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feiraDe 28 de setembro a 01 de outubro de 2015, a Itália apresentou a alta tecnologia para o setor de máquinas, equipamentos e insumos para a fundição durante a 16ª edição da FENAF – Feira Latino-Americana de Fundição, realizada no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reuniu mais de 150 marcas, nacionais e internacionais, e recebeu visitantes de diversos países.

O Brasil figura entre os principais mercados de fundição e ocupa o sétimo lugar no ranking internacional de produção do setor. Encerrou 2014 com faturamento de US$ 8,4 bilhões, produção de cerca de três milhões de toneladas e mais de 62 mil empregados que geram produtos para os setores automotivo, de bens de capital, infraestrutura e siderurgia, no Brasil e no exterior.

Promover parcerias tecnológicas, o networking e a troca de experiências, além de consolidar e fortalecer ainda mais o intercâmbio comercial no Brasil e na América Latina foram os objetivos da participação coletiva italiana. Segundo Fabrizio Carmagnini, diretor da AMAFOND – Associação Italiana dos Fornecedores de Máquinas e Produtos para Fundição, o atual contexto econômico, em especial, a desvalorização do real frente à moeda americana, trouxe novos desafios à indústria. “A nossa presença é a confirmação do interesse pelo mercado brasileiro. Essa é uma situação que esperamos que seja momentânea e que esteja normalizada em um período de tempo relativamente curto”, afirmou reforçando a importância da continuidade de ações estratégicas e de ampliação dos mercados, enfatizando que a Itália é o principal fornecedor do Brasil neste setor, respondendo, atualmente, por 16,2% de tudo o que o Brasil importa na área, de um total de aproximadamente 200 milhões de euros por ano.

Abordando o cenário macroeconômico internacional, o executivo disse ter afetado não somente o Brasil, mas todos os países com economias emergentes, como a Rússia, a China e a Índia. Hoje, as regiões que mais investem em maquinário e equipamento para a fundição são os EUA e o México. Em relação aos segmentos, Carmagnini afirmou que a indústria de fundição que atua no desenvolvimento de plantas e projetos para o setor de alumínio vem crescendo muito nos últimos anos. Este crescimento é explicado pela alta demanda do mercado automotivo (automóveis comerciais e leves), que busca por soluções que tornem os veículos mais leves. Também citou o setor de fundição para componentes de máquinas agrícolas como um dos que mais tem sido afetado, com a evidente diminuição nos investimentos em novos maquinários.

Além de empresários, representantes de associações e parceiros do mercado brasileiro, o Pavilhão Italiano contou com a visita do Embaixador da Itália no Brasil, Raffaele Trombetta. O diplomata foi recebido pelo Cônsul Geral da Itália em São Paulo, Michele Pala; o diretor do ITA – Italian Trade Agency no Brasil, Federico Balmas; a vice-diretora do ITA – Italian Trade Agency, Loriana Ceccarelli, o diretor da AMAFOND, Fabrizio Carmagnini, e o presidente da ABIFA – Associação Brasileira de Fundição, organizadora da feira, Remo de Simone. Na ocasião, Raffaele Trombetta conversou com os empresários italianos presentes no Pavilhão, além de se reunir com a diretoria da ABIFA.

 

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festoA Festo, multinacional alemã do mercado de automação industrial, por meio de sua unidade de negócio Didactic está com as inscrições abertas para seus cursos que serão realizados durante o mês de novembro.

Com abordagem prática e teórica, o conteúdo das aulas permite aos participantes operar hands on com equipamentos de tecnologia de ponta. O início e o término dos cursos são realizados dentro da mesma semana, facilitando o transporte e a estadia sem deixar o participante afastado do local de trabalho por longos períodos. Além disso, a Festo oferece a opção dos treinamentos in company.

Entre os cursos que serão ministrados no mês de novembro, destaque para “Comunicação interpessoal e trabalho em equipe”, que aborda como lidar com as diferenças interpessoais, as técnicas para se tornar um bom comunicador, saber transmitir informações de forma clara e objetiva, além das ferramentas para gerenciar conflitos e lidar melhor com as divergências de opiniões.

Todos os participantes recebem certificado com reconhecimento internacional. Dúvidas, inscrições e informações sobre os valores de investimento dos cursos podem ser obtidos pelo telefone (11) 5013-1852 ou pelo e-mail treinamento.br@festo.com

Confira abaixo outros cursos com datas abertas para o mês de novembro:

-Train the trainer – 23/11 a 27/11

– Administração do tempo, produtividade pessoal e eficiência no trabalho – 13/11

– Comunicação interpessoal e trabalho em equipe – 19/11

– Eficiência energética em sistemas pneumáticos – 03/11 a 05/11

– Safety Technology – 05/11

– Automação Pneumática – 09/11 a 13/11 e 23/11 a 25/11

– Automação Pneumática (Projetos de circuitos avançados utilizando métodos sistemáticos) – 16/11 a 18/11

– Comandos elétricos em sistemas pneumáticos – 09/11 a 11/11 e 30/11 a 04/12

– Tecnologia de Vácuo para Sistemas Handling – 12/11

– Automação pneumática de sistemas de tratamento de água e efluentes – 16/11 a 18/11

– Programação de controladores lógicos programáveis em ambiente CoDeSys – 09/11 a 13/11 e 30/11 a 02/12

– Automação industrial com eixos elétricos e comunicação em rede CANopen – 26/11 e 27/11

– Automação Hidráulica – 23/11 a 25/11 e 30/11 a 04/12

– Comandos elétricos em sistemas hidráulicos – 03/11 a 05/11

– Synchro Game – 26/11 e 27/11

 

 

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artigo*Por Alexsandro Labbate, gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas

É fato que o maior ativo de uma empresa são os seus clientes. E, neste contexto, aquelas empresas que conseguem estabelecer com o cliente uma experiência de serviço memorável,  apresentam maior competitividade e lucratividade. A rápida evolução tecnológica, porém, ocasiona que o que hoje é considerado algo exepcional, além das expectativas, em termos de prestação de serviços, muito em breve será algo apenas básico, inicial.

Isso por que a própria natureza da prestação de serviços está mudando, acompanhando a evolução da tecnologia, que reorienta as expectativas dos clientes e cria consumidores cada vez mais exigentes. Em um futuro próximo, por exemplo, as empresas inovadoras deverão encontrar novas formas de alinhar a prestação de serviços multi canal, em uma experiência unificada e muito mais simplificada.

Hoje, o que ocorre, é que toda o peso do gerenciamento deste relacionamento multi canais recai sobre o cliente. Nos próximos 20 anos, a meu ver, a mudança mais significativa na assistência ao consumidor deverá ser justamente esta: a responsabilidade passará a ser da própria companhia. Até 2035, as empresas estarão utilizando as mais avançadas tecnologias, certamente baseadas no conceito IoT, Internet das Coisas, para promover uma experiência de serviço ao cliente muito mais proativa e preditiva.

Dentro de alguns anos, não tenho dúvidas, o serviço ao cliente estará tão mudado que será algo inerente ao próprio produto. Produtos físicos terão embutida a tecnologia “sempre online”, que transformará as oportunidades de serviços em importante fonte de valor agregado.

As métricas de aferição da qualidade da prestação de serviços, por sua vez, não girarão mais em torno de um mero “tempo de resposta”. Com os avanços tecnológicos, métricas de evasão, de desconforto, de inconveniência e de inatividade, serão as principais referências.

Como a IoT irá mudar o relacionamento na prestação de serviço ao cliente

Uma pesquisa recente executada pelo  site de estatísticas GSMA Intelligence, apontou a existência de 7,5 bilhões de dispositivos móveis no mundo. Isso é um aumento de 6,1% em relação ao ano passado. Hoje, celulares e tablets são onipresentes. Os “smartwatches” e “phablets” estão chegando lá. Até mesmo as “smart bracelets”, pulseiras inteligentes, hoje exclusivamente utilizadas para compartilhar dados de saúde, terão seu uso ampliado. Todos esses novos dispositivos já começam a fazer parte de nossas vidas “sempre online/sempre conectadas”.

Muitos produtos estão tornando-se inteligentes. O que fará com que o número de dispositivos conectados à Internet exploda cada vez mais. O número de “coisas” que se espera sejam os novos nós da rede IoT são na verdade todos os dispositivos à nossa volta. Os especialistas não conseguem concordar em relação a essa projeção, mas todos concordam que será algo enorme. O Gartner, por exemplo, estima em 20 bilhões os dispositivos conectados à internet em 2020.

Abaixo procuro explorar um pouco algumas dessas novas tecnologias que podemos esperar para 2035, que irão fazer da IoT uma benção para a experiência de serviço ao cliente:

– Grande aumento na variedade de “wearables”, como roupas que carregam nossos dispositivos, monitoram nossa taxa de glicose, ou nos deixam navegar pela Internet, assim como anéis que armazenam nossas informações financeiras e podem ser utilizados para fazer compras;

– Aumento ainda maior no volume de produtos com sensores que se tornam inteligentes e conectados, incluindo mobília, aparelhos, brinquedos e infraestrutura;

– Mecanismos de interface melhorados, como interações por voz e rastreamento pelo olhar;

– Tecnologias que incrementam o valor dos dados coletados, incluindo uma melhor organização, rotulação, pesquisa, recuperação, relevância e tecnologias analíticas para proporcionar uma assistência ao cliente mais preditiva;

As tecnologias back-end, por sua vez, não irão apenas assimilar e analisar dados vindos de todos esses dispositivos conectados, mas de todo o nosso direct online e outras atividades rastreáveis. Nossas postagens de mídia social, email, históricos de compra e pesquisa, nossos históricos de serviços antigos. Toda essa enorme gama de informação sendo filtrada por análise avançada possibilitará às empresas uma visão dinâmica, em tempo real, de nossos interesses, desconfortos, preferências e humores.

O desafio então será, para as empresas, a implementação tanto das tecnologias como dos processos de negócios que podem transformar toda essa informação em um relacionamento de serviço ao cliente preditivo e facilmente acionável.

Quatro formas futuras de interações na prestação de serviço ao cliente

Até 2035, interações de serviço ao cliente poderão ser categorizadas em quatro tipos diferentes, que são caracterizadas pelas partes envolvidas na comunicação. Elas não são mutualmente exclusivas. Uma interação pode começar em um tipo e ser intensificada ou mesmo resolvida movendo-se para outro.

  1. Máquina para Máquina: Dispositivos irão gravar seus próprios dados de manutenção. Em alguns casos, a máquina será capaz de se autocorrigir. Em outros, o dispositivo irá mandar seus próprios dados de manutenção para o sistema do vendedor ou fabricante, que pode assim proceder automaticamente com o ajuste necessário. Pense em softwares que instalam suas próprias atualizações, por exemplo.
  2. Máquina para Humano: Em alguns casos, a questão da  manutenção, ou apenas o aumento da probabilidade de ser prevista a manutenção, pelos dados recebidos, requererá intervenção humana. O sistema de back-end irá determinar quais habilidades e equipamentos serão necessários, e programar o técnico de campo apropriado. Se para implementar a solução será necessário o acesso à casa ou aos negócios do consumidor, o sistema também fará a programação do agendamento. Baseada no histórico do usuário, a tecnologia de back-end saberá quais os horários mais convenientes para o técnico de campo realizar a visita.
  3. Humano para Máquina: Modalidade que irá abranger consumidores que interagem diretamente com o dispositivo, ou talvez através de um aplicativo que conecta o dispositivo com a empresa, para fazer requerimentos ou encontrar informação. Isso também abrange a equipe da empresa no campo atualizando os sistemas de back-end com informação crítica: qual foi o problema específico, como e quando o problema foi resolvido, quando eles estão disponíveis para fazer uma outra visita. O sistema de back-end irá adicionar todos esses novos dados em sua análise para avançar suas capacidades de previsão e resposta.
  4. Humano para Humano: Interações de serviço ao cliente diretamente de humano para humano serão raras. E não será mais um daqueles ciclos de agonia do tipo “pressione 1 para explicar seu problema”, pela sétima vez, que vivenciamos hoje. Pelo contrário. A maioria dos problemas será prevista e dirigida pela interação do dispositivo com o sistema de back-end. Quando uma pessoa da área técnica do cliente faz uma ligação ou aparece, como um técnico de campo ou fornecedor de abastecimento, já será com a solução em mãos. Somente os mais complexos problemas de serviço ao cliente irão requerer discussões no método “humano para humano” para descobrir a solução mais adequada. Aqui é onde a abordagem “omni-channel” entra para realizar o seu propósito.

Como tudo isso muda o papel da Central de Contato

Em vinte anos, nós não iremos mais vivenciar as IVRs, respostas interativas de voz, ou os agentes de contato roteirizados de hoje em dia. Em alguns casos, essa evolução ocorrerá simplesmnete por que o agente da central de contato, ou o próprio sistema, estará fazendo a primeira comunicação com o consumidor através do canal preferido e escolhido por ele. E, neste ponto do contato, muito do trabalho necessário, já foi realizado. Softwares de logística, planejamento e agendamento, já terão maneiras de determinar os tipos de equipamentos e habilidades do técnico de campo,  necessárias a cada caso; assim como a disponibilidade desses  recursos e da agenda do consumidor.

Quando é o cliente quem inicia o contato, sistemas de back-end de roteamento de contato irão analisar o contexto daquela pessoa e demanda, em tempo real, para maior precisão no direcionamento da comunicação. Usando o número de telefone, perfil nas mídias sociais ou email – qualquer meio de identificação disponível no canal de contato estabelecido pelo cliente – o sistema de roteamento saberá o que ele comprou, qual o seu histórico de serviço e fará julgamentos sobre o que poderia estar acontecendo naquele momento. E se uma segunda ligação for requerida, o cliente não precisará se repetir.

Em 2035, o serviço será o produto, mesmo quando existe um produto físico. E para se preparar para este novo momento, as companhias devem parar de ver a prestação de serviço como um “centro de custo”. Ao contrário, o foco deveria ser identificar se o seu serviço ao cliente está agregando valor ao seu negócio e como fazer isto. Até 2035, a unidade de prestação de serviços será um centro lucrativo, não um centro de custos. Se isso não ocorrer, a sua empresa está no caminho errado.

*Alexsandro Labbate é Gerente Sênior de Marketing da ClickSoftware para as Américas, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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aguaÀ medida que a população mundial aumenta e as pessoas buscam padrões de vida mais elevados, mais água é necessária para uso pessoal e para produção de bens de consumo.  No entanto, a água potável não é facilmente reposta. Segundo dados da ONU, em 2050 haverá um aumento de 55% na demanda de água para abastecer a população mundial, o que é bastante preocupante, uma vez que, atualmente, cerca de 50% da água fresca utilizada é consumida muito mais rapidamente do que é reposta pelas fontes subterrâneas de água potável. A ONU também estima que 8% da energia gerada no mundo são utilizadas para água e instalações de águas residuais, o que também resulta no aumento do consumo de energia e interfere nas mudanças climáticas.Muitos países optam por tecnologias que reduzam os impactos ambientais e diminuam os gastos de energia durante o processo de tratamento de água e efluentes. Um exemplo disso é a Dinamarca, que diminuiu o consumo de água em aproximadamente 40% e permanece crescendo economicamente. Nos municípios, as instalações de água representam o maior consumo de eletricidade, normalmente de 25% a 40% do consumo total de energia. Na cidade dinamarquesa de Aarhus, a companhia de água local conseguiu modificar a instalação de águas residuais para também funcionar como planta de cogeração, que produz 90% mais energia do que consome. 

A preocupação mundial com o alto consumo de energia em água e em efluentes também está aumentando e as normas de cada localidade estão começando a promover a utilização de soluções energeticamente eficientes. A ONU destaca que as taxas de desperdício de 50% não são incomuns em sistemas de distribuição urbana. Porém, as fugas podem ser reduzidas de 30% a 40% com o uso de tecnologias, como os conversores de frequência que controlam a pressão nos canos de modo que a água não vaze pelos buracos. Ao mesmo tempo, os drives geralmente poupam de 20% a 50% de energia.

 

No início deste ano, o Fórum Econômico Mundial classificou a crise de água e a falha na adaptação às alterações climáticas entre os cinco maiores riscos globais e incentivou os tomadores de decisão em todo o mundo à ação coletiva para resolvê-los. E não há nenhuma razão para esperar. Soluções que respondam aos desafios hídricos e climáticos estão prontas e seu payback é rápido.

 

* Julio Molinari é Presidente da Danfoss na América Latina

 

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PalestraAlexandre Balestrin Corrêa, diretor de desenvolvimento da Elipse Software, falará sobre o futuro da automação aos alunos da IFRS, UCPel, Unisinos e UFRGS

Nos dias 7 e 20 de outubro, o diretor Alexandre Balestrin Corrêa ministrará uma palestra sobre “Como as novas tecnologias estão revolucionando a automação” em quatro importantes universidades do Rio Grande do Sul. O objetivo é discutir com os alunos e professores destas instituições como automatizar processos através de qualquer dispositivo, independentemente da hora e localização.

Na tarde do dia 7, das 14h30 às 15h30, Corrêa realiza a primeira palestra aos alunos da IFRS, no miniauditório do pavilhão 9, no Campus de Rio Grande. Entrada franca. À noite, das 19h às 20h, o diretor viaja até Pelotas onde conversa com os alunos da UCPel, na sala Multiuso do Campus II, durante a Semana Tecnológica. Inscreva-se.

No dia 20, mais duas apresentações. Das 14h às 15h, palestra no auditório Mauricio Berniem da Unisinos, em São Leopoldo, na Semana de Engenharia. Entrada franca. Já à noite, das 18h30 às 19h, o diretor da Elipse fala com os alunos da UFRGS no auditório do prédio da Engenharia Elétrica, em Porto Alegre. Entrada franca apenas aos estudantes. Mais informações pelo telefone (51) 3346-4699 ou site www.elipse.com.br.

 

Palestrante:

Alexandre Balestrin Corrêa: Bacharel em Informática formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), pós-graduado em Gestão Empresarial com ênfase em Gestão de Pessoas pela ESPM. Ocupa, desde 2002, o cargo de Diretor de Desenvolvimento na Elipse Software, acumulando 23 anos de experiência no desenvolvimento de sistemas SCADA.

 

Programação:

  • 07/10 – 14h30 – IFRS – Rio Grande – Local: Miniauditório do Pavilhão 9 – Inscrição: Gratuita
  • 07/10 – 19h – UCPel – Pelotas – Local: Centro Campus II – Sala Multiuso – Inscreva-se
  • 20/10 – 14h – Unisinos – São Leopoldo – Local: Auditório Mauricio Berniem – Inscrição: Gratuita
  • 20/10 – 18h30 – UFRGS – Porto Alegre – Local: Auditório do prédio da Eng. Elétrica – Inscrição: Gratuita apenas para alunos

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Jose Folha  Gerente da Divisao de Negocios Eixos Eletricos da Festo Brasil*Por José Folha

 

Pode até parecer absurdo pensar que o ser humano pode ser substituído em suas funções diárias nas empresas, mas isso acontece desde que houve a primeira revolução industrial. Muitos jovens ainda se lembram das garrafas térmicas nas empresas que hoje geram conversas nostálgicas que remetem aos “bons velhos tempos” e comparam os processos antes e depois dos PCs e SmartPhones. Isso só para falar de alguns itens que na maioria das empresas já são completamente diferentes de 15 anos atrás.

Estamos tão entretidos com nosso dia a dia que não nos damos conta da revolução que estamos passando. Estudos da universidade de Oxford mostram que em 20 anos muitas atividades hoje consideradas essencialmente humanas serão substituídas por máquinas autônomas, a maioria delas na área de serviço, porém, inclusive funções de gestão e de altas gerências têm probabilidade de serem automatizadas.

Nesse contexto tão turbulento, todas as mudanças existentes não param de alterar as condições do ambiente que, por sua vez, alteram muitas das “verdades” de ontem e as transformam em fatos passados. Nos últimos 200 anos ocorreram as maiores mudanças conhecidas e documentadas da humanidade e isso aconteceu também na indústria: as chamadas revoluções industriais.

1ª Revolução Industrial (Indústria 1.0) – Em 1784, máquinas movidas a vapor começaram a substituir o ser humano em atividades que exigiam muito esforço ou grande frequência de repetições.

2ª Revolução Industrial (Indústria 2.0) – O primeiro relato de esteiras transportadoras é de 1870, época em que as máquinas elétricas começaram a ser utilizadas juntamente com a separação de operações, o que resultou nas fabricações em massa.

3ª Revolução Industrial (Indústria 3.0) – Essa fase foi conhecida como a era da eletrônica, na qual as máquinas passaram a utilizar controladores lógicos programáveis (CLPs) para comandar máquinas que poderiam ser reprogramadas para novas funções de acordo com uma nova demanda. Essa fase teve início no final da década de 1960 e durante esse período também foi introduzida a tecnologia da informação nos processos de fabricação.

4ª Revolução Industrial (indústria 4.0) – Época atual chamada “era do conhecimento”. Na indústria 4.0 a integração dos equipamentos é muito mais “natural”. Linhas de produção cibernéticas se adaptam aos produtos que foram pedidos por clientes diretamente via internet sem interferência humana. Todos os equipamentos têm autonomia para tomarem “decisões” e pedirem ajuda por meio de redes sem fio gerando um organismo autossuficiente e sem planejamento detalhado, o que permite maior flexibilidade e adaptabilidade às demandas dos mercados.

Com tanta tecnologia à disposição do ser humano e com tanto capital intelectual disponível, a pergunta que ainda não consegue ser respondida é: Qual será a próxima revolução a ser feita pelo ser humano?

* José Folha é Gerente de Divisão de Negócios Eixos Elétricos da Festo Brasil

Fontes:

http://www.engineersjournal.ie

http://www.oxfordmartin.ox.ac.uk/downloads/academic/The_Future_of_Employment.pdf 

*José Folha – Gerente da Divisão de Negócios Eixos Elétricos da Festo Brasil

 

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feiraCom o intuito de encontrar parcerias comerciais e desenvolver oportunidades de negócio no mercado brasileiro, nove empresas italianas virão expor na 16ª FENAF – Feira Latino-Americana de Fundição, que acontece de 28 de setembro a 01 de outubro de 2015, no Expo Center Norte, em São Paulo.

O objetivo da participação italiana é estimular a aproximação entre os mercados, em especial entre as pequenas e médias empresas. O setor italiano de máquinas, equipamentos e insumos para fundição é composto por cerca de 150 empresas, em sua grande maioria de pequeno e médio porte, condição que lhes dá flexibilidade, dinamismo e, sobretudo, especialização em suas áreas de atuação. Atualmente, a Itália é o principal fornecedor do Brasil neste setor, respondendo por 16,2% de tudo o que o Brasil importa na área, de um total de aproximadamente 200 milhões de euros por ano.

Entre os destaques do Pavilhão Italiano estão novas tecnologias em equipamentos e maquinários que tornam a linha de produção sustentável, com foco na redução do impacto ambiental, economia de energia e emissão de CO2. Por exemplo, a empresa COLOSIO, traz para o mercado nacional a linha GREEN LINE II, uma máquina inteligente que funciona de forma mais veloz e eficiente de acordo com a necessidade da produção e dos recursos disponíveis, resultando numa economia de cerca de 25% de energia. Ainda na área de sustentabilidade, outro destaque será uma solução apresentada pela CIME para sincronizar o setor de fundição e a linha de moldagem,  “calcanhar de Aquiles” do segmento, já que mais da metade das interrupções nas linhas automáticas são causadas pela espera do metal.

O Pavilhão Italiano é organizado pelo ITA – Italian Trade Agency (Agência para a Internacionalização das Empresas Italianas/ Departamento para a promoção de intercâmbios da Embaixada da Itália), em colaboração com a AMAFOND (Associação Italiana dos Fornecedores de Máquinas e Produtos para Fundição). Traz para a FENAF as últimas novidades e tecnologias para indústria da fundição.

Empresas do Pavilhão Italiano na FENAF 2015: CIME, COLOSIO, EUROMAC, I.M.F. GROUP, IDRA, MAGALDI INDUSTRIE, MAUS, OMSG e SOGEMI.

SERVIÇO
Pavilhão Italiano na FENAF 2015 – 16ª Feira Latino-Americana de Fundição

Estande C03

28 de setembro a 01 de outubro de 2015
Segunda a quinta-feira, das 13h às 20h

Local: Pavilhão Expo Center Norte, São Paulo – SP (Brasil)

Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme/ CEP: 02055-000

Saiba mais: www.ice-sanpaolo.com.br/fenaf_2015 * www.facebook.com/ICEBrasil

 

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loctiteO Homem Formiga, filme produzido pelos Estúdios Marvel, estreou nos cinemas brasileiros em julho e teve Paul Rudd interpretando o protagonista. Com superforça e uma incrível habilidade de se encolher, Scott Lang adquire poderes que ajudam seu mentor, Dr. Hank Pym, a proteger o segredo que esconde a poderosa roupa do Homem Formiga. Contra obstáculos aparentemente intransponíveis, Pym e Lang planejam um assalto que vai salvar o mundo de uma geração de grandes ameaças.

O Loctite® 416™ Super Bonder® é utilizado no filme para ajudar Lang a sair de uma situação precária. Ao tentar arrombar um cofre, Lang encontra um scanner de impressões digitais e, para passar pelo scanner, transfere uma impressão digital que encontra na casa em um pedaço de fita. Então ele espalha Loctite® 416 na fita, aplica calor e cria um molde para obter acesso por meio do scanner e, finalmente, desbloquear o cofre – um movimento heróico possível graças as soluções Loctite®!

Adesivo instantâneo à base de cianoacrilato de uso geral para preenchimento de falhas, o Loctite® 416™ Super Bonder® é da Henkel, fornecedora líder em soluções de adesivos, selantes e tratamento de superfícies.

 

 

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meio ambienteFral Consultoria realiza projeto de ampliação que dará mais seis anos de vida útil ao Aterro Sanitário; local é muito bem avaliado pelos orgão ambientais

O lixo é um problema de todos, tanto das autoridades, como do cidadão. Um aterro sanitário bem estruturado e administrado reverte em benefícios para a população por meio do impacto ambiental e da gestão adequada do lixo. Além de solucionar boa parte dos problemas causados pelo excesso de lixo gerado nas cidades, ele protege a saúde pública. São José dos Campos é um exemplo quando o assunto é excelência no planejamento, gestão e administração de seu Aterro Sanitário.

O local foi ampliado e funciona atualmente na área 5. Esta ampliação nas áreas 4 e 5 do aterro disponibilizaram aproximadamente 2.450.000m3 de resíduos a serem dispostos. Este projeto de ampliação foi desenvolvido pela Fral Consultoria, empresa que desenvolve projetos de prestação de serviços, consultoria e gerenciamento de obras e sistemas, nas áreas de engenharia civil e meio ambiente, por todo território brasileiro. A sua atuação juntamente com a Urbam não se dá apenas nos projetos e monitoramentos geotécnicos do Aterro, mas também nos estudos de Investigações Ambientais do empreendimento, na elaboração do Plano de Gestão Integrada de Resíduos de São José dos Campos, entre outros serviços. Atualmente, presta assessoria técnica do licenciamento das ampliações e realiza o projeto para melhorias na área 3, além do monitoramento geotécnico do Aterro Sanitário.

O projeto de ampliação desenvolvido e em fase de operação garantiu ao Aterro pelo menos seis anos adicionais, a partir da sua implantação, em 2012. “Elaborar uma solução de destinação final do lixo, bem projetada e implantada, resulta em custos acessíveis para o município, além de inúmeros benefícios quanto à redução de impactos ambientais”, afirma o engenheiro civil, mestre em mecânica dos solos, fundações e geotecnia, fundador da Fral Consultoria, Francisco Oliveira.

O Aterro de São José dos Campos é administrado e operado pela URBAM, empresa que realiza serviços de limpeza na cidade. “O Aterro de São José dos Campos possui todo um preparo técnico para a disposição de resíduos sólidos, englobando, sempre que necessário, determinados componentes e práticas operacionais, tais como: divisão em células, compactação de resíduos, cobertura, sistema de impermeabilização, sistemas de drenagem e tratamento para líquidos e gases. Fazemos o monitoramento geotécnico e ambiental da área. Com todos estes cuidados, temos um espaço ambientalmente adequado e bem cuidado em harmonia e sem causar transtornos à população vizinha”, afirma Boanesio Ribeiro Cardoso, diretor presidente da Urbam.  Essa técnica de disposição final dos resíduos sólidos urbanos no solo está alinhada com todas as exigências legais dos órgãos ambientais, como a Cetesb, e permite o confinamento seguro, garantindo o controle da poluição ambiental e proteção à saúde pública, minimizando impactos ambientais.

 

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faceO setor italiano de máquinas, equipamentos e insumos para fundição estará presente na 16ª FENAF – Feira Latino-Americana de Fundição, que acontece de 28 de setembro a 01 de outubro de 2015, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A Itália é o principal fornecedor do Brasil neste setor, respondendo, atualmente, por 16,2% de tudo o que o Brasil importa na área, de um total de aproximadamente 200 milhões de euros por ano. Presente desde a sétima edição do evento, o Pavilhão Italiano reúne nove empresas que visam aumentar o intercâmbio comercial no Brasil e na América Latina, além de promover parcerias tecnológicas e a troca de informações. Entre as empresas participantes, figuram fabricantes de fornos industriais, linhas automáticas de fundição, equipamentos de fundição por gravidade e baixa pressão, equipamentos de fundição sob pressão, máquinas de jato de granalha, processos de acabamento, moldes e matrizes e produtos para a fundição de metais ferrosos e não ferrosos. São elas: CIME, COLOSIO, EUROMAC, I.M.F. GROUP, IDRA, MAGALDI INDUSTRIE, MAUS, OMSG e SOGEMI.

Segundo Ronaldo Padovani, analista para o setor do ITA – Italian Trade Agency, o Brasil está entre os dez principais mercados para os fabricantes italianos de máquinas, equipamentos e insumos para fundição. “Com uma produção de 2,7 milhões de toneladas (2014), o Brasil é o oitavo maior produtor mundial de fundidos. Desta produção, cerca de 15% são exportados. É também grande protagonista no setor de veículos automotores ocupando a 8ª posição na frota mundial de veículos, sendo o 4º maior mercado do mundo. Nosso objetivo é consolidar ainda mais a parceria Brasil-Itália, desenvolvendo o setor e oferecendo soluções para toda a cadeia”, afirma o executivo. A iniciativa é organizada pelo ITA – Italian Trade Agency (Agência para a Internacionalização das Empresas Italianas/ Departamento para a promoção de intercâmbios da Embaixada da Itália), em colaboração com a AMAFOND (Associação Italiana dos Fornecedores de Máquinas e Produtos para Fundição).

 

A INDÚSTRIA ITALIANA DE FUNDIÇÃO

A indústria italiana de máquinas e equipamentos para fundição é composta por cerca de 150 empresas, em sua grande maioria de pequeno e médio porte, condição que lhes dá flexibilidade, dinamismo e, sobretudo, especialização em suas áreas de atuação. Trata-se de um sistema produtivo capaz de desenvolver o que há de mais avançado em todos os segmentos dedicados à fundição de metais e que, aliados a modernos comandos eletrônicos, instalados em cerca de 90% de todos os equipamentos fabricados na Itália, resultam em fundidos com a máxima qualidade atualmente existente e que contribuem para a geração de mitos como a Ferrari.

O padrão de desenvolvimento atingido pela indústria italiana não foi gerado exclusivamente por meio da intensa parceria com as fundições italianas, mas também com as principais empresas do planeta. Prova disso é o fato de85% das empresas italianas do setor serem exportadoras, de modo que cerca de 61% do faturamento desta indústria de máquinas, equipamentos e insumos são realizados no exterior.

O segmento de tecnologia para fundição tem um mercado bastante diversificado e que segue a distribuição da indústria automobilística pelos cinco continentes, tendo os Estados Unidos como principal mercado, seguido por Alemanha e China.

 

SERVIÇO
Pavilhão Italiano na FENAF 2015 –
16ª Feira Latino-Americana de Fundição

Estande C03

28 de setembro a 01 de outubro de 2015
Segunda a quinta-feira, das 13h às 20h

Local: Pavilhão Expo Center Norte, São Paulo – SP (Brasil)

Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme/ CEP: 02055-000

Saiba mais: www.ice-sanpaolo.com.br/fenaf_2015 * www.facebook.com/ICEBrasil

 

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O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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