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quimaticA fabricante de especialidades químicas Quimatic Tapmatic acaba de completar 35 anos de atividades e celebra a data com lançamentos de produtos e novo material institucional.

Ao longo destas três décadas e meia, o foco de atuação da empresa sempre foi o desenvolvimento de produtos de alta qualidade e desempenho, que contribuem com o crescimento das indústrias brasileiras. “Nos empenhamos em desenvolver soluções químicas capazes de aumentar a qualidade, produtividade, segurança e sustentabilidade das indústrias”, enfatiza Jan Strebinger, fundador e presidente da Quimatic Tapmatic.

Para celebrar o aniversário, a companhia lançou novos produtos ao longo de 2015, modernizou o logotipo e embalagens, e acaba de colocar na internet uma nova série de vídeos de produtos que destacam-se por contar com o fundador da companhia como personagem de animação.

Empresa especialista na produção de fluidos de usinagem, a Quimatic Tapmatic iniciou suas atividades em 1980 em uma pequena sede no bairro de Vila Mariana, em São Paulo, com apenas 2 colaboradores e a produção de um produto pioneiro no Brasil: o fluido de corte para usinagem Quimatic 1.

Atualmente, a companhia conta com um moderno escritório no centro de São Paulo e uma fábrica com tecnologia de ponta em Barueri. O portfólio, que cresceu significativamente ao longo dos anos, é composto por mais de 50 produtos químicos voltados para usinagem, tratamento de superfícies, proteção contra corrosão, solda a frio, desengraxe e limpeza industrial, manutenção elétrica e lubrificação.

 

Lançamentos e série animada– No ano em que comemora seus 35 anos, a Quimatic Tapmatic lançou o protetivo MoldePRO e a borracha reparadora a frio Plasteel Flex 80. Outras novidades devem chegar ao mercado até o final de 2015.

A empresa também aproveitou a ocasião para renovar sua comunicação visual, como novo logotipo, novas embalagens e a nova série de vídeos explicativos de produtos na internet, que trazem o quadro “Dicas do Jan”. Nestes conteúdos, Jan Strebinger surge como personagem de animação e utiliza sua experiência de mais de 5 décadas no setor químico para oferecer dicas sobre aplicação de produtos, segurança no trabalho e sustentabilidade.

“Estamos orgulhosos de nossos 35 anos e trabalhamos incessantemente para que a parceria com as indústrias brasileiras dure por muitas outras décadas, sempre com produtos inovadores e de ótima relação custo-benefício”, conclui o presidente da QuimaticTapmatic.

 Serviços – Para conhecer os novos vídeos da Quimatic Tapmatic, acesse: http://www.quimatic.com.br/videos/

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oculosPara a Expo Arquitetura Sustentável 2015, que será realizada no Expo Center Norte, a BASF vai levar suas duas casas-conceito – a CasaE (Casa Ecoeficiente) e a Casa Econômica (com soluções que promovem a redução do custo total da obra), que estão construídas na zona Sul de São Paulo. Com a ajuda de óculos de realidade virtual, os visitantes poderão percorrer os ambientes e visualizar as tecnologias aplicadas, de maneira lúdica e realista. Algumas soluções também serão expostas em displays interativos para mostrar suas funcionalidades.

As inovações, usadas nessas residências, proporcionam conforto térmico e acústico, sustentabilidade, com importante redução do consumo de água e dos resíduos de construção. O objetivo é direcionar a adoção de processos construtivos mais inteligentes que garantam maior produtividade e durabilidade da edificação, com economia de tempo e recursos, levando ao setor da construção o que há de mais atual com tecnologias inovadoras e sustentáveis.

A proposta dos modelos é apresentar os materiais aplicados na prática, tornando seus benefícios visíveis e palpáveis. Por exemplo, há microcápsulas aplicadas no drywall que reduzem em até 1/3 o uso do ar condicionado; placas de poliuretano expandido que reduzem em até 90% a transferência de calor entre os ambientes; aditivo para o preparo do concreto que diminui em 40% o consumo de água e reduz a emissão de gases; pigmentos especiais que atuam no controle da temperatura; pisos drenantes com cerca de 90% de permeabilidade, permitindo a reutilização da água da chuva.

Também durante a Expo, a Fundação Espaço ECO®, organização instituída pela BASF, apresentará o jogo interativo “Cidades Sustentáveis” no estande da empresa. Trata-se de um jogo de tabuleiro que apresenta o conceito de Socioecoeficiência e desafia os jogadores a recuperar cidades abandonadas de forma sustentável, trabalhando de maneira estratégica e dinâmica. Serão duas rodadas no dia 11 de novembro: das 12h às 14h e das 14h30 às 16h30.

A companhia participará também da Conferência, com duas palestras:

·         Cases importantes como a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio e a Freedom Tower em New York.

Palestrante: Mauricio Grochoski, Consultor técnico da Master Builders Solutions da BASF, Doutor em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP.

Dia 12 de novembro, das 09h às 09h40

·         Avaliação do ciclo de vida no desenvolvimento de produtos sustentáveis

Palestrante: Sueli Oliveira, Consultora de Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO®, química com MBA em Gestão e Tecnologias Ambientais pelo Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP.

Dia 12 novembro, das 10h20 às 11h

Por fim haverá, no dia 13 de novembro, a visita técnica à CasaE, Casa Ecoeficiente da BASF, que foi completamente renovada este ano e recebeu a certificação LEED-NC Gold, concedida a novas construções pelo Green Building Council e também à Casa Econômica. Durante a visita, além do estudo de Ecoeficiência da CasaE, haverá a apresentação do Next.doc, observatório de tendências em sustentabilidade, que identificou as “Seis Tendências em Construção Sustentável”, pela consultoria Ideia Sustentável com apoio da Fundação Espaço ECO®.

Serviço:

Expo Arquitetura Sustentável

Data: 10 a 12 Novembro de 2015

Horários: Exposição das 11h às 20h / Conferência das 9h às 18h

Local: Expo Center Norte, São Paulo

 

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eletronicoSomente no último ano, foram gastos mais de US$ 1,024 trilhão com tecnologia no mundo. Os gastos foram liderados pelos dispositivos móveis – smartphones e tablets, mas também se destacam as câmeras digitais inteligentes, os computadores desktops, laptops e aparelhos de TVs. Dentre as principais tendências estão os tablets conversíveis em laptops e as TVs de alta definição, Ultra HD (4K) e com conectividade (smart TVs).

Empresas de pesquisa de mercado têm apontado o Brasil como um dos maiores consumidores de equipamentos eletrônicos do mundo e também nas intenções de compras de novos aparelhos. Neste contexto, de 03 a 05 de novembro de 2015, a ICEEB – International Consumer Electronics Expo Brazil reúne em uma área de aproximadamente 4.000m² empresas expositoras do setor de eletrônicos de consumo, trazendo novidades e apresentando lançamentos para o mercado nacional, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

Plataforma de negócios e relacionamento para toda a indústria da América do Sul e importante porta de entrada para que empresas internacionais possam ingressar no mercado brasileiro e sul-americano, o evento espera receber, em sua primeira edição, mais de 3.000 visitantes e compradores profissionais. Em exposição: produtos de consumo pessoal, produtos audiovisuais, eletrodomésticos, tecnologia emergente, iluminação, hardware, software e serviço de comunicação, materiais e componentes eletrônicos, produtos eletrônicos públicos e drone VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado).

O evento é aberto e gratuito aos profissionais do setor. O credenciamento antecipado pode ser realizado através do site: www.iceeb.com.br

O Comitê Organizador da feira é formado pelo Grupo China Trade Center, a DFE International (Hong Kong) Limited e a 8Com Marketing Solutions. O evento conta com o apoio do SincoElétrico – Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico e Aparelhos Eletrodomésticos no Estado de São Paulo; Euromonitor Internacional; Sebrae-SP, SP Turis, BR Trade, EMME, ACSP – Associação Comercial de São Paulo e CECIEx – Conselho Brasileiro das Empresas Comerciais Importadoras e Exportadoras.

Serviço

ICEEB – International Consumer Electronics Expo Brazil

Data: 03 a 05 de novembro de 2015

         * Dias 03 e 04, das 10h às 18h/ Dia 05 das 10h às 17h

Local: Palácio das Convenções do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, Portão 38 acesso estacionamento – São Paulo – SP/ Brasil

Mais informações: www.iceeb.com.br

 

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mecanicaMais de 80% dos já pré-credenciados têm envolvimento no processo de compra em suas empresas. Uma semana após a abertura do credenciamento, o número de interessados já ultrapassou procura da edição 2014.

A Feira da Mecânica, tradicional encontro de negócios do Brasil e América Latina, já registra um número de visitantes credenciados 40% maior do que o registrado no mesmo período pré-evento da edição 2014, apenas uma semana após abertura do credenciamento. Proprietários e executivos de empresas já somam 37% do total de credenciados, e 50% destes planejam investimentos para suas empresas durante a Mecânica 2016, comprovando a importância da feira para geração de negócios. Além disso, mais de 80% dos visitantes, até agora, têm envolvimento no processo de compra de suas companhias, e procuram principalmente máquinas-ferramenta, máquinas e tecnologias de automação e controle de processos. Essa procura antecipada reforça a vocação da Mecânica para a feira líder do mercado de manufatura e o lugar onde a indústria se encontra.

A feira, que em 2016 chega a sua 31ª edição, acontece de 17 a 21 de maio do ano que vem. A entrada é gratuita para profissionais do setor, que podem fazer o credenciamento online e imprimir a credencial em casa, antes de chegar ao evento.  

O credenciamento pode ser feito no link: http://www.mecanica.com.br/Credenciamento/Credenciamento-de-Visitantes/

Com 58 anos de história e um público fiel que consolidou o evento ao longo das décadas, a Mecânica oferecerá para seus participantes uma ampla grade de conteúdo inovador com foco em temas relevantes para a indústria brasileira, como automação, indústria 4.0, eficiência energética, soldagem e impressão 3D. A Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, espera um público qualificado de 90 mil visitantes/compradores que entrarão em contato com as mais modernas tendências em máquinas, equipamentos e sistemas de manufatura industrial. Em sua última edição, em 2014, a Mecânica obteve 98% de satisfação de visitantes e expositores, com base em uma pesquisa aplicada durante a feira.

A Mecânica recebe apoio institucional de associações como a ABFA (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentas, Abrasivos e Usinagem), Abimei (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), ABS Soldagem (Associação Brasileira de Soldagem) e SinaferSP(Sindicato da Indústria de Artefatos de Ferro, Metais e Ferramentas em Geral do Estado de SP).

Serviço:

31ª FEIRA INTERNACIONAL DA MECÂNICA
Data: 17 a 21 de maio de 2016
Local: Pavilhão de Exposições do Anhembi 
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana – São Paulo – SP – Brasil
http://mecanica.com.br 

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oleoA crise no setor de petróleo vai deixar de gerar R$ 62 bilhões em renda para o país até 2019. O número foi apresentado pelo Grupo de Economia da Energia (GEE) da UFRJ, na última sexta-feira, durante o Workshop Impactos Econômicos da Crise no Setor de Petróleo, promovido pelo IBP – Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis.

De acordo com o estudo, a queda no preço do petróleo fez que com que as principais petroleiras revissem seus investimentos no Brasil. No ano passado, quando a crise começou, houve uma redução de 16% dos investimentos no setor, que passaram de R$ 104 bilhões, em 2013, para R$ 87 bilhões em 2014. Já em 2015, o montante de investimento anunciado pelas petroleiras reduziu de US$ 236,7 bilhões para US$ 130,3 bilhões. A queda é de 45% e o impacto na renda nacional é de R$ 12,4 bilhões por ano.

Os prejuízos causados pela crise afetam ainda a geração de emprego e as receitas de Estados e municípios dependentes dos royalties, principalmente no Rio de Janeiro. Em agosto de 2015, o repasse para o estado foi de R$ 200 milhões que, apesar do aumento em relação ao mês anterior, representa R$ 69 milhões a menos do que o mesmo período de 2014. No primeiro semestre, a queda de arrecadação nos municípios produtores foi de 25% em relação a igual período de 2014.

“Essa queda se deve, principalmente, à redução da cotação do petróleo no mercado internacional. O preço do Brent passou de uma média de US$ 110 no primeiro trimestre de 2014 para menos de US$ 50 em agosto de 2015”, explicou o economista do GEE, Marcelo Colomer.

O estudo revela ainda que houve uma queda de 26% na criação de vagas de empregos no setor em cinco anos. Os mais atingidos serão os empregados do setor de serviços, que responde por 34,65% do total de empregos diretos criados pela indústria e por 18,52% dos indiretos. De acordo com levantamento realizado pelo professor Rodrigo Leandro, da FGV, o número de demitidos no setor no primeiro semestre desse ano ultrapassa 30 mil pessoas.

Para o secretário executivo do IBP, Milton Costa Filho, os dados são preocupantes e é preciso construir uma agenda positiva na tentativa de atrair novamente os investimentos para o país. “O último leilão da Agência Nacional de Petróleo (ANP) reforçou a preocupação, com a participação de poucos atores. Precisamos rever algumas questões regulatórias para fazer do Brasil um país mais atrativo aos investimentos das companhias, principalmente neste momento de crise, onde elas estão mais seletivas”.

Em contrapartida, o cenário favorece a balança comercial. Segundo o estudo, o saldo comercial da área de petróleo melhora por causa da redução da demanda, provocada pela crise e pelos aumentos de preços.

 Fonte: FSBComunicação

 

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energiaSete de cada dez cidadãos reprovam a condução do setor elétrico brasileiro. Pesquisa encomendada ao Ibope em todo o País pela Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) revela também que 25% da população atribui nota “zero” para as autoridades da área.

Os moradores das regiões Norte e Centro-Oeste do País são os mais críticos. No conjunto das regiões, a nota média das autoridades é de 3,5%, enquanto que 33% da população concede nota “zero” para a condução do segmento. Os dados mostram também que quanto maior o grau de escolaridade, menor a nota atribuída aos governantes. “A pesquisa é um sinal evidente da reprovação da condução recente do segmento”, afirma Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel.

A pesquisa foi encomendada como subsídio para a campanha A Energia para Voltar a Crescer é Livre, promovida pela Abraceel, com apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e mais 60 empresas e organizações da sociedade civil. A iniciativa tem como objetivo promover a liberalização do setor elétrico brasileiro, por meio da aprovação do projeto de lei da Portabilidade da Conta de Luz.

“O Congresso Nacional já se sensibilizou para conceder o direito da liberdade de escolha de fornecedor de energia para o cidadão, como já ocorre nos países da União Europeia, dos Estados Unidos, do Canadá e até mesmo nações latino-americanas, como a Colômbia”, explica Medeiros.

Atualmente, os poucos consumidores brasileiros que podem escolher seu fornecedor, sobretudo grandes indústrias e empresas, contam com tarifas 20% menores do que as praticadas no mercado cativo. Para o presidente da Abraceel, isso é um sinal inequívoco de como a ampliação da liberdade de escolha para todos os consumidores, inclusive os residenciais, pode contribuir para a queda dos preços. “Isso vai significar, além de maior competitividade para a indústria, um fator determinante para reduzir a indexação dos contratos no setor, contribuindo assim para a queda nas taxas de inflação”, complementa Medeiros.

A pesquisa Ibope sobre o setor de energia elétrica contou com 2.002 entrevistas realizadas em todo o Brasil, com pessoas acima de 16 anos. O intervalo de confiança é de 95%  e a margem de erro meariam estimada é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo sobre os resultados encontrados na amostra.

Fonte: Retoque Comunicação

 

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autoRepresentantes da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil – desembarcaram no último dia 12 na Europa com a missão de visitar empresas fabricantes de autopeças e componentes de alta tecnologia a fim de atrai-las para a cadeia de produção do segmento de veículos premium no Brasil. As companhias a serem visitadas foram mapeadas pela própria agência, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e indicadas por Audi, BMW, Jaguar Land Rover e Mercedes-Benz, cujos projetos de fábrica já estão a todo vapor em solo brasileiro.

Para detectar as possíveis empresas a estabelecerem fábricas ou expandir operações no País, a Apex identificou junto às montadoras deste segmento os gaps na produção nacional e quais poderiam ter demanda agregada suficiente que interessasse a indústrias a abrir uma fábrica no Brasil. Entre as partes identificadas estão pneus, baterias, sistemas de injeção e componentes de segurança veicular.

“Ao abordar essas empresas da cadeia de automotiva premium, queremos reduzir os custos da indústria brasileira e aumentar sua competitividade frente a outras no mundo que já se consolidaram como grandes exportadores neste segmento”, explica David Barioni Neto, presidente da Apex-Brasil.

A missão liderada pela Apex prevê visitas a empresas de autopeças no Reino Unido, entre os dias 12 e 18, e na Alemanha, de 19 a 23 de outubro com o objetivo de apresentar as possibilidades de preencher lacunas da cadeia de fornecimento local.

Enquanto o mercado de carros de passeio em geral amargou perdas de 0,8% em média por ano entre 2010 e 2014, os veículos premium aumentaram suas vendas em 17,5% no mesmo período. O setor responde hoje por apenas 2% do total de vendas de automóveis no Brasil, mas especialistas da Apex-Brasil defendem o potencial do mercado brasileiro e a possibilidade de aumentar esse porcentual, e citam o México como exemplo, onde os modelos de luxo têm participação de 6% do mercado de veículos de passeio. A agência também cita o dado de que o número de pessoas das classes A e B no Brasil mais que dobrou em 11 anos, subindo de 13,3 milhões em 2003 para 27,1 milhões em 2014.

Fonte: Automotive Business

 

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site blogA Revista P&S nasceu em 1974 como primeiro tabloide de novos produtos, equipamentos e serviços para a indústria.

Com o crescimento do mercado a evolução da Revista P&S foi inevitável. Em constante atualização, a Revista hoje abrange um conjunto de mídias e soluções inovadoras, no qual o objetivo é unir o mercado comprador ao vendedor industrial, facilitando assim as compras e a venda de produtos, equipamentos e serviços.

A Revista P&S é um catálogo de produtos focado no mercado de Bens de Capital, com 40.000 exemplares gratuitos mensais de abrangência nacional. O site P&S caminha na mesma direção, porém com o dinamismo que este veículo oferece. Traz não apenas novidades sobre fornecedores, equipamentos e serviços com foco no setor produtivo, mas também a visão do mercado econômico em relação ao segmento industrial.

O grande diferencial tanto da Revista impressa, quanto do site, está na inclusão de conteúdos técnicos, com testes e avaliações comparativas de equipamentos por especialistas, auxiliando os departamentos de compras, engenharia, manutenção a tomar decisão no momento da compra.

O novo site P&S foi redesenhado exclusivamente para atender as necessidades de um mercado industrial muito mais dinâmico e informatizado. Objetivo, vai direto ao que interessa a esse segmento, otimizando assim seu tempo, caro leitor.

Nas seções você encontra cotação diária da bolsa de valores, artigos, agenda de eventos importantes e atualizados, conteúdos técnicos, assim como economia, nacional e internacional, e informações do que mais importante acontece no mercado industrial.

No novo site da P&S você também tem a possibilidade de se conectar com outros veículos do setor que estejam cobrindo informações relevantes, tendo acesso direto com o link original, a partir da nossa página.

Seja bem vindo(a) e bons negócios!

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economiaO Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou na terça-feira (06/10) suas novas projeções para o crescimento mundial através do seu World Economic Outlook. As projeções do FMI para o Brasil mostraram forte piora, visto que a contração econômica do PIB esperada passou de 1,5% para 3,0% em 2015 ao passo que a alta de 0,7% de 2016 foi revisada para uma queda de 1,0%. Os dados negativos de nossa economia refletem a deterioração política e econômica do país nos últimos meses, assim como da baixa expectativa dos empresários e consumidores com relação ao futuro.

Em se tratando dos países desenvolvidos, a projeção é que avancem 2,0% em 2015 e 2,2% em 2016, tendo a Zona do Euro contribuído positivamente com crescimento esperado de 1,5% e 1,6%. Nos Estados Unidos é projetado um avanço de 2,6% este ano, desemprego baixo e aumento das taxas de juros ainda em dezembro. Para o Reino Unido espera-se expansão de suas atividades em 2,5%. Já Alemanha terá aceleração de sua atividade econômica de 1,5%, enquanto Japão crescerá apenas 0,6%.

Com relação aos países emergentes, a estimativa é de crescimento de 4,0% em 2015 e 4,5% em 2016. Na China, a expectativa de crescimento foi revisada para 6,8% em 2015 e 6,3% em 2016, patamares menores do que as projeções anteriores, resultado da mudança estrutural de uma economia que era voltada para exportações e investimento para uma economia voltada para consumo e serviços. Para a Rússia, o cenário é ainda pior que o brasileiro, em resposta a queda nos preços do petróleo e de sanções que lhe foram impostas, terá contração de 3,8% em 2015 e de 0,6% em 2016.

Por fim, a projeção para o crescimento mundial em 2015 recuou, passando para 3,1% em 2015 (ante 3,3%) e 3,6% (ante 3,8%) em 2016, refletindo um crescimento desigual das diversas economias. Enquanto as avançadas apresentarão um crescimento moderado, as principais economias emergentes apresentarão contração ou desaceleração, refletindo a queda nos preços das commodities, do menor fluxo de capital, assim como do aumento da volatilidade e do risco no mercado financeiro destes países.

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durrA solução EcoEMOS MES/SCADA desenvolvida pela Dürr controlará todas as atividades de produção, da fabricação da funilaria à montagem final do carro, na planta da Volkswagen Veículos Comerciais em Września, Polônia. A Dürr construiu a linha de pintura em 2014, o que incluía a tecnologia de controle EcoEMOS, e agora a solução será estendida para todas as áreas da fábrica, implementando assim um padrão uniforme. Essa foi uma das maiores encomendas já realizadas deste software da Dürr.

O cliente, Volkswagen Veículos Comerciais, aproveitou a oportunidade de implementar o conceito de software padronizado para controlar a produção na sua nova fábrica. Após a decisão inicial do EcoEMOS ser usado na linha de pintura e uma subsequente fase de avaliação, a solução da Dürr também foi selecionada para a fabricação da funilaria e montagem final do carro.

Os benefícios de uma arquitetura de controle padronizado são óbvios. Os muitos anos de experiência que a Dürr tem em engenharia de plantas industriais são continuamente aplicados ao design e melhoria das funcionalidades do EcoEMOS. A administração centralizada e a manutenção do software combinadas com serviços abrangentes foram fortes argumentos adicionais. Além disso, algumas das tarefas na Volkswagen Veículos Comerciais que precisavam utilizar softwares de código fechado passarão a ser cobertas pelo EcoEMOS, diminuindo consideravelmente os esforços de manutenção.

Tais tarefas incluem:

· Comunicação direcionada de dados dos veículos para as plantas de produção

· Transferência de dados qualitativos para o controle de compras

· Dupla interface para o sistema de controle de compras (FIS)

· Conexão do monitoramento da planta central com a tecnologia de controle

· Integração do controle de estoque ao controle central

· União uniforme dos sistemas de manutenção

· Análises do consumo de material

Essas funções efetivamente acrescentam valor à família de produtos EcoEMOS, tornando-os mais fácil de operar. A planta na Polônia determinará novos padrões, não apenas em termos de sustentabilidade, mas também na área cada vez mais importante de controle eficiente de produção.

A produção do sucessor do Volkswagen Crafter começará na Polônia no outono (Hemisfério Norte) de 2016. Com sua abordagem interdisciplinar, o projeto inteiro determinará um novo marco do desenvolvimento de IT de chão de fábrica.

Foto  EcoEMOS: Produção inteligente com experiência

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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