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Um tipo de tratamento de superfície concebido a partir de grafite e diamante é a inovação da Super Finishing para as indústrias nacionais. A empresa desenvolveu essa tecnologia inédita no país para poder oferecer um tratamento de superfície com dureza superior a qualquer outro tipo de revestimento encontrado no mercado criando, assim, o Diamond.

“Pela primeira vez, utilizamos a nanotecnologia para conseguirmos chegar a um nível superior de resistência à corrosão e atrito. Demoramos três anos para desenvolver essa tecnologia que envolveu até mesmo a participação de um cientista que passou pela Nasa”, explica Alberto Araújo Silva,diretor comercial da empresa. Segundo ele, a composição desse tipo de tratamento de superfície utiliza diamante “amorfo” sintético. “O processo conta com grafite e alguns gases contendo o átomo de carbono que passa por um reator que os transforma em diamante sintético”, descreve Araújo. Concebido por meio de processos físicos e químicos, o “diamante amorfo” é completamente sintético. “Se usa o grafite para se extrair o átomo de carbono para fazer crescer os filmes de diamante”, explica Vladimir Airoldi, pesquisador do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) egresso da agência espacial norte-americana Nasa, e que está por trás do projeto.

A matéria-prima da tecnologia do Diamond, segundo ele, além do grafite, tem origem em gases como metano e acetileno. “O revestimento também conta com níquel que tem o papel de diminuir as tensões internas e contribuir para melhorar a aderência”, afirma Airoldi.

Peças como eixos, pistões, peças à brasão são o alvo desse revestimento indicado para acessórios que exijam alta resistência. “Na indústria de petróleo, as válvulas de esferas e válvulas borboletas são indicadas para receber esse tipo de tratamento de superfície”, afirma Araújo.  Uma das principais vantagens desse tipo de tratamento de superfície, está na sua dureza, que pode variar entre 1500 HV a 4000 HV pelo método Vickers, unidade de medida utilizada para dimensionar a dureza de materiais. “Para se ter uma ideia de comparação, os outros revestimentos de superfície do mercado alcançam, no máximo, de 1 a 4  GigaPascal de dureza, ou seja, muito abaixo do desempenho do Diamond”, aponta o diretor da Super Finishing.

Suas principais características são:

1)    Baixo Coeficiente de atrito : <0,1

2)    Taxa de crescimento: 0.5 a o.7 microns/h

3)    Baixo “stress”: Alta flexibilidade e aderência <1.0 GPA

4)    Dureza elevada: Entre 1500 HV a 4000 HV(método Vickers)

5)    Alta aderência ao substrato metálico: >30N de carga crítica

Mais informações www.superfinishing.com.br

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Dados constam na pesquisa realizada trimestralmente pela KPMG no Brasil

Com 406 operações realizadas entre janeiro e junho, o número de fusões e aquisições efetivamente concluídas e divulgadas que envolveram empresas estabelecidas ou com presença no País registrou um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse aumento foi o suficiente para confirmar o período como o segundo melhor primeiro semestre da história, ficando atrás apenas de 2012, quando foram concretizados 433 negócios. O número de operações também apresenta uma estabilidade em relação ao segundo semestre do ano passado no qual foram observadas 410 operações.

“Apesar da menor expectativa de crescimento no país, o mercado de fusões e aquisições ainda vem mostrando força e confirmando que este tipo de operação ainda é uma das estratégias mais utilizadas para expansão das empresas”, afirma o sócio da KPMG e líder para o setor de Fusões e Aquisições, Luis Motta. “Também é importante destacar que mesmo no cenário atual, as empresas estrangeiras ainda enxergam oportunidades de aquisições de empresas no Brasil. Como exemplo, podemos citar as 192 operações observadas no primeiro semestre de 2014 em relação às 159 concluídas no mesmo período do ano passado. Este número também está bem alinhado ao segundo semestre de 2013 no qual observamos 194 transações.”

Setores

Além dos setores de Tecnologia da Informação e Empresas de Internet que registraram 54 e 43 operações respectivamente e que tradicionalmente  lideram o ranking, os destaques do primeiro semestre de 2014 ficaram por conta de Empresas de Energia (27), Serviços para Empresas (24), Alimentos, Bebidas e Tabaco (21), Telecomunicações e Mídia (16) e Instituições Financeiras (16).

Trimestre

Com relação aos resultados trimestrais, o intervalo entre abril e junho registrou um crescimento de 10% se comparado com o mesmo período de 2013 (213 x 194). Já se confrontarmos os períodos de 2014, o segundo trimestre também registrou aumento de 10% relação ao primeiro (213 x 193).

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Com o intuito de reduzir tempo na tramitação de entrada e saída de mercadorias do País, diminuir custos para importadores e exportadores e aumentar a segurança na logística do comércio exterior, o Brasil deve adotar, em breve, o programa Operador Econômico Autorizado (OEA). Trata-se de uma recomendação da Organização Mundial das Aduanas (OMA) e, para entender como o programa funciona e quais os benefícios para as empresas e o Pais, o Procomex – Aliança Pró-Modernização Logística de Comércio Exterior promoverá, no dia 25 de agosto próximo, em São Paulo, o Seminário Procomex – Impactos do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) – A Experiência Internacional.

O evento contará com a participação do sueco Lars Karlsson, maior especialista mundial no tema da modernização aduaneira. Ele fará a palestra “A Experiência Internacional do Programa Operador Econômico Autorizado – OEA”, que abre o evento. Karlsson atuou em diversas áreas da administração aduaneira da Suécia e também na Organização Mundial das Aduanas, onde exerceu durante cinco anos o cargo de diretor de Capacity Building. Autor de livros sobre o tema, Karlsson criou o primeiro programa de Operador Econômico Autorizado do mundo, adotado na Suécia. Esse programa pioneiro delineou os princípios e serviu de modelo para o padrão utilizado pela OMA, C-TPAT (Customs-Trade Partnership Against Terrorism), dos Estados Unidos, e pelo AEO europeu.

Na sequência haverá a palestra “A Certificação de Empresas em Segurança no Comércio Exterior”, que será proferida por Firmin Cusa, presidente da BASC Business Alliance for Secure Commerce, organização privada que é pioneira na área de certificação de empresas em segurança. Por fim, o seminário do Procomex receberá como palestrante José Carlos de Araújo, coordenador-geral de Administração Aduaneira da Receita Federal do Brasil. Ele detalhará os preparativos para a entrada em funcionamento do programa OEA no Brasil, cuja previsão é no início do próximo ano.

Adotado já em 54 países, o programa possibilitará maior previsibilidade nos trâmites do comércio exterior, além de garantir confiabilidade ao fluxo logístico nas fronteiras, portos e aeroportos, assim como contribuirá para redução de custos para as empresas brasileiras importadoras e exportadoras. O Programa OEA é de adesão voluntária e é concedido pelas Aduanas a importadores, portos, aeroportos, terminais, companhias marítimas e demais agentes envolvidos com a cadeia de comércio exterior.

Para as autoridades aduaneiras, a principal vantagem das empresas ou órgãos com o Programa OEA é que elas conseguirão obedecer previamente aos padrões mínimos de segurança estabelecidos dentro dos programas específicos de cada país. Tais empresas, segundo análise das autoridades, comprovaram a confiabilidade e a previsibilidade de suas movimentações de cargas, fato que facilita e agiliza os trâmites de fiscalização.

Serviço

Seminário Internacional Procomex

Impactos do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA) – a Experiência Internacional

Data – 25 de agosto de 2014

Horário – das 8h às 18h

Local – auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI) – Rua Surubim, 504, 9º andar – Brooklin Novo – São Paulo

Mais informações: (11) 3812-4566 ou e-mail eprocomex@procomex.org.br

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Siemens, Aché e Cummins atuam em setores distintos, mas possuem uma peculiaridade que as tornam mais competitivas em suas áreas de atuação: qualificam jovens de baixa renda por meio do Formare, da Fundação Iochpe. As três empresas concluíram em julho a formação de 102 jovens para o mundo do trabalho. Com a conclusão dos cursos nas unidades dessas companhias, os jovens tornaram-se aptos a participar de processos seletivos e começar sua jornada profissional.

“O Formare cria competências, qualificação e educação. Nosso desafio é viabilizar aos jovens a entrada no mercado e servir de exemplo para que eles sirvam também de exemplo a outros colegas das suas escolas para que participem de programas semelhantes, não só o da nossa empresa. E que nós, da Siemens, sirvamos de exemplo para outras empresas”, revela Paulo Stark, presidente da Siemens.

Para  Luis Pasquotto, presidente da Cummins América do Sul e vice-presidente da Cummins Inc., o Formare Cummins tem tudo a ver com os valores e os princípios da missão da companhia. “As primeiras proposições nasceram a partir de um grande levantamento feito em 2011, que diagnosticou as necessidades da comunidade onde está instalada a Cummins, em Guarulhos. Identificamos algumas plataformas de ensino e o Formare foi escolhido por conter valores similares aos da Cummins”, argumentou.

“Estamos muito felizes com o sucesso do programa. Com o apoio de todos da empresa, principalmente das lideranças e da Fundação Iochpe, conseguimos garantir uma formação de qualidade para os jovens”, conta Patrícia Regina Alves, coordenadora do programa no Aché.

O Formare é um programa desenvolvido pela Fundação Iochpe, em parceria com empresas de médio e grande porte, que oferece cursos de formação inicial para o mercado de trabalho a uma turma de, em média, 20 jovens de famílias de baixa renda residentes no entorno das empresas.

Os cursos são realizados em período integral dentro das empresas, por funcionários que se dispõem, como voluntários, a ministrar as aulas. Ou seja, a empresa é transformada em um ambiente de aprendizagem e qualificação profissional, contínuas, tanto para os colaboradores como para os estudantes beneficiados.

Os cursos, com duração de, no mínimo, 800 horas/aula, são desenvolvidos pela equipe pedagógica do Formare de acordo com as características de cada empresa e a realidade do mercado de trabalho local. Eles são certificados por instituição federal de ensino vinculada ao MEC –a UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná)–, que mantém convênio com a Fundação Iochpe desde 1995.

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Trade Energy avalia que o mercado livre é impactado pelo fato de quase metade dos créditos não terem sido pagos

Devido às dificuldades das distribuidoras de energia em cobrir os impactos da crise hidrológica, a liquidação financeira dos contratos do mês de maio apresentaram inadimplência, em torno de 48%. Para amenizar este cenário, a parcela inadimplente teve sua liquidação postergada para 28 de agosto. “Assim, dá tempo para o governo negociar empréstimos complementares para cobrir o déficit. Aos agentes do mercado livre, que são credores junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o impacto é grande, já que quase metade dos créditos não foi pago ainda. Pesa também, a falta de isonomia, enquanto o ambiente livre está exposto aos mesmos riscos, mas não conta com qualquer ajuda governamental, tem que honrar seus compromissos, sob pena de desligamento imediato da CCEE”, afirma Walfrido Avila, presidente da Trade Energy.

No início de 2014, foi anunciado um empréstimo de R$ 11,2 bilhões, parte a ser intermediado pela CCEE, através de captação junto a instituições financeiras e parte correspondente a aporte direto do Tesouro, que já havia sido consignado pelo governo. Com a continuidade dos preços altos no curto prazo, as dificuldades das distribuidoras se ampliaram. “Vale lembrar que os problemas têm várias vertentes: a necessidade de compra no curto prazo por subcontratação de energia para atender o mercado cativo, a exposição relativa às cotas de geração renovada, com geração menor devido à crise hidrológica, e o pagamento da geração térmica adicional via Encargos de Serviço do Sistema (ESS), além da geração térmica dentro da ordem de mérito aumentada com a introdução do mecanismo de risco CVaR (Conditional Value at Risk)”, declara o executivo.
A Trade Energy avalia que as possíveis soluções são as revisões tarifárias extraordinárias das distribuidoras, previstas nos contratos de concessão e, a implantação imediata das Bandeiras Tarifárias, que foram adiadas em um ano após aumentarem os valores, porque oneraria os consumidores cativos. “Estes consumidores já foram penalizados com índices elevados de aumento nos reajustes tarifários deste ano, após a promessa de redução de 20%”, alega Avila.

De acordo com o presidente, a outra solução, que deve ser a adotada pelo governo, é a captação de empréstimo adicional de R$ 6,5 bilhões, inclusive com a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para fazer frente à liquidação do mês de maio e as demais liquidações, até outubro. “Entretanto, o mercado estima que serão necessários cerca de R$ 8 bilhões até o final do ano”, ressalta o executivo.

Para reverter o quadro de alto índice de inadimplência, Walfrido Avila declara que é preciso equacionar as necessidades financeiras das distribuidoras, através dos aportes adicionais. “Fora esse fator, os índices de inadimplência estão se mostrando num nível suportável, devido principalmente aos critérios em vigor de garantias financeiras, mais rígidos, com a bilateralização do risco e que devem ser ainda mais endurecidos, com a implantação do limite operacional previsto para o final do ano”, finaliza o presidente.

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*Por Marcos Andrade

O Copom manteve o mesmo comunicado de sua última reunião, quando interrompeu o ciclo de alta da Selic. A autoridade monetária tem exibido muita preocupação com a atividade econômica, segundo o especialista Marcos Antonio de Andrade, “essa preocupação faz sentido à medida que o cenário atual apresenta uma menor previsão de crescimento e isso colabora com os riscos de aumento de inflação”.

Andrade acredita que essa decisão de manter a taxa de juros inalterada, reforça a expectativa de que a Selic seguirá em 11% por um período indeterminado, não restando muitas alternativas para o Governo.

O principal motivo é o enfraquecimento cada vez maior das perspectivas de crescimento, sendo que a principal razão continua sendo a redução da atividade econômica, isto porque, grande parte das empresas estão diminuindo seu volume de produção preocupadas com um eventual aumento no custo de energia e com os altos estoques principalmente no setor automotivo.

“No entanto, com o cenário atual, a principal sinalização é de que a previsão de crescimento do PIB para 2014 ficará em torno de 0,90%, sendo o centro do problema à indústria, com fortes sinais de fechamentos de postos de trabalho e consequentemente redução de empregos”, afirma.

*Marcos Andrade é professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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Ao investir na manutenção de suas máquinas e equipamentos – e deixar a compra de novos modelos para quando for realmente necessário – as usinas e demais companhias do setor sucroenergético podem alcançar uma economia de até 80% ao mesmo tempo em que mantêm sua produtividade em alta.

Apresentar aos profissionais da área estas e outras vantagens é o grande objetivo da Quimatic Tapmatic durante a Fenasucro 2014, maior evento mundial do setor sucroenergético, que acontecerá entre os dias 26 e 29 de agosto na cidade de Sertãozinho, em São Paulo.

Repleto de atrações, o estande da Quimatic Tapmatic na feira contará com três grandes destaques: o lançamento oficial do Protetivo Agro, protetivo anticorrosivo desenvolvido especialmente para o setor agrícola; a apresentação do desengraxante Quimatic ED Solv, com nova fórmula ainda mais eficaz e com odor mais suave; e a exposição da linha Plasteel de revestimentos epóxi bicomponentes voltados para recuperar e proteger equipamentos e máquinas sujeitos à corrosão e abrasão.

Maior fabricante de especialidades químicas do País, a Quimatic Tapmatic vem obtendo crescimento médio de 20% ao ano na prestação de serviços para usinas de todas as regiões brasileiras.

“Temos o compromisso de abastecer o setor sucroenergético com soluções inovadoras, capazes de garantir redução de custos e maior praticidade e produtividade”, enfatiza Walter Strebinger, diretor da Quimatic Tapmatic.

Este é o caso da linha Plasteel, que além de proteger máquinas e equipamentos de forma preventiva, também é utilizada para recuperar maquinários já danificados pela corrosão e abrasão presentes no processo de moagem, garantindo uma nova e resistente superfície que irá necessitar de manutenção somente a cada duas safras.

Ao recuperar e proteger as máquinas e equipamentos com Plasteel, ao invés de sucatear forma muitas vezes desnecessária e prematura, as usinas conquistam uma economia de até 80% em relação à compra de modelos novos.

Para esclarecer os diferenciais de seu portfólio, a Quimatic Tapmatic contará com uma equipe de profissionais altamente qualificada na Fenasucro 2014. O estande da empresa será o de número BG14.

Destaques na exposição:

Lançamento oficial do Protetivo Agro – A Fenasucro é o palco para o lançamento oficial do Protetivo Agro. Desenvolvido especialmente para o setor agrícola, o produto difere de outros protetivos existentes no mercado por formar uma película cerosa antiestática mais seca, o que ajuda a repelir de maneira mais eficiente a poeira e a garantir proteção contra a corrosão por longos períodos, mesmo quando os equipamentos e máquinas e são armazenados em ambientes abertos, sujeitos a altas temperaturas ou chuvas fortes. Como resultado, tratores, arados, colheitadeiras, ferramentas e outros implementos conquistam uma vida útil maior e estão sempre prontos para uso. Ecologicamente correto, o lançamento não contém substâncias tóxicas ou metais pesados em sua formulação, evitando assim contaminação da colheita e do solo.  Para mais informações sobre Protetivo Agro acesse: www.quimatic.com.br/produtos/protetivos-lubrificantes/protetivo-agro/

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A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) divulga o termômetro mensal, referente ao desempenho de vendas em curto prazo no mercado interno.

O termômetro revela que a indústria de materiais de construção considera como regulares as vendas no mês de junho. Os índices apontam vendas regulares para 52% das empresas, enquanto que para 15%, as vendas foram boas.

O último termômetro do primeiro semestre mantém na média números similares, em comparação a maio, que apresentou vendas regulares para 35% das empresas, boas para 32% e muito boas para 2%.

A expectativa para julho mostra que para 55% das empresas, as vendas continuarão regulares. Porém, para 20%, o mês pode ser de bons negócios. A margem de pessimismo mantém vendas ruins para 20%, enquanto 5% esperam vendas muito ruins.

Walter Cover, presidente da ABRAMAT explica que os números refletem um cenário de exagerado pessimismo, uma vez que as variáveis: inflação, renda e emprego continuam positivas, embora com alguma desaceleração. O setor espera uma melhoria na confiança no segundo semestre

Pretensão de investimento e confiança nas ações do Governo

A pesquisa informa que em junho, 60% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. Em comparação a junho de 2013, houve queda de 12p.p.

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A ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais) irá levar um grupo de empresários brasileiros para a Taipei Plas 2014, principal feira industrial do setor transformação plástica de Taiwan, que acontece de 25 de setembro a 1º de outubro. A iniciativa tem o apoio do Taiwan Trade Center do Brasil (TAITRA) e está em sintonia com a Missão da ABIMEI de proporcionar novas oportunidades de negócio ao empresário brasileiro.

A Taipei Plas ocorre a cada dois anos, desde 1987. Reúne fabricantes locais e internacionais de máquinas injetoras, sopradoras, extrusoras, máquinas de impressão, equipamentos auxiliares, moldes e matrizes, peças e acessórios, matérias-primas, produtos semiacabados e acabados destinados ao processamento de plástico e borracha.

Para essa edição estão previstos 2.500 estandes, sendo 2.180 com produtos made in Taiwan e 320 estrangeiros.

Para Christopher Mendes, responsável pela Comissão de Máquinas para Plástico e Papel da ABIMEI, a missão ocorre em momento oportuno. “Taiwan é um dos parceiros comerciais mais importantes do Brasil nesse setor. Será uma oportunidade única de conhecer as novidades em tecnologia, estabelecer novos contatos e até mesmo firmar novos acordos de representação”, afirma Mendes. Segundo a TAITRA, entraram no Brasil 41 injetoras e cinco extrusoras taiwanesas, de janeiro a abril desse ano, movimentando cerca de US$ 5,8 milhões. Em 2013 foram importadas 83 injetoras e 23 extrusoras, com pouco mais de US$ 6,5 milhões negociados no ano.

Serviço – Os interessados em participar da missão empresarial devem entrar em contato com a Abimei, pelo e-mail elaine.bellei@abimei.org.br até 31 de julho, onde também poderão obter mais informações.

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A indústria gráfica marcou presença na reunião do Fórum Nacional da Indústria (FNI) com a presidente Dilma Roussef, e os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Mauro Borges, acontecida em 18 de junho, no Palácio do Planalto, em Brasília. Após a reunião, o presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), Levi Ceregato, e o presidente do Conselho Diretivo da entidade, Julião Gaúna, despertaram a atenção da presidente para a importação de serviços gráficos na impressão de livros didáticos adquiridos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) – esses livros entram no País livres de qualquer tributo, enquanto a indústria brasileira, para imprimi-los, seria onerada em 9,25% de contribuições, como PIS e Cofins.

“É um desequilíbrio tributário que diminui a competitividade da indústria nacional e que, em última instância, favorece a‘exportação’ de empregos” , afirma Ceregato. Junto ao ministro Mantega, os empresários expuseram a necessidade de estender o benefício da desoneração da folha de pagamento a todos os segmentos da indústria gráfica – hoje, apenas as empresas de embalagens contam com essa possibilidade.“Fomos ouvidos com benevolência em ambos os casos”, diz Ceregato. O encontro deu continuidade à reunião ocorrida em 22 de maio, quando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e 36 empresários do Fórum apresentaram ao governo uma pauta de ações de curto prazo em seis áreas estratégicas (infraestrutura, políticas setoriais, legislação trabalhista, tributação, comércio exterior e política industrial) para a recuperação da produtividade industrial e o estímulo a novos investimentos.

Na foto, o presidente da Abigraf, Levi Ceregato, cumprimenta a presidente Dilma

Foto: Roberto Stuckert Filho/Divulgação

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SOBRE O BLOG INDUSTRIAL

O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.

TATIANA GOMES

Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.

NARA FARIA

Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.

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