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Johnson ControlsA Johnson Controls é responsável pelo monitoramento e controle dos sistemas de água gelada, sistemas de condicionamento de ar e supervisão do sistema elétrico e do sistema hidráulico, interface com sistemas de detecção e alarmes de incêndio, agregando as novas áreas do Hospital Sírio-Libanês ao bloco já existente.

A instituição anunciou em dezembro de 2011 um novo projeto de expansão que pretende dobrar a capacidade de atendimento da unidade localizada no bairro de Bela Vista, em São Paulo, passando de 372 para 727 leitos até 2016, e criando novas unidades de tratamento, centros cirúrgicos e alas especializadas.

 

“O processo de homologação de tecnologias e fornecedores foi criterioso, com apoio de uma empresa de consultoria especializada em automação. Para a tomada de decisão, combinamos o diagnóstico das instalações existentes, a avaliação das tecnologias disponíveis no mercado e visita internacional a sites de referência dos principais fabricantes em junho de 2012. A Johnson Controls apresentou a melhor solução para a atualização do sistema BMS das áreas existentes e instalação nas novas torres”, comenta Rodrigo Almeida, Superintendente do Hospital Sírio-Libanês.

 

O Superintendente do Hospital Sírio-Libanês também destaca o desafio de instalação do sistema BMS. “Por se tratar de uma obra de ampliação do hospital existente, que permanece em funcionamento, a execução apresenta dificuldade adicional, com inúmeras manobras e interrupções de funcionamento. Estamos atualizando e integrando o BMS existente às novas torres e a Johnson Controls trabalha muito integrada com as áreas de manutenção, projetos e a instaladora eletromecânica, avaliando riscos e planejando com critério todos os passos”, finaliza Almeida.

 

 

Expertise em ambientes críticos

 

O hospital, assim como indústrias farmacêuticas e datacenters, é um ambiente de missão crítica por natureza, ou seja, para funcionar nos padrões exigidos e sem interrupção necessita de cuidados diferenciados nos sistemas de temperatura, ventilação e segurança, por exemplo. Instalações de missão crítica não podem ter sistemas interrompidos, sob o risco de grande comprometimento financeiro da empresa ou até ameaça para a integridade física dos ocupantes. No exemplo do hospital, o rigor com a temperatura é um componente essencial para o sucesso das cirurgias.

 

“Um hospital só pode iniciar suas operações se todos os sistemas estiverem em pleno funcionamento, exatamente devido a sua natureza crítica, que exige funções em execução ininterruptas 24 horas”, explica Gilberto Dantas, Gerente Executivo de Projetos de Mission Critical da Johnson Controls, que se destaca no segmento por sua expertise mundial em hospitais como o Hospital Infantil de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

 

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enEmpresa global no fornecimento de tecnologias que atendem à crescente demanda da cadeia produtiva de alimentos, eficiência energética, soluções favoráveis ao clima e infraestrutura moderna, a Danfoss leva soluções que permitem fazer mais com menos para a Greenbuilding Brasil 2015, feira de negócios da construção sustentável no Brasil que acontece de 11 a 13 de agosto no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Um dos focos da multinacional são as soluções que reduzem o consumo de energia elétrica em sistemas de ar-condicionado para edifícios comerciais. Quem visitar o estande da empresa (nº C19) poderá conhecer os benefícios das seguintes soluções:

Compressores

Os sistemas de HVAC são projetados para trabalhar nas condições de pico, ou seja, em carga total. Porém, apenas 98% do tempo os sistemas operam em cargas parciais. Por esta razão, a Danfoss oferece uma grande variedade de soluções de alta eficiência para cargas parciais, como configurações manifold para modulação da capacidade, compressores de velocidade variável e a nova de linha de compressores com IDV (Intemediate Discharge Valve).

 Conversores de frequência

O VLT® HVAC Drive é um produto de alta qualidade focado para o segmento de HVAC. Esse drive é indicado para aplicações com ventiladores, bombas e compressores em sistemas de ar condicionado e refrigeração. Como diferencial, o VLT® HVAC Drive possui resfriamento via Back Channel e opera em temperaturas ambientes de até 50°C sem derating.

O Shopping RioMar de Recife é um dos cases de sucesso do VLT® HVAC Drive da Danfoss. Mais de 140 conversores de frequência deste modelo foram instalados no sistema de climatização do shopping para controlar o fornecimento de energia na central de água gelada (CAG), da torre de resfriamento, bombas de água gelada, do fancoil e dos exaustores. Essa solução contribuiu para a redução do consumo geral de energia, estimado em 35%.

Válvula AB-QM

Com a crescente preocupação com o consumo energético em diversos sistemas de geração de calor e frio, aumenta a procura por produtos que venham a esse encontro, que economize energia sem prejuízo ao conforto dos usuários. Unindo essas duas principais funções em apenas um componente, as válvulas de controle e balanceamento dinâmico AB-QM proporcionam uma instalação mais rápida, maior precisão e controle da vazão independente das variações de pressão no sistema. Dessa forma, é possível garantir que cada ponto de consumo receba a vazão que necessita em diversas condições de carga térmica. Proporciona assim eficiência e economia em todas as etapas do desenvolvimento dos sistemas, desde a especificação simplificada, o fácil comissionamento, a manutenção reduzida e, principalmente, o desempenho otimizado no dia-a-dia. Entre os cases de sucesso com a aplicação das válvulas AB-QM estão a Arena das Dunas e o Shopping Ponta Negra, que planeja poupar até 15% da energia em sistema de climatização.

Válvula de Expansão Eletrônica

As válvulas de expansão eletrônicas são utilizadas com controles eletrônicos Danfoss, permitindo um controle preciso das temperaturas, pressões e superaquecimento do sistema. A linha é inicialmente dedicada para aplicações em Chillers, Splits e VRFs, mas pode ser utilizada para todos os sistemas de Ar Condicionado e Refrigeração Comercial, com qualquer tipo de refrigerante fluorado, onde irá proporcionar uma redução no consumo de energia do equipamento. Seu extenso range de capacidades – que vai de 0,7 TR até 400 TR – atende as exigências dos grandes fabricantes em todo o seu portfólio de produtos.

Trocador de calor microcanal MCHE

O trocador de calor microcanal MCHE combina economia de matéria-prima e eficiência energética com menor consumo de refrigerante. Ideal para uso em diferentes aplicações, tais como chillers, unidades condensadoras, displays internos, A/C residencial, balcões refrigerados, split/rooftops, o MCHE é construído 100% em alumínio, o que resulta em uma maior resistência à corrosão galvânica, prolongando a vida útil do condensador. Com seu volume interno até 70% menor que um tubo-aleta, o MCHE utiliza, em média, 30% a menos de carga de refrigerante em todo o equipamento.  Além disso, os microcanais apresentam menor perda de carga do ar, necessitando uma menor potência de ventilação. São também cerca de 60% mais leves, se comparados com os condensadores tubo-aleta.

 

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seliccEmpresas podem pedir o recálculo de juros mora sobre tributos e multas, em São Paulo

Os juros de mora para tributos e multas no estado de São Paulo estão fixados em 0,13% desde que sua sistemática de composição foi alterada pela Lei Estadual 13.918/2009. A alteração afronta o artigo 24 da Constituição Federal, que veda a aplicação de juros superior ao praticado pela União Federal, que tem como base a taxa Selic, aponta a advogada tributarista, *Silvia Helena Portugal, da **Morad Advocacia Empresarial.

Silvia Helena destaca que embora o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF) já tenham se posicionado contrariamente ao valor dos juros de morade cobrado  no estado de São Paulo, o fisco paulista segue com a cobrança em tributos e multas, inclusive, no Programa de Parcelamento Especial-PEP acima do previsto  na Constituição Federal, que não pode ser superior à taxa Selic.

A advogada reforça que  “os juros aplicados nas execuções fiscais, autos de infração e no Programa de Parcelamento Especial –PEP são passíveis de contestação judicial” e que é possível pedir na justiça o recálculo  dos juros nas execuções fiscais e no PEP  com reduções expressivas do débito.

 *Silvia Helena Portugal é advogada da área tributária da Morad Advocacia Empresarial

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socialSerá inaugurada no bairro do Jaraguá no próximo sábado (04/07), às 9h, uma unidade do projeto cultural “Cine Popular”, iniciativa que conta com patrocínio da Fundação Voith Brasil em parceria com a Educare, uma organização que desenvolve e implanta projetos culturais, educacionais e socioambientais.

O “Cine Popular” é um projeto de fomento e difusão do cinema, que contribui para o resgate de ambientes públicos de socialização, garantindo o acesso gratuito das comunidades a filmes exibidos em grandes centros urbanos. Trata-se de um cinema com formato diferenciado, cujo potencial de abrangência se adequa às mais diversas comunidades e regiões do País.

O “Cine Popular” vai funcionar de forma permanente no Centro de Integração da Cidadania – CIC Oeste José Soares da Silva. Para isso, contará com um equipamento de exibição de filmes inovador, construído com placas de embalagens recicladas, e um acervo de 200 filmes em DVD, incluindo lançamentos do cinema internacional, animações, clássicos, filmes educacionais e documentários. O objetivo do projeto é potencializar as atividades culturais já desenvolvidas no Centro.

Para a apresentação do acervo do Cine Popular, o projeto conta com sofisticada aparelhagem de imagem e som: um moderno projetor com 3.500 ansi-lúmens e sistema de sonorização próprio para o local de exibição.

O CIC Oeste José Soares da Silva está localizado na Estrada de Taipas, 990. Mais informações podem ser obtidas no telefone (11) 3942-5228.

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 okO desempenho da indústria paulista cresceu 1,2% em maio na comparação com abril, segundo dados com ajuste sazonal da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) divulgados nesta quarta-feira (1/7).  Embora seja positivo, o resultado de maio não muda a perspectiva das entidades de baixo dinamismo da indústria neste ano.

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, Paulo Francini, explica que a cifra positiva em maio se deve a um comportamento significativamente negativo em abril.

“Comparamos maio com um outro mês que foi muito fraco. Mas se compararmos com o mesmo mês em outros anos, vemos que o crescimento de maio é muito modesto, porque este costuma ser um bom mês”, diz Francini.  Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a atividade industrial apresenta uma queda de 7,7%.

A variação do mês de maio versus abril é uma das mais baixas da série histórica da pesquisa, iniciada em 2001. Mesmo em 2009, ano da crise, o desempenho industrial registrou um avanço mensal superior ao resultado de 2015, na série sem ajuste sazonal.

“Não podemos interpretar a pequena alta como, talvez, um processo inicial de recuperação, ou que o pior já passou. Não. Seria ledo engano. Nossa perspectiva para o ano mantém-se muito ruim, com o aprofundamento da crise no segundo semestre”, afirma Francini.

O Depecon projeta uma queda de ao menos 5% para a atividade industrial paulista em 2015.

Francini reforça ainda que não vislumbra recuperação do setor manufatureiro, uma vez que a demanda interna está desaquecida. “Para poder ler uma recuperação, é preciso vê-la espelhada em pelo menos três meses.”

 “A renda tem caído, o crédito tem caído. Portanto, o combustível maior para a atividade da indústria, que é a demanda, está em queda.”

Pesquisa

De janeiro a maio deste ano a indústria paulista registrou uma piora de 3,6% em seu desempenho. E no acumulado de 12 meses as perdas chegam a 4,8%, números da leitura sem ajuste sazonal.

Além da baixa base de comparação registrada em abril, a variável Total de Vendas Reais também ajudou a puxar o resultado do mês, com variação positiva em 2,5%.

Setores

O setor de produtos químicos se destacou na pesquisa, com ganho de 0,7% em maio versus abril, impulsionado por aumento de 3,1% na variável Total de Vendas Reais. As exportações do setor também corroboram o desempenho positivo do segmento.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as vendas externas da indústria de produtos químicos registraram alta de 20,6% nos cinco primeiros meses do ano na comparação com igual período de 2014.

Já no campo das perdas, destaque para a indústria de minerais não metálicos, que registrou queda de 1,5% em maio com relação a abril. O saldo negativo de 1,9% da variável Horas Trabalhadas na Produção foi uma das influências negativas ao desempenho do setor.

O setor está fortemente ligado à indústria da construção civil, que, por sua vez, registrou uma queda de 4,7% no Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Sensor em junho

A percepção do setor produtivo em relação ao mercado apresentou ligeira melhora em junho, de 44,3 pontos em maio para 46,7 pontos em junho, com ajuste. A variável Mercado também aumentou – foi para 47,2 pontos em junho, ante 41,9 pontos em maio.

O item Estoque chegou a 41,8 pontos no mês de junho, ante 45,5 pontos no mês anterior.  E a percepção quanto ao Emprego melhorou para 48 pontos, contra 43 pontos em maio.

De acordo com o levantamento, a variável Investimento ficou estável em 47,3 pontos versus 46,4 pontos em maio.

Leituras em torno dos 50 pontos indicam percepção de estabilidade do cenário econômico. Abaixo dos 50,0 pontos, o Sensor sinaliza queda da atividade industrial para o mês; acima desse nível, expansão da atividade.

No caso da variável Estoque, leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores a 50,0 pontos indicam sobrestoque.

Fonte: Fiesp /Ciesp

 

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Ultra Clean SystemCom a crise hídrica e a retração econômica, a redução do consumo de água e o fim do desperdício de produtos fabricados tornaram-se ainda mais importantes para as indústrias brasileiras.

A solução que muitas companhias encontraram para alcançar estes objetivos é a limpeza e descontaminação interna a seco e em segundos de mangueiras e tubulações do processo produtivo. Utilizadas nas fábricas para transportar produtos líquidos e semissólidos até o envase, as mangueiras e tubulações costumam ficar repletas de produtos acabados parados internamente ao final de cada produção.

Enquanto o método mais comum de limpeza dessas tubulações utiliza água e produtos químicos – eliminando qualquer chance de reaproveitamento dos materiais, ao mesmo tempo em que aumenta o impacto ambiental – a limpeza a seco é ecologicamente correta, permite a recuperação total dos produtos, e ainda reduz em até 50% o consumo de água, que só entrará na etapa final da limpeza, em quantidade bem menor.

Denominado UC System, o método de limpeza interna a seco e em segundos de tubulações é uma tecnologia patenteada pela Ultra Clean Technologies dos Estados Unidos. Representado por aqui pela Ultra Clean Brasil, o sistema está presente em mais de 250 indústrias dos mais diversos segmentos, como Johnson & Johnson, Provider, Arcor, Pepsico, Bayer, Basf, BRF, entre muitas outras.
Além da grande redução de consumo de água e do fim do desperdício de produtos acabados, UC System garante vários outros benefícios às indústrias, como economia de tempo de setup (período para limpeza e ajustes entre a produção de um item para outro), redução significativa do volume de líquidos liberados para o tratamento de efluentes; e insalubridade zero para os operadores encarregados da limpeza das tubulações.
No método UC System, um lançador pneumático dispara em alta velocidade projéteis de espuma de poliuretano dentro dos tubos, tubulações e mangueiras. A pressão exercida pelo projétil – mesmo em curvas, cotovelos e juntas em T ou Y – extrai os resíduos de produtos que de outra maneira não são eficazmente removidos, garantindo assim a limpeza das tubulações e o combate ao biofilme, grande causador de contaminação dos produtos fabricados.
A tecnologia vem garantindo um alto volume de economia para indústrias dos mais diversos segmentos. Um dos clientes da Ultra Clean na área de perfumes economiza R$ 1,4 milhão por ano com a recuperação de produtos (571 litros por dia de perfumes que antes eram perdidos). Como a limpeza a seco é feita em segundos, o tempo de setup nesta fábrica caiu pela metade, gerando uma redução de custos de R$ 39 mil ao ano (4.752 horas/ano para 2.376 horas), além do aumento da produtividade.
Em outro cliente na área farmacêutica, com volume menor de produção, a economia alcançada foi de R$ 70 mil ao ano com o fim do desperdício de cremes faciais parados nas mangueiras. O tempo de setup foi reduzido em dois terços, gerando uma economia anual de R$ 30 mil. Além disso, a companhia reduziu seu consumo de água na limpeza de tubulações em 50% e, consequentemente, o gasto com o tratamento de efluentes.
Conquistas semelhantes foram alcançadas por clientes da Ultra Clean Brasil em vários outros segmentos, como alimentos e bebidas, cosméticos, indústrias químicas e muitos outros.
“Para comprovar a redução de custos e o aumento da produtividade propiciados por nossa tecnologia, elaboramos um Relatório de Benefícios completo e customizado, informa Osíris Rocha, diretor Executivo da Ultra Clean Brasil. “Neste relatório são calculados os ganhos a serem alcançados por ano, incluindo economia de água, fim do desperdício de produtos acabados nas tubulações, redução do tempo de setup para a limpeza do sistema, entre outras variáveis. Assim fica claro e fácil para o futuro cliente saber qual será o payout de seu investimento.”

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artigoEscrito por René Guiraldo, Gerente Nacional de Vendas da Fluke

A indústria brasileira já convive com os impactos econômicos do aumento do custo da energia elétrica e se vê obrigada a rever as suas estratégias de consumo. Ao mesmo tempo, problemas associados à qualidade da energia prejudicam os processos operacionais, gerando custos excessivos e até a obstrução total dos trabalhos.

Mensurar o custo do desperdício ocasionado por problemas na qualidade da energia foi sempre uma tarefa exclusiva para engenheiros experientes. Hoje, o mercado já dispõe de tecnologia de ponta capaz de mensurar energia X potência para que as organizações obtenham um maior controle destes custos. A maneira mais tradicional de reduzir o consumo de energia é através do monitoramento e o direcionamento (M&T), que determinam quando e onde a energia está sendo utilizada. Deste modo, consegue-se avaliar se esta está ou não sendo usada de forma eficaz. Ao inserir o custo da energia em um instrumento desta natureza, o custo total é calculado diretamente.Atitudes muito simples, como garantir que os sistemas de aquecimento e iluminação não estejam funcionando quando um edifício está desocupado, podem representar uma economia significativa. Outros exemplos de desperdício de energia incluem a alimentação de máquinas e plantas em momentos em que não há produção. Ou deixar equipamentos em modo de espera por longos períodos de tempo. Para otimizar o processo é fundamental que as organizações tenham capacidade de registro da energia, o que permite ao usuário monitorar e direcionar o seu uso, conquistando maior economia. Outra maneira de determinar se os equipamentos elétricos estão funcionando ou não de forma eficiente é identificando problemas potenciais de qualidade de energia. A energia de baixa qualidade é cara. Primeiramente, ela eleva os custos de energia, tanto devido ao uso excessivo como em penalidades que a concessionária de serviços públicos pode impor pelo fator de potência baixa ou altas demandas de pico.

A baixa qualidade de energia também é prejudicial aos equipamentos, aumentando o custo com manutenção e reparos. Falhas prematuras do equipamento ou danos causados por problemas de energia resultam não apenas na despesa da substituição do equipamento em si, mas também em custos de trabalho associados ao diagnóstico e reparo.

Quando o equipamento não está funcionando por conta do tempo de inatividade, ocorre queda da produtividade e a consistência do processo sofre ou falha, o que leva ao desperdício de produto. Ferramentas que monitorem a qualidade da energia fornecem os meios para descobrir a origem e a magnitude dos problemas, permitindo que as oportunidades para economizar sejam identificadas e aproveitadas. Este tipo de equipamento auxilia as empresas a quantificar o custo real da energia desperdiçada devido à baixa qualidade, em última análise, reduzindo custos na conta de energia e evitando os efeitos de paradas não planejadas.

Como você sabe que tem problemas com a qualidade da energia?

É possível reconhecer os sintomas com facilidade: luzes piscando, queda de energia, obstrução de disjuntores, PLCs e unidades de velocidade variável. Equipamentos como motores e transformadores aquecerão e farão barulhos. Alguns problemas são mais sutis, tais como o desempenho ruim do computador, causando travamentos e perda de dados. Todos esses problemas elevam as suas contas de energia e reduzem a eficiência.

Quais são as origens dos problemas de qualidade de energia?

Mais de 80% dos problemas de qualidade de energia originam-se dentro das instalações. Equipamentos de grande porte ligando e desligando, fiação e aterramento inadequados e circuitos sobrecarregados ou harmônicos são apenas alguns dos culpados. Menos de 20% dos problemas de energia originam-se com o sistema de transmissão e distribuição da concessionária de serviço público. Raios, falha de equipamento, acidentes e condições meteorológicas afetam negativamente a concessionária de serviço público. Empresas próximas e a operação normal de equipamentos da concessionária de serviço público também podem afetar a qualidade da energia fornecida à instalação.

Você pode reduzir o uso de energia, eliminando ineficiências em seu sistema de distribuição, como altas correntes neutras devido a cargas desequilibradas e harmônicos; transformadores altamente carregados, especialmente aqueles que servem cargas não-lineares; motores velhos, mecanismos velhos e outras questões relacionadas ao motor; e potência altamente distorcida, que pode ocasionar um aquecimento excessivo no sistema de energia.

Você pode evitar a penalidade do fator de potência por meio da correção do fator de potência. Em geral isto envolve a instalação de capacitores de correção. Mas corrija primeiro a distorção do sistema – os capacitores podem apresentar baixa impedância aos harmônicos e a instalação da correção de PF inadequada pode resultar em ressonância ou em capacitores queimados. Consulte um engenheiro de qualidade de energia antes de corrigir o PF se houver harmônicos.

Você pode reduzir as tarifas de pico de demanda por meio do controle da carga do pico. Infelizmente, muitas pessoas ignoram um dos principais componentes deste custo – o efeito da baixa qualidade de energia no uso do pico de energia e, portanto, subestimam seus pagamentos em excesso. Para determinar os custos reais da carga do pico, você precisa saber o uso “normal” da energia; o uso de “energia limpa” e a estrutura de carga da carga do pico. Ao eliminar os problemas de qualidade de energia, você reduz o tamanho das demandas de pico e a base em que elas são iniciadas. É fundamental que organizações tenham uma abordagem pró ativa para conseguir melhorar a qualidade da energia. A primeira linha de defesa é a inspeção regular e frequente das suas instalações com boas práticas de manutenção, usando o equipamento de inspeção correto. Como isto deve ser um esforço contínuo, utilize as ferramentas certas para fazer seu próprio teste de qualidade de energia e monitoramento ao invés de terceirização. Atualmente, isto é surpreendentemente acessível e sempre vai custar menos do que o tempo de inatividade.René Guiraldo é Gerente Nacional de Vendas da Fluke do Brasil, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais.

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industriaSegundo reportagem do JC On Line, o Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic) aprovou 36 projetos, incluindo 23 indústrias, dez importadoras e três centrais de distribuição. Os projetos industriais investirão R$ 97,1 milhões em 11 projetos de ampliação (com novas linhas fabris) e nove de implantação de empreendimentos. Os projetos vão gerar 838 postos de trabalho, dos quais 556 ficarão no interior e 282 na Região Metropolitana do Recife. Todos terão descontos no pagamento do ICMS.

Os 10 maiores projetos industriais aprovados preveem a produção de cerveja artesanal, pallets, produtos químicos, colchões, parafusos, produtos de limpeza, acessórios para veículos, medicamentos, entre outras coisas.

Já as importadoras aprovadas pelo Condic vão comprar de azeite de oliva a produtos químicos (como polímeros, ácidos, entre outros), equipamentos para uso industrial, entre outros. Elas devem movimentar, anualmente, cerca de R$ 174,7 milhões na aquisição de mercadorias que vão trazer mais cargas para os portos do Estado.

 

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unnamedConfiante na potencialidade do novo nicho de mercado, a PHD espera comercializar entre 5 a 10 unidades mensais da nova linha.

Inovando sua linha de guindastes veiculares, a PHD Guindastes, de Caxias do Sul, está  lançando, no mercado brasileiro,  a linha leve modelo canivete com capacidade  para 12.750 Kg-m.

O equipamento chega ao mercado para atender principalmente aplicações nas áreas da construção civil, olarias e transporte de produtos paletizados, bem como eletrificação, prestação de serviços, estruturas metálicas leves, etc.

O guindaste canivete 12.750  está disponível, para comercialização em todo Brasil, com alguns diferenciais em comparação aos tradicionais modelos trave:

. Maior alcance da lança ( 17 m)

.  Centro de gravidade do guindaste próximo da linha de centro do veículo

. Menor peso (1.900 Kg), aumentando a capacidade de transporte de carga útil

. Maior velocidade de operação

Confiante na potencialidade do novo nicho de mercado, a PHD espera comercializar entre 5 a 10 unidades mensais da nova linha.

 

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feiraA Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil apresenta a “Indústria do Futuro” durante a 31ª Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Processos, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas, que acontece de 23 a 26 de junho de 2015, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. No estande da entidade, serão apresentados novos conceitos para aprimorar a gestão e os processos logísticos das empresas.
Na Indústria do Futuro, a GS1 apresentará ferramentas úteis para as empresas se conectarem mais eficientemente com toda a cadeia de suprimentos além da gestão e processos internos. Uma destas ferramentas é o Cadastro Nacional de Produtos (CNP), que auxilia as empresas no cadastro e gestão de produtos, conectando-a com varejo e seu consumidor final. O CNP, ferramenta on-line criada pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, auxilia a indústria e o varejo no cadastro e gerenciamento de informações, além de proporcionar boa visibilidade para as empresas que, cada vez mais, buscam transparência e segurança aos processos.

A entidade demonstrará também recursos inovadores para o controle de estoque utilizando a tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID). O objetivo é mostrar na prática como o RFID é eficiente para tornar os processos logísticos mais ágeis, além de reduzir custos operacionais e otimizar o tempo de atividades. Para se ter uma ideia, com a radiofrequência não é necessário fazer a contagem peça por peça no estoque, pois os itens já estão identificados com as etiquetas inteligentes e basta um leitor para fazer a checagem e contagem automática dos produtos. Além disso, a tecnologia proporciona maior precisão e integridade da informação desde a fabricação até a chegada ao varejo e venda ao consumidor.

Com o investimento em tecnologias de automação, o empresário garante a produtividade e a entrega eficiente de produtos e serviços e toda a cadeia se beneficia com a padronização dos processos. O consumidor final, por sua vez, ganha com o atendimento qualificado e diferenciado por ter uma experiência de compra inovadora e confiável.

Durante os quatro dias de evento, os visitantes conferem as principais inovações e tendências nacionais e internacionais da indústria e um portfólio variado de produtos e serviços.

Serviço
Fispal Tecnologia – 31ª Feira Internacional de Processos, Embalagens e Logística para as Indústrias de Alimentos e Bebidas
Data: 23 a 26 de junho de 2015
Horário: 13h às 20h (novo horário)
Local: Pavilhão do Anhembi – Av. Olavo Fontoura 1.209, Santana – São Paulo/SPINSCRIÇÃO NA CATEGORIA IMPRENSA DO PRÊMIO AUTOMAÇÃO GS1 BRASIL EM www.gs1br.org/premiacaoimprensa

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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