Artigo,Meio Ambiente Industrial | Por em 29 de janeiro de 2013
balanço,Economia,máquina | Por em 22 de janeiro de 2013O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação da China pretende acelerar a consolidação de setores industriais, incluindo o aço, tecnologia da informação e construção naval.
O ministério disse que pretende aumentar os níveis de concentração da indústria para uma série de grandes produtores, incluindo os do cimento, automotivo, transporte, alumínio, terras raras, medicina e agricultura.
No setor de aço, o ministério planeja que as 10 principais siderúrgicas representem cerca de 60% da produção total de aço até 2015 e formem empresas globalmente competitivas.
O setor de tecnologia da informação deve ter entre 5 e 8 empresas com vendas acima de 100 bilhões de yuans, cada uma, até 2015, disse.
Em alumínio, os 10 maiores produtores devem responder por 90% da produção da indústria em 2015, declarou o ministério. Já em transporte, os 10 principais estaleiros devem responder por 70% ou mais da produção total de navios em 2015.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) ,na prévia da Sondagem da Indústria de janeiro, apontou um aumento de 0,2% em relação ao resultado de dezembro, com 106,6 pontos, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Conforme índice,mesmo com a relativa estabilidade, este é o maior patamar para o ICI desde junho de 2011 (107,1 pontos).A prévia de janeiro mostra melhora na avaliação sobre o presente.Porém,o Índice de Expectativas (IE) registrou piora, com queda de 0,6%, para 105,6 pontos.
Artigo,Economia,Opinião | Por em
*Por eng. Cláudio Orlandi Lasso
Mesmo com as fortes chuvas em pontos localizados do país, nos últimos dias temos acompanhado as notícias dos baixos níveis dos reservatórios de diversas usinas hidrelétricas do Brasil,. Vimos também os altos preços dos combustíveis fósseis que alimentam as termelétricas, e os diversos apagões que têm ocorrido em diferentes regiões do país. Paralelamente a tudo isso, a economia vem crescendo modicamente e o governo brasileiro reduziu em 20% a tarifa de energia elétrica, o que deverá fomentar o consumo. A conjunção de todos esses fatores pode ser o anúncio de uma nova crise de energia elétrica no Brasil, com possibilidade inclusive da ocorrência de um apagão regional, ou até nacional.
Para mitigar os riscos desta crise anunciada, seria interessante que São Pedro mandasse mais chuvas para as regiões das bacias hídricas, onde estão instaladas as usinas hidrelétricas. Mais importante, ainda, seria que as concessionárias de energia elétrica aplicassem mais recursos para a manutenção e ampliação dos seus sistemas para melhor atender à demanda crescente. Finalmente, seria importante também que o governo fizesse a sua parte, acompanhando e planejando adequadamente o crescimento da oferta e da demanda de energia elétrica do país.
Conforme o Operador Nacional do Sistema (ONS), que é o órgão responsável pela coordenação e controle da operação das instalações de geração e transmissão de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional (SIN), sob a fiscalização e regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), desde 2005 a demanda de energia elétrica vem crescendo com índice maior do que a oferta. Fica claro perceber que, por conta deste déficit acumulado e crescente, era prevista uma grande crise energética para o ano de 2010. Isso só não ocorreu “graças” à crise econômica mundial de 2009, que freou o crescimento do país, dando tempo para que o governo finalizasse a construção de diversas usinas termelétricas, que são hoje bastante estratégicas para o país.
Embora sejam bastante poluidoras, as usinas termelétricas estão espalhadas por todo o Brasil. Muitas delas são acionadas diariamente por um período de apenas três horas, para suprir o aumento da demanda no horário de ponta, período entre 18:00h e 21:00h, momento em que a maioria dos brasileiros chegam a suas casas e começam a consumir mais energia elétrica: acendem luzes, ligam suas TVs e, principalmente, vão tomar seus banhos, predominantemente, de chuveiro elétrico.
Infelizmente o governo ainda não despertou para a maior causa da anunciada crise energética, o Desperdício, e muito menos para uma interessante e simples solução de parte deste mal. Muitos investimentos têm sido feitos pelo governo no sentido de buscar maior eficiência energética, tanto na geração, como no transporte, na distribuição e uso final da energia elétrica, mas realmente ainda são poucos, se comparados com os de outros países mais desenvolvidos, principalmente no que diz respeito ao consumo da energia na ponta. Para se ter uma idéia, um chuveiro elétrico ligado na posição quente equivale ao consumo de aproximadamente 100 lâmpadas de 60W ligadas ao mesmo tempo.
Investir em eficiência energética é muito mais barato, inteligente e sustentável (em diversos aspectos) do que investir em novas fontes energéticas. Ora, se é público e notório que o chuveiro elétrico é o grande vilão do consumo energético residencial, e que este equipamento está presente na grande maioria dos lares das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, regiões estas mais populosas e de maior consumo de energia do país, o governo teria que desenvolver políticas públicas dedicadas à redução deste consumo.
O chuveiro elétrico é o eletrodoméstico de menor custo de aquisição em uma residência, mas, por outro lado, é o que diariamente mais consome água e energia elétrica. Sabe-se também que o produto tem enorme potencial de eficientização, sendo facilmente controlável. Hoje existem acessórios que promovem economias de mais de 40% de energia para o chuveiro elétrico, como é o caso do Rewatt (R$ 460,00) e do ECO Shower Slim (R$ 128,00), este último ainda economiza mais de 40% de água, é de fácil instalação (não usa instalação hidráulica), não precisa de limpezas periódicas, tem mais de dois anos de garantia e pode ser comprado em 12 vezes no cartão pelo site: loja.ecoshower.com.br
A instalação desses acessórios apresenta interessante relação custo-benefício, pois se paga em poucos meses de uso. Se aplicados em massa, poderão criar diversos pequenos “pulmões energéticos”, que permitirão ao governo postergar investimentos, reduzir custos e evitar apagões, muitos prejuízos, e conseqüências atreladas.a
Análise,Economia | Por em 15 de janeiro de 2013A Austin Rating divulga seu tradicional estudo especial com o ranking de rentabilidade das principais bolsas de valores do mundo. O ranking atual é composto com o desempenho das 92 principais bolsas de valores em 2012, conforme dados compilados em nosso sistema: Austinvest.
A Bolsa de Valores da Venezuela (Caracas Stock Exchange Stock Market Index – IBVC) foi a que apresentou melhor desempenho em 2012 com valorização de 302,81%, desempenho seis vezes superior a segunda colocada no ranking, a bolsa de valores do Paquistão (Karachi All Share Index – KSE) que registrou alta de 52,28%. A mediana da amostra foi de 9,14%.
A Bovespa, por sua vez, apresentou valorização de apenas 7,82%, ocupando a 51ª posição no ranking geral.
BRIC – Desempenho fraco em 2012
As bolsas de valores dos países que compõem o BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China, apresentaram crescimento modesto em 2012, com valorização mediana de 7,7% contra 9,1% da mediana do ranking geral. A bolsa de valores da Índia foi a que registrou melhor desempenho dentro deste grupo com alta de 25,7% no e ocupou a 15ª posição no ranking.
Já a bolsa de valores brasileira (BOVESPA) registrou alta de 7,8% em 2012, ocupando a 51º no ranking geral. As bolsas de valores da China e da Rússia valorizaram 7,6% e 5,4% em 2012, respectivamente. O desempenho das bolsas de valores dos BRIC’s reflete, em boa medida, a expectativa do mercado em relação ao desempenho dessas economias em 2012 e, principalmente, pela queda dos preços de alguma commodities agrícolas e minerais. Com o agravamento da crise na Zona do Euro e a recuperação lenta dos EUA tem afetado de forma direta e indiretamente o desempenho das economias do BRICs.
Zona do Euro – Valorização de 9% em 2012
As bolsas de valores dos países que compõem a Zona do Euro apresentaram valorização mediana de 8,9% em 2012, com destaque para bolsa da Grécia (Athens Stock Exchange General Index – ASE) que mesmo após passar um período longo e contínuo de queda, registrou a maior alta dentro do bloco com alta de 49,2% e ocupando a 5º posição no ranking geral – é importante considerar o efeito da base de comparação muito deprimida.
As bolsas de valores da Alemanha (DAX) e França (CAC), principais países do bloco, registraram crescimento de 29,1% e 15,2%, respectivamente. Em contrapartida, o principal índice da Espanha (IBEX 35) encerrou o ano de 2012 com queda de 5%, refletindo o cenário mais pessimista por parte dos investidores em relação à economia.
EUA e Japão – Bolsas refletem expectativa de mercado
Apesar do baixo ritmo de crescimento da economia dos Estados Unidos, os principais índices das bolsas de valores: NASDAQ, S&P 500 e DOW JONES, apresentaram alta importante em 2012, com valorização respectiva de 15,5%, 12,9% e 6,7%. A alta observada nos índices revela um cenário mais otimista projetado pelo mercado para economia norte-americana para o ano de 2013.
Seguindo a mesma tendência, porém com desempenho mais vigoroso, o índice Nikkei avançou cerca de 23% no último ano, com isso a bolsa de valores do Japão ocupou a 16º posição no ranking elaborado Austin Rating.
Economia,Oportunidade,Perspectivas | Por em 10 de janeiro de 2013
Representantes de quatro empresas alemãs especializadas em produtos e serviços para produção de energia a partir de biomassa e biogás visitam a capital paulista entre 27 e 30 de novembro em busca de parceiros. A delegação participa de seminário gratuito sobre as aplicações desta tecnologia no dia 27, no Club Transatlântico (Rua José Guerra, 130, Chácara Santo Antônio, São Paulo), a partir das 9 horas. A programação está disponível no site da Câmara Brasil-Alemanha (AHK-SP na sigla em alemão), organizadora do evento. Inscrições são limitadas e devem ser feitas até o dia 26.
As empresas alemãs em vista ao Brasil procuram distribuidores, representantes e clientes, cujo perfil basicamente contempla todo tipo de organização empresarial que produza ou tenha de lidar com resíduos orgânicos, tais como projetos pecuários, produtores de cana-de-açúcar, processadores de suco de frutas, indústrias de papel e celulose e de alimentos em geral. Após o seminário, nos dias 28 e 29 a delegação visita potenciais parceiros já identificados pela AHK. Os perfis das empresas visitantes (Biogas Höre GmbH, A.H.T Pyrogas, Suncoal e Wico-Tec) e as cooperações desejadas por elas estão no site da Câmara.
Para o diretor do Departamento de Meio Ambiente, Energias Renováveis e Eficiência Energética da AHK, Ricardo Rose, a diversificação da matriz energética e a adoção de fontes alternativas de energia a partir de biogás ou biomassa pode vir a ser uma estratégia eficiente para o enfrentamento da crescente demanda brasileira por energia. “Uma alternativa para sustentar essa expansão é olhar para exemplos conquistados por outros mercados no setor de energias renováveis, como biogás e biomassa, nos quais a Alemanha se encontra atualmente na vanguarda”, pontua.
Rose lembra que a biomassa e o biogás são grandes apostas da Alemanha para a produção energética e para a substituição total da energia nuclear da matriz energética por fontes renováveis, que deve ser concluída até 2020. Entre 1999 a 2011, o número de unidades de produção de biogás no país europeu saltou de cerca de 700 para cerca de 7.200 unidades, o que representa capacidade instalada de aproximadamente 2.850 MW em operação, o equivalente à produção de energia de duas usinas nucleares, ou energia suficiente para atender cinco milhões de alemães.
“Essa experiência positiva também vem sendo feita no Brasil em granjas suinícolas da região sul. No entanto, o impacto social e ambiental poderia maior se as tecnologias mais modernas para a produção de biogas fossem mais acessíveis”, diz a coordenadora do Departamento, Daniely Andrade. Na Alemanha, com a decisão de banir a energia nuclear, o setor de energias renováveis tem passado por uma revolução tecnológica que está elevando – e muito – os atuais índices de produtividade. “O biogás, nesse contexto, tem se tornado cada vez mais estratégico na política energética alemã”, finaliza Andrade.
Análise,Artigo,Economia,Opinião | Por em 7 de janeiro de 2013O passado não explica o futuro e, por isso, é necessário saber olhar também para as perspectivas do mercado de energia. Diferentemente de áreas com tendências bem definidas, como das commodities, o mercado livre de energia possui uma lógica própria. O cenário mostra que não basta utilizar softwares e instrumentos analíticos, é importante avaliar situações futuras. Projetar os próximos passos baseado no que já passou é um erro, é manter os mesmos resultados sempre. Parece filosofia de vida, mas é tática de inteligência competitiva e vou explicar o motivo.
Atualmente, de acordo com levantamento feito pelo Sistema Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), as indústrias brasileiras pagam por uma das energias mais caras do mundo, perdendo apenas para países como Turquia, Itália e República Tcheca. Esse cenário faz com que grandes empresas, responsáveis pelo consumo de um alto volume de energia, invistam na formação de equipes focadas na compra e gestão deste insumo. Adotando práticas de outras áreas, como nas negociações em bolsas de valores, os profissionais tentam usar o mercado livre para garantir eficiência operacional e ganho financeiro, o que representa um risco devido, principalmente, à volatilidade do mercado, que neste ano chegou a casa dos 300%.
A falsa sensação de simplicidade acarreta em diversos desafios de gestão, pois o planejamento, na maior parte das vezes, é feito com base em indicadores do passado e não em modelos que possam prever o futuro. Isso quer dizer que o budget orçado para o período de janeiro a dezembro pode não ter sido o suficiente nem mesmo para se chegar com tranquilidade ao final do primeiro trimestre. O que vemos, então, é o pouco uso de uma verdadeira inteligência de mercado, não baseada em ferramentas, mas numa forma de entender o andamento do cenário.
Vale ressaltar que a prática de inteligência competitiva aplicada ao mercado livre de energia é completamente inovadora no setor. É utilizada uma estrutura sofisticada de análise completa do segmento, que leva em conta possíveis oscilações, aliada ao know how e perspectiva de consultores altamente qualificados. A eficácia alcançada com este método é totalmente diferente do resultado raso proveniente de planejamentos baseados em cálculos simples, visto que o setor de energia deve ser analisado a partir de previsões, já que depende de fatores externos, como clima ou medidas governamentais.
Como exemplo, existem duas grandes indústrias brasileiras, dos mercados automotivo e químico, que descobriram as vantagens deste novo modelo de gestão, com todas as ações baseadas em suas necessidades, perfis de consumo e focadas na sustentabilidade.
O fato é que existem diversas empresas do ramo que ainda utilizam um modelo defasado de planejamento para seus clientes, resultando em análises incompletas, que levam o cliente a uma falsa sensação de satisfação. E em um mercado tão amplo e complexo, é possível seguir por caminhos que mostrem resultados melhores do que se imagina. A estratégia deve ser adotada não apenas na gestão do consumo de energia, ela precisa estar inserida em planos de negócios de maneira geral.
Mikio Kawai Jr. é economista pela FEA-USP (1995), mestre em economia pela Unicamp (1999 – dissertação sobre gestão de riscos) e Advanced Executive Management pela IESE Business School (Espanha 2011). Iniciou a carreira no mercado financeiro em bancos de investimentos, tanto nacional como estrangeiro, migrou para o mercado de energia na sua gênese, em 1998, tendo trabalhado na CPFL Energia ate 2004, atuou como gerente de suprimento de energia na AES Brasil, gerente de operações na Openlink (Nova York e SP). Desde 2008 ocupa o cargo de diretor executivo do Grupo Safira.
Economia,Iniciativa,Opinião | Por em 11 de dezembro de 2012O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, classificou como “vitória importante” a sanção da presidente Dilma Rousseff à lei nº 12.741/2012, que determina a indicação pelas empresas, de forma clara e adequada, dos tributos incidentes sobre as mercadorias e serviços vendidos em todo o território nacional.
Para Skaf, “essa era uma antiga reivindicação dos setores produtivos para dar mais transparência sobre o que se paga, no preço final, quando a população compra algum produto ou contrata um serviço”.
São sete os impostos que estarão discriminados nas notas fiscais a partir de 2013: IPI, ISS, IOF, ICMS, IPI, Cide, Pis/Pasep e Cofins. As novas regras entram em vigor em 10 de maio de 2013.
Economia,Iniciativa | Por em 3 de dezembro de 2012
Em comunicado à imprensa, a FIESP apoia a decisão da presidente Dilma Rouseff de editar uma Medida Provisóaria que destina para educação 100% dos royalties de estados e municípios provenientes de contratos futuros de exploração de petróleo. Além de desenvolver fortemente a educação e, por consequência, a economia brasileira, a medida evitará que tais recursos sejam despendidos em custeio (gastos correntes).
“O Brasil precisa universalizar o atendimento de creches e construir um sistema de educação em tempo integral que proporcione educação de qualidade a todos os brasileiros. Sempre digo que a educação é a forma de se dar oportunidades iguais às pessoas. O direcionamento dos royalties exclusivamente à educação trará também maior crescimento econômico. Ninguém pode ser contra algo que faça o Brasil crescer mais e que dê as mesmas oportunidades a todos os brasileiros”, diz Paulo Skaf, presidente da FIESP.
Desde 1997 no mercado de tubos e conexões, o segredo da marca é investir no desenvolvimento de seus funcionários
Jovem, porém madura, a CONTUFLEX comemora em 2012 seus 15 anos e mostra que, embora já tenha conquistado seu espaço no mercado, segue em constante desenvolvimento. Certificada pelo ISO 9001-2008, a empresa produz mais de 15 mil itens entre tubos flexíveis metálicos, conexões e mangueiras hidráulicas de excelente qualidade.
No parque industrial de mais de 5 mil m², trabalham 200 funcionários que recebem treinamento para operarem máquinas de última geração capazes de produzir com rapidez e qualidade e aprimorarem técnicas de produção. “Acreditamos que esse é o melhor investimento que fazemos, nos nossos funcionários, pois são eles que constroem o sucesso da nossa empresa”, enfatiza José dos Santos, diretor comercial da CONTUFLEX.
Além dos produtos do catálogo, a CONTUFLEX também customiza sua manufatura, ou seja, produz peças sob medida para atender as necessidades de cada cliente. E garante: tudo em tempo recorde. “Queremos ser conhecidos não só como fabricantes de produtos, mas também como uma empresa que soluciona os problemas de nossos parceiros”, conta o diretor comercial.
A empresa, que começou revendendo produtos industriais em setembro de 1997, passou a fabricar seus próprios produtos um ano depois. Em 2006 recebeu sua primeira certificação do ISO, o que impulsionou seu crescimento. Hoje, a marca possui uma forjaria própria, micro fusão e uma loja à pronta-entrega com a linha completa de acessórios industriais. Tudo isso faz com que a CONTUFLEX garanta, além de agilidade no prazo de entrega, preços mais atraentes.
Fábrica é transferida para parque industrial
Em pleno desenvolvimento no mercado, com um crescimento anual de 12%, e aproveitando o aquecimento da economia brasileira, a empresa transfere sua fábrica para o Parque Industrial São Lourenço, em São Paulo.
A nova instalação possui mais de cinco mil metros quadrados de área construída que abriga 140 máquinas operatrizes, entre as quais, 40 são tornos CNC de última geração. Além disso, mais amplo, o local permite a integração entre os setores fabris e administrativos. “A ideia é aproveitar o espaço de forma que todos os departamentos estejam interligados para aumentar a comunicação entre eles e, consequentemente, a agilidade dos processos e a redução dos prazos de entrega”, explica José dos Santos, diretor comercial da CONTUFLEX. A localização facilitará as entregas já que o local tem fácil acesso para as principais rodovias. Outro fator que influenciou o investimento, foi o desenvolvimento dos mais de 210 profissionais que colaboram para o crescimento da CONTUFLEX.
O Blog Industrial acompanha a movimentação do setor de bens de capital no Brasil e no exterior, trazendo tendências, novidades, opiniões e análises sobre a influência econômica e política no segmento. Este espaço é um subproduto da revista e do site P&S, e do portal Radar Industrial, todos editados pela redação da Editora Banas.
Tatiana Gomes, jornalista formada, atualmente presta assessoria de imprensa para a Editora Banas. Foi repórter e redatora do Jornal A Tribuna Paulista e editora web dos portais das Universidades Anhembi Morumbi e Instituto Santanense.
Jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), cursando MBA em Informações Econômico-financeiras de Capitais para Jornalistas (BM&F Bovespa – FIA). Com sete anos de experiência, atualmente é editora-chefe da Revista P&S. Já atuou como repórter nos jornais Todo Dia, Tribuna Liberal e Página Popular e como editora em veículo especializado nas áreas de energia, eletricidade e iluminação.