Piovesan, gerente de vendas da Danfoss, explica que em shoppings centers a flutuação de temperatura e de carga térmica no sistema é alterada a cada segundo devido a grande movimentação de pessoas em seu interior.

“Fizemos um trabalho de conscientização a respeito das válvulas de controle independente de pressão, desde o projetista até o cliente final, pois o conceito que ambos conheciam até então era o das válvulas de balanceamento manual e de controle convencional. Com isso, o instalador e o shopping ficaram ambos responsáveis pela parte das válvulas (que normalmente fica a cargo dos lojistas). Deste modo, o empreendimento tem autonomia sobre o sistema de balanceamento e controle”, acrescenta Piovesan.

A válvula de controle independente de pressão AB-QM controla a vazão de modo que seja fornecida a quantidade ideal de água gelada para as unidades terminais, garantindo assim a temperatura ideal para conforto das pessoas nos ambientes, além da otimização no sistema de bombeamento, reduzindo a quantidade consumida de energia e de água no sistema.

Além disso, era fundamental possibilitar a partida suave dos equipamentos de potência mais elevada, proporcionar variação de vazão de água no circuito secundário de bombeamento e controlar o acionamento / operação dos condicionadores de ar, conhecidos como fancoil.

“Os conversores de frequência da Danfoss são responsáveis por controlar a velocidade e o torque dos motores elétricos, além de possuírem funções dedicadas às aplicações com fancoil e bombas de água gelada, proporcionando controle preciso e garantindo até 98% de eficiência energética no sistema. Essa solução substitui os sistemas de partida que desperdiçam energia elétrica e, assim sendo, não são tão eficientes”, explica Roberto Pereira Júnior, gerente de vendas da Danfoss.

Por sua vez, os soft starters controlam a rampa de partida e de parada dos motores, proporcionando toda proteção necessária, reduzindo assim os picos de corrente e garantindo a confiabilidade do sistema.

 

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dia 23.12 facebookBoas Festas e um 2016 de ótimos negócios é o que deseja o Blog Industrial à você, caro leitor.

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mas e ferra* Alfredo Ferrari
Há quase um século, o Brasil se projeta no mercado internacional como um tradicional produtor de bens de capital incluindo máquinas-ferramenta. Portanto, o país é detentor de uma vasta experiência na criação e produção de máquinas e equipamentos de alta qualidade e desempenho, competindo com os mais exigentes mercados internacionais.
Isso é um fato. De outro lado, sabemos que a  economia de um país não pode depender, somente, da produção e exportação de seus produtos primários. A sua riqueza está, além da exploração e comercialização de suas abundantes commodities, na produção de bens duráveis que agregam valor, por meio da aplicação de tecnologia e inovações.
Assim, chamamos a atenção para o fato de a indústria de máquinas-ferramenta brasileira estar capacitada para atender a quase totalidade das necessidades de produção no país, com elevado conteúdo tecnológico.
Por outro lado, essa indústria, também, conta com o fornecimento de máquinas-ferramenta importadas, quer seja para atender picos de demanda ou para suprir equipamentos com características não produzidas no país. Neste último caso, existem os “ex-tarifários”, que desoneram as suas importações. A importação de máquinas-ferramenta deve ser entendida como um canal aberto, porém dentro de um ambiente econômico sadio, tendo como base um câmbio justo e em condições comerciais isonômicas como aquelas aplicadas nos países dos seus concorrentes internacionais.
A demanda futura por máquinas-ferramenta da média e alta tecnologia no país será enorme, uma vez que o seu parque de máquinas instalado conta com uma idade média de aproximadamente 17 anos contra 5 a 8 anos nos países altamente industrializados. Isto significa que os investimentos das indústrias de manufatura no país serão muito intensos no decorrer dos próximos anos.
Para tal, o governo federal deve persistir no estímulo à modernização do parque de máquinas no país, incentivando a sua indústria de bens de capital, por meio de financiamentos, como a linha FINAME PSI do BNDES, e da implantação de novos projetos, como o Modermaq, idealizado pela ABIMAQ, para a substituição de máquinas-ferramenta sucateadas por novas de moderna tecnologia e de alto rendimento. Com isso, obter-se-ão maiores ganhos de produtividade, de qualidade e de rentabilidade, com crescimento das exportações.
É inadmissível imaginar-se um país de dimensões continentais gigantescas e uma população com mais de 200 milhões de habitantes, como o Brasil, sem uma indústria pujante de bens de capital e, em particular, de máquinas-ferramenta. É uma questão de segurança nacional para um país ter a sua própria indústria de máquinas-ferramenta, a fim de garantir a manufatura de bens duráveis para o seu consumo e para as suas exportações.
* Alfredo Ferrari é engenheiro mecânico e vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura (CSMF)

 

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UnicampA política de financiamento de pesquisa básica em diversas áreas pelo Departamento de Pesquisa Naval dos Estados Unidos (EUA) foi detalhada durante um encontro com um diretor da instituição nesta segunda-feira, 14, no auditório do Instituto de Química (IQ). A convite da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp (PRP) o diretor associado para a América Latina e da África Sub-saarina da Divisão Internacional do Departamento, Augustus Vogel, conversou com diretores, coordenadores de pós-graduação, pesquisa e extensão das Unidades de ensino e pesquisa, além dos Centros e núcleos.

A iniciativa faz parte da política de identificação de oportunidades de financiamento à pesquisa estabelecida pela PRP. “Estamos tentando internacionalizar o fomento, porque se você ficar atento apenas aos mecanismos nacionais e houver uma interrupção, atividades importantes podem ser paralisadas”, afirmou a pró-reitora de Pesquisa Gláucia Maria Pastore. De acordo com ela, a Marinha americana abre a possiblidade de financiamento de viagens e visitas técnicas. “Isso para nós é muito bom. Nosso jovem professor poderá participar de projetos de discussão e de visitas técnicas que ainda não são muito comuns na nossa universidade, mas são muito importantes”.

Patore ainda afirmou que a PRP deverá buscar mais fundações de fundo privado nacionais e internacionais e também grandes conglomerados internacionais, como a Fundação Bill Gates, para abrir o leque de possibilidades de fomento.
A Divisão Internacional do Departamento de Pesquisa Naval tem escritório no Consulado Geral dos EUA em São Paulo e dispõe de verbas para financiar pesquisa básica nas áreas de oceanografia (modelagem, oceanografia física e instrumentação), nanotecnologia, ciência de materiais, neurologia, membros protéticos, informática, ciência atmosférica, ciência espacial, geociência costeira, biocombustíveis, camadas biológicas, realidade aumentada, desenho robótico, tradução autonômica, processamento de sinais, comunicação entre o homem e a máquina, dentre outras.

Segundo Augustus Vogel, o Departamento tem seis escritórios espalhados entre o Brasil, o Chile, em Londres, Praga, Tóquio e Singapura. “Nossa ideia é estabelecer colaborações entre pesquisadores americanos e de outros paíeses com benefícios para todos. Hoje nossa intenção é conhecer mais os pesquisadores e pesquisas que se realizam por aqui, com a intenção de identificar projetos de colaboração para começar um tipo de relacionamento”, afirmou.

Vogel complementou que o Departamento não costuma financiar projetos grandes, “mas ideias de primeiro passo que ainda não têm uma base de dados e comprovações. Financiamos projetos com muito risco que podem eventualmente tornar-se um benefício social e no, nosso caso, um benefício para a marinha americana”.

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O mercado brasileiro do setor eólico

Icone Análise,Artigo | Por em 10 de dezembro de 2015

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eolicaRoberto Veiga*

O mercado recessivo brasileiro diverge do cenário eólico, que está em plena atividade e desenvolvendo novos fornecedores que vêm adensando a cadeia produtiva dos fabricantes de aerogerador. Segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil hoje conta com 712 projetos de eólica divididos em três diferentes estágios. São 275 projetos em operação gerando 6,7 GW; 158 projetos em construção agregando mais 3,8 GW de geração; e 303 projetos que ainda não iniciaram sua construção que irão agregar 7,2 GW.

A oportunidade às empresas da cadeia produtiva está nos restantes 303 projetos que ainda não iniciaram sua construção e que irão agregar mais 7,2 GW de geração. Esses 303 projetos serão compostos por pelo menos mais 3.500 aerogeradores, em um total de investimentos da ordem de R$ 35 bilhões nos próximos 3,5 anos. Para se ter uma ideia do que representa os 7,2 GW, isso seria o equivalente a meia usina hidrelétrica de Itaipu que, hoje, tem capacidade de geração de 14 GW (20 turbinas de 700 MW cada), sendo a maior usina de geração de energia na América Latina e que levou 10 anos para ser construída (1974 a 1984).

Se levarmos em conta que pelo menos 60% em valor dos aerogeradores serão disponibilizados à cadeia produtiva brasileira e considerando que normalmente 70% do investimento total de um aerogerador instalado gerando energia é representado pela fabricação em si do aerogerador, teríamos para os próximos 3,5 anos pelo menos R$ 15 bilhões a serem transformados pela nossa cadeia produtiva instalada no Brasil.

Participar desse “filão” é uma oportunidade única no cenário industrial brasileiro, mas essa oportunidade tem de ser levada adiante com muito cuidado. Os aerogeradores são máquinas que empregam alta tecnologia e complexidade tecnológica. Temos o privilégio de possuirmos, para o setor eólico, um planejamento energético, no que diz respeito a novas estimativas de contratação, muito bem elaborado, e que hoje sinaliza que até 2023 estaremos com um total em torno de 23 GW de eólica introduzidos à matriz energética brasileira, ou seja, um incremento de pelo menos mais 8 GW aos atuais 16 GW já contratados entrarão em operação até 2023. Ou seja, como os leilões no mercado regulado são geralmente A-3 e A-5, esses 8 GW seriam contratados nos próximos leilões com uma média de contratação anual em torno de 2 GW ano. O histórico de contratações desde o primeiro leilão de energia com a participação da eólica que ocorreu em 2009 tem sido de 2,3 GW ano.

Isso demonstra um mercado que tem uma visibilidade que dificilmente é obtida em outros setores em tempos normais e impossível de comparação no momento de recessão que vivemos atualmente.

São várias as oportunidades de fornecimento, basicamente o aerogerador é dividido em quatro importantes partes, a torre, as pás, os hubs (onde são fixadas as pás) e a nacelle (casa de maquinas onde normalmente estão o gerador e demais componentes), nesses principais itens temos algumas oportunidades de fornecimento, que podemos citar algumas abaixo:

– Na fabricação de torres de concreto ou de aço ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

 

  • Chapas de aço, flanges forjadas, escadas, elevadores, plataformas intermediárias, portas de aço, parafusos e elementos de fixação especiais, tintas e vernizes para proteção superficial, insertos de aço para torre de concreto, passa-cabos e sistema de iluminação…

– Na fabricação de pás ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

  • Resinas epóxi e poliéster, tecidos/mantas de fibra de vidro e carbono, kits espuma de PVC, kits de madeira balsa, tintas e resinas para acabamento superficial, parafusos e porcas especiais para fixação das pás, sistema de para-raios…

– Na fabricação de Hubs ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

Cubo fundido, rolamentos de passo, anéis e bases forjadas, carenagem (fibra de vidro), sistemas de lubrificação, discos caldeirados (passo da pá), sistema de acionamento e controle do passo da pá, sistema acionador e controle de passo, freio…

– Na fabricação de Nacelles ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

Elementos estruturais, estrutura principal (que pode ser fundida ou caldeirada e depois usinada e pintada), estrutura traseira (que também pode ser fundida ou caldeirada e depois usinada e pintada), eixo principal (que pode ser forjado ou fundido e depois usinado), rolamentos do eixo principal, sistema de controle do giro da nacelle na torre, rolamento do giro da nacelle, anéis e bases forjadas para esse rolamento, painéis de controle, transformador, sistema de freios, conversor / inversor, sistema de travamento do rotor, painel de proteção elétrica, cabos de barramento, cabos de cobre para enrolamento estator (bobinas), unidade hidráulica, sistema de refrigeração, gerador, multiplicador (gear box), estator, rotor, núcleo das bobinas do rotor, imãs permanentes…

O custo de se fabricar no Brasil é o mesmo para todos os setores e nós todos sabemos isso. Quando se trata de exportação conforme comentado acima os incentivos e benefícios fiscais ajudam a diminuir essa diferença.

Roberto Veiga* é engenheiro mecânico com especialização em gestão de projetos e negócios internacionais, presidente do Conselho de Energia Eólica da ABIMAQ, onde também é diretor conselheiro da ABIMAQ/CONIMAQ e representa a empresa Bardella S.A. Indústrias Mecânicas e é vice-presidente da Câmara de Projetos e Equipamentos Pesados (CSPEP)

 

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image002Ciente da grave crise energética que o Brasil e mundo vêm enfrentando a da necessidade da criação de iniciativas para a redução do consumo e do custo da energia, a Fluke Corporation, líder global em tecnologia portátil de teste e medição eletrônica, anuncia uma campanha mundial de Eficiência Energética. O objetivo é a conscientização da importância de reduzir o consumo, por meio de conceitos, problemas e soluções de eficiência energética, para que as organizações aprendam a poupar energia de forma eficiente e, consequentemente, diminuam os custos de energia em suas instalações. Com essa finalidade, a companhia criou uma página permanente em seu site com um rico material sobre o assunto e disponibilizou um time de profissionais para orientar e tirar dúvidas por e-mail, telefone ou presencialmente.

Direcionada a engenheiros, técnicos, eletricistas, estudantes e consumidores em geral, a campanha propõe encontrar os principais pontos de desperdício de energia através do mapeamento dos sistemas elétricos. O gerenciamento eficiente pode determinar uma economia no custo da energia de até 25%, além de otimizar a produtividade, no ambiente globalmente competitivo da atualidade.

De acordo com Poliana Lanari, Diretora Geral da Fluke do Brasil, mais do que nunca é preciso discutir esse tema uma vez que, segundo especialistas, o Brasil encontra-se na pior crise energética de sua história. “Um dos motivos da crise é o incentivo exagerado ao consumo, causando problemas de abastecimento. Nossa campanha propõe justamente que o consumidor saiba identificar sinais de que está tendo problemas energéticos, conheça suas causas e saiba corrigi-los a tempo”.

A maioria das organizações não mede e monitora a forma como a energia está sendo consumida. Lanari ressalta que somente entendendo a origem do desperdício elétrico é possível tomar decisões inteligentes sobre maneiras eficazes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos.

A Fluke possui uma série de ferramentas voltadas para a qualidade de energia. Distúrbios de energia atrapalham produções danificando ou interrompendo equipamentos e aumentando consideravelmente os custos. Investir em uma ferramenta que irá auxiliar na redução do desperdício de energia, detectando e corrigindo o problema, representa uma enorme economia dentro das organizações. “Apenas mapeando os sistemas de forma precisa para identificar quanta energia está sendo utilizada, é possível apontar onde estão os maiores consumidores de energia”, completa a executiva.

Além da campanha, a Fluke tem produzido outros materiais para ajudar a medir a eficiência energética, programas de medição de energia para as instalações. Por meio de estudos de caso e histórias de sucesso, a companhia compartilha informações de como outros profissionais conduzem programas de gerenciamento de energia e seus resultados. Na nova página existem ainda ilustrações interativas que guiam o consumidor pelas instalações para checar locais com possível perdas de energia.

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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