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UnicampA política de financiamento de pesquisa básica em diversas áreas pelo Departamento de Pesquisa Naval dos Estados Unidos (EUA) foi detalhada durante um encontro com um diretor da instituição nesta segunda-feira, 14, no auditório do Instituto de Química (IQ). A convite da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp (PRP) o diretor associado para a América Latina e da África Sub-saarina da Divisão Internacional do Departamento, Augustus Vogel, conversou com diretores, coordenadores de pós-graduação, pesquisa e extensão das Unidades de ensino e pesquisa, além dos Centros e núcleos.

A iniciativa faz parte da política de identificação de oportunidades de financiamento à pesquisa estabelecida pela PRP. “Estamos tentando internacionalizar o fomento, porque se você ficar atento apenas aos mecanismos nacionais e houver uma interrupção, atividades importantes podem ser paralisadas”, afirmou a pró-reitora de Pesquisa Gláucia Maria Pastore. De acordo com ela, a Marinha americana abre a possiblidade de financiamento de viagens e visitas técnicas. “Isso para nós é muito bom. Nosso jovem professor poderá participar de projetos de discussão e de visitas técnicas que ainda não são muito comuns na nossa universidade, mas são muito importantes”.

Patore ainda afirmou que a PRP deverá buscar mais fundações de fundo privado nacionais e internacionais e também grandes conglomerados internacionais, como a Fundação Bill Gates, para abrir o leque de possibilidades de fomento.
A Divisão Internacional do Departamento de Pesquisa Naval tem escritório no Consulado Geral dos EUA em São Paulo e dispõe de verbas para financiar pesquisa básica nas áreas de oceanografia (modelagem, oceanografia física e instrumentação), nanotecnologia, ciência de materiais, neurologia, membros protéticos, informática, ciência atmosférica, ciência espacial, geociência costeira, biocombustíveis, camadas biológicas, realidade aumentada, desenho robótico, tradução autonômica, processamento de sinais, comunicação entre o homem e a máquina, dentre outras.

Segundo Augustus Vogel, o Departamento tem seis escritórios espalhados entre o Brasil, o Chile, em Londres, Praga, Tóquio e Singapura. “Nossa ideia é estabelecer colaborações entre pesquisadores americanos e de outros paíeses com benefícios para todos. Hoje nossa intenção é conhecer mais os pesquisadores e pesquisas que se realizam por aqui, com a intenção de identificar projetos de colaboração para começar um tipo de relacionamento”, afirmou.

Vogel complementou que o Departamento não costuma financiar projetos grandes, “mas ideias de primeiro passo que ainda não têm uma base de dados e comprovações. Financiamos projetos com muito risco que podem eventualmente tornar-se um benefício social e no, nosso caso, um benefício para a marinha americana”.

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O mercado brasileiro do setor eólico

Icone Análise,Artigo | Por em 10 de dezembro de 2015

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eolicaRoberto Veiga*

O mercado recessivo brasileiro diverge do cenário eólico, que está em plena atividade e desenvolvendo novos fornecedores que vêm adensando a cadeia produtiva dos fabricantes de aerogerador. Segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil hoje conta com 712 projetos de eólica divididos em três diferentes estágios. São 275 projetos em operação gerando 6,7 GW; 158 projetos em construção agregando mais 3,8 GW de geração; e 303 projetos que ainda não iniciaram sua construção que irão agregar 7,2 GW.

A oportunidade às empresas da cadeia produtiva está nos restantes 303 projetos que ainda não iniciaram sua construção e que irão agregar mais 7,2 GW de geração. Esses 303 projetos serão compostos por pelo menos mais 3.500 aerogeradores, em um total de investimentos da ordem de R$ 35 bilhões nos próximos 3,5 anos. Para se ter uma ideia do que representa os 7,2 GW, isso seria o equivalente a meia usina hidrelétrica de Itaipu que, hoje, tem capacidade de geração de 14 GW (20 turbinas de 700 MW cada), sendo a maior usina de geração de energia na América Latina e que levou 10 anos para ser construída (1974 a 1984).

Se levarmos em conta que pelo menos 60% em valor dos aerogeradores serão disponibilizados à cadeia produtiva brasileira e considerando que normalmente 70% do investimento total de um aerogerador instalado gerando energia é representado pela fabricação em si do aerogerador, teríamos para os próximos 3,5 anos pelo menos R$ 15 bilhões a serem transformados pela nossa cadeia produtiva instalada no Brasil.

Participar desse “filão” é uma oportunidade única no cenário industrial brasileiro, mas essa oportunidade tem de ser levada adiante com muito cuidado. Os aerogeradores são máquinas que empregam alta tecnologia e complexidade tecnológica. Temos o privilégio de possuirmos, para o setor eólico, um planejamento energético, no que diz respeito a novas estimativas de contratação, muito bem elaborado, e que hoje sinaliza que até 2023 estaremos com um total em torno de 23 GW de eólica introduzidos à matriz energética brasileira, ou seja, um incremento de pelo menos mais 8 GW aos atuais 16 GW já contratados entrarão em operação até 2023. Ou seja, como os leilões no mercado regulado são geralmente A-3 e A-5, esses 8 GW seriam contratados nos próximos leilões com uma média de contratação anual em torno de 2 GW ano. O histórico de contratações desde o primeiro leilão de energia com a participação da eólica que ocorreu em 2009 tem sido de 2,3 GW ano.

Isso demonstra um mercado que tem uma visibilidade que dificilmente é obtida em outros setores em tempos normais e impossível de comparação no momento de recessão que vivemos atualmente.

São várias as oportunidades de fornecimento, basicamente o aerogerador é dividido em quatro importantes partes, a torre, as pás, os hubs (onde são fixadas as pás) e a nacelle (casa de maquinas onde normalmente estão o gerador e demais componentes), nesses principais itens temos algumas oportunidades de fornecimento, que podemos citar algumas abaixo:

– Na fabricação de torres de concreto ou de aço ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

 

  • Chapas de aço, flanges forjadas, escadas, elevadores, plataformas intermediárias, portas de aço, parafusos e elementos de fixação especiais, tintas e vernizes para proteção superficial, insertos de aço para torre de concreto, passa-cabos e sistema de iluminação…

– Na fabricação de pás ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

  • Resinas epóxi e poliéster, tecidos/mantas de fibra de vidro e carbono, kits espuma de PVC, kits de madeira balsa, tintas e resinas para acabamento superficial, parafusos e porcas especiais para fixação das pás, sistema de para-raios…

– Na fabricação de Hubs ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

Cubo fundido, rolamentos de passo, anéis e bases forjadas, carenagem (fibra de vidro), sistemas de lubrificação, discos caldeirados (passo da pá), sistema de acionamento e controle do passo da pá, sistema acionador e controle de passo, freio…

– Na fabricação de Nacelles ter-se-ia a oportunidade para o fornecimento de:

Elementos estruturais, estrutura principal (que pode ser fundida ou caldeirada e depois usinada e pintada), estrutura traseira (que também pode ser fundida ou caldeirada e depois usinada e pintada), eixo principal (que pode ser forjado ou fundido e depois usinado), rolamentos do eixo principal, sistema de controle do giro da nacelle na torre, rolamento do giro da nacelle, anéis e bases forjadas para esse rolamento, painéis de controle, transformador, sistema de freios, conversor / inversor, sistema de travamento do rotor, painel de proteção elétrica, cabos de barramento, cabos de cobre para enrolamento estator (bobinas), unidade hidráulica, sistema de refrigeração, gerador, multiplicador (gear box), estator, rotor, núcleo das bobinas do rotor, imãs permanentes…

O custo de se fabricar no Brasil é o mesmo para todos os setores e nós todos sabemos isso. Quando se trata de exportação conforme comentado acima os incentivos e benefícios fiscais ajudam a diminuir essa diferença.

Roberto Veiga* é engenheiro mecânico com especialização em gestão de projetos e negócios internacionais, presidente do Conselho de Energia Eólica da ABIMAQ, onde também é diretor conselheiro da ABIMAQ/CONIMAQ e representa a empresa Bardella S.A. Indústrias Mecânicas e é vice-presidente da Câmara de Projetos e Equipamentos Pesados (CSPEP)

 

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image002Ciente da grave crise energética que o Brasil e mundo vêm enfrentando a da necessidade da criação de iniciativas para a redução do consumo e do custo da energia, a Fluke Corporation, líder global em tecnologia portátil de teste e medição eletrônica, anuncia uma campanha mundial de Eficiência Energética. O objetivo é a conscientização da importância de reduzir o consumo, por meio de conceitos, problemas e soluções de eficiência energética, para que as organizações aprendam a poupar energia de forma eficiente e, consequentemente, diminuam os custos de energia em suas instalações. Com essa finalidade, a companhia criou uma página permanente em seu site com um rico material sobre o assunto e disponibilizou um time de profissionais para orientar e tirar dúvidas por e-mail, telefone ou presencialmente.

Direcionada a engenheiros, técnicos, eletricistas, estudantes e consumidores em geral, a campanha propõe encontrar os principais pontos de desperdício de energia através do mapeamento dos sistemas elétricos. O gerenciamento eficiente pode determinar uma economia no custo da energia de até 25%, além de otimizar a produtividade, no ambiente globalmente competitivo da atualidade.

De acordo com Poliana Lanari, Diretora Geral da Fluke do Brasil, mais do que nunca é preciso discutir esse tema uma vez que, segundo especialistas, o Brasil encontra-se na pior crise energética de sua história. “Um dos motivos da crise é o incentivo exagerado ao consumo, causando problemas de abastecimento. Nossa campanha propõe justamente que o consumidor saiba identificar sinais de que está tendo problemas energéticos, conheça suas causas e saiba corrigi-los a tempo”.

A maioria das organizações não mede e monitora a forma como a energia está sendo consumida. Lanari ressalta que somente entendendo a origem do desperdício elétrico é possível tomar decisões inteligentes sobre maneiras eficazes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos.

A Fluke possui uma série de ferramentas voltadas para a qualidade de energia. Distúrbios de energia atrapalham produções danificando ou interrompendo equipamentos e aumentando consideravelmente os custos. Investir em uma ferramenta que irá auxiliar na redução do desperdício de energia, detectando e corrigindo o problema, representa uma enorme economia dentro das organizações. “Apenas mapeando os sistemas de forma precisa para identificar quanta energia está sendo utilizada, é possível apontar onde estão os maiores consumidores de energia”, completa a executiva.

Além da campanha, a Fluke tem produzido outros materiais para ajudar a medir a eficiência energética, programas de medição de energia para as instalações. Por meio de estudos de caso e histórias de sucesso, a companhia compartilha informações de como outros profissionais conduzem programas de gerenciamento de energia e seus resultados. Na nova página existem ainda ilustrações interativas que guiam o consumidor pelas instalações para checar locais com possível perdas de energia.

 

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2A voz do consumidor está mais alta do que nunca. Um passo em falso que resulte em uma avalição online negativa pode custar sérios danos à receita da sua empresa, visto que você terá que se preocupar não somente com a perda de apenas um cliente, mas de dezenas, centenas, ou até mesmo milhares de potenciais clientes, que podem ler sobre experiências de serviço negativas nas mídias sociais e em sites de avaliação online. Esta é a essência de por que as organizações de serviços de campo devem colocar o cliente em primeiro lugar, e a lucratividade no curto prazo e a economia operacional em segundo um segundo plano.

Recentemente, nós tivemos uma conversa com Justin Guinn, pesquisador de mercado da Software Advice, site de pesquisas e avaliações de software de gerenciamento de serviços em campo, referente às descobertas de estudo recente sobre o impacto das avaliações online no consumidor, ao selecionar prestadores de serviço. Um dos dados mais interessantes compartilhados por Justin diz que 96% dos respondentes afirmam considerar opiniões de terceiros como de extrema ou moderada relevância na hora de decidir qual provedor de serviços deve ser contratado.

E se você não pode vencer a tendência, você pode incluí-la como parte do seu plano de negócios e incentivar clientes satisfeitos a compartilhar suas experiências. Abrace a vulnerabilidade inerente das avaliações online, pois elas apresentam uma oportunidade para impulsionar melhorias na execução do serviço em campo ou até mesmo responder publicamente a reclamação de um cliente insatisfeito e mostrar a ele, e a todos os outros usuários que visualizarem a avaliação, que você está disposto a fazer o que for possível para mantê-los.

Muitas pessoas utilizam sites de avaliações como o Yelp para restaurantes, mas a pesquisa aponta que é um site que não deve ser ignorado pelos prestadores de serviço em campo.

“As avaliações online tornaram-se muito importante para os provedores de serviço de campo. Os consumidores não só estão usando essas plataformas para escolher seus fornecedores, como também estão dispostos a gastar mais em uma empresa com melhores críticas e classificação. Nosso estudo revelou que 86% dos consumidores pagariam mais por um prestador de serviço com mais avaliações positivas. Para empresas que podem estar negligenciando seus perfis no Yelp, considerem colocá-los em ação simplesmente por uma questão de torná-los um potencial gerador de lucro.”

“Alinhado aos 86% dos consumidores que pagariam mais por um provedor com melhor classificação, 96% dos respondentes consideram avaliações ‘extremamente’, ‘muito’ ou ‘moderadamente’ valiosas. Estes dados reforçam ainda mais a importância de se conquistar críticas online positivas. Em relação a que tipo de informação os clientes procuram com essas avaliações, 87% querem saber mais sobre a qualidade do serviço e 78% buscam por informações de preços e custos. Desta forma, quando você estiver ativando ou atualizando seu perfil, certifique-se de que essas informações estarão claramente disponíveis.”

Qualidade do serviço é fundamental

“Determinados clientes estão tão interessados na qualidade de serviço que é importante que as empresas de serviço em campo prestem sempre um ótimo serviço, independente do quão complicadas as coisas estejam. Isso não só significa completar trabalhos de uma forma eficaz e dentro do prazo, mas também fazê-lo de uma forma que gere experiências positivas aos clientes. Softwares de serviços em campo permitem que os técnicos concentrem-se mais no atendimento e na experiência do cliente, através da racionalização dos processos operacionais. Se eles precisarem gastar menor tempo se atrapalhando com pranchetas ou tendo que voltar ao local de trabalho porque não tinham o equipamento correto, o cliente ficará, sem dúvida, mais feliz com a empresa prestadora de serviço. Esse foco posto no cliente, combinado a um serviço confiável, deve levar a uma quantidade ainda maior de avaliações positivas.”

Como fazer para melhorar seus perfis de avaliação online

“Em primeiro lugar, criar um perfil no site Yelp. Descobrimos que 74% dos consumidores usam o Yelp para ajudar a encontrar o melhor fornecedor de serviços para suas necessidades. É no mínimo 10% mais popular do que outra plataforma de críticas como o Google+ Local, Angie’s List e Thumbtack. Entretanto, criar esse perfil é só o primeiro passo. A única maneira de utilizar verdadeiramente o Yelp e outras plataformas é proporcionar ao consumidor uma experiência que valha a pena escrever sobre. E uma das melhores formas de fazer isso é com a ajuda de softwares de serviço em campo. Conversamos diariamente com diversos empresários desse segmento para ajudá-los a encontrar o melhor software para o seu negócio. Por meio dessas conversas, é evidente que muitas empresas prestadoras de serviço estão começando a entender como esta tecnologia possibilita aos técnicos se concentrar em fornecer as experiências positivas que os clientes esperam.”

Por Alexsandro Labbate, Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas, empresa de fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

 

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biogasEmpresas do setor de energias renováveis e órgãos públicos terão apoio para fecharem parcerias e buscarem financiamento. Durante o II Fórum da Indústria do Biogás, que ocorrerá nos dias 2 e 3 de dezembro, em São Paulo, os participantes poderão tirar suas dúvidas sobre financiamento para projetos de biogás nas mesas de informação e, por meio do matchmaking, poderão identificar e reunir-se com potenciais parceiros de empresas nacionais e internacionais. O Fórum é realizado pelo projeto Probiogás, fruto da cooperação entre o Brasil, por meio da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, e a Alemanha, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbHe pela ABiogás, e conta com o apoio da Câmara Brasil-Alemanha.

O evento contará com palestras e debates acerca de temas relevantes para o aproveitamento do biogás, como a evolução do panorama regulatório brasileiro e os incentivos fiscais aplicáveis ao biogás.  Além de participar dessas discussões, as empresas também terão a oportunidade de consultar especialistas em financiamento de projetos e trocar informações com outras empresas do setor.

Durante as mesas de informação, empresas e especialistas poderão agendar reuniões individuais com agentes de financiamento, esclarecendo dúvidas e obtendo detalhes sobre opções de financiamento para projetos de biogás. Empresários interessados em desenvolver projetos e parcerias com outras empresas do setor de biogás, encontrarão interlocutores nacionais e internacionais no Matchmaking. Nestas reuniões individuais pré-agendadas, empresários poderão fazer o primeiro contato com potenciais parceiros de negócios.

Em 2014, mais de 60 reuniões foram realizadas e espera-se este ano ultrapassar esse número. Empresas interessadas em participar das Mesas de Informação e do Matchmaking devem se inscrever antecipadamente, no site do evento (www.forumdobiogas.com.br).

Serviço:

Evento: II Fórum da Indústria do Biogás

Local: Club Transatlântico. Rua José Guerra, 130 – Chácara Santo Antonio – São Paulo

Data: 2 e 3 de dezembro

 

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saneamentoRuddi Pereira de Souza liderará o conselho durante o biênio 2015-2017

“Sabemos dos desafios e saltos gigantescos que o país precisa na área de saneamento. O que nós vemos muitas vezes é o copo meio vazio, mas é sempre muito importante ver o copo meio cheio, enxergando as oportunidades de negócios para as empresas e as possibilidades de melhorar a saúde pública e a qualidade de vida do Brasil”. Com essa mensagem, o presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, Carlos Pastoriza, iniciou a cerimônia de posse da nova diretoria do Conselho de Saneamento Ambiental, em outubro, na sede da entidade.

O presidente eleito, Ruddi Pereira de Souza, afirmou estar satisfeito com a sua nomeação. “Será um grande desafio para mim e vou certamente contar com o apoio de todos para que possamos conseguir gerar oportunidades de negócios a partir dessa integração”, declarou Souza.

Conquistas

Valdir Folgosi, vice-presidente do SINDESAM (Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental), fez uma retrospectiva de sua gestão à frente do Conselho de Saneamento Ambiental e afirmou que, embora não tenha conseguido superar todos os desafios, algumas conquistas foram alcançadas, como a valorização do conselho junto às entidades; luta para a reforma da lei 8.666; luta e universalização do saneamento em parceria com outras entidades; valorização do reúso da água como ferramenta de combate à crise hídrica; e engajamento e defesa do Conteúdo Local valorizando a indústria nacional.

“Além disso, tive o privilégio de criar vínculos de amizade com vocês, que lutam pelo mesmo setor e pelos mesmos ideais. Tenho certeza que o novo presidente fará uma boa gestão, criando um mercado forte e importante para as indústrias do setor”, ressaltou Folgosi.

Souza salientou a importância do apoio para as conquistas do segmento: “Este vai ser um trabalho de time para conseguirmos algo melhor para o nosso setor. Quero dizer que contem comigo e que nós vamos chegar onde nós precisamos”, finalizou Souza.

Também estiveram presentes o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Paulo Ferreira, o presidente do SINDESAM, Gilson Cassini, o consultor da ABIMAQ, Primo Pereira Neto, e demais representantes do setor.

 

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image003Escrito por Alexsandro Labbate, Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas

A prestação de um serviço de atendimento ao cliente com a máxima excelência é imprescindível para o sucesso dos negócios, especialmente em um momento no qual os consumidores estão mudando suas expectativas e até posicionamento. Por conta disto, para alcançar um diferencial competitivo, garantir que um negócio prospere e, mais do que isso, traga o valor esperado ao seu cliente, é preciso aprimorar as interações de serviço em campo. Assegurar que os clientes sejam ouvidos e recebam um serviço de valor é essencial para o êxito dos negócios. Principalmente quando se pensa que em momentos de insatisfação, as pessoas usualmente tendem a falar mais e expressar suas frustrações em voz alta, o que pode ser prejudicial à imagem da empresa.

De acordo com estudo conduzido pela americana Aberdeen, dentro das ofertas das empresas, o serviço pode gerar uma margem de lucro 10,7% mais elevada do que produtos. Exatamente, por já terem claro esse cenário, Executivos de nível C estão se unindo e fazendo do serviço em campo uma prioridade, passando inclusive a enxergá-lo, como uma enorme oportunidade de aumento de receita.

Mas, como implementar serviços de forma efetiva? Há três elementos que devem ser levados em consideração e ajudam a garantir a execução bem sucedida em campo: cliente, receita e lucro.

Do ponto de vista do cliente, componente fundamental deste processo, as mudanças devem ser concentradas na otimização dos serviços em campo. As visitas das equipes móveis são, normalmente, a única interação face a face que a empresa terá com um cliente. Desta forma, construir uma relação positiva vai aumentar a satisfação, a receita e melhorar a lucratividade.

No que tange a receita, já existe um entendimento por parte do alto escalão das empresas de que investir nesta interação com o cliente pode ser lucrativo. De acordo com o relatório da Aberdeen,Receita de Serviço: desenterrar um córrego inexplorado de dólares, oito em cada dez top performersdescobriram que, por meio do serviço em campo, foi possível alcançar, em 12 meses, suas metas de receita.

Por fim, entra a questão do lucro. Obvio que conter gastos é parte importante do processo de negócios, porém sempre qualquer corte deve ser realizado levando em consideração a necessidade de preservar e até elevar a qualidade de serviço em campo. É preciso pensar em uma integração entre as equipes de TI e de campo para que juntas introduzam, por exemplo, uma nova tecnologia móvel que reduza a quantidade de papel, elimine erros dispendiosos ou acessos físicos desnecessários.

Sendo assim, cada parte envolvida neste complexo processo de relacionamento em campo com o cliente e as etapas que compõem a prestação do serviço precisam ter um impacto positivo na percepção da qualidade pelo cliente. A tecnologia ajuda nesse sentido, pois existem soluções que conectam, por exemplo, os trabalhadores móveis, a empresa, o negócio e o cliente de forma a melhorar a experiência para todos. Como diz o velho ditado, “O cliente tem sempre razão” e as ferramentas de gerenciamento de serviço em campo capacitam as equipes a cumprir as expectativas dos consumidores. A transição de uma organização centrada no produto para uma focada no serviço beneficiará a imagem e o sucesso da empresa no futuro.

Alexsandro Labbate é Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

 

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cleverAtendendo a uma demanda do mercado, a Metal Work, empresa de produção e comercialização de equipamentos pneumáticos para automação industrial, desenvolveu inovações na concepção das válvulas Clever Multimach, possibilitando alto nível na compactação e simplificação nas instalações.

A Familia Clever Multimach passa a contar  com   protocolos Ethercat, CANopen e Profinet IO .

“A Ilha Inteligente Clever Multimach simplifica as instalações a tal ponto que começaremos a ver de forma diferente os  sistemas, onde os terminais de válvulas  incorporam as  ligações eletricas via  contato seco  e as  conexões ,usando  (conceito de centralina),com grau  de proteçao IP65 /IP67  dispensa uso dos painéis, afirma Cauduro.

Aliado ao  conceito de modularidade  permite instalar válvulas de diferentes  vazões e  funções em um mesmo bloco, sem a necessidade de uma base comum entre elas, a Ilha Inteligente Clever Multimach retira a limitação de número de válvulas por base. Esta série permite o trabalho com blocos mestre e escravos. Sendo assim, a limitação passa a ser definida pelo número de pinos do conector elétrico selecionado ou pela quantidade de nós suportada pelo protocolo de rede.

Todas as conexões elétricas e pneumáticas estão  incorporadas, permitindo  redução drástica nos tempos de instalações e de elementos necessários como: conectores, fios, prensa cabos, conexões e tubos. “O  espaço físico necessário para instalações cai  nove vezes, em relação ao convencional,  com isto o tempo de intervenções para manutenção é  feita em um décimo do tempo”, explica Cauduro.

Na família Clever Multimach, cada eletro válvula da ilha tem um micro chip que permite controlar  seu funcionamento e a sua comunicação com as demais válvulas da ilha, através de um protocolo interno e nativo da ilha, que viabiliza identificar possíveis falhas e defeitos nas conexões elétricas.

 

 

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quimaticA fabricante de especialidades químicas Quimatic Tapmatic acaba de completar 35 anos de atividades e celebra a data com lançamentos de produtos e novo material institucional.

Ao longo destas três décadas e meia, o foco de atuação da empresa sempre foi o desenvolvimento de produtos de alta qualidade e desempenho, que contribuem com o crescimento das indústrias brasileiras. “Nos empenhamos em desenvolver soluções químicas capazes de aumentar a qualidade, produtividade, segurança e sustentabilidade das indústrias”, enfatiza Jan Strebinger, fundador e presidente da Quimatic Tapmatic.

Para celebrar o aniversário, a companhia lançou novos produtos ao longo de 2015, modernizou o logotipo e embalagens, e acaba de colocar na internet uma nova série de vídeos de produtos que destacam-se por contar com o fundador da companhia como personagem de animação.

Empresa especialista na produção de fluidos de usinagem, a Quimatic Tapmatic iniciou suas atividades em 1980 em uma pequena sede no bairro de Vila Mariana, em São Paulo, com apenas 2 colaboradores e a produção de um produto pioneiro no Brasil: o fluido de corte para usinagem Quimatic 1.

Atualmente, a companhia conta com um moderno escritório no centro de São Paulo e uma fábrica com tecnologia de ponta em Barueri. O portfólio, que cresceu significativamente ao longo dos anos, é composto por mais de 50 produtos químicos voltados para usinagem, tratamento de superfícies, proteção contra corrosão, solda a frio, desengraxe e limpeza industrial, manutenção elétrica e lubrificação.

 

Lançamentos e série animada– No ano em que comemora seus 35 anos, a Quimatic Tapmatic lançou o protetivo MoldePRO e a borracha reparadora a frio Plasteel Flex 80. Outras novidades devem chegar ao mercado até o final de 2015.

A empresa também aproveitou a ocasião para renovar sua comunicação visual, como novo logotipo, novas embalagens e a nova série de vídeos explicativos de produtos na internet, que trazem o quadro “Dicas do Jan”. Nestes conteúdos, Jan Strebinger surge como personagem de animação e utiliza sua experiência de mais de 5 décadas no setor químico para oferecer dicas sobre aplicação de produtos, segurança no trabalho e sustentabilidade.

“Estamos orgulhosos de nossos 35 anos e trabalhamos incessantemente para que a parceria com as indústrias brasileiras dure por muitas outras décadas, sempre com produtos inovadores e de ótima relação custo-benefício”, conclui o presidente da QuimaticTapmatic.

 Serviços – Para conhecer os novos vídeos da Quimatic Tapmatic, acesse: http://www.quimatic.com.br/videos/

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oculosPara a Expo Arquitetura Sustentável 2015, que será realizada no Expo Center Norte, a BASF vai levar suas duas casas-conceito – a CasaE (Casa Ecoeficiente) e a Casa Econômica (com soluções que promovem a redução do custo total da obra), que estão construídas na zona Sul de São Paulo. Com a ajuda de óculos de realidade virtual, os visitantes poderão percorrer os ambientes e visualizar as tecnologias aplicadas, de maneira lúdica e realista. Algumas soluções também serão expostas em displays interativos para mostrar suas funcionalidades.

As inovações, usadas nessas residências, proporcionam conforto térmico e acústico, sustentabilidade, com importante redução do consumo de água e dos resíduos de construção. O objetivo é direcionar a adoção de processos construtivos mais inteligentes que garantam maior produtividade e durabilidade da edificação, com economia de tempo e recursos, levando ao setor da construção o que há de mais atual com tecnologias inovadoras e sustentáveis.

A proposta dos modelos é apresentar os materiais aplicados na prática, tornando seus benefícios visíveis e palpáveis. Por exemplo, há microcápsulas aplicadas no drywall que reduzem em até 1/3 o uso do ar condicionado; placas de poliuretano expandido que reduzem em até 90% a transferência de calor entre os ambientes; aditivo para o preparo do concreto que diminui em 40% o consumo de água e reduz a emissão de gases; pigmentos especiais que atuam no controle da temperatura; pisos drenantes com cerca de 90% de permeabilidade, permitindo a reutilização da água da chuva.

Também durante a Expo, a Fundação Espaço ECO®, organização instituída pela BASF, apresentará o jogo interativo “Cidades Sustentáveis” no estande da empresa. Trata-se de um jogo de tabuleiro que apresenta o conceito de Socioecoeficiência e desafia os jogadores a recuperar cidades abandonadas de forma sustentável, trabalhando de maneira estratégica e dinâmica. Serão duas rodadas no dia 11 de novembro: das 12h às 14h e das 14h30 às 16h30.

A companhia participará também da Conferência, com duas palestras:

·         Cases importantes como a Usina Hidrelétrica de Santo Antônio e a Freedom Tower em New York.

Palestrante: Mauricio Grochoski, Consultor técnico da Master Builders Solutions da BASF, Doutor em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP.

Dia 12 de novembro, das 09h às 09h40

·         Avaliação do ciclo de vida no desenvolvimento de produtos sustentáveis

Palestrante: Sueli Oliveira, Consultora de Sustentabilidade da Fundação Espaço ECO®, química com MBA em Gestão e Tecnologias Ambientais pelo Programa de Educação Continuada da Escola Politécnica da USP.

Dia 12 novembro, das 10h20 às 11h

Por fim haverá, no dia 13 de novembro, a visita técnica à CasaE, Casa Ecoeficiente da BASF, que foi completamente renovada este ano e recebeu a certificação LEED-NC Gold, concedida a novas construções pelo Green Building Council e também à Casa Econômica. Durante a visita, além do estudo de Ecoeficiência da CasaE, haverá a apresentação do Next.doc, observatório de tendências em sustentabilidade, que identificou as “Seis Tendências em Construção Sustentável”, pela consultoria Ideia Sustentável com apoio da Fundação Espaço ECO®.

Serviço:

Expo Arquitetura Sustentável

Data: 10 a 12 Novembro de 2015

Horários: Exposição das 11h às 20h / Conferência das 9h às 18h

Local: Expo Center Norte, São Paulo

 

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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